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Tudo mudou! Olhando para o futuro, Imperatriz Leopoldinense apresenta projeto envolvendo digital, social e sócio-torcedor

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Em uma ação inédita, a Imperatriz Leopoldinense apresentou seu projeto para o Carnaval de 2022, em uma coletiva de imprensa, na noite desta sexta-feira, feita de forma virtual pela TV Imperatriz, projetando não apenas o desfile, mas também os projetos para áreas sociais, digitais e o programa de sócio-torcedor da verde e branco de Ramos. A escola anunciou também que Bruno Ribas chega para formar o trio de intérpretes com Arthur Franco e Preto Joia. Wagner Araújo, que por anos foi diretor da agremiação, não foi anunciando como integrante da equipe para o próximo desfile.

“Estamos reunidos para falar do futuro e de esperança projetando o próximo carnaval. Vamos viver um novo mundo digital na Imperatriz. Teremos o portal Leopoldinense, a boutique online. Tivemos um avanço imenso na área digital. Nosso ensaio vai passar para sexta, como foi pedido por todos”, disse a presidente Cátia Drumond.

trio imperatriz

Após os discursos iniciais, o casal Thiaguinho e Rafaela dançou com a nova bandeira da escola. Agora, o pavilhão Leopoldinense leva as iniciais L.P.D em referência ao ex-presidente Luiz Pacheco Drumond, que faleceu no ano passado.

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“A homenagem na bandeira para o Luizinho Drumond, meu pai, com as iniciais LPD é o momento mais emocionante para toda família Imperatriz e espero que sua força continue a nos conduzir rumo ao sucesso”, afirmou Cátia Drumond.

A escola apresentou também seu novo brazão. Assim, a verde e branco unificou sua identidade visual.

“O dia é um marco para um novo rumo da Imperatriz. Precisa de uma nova cara, um novo rosto. Foi um trabalho democrático dentro da escola. Todo mundo deu sua opinião e conseguimos alcançar um rosto final que sintetiza tudo de bom que ocorreu no passado, remetendo glórias e títulos, mas que também vai mostrar um cara moderna e nova, o que a Imperatriz quer para o futuro”, disse João Felipe Drumond, membro da diretoria executiva.

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Em maio, a escola abrirá inscrições para suas alas da comunidade. Será feita uma segunda chamada para quem desfilou em 2020. O processo será virtual e o componente poderá ficar de casa, mas passando a pandemia também será aberta a possibilidade presencial. Todo componente gresilense da ala da comunidade terá sua carteirinha digital.

“O acolhimento ao componente é muito bacana. Para 2022, nós estamos com planejando bem detalhado, a nossa carnavalesca está desenhando, o roteiro já foi aprovado”, explicou Marquinhos Fernandes, diretor de carnaval.

Ações sociais durante o ano inteiro

João Felipe Drumond anunciou um programa de entrega de cestas básicas para os segmentos da verde e branco.

“A gente trabalha o ano inteiro para o desfile, mas não podemos esquecer das pessoas que tornam o sonho da avenida possível. É o nosso povo. Todos os segmentos da escola vão ser abraçados no nosso programa de cestas básicas. Será mensal. Cada mês teremos um segmento atendido. Também estamos abraçando nossos funcionários do barracão”.

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Segundo João Felipe, a escola também fará outras ações sociais com sua comunidade.

“No mês de abril, se a pandemia permitir, vamos lançar um curso introdutório da casal de mestre-sala e porta-bandeira. “Vamos abraçar os jovens e colher os frutos lá na frente. Também formulamos um projeto para que os jovens iniciem na nossa bateria e está previsto para começar no mês de junho. Pretendemos lançar também um calendário social com ações durante o ano inteiro, como atividades na Páscoa, Dia da Consciência Negra, Dia do Samba, Natal e outros”.

Fora dos ensaios tradicionais, a Imperatriz terá o Botequim da Coroa, que pretende chamar os segmentos da escola para relembrar sambas antigos, inclusive, convidando outros sambistas.

“A ideia do Botequim é também para deixar o carnaval vivo”, comentou o vice-presidente Vinicius Drumond.

Paraíso do Tuiuti anuncia nova rainha de bateria

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Acabou o mistério. O Paraíso do Tuiuti já tem uma nova rainha de bateria. A escolhida é “prata da casa”: é a empresária e cirurgiã dentista, Thay Magalhães. A beldade desfila na azul e amarelo de São Cristóvão há três anos como destaque de carro, passando agora para o posto mais cobiçado do carnaval.

“O Tuiuti sempre despertou minha atenção por causa dos enredos fortes, de cunho social. O primeiro ano que desfilei foi em 2018, naquele ano em que a escola emocionou a Avenida sendo considerada a campeã do povo. Desde então, fiz grandes amizades, fiquei apaixonada, e não saí mais. Eu costumo dizer que foi amor à primeira vista. Eu faria minha estreia como musa em 2021, mas, por causa da pandemia, tive que adiar esse sonho. Inesperadamente, surgiu o convite do presidente Thor para poder estar à frente da bateria e eu, claro, aceitei. É um desafio e tanto, mas com dedicação, carinho e muita humildade faremos um desfile do jeito que a minha Tuiuti merece”, afirmou a nova rainha.

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Acostumada a desfilar nos carros alegóricos, Thay confessa que não vê a hora de pisar pela primeira vez no chão da Avenida e iniciar os ensaios com a bateria SuperSom, de Mestre Marcão.

“A pandemia ainda não acabou e precisamos não só nos cuidar, mas cuidar de todos à nossa volta. Tenho muita vontade de ajudar a comunidade neste momento tão conturbado e, depois que estivermos protegidos, vamos cair no samba juntinhos. Não vejo a hora de sambar com as passistas, pedir bênção para velha-guarda, para as baianas. Vou ser uma rainha presente! Cheguei para somar!”, disse Thay.

A nova majestade posou para um ensaio carnavalesco com figurinos do renomado estilista Henrique Filho, que assinou fantasias para Luma de Oliveira, Sabrina Sato, Juliana Paes, Paola Oliveira e muitas outras famosas. As fotos são de Danillo Fernandes, diretor de fotografia do “Nosso Camarote”. A maquiagem foi de Lucas Luz, profissional responsável por cuidar da beleza de estrelas como a já citada Juliana Paes, Anitta, Luisa Sonsa, Boca Rosa, Aline Riscado, entre outras.

Série ‘Harmonia em Jogo’: o trabalho da Estação Primeira de Mangueira com a comunidade e o carro de som

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A próxima parada da série “Harmonia em Jogo” é na Estação Primeira de Mangueira. O time é comandado por Renato Kort, juntamente com Alemão do Cavaco, diretor musical da escola. Sabemos que em cada agremiação o trabalho funciona de forma diferente. Não é diferente na Verde e Rosa.

“O trabalho da escola ao que é referente a participação do segmento é feito pela união de todos, alas técnicas (que são três: Periquitos, Só para quem pode e Boêmios) juntamente com a coordenação de comunidade e a vice-presidência de eventos da escola”, disse o diretor de harmonia.

No carro de som, Alemão do Cavaco usa um método que sempre dá certo.

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“Eu alinho a equipe do carro de som, logo após o carnaval. Primeiro é feito um trabalho técnico individualmente. Em seguida, nas disputas do samba, são utilizadas as cordas e dois cantores por fora para ficarem como o apoio. Após essa etapa, são feitos ensaios separados, no estúdio, para alinhar nota por nota, o que esperamos do samba, com partitura padronizada. Começamos em julho e agosto vamos até a concretização do trabalho na Avenida”, contou o diretor musical.

* LEIA AQUI: o trabalho referência da Mocidade

Alemão também falou sobre o som da Avenida Marquês de Sapucaí e o julgamento do quesito Harmonia.

““Diferente de São Paulo, o sistema de som é colocado na semana. Não conseguimos fazer o teste ideal. O nosso trabalho é um conjunto com a harmonia, a magia do componente com a escola. Portanto, é necessário entender que o quesito Harmonia não deve ser julgado somente pelo carro de som ou pelo o canto da escola”, declarou o diretor musical.

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Os ensaios de rua e de quadra são a estrutura fundamentais para um bom desfile e disso a Mangueira sabe bem. O diretor de harmonia afirma ainda que são exaustivos, porém, são necessários.

“Temos os ensaios comerciais aos sábados e os de canto depois que sai o samba do ano em datas específicas. Ambos são muito bons e ajudam na preparação do desfile. Os  componentes participam ativamente de ambos é muito prazeroso. Os ensaios de rua são feitos em uma área próxima à comunidade, bem ampla e com as medições corretas de desfile, metragem, posição de cabine, saída e entrada da bateria e geralmente todas as alas estão juntas. O mangueirense ensaia com garra e afinco. A comunidade desce para nos ver e nos apoiar, para nós o ensaio é uma forma crescente e para correções, acertamos os ponteiros. “O canto é exaustivamente ensaiado com o maior prazer pela comunidade e por quem se junta a nós. Na Mangueira não cantamos somente, ali toda comunidade se coloca à disposição de ouvir e de opinar. O nosso componente, mais do que suor, nos dá lágrimas, é como e fosse uma religião, um elo de amor”, pontuou Renato Kort.

Aguardando a volta aos trabalhos, no próximo carnaval, Renato Kort, fez questão de ressaltar que sempre será seguido os protocolos e normas das autoridades.

“A presidência da escola irá retornar suas atividades depois que for autorizado a abertura pelo nosso poder público, juntamente com todos os protocolos a serem seguidos e
todas as pessoas vacinadas”, completou o diretor de harmonia.

Cláudio Vieira: ‘Luma e as panteras cotós’

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Quem deu a ideia foi a madrinha, que também era rainha da bateria da Tradição, Luma de Oliveira. Como havia se prontificado a custear as fantasias dos 300 ritmistas, ela também se achou no direito de escolher o figurino: a temível onça preta, símbolo da fauna da Amazônia. O enredo para o Carnaval de 1998 era “Viagem fantástica ao Pulmão do Mundo”, do carnavalesco Orlandinho Jr. E foi neste desfile que a modelo lançou a coleirinha com o nome do marido, Eike.

Os ritmistas adoraram o figurino mas, somente na hora do desfile, já posicionados na concentração, foram informados de que, para ficarem completas, as panteras deveriam usar um rabo.

Enquanto os funcionários do barracão distribuíam os 300 rabos para serem encaixados nos colchetes de pressão, vários batedores protestaram, recusando-se a usar o complemento comprometedor. E ficavam mais irritados ainda, quando passavam sambistas de outras
Escolas, provocando:

– Gostei do rabo…

Uma comissão de ritmistas resolveu protestar com o Mestre Dacopê, alegando que já estavam sendo ridicularizados antes de a Escola entrar na Avenida. Mas o diretor se manteve irredutível:

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– Vocês vão ter que fazer um sacrifício. Sem rabo a fantasia fica incompleta e a gente vai perder pontos – justificou.

Timbira, que tocava o surdo de primeira marcação, resolveu interpelar o mestre:

– A gente só vai botar o rabo se você botar também.

Dacopê abriu os braços, lamentando:

– Bem que eu gostaria de ser solidário, mas o meu figurino é outro. Eu venho de domador.

Os 300 rabos foram abandonados junto ao mangue.

Luto na Portela! Morre fundador da Filhos da Águia

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A diretoria da Portela lamenta informar o falecimento de Osni José do Nascimento, de 73 anos, conhecido carinhosamente por Nil, terceiro filho de Natal.

Por conta do aumento de casos da Covid-19, não haverá velório. O enterro do corpo será nesta sexta, 12 de março, às 10h, no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte da Cidade.

O portelense deu entrada no hospital no dia 13 de fevereiro, passou por um procedimento e teve alta. Quatro dias após começou a apresentar sintomas de Covid-19 e precisou ser internado novamente. Em pouco tempo o estado de saúde de Nil se agravou e o sambista não resistiu as complicações da doença e morreu nesta quinta-feira, 11 de março.

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O sambista não deixa esposa nem filhos. Nascido e criado em Madureira, bairro onde mora sua eterna paixão, a Portela, foi lá que o sambista se despediu. Apaixonado pela Azul e Branca, Nil passou por diversos cargos na Majestade do Samba, entre eles, diretor da Ala dos Universitários.

Osni foi idealizador e fundador da escola mirim Filhos da Águia, em 2001, e foi ainda o primeiro presidente da agremiação.

Já fez parte do Conselho da Portela e foi diretor do Departamento de Patrimônio, no início da gestão Portela Verdade, cargo que ocupou de 2013 a 2015.

O presidente Luis Carlos Magalhães, o vice-presidente Fábio Pavão e toda a diretoria da Portela lamentam o falecimento e se solidarizam com seus familiares e amigos.

Beija-Flor nega ter dado camisa do enredo de 2022 para o presidente Jair Bolsonaro

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Uma imagem do presidente Jair Bolsonaro com a camisa do enredo da Beija-Flor de Nilópolis para o Carnaval de 2022, “Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor”, mexeu com os sambistas nas redes sociais. No país polarizado, houve elogios e reclamações. A escola informou que “não enviou camisetas da escola de samba a autoridades públicas, uma vez que as atividades da instituição são exclusivamente culturais”.

Veja abaixo a nota completa da Beija-Flor:

“A Beija-Flor de Nilópolis informa sua legião de apaixonados que não enviou camisetas da escola de samba a autoridades públicas, uma vez que as atividades da instituição são exclusivamente culturais. Imagens com teor político não têm caráter oficial da instituição. Destacamos ainda a nossa tradição de respeito máximo às lutas por igualdade entre os brasileiros, de todas etnias e pluralidades, conforme reforçado pelo nosso enredo “Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor”.

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Gabriel David, empresário e conselheiro da escola, também se pronunciou nas redes sociais. Veja o post abaixo:

Em 2003, a Beija-Flor foi campeã com o enredo “O Povo Conta a sua História: Saco Vazio Não Pára em Pé. A Mão que Faz a Guerra Faz a Paz”. Na época, o presidente Lula foi homenageado na última alegoria da escola e até recebeu uma camisa alusiva ao enredo. Depois, a amizade entre o ex-presidente e o intérprete Neguinho da Beija-Flor terminou. O cantor explicou o caso em uma entrevista no programa “Conversa Com Bial”, feita em 2019.

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“O Boca Nervosa fez uma sátira e eu gostei. Cantei junto com ele e tinha uma sobrinha com celular gravando. Quando foi 5h30, o celular toca e era a Benedita da Silva: ‘O que você arrumou com o Lula”. Após isso, Neguinho disse que Lula não aceitou as desculpas pelo vídeo.

Portela faz feijoada delivery neste sábado

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A próxima edição da ‘Feijoada da Portela em Casa’ será realizada neste sábado, 13 de março, com opção de delivery e drive thru. Para garantir a refeição é necessário fazer o pedido antecipadamente pelo site www.sociosdaportela.com.br/feijoada

A escola preparou três combos especiais de feijoada. Um que vem com uma lata de cerveja Praya e um copo personalizado da Majestade do Samba. Há outro combo que inclui a recém-lançada Caipirinha da Portela e o terceiro que inclui copo  personalizado, cerveja Praya, Caipirinha da Portela, camisa oficial do enredo e máscara anti-Covid-19.

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Aqueles que optarem pelo drive thru, devem fazer a retirada do pedido na quadra da escola (Rua Clara Nunes 81, Madureira), a partir do meio-dia.

Área de cobertura do delivery

– Região Central do Rio de Janeiro
– Zona Sul
– Barra da Tijuca
– Zona Norte (Tijuca, Grajaú, Maracanã, Vila Isabel e São Cristóvão, Rio Comprido e Praça da Bandeira)
– Madureira e bairros adjacentes (Oswaldo Cruz, Bento Ribeiro, Rocha Miranda, Marechal Hermes, Turiaçu, Vaz Lobo, Irajá, Vicente de Carvalho, Campinho, Vila Valqueire, Praça Seca, Cascadura, Piedade, Quintino, Abolição, Pilares, Engenho de Dentro Méier, Cachambi, Del Castilho, Penha, Vila da Penha e Olaria).

Serviço:
Feijoada da Portela em Casa
Data: Sábado, 13 de março
Horário: A partir das 12h
Opções de combo:
Combo 1 (retirada na quadra): R$ 50 (feijoada + lata de cerveja Praya 269 ml + copo da Portela)
Combo 1 (delivery): R$ 50 (feijoada + lata de cerveja Praya 269 ml + copo da Portela)
Combo 2 (retirada na quadra): R$ 75 (feijoada + Caipirinha da Portela 250ml + lata de cerveja Praya 269 ml + copo da Portela)
Combo 2 (delivery): R$ 75 (feijoada + Caipirinha da Portela 250ml + lata de cerveja Praya 269 ml + copo da Portela)
Combo 3 (delivery): R$ 140 (Feijoada + Caipirinha + Cerveja + Copo + Camisa do enredo 2021 + máscara anti-Covid-19)
Combo 3 (retirada na quadra):  R$ 140 (Feijoada + Caipirinha + Cerveja + Copo + Camisa do enredo 2021 + máscara anti-Covid-19).
Importante: Os pedidos devem ser feitos antecipadamente pelo site www.sociosdaportela.com.br/feijoada. Valor do frete: R$ 10. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito (com parcelamento em duas vezes) ou boleto bancário (deve ser pago até três dias antes).

Câmara aprova o Carnaval como direito de todo cidadão do Rio de Janeiro

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A Câmara dos Vereadores aprovou na terça-feira o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município incluindo o carnaval na lista de direitos culturais que o poder público tem o dever de garantir. Com isso, o apoio e o incentivo ao carnaval passam a ser um direito cultural de todo cidadão carioca. O projeto vai agora para sanção do prefeito Eduardo Paes.

“Reconhecer o carnaval como direito é reconhecer o direito à celebração da vida. É essa celebração que faz da nossa cidade um terreiro de resistências fantásticas sempre a nos dizer: outro futuro é possível”, afirmou o vereador Tarcísio Motta (PSOL), que assinou a autoria do projeto com os vereadores Thiago K. Ribeiro (DEM), Veronica Costa (DEM), Jorge Felippe (DEM), Carlo Caiado (DEM), Prof Célio Lupparelli (DEM), Vera Lins (Progressistas), Cesar Maia (DEM), Dr. Marcos Paulo (PSOL), Teresa Bergher (Cidadania), Reimont (PT)e Zico Papera (Republicanos).

Segundo o projeto, a Prefeitura não fica obrigada a aportar recurso financeiro, mas assegura ter o carnaval como direito fundamental do carioca, como acontece em São Paulo, Belo Horizonte e outras cidades.

carnaval direito

O vereador Tarcísio Motta falou sobre o futuro do carnaval no Rio de Janeiro.

“Sabemos que este ano, escolas de samba e a maioria dos blocos não desfilaram em respeito à vida e muitos estiveram engajados em redes de apoio às suas comunidades. Mas ano que vem, se as condições de saúde pública permitirem, vamos ter um imenso carnaval, com arte, alegria e direito à cultura. Que possamos, em breve, estar juntos, vacinados e celebrando a vida em meio aos confetes e serpentinas que tão bem vestem nossa cidade”.

Raissa de Oliveira e Thiago Diogo contam histórias curiosas que viveram no carnaval

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Um papo diferente entre dois sambistas. Na noite desta quarta-feira, o site CARNAVALESCO fez mais uma edição da live “A sirene tocou” recebendo mestre Thiago Diogo e a rainha de bateria da Beija-Flor, Raissa de Oliveira. A proposta era contar histórias de bastidor.

Ao falar de 2011, quando a Beija-Flor homenageou o Rei Roberto Carlos, Raissa lembrou de um tombo que levou na Marquês de Sapucaí.

“Parecia que todo mundo estava caindo na pista em 2011. O mais engraçado é que estávamos saindo do setor 1, cai e levantei muito rápido. Óbvio que todo mundo viu e começou a aplaudir. Acontece com todo mundo que dança. Caiu, escorregou, levanta a cabeça e da a volta por cima. São 18 anos como rainha de bateria e não era possível que nunca iria cair. Já aconteceu em ensaio”.

Em sua história, Thiago Diogo de um ensaio técnico da Caprichosos de Pilares, em 2006, quando os ritmistas ensaiaram no Sambódromo sem camisa.

“Sempre fui o cara de estar no meio da galera. Em 2006, eu era auxiliar do Louro na Caprichosos. Passamos sem camisa no ensaio técnico. Aí, nós tiramos a camisa e passamos pela pista no Sambódromo sem camisa. A desculpa do presidente era que a bateria estava fazendo homenagem aos índios, mas não tinha isso. Foi isso, o presidente usou a favor dele. A escola não conseguiu fazer camisa e resolvemos em forma de protesto todos da bateria tiraram a camisa”.

Os dois convidados contaram sobre seus desfiles inesquecíveis.

“O meu primeiro desfile em 2003 como rainha foi marcante. O ano do Roberto Carlos também. Áfricas (2007), eu amo desfile. Agora, a fantasia que amo é 2018. Ali, a escola estava em conjunto, tudo dando certo. Amo esse desfile. A partir daí, eu comecei a vir no personagem, brincar nas fantasias e me achar”, disse Raissa.

“Sem dúvida, foi o da Ivete. Em 2018, se não acontecesse de quebrar o carro, a gente (Grande Rio) ia dar trabalho para Beija-Flor”, contou Thiago Diogo.

Veja abaixo como foi o programa completo:

 

Cláudio Vieira: ‘Como se fosse arroz’

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Poetas tem um modo diferente de enxergar a vida e se expressar. Walter Rosa, ídolo de Martinho da Vila e um dos mais iluminados poetas da história portelense, não era diferente. Ao contrário. Adorava burilar as palavras, construir frases com uma engenharia original, e arrancar a admiração de seus interlocutores.

Por isso, gostava de ser sempre o último a se dirigir ao público. Nasceu para encerrar pronunciamentos com chave de ouro.

Era assim também nos programas de rádio. Deixava que os companheiros das Escolas coirmãs dessem o seu recado e, então, fechava a roda.

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Uma noite, na Rádio Nacional, aproveitou o tempo de sua breve participação para anunciar o falecimento da mulher de um compositor:

– … e assim sendo, senhores ouvintes, cumprimos o doloroso dever de informar que a Francelina, senhora esposa de nosso estimado companheiro, Zé Manéu… Azedou.