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Grazzi Brasil é a nova intérprete da Estrela do Terceiro Milênio

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grazzi

Depois de um Carnaval cantando apenas no Rio de Janeiro, Grazzi Brasil volta a São Paulo para assumir a posição de intérprete oficial da Estrela do Terceiro Milênio. A cantora foi recebida no calçadão da agremiação, com protocolos anticovid-19, por componentes e pela diretoria: “Eu amo surpresas! Fiquei muito emocionada. Não esperava essa recepção e todo esse carinho da comunidade. Estou muito feliz! A escola preparou uma recepção linda para mim. Cheguei e já me senti em casa”, diz. A recepção vai ser transmitida pela página da Terceiro Milênio no Facebook nesta sexta (26), às 17h.

“Grazzi, além de ser uma das homenageadas do nosso enredo, agora faz parte da família mileniana. Nossa comunidade está feliz e temos certeza que ela fará um grande trabalho”, declara Gilberto Rodrigues, presidente da Milênio.

O tema “Ô Abre Alas que Elas Vão Passar” vai retratar as batalhas travadas contra o machismo e o preconceito racial para que as mulheres pudessem ocupar outras posições no samba e no Carnaval, além das funções tidas como femininas. “Quero valorizar as mulheres que tiveram a coragem de não aceitar o lugar que a sociedade patriarcal reservou para elas, quero falar das pioneiras, das transgressoras que abraçaram suas Liliths e se tornaram mulheres inspiradoras. O público pode esperar um desfile emocional, que vai tocar e fazer refletir”, diz o carnavalesco Murilo Lobo.

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Cláudio Vieira: ‘Bolinhos de Bacalhau’

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miro garcia

A apresentação oficial do CD de Sambas-Enredos do Grupo Especial para o Carnaval de 1994 aconteceu na quadra do Salgueiro, no Andaraí. Era uma homenagem que a Liga Independente fazia à Escola campeã do ano anterior.

Para receber as co-irmãs e os convidados, o patrono Miro Garcia mandara encomendar o bufê do Clube Guanabara, no Mourisco, tradicional pela sua qualidade e um dos mais elogiados da cidade. Garçons passavam a todo momento servindo bandejas de bolinhos de bacalhau fritos na hora. Uma delícia!

Miro se aproximava do camarote destinado aos jornalistas e, sem querer, esbarrou num garçom. O rapaz ainda tentou equilibrar a bandeja, mas foram dúzias de bolinhos rolando pelo chão. Um desperdício.

O patrono não perdeu o rebolado. Seguiu em frente para cumprimentar os jornalistas, fazendo as honras da casa. E aproveitou o mote:

– A melhor festa da Cidade é no Salgueiro mesmo. Olha só… A gente pisa até em bolinhos de bacalhau! – e deu uma gargalhada.

Lilian Brito é a nova rainha de bateria da Unidos da Ponte

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Lilian Brito é a nova rainha de bateria da Unidos da Ponte
Lilian estreou como musa da Unidos da Ponte no último carnaval. Foto: João Torres

A Unidos da Ponte divulgou nesta sexta-feira a nova majestade da bateria “Ritmo Meritiense”. Lilian Brito, mais conhecida no mundo do samba como “Lili Tudão”, fará sua estreia à frente dos ritmistas do Mestre Leonardo Jorge. A beldade, que já foi musa da escola, é moradora de São João de Meriti.

Com passagens em outras agremiações e já tendo reinado na Intendente Magalhães, Lilian estreou como musa da Unidos da Ponte no último carnaval, escola do coração do seu pai, o que faz a emoção do convite se tornar ainda maior.

“Meu pai foi torcedor e esteve na escola por muitos anos. Infelizmente não teve a chance de ver sua escola a desfilar novamente na Sapucaí. Fiz minha estreia como musa no enredo “Elos da Eternidade” e tinha muito a ver com passagens de pessoas importantes em nossas vidas. Foi muito especial”, revelou a rainha.

A comunidade meritiense terá uma representante raiz à frente da bateria da escola. Lilian é moradora de São João de Meriti e já tem uma identidade com a Azul e Branca da Baixada.

“Assim como a maioria das mulheres do mundo do samba sonham um dia em ser rainha de bateria, comigo não era diferente. Escolhi começar a minha história com a Unidos da Ponte por três grandes motivos: Pelo meu pai que ficaria realizado em ver sua filha representando sua escola, por ser da comunidade e pela maravilhosa recepção que tive quando comecei a frequentar”.

A Unidos da Ponte levará para a Marquês de Sapucaí em 2022 o enredo “Santa Dulce dos Pobres – O Anjo bom da Bahia” que será desenvolvido pelos carnavalescos Guilherme Diniz e Rodrigo Marques.

Estácio divulga sinopse do enredo em homenagem ao Flamengo

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Um dia após o Flamengo conquistar seu oitavo título do Campeonato Brasileiro a Estácio de Sá divulgou a sinopse do enredo “Cobra Coral, Papagaio-vintém. #VESTIRUBRONEGRO não tem pra ninguém”, que será desenvolvido pelos carnavalescos Mauro Leite e Wagner Gonçalves para o próximo carnaval. Veja abaixo.

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RESENHA

No ano de 1995 o G.R.E.S. Estácio de Sá cantou o centenário do Flamengo. As duas maiores paixões do carioca – o futebol e o carnaval – se uniram de tal forma que é impossível saber o que é samba de enredo e o que é grito de torcida. Dessa parceria surgiu uma canção definitiva para a torcida do Flamengo e uns dos carnavais mais emblemáticos da escola.

Para o próximo carnaval, a Estácio de Sá fará uma releitura do desfile de 1995. O “Uma vez Flamengo” passa a ser “Cobra coral, papagaio vintém… #vestirubronegro não tem pra ninguém”. A História do Rubro-Negro será novamente abraçada pelo Berço do Samba.

PRÉ JOGO

Lembranças antigas se misturam às atuais enquanto a torcida desenha um mosaico onírico nesta ofegante e emocionada partida de futebol. O tempo e o espaço caminharão no compasso da bola, neste jogo que é narrado pelo mais importante jogador do Flamengo: O número 12. Este jovem de 25 anos leva a bandeira Rubro Negra sobre os ombros e o Leão no peito.

Enquanto sua mãe costurava a roupa de mais uma baiana o tecido vermelho-e-preto cobria-lhe a barriga. O mesmo tecido que protegia o ventre e escrevia o carnaval, atravessou-lhe o coração, na pista. É filho desta mulher que bordava, no Morro, aquilo que pro asfalto ainda não era nem sonho.

É um homem que sabe que para quem nasce no Zinco e no Terreiro Grande não cabe outra glória senão lutar. É ele quem recorda do povo descendo o Escadão para celebrar a conquista da América. Neste Jogo da Memória há espaço, inclusive, para os craques da Favela da Praia do Pinto, que, assim como ele, perderam tudo, menos o direito de sonhar.

APITA O ÁRRRBITRO

Nesta noite reluzente, um show de estrelas. A baiana entoa a velha cantiga de Seu Sete da Lira e abre os caminhos deste palco que mescla o sagrado e o profano:

“Exu é Flamengo e eu também sou”. Nesta pátria sem ateus não há distinção de santo: Vai de São Judas Tadeu ao manto vermelho e preto do Dono da Encruzilhada e une o Urubu-Malandro à Maria – que é Molambo… Haja Coração!

Num passe de mágica, a poesia enfeitada de luar: Adílio toca para Domingos da Guia…. Zico… Fio Maravilha… Everton Ribeiro-Zizinho -acompanha-de-perto-Júnior-toca-para-Castillo-Gabigol fintou o primeiro, avançouprapequenaárea… UM LANÇAMENTO NO COSTADO DA ZAGA-OLHAOQUEELEFEZ-OLHA-O-QUE-ELE-FEZ, Gabriel Barbosa, GabiGooooooooool é o nome da emoção! Foi um gol de anjo um verdadeiro gol de placa. Apite comigo, galera!

SHOW DO INTERVALO

Fique na nossa, fique na Estácio!

Notem! É o jogador número 12 do Flamengo está no meio do campo. É ele quem finaliza na grande área das oficinas e das fábricas e quem comanda a equipe através do radinho a pilha. Herói que chacoalha pelos trens, que xinga e berra nas mesas dos botecos. Seu coração é o tambor que emociona a galera!

Neste carnaval da esperança, um pinho chora acordes e diz que é tempo de sonhar e recordar. É o passado de presente. A saudade apertou… E o campeão voltou. Confira comigo no VAR.

Corre o tempo no olhar da Gazela Negra. Fazendo sol, queimando ou chovendo, está viva ali uma Raça: A Raça Brasileira.

Rola a bola pro 2º Tempo

Seis jovens remadores saíram das suas regatas e adentraram o campo. O roupeiro leva aos campeões de terra e mar um novo manto: A memória ocupa o centro da camisa e as mangas e divide o espaço com o escudo.

O Time do Povo inunda novamente a alma do morro. O delírio estaciano transforma a Marquês de Sapucaí numa enorme geral, entre churrasquinhos de gato e biscoitos de isopor, mengo-tengo, vapo-vapos, Uh! Tererês, Dá-lhe dá-lhe, dá-lhe-ôs, pandeiros e cavacos: Isso aqui é Flamengo!

Ao fim da partida mais uma medalha de ouro. No futebol, nas regatas e no atletismo é campeão o seu destino.

ERRRRRRGUE O BRAÇO (E A TAÇA!)

Este enredo não é apenas sobre um personagem, uma torcida ou um time. Está em oto patamá: É o clamor da massa transformado em procissão de samba. É sobre uma Nação que não se contenta com saída pro mar. Quer ter um oceano de gente em vermelho-e-preto margeando a sua costa. É rubro o sangue. É negra a pele. Rubro negro é o estandarte de resistência que rasga a multidão e anuncia o Bloco do Eu Sozinho: O cheirinho inescapável de um buquê de poesia que a brisa espalhou no ar.

Na Concentração, o menino-rapaz-homem e sua nêga chamada Teresa, após haverem descido o São Carlos encontraram um parça que desceu o Morro do Corcovado. Cansado estava de permanecer de braços estendidos à cidade. É assim que preferem acreditar na santidade do domingo – Dia em que o pai do Redentor, depois de haver a Terra criado, não descansou: Vestiu Rubro-Negro. E quando Ele – que é carioca, flamenguista e estaciano – veste Rubro-Negro, não tem pra ninguém. São eles os moleques do Morro que vão conduzir a massa, para garantir que, sim, hoje tem Festa na Favela.”

Carnavalescos: Mauro Leite e Wagner Gonçalves
Texto: Vitor Antunes

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Especialistas analisam rumos do Carnaval pós 2021

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Carnaval movimenta a economia, multiplica a alegria, conta a nossa história, reafirma origens e renova energias. É imprescindível, portanto. Como levar tudo isso adiante em tempo de pandemia? Atrás de respostas, e de boas conversas sobre o universo da folia, o historiador Luiz Antonio Simas recebe especialistas no ciclo de conversas “Que Carnaval é esse?” Os encontros, que acontecem com transmissão pelo YouTube (no canal Que carnaval é esse?), dias 26, 27 e 28 de fevereiro, vão oferecer a primeira oportunidade de debate aprofundado sobre os rumos da festa após a experiência do Carnaval de 2021 – aquele em que a Covid-19 atravessou a avenida.

Simas, um estudioso da cultura popular, autor de livros como “Samba de Enredo” (com Alberto Mussa e “Dicionário da história social do samba” (em parceria com o bamba Nei Lopes), promete atuar como provocador, mais do que mediador. Ele sabe que os convidados têm muito a dizer sobre o tema – sua tarefa será “levantar a bola” para nomes como os carnavalescos Sidnei França, campeão paulista em 2020 à frente da escola de samba Águia de Ouro, e Leandro Vieira, bicampeão do Carnaval Carioca no comando da Estação Primeira de Mangueira. Na ponte aérea de Momo entre Rio e São Paulo, também participam do ciclo “Que Carnaval é esse?” profundas conhecedoras da festa na rua, a exemplo da jornalista Rita Fernandes, presidente da Sebastiana, principal liga de blocos do Rio de Janeiro, e Cléo Dias, figurinista, integrante do bloco afro feminino Ilú Obá de Min, de São Paulo.

Tem mais samba: no último dia de conversa, os secretários municipais de Cultura do Rio de Janeiro, Marcus Faustini, e de São Paulo, Alê Youssef, debatem os rumos da festa – o de 2022 promete ser o maior Carnaval de todos os tempos, mas, para tanto, precisa começar a ser feito agora. Entram na pauta ideias para o fortalecimento das relações culturais entre Rio e São Paulo e uma futura retomada amparada pela enorme potência do Carnaval.

Outros aspectos são abordados por estudiosos apaixonados como os jornalistas Lucas Prata Fortes e Luise Campos, além do antropólogo Vinicius Natal, autor do enredo do desfile da Acadêmicos do Grande Rio em 2020. Completa nosso cortejo mais um bamba, o músico paulistano Douglas Germano, que aos 13 anos já tocava repinique na bateria da tradicional Nenê de Vila Matilde. “Reunimos um time que vive o Carnaval o ano inteiro, avalia o que já passou e tem condições de ajudar a fazer melhor nos próximos anos”, atesta Luiz Antonio Simas. Os encontros do ciclo “Que Carnaval é esse?” são gratuitos.

PROGRAMAÇÃO

Que Carnaval é esse?

Ciclo de conversas com o escritor, professor e historiador Luiz Antonio Simas transmissão pelo YouTube canal: Que carnaval é esse? link: https://cutt.ly/EkU45pY Instagram @quecarnavaleesse

O impacto da pandemia no carnaval brasileiro

Mediação: Luiz Antonio Simas

1 – 26/02, sexta, às 19h

Dia 1 – Carnaval e brasilidade: festas de rua, identidade e história – Com Sidnei França (carnavalesco da escola de samba Águia de Ouro, campeã paulistana do Carnaval 2020), Luise Campos (jornalista, integrante da TV Paticumbum, estudiosa do Carnaval) e Douglas Germano (músico).

2 – 27/02, sábado, às 16h

Carnaval brasileiro a partir de dois vetores: cultura e economia criativa – Com Rita Fernandes (presidente da Sebastiana, liga de blocos do Rio de Janeiro), Vinicius Natal (historiador, antropólogo, estudioso do universo da folia, diretor da escola de samba Unidos de Vila Isabel), Lucas Prata Fortes (jornalista, colunista da revista Época) e Cléo Dias  (figurinista, integrante do bloco afro feminino Ilú Obá de Min, de São Paulo).

3 – 28/02, domingo, às 16h

Carnaval no Brasil, o que será o amanhã? – Com Marcus Faustini (diretor de teatro e cinema, secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro), Alê Yussef (secretário municipal de Cultura de São Paulo, produtor cultural e fundador do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta) e Leandro Vieira (carnavalesco bicampeão com a escola de samba Estação Primeira de Mangueira).

Carnaval Wall promove primeira festa com participação internacional

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A melhor parte dos reality shows são as festas, isso é um fato, e, no Carnaval Wall não seria diferente. Depois de uma semana de confinamento e após realizarem a primeira prova, os participantes finalmente puderam relaxar na “Pool Party do Branco”. A noite foi de diversão, mas no final os ânimos se exaltaram, mas isso fica pro próximo episódio!

Os confinados já acordaram no clima de euforia. Cada um escolheu um look branco para participar do agito na piscina. Nas carrapetas, o DJ Max Toretto, que garantiu o melhor clima da noite com muito funk e os hits de sucesso do momento. Mas o que os participantes não esperavam era serem presenteados com um show particular do cantor Ian Sunjad, diretamente de Angola.

Se você perdeu o episódio confira a festa na íntegra abaixo:

 

Lins Imperial promove vestibular social no próximo sábado, em parceria com Universidade, com bolsas de até 90%

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A Universidade Santa Úrsula em parceria com a Lins Imperial promoverá no próximo sábado seu vestibular social com bolsas de até 90% de desconto durante todo o curso. As provas serão aplicadas às 09h na quadra da escola e a taxa de inscrição é 1 quilo de alimento não-perecível que deverá ser entregue no dia e no local da prova. Os alimentos arrecadados serão doados para o projeto Jantinha Solidária, no qual a verde e rosa do Lins distribui toda terça-feira 100 jantares aos moradores de rua da região.

O vestibular será válido para os cursos: Administração; Arquitetura e Urbanismo; Ciências Biológicas; Direito; Enfermagem; Engenharia Ambiental e Sanitária; Engenharia Civil; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia de Produção; Educação Física; Medicina Veterinária; Nutrição; Odontologia; Pedagogia; Psicologia; Radiologia e Tecnológico de Gestão de Recursos Humanos.

A quadra da Lins Imperial que servirá de inscrição e aplicação da prova do vestibular, fica situada na rua Lins de Vasconcelos 623. As aulas em 2021 serão realizadas ministradas remotamente (on-line), devido a Pandemia da Covid-19, após seguirão presenciais na sede da Universidade Santa Úrsula localizada na rua Fernando Ferrari, 75, Botafogo, ou nas unidades: Estrada do Barro Vermelho, 1571, Colégio (ao lado do metrô) e rua Santos Mello, 73, Mangueira (ao lado da Vila Olímpica), de acordo com o curso escolhido.

Cláudio Vieira: ‘Ao pé do ouvido’

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Acho gostoso lembrar nossas andanças pelas passarelas da vida e, deles, tirar alguma coisa para que possamos conversar. Trouxe hoje um episódio curioso que me veio à lembrança.

Estava em São Paulo e fui convidado a visitar a quadra da Rosas de Ouro. Era noite de festa e havia muitos convidados, todos convocados ao centro da quadra para as cerimônias de praxe. Na hora de beijar a bandeira, acabei ficando no rabo da fila.

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Antes de chegar a minha vez, porém, o mestre-sala deu um passo à frente, plantou-se do meu lado e segredou: “Não encosta não, porque a bandeira tá toda babada…”

Pensando bem, é hora de se adotar um novo protocolo.