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Nova voz na área: União do Parque Acari anuncia Thiago Acácio como intérprete para 2027

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Fotos: Divulgação/União do Parque Acari

A União do Parque Acari segue reforçando seu time para o Carnaval 2027 e anunciou a chegada de Thiago Acácio como novo intérprete oficial da agremiação. O cantor dividirá o comando do carro de som com Tainara Martins, que teve sua permanência confirmada pela escola por meio das redes sociais.

Dono de uma trajetória em ascensão no universo do samba, Thiago Acácio vem se destacando como uma das principais vozes da nova geração do Carnaval carioca. Com técnica refinada e forte presença de palco, o intérprete acumula passagens importantes por agremiações do Rio de Janeiro e de São Paulo.

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Entre 2024 e 2025, foi a voz oficial do G.R.E.S. Arranco, período em que conquistou o Troféu Sambanet de Melhor Intérprete da Série Ouro em 2025. Já em 2026, assumiu o microfone principal da Unidos do Jacarezinho, conduzindo o carro de som da escola no desfile em homenagem ao cantor Xande de Pilares.

No Grupo Especial do Rio de Janeiro, Thiago atua como uma das vozes auxiliares da Imperatriz Leopoldinense desde 2025. Antes disso, integrou a ala musical da Beija-Flor de Nilópolis entre 2019 e 2020. Em São Paulo, teve passagem marcante pela Barroca Zona Sul, onde foi segunda voz da escola no Grupo Especial entre 2020 e 2022.

Além da experiência no Carnaval, Thiago também ganhou projeção nacional na televisão. Foi vice-campeão do reality “A Voz do Carnaval”, produzido pelo Globoplay em parceria com o AfroReggae, competição que buscava o sucessor de Neguinho da Beija-Flor. O artista ainda participou do programa “Canta Comigo 4”, da Record TV, conquistando a aprovação de 93 jurados, e venceu o quadro “10 ou Mil”, do Programa do Ratinho.

Reconhecido por especialistas e baluartes do samba pela potência vocal e qualidade técnica, Thiago chega à União do Parque Acari para fortalecer ainda mais o projeto da escola rumo ao desfile de 2027 na Marquês de Sapucaí.

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À frente do microfone da União do Parque Acari desde o primeiro desfile oficial da agremiação, Tainara Martins se consolidou como uma das vozes marcantes da escola. Com carisma, potência vocal e forte identificação com a comunidade, a intérprete vem construindo uma trajetória de dedicação e crescimento junto à tricolor do Complexo de Acari. Sua permanência para o Carnaval 2027 reforça a confiança da diretoria em um trabalho que acompanha a história da escola desde os primeiros passos na Marquês de Sapucaí.

A tricolor do Complexo de Acari e do Amarelinho ainda mantém em sigilo o enredo que levará para a Avenida no Carnaval 2027. No entanto, a agremiação já conhece a data e a posição em que desfilará no próximo ano: a União do Parque Acari será a responsável por encerrar os desfiles da Série Ouro da Liga RJ na Marquês de Sapucaí.

Unidos da Tijuca novamente vai dar 100% dos direitos para parceria vencedora no concurso de samba-enredo

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Foto: Alex Maia/Divulgação Tijuca

A direção de carnaval da Unidos da Tijuca divulgou oficialmente o regulamento para a escolha do samba-enredo que representará a escola no Carnaval de 2027. O documento estabelece as normas para inscrição das parcerias, entrega das obras e realização das apresentações durante o processo de disputa, que contará com cinco semanas de competição, além de semifinal e final, que está marcada para o dia 12 de setembro. Entre os principais pontos do regulamento está a limitação de até cinco compositores por parceria. Cada integrante deverá efetuar o pagamento de uma taxa de inscrição no valor de R$ 500,00. Novamente, a escola vai dar 100% dos direitos para parceria vencedora no concurso. * LEIA AQUI A SINOPSE

A entrega dos sambas concorrentes está marcada para o dia 16 de julho de 2026, das 19h às 22h, na quadra da agremiação, localizada na Avenida Francisco Bicalho, 47, no bairro de Santo Cristo, região central do Rio de Janeiro. Para efetivar a inscrição, as parcerias deverão apresentar 30 cópias impressas da letra, dois pen drives contendo a gravação da obra e a letra digitada em formato Word. O regulamento também determina que é proibida a divulgação do samba antes de sua inscrição oficial na quadra.

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Disputa começa em julho

A direção da escola informou ainda que serão disponibilizados apenas três microfones para os intérpretes durante as apresentações. O regulamento traz uma série de restrições com o objetivo de padronizar as apresentações e concentrar a avaliação na qualidade musical e poética das obras. No palco, será permitida apenas a utilização de um cavaquinho e um violão como acompanhamento instrumental. Também está proibido o uso de papel picado durante as apresentações.

Outro ponto que chama atenção é a vedação de gravações com intérprete. Segundo a norma, os sambas deverão ser registrados apenas com coro, sem a participação de cantor oficial. A produção de clipes próprios também não será permitida.

A escola ainda proibiu o uso de elementos de torcida e efeitos cenográficos dentro da quadra, incluindo bolas, bandeiras, fogos, efeitos especiais e camisas personalizadas de torcida.

Neutralidade e organização

A direção da Unidos da Tijuca também estabeleceu que não serão permitidas manifestações políticas ou partidárias durante todo o processo de escolha do samba-enredo.

Em caso de dúvidas sobre o enredo, as parcerias poderão consultar o carnavalesco ou a equipe de pesquisa mediante contato prévio com a direção de carnaval da escola.

Entrada gratuita para a comunidade

Para o público, a escola anunciou entrada franca para integrantes da comunidade, segmentos da agremiação e membros de outras escolas de samba mediante apresentação de carteirinha.

Carybé será o enredo da Inocentes de Belford Roxo no Carnaval 2027

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Foto: Divulgação/Inocentes de Belford Roxo

A Inocentes de Belford Roxo anunciou o enredo que defenderá na Marquês de Sapucaí no Carnaval 2027. A escola da Baixada Fluminense vai homenagear o artista plástico Hector Julio Páride Bernabó, eternizado como Carybé, um dos maiores expoentes das artes visuais brasileiras e referência na representação da cultura afro-brasileira.

O enredo marcará os 30 anos de saudade do mestre argentino-baiano, cuja obra atravessou gerações ao retratar com sensibilidade e riqueza de detalhes os orixás, a capoeira, as festas populares e os costumes da Bahia. Carybé também integrou o célebre grupo conhecido como os “três obás de Xangô”, ao lado de Jorge Amado e Dorival Caymmi, personalidades fundamentais para a difusão da cultura baiana no Brasil e no mundo.

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O projeto artístico será desenvolvido pelo carnavalesco Wagner Gonçalves, responsável por transformar o legado do artista em um desfile que promete unir arte, ancestralidade e identidade cultural na Avenida. A proposta é apresentar ao público a genialidade visual de Carybé por meio de suas linhas marcantes, cores vibrantes e do profundo mergulho que realizou nas tradições afro-brasileiras.

A apresentação oficial do enredo acontecerá no próximo dia 2 de agosto, na quadra da Inocentes de Belford Roxo. Durante o evento, comunidade, segmentos da escola, convidados e profissionais da imprensa poderão conhecer os detalhes do projeto que será levado para a Sapucaí em 2027.

Com a escolha, a Inocentes aposta em um enredo de forte valor cultural e artístico, celebrando a vida e a obra de um criador que ajudou a construir parte significativa da memória visual do Brasil e se tornou um dos maiores intérpretes da alma baiana através da arte.

Ailton Santos e Matheus Gaúcho são as vozes oficiais da Unidos do Jacarezinho em 2027

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Foto: Yago Veloso/Divulgação Jacarezinho

A Unidos do Jacarezinho terá no carnaval 2027 a dupla Ailton Santos e Matheus Gaúcho no comando dos microfones oficiais da ala musical. Ailton que atualmente é o intérprete em exercício mais antigo na mesma agremiação, recebe o reforço de Matheus Gaúcho para juntos defenderem a branca e rosa do Jacaré na Sapucaí.

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Ailton Santos é desde 2006 intérprete oficial, mas está na Unidos do Jacarezinho desde meados da década de 90. Aílton Santos é oriundo de Brás de Pina e trabalhava com o tio do ex -presidente da agremiação, José Roberto, quando o convite foi feito para que viesse a fazer parte da escola, em 1995. De lá pra cá, nunca mais se desligou da agremiação. Em 2006 assumiu o primeiro microfone, se tornando a voz oficial da agremiação: “É um orgulho imenso e uma responsabilidade muito grande. O Jacarezinho já teve vários intérpretes de peso como Alexandre D’Mendes, o Monarco já cantou aqui, Elieser Rodrigues, Clóvis Pê, o saudoso Carlinhos de Pilares e o da casa, Joelson Ávila”, lembra Aílton.

Matheus Gaúcho é um intérprete de samba-enredo nascido em Maricá (RJ). Iniciou sua caminhada ainda jovem no samba e ganhou projeção como voz oficial da União de Maricá, onde atuou entre 2015 e 2025. Durante esse período, participou de importantes carnavais da escola e conquistou títulos pela agremiação. Ao longo da carreira, também integrou carros de som de escolas do Grupo Especial como a Unidos do Viradouro e a Unidos da Tijuca, ampliando sua experiência no Carnaval carioca.Para o Carnaval 2026, foi anunciado como intérprete da Unidos da Ponte ao lado de Thiago Brito, formando uma dupla aposta da escola para o desfile e para 2027 passa a integrar o carro de som da Grande Rio ao lado do intérprete de Ito Melodia, além da Unidos do Jacarezinho.

“Será um prazer e uma honra dividir o palco com alguém com tanta história na escola como o Ailton Santos. Também será um grande aprendizado poder conviver com um intérprete com tanta experiência. Chego pedindo os meus respeitos, agradecendo ao convite para fazer parte de uma escola tão tradicional quanto o Jacarezinho e avisando que não mediremos esforços para trazer a nota máxima” – avisa Matheus Gaúcho.

A Unidos do Jacarezinho será a segunda escola a pisar na Avenida na sexta-feira de carnaval, dia 05 de fevereiro de 2027. A agremiação segue montando o elenco que disputará o próximo carnaval.

Estácio de Sá anuncia Diego Nicolau e Guto como intérpretes para 2027

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Foto: Rafael Arantes/Divulgação ImaginaRio

A Estácio de Sá, em preparação para o ano centenário, segue reforçando seu time com grandes nomes de sua história e do carnaval carioca. Para a missão de entoar o samba de 2027, a agremiação anuncia a chegada de Diego Nicolau e Guto como intérpretes oficiais desta temporada. A dupla, que repete a parceria já feita em 2022 pela Unidos de Padre Miguel, vê com alegria esse reencontro no Berço do Samba. “Voltar a cantar com Diego é muito legal. Ele é um ser-humano fantástico, um cantor excepcional, a gente se respeita e se gosta muito e isso reflete no trabalho”, comenta Guto sobre o parceiro.

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Ser voz de uma escola com o peso da Estácio de Sá, por onde grandes nomes já passaram ao longo de sua história, é uma tarefa que emociona. Diego Nicolau, fã do intérprete Dominguinhos do Estácio, conta como é ocupar o mesmo posto de seu ídolo: “Para todo cantor, cantar na escola onde seu ídolo foi figura lendária é uma grande honra. Quando surgiu a possibilidade dessa missão, eu só pensava nele. Inclusive, pedi a ele que, se fosse a minha hora, ele me desse essa ajuda. Hoje estou aqui e acredito que vai ser muito emocionante”. Diego lembra, também, que esteve ao lado de Dominguinhos em seu último desfile, quando este foi homenageado pela Unidos do Viradouro, em 2020.

Diego e Guto possuem uma longa e exitosa trajetória no carnaval e chegam à vermelha e branca para enriquecer os preparativos do centenário. “Poder fazer isso pela Estácio, nesse ano tão especial, é uma vitória muito grande para mim e estou muito feliz”, completa Guto.

A Estácio de Sá dá as boas-vindas aos nossos intérpretes, que serão apresentados oficialmente durante a próxima Feijoada do Leão, que ocorrerá na quadra da agremiação, no dia 7 de junho, a partir de 13h.

Carnaval paulistano dá passo histórico rumo à sustentabilidade com curso gratuito para sambistas

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Fotos: Pedro Ribeiro/CARNAVALESCO

Por Pedro Ribeiro

O Senai Bom Retiro foi o palco na última quinta-feira de uma importante iniciativa do carnaval paulistano: o Carnaval Sustentável SP. O projeto, encabeçado pela Liga-SP, em parceria com o SENAI-SP e a UESP, oferecerá um novo e gratuito curso para a comunidade sambista das escolas da Liga-SP e da UESP: o curso Economia Circular e Sustentabilidade no Carnaval. A união das entidades ultrapassa 100 instituições, algo inédito no campo da sustentabilidade no carnaval. Em seu discurso no evento, o presidente da LIGA-SP, Renato Remondini, o Tomate, afirmou que é “uma oportunidade que, se Deus quiser, São Paulo vai exportar para todo o Brasil”. O evento contou também com a presença do presidente da UESP, Alexandre Magno, o Nenê, que explicou ao CARNAVALESCO o quão significativo foi receber o convite da Liga-SP para aderir ao projeto.

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“A união dessas casas faz com que as escolas de samba entendam a importância desses termos para o mundo. Um exemplo formidável e impactante de reutilização são os itens descartados pelas escolas do Grupo Especial da Liga-SP, que para a UESP são como “ouro”. As entidades precisam reconhecer isso. Precisam saber que esse ouro é muito valioso e, na hora, vai ser transformado em espetáculo nas pistas de barro da UESP”, disse.

Mas como essas palavras se encontraram? E o que economia circular e folia têm em comum? A dimensão e a potência que o Carnaval paulistano atingiu em 2026, com mais de 80 milhões de visualizações digitais e transmissão para 193 países, trouxeram a necessidade de avançar no tema da sustentabilidade, tão pertinente quanto confuso para o cotidiano, como contou ao CARNAVALESCO a idealizadora do projeto e diretora cultural da Liga-SP, Lúcia Helena.

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Idealizadora do projeto e diretora cultural da Liga-SP, Lúcia Helena

“Eu ouço muito técnicos e acadêmicos falarem em sustentabilidade (…), mas, no dia a dia, como é que eu posso contribuir? E aí nós resolvemos simplificar: afinal de contas, quem tem mais capacidade que o carnaval de descomplicar um tema?”.

Ela conta que, atualmente, dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável, a Liga-SP já pratica 11, como reuso de água, inclusão, diversidade, uso de placas solares, coleta seletiva de lixo, entre outras ações. Pode passar despercebido, em meio à festa, todos os impactos industriais que circundam a folia. Nesse contexto, o SENAI-SP está inserido no carnaval intrinsecamente.

O CARNAVALESCO ouviu o professor Carlos Alberto Pereira Coelho, diretor do SENAI Bom Retiro, para entender essa relação: “Essa mesma indústria é a indústria que também faz o carnaval. Não tem carnaval sem isopor, você não tem carnaval sem tecido, você não tem carnaval sem ferragem, e todo esse material é feito na indústria”, afirma.

A fusão entre a indústria e o desenvolvimento sustentável é uma exigência contemporânea, ética e global. Segundo ele, o uso desses materiais para a realização do carnaval também é responsabilidade da indústria, porque “para a indústria também é importante que esses materiais tenham o destino correto, porque faz parte da cadeia de fornecimento dela. O tema é trabalhado em toda a cadeia: circularidade”, disse ele.

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Presidente da UESP, Alexandre Magno, o Nenê, com Tomate, presidente da Liga-SP

No lançamento do curso, foi apresentada a explicação conceitual da economia circular, baseada em três princípios: eliminar resíduos desde a origem; manter materiais em circulação; e regenerar a natureza, produzindo melhorias do ponto de vista ambiental, social e econômico.

O curioso dessa história é que o carnaval paulistano já praticava lógicas de economia circular, ainda que não as nomeasse assim. Lúcia Helena, mais uma vez, elucidou ao CARNAVALESCO.

“O nosso pessoal já fazia muita coisa de forma intuitiva. Aproveitando o tecido, aproveitando pedra e reutilizando escultura; sem a técnica. Fazendo por necessidade, muitas vezes. Mas sem a consciência de que, com aquela prática, ele estava fazendo muito mais do que reaproveitar uma pedra ou reaproveitar um tecido. Ele estava também trabalhando na economia circular e cuidando do planeta um pouquinho”.

Ainda segundo ela, a inserção do carnavalesco Igor Carneiro no projeto foi decisiva para solucionar o desafio de intermediar a linguagem técnica do SENAI-SP com a linguagem popular dos integrantes da folia paulistana.

A apresentação acerca da estruturação do curso para o público presente foi dinâmica, moderna e incisiva. A flexibilidade de acesso ao conteúdo coloca a teoria para caminhar com a prática da vivência dos sambistas e suas realidades, porque poderá ser feito de forma online. A abordagem está centrada em conhecer os tipos de materiais, identificar os impactos sociais e ambientais, organizar o ambiente de trabalho, aplicar ferramentas de avaliação e aprender novas estratégias de negócio.

Abaixo, tudo o que você precisa saber para participar:

• Início do curso: 08 de junho de 2026
• Prazo de conclusão: 21 dias
• Duração: 16 horas
• Ao final do curso, todos receberão certicado do SENAI Bom Retiro

Unidos da Tijuca 2027: leia a sinopse do enredo

Enredo – A CABEÇA DO SANTO

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JUSTIFICATIVA

“A Cabeça do Santo”, uma proposta de releitura da obra homônima de Socorro Acioli, é o enredo que a Unidos da Tijuca aposta para potencializar a narrativa do brasileiro sertanejo e nordestino no carnaval de 2027. Entendemos que a Marquês de Sapucaí é um espaço de desmistificação de visões estereotipadas a respeito dos elementos culturais da identidade nacional. Vale salientar que o livro, sucesso de vendas, é uma narrativa de realismo fantástico escrita a partir de uma história que só poderia acontecer no Brasil. Uma estátua foi construída, nos anos 80, para homenagear Santo Antônio. Porém, a cabeça do monumento foi construída longe do corpo, e nunca chegou a ser colocada no lugar, deixando a obra inacabada. O fato logo gerou grande discussão entre os moradores do lugar. Foi no município de Caridade, interior do Ceará, que um acidente de percurso virou uma história que despertou curiosidade de várias partes do nosso país.

Utilizamos o mesmo realismo fantástico como fonte para propor uma nova narrativa para Samuel, respeitando os recursos de narrativa da obra de Socorro. No enredo, a história é territorializada em Caridade, lugar onde, de fato, aconteceu a história do santo sem cabeça e da cabeça sem santo. Inserimos elementos da cultura local que representam a devoção dos moradores ao padroeiro Santo Antônio, particularidade que permite uma aproximação da ficção com a realidade, gerando também pontos de identificação dos caridadenses com o desfile e a jornada de Samuel.

SINOPSE

Céu de sonhos e estrelas, incerteza e firmamento sobre a cabeça daquele homem. Samuel, nome de profeta, mas com a inquietude de um cão. No terreiro de casa, tentava adormecer suas memórias. Insônia desinfeliz ou devaneio acordado? Lembranças que rasgam o véu do tempo, uma infância vivida no coração do sertão nordestino. “Filho, vá encontrar o seu destino”, dizeres que ainda ecoam ao pé do ouvido. No fundo, sabia que teria herdado de Mariinha, sua mãe, os olhos pequeninos, e também a coragem. Vitalina malfalada: aos olhos do povo, desonrada, mas aos olhos de Deus, a sua vida se assemelhava ao calvário vivido por outras tantas Marias. Abandonada por um rosto sem nome, desceu à sepultura levando consigo a esperança de quem nunca deixou de acreditar. Sem muito entender, Samuel esfregava a vista e enxergava. Era a besta-fera em pessoa num enlace com a noiva beata. Desfelicidade do passado, o vazio, a desesperança: o que a vida queria lhe dizer?

Não era lá homem de muitas crenças. Era difícil continuar acreditando. Tinha apenas uma esperança: o relicário que ganhou de mainha. Estavam ali Santo Antônio, Padre Cícero e São Francisco, a tríade sertaneja da fé. Era a lembrança da promessa. Antes da partida, ela pediu que acendesse uma vela aos pés de cada um, como quem quisesse pagar uma antiga dívida, agora herdada por Samuel. Peregrinar até Caridade talvez fosse o único jeito de encontrar as respostas sobre o seu passado. Levando na mala a saudade do ontem, o jovem vaqueiro partiu sem saber do amanhã.

A estrada não seria fácil. Quanto mais longe ficava o seu Juazeiro, mais perto estaria da sua verdade. No bolso esquerdo, o endereço de poucas palavras. No mesmo lado do peito, o vazio. Trocava de pele como quem quisesse mudar de vida. O sopro quente do sol a pino já começava a enganar a sua mente. Entre as andanças, ficou face a face com um andarilho no sertão. Seria Jesus testando a sua fé? Dizem as línguas que o nazareno peregrina pelas estradas empoeiradas do Ceará em busca de um pedaço de pão. Ao adentrar a escuridão, viu seus próprios medos refletidos na figura do cramulhão. A imagem sem rosto que sempre teve do seu pai, a dor sem nome, o abandono. Vade retro, coisa ruim! Enfrentou os assombros, os monstros de que ouviu falar quando criança. Quase teve um passamento no coração! Nessa história mal contada, até a mula perdeu a cabeça. Ameaçou rezar, mas lembrou da descrença que lhe tomava. Naquela afobação, adormeceu, viu clarear o dia. Lembrou do tempo em que sonhava ver o mar, para saber se era mesmo verdade essa história de que a água era salgada. Naquele instante, tudo era miragem. Diacho, o sertão virou mar!

Entre paisagens e visagens, dias e noites, Samuel andou tanto que em algum momento desacreditou que um dia pudesse chegar. Olhou para os lados e avistou: Caridade. Talvez fosse exatamente o que ele precisava. Sua chegança gerou o maior zum-zum-zum, era uma ruma de gente amontoada nas janelas das casas. Eita, povo fuxiqueiro! Também se falava de um Santo Antônio sem cabeça, ou seria de uma cabeça sem santo? Muitas são as tentativas de explicar esse causo, mas a verdade é que talvez só Deus saiba o motivo de tamanha peleja. Histórias que só poderiam acontecer no Brasil. Esteve em frente à casa de sua avó, no velho endereço, mas viu a porta de seu reencontro com o passado se fechar. Já era noite, precisava descansar. Brilhos no céu estrelado anunciavam os festejos do padroeiro: treze dias de devoção para o famoso santo casamenteiro. Na igreja matriz, barraquinhas, ex-votos e anjinhos. O traje colorido das crianças se misturava às bandeirolas que caíam das estrelas. Era junho, mês em que a reza se fazia par da festa. O arraiá do povo! Como podia aquela gente acreditar tanto? O cansaço não lhe dava muito tempo para pensar. Ao avistar uma gruta silenciosa, deixou o corpo repousar. Mal sabia ele que era na cabeça do santo que o seu sono fazia morada.

Despertou de um sono profundo, entre choros, súplicas e lamentos. Um alvorecer de vozes. Em meio ao caos, um canto inebriante acordou os seus pensamentos. Seria ainda o delírio de um mar no sertão? Pois aquela voz soava como um canto de sereia, de alguém que já teria sentido um dia a brisa que vem das águas. Olhou à sua volta e não teve fé em tamanha ironia: o sujeito desacreditado morou por uma noite dentro dos pensamentos do santo. Que diacho aquelas vozes queriam falar? Se essa era mesmo a mente aperreada de Toinho, ele deveria estar de saco cheio. Também, quem mandou ser casamenteiro? Ora, devia ser um verdadeiro martírio a vida do santo naquele lugar. Coitado, não tinha nem descanso nem dignidade. Era submetido a diferentes castigos: escondido no congelador, deixado de cabeça para baixo dentro de um copo e, quando não atendia aos pedidos, arrancavam-lhe o menino Jesus dos braços como forma de punição. Era chantagem emocional em nível celestial.

Se a simpatia era porta aberta para todo tipo de gente, a cabeça virou um templo de confissões. De tanto acompanhar a novela das devotas apaixonadas e o penar de Madeinusa, a mais fervorosa das vozes, virou mensageiro do santo. Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia. E foi exatamente o que ele fez. Uma fila de mulheres se aprumou em frente à cabeça oca para escutar o que ele tinha a dizer. Já era praticamente um confidente delas. Sabia, pela sinfonia das vozes, o nome de cada um dos pretendentes e, juntando a fome com a vontade de comer, organizou casamentos como quem orquestrava um milagre. O altar de Caridade se encheu de véus e buquês. Um grande matrimônio popular!

Samuel não lembrava nem de longe aquele forasteiro liso que chegou à cidade. A fama, a bufunfa e o prestígio chegaram sob o jugo de Santo Antônio, como graça torta, dessas que se recebe sem nunca entender o preço. Mas tinha um buraco por dentro que nem toda fortuna do mundo dava conta de tapar. Um vazio danado, desses teimosos, que não obedecia nem a milagre. O bafafá sobre o cabra milagreiro só crescia. Seria ele um enviado dos céus ou um malandro aproveitador? Que heresia falar pelo santo sem nem ter fé na sua existência! Ou algo dentro de si teria mudado? Numa tomada de consciência, sentiu-se um grande pecador. Naquele dia, não fez atendimentos na cabeça. Greve do santo! Estava decidido a deixar tudo para trás e voltar para o seu velho Juazeiro.

Subiu ao Serrote e estava ali de frente com a estátua descabeçada. Procurou Padim Ciço, o milagreiro, lembrou da infância em sua terra natal. Viu São Francisco, o beato pregador, e foi como se passasse de novo por Canindé. Sentiu a presença de Mariinha e uma paz foi se espalhando no peito, feito chuva boa caindo em tempos de seca. Ali, no silêncio da própria alma, entendeu que aquela velha dívida enfim estava prestes a ser paga. Quando enfim se ajoelhou aos pés de Toinho, acendeu a última vela e desabafou sobre as sombras do passado, até ser surpreendido por uma voz: “Perdão, meu filho!” Oxe, agora o santo queria falar? Esfregou os olhos, custou a crer e viu um senhor cabrunco sair de dentro do corpo. “Eu não queria ter te abandonado, Samuel”, continuou a falar. A besta-fera agora tinha rosto: Manoel, seu pai. “É tudo culpa minha!”, revelou que, muito tempo atrás, mandou construir a cabeça maior do que deveria. Foi quando o filho abandonado percebeu que aquele era, na verdade, um cabra escambichado, carregado de culpa, e foi como se enfim se libertasse das injúrias do passado. Jurou nunca mais voltar ali, era hora da partida.

Samuel tinha se desfeito de tudo que conquistou com a ajuda do santo. Estava livre para voltar para casa, sua terra. Os pés se viraram para a estrada, quando ele ouviu novamente aquele canto de sereia como onda. Voltou atrás e finalmente encontrou Rosário. Reconhecia aquelas palavras: “Despedida. Coração. Mar. Saudade.” Entendeu ali que nem toda saudade precisa ser triste. O coração livre das sombras o fez abrir os olhos para a fé e a crença no amor. Lembrou de cada pedido recheado de devoção, da fé esculpida pelas mãos dos artesãos. Preces de barro, peito de couro, sonho talhado em madeira. O que um dia foi maldição para a cidade se transformou num grande símbolo de devoção.

“Você é o meu milagre, Rosário.” O milagre mora nas escolhas miúdas e nas grandes travessias, no amor que a gente decide sustentar mesmo quando tudo é aperreio, no perdão que desata nó antigo e devolve a esperança. Mora nas tradições que mantêm um povo de pé, firme como o chão do sertão, reinventando suas existências onde parecia não haver mais nada. Mora nas histórias que seguem sendo contadas. Histórias de gente teimosa, de gente que luta, que cai e levanta, que acredita, apesar de tudo, em dias mais bonitos, mais justos, mais vivos. Samuel entendeu que também fazia parte disso. Que sua caminhada não era só dele, mas de muitos que vieram antes e de tantos outros que ainda viriam depois. E que os milagres, estes moram na nossa coragem. Coragem de fazer diferente, de desafiar o destino já escrito, de romper com o que aperta e não deixa avançar. Coragem de escutar o próprio coração, mesmo quando se duvida que ele ainda more no peito. Coragem de partir, de recomeçar e até mesmo de ficar. Um povo que acredita é livre pra sonhar, e o tempo de sonhar é em cima da terra.

AGRADECIMENTOS

À Socorro Acioli e à Companhia das Letras; à Simone Tavares, à Sibelle Tavares, ao Junior Tavares, à Amanda Lopes, ao Matheus Belo e ao Thyago Belo; ao Mestre Chico Belo e ao Instituto Chico Belo; à Mestra Benedita Gomes; à Mestra Aucélia; à Mestra Maria do Ceo; ao Mestre Francisco Lopes e à Fundação Cultural Francisco Lopes; à Jamylly Souza e ao Carimídia; à TV Canindé; ao Pedro Mores, à Mariana Barros, ao Ivan Cangaço, ao Gustavo Fernandes e ao Kassyo Mikaelson; ao Padre Felipe Calisto e à Paróquia Santo Antônio, em Caridade; e ao Padre Gleidson Freitas e à Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Campos Belos, nosso mais profundo agradecimento pelo acolhimento, generosidade, apoio e confiança ao longo desta pesquisa. Cada encontro, gesto e contribuição ajudou a construir, fortalecer e manter viva a beleza desse percurso coletivo.

Viva Santo Antônio!

Enredo e Pesquisa: Lucas Milato, Leandro Thomaz e Thayssa Menezes

‘Praça Onze Maravilha’: emenda aprovada na Câmara garante pleno funcionamento da Cidade do Samba

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Foto: Fabio Motta/Prefeitura do Rio

A Câmara do Rio aprovou, na última quarta-feira, o projeto que vai permitir à Prefeitura tirar do papel o programa “Praça Onze Maravilha”, iniciativa que promete transformar toda a região do entorno da Marquês de Sapucaí. Nos moldes do Reviver Centro e do Porto Maravilha, o projeto prevê requalificação urbana, novos empreendimentos residenciais, áreas de lazer e intervenções estruturais, como a derrubada do Viaduto 31 de Março e a criação de um novo Boulevard do Samba.

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Em meio às mudanças previstas para a região que tem o carnaval carioca como protagonista, uma das mais de 60 emendas aprovadas pelos vereadores chama atenção justamente por tratar diretamente do espetáculo. De autoria do presidente da Câmara, Carlo Caiado (PSD), o texto determina que qualquer processo de reestruturação, modernização, transferência ou implantação de novos equipamentos ligados ao carnaval deverá garantir a continuidade integral das atividades da Cidade do Samba Joãosinho Trinta, que fica na Gamboa.

Na prática, a medida assegura que os trabalhos das escolas de samba não sejam interrompidos durante as obras do “Praça Onze Maravilha”, preservando a cadeia produtiva do carnaval e evitando impactos sobre milhares de profissionais que atuam nos barracões ao longo de todo o ano. A emenda também reforça a permanência da Cidade do Samba próxima ao Sambódromo, evitando que os barracões sejam afastados da região dos desfiles.

“Estamos falando de uma cadeia produtiva que movimenta milhares de empregos e mantém viva uma das maiores expressões culturais do Rio e do Brasil. Essa emenda busca garantir que, durante todo o processo de requalificação da região, os trabalhadores do carnaval não tenham suas atividades interrompidas e que o espetáculo siga acontecendo com a grandeza que o caracteriza. Também queremos assegurar que os barracões permaneçam próximos da Marquês de Sapucaí, para não prejudicar a logística das escolas de samba”, afirmou Carlo Caiado.

Presidente da União de Maricá é homenageado em sessão solene pelos 212 anos da cidade

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Foto: Diego Mendes/União de Maricá

O presidente da União de Maricá, Matheus Santos, foi homenageado com o título de Cidadão Maricaense durante a sessão solene em celebração aos 212 anos de Maricá no Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT) Prof. Zilca Lopes da Fontoura, no Centro. A honraria reconhece a contribuição do dirigente para o fortalecimento da cultura e do Carnaval da cidade, especialmente à frente da escola de samba que conquistou o acesso ao Grupo Especial. A homenagem foi entregue pela vereadora Kelly Bernardos, autora da indicação legislativa.

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Matheus Santos agradeceu a homenagem e destacou a importância de Maricá em sua trajetória. O presidente também fez questão de agradecer aos vereadores da cidade, em especial à vereadora Kelly Bernardos, responsável pela indicação.

“Receber esse título é uma honra enorme e aumenta ainda mais a minha responsabilidade com essa cidade que me acolheu e que aprendi a amar. Agradeço a todos os vereadores pelo reconhecimento e, de forma muito especial, à vereadora Kelly pelo carinho, confiança e pela lembrança do nosso trabalho. Seguiremos trabalhando para levar a cultura de Maricá para todo o mundo”, afirmou.

Carnavalesco da escola nos desfiles de 2025 e 2026, Leandro Vieira também recebeu o título de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados à cultura maricaense. Campeão da Série Ouro neste ano, o artista foi reconhecido pelo trabalho desenvolvido no desfile que marcou a ascensão da escola à elite do Carnaval carioca. A cerimônia reuniu autoridades, convidados e representantes do mundo do samba em uma noite de celebração e emoção.

Ao final da solenidade, a União de Maricá realizou uma apresentação especial que animou o público presente. Com muito samba no pé, integrantes da escola transformaram a cerimônia em uma grande celebração popular.

Mocidade anuncia calendário de disputa de samba-enredo e confirma superfinal no dia 05 de setembro

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Foto: Marcos Marinho/CARNAVALESCO

Mais uma vez, a Mocidade Independente de Padre Miguel promete transformar a escolha de samba-enredo em uma grande festa. A escola divulgou a primeira parte do calendário oficial do ciclo 2027 durante a leitura da sinopse do enredo “Latinamente Independente”, assinado pelo carnavalesco Jack Vasconcelos, e já confirma uma superfinal na quadra da Avenida Brasil.

Com a leitura da sinopse, a escola dá o pontapé inicial para a disputa de samba. Os compositores já se preparam para a próxima etapa que acontecerá em junho, com sessões de tira-dúvidas marcadas para os dias 22 e 30. Julho concentra mais dois encontros entre compositores e carnavalesco, nos dias 08 e 16, antes da entrega dos sambas no dia 25.

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A fase de eliminatórias de samba acontecerá em agosto. Como já é tradição na escola, as eliminatórias serão realizadas aos domingos, nos dias 09, 16, 23 e 29 de agosto, na quadra da Vila Vintém. E a grande final, com três sambas finalistas, está marcada para o dia 05 de setembro, na quadra da Avenida Brasil. A escola também divulgou a data do início dos ensaios de rua no dia 07 de novembro.

Com o calendário definido, a escola vai além de uma disputa tradicional e aposta numa superfinal com programação especial no Maracanã do Samba. O modelo já foi adotado pela Mocidade em edições anteriores e promete fazer mais uma vez a maior final de samba no carnaval. Em 2026, a programação contou com dois palcos e mais de 14 horas de programação para um público de 10 mil pessoas.

Veja o calendário:

Tira-dúvidas: 22 e 30 de junho, 08 e 16 de julho
Entrega dos sambas: 25 de julho
Eliminatórias de samba: 09, 16, 23 e 29 de agosto
Final de samba: 05 de setembro
Início dos ensaios de rua: 07 de novembro