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Grande Rio transforma viagem a Gana em base para o enredo e confirma final de samba inédita em um domingo

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Foto: Maria Estela Costa/CARNAVALESCO

Focados no Carnaval de 2027, a equipe da Grande Rio fez uma viagem enriquecedora a Gana, que deu origem ao enredo “Sankofa Tabon: Os Retornados da Costa do Ouro e a Estrela Negra da Liberdade”, idealizado pelo carnavalesco Antônio Gonzaga. Com o tema em mãos, a diretoria da Tricolor de Duque de Caxias projeta seu próximo passo: um retorno ao país, desta vez com a equipe de criação para expandir as pesquisas e os conceitos artísticos para o desfile. Em entrevista ao CARNAVALESCO, Thiago Monteiro, diretor de carnaval, destacou o impacto que a viagem trouxe para a agremiação:

“Foi uma experiência muito boa, muito enriquecedora para a gente. Tivemos a oportunidade de conhecer uma realidade que a gente não imaginava e que traz realmente uma força muito grande para a gente, uma certeza do caminho que a gente tá adotando. Não é só falar de Gana… a Grande Rio ter ido e conhecido mostra que a gente tá firme no que quer”, contou Thiago.

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O primeiro contato foi um momento institucional de reconhecimento, com a escola caxiense se conectando ao país escolhido. Atualmente, o planejamento é retornar para que a equipe de criação também coloque a mão na massa.

“A viagem que nós fizemos foi por uma finalidade específica. E agora a gente tá agendando para que a equipe de criação também possa ter essa mesma oportunidade”, disse o diretor.

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A agremiação foi uma das últimas do Grupo Especial a divulgar o enredo. Quando questionado, o diretor defendeu o cronograma da escola, que prioriza a certeza e a segurança à urgência.

“Não demorou, não. Foi no tempo certo. É melhor lançar o enredo certo do que correr e meter os pés pelas mãos. A gente tá muito seguro do que tá fazendo. A Grande Rio tem o cronograma dela, tem a forma de aprontar o carnaval dela e não é a primeira vez que a gente tem enredo lançado nessa época. A gente tá bem tranquilo com o que vai fazer e mais seguro ainda porque é um enredo que nos agrada bastante”, defendeu Thiago.

Além do enredo, a Grande Rio anunciou uma novidade na disputa de samba-enredo: a grande final será em um domingo à tarde, um formato inédito na história da agremiação, que visa ampliar a presença do público e garantir mais segurança.

“É algo inédito para a Grande Rio. A gente quer dar oportunidade para pessoas que não vão, não conseguem e não querem andar de madrugada, por ‘n’ motivos, possam estar com a gente também. Salvo engano, acho que não tem nenhuma outra escola do Especial nesse dia. Que todos do mundo do samba venham aqui para Caxias”, disse Thiago Monteiro.

A outra mudança é no formato do concurso que, neste ano, terá apenas três etapas de eliminatórias até a decisão do hino do próximo desfile. Thiago defende que a quantidade de etapas não interfere na potência de um bom samba.

“Samba bom é samba bom! Com uma disputa, com dez, com vinte, o samba bom é bom. A gente já sabe quando o samba é bom e quando ele rateia”, concluiu o diretor de carnaval.

‘Filme-escola de samba’: como o Salgueiro inspirou um clássico do cinema brasileiro

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Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO

De peruca vitoriana, vestidos exuberantes e pele negra reluzente, Xica pinta na tela. ‘Xica’, com X. Ali, pelo corpo de Zezé Motta e direção de Cacá Diegues, nasce a personagem emblemática, protagonista do filme homônimo que volta às telas dos cinemas brasileiros a partir de quinta-feira. O retorno foi marcado pela pré-estreia, com apresentação da bateria do Salgueiro e debate com Debora Butruce, Renata Almeida Magalhães e Luciano Vidigal, no Rio de Janeiro. O evento ocorreu em celebração aos 50 anos da obra e à releitura do emblemático desfile pelo Salgueiro em 2027, com o enredo “Laroyê, Xica da Silva: a história por trás da história”, firmando a relação histórica entre ambos.

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“Filme-escola de samba”. Era assim que Carlos Diegues se referia a Xica da Silva, de 1976. A obra foi inspirada pelo desfile emblemático do Salgueiro de 1963, concebido por Arlindo Rodrigues, que traz uma leitura inovadora da figura histórica Francisca da Silva de Oliveira. A primeira ‘Chica’, incorporada por Isabel Valença, foi responsável por popularizar e fundamentar o imaginário sobre a figura complexa de ‘Chica’ – negra, ex-escravizada, que enriqueceu por meio de sua união com o contratador José Fernandes de Oliveira, no Arraial do Tijuco, em Minas Gerais, no século XVIII.

Além da personagem-chave, o desfile foi o primeiro campeonato solo da história da escola e caracteriza o auge da Revolução Salgueirense, movimento de inovação estética e narrativa liderado por Pamplona, que destacou personagens negros e marginalizados sob um viés vitorioso, olhar discrepante do contexto racial do Brasil naquele momento. O impacto foi tamanho que Cacá nunca esqueceu o que foi apresentado na Avenida Presidente Vargas naquele domingo de carnaval.

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Assim, o diretor transformou o deslumbre pela festa em filme, 13 anos depois. O resultado é o clássico, considerado um dos filmes mais importantes do cinema brasileiro: uma obra que traz desbunde e liberdade visual, figurinos com riqueza de tecidos, texturas e estampas que fazem jus ao período colonial da trama e à exuberância dos corpos, assim como um desfile de escola de samba.

No entanto, as escolhas estéticas contrariavam o momento vivido pelo cinema brasileiro. Em plena Ditadura Militar, cineastas ligados ao Cinema Novo, como Cacá Diegues, renegavam os moldes “hollywoodianos” e prezavam uma linguagem cinematográfica mais “crua”, voltada ao realismo, à crítica social e à contenção visual. Cacá Diegues “rompe” com o esperado pelo movimento do qual era fundador e leva para as telas o oposto do dominante. Xica da Silva aposta no excesso e no humor para contar uma história que se desenrola no período da escravidão, fato que foi questionado pelos movimentos sociais. Para Debora Butruce, preservadora audiovisual responsável pela remasterização da obra para o digital, “o riso é uma ferramenta anárquica e revolucionária” na narrativa.

Esse formato molda também a personagem. Xica, uma mulher escravizada que usa o corpo como arma para conseguir o que quer, gargalha, debocha e convida o público a rir junto de suas travessuras. O olhar utilizado na narrativa gerou questionamentos da esquerda e do movimento negro pela forma como a personagem foi retratada, o que Cacá chamou de ‘patrulhas ideológicas’.

A produtora e parceira de Cacá Diegues, Renata Magalhães, oferece outra perspectiva: para ela, Xica da Silva foi de suma importância para o cinema brasileiro, em um momento em que a participação negra era ínfima. O filme abre espaço para um protagonismo negro raramente visto na época, desde as escolhas artísticas e visuais, como cores e maquiagem que valorizam a pele negra. O cuidado também está presente na direção de fotografia, assinada por José Medeiros, que tinha uma relação próxima com a comunidade negra. É um dos trunfos visuais do filme, preservados na restauração conduzida por Debora Butruce.

Em resposta aos questionamentos sobre o viés de Diegues, a resposta é simples: o diretor lutou para que o filme fosse às telas após ouvir de Luiz Severiano Ribeiro, fundador do grupo homônimo de exibidoras cinematográficas, que “filme com ‘preto’ não dá dinheiro”. E, assim, o filme se consagrou na cultura popular, levando mais de três milhões de espectadores às salas de cinema Brasil afora, na época.

Não é à toa que todos se encantaram pela ‘Xica’ de Zezé. Na tela, a atriz constrói uma corporeidade altiva e ousada, que o cineasta e afilhado artístico de Cacá Diegues, Luciano Vidigal, aproxima da força dos orixás e vê sua relação com o atual enredo do Salgueiro, ‘Laroyê, Xica da Silva’.

“Na própria Xica da Silva, a Zezé, em seu corpo e em seu olhar, remete aos orixás de maneira muito natural. Acho lindo esse encontro. Acho lindo o Salgueiro revisitar esse lugar, porque é necessário repetir essas narrativas, não apenas no Carnaval, mas também no cinema, para que continuem chegando ao imaginário das pessoas. Precisamos normalizar cada vez mais a figura dos orixás, e a arte tem que ser aliada a isso”, defendeu Luciano.

Renata reconhece que até mesmo a corporeidade que Zezé dá vida à personagem, sob direção de Cacá, tem como referência o Carnaval.

“Totalmente. Foi algo buscado desde o início. Quando o Cacá chama o Zé Medeiros para traduzir esse Carnaval na tela, ele tem consciência da potência daquele corpo negro. A Zezé já era atriz, e há referências à música do Jorge Ben e à coreografia que ela faz com o personagem de José Wilker, que continuam modernas até hoje. Colocar isso em um filme de época foi uma escolha consciente. O talento da Zezé é extraordinário, e o trabalho de maquiagem do Carlinhos Preto é uma obra-prima”, afirmou Renata.

A permanência de Xica da Silva no imaginário brasileiro também passa pela capacidade de renovar suas leituras. Se, em 1976, a personagem rompeu padrões de representação da mulher negra no cinema, em 2027 ela retorna à Sapucaí sob novas perspectivas. O enredo coloca a personagem como uma ‘pomba-gira’, mas também propõe desvendar a mulher por trás do mito a partir de novos achados históricos, como o testamento divulgado em 2025.

“Acho que precisamos urgentemente normalizar os orixás, assim como normalizamos muitos santos, principalmente os católicos. O Carnaval faz isso de forma muito necessária, e o cinema precisa ser aliado desse movimento. Quando você une cinema e Carnaval para trazer essa figura brasileira e coloca os orixás de forma natural dentro da dramaturgia, isso é urgente e necessário”, declarou Luciano.

Emanuel Lima e Thainara Matias seguem defendendo o 1º pavilhão da Acadêmicos de Niterói em 2027

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

Em busca do campeonato da Série Ouro e retorno ao Grupo Especial, a Acadêmicos de Niterói renovou com o 1º Casal de Mestre-sala e Porta-bandeira para o carnaval de 2027. Emanuel Lima e Thainara Matias seguirão defendendo o primeiro pavilhão da azul e branca da cidade sorriso na Marquês de Sapucaí.

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A dupla estreou na agremiação no carnaval de 2026 defendendo o primeiro pavilhão na estreia da escola no Grupo Especial. Para 2027, ambos também desfilarão como 2º casal da coirmã Unidos da Tijuca.

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Montando sua equipe para o retorno à Série Ouro, a escola já anunciou a chegada do intérprete Carlos Junior, o carnavalesco Tiago Martins e os coreógrafos da comissão de frente Claudia Simas e Vinicius Rodrigues. A Acadêmicos de Niterói será presidida por Hugo Júnior no próximo carnaval.

De volta à Mocidade, Jack Vasconcelos explica enredo latino e promete grande samba para o Carnaval 2027

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Foto: Mariana Santos/CARNAVALESCO

O enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel marca o retorno de Jack Vasconcelos à escola após seis anos, quando se despediu com impacto: ‘Elza Deusa Soares’ rendeu a melhor colocação da Mocidade no carnaval desde então, conquistando o terceiro lugar. Em 2027, a Estrela Guia de Padre Miguel apostará na identidade latina e no pensamento descolonizador com o enredo-manifesto “Latinamente Independente – ‘Nosso Norte é o Sul’ em Remanifesto”. Longe de Padre Miguel, o artista aprofundou uma marca que já carregava na carreira: transformar temas políticos e sociais em potentes narrativas carnavalescas. Passou pela Unidos da Tijuca (2022-2023) e pelo Tuiuti, onde permaneceu por três carnavais. Lá, resgatou a história escondida de João Cândido com ‘Glória ao Almirante Negro’, amplificou a luta LGBT+ com ‘Quem Tem Medo de Xica Manicongo?’ e desvendou o culto Ifá cubano com ‘Lonã Ifá Lucumi’.

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Agora, propõe a retomada do poder da América Latina por meio de uma visão carnavalizada. A ideia parte da obra América Invertida (1943), do artista uruguaio Joaquín Torres García, que também inspira a identidade visual do enredo. Ao inverter o mapa do continente, García desafia a ideia de que o Norte deve ser a referência do mundo e propõe um novo olhar sobre a América Latina, baseado na autonomia cultural e na valorização de sua própria identidade. Há quem considere o tema complexo ou até mesmo impopular. Jack discorda. Para ele, basta ligar a televisão para perceber que o debate proposto pela escola já faz parte da rotina dos brasileiros.

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“O enredo da Mocidade traz uma questão que as pessoas assistem diariamente no jornal. Nem preciso explicar muito, porque as notícias do dia a dia já explicam o enredo: a necessidade de falar da latinidade, da nossa importância, do processo que nos achatou econômica, cultural e socialmente. Há vários artistas na América Latina e no mundo falando sobre isso. Estamos vivendo um processo de transição de poder. A princípio, pode parecer um enredo não tão popular, mas acho que as pessoas o entendem logo de cara porque o sentem na pele diariamente”, refletiu.

O desfile chega à Sapucaí em um momento em que as relações entre os Estados Unidos e a América Latina voltam a ganhar força no debate público, colocando em questão políticas imperialistas e a hostilidade em relação à cultura latina. Para o carnavalesco, essa conjuntura reforça a atualidade do enredo, que promete “pôr o dedo na ferida”.

“O enredo toca na vida das pessoas. Toca na história de vida delas, no que nossos pais, avós e antepassados viveram. Nossa construção social e econômica passa por essas experiências de imperialismo e de achatamento. Então, dizer às pessoas que elas têm valor, que não precisam acreditar em tudo o que uma grande mídia quer que elas acreditem, que não precisam abrir mão dos saberes dos avós, das mães e pais de santo, dos babalorixás, dos mais antigos. Não precisamos abrir mão de quem somos. Não somos cafonas, como querem dizer. Somos coloridos, felizes, temos clima, natureza e referências que nos dão essa cor e essa alegria. Não precisamos ter vergonha disso”, afirmou.

É natural da grande festa do Carnaval o constante diálogo com questões políticas e sociais de sua época. Durante a Ditadura Militar (1964-1985), algumas escolas de samba embarcaram em enredos ufanistas ou que exaltavam o considerado “progresso” do país na época, conforme incentivava o regime. As que fugiam à “regra” chegaram até mesmo a sofrer censura em sambas e alegorias. Para Jack, as escolas de samba não apenas refletem o seu tempo, como também o questionam.

“As escolas de samba sempre refletem o seu tempo. É natural que tenhamos passado por um período de valorização do olhar de outras culturas sobre nós. Em alguns momentos históricos, a própria escola de samba foi usada como ferramenta dessa propaganda, pela potência que ela tem. Hoje podemos usar essa mesma potência para dizer às pessoas que a história não é bem assim, que elas podem pensar de outra forma e olhar as coisas por outro ângulo. É muito bom aproveitar esse momento em que o mundo está questionando a cultura, a economia, as finanças e o mercado para fazer um enredo que incentive as pessoas a valorizarem a própria cultura e a própria história. Essa é uma oportunidade de ouro que a Mocidade está tendo”, explicou.

Samba-enredo campeão

Não é segredo que uma grande sinopse de um bom enredo rende um bom samba. E pode-se dizer que os enredos assinados por Jack Vasconcelos foram muito bem embalados por canções potentes, como os hits ‘Lonã Ifá Lucumi’ (2026), de Claudio Russo, Gusttavo Clarão e Luiz Antônio Simas; e ‘Meu Deus, Meu Deus… Está Extinta a Escravidão?’ (2018), de Cláudio Russo, Moacyr Luz, Dona Zezé, Jurandir e Aníbal, que se tornaram clássicos para além da Sapucaí. Na própria Mocidade, ‘Elza Deusa Soares’ faz a comunidade de Padre Miguel ferver, seja na quadra ou no esquenta na Avenida. O talento dos compositores consegue desenvolver temas mais complexos como em um passe de mágica, e, para 2027, não será diferente.

“O compositor é um ser de outro planeta. Ele tem uma capacidade enorme de síntese e conhece os caminhos do nosso coração e da nossa mente. Sabe nos atingir de uma forma muito clara. Estou muito feliz porque a ala de compositores da Mocidade entendeu muito bem o que estamos propondo. Já estamos no processo de tirar dúvidas e tive acesso a alguns sambas. Fiquei muito feliz com a forma como as pessoas receberam a proposta. Foi quase uma sensação de libertação, porque ela toca em coisas que elas realmente viveram. Acho que a Mocidade virá com um grande samba. Vamos até ter dificuldade para escolher o melhor”, destacou.

A ideia para o próximo carnaval é dar continuidade ao caminho que Jack Vasconcelos vem consolidando: colocar na Avenida um tema político e pertinente por meio de um enredo bem desenvolvido, com um bom samba cantado com garra pelos torcedores e apaixonados pela folia. E, para ele, o que torna um samba “campeão” para contar um grande enredo é a sua autenticidade. O carnavalesco garante que é assim que o cenário está se desenhando para a Mocidade em 2027.

“Ele [o samba] precisa ser verdadeiro. Não pode recorrer a subterfúgios para agradar. É claro que determinados discursos agradam determinados grupos, mas o compositor precisa acreditar no que está escrevendo, porque a resposta vem. Quem fizer um samba de dentro para fora vai criar uma grande obra. E eles estão fazendo isso. A Mocidade virá com um samba maravilhoso, tenho certeza”, concluiu.

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Começou! Estácio de Sá inicia histórica disputa do samba-enredo do centenário para o Carnaval 2027

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Fotos: Júnior Azevedo/CARNAVALESCO

A Estácio de Sá iniciou a caminhada rumo à escolha do samba-enredo que vai embalar seu desfile no Carnaval 2027. Na noite desta sexta-feira, a escola apresentou oficialmente as 11 obras inscritas na disputa que irá definir o hino do enredo “Centenário do Berço do Samba: Onde o Samba Virou Escola e o Brasil se Fez Carnaval”, desenvolvido pelo carnavalesco Marcus Paulo e pela pesquisadora Cristina Silva. O tema celebra os 100 anos da agremiação, exaltando o legado da Turma do Estácio e a importância do bairro na consolidação das escolas de samba. Os sambas foram apresentados para a comunidade e para os segmentos da escola, dando início a uma disputa considerada por muitos como a mais importante da história da agremiação, justamente por definir a obra que marcará o desfile do centenário.

O presidente Edson Marinho ressaltou a importância da disputa e elogiou o nível das composições. “Toda disputa é muito importante, mas essa tem uma motivação muito maior. Os compositores se empenharam muito. Tivemos uma safra com 11 sambas, muito bonita. Tenho certeza de que a Estácio vai levar um grande samba para a Avenida”, declarou.

estacio presidente

Ex-integrante da ala de compositores, Edson também revelou que gostaria de estar concorrendo. “Fiquei muitos anos na ala de compositores e seria uma grande honra disputar o samba do centenário. Vejo muitos amigos compondo e tenho certeza de que a Estácio será muito bem representada”, afirmou.

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Autor do enredo comemorativo, o carnavalesco Marcus Paulo afirmou viver um momento especial na carreira e destacou a inspiração dos compositores.

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“É a disputa mais importante da história da Estácio e da minha também. Estou muito satisfeito com a safra. Vieram 11 obras muito bonitas. Os compositores assumiram bem essa responsabilidade. Hoje, muitas escolas estão encomendando samba e sempre com os mesmos grupos de compositores. Aqui tivemos uma disputa forte, com 11 obras. Acho que isso motivou muito a nossa ala de compositores”, disse.

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Os intérpretes oficiais da vermelha e branca, Diego Nicolau e Guto, também demonstraram entusiasmo com a qualidade da safra. Nicolau destacou que o enredo inspirou os compositores. “Sem dúvida, é uma disputa especial. A Estácio merece isso por parte dos compositores, e eles conseguiram alcançar a beleza e a poesia que a escola merece”, declarou.

estacio cantores

Guto acredita que a escolha ficará marcada para sempre na história da agremiação. “Tudo o que envolve esse ano é especial. A safra é muito boa e tenho certeza de que vai vencer o melhor samba, que vai embalar o centenário de uma forma especial. Todo mundo quer ter o samba do centenário da Estácio”, afirmou.

Responsável pela bateria “Medalha de Ouro”, mestre Chuvisco reforçou que a decisão exigirá muita análise da direção da escola.

estacio chuvisco

“É um ano que vai ficar marcado na história. Precisamos escolher um samba que fique eternizado, não só para o estaciano, mas para todo mundo do samba. Tem sambas muito bons, com características diferentes. Agora é analisar tudo direitinho para encontrar aquele que melhor se enquadra e fique na memória de todo estaciano e de todo sambista”, declarou.

Questionado sobre a expectativa da bateria, Chuvisco garantiu que os ritmistas aguardam apenas a definição.

“A bateria está pronta. Estamos esperando o resultado para sacudir a nossa comunidade, como sempre”, concluiu.

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Próximos passos da disputa

17 de julho – Primeira eliminatória
24 de julho – Segunda eliminatória
31 de julho – Semifinal
8 de agosto – Grande final

Instituto Celeiro de Bamba celebra quatro anos com homenagens e reforça impacto social na Vila Isabel

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Foto: Divulgação/Vila Isabel

O Instituto Celeiro de Bamba celebrou seus quatro anos de história com uma homenagem ao patrono da Unidos de Vila Isabel, Capitão Guimarães, ao presidente da escola, Luiz Guimarães, e ao presidente do Instituto Celeiro de Bamba, Pedro Gomes. O reconhecimento destacou o apoio dos dirigentes à consolidação de um projeto que, desde sua criação, já impactou mais de 5 mil pessoas e, somente neste ano, atende cerca de 2 mil alunos. Criado com o objetivo de promover inclusão social, formação profissional e valorização da cultura popular, o Instituto Celeiro de Bamba oferece gratuitamente atividades voltadas à comunidade. Entre elas estão oficinas de percussão, cavaquinho, samba, mestre-sala e porta-bandeira, capoeira, jiu-jítsu e treinamento funcional, além de cursos de adereços, corte e costura, marcenaria, ferragem, fibra de vidro e escultura, contribuindo para a formação de profissionais que movimentam o carnaval.

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Durante a homenagem, o patrono da Vila Isabel, Capitão Guimarães, ressaltou a importância de ampliar o alcance da iniciativa para beneficiar ainda mais pessoas.

“É muito importante conseguirmos mais recursos para ampliar ainda mais nosso trabalho, oferecendo reforço escolar, aulas de computação, inglês e tantas outras oportunidades. Isso realmente faz toda a diferença. Quando vemos a felicidade estampada no rosto das crianças, dos jovens e também dos adultos, temos a certeza de que estamos no caminho certo”.

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Idealizador e presidente do Instituto Celeiro de Bamba, Pedro Gomes relembrou os primeiros passos do projeto e destacou a importância da parceria com a Unidos de Vila Isabel para transformar a iniciativa em realidade.

“O nome do instituto foi sugerido pelo Luiz, e entendemos ser o maior sintetizador da nossa missão. Desde o início, contamos com o apoio do Capitão, que acreditou nesse sonho. Essas parcerias foram fundamentais para que chegássemos até aqui”.

Atualmente, o Instituto Celeiro de Bamba atende moradores do Morro dos Macacos e de diversas outras comunidades, ampliando o acesso à cultura, à educação e à qualificação profissional.

Encerrando a celebração, Capitão Guimarães reforçou o papel das escolas de samba na transformação social. “Escola de samba é, acima de tudo, uma escola. Não aprendemos apenas samba; aprendemos valores, disciplina, respeito, cultura, convivência e cidadania”.

Unidos de Bangu anuncia Crislin Andrade como nova musa da comunidade para o Carnaval 2027

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Foto: Divulgação/Unidos de Bangu

A Unidos de Bangu segue fortalecendo seu elenco para o Carnaval 2027 e anuncia a chegada de Crislin Andrade como a nova Musa da Comunidade da agremiação. Com uma história construída ao longo de 28 anos dedicados ao samba, Crislin chega ao pavilhão mais antigo da Zona Oeste trazendo experiência, paixão e uma trajetória marcada pelo amor ao carnaval. Criada na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ela fará da Unidos de Bangu o palco de um novo capítulo em sua caminhada, representando com orgulho a força da comunidade banguense.

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Sua trajetória começou ainda na infância, quando foi Rainha Mirim da Estrelinha da Mocidade. Ao longo dos anos, consolidou seu nome na Unidos de Padre Miguel, onde desfilou na ala das crianças, integrou a bateria, foi passista mirim, passista adulta e, posteriormente, musa da escola. Também brilhou como passista da Acadêmicos do Grande Rio e da Acadêmicos do Salgueiro, além de ter ocupado o posto de Rainha de Bateria da Imperadores Rubro-Negros.

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Agora, vestindo o vermelho e branco da Unidos de Bangu, Crislin assume a missão de representar a comunidade com dedicação, elegância e muito samba no pé.

Antes de voltar à Sapucaí, ‘Xica da Silva’ reúne Salgueiro, Zezé Motta e cinema brasileiro em noite histórica

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Foto: Thaynara Andrade/Divulgação Salgueiro

O Acadêmicos do Salgueiro participou, na noite desta segunda-feira, da pré-estreia da versão restaurada do clássico “Xica da Silva”, de Cacá Diegues, realizada no Rio de Janeiro. O evento reuniu a protagonista Zezé Motta, integrantes da equipe do filme, convidados e representantes da cultura brasileira para celebrar os 50 anos de uma das obras mais importantes do cinema nacional. Representando a escola que levou Xica da Silva para a Avenida antes mesmo de ela chegar às telas, o Salgueiro participou da festa com integrantes de seus segmentos e uma apresentação antes da exibição do filme, reafirmando a ligação histórica entre o desfile de 1963 e o longa-metragem lançado em 1976.

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Foi na Avenida que a história de Xica ganhou uma nova dimensão. Em 1963, o Salgueiro apresentou o enredo “Xica da Silva”, um desfile considerado um divisor de águas na história do Carnaval brasileiro. A leitura inovadora da personagem contribuiu para popularizar sua trajetória e ajudou a consolidar a estética que, anos depois, influenciaria a construção visual do filme dirigido por Cacá Diegues.

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Mais de seis décadas depois, a escola volta a colocar Xica no centro de sua narrativa. Em 2027, o Salgueiro levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “Laroyê, Xica da Silva: a história por trás da história”, propondo uma releitura da personagem a partir de novas pesquisas históricas, entre elas o testamento de Xica da Silva, documento que revelou aspectos pouco conhecidos de sua trajetória e permitiu resgatar a mulher por trás da lenda.

O carnavalesco Jorge Silveira destacou que o reencontro entre o filme e o Salgueiro acontece em um momento especialmente simbólico. “É emocionante ver o cinema e o Carnaval se encontrando novamente por meio de Xica da Silva. O filme eternizou uma personagem que o Salgueiro ajudou a apresentar ao Brasil sob uma perspectiva inovadora. Agora, voltamos a essa história com novas pesquisas e um novo olhar, buscando revelar a mulher real por trás da personagem que atravessou gerações. Estar nesta celebração é reafirmar que essa história continua viva”.

A participação da Academia do Samba na pré-estreia reforça a conexão entre duas expressões fundamentais da cultura brasileira. Cinquenta anos após conquistar o cinema e 64 anos depois de revolucionar a Avenida, Xica da Silva segue inspirando novas narrativas e o Salgueiro continua fazendo parte dessa história.

Jorginho do Império é o novo presidente de honra do Império Serrano

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Foto: João Santos/Império Serrano

Com a eleição de Paula Maria para presidência do Império Serrano, no triênio 2026-2029, Jorginho do Império foi alçado ao posto de presidente de honra. Ele destacou a importância da união para o futuro da escola. O novo presidente de honra afirmou que há muito tempo não via a quadra tão cheia em uma Assembleia Geral e classificou o momento como um sinal da força da comunidade imperiana.

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“Hoje eu vi o Império Serrano que aprendi a amar. Ver essa quadra cheia de imperianos mostra que ainda existe esperança e vontade de fazer a nossa escola voltar a vencer. O Império só será forte se estivermos unidos. Tenho certeza de que, com essa diretoria e com a participação da comunidade, vamos escrever um novo capítulo da nossa história”, destacou Jorginho.

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Em 2027, o Império Serrano será a sexta escola a desfilar no sábado, 6 de fevereiro, pela Série Ouro, na Marquês de Sapucaí.

Gravidez de Rafaela reforça união na Mocidade: Diogo destaca parceria, e Jack Pessanha apoia nos ensaios durante período

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Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO

A gravidez da porta-bandeira Rafaela Theodoro marcou o início da preparação da Mocidade Independente de Padre Miguel para o Carnaval 2027 com uma demonstração de planejamento e união. Com o nascimento do bebê previsto para dezembro, a escola definiu que a experiente porta-bandeira Jack Pessanha dividirá a preparação ao lado do mestre-sala Diogo Jesus durante o período em que Rafaela precisará se afastar dos ensaios. A decisão foi tomada em conjunto entre o primeiro casal e a direção da agremiação, garantindo a continuidade do trabalho sem comprometer a evolução da dança.

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Diogo contou ao CARNAVALESCO que recebeu a notícia da gravidez com muita alegria e ressaltou a importância do momento para a parceira.

“Recebi essa notícia através dela e da escola. Foi algo que marcou muito positivamente. Sou pai de duas meninas e sei o quanto isso alegra a vida da gente. A Rafa merece muito viver esse momento”, afirmou.

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Segundo o mestre-sala, a escolha de Jack partiu da própria Rafaela e foi imediatamente acolhida pela equipe.

jack rafa mocidade

“Prezo muito pelo bem-estar da equipe. Nada melhor do que a Rafa dar a opinião dela sobre quem poderia assumir esse papel. Ela trouxe o nome da Jack, acolhemos a ideia prontamente e a escola também. A Rafa precisa estar tranquila e segura psicologicamente, e ninguém melhor do que uma amiga dela para assumir esse posto”, explicou.

O trabalho conjunto já começou. Diogo revelou que Jack participa das aulas e dos bastidores da preparação desde o início.

“Ela já está integrada ao processo com a nossa equipe. Vai participar de toda essa preparação até o Carnaval. Estamos unidos, focados no objetivo e tenho certeza de que tudo vai dar certo”.

Sonho realizado e preparação com acompanhamento médico

Rafaela revelou que a descoberta da gravidez foi inicialmente uma surpresa, já que o casal vivia intensamente a preparação para o desfile de 2027.

“Primeiro levei um susto porque não era algo planejado para este momento. Depois que assimilei tudo, fiquei muito feliz. Não tem como não ficar feliz”, garantiu.

Ela destacou que o apoio recebido pela Mocidade foi determinante para transmitir segurança durante toda a gestação.

“Quando contei para a escola, me senti ainda mais confiante pelo carinho, pela sensibilidade e pelo suporte que recebi. Isso me dá segurança para exercer os dois papéis: ser mãe e porta-bandeira”.

A porta-bandeira explicou que segue uma rotina cuidadosamente acompanhada por profissionais de saúde para continuar dançando sem colocar a gestação em risco.

“Logo procurei minha médica para saber se estava tudo bem. Hoje tenho uma equipe de profissionais, com personal especializada em gestantes, além de pilates, hidroginástica e yoga. Tudo é pensado para que eu possa continuar trabalhando com segurança. A prioridade sempre será a saúde do bebê”.

Planejamento prevê retorno nos ensaios técnicos

Com o nascimento previsto para dezembro, Rafaela detalhou como será o cronograma até o desfile.

“Como a escolha do samba acontece no início de setembro, todo o planejamento começa desde aí. Vamos entrar no universo do enredo, desenvolver a coreografia e, quando eu precisar me ausentar, a Jack assume os ensaios de rua ao lado do Diogo. A expectativa é voltar já para os ensaios técnicos, em janeiro”, programou Rafaela.

jack diogo mocidade

A escolha de Jack, segundo Rafaela, levou em consideração não apenas a amizade entre as duas, mas também a experiência necessária para manter o nível de apresentação da escola.

“Precisávamos de alguém experiente, no mesmo nível, para manter o padrão de trabalho. A Jack é uma grande amiga, uma porta-bandeira muito experiente e tenho certeza de que a comunidade vai se apaixonar por ela. Em um ambiente onde muitas vezes existe rivalidade, estamos mostrando que duas amigas podem trabalhar juntas pelo mesmo pavilhão”.

Embora veja diferenças de estilo entre as duas, Rafaela acredita que isso pode enriquecer o trabalho do casal.

“Eu sou mais tradicional e a Jack é um pouco mais irreverente, mas ela também tem uma base muito forte da tradição. Isso acaba sendo um desafio positivo para o Diogo e amplia as possibilidades da nossa dança”.

Jack celebra oportunidade e destaca sintonia com Rafaela

Fora dos desfiles na temporada passada, Jack Pessanha recebeu o convite da Mocidade com emoção.

“Senti uma emoção muito grande porque tenho um carinho enorme pela Rafa há muitos anos. Fiquei imensamente feliz. Vamos trabalhar juntas da melhor forma possível, com muita união”.

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A porta-bandeira acredita que a semelhança entre os estilos facilitará a adaptação ao lado de Diogo.

“A Rafa tem uma dança muito solta, leve, e eu também. Acho que essa é a nossa principal semelhança. Isso vai ajudar bastante na adaptação com o Diogo, já que será um trabalho pensado para manter a identidade da apresentação”.

Sem compromisso com outra escola em 2027, Jack afirmou que está totalmente dedicada ao projeto da Mocidade.

“Estou fora do carnaval em outras escolas e agora tenho essa oportunidade de fazer esse trabalho na Mocidade. Estou muito feliz por fazer parte desse momento”.

A preparação do primeiro casal da verde e branca segue normalmente, com Rafaela participando de toda a fase de estudos e construção da apresentação até o período em que precisará se afastar para o nascimento do bebê. O planejamento elaborado pela escola busca garantir a continuidade do trabalho e preservar o alto nível da dança que será apresentada na Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2027.