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Marco regulatório das bandas e blocos de rua é debatido em audiência pública na Alerj

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A Frente Parlamentar em Defesa do Samba e do Carnaval, lançada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizou na última segunda-feira a primeira audiência pública para discutir o marco regulatório dos blocos e bandas do Carnaval de Rua. A presidente do colegiado, deputada estadual Zeidan (PT), comandou a reunião, que contou ainda com as participações do diretor operacional da Riotur, Luís Gustavo Mostof; do delegado Gabriel Almeida, da Polícia Civil do Rio; e do presidente da Comissão de Estudos e Conflitos Jurídicos do Carnaval da OAB-RJ, André Vasserstein.

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Fotos: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

Logo na abertura da audiência, Zeidan argumentou que os blocos não podem ser vistos meramente como atrações turísticas, mas sim como partes de uma cadeia produtiva que proporciona milhares de empregos diretos e indiretos. A deputada também enfatizou que o trabalho da Frente Parlamentar em Defesa do Samba e do Carnaval da Alerj é voltado para as instituições que desfilam em todo o território fluminense.

“O Carnaval de Rua não é uma exclusividade da cidade do Rio de Janeiro, os blocos acontecem por todo o estado. Por isso é que nós vamos discutir com as Câmaras de Vereadores e com as Prefeituras dos mais variados municípios, incluindo da capital fluminense. Nós precisaremos debater esse assunto sim com o prefeito Eduardo Paes. Já estive em um almoço com ele, falei da frente parlamentar e nós ficamos de marcar uma audiência. Porém, pretendo que a gente, em conjunto com os outros deputados que compõem essa frente, consiga avançar no que diz respeito ao marco regulatório, para que possamos estar fazendo essa conversa de fato com a Prefeitura do Rio e com o Governo do Estado”, declarou Zeidan.

Já o diretor de operações da Riotur, Luís Gustavo Mostof, destacou os preparativos que o órgão vem realizando para o Carnaval de Rua de 2024. Ele ressaltou que as inscrições para blocos se apresentarem já foram encerradas e que a liberação das autorizações preliminares ocorrerá no início do próximo mês.

“Já no início de setembro, a partir do dia 05, a Riotur começa a emitir as autorizações preliminares, que são todos os órgãos da Prefeitura reunidos em uma única autorização. Essa medida foi um facilitador que a Riotur vem fazendo ao longo dos últimos anos. Neste momento, a gente tem o planejamento antecipado, nós já fizemos algumas baterias de reuniões com os blocos, fizemos inclusive na Câmara de Vereadores algumas audiências públicas também com a frente lá de Carnaval, e estamos nesse prazo finalizando o período preliminar que envolve todas as autorizações dos órgãos da Prefeitura do Rio. Isso inclui, por exemplo, a Secretaria Municipal de Ordem Pública, a Comlurb, a Riotur, enfim. Somente depois dessa autorização preliminar é que os blocos e as bandas passam a buscar as autorizações do Governo do Estado, que incluem Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros”, relatou Mostof.

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Ao falar na audiência, André Vasserstein defendeu a criação de uma regulamentação específica para os blocos de rua. O presidente da Comissão de Estudos e Conflitos Jurídicos do Carnaval da OAB-RJ lembrou da lei conhecida como marco regulatório das organizações da sociedade civil, que constituiu um novo regime jurídico para as parcerias entre administração pública e entidades, que trouxeram contribuições importantes para esses grupos.

“Hoje, a gente tem essa lei que dá uma segurança jurídica para as ligas e para as bandas. Ela define o que tem que ser colocado dentro do estatuto dos blocos, estabelece quais são os passos que precisam ser dados dentro das entidades, a prestação de contas, a obrigatoriedade de eleições transparentes e limpas… É um processo realmente democrático. Por exemplo, eu sou o vice-presidente jurídico da Mangueira também, estou dentro de uma escola de samba e trato dessa parte. A gente às vezes pensa que um contador é muito importante, mas o jurídico também é. Isso vai definir como as entidades vão caminhar. Então, fizemos agora na Mangueira, há um mês e meio, uma alteração estatutária em que nós colocamos diversas atividades dentro do estatuto para poder participar de editais do Brasil inteiro. Inclusive se houver internacionais, a Mangueira hoje está preparada para participar. E nessa lei de 2014 também tem a questão do fomento. Ela disciplina essa parte de captar dinheiro, portanto é fundamental os blocos e as bandas estarem atualizados e terem conhecimento do decreto lei. Por isso que a OAB está presente, justamente pra dar um auxílio”, garantiu.

Além dos membros da frente parlamentar e dos convidados, os representantes das entidades carnavalescas presentes na audiência puderam apresentar suas demandas e sugestões. Entre os principais tópicos estiveram o desenvolvimento de editais e de outras políticas públicas voltadas especificamente para os blocos e bandas; a desburocratização do processo para liberação dos desfiles; assim como a criação de um regramento diferenciado para essas instituições, condizentes com a realidade de cada manifestação.

Após ouvir os representantes, o delegado Gabriel Almeida pontuou ser importante a existência de normativas que incidam sobre o Carnaval de Rua para garantir a ordem pública e a segurança. No entanto, ele concordou que essa regulamentação não pode engessar as atividades de blocos e de bandas.

“A forma não tem que prevalecer sobre o conteúdo. A formalidade não deve ser tanta que inviabilize o evento. Porém, é indispensável ter regras mínimas. Afinal, para os blocos e para as bandas também é interesse que a coisa não vire bagunça. Todo mundo quer que tenha uma organização, uma urbanidade, para justamente evitar que daqui a pouco a coisa saia do controle e uma tragédia aconteça. Então, as regras elas existem para darem segurança, mas também elas não podem ser vistas de maneira impeditiva ao evento. Isso tudo tem que ser discutido”, ponderou.

A próxima audiência pública do Carnaval está marcada para o dia 25 de setembro na Cidade do Samba, localizada na Gamboa, na Zona Portuária do Rio. Também está agendado um encontro em 30 de outubro para debater as rodas de samba no Museu do Catete, no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da capital.

Gravação dos sambas para o Carnaval do Grupo Especial será na Cidades das Artes e com arranjos feitos por cada escola

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Depois do sucesso dos álbuns lançados na temporada de 2023 no streaming, a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) já prepara uma grande novidade para a versão com os sambas-enredo de 2024. Em iniciativa inédita, o disco será gravado na sala de orquestra da Cidade das Artes, em um formato que contará também com captação audiovisual.

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Foto: Vitor Melo/Divulgação Liesa

“Esse será um produto diferente, onde traremos ainda mais emoção para um álbum que tradicionalmente é feito no estúdio. Com a grande safra de sambas que está chegando, essa nova concepção tem tudo para ser um grande sucesso”, destacou o vice-presidente da Liesa e presidente da Edimusa, Helio Motta.

O álbum será gravado novamente pela Edimusa, a editora musical da Liesa. Dessa vez, as agremiações terão a liberdade de criar o próprio arranjo de sua faixa, que será aprovada pela produção, liderada pelo produtor Alceu Maia.

A previsão é que as gravações sejam realizadas no mês de outubro e o produto final seja lançado a partir de novembro.

Beija-Flor informa que Ludmilla não integrará o carro de som para o Carnaval 2024

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A Beija-Flor informou nesta segunda-feira que a cantor Ludmilla não vai integrar o carro de som da escola no Carnaval 2024. Segundo a escola, a “A decisão foi tomada por ambas as partes em função de outros compromissos profissionais que a artista terá no mesmo período que envolveria a preparação para o desfile”. A informação foi divulgada primeiro pelo site Splash, do portal UOL. Veja abaixo a nota da Beija-Flor.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

A Beija-Flor de Nilópolis informa que a cantora Ludmilla não integrará o time de intérpretes da escola no Carnaval 2024. A decisão foi tomada por ambas as partes em função de outros compromissos profissionais que a artista terá no mesmo período que envolveria a preparação para o desfile. A agremiação agradece pela parceria executada com bastante competência e dedicação durante o último ano com Neguinho da Beija-Flor, que segue na liderança do carro de som nilopolitano.

A Beija-Flor deseja sucesso nos projetos de Ludmilla e deixa as portas abertas para sempre receber a artista durante os eventos, seja na quadra, na comunidade ou na Sapucaí. Em 2024, a agremiação será a segunda escola a desfilar no domingo de Carnaval, dia 11 de fevereiro, com o enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”.

Marcelinho Calil celebra safra da Viradouro: ‘É a melhor da nossa gestão’

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Ex-presidente e agora diretor executivo da Viradouro, Marcelinho Calil celebra a safra de sambas-enredo da escola para o Carnaval 2024. A final acontece no dia 30 de setembro e até lá o clima é de muita alegria com o conjunto de obras da agremiação do Barreto, em Niterói. * OUÇA AQUI OS SAMBAS DA VIRADOURO

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Fotos: Rafael Arantes/Divulgação Viradouro

“É a melhor safra da nossa gestão. O conjunto é o fator principal para isso. O enredo afro, aguerrido, favorece melodias e sambas mais vibrantes. Para o Carnaval 2023, tivemos uma grande final. Esse ano gira em torno de uma energia. O enredo contribui muito para essa qualidade”, disse.

A Viradouro, que fechará os desfiles do Grupo Especial em 2024, levará para a Avenida o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre a energia do culto ao vodum serpente, desenvolvido pelo carnavalesco Tarcisio Zanon. Calil citou a condução do processo de elaboração dos sambas, principalmente, com a criação de audições fechadas no barracão, como fundamental para a qualidade das obras.

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“Fizemos o primeiro ano com audição no barracão. Foi bem livre. Algumas parcerias trouxeram uma coisa mais técnica, como violão, cavaquinho e percussão e outras com uma corda. Foi mais produtivo. Uma ideia do Alex Fab (diretor de carnaval). Foi um tira-dúvida eficiente. Extremamente produtivo. Participaram Tarcisio, João Gustavo (enredista) e Alex. Os dois pensam na letra, enredo e enquadramento dos setores. Eu e Alex pensamos no todo, como também na forma que o samba vai guiar, se está passando o espírito que vamos depositar no projeto do ano. A gente troca muito. Você tem bons sambas que falamos para refazer. A audição vai seguir para os próximos anos. É uma prévia. O compositor chega preparado”.

Veja abaixo mais tópicos da entrevista com o diretor executivo da Viradouro

Quem escolhe o samba?

“A gente não transfere responsabilidade. Temos um time que vai trocando experiências ao longo da disputa. De forma mais forte, eu, meu pai (Marcelo Calil, presidente de honra) e Alex Fab. No palco fico em todas apresentações com o Alex. Durante o processo, obviamente, a gente escuta todos os profissionais. Não é decisão autoritária. Sobre maneira de reagir aos sambas às vezes há um grande equívoco. As pessoas me olham mais quieto e acham que não estou gostando. As pessoas me olham cantando e pensam que o samba é maravilhoso. Não é necessariamente assim. Isso é até engraçado”.

A quadra muda samba?

“Tem samba que é muito mal gravado e ele é bom. Só a quadra vai mostrar isso. Você ouve bons sambas mal gravados, mas que sabemos que possui potencial porque vi no tira-dúvidas e sei o que pode entregar. Quando começa a disputa na quadra a gente tem uma noção boa das obras. Respeito o processo, a disputa de samba. A apresentação não vale mais do que qualidade de samba. A gente tenta colocar tudo em uma peneira e ir filtrando. Gosto de festa, da confusão, dar regra e o compositor tentar burlar (risos). Entrar um barco na quadra e etc, mas não vai resolver. Temos que ser bem frios e justos. Vejo muito a entrega. A gente conversa muito com as parcerias para elas prezarem a parte musical. Não fico ali pensando que é o samba do fulano. Obviamente, os grandes músicos tendem a fazer grande apresentação. Tem vibração, mas deixa isso mais para baixo. O cantor que canta pulando, deve respirar mal e cantar errado. Vibração é importante, mas uma grande apresentação musicalmente falando importa mais nas decisões”.

Viradouro 2024: escola apresenta enredo denso, forte e de extrema comoção

Muitas parcerias inscritas no concurso de 2024…

“Não cobramos taxa de inscrição dos compositores. Acho isso muito doido. Não acho justo. Não vai mudar a vida da escola. Não é substancial. Vai afastar uma série de pessoas que podem fazer bons sambas. A disputa já custa muito. Na nossa gestão eu não quero e não vou fazer isso nunca. Ficamos com 30% que é para custear a disputa. Isso passou do nosso orçamento porque fazemos uma grande festa na final. A divisão ficou 60% para a parceria campeã e 5% para os outros dois finalistas. Adianto parte do dinheiro para a final e depois desconto”.

Onde jogar Aviator a partir do Brasil

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Aviator: Uma Experiência Imersiva de Juego

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No panorama evolutivo dos jogos online, há certos jogos que captam a imaginação colectiva dos clientes de todo o mundo. Um desses jogos que tem vindo a ganhar destaque nos últimos tempos é o jogo Aviator https://films-on-art-portugal.org/. Com a sua mecânica única, jogabilidade envolvente e abordagem inovadora ao jogo online, conseguiu criar um nicho para si próprio.

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Peculiaridades do Aviator

Simplicidade no design: À primeira vista, apresenta-se com um design simples. O jogo gira em torno de um avião que descola e continua a voar para cima, com o seu multiplicador a aumentar à medida que sobe. O objetivo principal dos jogadores é ganhar dinheiro antes que o avião caia, sendo o desafio determinar o melhor momento para o fazer.

Dinâmica de risco-recompensa envolvente: O que o distingue é o seu equilíbrio dinâmico entre risco e recompensa. Os jogadores podem alcançar multiplicadores mais elevados e, consequentemente, prémios maiores quanto mais tempo permanecerem no Aviator, mas isto vem com a ameaça sempre presente de um acidente de avião, o que resultaria numa perda. A opção não consiste apenas em jogar contra o sistema. Os utilizadores de todo o mundo juntam-se em tempo real, acrescentando uma camada de competição e camaradagem. Testemunhar as estratégias e decisões dos outros utilizadores em tempo real aumenta a atração do jogo.

Transparência e equidade: Outra caraterística de destaque é o seu sistema comprovadamente justo. Os clientes podem verificar a equidade de cada voo, assegurando a transparência e criando confiança na comunidade de jogo.

Jogabilidade adaptável: Quer o jogador seja um grande apostador à procura de grandes prémios ou um jogador casual à procura de entretenimento rápido, o Aviator é adequado para todos. A flexibilidade nos montantes das apostas e a natureza rápida de cada ronda garantem a adaptabilidade a diferentes estilos de jogo.

O aumento da popularidade

  • Fácil acessibilidade: Sendo uma slot online, é facilmente acessível a um público global. A sua compatibilidade entre dispositivos garante que os jogadores podem jogar a qualquer altura e em qualquer lugar.
  • Rápida rotação do jogo: Ao contrário de algumas opções que requerem longas horas de compromisso, uma ronda de variantes é relativamente rápida, tornando-a perfeita para quem procura uma emoção de jogo rápida.
  • Envolvimento da comunidade: Os aspectos comunitários da opção, como salas de conversação e tabelas de classificação competitivas, fomentam um sentimento de pertença. Os utilizadores partilham estratégias, celebram as vitórias e lamentam as derrotas, ampliando o fascínio do jogo.
  • Apoios de influenciadores: Tal como acontece com muitas opções de tendência, a ascensão do Aviator também pode ser atribuída ao apoio de streamers e influenciadores online que mostram a sua jogabilidade, atraindo um público mais vasto.
  • Actualizações: O compromisso dos criadores com actualizações, ajustes e melhorias regulares com base no feedback dos jogadores garante que o jogo se mantém atualizado e alinhado com as expectativas dos utilizadores.

A variante é um exemplo de como a inovação, aliada a um conhecimento profundo da psicologia do cliente, pode conduzir a um fenómeno de jogo. A sua mistura de simplicidade com uma intrincada dinâmica de risco-recompensa garante que os jogadores permanecem envolvidos, desafiados e entretidos. À medida que o mundo dos jogos online continua a sua ascensão e desenvolvimento, opções como o Aviator estabelecem a referência para experiências imersivas, transparentes e orientadas para a comunidade. Com o seu formato multijogador em tempo real, deu origem a inúmeras interacções no jogo. Os fãs unem-se em torno de experiências partilhadas – a emoção de um cash-out oportuno, a angústia partilhada quando o avião se despenha inesperadamente e a alegria de ver um jogador atingir um multiplicador monumental.

A natureza comunitária dos adeptos levou à criação de inúmeros recursos. Desde sites que oferecem estatísticas a tutoriais feitos por fãs para os recém-chegados, existe uma grande quantidade de conhecimento partilhado que ajuda os utilizadores nesta fantástica viagem.

Conheça Carol Padilha, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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A esteticista Ana Carolina de Souza, de 33 anos, é uma das finalistas do concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024. Conhecida pelo nome artístico de Carol Padilha, a beldade é a representante da Unidos de Bangu na disputa, escola em que desfila há 11 anos. Neste período na vermelha e branca, ela já atuou em diferentes funções, indo desde integrante da comissão de frente até o posto de musa. Classificada para a última etapa da competição que formará a Corte da folia carioca do ano que vem, a candidata conversou com o site CARNAVALESCO e respondeu uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso para Rainha do Carnaval irá acontecer no dia 01º de setembro, na Cidade do Samba, e assim como nas outras etapas o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada. Confira abaixo a entrevista completa.

CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Carol Padilha: “É uma realização chegar nessa final. Não esperava, entre tantas candidatas maravilhosas, estar entre as dez finalistas. E vir representando uma escola que está na Série Ouro é um desafio um pouco maior, porque são muitas escolas incríveis, mas que não estão no Grupo Especial e que muitas vezes não têm a visibilidade que merecem. As pessoas precisam conhecer e valorizar mais os profissionais, os artistas, os sambistas que estão nessas escolas”.

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CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Carol Padilha: “A primeira coisa que eu pensei quando eu entrei no concurso foi na fantasia da final, mesmo vivendo uma etapa de cada vez. Mas é segredo, não posso contar. O que posso dizer é que tem muito a ver com a minha personalidade, com toda a verdade que eu venho trazendo na competição. Não faço ideia ainda de quanto eu vou gastar, espero não gastar tanto porque é complicado. A gente sabe que realmente existe um grande gasto em relação ao Carnaval e em todas as etapas, ainda mais para nós mulheres que nos produzimos de várias formas. A beleza para se apresentar no palco, o preparo do corpo, um preparo da oratória, um estudo profundo sobre o que é o Carnaval, sobre o que nós vivenciamos, sobre a origem dessa arte que tanto amamos. Então, é um investimento de todas as formas, a fantasia é mais um deles”.

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CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Carol Padilha: “O que mais me marcou positivamente foi desafiar todos os meus medos, as minhas inseguranças. Confesso que não tem sido fácil, nunca imaginei participar de um concurso e ver aqui tantas meninas excepcionais, foi desafiador. E, o momento mais triste, mais difíceis, acredito que tenha sido os momentos que deixei o medo falar mais alto. Quando bate os sentimentos ruins, negativos, a gente precisa controlar. Os julgamentos que enfrentamos também são complicados, porque é muito fácil as pessoas apontarem o dedo, ainda mais sem saber o que a gente passa para estar naquele palco. Não digo só em relação a mim, mas as colegas do concurso. Então, isso não é legal e precisa acabar, é muito fácil a gente julgar os outros, principalmente através de um celular, de um computador, em uma rede social. A gente não precisa disso, mas sim de união, de acolhimento, de respeito”.

CARNAVALESCO: Como conseguiu conciliar a rotina do concurso com a vida normal?

Carol Padilha: “Foi bastante difícil. Está sendo ainda. Há três meses, mais ou menos, estou vivenciando este concurso. Desde o momento que eu soube que iria representar a minha escola, a Unidos de Bangu, eu comecei imediatamente a me preparar. Então, a gente abre mão de momentos de lazer, de questões financeiras para investir na nossa aparência e até, às vezes, da família. No meu caso, o meu filho, que é tudo para mim, é uma criança ainda e precisa da minha atenção. Confesso que fiquei deficiente em relação a ter essa dedicação maior com ele”.

CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Carol Padilha: “Vou continuar com a preparação que já tenho tido, que são os estudos, a oratória, a comunicação, o condicionamento físico, o corpo e a alimentação. Nada vai mudar. É tudo em busca de conseguir essa vitória e levar para minha escola, Unidos de Bangu, e para o meu bairro. Fico muito feliz de estar com a oportunidade de representar a minha área. Temos mais duas candidatas representando ali a região de Bangu e Padre Miguel, então tenho que fazer bonito também”.

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CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “tiktok”?

Carol Padilha: “Como eu falei, essa mania de julgamento, de você ficar atrás da rede social criticando o outro, precisa acabar. Quem julga, pode ter certeza que as candidatas passam por muitas coisas para estar naquele palco, principalmente por seus próprios empecilhos. Muitas vezes, nós criamos obstáculos que não existem. É um desafio pessoal. Então, volto a dizer que é o momento de falar sobre respeito, de falar sobre acolhimento, empatia, amor ao próximo, isso é fundamental. Quanto aos passos de Tiktok, eu não acompanho, mas eu sei que tem muita galera jovem que adora e não vejo nada demais”.

CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Carol Padilha: “Olha, um dinheiro desses sempre tem um destino, o problema é escolher qual vai ser exatamente. Confesso que eu penso muito na minha vida profissional, eu tenho um filho de nove anos, somos nós dois, então isso pesa muito. Tudo que eu faço na minha vida é sempre pensando nele. Portanto, com certeza, o destino deste prêmio será em algo que seja um investimento para que eu possa dar o que há de melhor para o meu filho”.

Imperatriz Leopoldinense reinaugura quadra e apresenta sambas concorrentes para 2024 no domingo

A Imperatriz Leopoldinense reinaugura sua quadra de ensaios no próximo domingo, a partir das 13h, com feijoada e apresentação dos sambas concorrentes para o Carnaval de 2024. Todos os camarotes e as mesas já foram vendidos e restam apenas entradas de pista. Com expectativa de grande público, a escola dá mais um passo importante rumo ao próximo desfile.

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Fotos: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“Estamos bastante felizes com essa reestruturação que a Imperatriz vive. Ano passado, conseguimos mudar de barracão e praticamente construir um novo. Agora, nossa quadra, que na verdade é a segunda casa dos nossos componentes, também foi reformada. Será um grande domingo”, comemora a presidente da Imperatriz, Cátia Drumond.

Outro ponto alto do evento é o início das eliminatórias de samba-enredo. Das 10 obras inscritas, oito se classificarão para a próxima fase, que será realizada no dia 15 de setembro.

“A safra é muito boa e já sabemos que a Imperatriz terá um grande samba no próximo Carnaval. Agora é perceber como cada uma dessas composições se comporta com o ‘calor’ de uma apresentação ao vivo. Será uma linda e difícil disputa”, opina a presidente.

Em 2024, a Imperatriz Leopoldinense será a sexta e última escola a desfilar no domingo de Carnaval. A agremiação busca o bicampeonato com o enredo “Com a sorte virada pra lua segundo o testamento da cigana Esmeralda”, do carnavalesco Leandro Vieira.

Serviço:
Data: 03.09 (próximo domingo)
Local: Rua Professor Lacé, 235, Ramos – Quadra de Ensaios LPD
Horário: a partir das 13h
Ingressos: https://acesse.one/t58sO

Conheça João Vitor, finalista do concurso de Rei Momo

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Concorrendo pela primeira vez e caçula na competição, o jovem João Vitor Tavares Frazão Araujo, 18 anos, professor de dança e estudante, é um dos cinco finalistas do concurso que vai coroar o Rei Momo do carnaval de 2024. Representando a Rosa de Ouro na disputa, começou no mundo do samba aos sete anos de idade, quando desfilou na ala das crianças. Atualmente, ele é muso da agremiação de Oswaldo Cruz. Após passar para a última etapa do concurso, o candidato à corte do carnaval carioca conversou com o site CARNAVALESCO e respondeu uma série de perguntas.

A grande final do concurso que vai definir o próximo Rei Momo acontece no dia 1º de setembro, a partir das 20 horas, na Cidade do Samba com entrada gratuita. A majestade do carnaval de 2024 vai receber um prêmio de R$ 45 mil. O segundo colocado será eleito vice-Rei Momo e receberá uma quantia de R$ 8 mil.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

CARNAVALESCO: Para você, o que representa chegar na final do concurso?

João Vitor: “Representa toda uma dignidade de um passista que luta em busca de seu sonho em busca de defender a sua bandeira, que é o samba, o riscado e a malandragem do passista. Foi o que eu vim representando nessa semifinal e foi isso que me levou à final desse concurso. Para mim, representa toda a luta e força de vontade de chegar até aqui. Chegar tão novo no concurso do Rei Momo do carnaval é mostrar para todos os meninos que sonham que nós podemos sim, conseguimos sim. Ser um espelho para eles, porque hoje sou eu, mas amanhã pode ser outro menino, daqui pra frente podem ser outros meninos. Isso é o legado que eu quero deixar: mostrar para eles que independente de idade, se a gente tem postura e dignidade de conseguir chegar aonde quer, a gente vai à luta. É essa mensagem que eu quero deixar pras pessoas. Não importa a idade. Importa a postura, a dignidade, a compreensão e a consciência. Tudo isso importa bastante”.

CARNAVALESCO: Coroado como Rei Momo, o que você planeja levar para o Carnaval?

João Vitor: “Eu tenho um projeto que atualmente está parado. É o projeto ‘Fazendo o bem sem olhar a quem’ onde eu ajudo moradores de rua. Eu comecei nesse projeto com treze anos de idade e uma das coisas que eu vou investir será neste projeto. Arcar com todos os custos do concurso também. Está sempre representando a corte da melhor maneira, sempre bem arrumado, compostura de um rei. Essas são as minhas metas se eu ganhar o concurso de Rei Momo do carnaval de 2024”.

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CARNAVALESCO: Como você vai se preparar para a final?

João Vitor: “Estou me preparando bastante, preparando a minha oratória também. Estou trabalhando com dois professores incríveis, e com bastante treino com a minha mestra Nilce Fran e meu mestre Emanuel Lima. A minha preparação vai ser durante toda semana e incansavelmente, porque eu quero trazer essa coroa pra Oswaldo Cruz – que é onde eu nasci e a gente precisa dessa coroa lá, dessa representatividade”.

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CARNAVALESCO: Caso ganhe, o que você vai fazer com o prêmio de R$ 45 mil?

João Vitor: “Uma das coisas que eu vou investir é no meu projeto, além de ajudar a minha escola, porque querendo ou não é uma escola que precisa de ajuda. A gente era da Série Prata da Intendente Magalhães mas, descemos para a Série Bronze. É uma escola com história, com dignidade, que vai à luta e tem uma presidente guerreira – que luta pra colocar um Carnaval na rua. Poder ajudar a minha escola a voltar ao lugar que ela nunca deveria ter saído vai ser muito importante”.

‘O tambor me chamou!’ Com grande torcida e aprovação da comunidade, samba-enredo da Mocidade Alegre para 2024 é definido

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Por Gustavo Lima e Fábio Martins

A Mocidade Alegre definiu no último domingo o samba-enredo para o Carnaval 2024. A escola, que recebeu a final com quatro obras, escolheu o samba 10 como campeão. Com a quadra lotada, todas as torcidas fizeram muita festa e mostraram forte canto nas apresentações, mas o vencedor, que subiu no palco por último, deu um show à parte. A impressão é que a comunidade inteira da ‘Morada’ abraçou a obra e carregou até a vitória. A presidente Solange Cruz anunciou o samba fazendo alguns agradecimentos e, logo após, cantou o primeiro verso do refrão para o intérprete Igor Sorriso dar continuidade junto com a sua ala musical. É uma samba-enredo com característica melódica jogada no alto. Refrões e versos explosivos que não tem como deixar ninguém parado, principalmente o principal, tendo rimas fáceis que, com certeza, causam a facilidade no canto. Fazem parte da parceria os seguintes compositores: Biro Biro, Turko, Gui Cruz, Rafa do Cavaco, Minuetto, João Osasco, Imperial, Maradona, Portuga, Fabio Souza, Daniel Katar e Vitor Gabriel.

Felicidade com o resultado

A presidente Solange Cruz mostrou total contentamento com a escolha feita pela agremiação. “Eu estou muito feliz. Foi o que a escola queria. A gente tem um trabalho muito árduo e é muito ruim fazer duas eliminatórias. Somos acostumados a fazer mais e sou amante disso, mas é uma coisa que não dá mais para fazer tanto. O processo de escolha é totalmente diferente, tem que prestar atenção não só na torcida. Nós temos de ver o que o samba está dizendo ou não. A gente tem uma votação interna quinta-feira aqui onde a ala musical canta os sambas e tem a votação”, explicou.

Solange frisou que sempre que a Mocidade define os seus sambas, há mudanças para se adequar ao que a escola quer. E desta vez não será diferente. A partir desta segunda-feira, a agremiação já irá trabalhar em cima dessas alterações. “Toda vez que ganha um samba a gente faz ajustes. Quando entram os sambas para a final, o departamento cultural já começa a analisar. É natural. Hoje mudou o critério de julgamento, a gente tem que acompanhar. Tem aquela coisa de rima rica, rima pobre, enfim, tem várias coisinhas que a gente tem que se atentar”, comentou.

Não era novidade para ninguém que a parceria vencedora tinha grande favoritismo. Perguntada sobre a questão de definição, a mandatária explicou que isso foi deixado de lado e tudo foi escolhido exatamente no dia da final. “Na realidade eu não faço esse tipo de situação. A escola tem que participar. Não tem essa de ‘a presidente decidiu e está decidido’. Eu dependo deles para entrar na avenida. Nunca foi assim e nem será. Nós somos uma escola de samba e eu só sou porta-voz dela. A comunidade tem peso grande nessa escolha, inclusive na votação”, completou.

Uma nova vitória

O compositor Imperial, que é ‘multicampeão’ na Mocidade Alegre, contou a sensação de vencer mais um samba na agremiação. Para ele, o sentimento de vencer na escola do coração é diferente. “Eu falo que ganhar na escola do coração é como se fosse o primeiro. Esse foi o meu oitavo na história. Mas parece o primeiro. Parece que eu voltei lá em 2002 para a disputa do Carnaval de 2003. É tudo muito intenso. Eu falo que aqui é onde eu me tornei compositor, aprendi a fazer versos, criar melodia. Foi tudo nesse chão. Então quando a gente ganha é como se encontrasse com aquela criança e adolescente que fui algum dia”, contou.

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O escritor falou que a parceria é de longa data e tudo é muito ‘brigado’, pois existem muitos torcedores da Mocidade Alegre dentro dela. Isso faz com que tenha algumas discussões. “Na verdade, nós fizemos cerca de seis encontros para esse samba. Foi tudo muito tranquilo. É claro que acaba sendo bem brigado, porque têm muitos torcedores da Mocidade, assim como eu. Metade deles são da escola. Todo mundo quer linha a linha a melhor letra e melodia e isso acaba tendo algumas discussões, mas sempre voltado para o melhor. Acho que a gente acertou”, afirmou.

Sobre o favoritismo nas eliminatórias, Imperial pregou cautela e enalteceu a sua própria parceria, e também disse que foram muito felizes na elaboração da melodia do samba. “Eu acho que deve ser muito ao enredo. É muito elaborado. Pede muito detalhismo e eu creio que conseguimos encontrar um caminho muito bom. Principalmente, uma coisa que a gente explorou e foi debate nosso, foi o fato de que, quando entrasse nas partes das regiões do Brasil, trazer esse regionalismo para a melodia. Tentamos trazer isso na parte do jangadeiro e quando fala do Nordeste e Amazônia no ‘baque virado’ e congada. Fomos muito felizes. Conseguimos traduzir em melodia aquilo que a letra tinha de cada região”, completou.

Trio do triunfo

Os compositores Gui Cruz e os famosos renomados gêmeos Rodolfo e Rodrigo Minuetto, conversaram juntos com o CARNAVALESCO. Diferente de Imperial, que falou da parte técnica do samba, o trio quis optar pelo emocional e o sentimento da vitória. “Uma disputa muito difícil, Mocidade Alegre tem uma das maiores disputas de samba-enredo do carnaval de São Paulo e do Brasil. A gente se envolve muito, emocionalmente, de trabalho, é muita gente envolvida, conseguimos graças a Deus construir uma grande família que trabalha em prol da Mocidade Alegre. Pois estamos muitos anos de samba, muitos anos juntos, fizemos uma conta hoje, na parceria, os únicos sambas dos últimos anos, que não tinham compositores, se não me engano era 2007. Então de 2003 para cá, a nossa parceria tem representantes no samba campeão da Mocidade Alegre. Para a gente só por isso, já tem um teor a mais de emoção, pois realmente nos envolvemos, choramos, brigamos, amamos, fazemos tudo que dá para fazer. Pois a Mocidade Alegre é a emoção da nossa vida, sem dúvida nenhuma”, disse Gui.

MocidadeAlegre et CompositoresGuiCruzMinuetto

Emocionado e agradecido, Rodrigo completa: “Meu Deus do céu, essa rapaziada maravilhosa, eu e meu irmão (Rodolfo Minuetto) estamos de volta para a parceria. No ano passado não estivemos juntos. Voltamos, e estou muito feliz. Estamos juntos, felicidade, ganhamos mais um samba na Mocidade, é a mesma emoção desde o primeiro ano que pisamos no palco da Mocidade em 2012. Muito feliz, não tenho nem palavras para agradecer”, declarou.

Para finalizar, o irmão Rodolfo disse que a importância da quadra se faz necessária sempre em uma eliminatória de escola de samba. “Não tenho nem mais e nem menos para colocar o que a galera falou. O trabalho não só da construção do samba, como da gravação. Acho que o mais importante que as escolas de samba precisam resgatar, está se perdendo, claro que não sabemos os formatos. A disputa do samba-enredo é cara, mas a quadra é importante para a disputa. Aqui mostra a diferença. Às vezes no CD é uma coisa, mas na quadra você sente a energia de verdade do samba, tocando com a bateria, com a quantidade de galera e você sente de verdade o que vai ser na avenida. E é isso que deixo o recado, que as escolas de samba voltem a fazer a disputa de samba de uma forma diferente, não sei como ainda, mas que faça na quadra e o povo sente a energia”, acrescentou.

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Reforço para o desfile

Para o carnavalesco Jorge Silveira, a obra escolhida foi analisada positivamente desde a primeira audição e, segundo o próprio, ajuda bastante a entender o tema da agremiação. “É um momento especial, porque é a oportunidade de escolher o hino que vai nos conduzir. Desde a primeira oportunidade a gente sentia que podia crescer na quadra e de fato foi o que aconteceu. Ele nos ajuda muito a traduzir o enredo. Ele vem carregado de celebração e de responsabilidade, porque a gente entra no Carnaval competindo com 14 escolas, que são as 13, além da própria Mocidade Alegre”, disse.

jorge silveira morada

Mário de Andrade é uma figura ligada a cidade de São Paulo e a ideia de Jorge é colocar o escritor viajando pelo Brasil. Segundo o artista, o samba representa muito bem o que a figura principal do enredo quer. “Ele me ajuda muito a partir de agora a mostrar para o público qual Brasil é esse de Mário de Andrade que a gente vai apresentar. Vamos falar basicamente da experiência dele passeando pelo território nacional e como ele coletou as vivências naturais do nosso país”, afirmou.

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O profissional também deu a sua opinião sobre o processo de escolha. Contou da democracia que a escola tem e a unanimidade entre os votos. “Sobre o peso do carnavalesco, a Mocidade Alegre é muito democrática. Quem decide o samba é a direção de carnaval, carnavalesco, carro de som, mestre de bateria. Todo mundo se reúne e chega a um consenso para ver o que é melhor. Esse ano foi até fácil. Uma votação unânime. E agora é trabalhar”, finalizou.

Características e mudanças

O diretor de carnaval, Júnior Dentista, falou sobre as características do samba, como ele é para cima e a estratégia de escolher pela posição do desfile. “É um samba para cima. A Mocidade é campeã, nos colocamos no topo. Isso é difícil e para se manter é pior ainda. A gente vem com um samba mais cadenciado nos últimos anos. Nós somos a terceira escola a desfilar no sábado e queria mais explosão, pegada e esse samba tem um refrão de meio muito bom, uma segunda parte inteligentíssima, a primeira é uma poesia, a comunidade gostou e vamos trabalhar para ser bicampeão”, declarou.

MocidadeAlegre et DiretorJuniorDentista

Júnior confirmou a posição dada pela presidente e disse que vão mudar algumas palavras para ajustar, visto que o julgamento é bastante rigoroso. “Amanhã nós já temos reunião para corrigir palavras de erro, conjugação. Hoje o critério de julgamento é muito criterioso. Essa semana inteira nós vamos fazer ajustes necessários para ir ao estúdio gravar na semana que vem”, completou.

Início dos ensaios

O diretor de bateria da ‘Ritmo Puro’, mestre Sombra, opinou sobre o samba e também falou da importância dos ajustes que irão ocorrer. “Escolhemos uma ótima obra mais uma vez. Agora vamos para os ajustes necessários que a gente sempre faz e vamos trabalhar. É um samba bom, valente e vamos encaixar o que podemos da bateria para honrar uma escola que acabou de ser a campeã. Não parece, mas o tempo é curto. Teremos ensaios de bateria às quartas e domingo é o geral com a comunidade e time de canto”, contou.

MocidadeAlegre et MestreSombra 2

Samba com a cara da escola

Igor Sorriso, intérprete oficial da agremiação, disse que é um samba com a cara da Mocidade Alegre e pode fazer a escola levar outro caneco para casa. “A Mocidade Alegre é uma escola de samba que gosta de disputa, de concurso de samba-enredo, e ficamos felizes de ver a quadra cheia e o povo feliz. Foi uma escolha satisfatória, um samba com DNA da Mocidade Alegre, que tem a sua alegria, a sua emoção. É um samba que pode conduzir bem nosso caminho para o bicampeonato”, afirmou.

MocidadeAlegre et InterpreteIgorSorriso

O cantor falou da importância que é ensaiar, encaixar com a bateria e carro de som. Segundo a voz oficial, o trabalho começa nesta segunda. “Foi o primeiro contato cantando ele como hino oficial, claro que faremos alguns ajustes, sempre é válido a gente buscar fazer a obra se encaixar com bateria, time de canto, então vamos trabalhar isso sim. Vamos dormir hoje, fugir do frio, e amanhã já retoma esse trabalho aí, rumo ao carnaval”, completou.