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Conheça a sinopse de ‘Jovelina, a Pérola Negra do Samba’, enredo da Lins Imperial para o Carnaval 2024

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Deixa com a gente, pode deixar! Vamos segurar esse pagode e não vamos deixar cair!

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No quintal da nossa quadra, juntamos mesas floridas e cadeiras coloridas. As cervejas já estão estalando, estupidamente geladas. Os petiscos, do sacanagem à batata calabresa, as delícias que você gosta, quase prontos. A feijoada, com aquele tempero certo, já está no fogo. E tudo isso aos cuidados das nossas queridas tias quituteiras!

Chega junto e se ajeite, porque hoje vamos fazer uma verdadeira farra para te celebrar, do jeito que você sempre quis. Para isso, já testamos o som, afinamos as cordas e separamos a caixa de fósforo, a garrafa de vidro, o garfo e o prato para serem feitos de tamborim. Ai da gente se não houvesse a magia do firma na palma da mão, dos desafios versados, do verbo afiado e do instrumento improvisado.

Veja, nêga! O dia não se zangou! Nesse cenário caseiro, a luz que incide sobre o espaço é a da Lua prateada, por quem tanto esperamos. Hoje, ela abrilhanta a roda que formamos para esse ritual.

Preta menina, vem pra cá, pois nessa noite você não é a doméstica ou a lavadeira do lar, nem a vendedora de linguiças. Hoje, você será por todas elas em uma só voz.

Solta esse sorriso que tanto nos faz feliz, pois é noite de canto, de dança e de saudação. Coloca teu vestido mais bonito, aquele brilhoso e reluzente. Ah, e não se esqueça dos brincos, do medalhão e do colar!

Suas amigas baianas imperianas, antes mesmo do samba começar, foram as primeiras a chegar. Todas muito garbosas, vestidas no rendão branco, enfeitadas com os balangandãs de ouro. Rodando, elas vêm suave, batendo as folhas pelos quatro cantos e trazendo o asé para o terreiro do nosso pagode. Elas benzem a nossa quadra, saudando sua Mãe Oxum, que, da cachoeira, te banha com sua água sagrada, que pode ser de beber, mas também de rezar. E assim elas cantam:

Okolofé, mamãe! kolofé-lorun!
Ayê yê eô! Ayê yê eô, Mamãe Oxum!

Depois, a seu pedido, elas acendem as velas do santuário da nossa quadra, aquele lá no alto, logo na entrada. Também colocam balas, cocadas e guaraná para Cosme, Damião e Doum. Bejirooó, oni Ibeijada! Salve os erês, a criançada, para os quais doces e brinquedos você sempre fez questão de dar! Em seguida, elas preparam o manto do teu Pai Xangô, no qual você se curva. Kabecilê Kaô!

Preta, tô ligado que seu santo sempre foi forte! E é por isso que você ainda manda colocar por todo canto do nosso pagode a espada de São Jorge, a mesma espada que você tem atrás da porta, ferradura da sorte, bem como o bom galho de arruda e a eterna proteção dos seus orixás. Bendita seja a sua força e a sua fé, mulher!

Depois das rezas, oferendas e axés, o pagode já pode começar!

***

A nossa quadra está de portas abertas! Para animar a galera que vem chegando, é um tal de chora cavaco, toca a viola, brinca o pandeiro, tudo só para avisar que a festa vai começar e vai ficar legal.

A verdade é que, embora tenha quem prefira o partido alto, outros o samba de terreiro, todos amam o verdadeiro samba da Raça Brasileira, aquele que sai do fundo do peito e arruma na voz um jeito de se apresentar.

Aos poucos, a roda vai crescendo, ganhando corpo. E pode ficar tranquila, que você não será pega desprevenida! Dessa vez, não vai ter ninguém barrado na portaria! O seu time completo, os mais chegados, todos vão pagodear.

Assim, chega gente de tudo quanto é lugar: os vizinhos mais próximos lá do Morro da Galinha Dois, onde você se viu crescer e sonhou que um dia iria chegar lá — e, olha só, chegou! Os amigos do Botequim do Império e o pessoal do Cacique de Ramos também vieram balançar o coreto, para fazer dessa noite como aquelas em que, à sombra da tamarineira, você versava com Arlindo, Zeca, Guineto e outros bambas.

Até a companheira Clementina já está sentadinha no seu lugar, e o malandro Bezerra disse que quer te desafiar, porque, mulher que versa como você, está difícil aparecer na gira.

Também chegam partideiros de todos os cantos da cidade, improvisando no desafio, como o Guará, seu poeta do morro, que fez a cuíca chorar — mas de alegria, é claro.

E o povo surge com todo tipo de desejo: Quem quer encontrar um amor? E quem quer esquecer um dissabor? E se só quiser renovar as amizades?

Então, se apruma, moça, pois todos estão esperando o seu improviso com aquelas palavras que só você sabe tirar. Vem abrir os trabalhos e cantar, pois é aqui, neste samba versado, meio embolado, que a tristeza adormece e todos tomam um banho de felicidade.

Vem, chega miudinho! Vamos juntos relembrar seus cantos: desde a sua tardia gravação até o seu último grito de mulher periférica, representante das vozes oprimidas, dos batuques versados. Hoje, não vai ter pedra no seu caminho e muito menos espinho, pois essa noite é sua, sangue bom que só revelou a realidade social nua, crua, feridas abertas dos subúrbios às baixadas, entranhas expostas de um povo que tem fome e só quer ser feliz, nem que seja por uma noite. É… é você que, nos pagodes da cidade, em noites vadias de encanto, embrasava corpos, remendava corações partidos e lembrava a todos que negro é raiz.

***

Ô, nega, você apareceu! Sua cor reluzente já até ganhou apelido: é Pérola, cuja voz rouca e potente provoca aquele arrepio. E à medida que você mostra quem é a dona do pedaço, a palma da mão ganha o compasso do teu famoso é é é… Nessa hora, os personagens que você tanto cantou surgem para te render homenagem.

Das espreitas do pagode, chega o bondão do famoso 33, para sublimar nossa gandaia em poesia, com a brejeira menina de laço de fita batucando na marmita, vendedores, cartomantes e repentistas.

Do outro lado da roda, lá nas bandas do bar, no canto do terreiro, se manifesta, após matar três garrafas bebendo no bico, a moça que adora armar um fuxico. Ela pagou foi é mico — e como vacilou. Ela cambaleou, quase caiu, mas se levantou. E como diz o ditado que se lê na plaqueta e muito se ouve à mesa, você, vendo a cena, logo mandou: Se você bebe para esquecer… por favor, pague antes de beber! O povo respondeu com a palma da mão: Bebeu caiu, levantou, pagou e saiu. Ainda puxou um coro pra ela: Ah menina, você bebeu demais! Menina, como você bebeu! E acredita que nela ainda deram um banho com água de poço — saiu como nova —, e ninguém mais a viu? Pois é, a verdade é que todo bêbado sabe o seu rumo!

No meio da roda, grita a cabrocha, que provoca o malandro, perguntando se é isso que ela merece. Ela afirma que um dia, ele, o otário, trata ela direito, e, no outro, ele amanhece pelo avesso. Mal sabe o malandro que, se ele bobear, é ele que pode chorar. Nós avisamos ou você avisa em uma das suas canções?

O canto varando noite adentro, o banjo sorrindo dedilhado e as palmas das mãos trazendo a harmonia para essa festança. E o tantan, o ganzá e o tamborim, nivelando a vida em alto astral, dão o tom: a ordem é cantar samba aqui, samba ali, samba lá, cantar o samba da partideira que esquenta o corpo com o seu improviso certeiro. É, mulher, você fez esse partido alto esquentar!

No meio da noite, pra rapaziada você falou que estava com um desejo maluco de comer chuchu com camarão. Mas logo gritaram, mandando a real: “Preta, desce do palco, o camarão tá caro pra chuchu!” E você fez que nem o seu encrenca: ficou na vontade e se contentou com aquilo de sempre, mais cana e limão.

Aí, você pegou a sua toalhinha de rosto, limpou o seu suor e soltou a famosa frase: “Hey meu povo, vão todos tomar no…!” Um lá laialá, laiá, laiá, acompanhou a sua frase, e as vozes ecoam alto o teu refrão.

E seus convidados não param de chegar, provando que você é bamba mesmo!

Aquele todo enfeitado não é o Boogie-Woogie? O danado fez questão de vestir sua roupa mais colorida.

Do nada, brotou, com seu carango joinha e muita grana, uma outra amiga, que sempre sonhou em morar na Vieira Souto, ou em Copacabana: a gostosa, a gata, a musa garota Zona Sul! Com o seu sonho juvenil, veio sambar e se divertir nessa coisa nossa.

Estava tudo certo, estava tudo bom, e você, que sempre ganhou na rima, arruma os cabelos pretos e só observa os partideiros da vez. E tem malandro na fila esperando, só para mandar o seu recado. Até que aparece um sujeito metido a compositor, que, além de pegar a viola sem permissão, ainda quebrou a garrafa com o ferrinho do agogô, arrumando a maior confusão. Foi o verdadeiro pomba-rolou! Bem que você avisou, todo o pagode tem um igual: é só abrir o boca de ferro!

Rainha do partido alto, e malandra que sempre foi, você já sabe que a casa tá ficando cada vez mais cheia, com toda cara que o pagode vai tumultuar. E entre uma rima e outra, o sarau é interrompido por uma grande confusão! A Dona Cebola ficou invocada e deu uma tapa no Seu Pimentão! Então você, gritando no microfone, pediu ao povo ordem: “Vou chamar o seu delegado que é o jiló de amargar! Acho bom isso acabar, acho bom isso acabar!”. Depois da bagunça, que mais parecia a Feirinha da Pavuna, a mesma que você letrou, o pagode voltou a tocar. E o que sobrou de mim e para mim? Só o bagaço da laranja!

De supetão, você pediu silêncio a todos. Sua voz grave, embargada, anuncia que esse é o nosso samba que resiste a todo preconceito. Com os olhos marejados, é o momento de lembrar de Catatau, que pediu clemência, mas não teve perdão do soldado, que, muito desorientado, não pôde evitar o mal. Tudo aconteceu lá no Morro do Vidigal, entre becos e vielas, e você denunciou cantando esse protesto. É, ninguém se ligou no fato de que os animais irracionais conseguem conviver, mas os humanos, não. Mas que situação, hein? E você já tinha avisado!

O refestelo está muito gostoso! Com aquele seu jeitinho, você abre a roda do pagode e faz questão de apresentar a sua grande amiga — e até diz que ela parece muito contigo — a Maria da Silva Tristeza, que só tinha alegria nos três dias de folia.

E a nêga Maria, ao som da batucada, logo que chegou, um sorriso dos lábios brotou: Maria cantava, Maria chorava, Maria sorria! E trocou, uma vez mais, a sua tristeza por uns momentos de alegria, exatamente como você fez durante toda a sua vida, sem deixar de criar os seus filhos e sem deixar o pagode cair.

***

Batendo cada vez mais forte na palma da mão, a roda gira em torno das mesas e começamos então a ver uma luz do repente, de uma estrela cadente que passou por aqui. E todos em uma só voz cantam bem alto e evocam: Deixa comigo, deixa comigo, deixa que eu seguro o pagode e não deixo cair! Sem vacilar, e sem me exibir, só vim mostrar o que aprendi.

É por tudo isso que nós, da Sociedade Recreativa Escola de Samba Lins Imperial, nesta noite de carnaval, fazemos essa festa e cantamos nosso samba de enredo para você, a diva que sempre seguiu a lei do pagode: versou, porque podia, e somou sem subtrair. Você, que não é diamante, nem esmeralda. Também não é turmalina, nem mesmo rubi. Você, que por onde passa, até hoje deixa saudades: seu nome é Pérola Negra e estará sempre por aqui…

Salve Jovelina Pérola Negra!

Texto e revisão: Edu Gonçalves, Igor Damásio, Mateus Pranto e Raphael Homem.

Músicas citadas no texto: “Luz do Repente”, “Feirinha da Pavuna”, “Bagaço da Laranja”, “Sorriso Aberto”, “Filosofia de Bar”, “O Dia se Zangou”, “Pomba Rolou”, “Elos da Raça”, “Boogie-Woogie da Favela”, “Sonho Juvenil – Garota Zona Sul”, “Catatau”, “Menina, Você Bebeu”, “É Isso Que Eu Mereço”, “Malandro Também Chora”, “Banho de Felicidade”, “Sorriso de Banjo”, “Camarão com Chuchu”, “33, Destino Dom Pedro II”, “Água de Poço”, “Poeta do Morro – Guará”, “Maria Tristeza”, “Água de Cachoeira”, “No Mesmo Manto”, “Santo Forte”, ”Liberdade Plena”, “Precipício”.

Referências

BRUNO, Leonardo. Canto de rainhas: O poder das mulheres que escreveram a história do samba. Editora Agir, 2021.

DAVIS, Angela. As mulheres negras na construção de uma nova utopia. Disponível em: <www.geledes.org.br/as-mulheres-negras-na-construcao-de-uma-nova-utopia-angela-davis/>. Acesso em: 24 abr. 2023.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo, Boitempo, 2016.

MOURA, R. M. No princípio era a roda. Um estudo sobre samba, partido-alto e outros pagodes. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.

PARTIDEIROS. Direção: Carlos Tourinho e Clóvis Scarpino. Rio de Janeiro: TVC Produções Cinematográficas, 1978. 13 min., color., 35 mm.

PARTIDO alto. Direção: Leon Hirszman. Rio de Janeiro: Embrafilme, 1982. DVD Leon Hirszman 04 (22 min.), Videofilmes, color., 16mm.

WERNECK, Jurema. O samba segundo as Ialodês: Mulheres negras e cultura midiática. Tese de doutorado apresentada ao programa de pós-graduação em Comunicação da UFRJ. Rio de Janeiro, 2007.

Chegou a hora! Qual é o melhor enredo do Grupo Especial do Rio para o Carnaval 2024

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A votação começou! A partir de agora você pode votar e escolher o melhor enredo do Grupo Especial para o Carnaval 2024. A votação vai até o dia 18 de agosto.

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Foto: Divulgação/Riotur

Leia abaixo as sinopses

Imperatriz
Viradouro
Vila Isabel (ainda não foi divulgada – Escola está reeditando)
Beija-Flor
Mangueira
Grande Rio
Salgueiro
Tuiuti
Tijuca
Portela
Mocidade
Porto da Pedra

Lançamento do samba-enredo da Acadêmicos do Tatuapé terá 12h de samba e diversas atrações

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Os preparativos para o Carnaval 2024 estão a todo vapor e chegou a hora do público conhecer o samba enredo da Acadêmicos do Tatuapé. O anúncio acontecerá no sábado, dia 5 de agosto, a partir das 19h, na Fábrica do Samba e contará com grandes atrações do samba e pagode. Os ingressos de pista custam a partir de R$65,00 (pista – lote promocional) e há a opção para camarote coletivo – (azul ou branco) que custam R$80,00 além de outras opções na plataforma. Para curtir a festa no Camarote Avenida, o folião terá que desembolsar a quantia de R$250,00 e terá direito a Open bar e Open Food incluso.

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Foto: Fábio Martins/CARNAVALESCO

A agremiação que ficou na quarta colocação durante o último desfile, levará para o Sambódromo do Anhembi em 2024, uma homenagem ao município baiano de Mata de São João, através do enredo: “Mata de São João – Uma jóia da Bahia símbolo de preservação! Entre cantos e tambores. Viva a Mata de São João!”, e leva a assinatura do carnavalesco Wagner Santos.

O evento contará com a apresentação de grandes atrações, como a madrinha da escola: Leci Brandão, além dos sambistas Toninho Gerais, Grupo Na Hora H, Segunda Sem Lei e Vou Pro Sereno. Haverá, ainda, alem da apresentação da Acadêmicos do Tatuapé, as Escolas co-irmãs convidadas: Dragões da Real e
Mocidade Alegre.

Serviço:
LANÇAMENTO DO SAMBA ENREDO ACADÊMICOS DO TATUAPÉ 2024 – SP (12 horas de samba)
Quando? 5 de agosto de 2023 (Sábado)
Abertura das Portas: 19h
Onde? Fábrica do Samba
Av. Dr. Abraão Ribeiro, 505 – Bom Retiro, São Paulo – SP
Quanto? Ingressos a partir de R$ 65,00 (pista) e R$ 80,00 (camarote azul ou branco). Há outras opções na plataforma.
Camarote Avenida: R$ 250,00 (Open bar e Open Food)
Ingressos disponíveis na Plataforma: Bilheteria Digital ou através dos links disponíveis nas redes sociais: @academicosdotatuape ou @camaroteavenida

Concurso Rainha do Carnaval 2024: conheça mais sete candidatas

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Por Augusto Werneck, Raphael Lacerda e fotos de Nelson Malfacini

Luciana Conceição (@lucianaconceiçaooficial) – Caprichosos de Pilares 

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O que representa ser sambista? “Representa meu meio de vida e a cura das minhas tristezas”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Alegria, espírito carnavalesco e ser uma sambista de verdade”.

Thay Oliveira (@missthayoliveira) – Paraíso do Tuiuti

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O que representa ser sambista? “Ter alegria, felicidade e curtir o momento”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Simpatia, samba no pé e elegância”.

Rhuanda Monteiro (@rh_monteiro) – Sereno de Campo Grande

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O que representa ser sambista? “Trazer para dentro do carnaval e fora dele toda vivência que integramos e a verdade que o samba te proporciona. Eu pude viver isso na corte passada e espero estar vivendo na próxima”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Acima de tudo precisa entender que tem que governar e reinar para todos. Seja na Sapucaí, Intendente, blocos ou no carnaval de rua. Acima de tudo ter a simplicidade e a humildade de entender que ela está ali por todos”.

Beatriz Nathalícia (Beatriz Ferreira – @naathaly2) – Império da Uva

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O que representa ser sambista? “Poder me libertar e ser quem realmente sou. Ser o mais feliz possível”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Muita simpatia, responsabilidade, empatia e ser atenciosa”.

Larissa da Costa (Larissa Pinheiro – @laripinheiroc) – Unidos da Ponte

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O que representa ser sambista? “Ser sambista é alegria, levar o nome da escola com o coração. É o que nos motiva e deixa a tristeza ir embora. É estar sempre presente”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Principalmente simpatia; alegria, saber lidar bem com o público, saber levar o nome da comunidade e ser dela”.

Tatiana Cristina (Mattos – @Thaaaty_cristina1) – Unidos do Bandeirante

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O que representa ser sambista? “É a minha paixão desde pequena e me ajudou muito. Estar aqui é uma grande conquista”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Carícia, samba no pé, espontaneidade, sorriso no rosto, educação – porque sem ela não chegamos a lugar nenhum – e, principalmente, amor ao samba”.

Dandara Bispo (@dandarabbs) – Unidos da Vila Santa Tereza

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O que representa ser sambista? “Sou sambista desde pequena. Faz parte da minha vida. É a engrenagem que me move e não consigo viver sem”.

Quais os atributos que uma rainha do carnaval precisa ter? “Simpatia, samba no pé e trazer alegria, que é sinônimo do nosso carnaval”,

Tarcisio Zanon usa arte cinética nas fantasias da Viradouro para o Carnaval 2024

Em um evento restrito a convidados e lideranças dos segmentos da escola, a Unidos do Viradouro apresentou no barracão, na Cidade do Samba, os protótipos das fantasias para o Carnaval 2024. A apresentação do evento ficou por conta de Marcio Moura, diretor coreográfico da Viradouro, e da atriz Laiza Bastos. Foram mostradas as fantasias das 22 alas que serão divididas nos cinco setores do desfile que vai contar o enredo “Arroboboi, Dangbé”.

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Foto: Rafael Arantes/Divulgação

A confecção dos protótipos foi feita pelos profissionais do ateliê da escola, coordenados por Alessandra Reis. Além dos figurinos que serão reproduzidos para ilustrarem o desfile do ano que vem, foram criados outros cinco exclusivamente para a festa, que foram vestidos por pessoas bem conhecidas e queridas pela comunidade. Tia Clea, responsável pela ala das baianas, representou a Sacerdotisa Ancestral. As musas Carolina Macharette e Bellinha Delfim encarnaram, respectivamente, a Guerreira Minô e Gu Rainha. A Senhora da Irmandade foi representada pela porta-bandeira Rute Alves, enquanto o jovem ritmista Caio deu vida a um Ogã.

O carnavalesco Tarcisio Zanon resolveu utilizar em algumas fantasias do próximo desfile uma bem-sucedida experiência que adotou em algumas alegorias do último carnaval.

“A mesma arte cinética que usei em algumas alegorias se integra, agora, a algumas fantasias. Minha preocupação também foi aliar plasticidade e leveza. Posso garantir que, de todas as fantasias que criei em anos anteriores, foram os protótipos que mais se transformaram quando saíram dos manequins pra vestir quem se apresentou com eles na festa”, observa o artista, que assina o quarto trabalho consecutivo na escola de Niterói.

A Viradouro será a última a desfilar na Marquês de Sapucaí, no segundo dia de espetáculo do Grupo Especial.

Artigo: ‘Está faltando carreteiro em baterias?’

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Sabe aquele ritmo irresistível, quase afrodisíaco, feito pelos tamborins e acompanhado de forma luxuosa pelo tilintar agudo dos chocalhos? O nome dele é carreteiro. Seu poder de encantamento musical é simplesmente incalculável, principalmente para quem nunca pisou em uma escola de samba.

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Foto: Alexandre Macieira/Riotur

O modo de tocar o carreteiro de forma contínua no tamborim pode variar entre duas formas: 3 x 1 (três por um) ou 2 x 1 (dois por um), graças à flexibilidade das baquetas. Historicamente, por exemplo, as alas de tamborim da Estácio de Sá, Viradouro, Tijuca e Mocidade sempre apresentaram ritmistas de tamborim com execução diferenciada do carreteiro 2 x 1. Cabe ressaltar, que essa forma de tocar tamborim é genuinamente carioca, sendo inclusive repelida culturalmente e vítima de certa desconfiança musical em outras cidades com universo rítmico de baterias, como no carnaval paulista.

Hoje em dia, os desenhos de tamborim têm evoluído a um nível de pontuar musicalmente praticamente cada trecho melódico do samba-enredo. Isso com um acompanhamento cada vez mais presente do próprio chocalho, que quando não segue o que faz o tamborim, busca as brechas e espaços deixados por ele para executar suas convenções rítmicas.

Tal fato permitiu consistência musical notável, tanto no entrosamento entre os dois naipes, como em evolução rítmica individual e/ou coletiva. Quanto mais os desenhos rítmicos se aprofundam tecnicamente, mais a qualidade musical de quem os executa tende a subir. Como consequência imediata, isso proporcionou um rejuvenescimento das alas na última década. O volume de ensaios, aliada a cobrança de modo contínuo por excelência rítmica também contribuiu, mas isso está longe de ser o cerne principal desse texto.

A questão aqui é puramente musical. Pontuando todo trecho melódico não há praticamente um momento de respiro. O excesso de floreios, muitas vezes desnecessários, também pode se tornar prejudicial à sonoridade, de forma geral. Os naipes agudos precisam sempre ter a consciência musical que nasceram para acompanhar as alas da bateria e não tentar brilhar além das demais. Nada deve ferir o intuito principal que é fazer prevalecer o conjunto em perfeito equilíbrio, além da plena execução dos naipes, com fluidez. Com floreios demasiados se afeta diretamente exatamente a fluência.

A lacuna auditiva atual provocada pela sensação de pouco carreteiro acaba coincidindo com desenhos rítmicos com excesso de informação musical. Reside aí, portanto, a explicação de sua origem. O carreteiro, seja tocado com 3 x 1 ou 2 x 1, é um importante meio de sustentação musical. Alas de tamborins e chocalhos com carreteiros firmes são capazes de proporcionar um encantamento rítmico que se torna, sobretudo, uma experiência sensorial. Por razões meramente técnicas estamos deixando espectadores, foliões e desfilantes menos hipnotizados e inebriados pela inexplicável ausência do Pacaticapá ou Tagaragadá sem fim. O que seria das baterias, sem a união do carreteiro entre o chocalho e o tamborim?

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Freddy Ferreira é colunista de bateria do CARNAVALESCO

Embalada e com vontade, União de Maricá constrói barracão para fazer história na Sapucaí no Carnaval 2024

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Estreante na Marquês de Sapucaí, a União de Maricá realizará disputa de samba com uma premiação de R$ 75 mil para a parceria vencedora. O concurso está previsto para ser realizado no início de setembro, em quatro fases, com final marcada para o dia 29 de setembro.

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Fotos: Raphael Lacerda/CARNAVALESCO

Em entrevista ao site CARNAVALESCO, o diretor de carnaval Wilsinho Alves deu detalhes da disputa. “Será em quatro semanas, começando no início de setembro e – final no dia 22 de setembro”.

Para o intérprete Matheus Gaúcho, que fará parceria com Nino do Milênio no carnaval de 2024, o samba estreante precisa mexer com o emocional tanto de quem desfila quanto de quem assiste nas arquibancadas da Passarela do Samba.

“Muita garra, emoção e mexer com o componente e a arquibancada. Acho que o samba que emociona e faz o componente cantar e vibrar é o combustível para a gente ter um grande samba na Sapucaí”, disse Gaúcho.

O intérprete também comentou sobre a chegada de Nino do Milênio. Gaúcho e Nino dividirão o comando do microfone da União de Maricá. Para o cantor, a expectativa é de uma parceria que resulte em um grande trabalho de estreia no Sambódromo.

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“O Nino foi muito bem recebido aqui na escola e teremos a festa de apresentação. Assim como trabalhamos com o Ito em 2022 e 2023, qualquer componente que vier será muito bem-vindo na nossa escola. Com o Nino do Milênio não será diferente. A expectativa é a melhor possível, porque estamos cantando com um grande cantor. Para mim o Nino é um dos grandes cantores da atualidade. Se Deus quiser, iremos fazer um grande trabalho”, comentou.

Para Tadeuzinho, a chegada da escola na Marquês de Sapucaí representa um sonho e o resultado de um trabalho que começou a ser construído ainda em 2015. Ele garante que Maricá se prepara para levar um grande carnaval à Avenida.

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“Representa não só para mim, mas para toda a comunidade de Maricá um dever cumprido. Nós viemos da Intendente Magalhães buscando o nosso sonho, que era a Sapucaí. Representa que o trabalho foi bem feito e que a comunidade abraçou a escola. A União de Maricá está compacta e com um excelente enredo, assim como um excelente samba que tivemos em 2023. O nosso objetivo é chegar na Sapucaí com muito entusiasmo, orgulho e raça”, afirmou o gestor.

O presidente também ressaltou que a ideia da agremiação não só mostrar força, mas fazer um belo desfile. “Para as duas coisas: mostrar força e fazer bonito. Por isso nós reforçamos o nosso time com vários segmentos renomados. Não tenho dúvida que com esse enredo apresentado iremos fazer bonito na Marquês de Sapucaí”.

Estreia acompanhada de reforços

A agremiação de Maricá reforçou o time que comandará os principais segmentos da escola. Além da chegada do diretor de carnaval Wilsinho Alves, do intérprete Nino do Milênio e do carnavalesco André Rodrigues, chegam na União de Maricá o coreógrafo Patrick Carvalho, Junior Cabeça no comando da harmonia  e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Fabrício Pires e Giovanna Justo.

Apesar de toda experiência no carnaval, o casal de mestre-sala e porta-bandeira disse que o papel deles se somarão a todo trabalho e organização da escola de samba. A dupla elogiou a estruturação da agremiação.

“Acredito que não é eu ou o Fabrício trazer (experiência). A escola tem um projeto muito bonito, onde nós vamos apenas nos juntar para realizar esse belíssimo carnaval que a Maricá pretende fazer. Eu vim ver o projeto, antes de tudo, e vi que eles são muito experientes. Estamos aqui apenas para agarrar mais uma oportunidade de Fabrício e Giovanna com a gente fazendo sucesso junto com a escola. Acredito que a Maricá vai fazer um belíssimo carnaval. É uma coletividade”, contou a porta-bandeira.

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“Primeira coisa que devo pontuar é que a organização da escola me impressionou muito. A gente já tem uma estrada longa, mas chegamos na Maricá com vontade. Uma escola organizada, que está se preparando aos poucos, mas que vocês puderam ver que ela tem tudo para fazer um trabalho maravilhoso. Estão dando todo o suporte que o casal precisa. Estamos começando a produzir um trabalho bem bacana para coroar mais uma vez os 40 pontos”, enfatizou o mestre-sala.

Para atender a demanda de um desfile do tamanho da Série Ouro, Maricá reformou um barracão localizado em frente ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), na Zona Portuária da cidade do Rio. Segundo Wilsinho, o espaço agora contará com vestiários e ambiente para os trabalhadores.

“Construímos um barracão do zero. A gente pegou um barracão sem nenhuma condição de uso, telhado que chovia mais dentro do que fora. Fizemos uma obra magnífica e com espaços para o trabalhador, com banheiros adequados, vestiário, administração. É um espaço que não é o maior do mundo, mas é adequado para a União de Maricá fazer o seu carnaval”, contou o diretor de carnaval.

Velhos amigos

Wilsinho contou que trabalhou pela primeira vez com André Rodrigues em 2010, na Vila Isabel, quando o carnavalesco ainda era assistente de Alex de Souza. De lá para cá, foi construída uma relação profissional e pessoal de muito respeito. O diretor revelou que destacou ao carnavalesco dois pontos para o carnaval da Maricá: o olhar social e o fundamento de escola de samba.

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“Já fizemos muito carnaval juntos, mas nunca com o André como carnavalesco. Eu vi o crescimento do André como pessoa, como artista. É meu amigo particular. Fico feliz de poder estar trocando essa ideia com ele e dele poder estar desenvolvendo na Maricá suas ideias na plenitude. O que eu tinha pedido para ele é que o enredo conversasse com dois caminhos diferentes: o caminho social, que ele já persegue e não abre mão; o outro é que tivesse fundamento de escola de samba. Que a gente homenageie, de alguma maneira, o sambista”, revelou.

Para ele, a proposta do enredo é ideal para que a escola de samba possa competir na Série Ouro com grandes agremiações. “Estamos chegando agora e disputando com o Império Serrano, que tem nove títulos, Estácio de Sá e outras diversas escolas que estiveram no Especial há pouquíssimo tempo. Para a gente chegar e competir com eles, precisamos mostrar que também temos fundamento de escola de samba. Acredito que essa homenagem aos compositores é perfeita, porque casou a parte social e a homenagem aos compositores que nos brindam com grandes obras”.

Um dos nomes mais antigos na Maricá, mestre Paulinho Steves comentou sobre a emoção de estrear com a agremiação na Marquês de Sapucaí após uma longa jornada na Intendente Magalhães.

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“Eu venho praticamente desde o início da escola. Não consigo nem imaginar a gente brigando com o Império Serrano, Estácio, escolas que já foram campeãs do Grupo Especial. Ver a União de Maricá nesse mesmo patamar na Sapucaí é uma honra que não consigo nem descrever”, comentou o mestre da “Maricadência”.

Filho do mestre Esteves, que comandou a bateria da Estácio de Sá, Paulinho vê o pai como inspiração para comandar a bateria de Maricá na Passarela do Samba. “Acho que praticamente tento ser ele a todo momento, porque eu tenho meu pai como meu herói. Eu ver o meu pai na época que era mestre do Estácio chegava a brilhar meus olhos. Agora eu ter ele ao meu lado, me apresentando, é fora do comum. É um prazer enorme ter um mestre como ele ao meu lado”.

Caprichosos de Pilares apresenta seu novo casal de mestre-sala e porta-bandeira

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A Caprichosos de Pilares anunciou seu novo casal de mestre-sala e porta-bandeira para o Carnaval 2024: Feliciano Júnior e Graci Araujo.

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Foto: Divulgação

A porta-bandeira tem passagens por Mocidade Unida da Mooca, X-9 Paulistana, Imperatriz da Paulicéia, Tradição Albertinense, Amizade ZL e Nenê de Vila Matilde. Atualmente é primeira orta-bandeira no Grupo Especial de São Paulo, desfilando pela Independente Tricolor.

“Estou muito feliz, honrada e ciente da responsabilidade que é defender um pavilhão tão pesado e relevante no carnaval carioca. O trabalho com Feliciano já está a pleno vapor. A comunidade de Pilares e os apaixonados pela Caprichosos podem ter certeza que dedicação e profissionalismo em prol deste pavilhão, não irão faltar”, disse.

Já o mestre-sala Feliciano Júnior tem passagens por Mocidade, Império Serrano, São Clemente, Alegria da Zona Sul, Tuiuti e Beija-Flor, além da Camisa Verde e Branco (São Paulo). Atualmente, eleocupa o posto de primeiro da Estácio de Sá.

Unidos de Padre Miguel recebe sambas concorrentes no sábado

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A Unidos de Padre Miguel receberá neste sábado as inscrições das obras para o concurso, que definirá o hino do Boi Vermelho para 2024. Aberto a todos que se interessarem em participar, a escola receberá as inscrições das 16h às 19h, em sua quadra de ensaios, em Padre Miguel. Na ocasião, além da inscrição, os compositores irão receber todas as informações e regras sobre a disputa.

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Foto: Divulgação/UPM

“Estamos em um momento muito especial aqui na Unidos. Temos um enredo lindo e que a comunidade abraçou demais. Tenho certeza de que teremos grandes sambas e uma disputa bem acirrada, como nossa escola merece”, disse Cícero Costa, diretor de carnaval.

“Estaremos na quadra recebendo as inscrições e explicaremos as regras da disputa. Todos os sambas inscritos irão se apresentar em nossa feijoada no dia 06 de agosto e já na semana seguinte daremos início ao concurso”, explicou Lara Mara, a mais nova diretora de carnaval da escola.

A Unidos de Padre Miguel levará para a Marquês de Sapucaí em 2024 o enredo “O Redentor do Sertão”, de autoria dos carnavalescos Edson Pereira e Lucas Milato. Vice-campeã de 2023, a vermelha e branca da Vila Vintém será a quinta agremiação a desfilar no sábado de carnaval, pela Série Ouro.

Concurso Rainha do Carnaval 2024: conheça mais oito candidatas

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Por Augusto Werneck, Raphael Lacerda e fotos de Nelson Malfacini

Dayana Vieira (@dayvieiraoficiall) – Acadêmicos da Diversidade

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O que significa ser sambista? “Berço”,

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Carisma, ser carinhosa, simpática, humilde, ter sonhos e ser da comunidade”.

Patricia Miranda (@patriciamiranda.oficial) – Salgueiro

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O que significa ser sambista? “O samba trouxe diversas coisas para mim. Quebrei diversas barreiras e desconstruí diversas coisas que aconteceram na minha infância e que não foram fáceis. No samba me descobri como mulher. Uma mulher empoderada e respeitada. A figura feminina dentro do samba é muito importante e eu tento carregar isso sempre”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Realmente viver a arte do samba, ter respeito pela nossa história de força, garra e superação. Diversas coisas aconteceram para que a gente pudesse, hoje, curtir o carnaval e o samba. Mostrar a arte, o amor e respeito pelo povo sambista”.

Tatiana de Souza (Tati Rosa – @Soutatirosa) – Imperatriz Leopoldinense

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O que significa ser sambista? “Sou sambista, a minha vida é ser sambista e a minha filosofia de vida também é. É o que me alimenta, me veste e nutre diariamente. Ser sambista é compartilhar conhecimento”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Certeza do que ela tem para oferecer. Muito samba, conteúdo, passar o samba com técnica e essência. Tenho muito a oferecer em uma corte”.

Ana Caroline (@Anna_martynss) – Império Ricardense

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O que significa ser sambista? “Meu amor e minha paixão desde criança”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Simpatia e samba no pé”.

Jessica Almeida (@jessi.almeida) – União Cruzmaltina

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O que significa ser sambista? “Significa liberdade de expressar a nossa essência de uma forma natural”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Confiança, simplicidade, simpatia e entrega”.

Sara Luna (@Saralunnah) – Bloco Nova América

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O que significa ser sambista? “Representa muita coisa na minha vida. É uma alegria, distração. A importância que o samba tem para mim é inexplicável”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Simpatia, educação, caráter, carisma e samba no pé”.

Lyvea Korina (@lyveakorina) – Santa Cruz

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O que significa ser sambista? “Um sonho, uma realização e um orgulho ao mesmo tempo”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Elegância, carisma, simpatia e samba no pé”.

Dara Oliveira (@eudaraoliveira) – Rosa de Ouro

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O que significa ser sambista? “O samba é a expressão da arte, cultura, do movimento de um povo marginalizado que só queria expressar quem realmente eram”.

Quais atributos uma rainha precisa ter? “Elegância, representatividade, honra, respeito ao pavilhão de cada agremiação, reconhecimento de cada história que atravessa a Avenida. Além de tudo isso, ter amor pelo que faz. Tudo que é feito com amor leva ao caminho da perfeição”.