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Rainha do Carnaval 2023, Mariana Ribeiro, a Mari Mola, faz balanço sobre período no cargo: ‘Divisor de águas’

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Mulher, preta, favelada e bissexual. A professora Mariana Ribeiro, mais conhecida pelo apelido Mari Mola, fez história ao ser eleita Rainha do Carnaval de 2023. Nascida e criada no Morro do Tuiuti, a jovem iniciou a sua trajetória no mundo do samba ainda criança, aos 07 anos, na sua escola do coração, a Paraíso do Tuiuti. A partir daí, nunca mais deixou a folia. Já como passista da azul e amarela de São Cristóvão, sonhava com a realeza, porém tal sonho lhe parecia distante. Agora, depois de passar mais de oito meses no cargo e prestes a entregar a faixa e a coroa para uma outra menina, a beldade avaliou o seu próprio reinado e se disse contente com o legado que deixa.

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Foto: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

“Falo para todo mundo que, para mim, o reinado começou a acabar assim que foi anunciada a data deste concurso, porque acho que a partir daí a coroa já passa a pertencer a todas as candidatas e me torno uma mera acompanhante desta disputa, assistindo e batendo palmas para todas essas meninas. E o balanço que eu faço desse período como Rainha do Carnaval é muito pessoal, porque o de fora só o público pode fazer. Então, tendo isso em visto, acho que o principal legado foi o meu amadurecimento. Hoje, me sinto muito mais profissional depois dessa Corte, consigo me ver mais assim. Esse concurso me fez crescer muito como pessoa, como profissional de samba, como mulher. É um divisor de águas. Por isso, acho tão importante todas essas meninas fazerem parte, pertencerem a esse palco, pois amadurece muito a gente”, declarou Mari Mola em entrevista concedida a reportagem do site CARNAVALESCO.

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Fotos: Alexandre Macieira e Fernando Maia/Riotur

Para a edição deste ano, o concurso da Corte do Carnaval do Rio de Janeiro passou por uma profunda reformulação. Entre as alterações, a competição foi antecipada de dezembro para agosto e um novo modelo de disputa implementado. Nele, cada escola de samba e bloco carnavalesco pode indicar uma representante. Ao todo, mais de 100 mulheres se inscreveram e passaram por diversas etapas até que apenas dez sobraram na grande final. Ao comentar essas mudanças, Mari Mola elogiou a maior representatividade do novo formato e explicou a decisão de não participar.

“Foi mudada a regra também, eu poderia vir de novo lutar pela minha pela coroa, mas eu não achei necessário. A partir do momento que o concurso mudou o formato, isso aqui virou um palco pertencente a todas as meninas que acreditavam, mas que achavam impossível. Acreditavam lá dentro das suas casas, dos seus corações, que poderiam ser sim Rainha do Carnaval. Fiquei muito feliz e entendi que não precisava vir. Acredito que todas as passistas são unidas, claro que dentro das suas vertentes, cada uma na sua diferença. Porém, dentro da sua essência, todas sabem o porquê de ser passista, o amor que elas carregam. Portanto, tenho certeza que qualquer que seja a menina que bote a coroa na cabeça vai carregar isso com o mesmo cuidado e dedicação que carreguei. Então, acho que o balanço que eu faço desse novo modelo, novo formato, é de felicidade, de ter meninas como eu, que vão tratar isso daqui com muito amor”, avaliou.

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Ainda na conversa com a reportagem do site CARNAVALESCO, Mari Mola fez uma análise geral das candidatas a Rainha do Carnaval de 2024. Ao ser questionada sobre qual conselho daria para a vencedora, a beldade não titubeou em dizer que o fundamental é ter felicidade naquilo que se está fazendo e representando.

“Tive a oportunidade de conversar com as candidatas e o conselho que dei foi para serem felizes, porque o mais importante é ter alegria dentro disso tudo. A gente aprende na marra, tem que ir para todas as escolas, tem toda a correria, mas o mais importante é ser feliz. Quando vai acabando, como é o meu caso agora, vai batendo uma tristeza, o coração fica apertado. Vou ter o carinho do público, mas dentro da minha escola de origem. No entanto, o carinho que você recebe estando na Corte, sendo a Rainha do Carnaval, é diferenciado. Por isso, desejo que a vencedora viva ao máximo e seja feliz a cada momento que tiver no cargo, porque a experiência, o sentimento, é algo diferente de quando a gente está dentro das escolas”, afirmou.

Atualmente, Mari Mola trabalha dando aulas de samba e viajando pelo mundo representando a folia carioca. Com o fim do reinado, a beldade voltará ainda a exercer o cargo de musa na Paraíso do Tuiuti. No entanto, se engana quem pensa que a jovem não tem planos mais ambiciosos para o futuro. Entre as metas estão a criação de um projeto para ajudar meninas da comunidade na preparação para concursos como o da Corte e chegar ao posto de rainha de bateria de uma agremiação.

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“Estou trabalhando muito, graças a Deus, graças a esse palco, a essa coroa e essa faixa. Fora do posto, pretendo trabalhar muito mais, não tiro da minha vida a possibilidade de um dia ser rainha de bateria, que é um dos meus grandes sonhos, mas até o presente momento eu volto a ser musa da Paraíso do Tuiuti. Mas, estou com meu leque aberto, agora com uma coroa e uma faixa no currículo, para no futuro, quem sabe, ser uma rainha de bateria ou fazer um trabalho bem interessante dentro das comunidades. A minha vontade é preparar meninas para pisarem nesse palco e se entenderem rainhas, independente da coroação. Então, eu acho que o meu futuro é incerto, porque sou muito intensa, hoje quero uma coisa e amanhã outra, mas algo que não muda nunca é o meu desejo de ver mais meninas de comunidade brilhando por aí e se aceitando como as rainhas que são”, pontuou.

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A grande final do concurso para Rainha do Carnaval de 2024 acontecerá nesta sexta-feira, dia 01º de setembro, na Cidade do Samba. Assim como nas outras etapas, o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada.

CARNAVALESCO acompanha mais uma eliminatória da Beija-Flor e analisa sambas concorrentes para o Carnaval 2024

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A Beija-Flor de Nilópolis abriu as portas de sua quadra, na noite da última quinta-feira, para mais uma eliminatória da disputa para escolher o hino oficial para o Carnaval do ano que vem. Dando sequência a série “Eliminatórias”, a reportagem do site CARNAVALESCO esteve presente e acompanhou mais uma fase da competição. Ao todo, nove obras se apresentaram e o samba da parceria Alencar de Oliveira acabou sendo cortado. Por conta do feriado da Independência do Brasil, celebrado no dia 07 de setembro, a próxima etapa do concurso de samba-enredo da azul e branca só ocorrerá daqui a duas semanas, em 14 de setembro.

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Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação

Em 2024, a Beija-Flor terá como enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”, assinado pelo carnavalesco João Vitor Araújo. Na ocasião, a Deusa da Passarela será a segunda agremiação a passar pelo Sambódromo da Marquês de Sapucaí no domingo, dia 11 de fevereiro, pelo Grupo Especial. Esta será a primeira vez que a azul e branca desfilará nesta posição.

Parceria de Moisés Silva: O samba composto por Moisés Silva, Eliezer Setton, Kadinho da Ilha, Almir Sereno, Marcelo 100 e Léo Berê, com as participações especiais de Tio Zé e Manoel Junior, foi o segundo a se apresentar. Com bexigas coloridas e bandeiras diversas, os poucos torcedores da obra presentes na quadra demonstraram animação, no entanto deixaram a desejar no canto. Foi possível observar algumas pessoas sem nem mexer a boca. Tal fator pode ser um reflexo do baixo rendimento do samba, que mesmo com a boa performance do intérprete Leonardo Bessa apresentou queda durante as duas últimas passadas, chegando a arrastar um pouco no final. Como ponto positivo, vale mencionar o refrão principal, além dos versos “Eh! A Beija-flor Soberana/Eh! O Azul e Branco da Paz”, que se destacaram na apresentação.

Parceria de Léo do Piso: A obra assinada por Léo do Piso, Diego Oliveira, Diogo Rosa, Julio Assis, Manolo e Wilson Tatá foi a terceira a se apresentar. A parceria promoveu um verdadeiro espetáculo na quadra. Houve uso de efeitos especiais, como fogos de artifício e chuva de papel picado, e a torcida volumosa veio ornamentada em clima de festa junina, com direito a bandeirinhas, estandartes e até mesmo pessoas trajando roupas típicas. Os torcedores cantaram o samba a plenos pulmões e o intérprete Tinga, responsável pelo microfone principal, deu um show. Ao longo da apresentação, foi possível observar alguns segmentos da escola cantando a obra, dentre eles ritmistas e diretores de harmonia. Vale citar como destaques os versos “E eu nilopolitano/Cruzei o oceano a honrar a matriz” e “Quem nasceu pra vencer não escolhe a missão/Tem na veia a coragem e axé no coração” como dois dos trechos entoados com mais força.

Parceria de Júnior PQD: O quarto samba da noite foi o composto por Júnior PQD, Rodrigo Tinta, Márcio França, Nando Souza, Robinho Donozo e JC Saraiva, com as participações especiais de Thiago Sodório, André Araújo e Cleissinho Teixeira. Com bandeirões e bexigas nas cores da escola, a torcida pulou e cantou ao longo de toda a apresentação, com direito a coreografias. Houve ainda uso de papel picado e fogos de artifício no meio da galera. O cantor Ronaldo Junior, membro do carro de som da Beija-Flor, foi o responsável por conduzir a obra na quadra e demonstrou grande desenvoltura. Os momentos de canto mais forte foram observados nos refrões, especialmente no refrão principal, com os versos “Nilópolis em festa hoje é Carnaval/Bate no peito é Beija-Flor na Avenida/Você vai viajar, então vai delirar/Na Maceió de Rás Gonguila”.

Parceria de Serginho Sumaré: O samba feito por Serginho Sumaré, Xande Ribeiro, Neilson Oliveira, André do Cavaco, Filipe Zizou e Ali Gringojabr, com as participações especiais de Cláudio Vagareza, Léo Freire e Luciano Gomes, foi o quinto a se apresentar. Contando com o reforço luxuoso do também Intérprete Nino do Milênio, o intérprete Evandro Malandro defendeu a obra com maestria, sendo crucial para o ótimo desempenho da obra. O ponto de destaque foi o refrão do meio, com os versos “Morcego sai da frente… Clareia/ Vulcão, dama da noite… Rodeia/ Alma da encruzilhada… A vaguear/Morena que faz o pião girar”, trecho que mais contagiava a quadra. Os torcedores da parceria vieram ornamentados com bandeiras nas cores azul e branca, mantendo forte vibração e canto durante a apresentação. Além da torcida, houve recepção positiva ao samba também por parte de alguns segmentos, entre eles diretores de harmonia e baianas.

Parceria de Nurynho Almawi: O sexto samba a se apresentar foi o de autoria de Nurynho Almawi, João Fernandes, Marcio Oliveira, Professora Tania, Gylnei Bueno e Professora Marli Jane. Os intérpretes Wantuir e Dowglas Diniz dividiram condução da obra que, apesar dos esforços dos dois cantores, teve apenas um desempenho morno. O refrão principal, com os versos “Sou comunidade, não dá pra negar!/A nossa história me faz acreditar/No amor soberano, com garra e paixão/Qualquer dia é dia de ser campeão!”, se destacou como o trecho de canto mais forte. Ornamentada com bandeiras e balões nas cores da agremiação, a torcida, apesar de reduzida, se mostrou animada. No entanto, isso não foi suficiente para contagiar o restante da quadra que reagiu de forma fria à apresentação da parceria.

Parceria de Sidney de Pilares: A sétima obra a se apresentar no palco da Beija-Flor foi a composta por Sidney de Pilares, Jorginho Moreira, Orlando Ambrosio, Lico Monteiro, Cláudio Gladiador e Ailson Picanço, com a participações especiais de Myngauzinho, Gigi da Estiva e Richard Valença. Encabeçado pelo intérprete Zé Paulo Sierra, o time de cantores, que conta também com nomes como o intérprete Thiago Acacio, fez o samba crescer e ter um alto desempenho. A obra, apesar de melodiosa, não arrastou e nem perdeu força em nenhum momento da apresentação. O ponto alto ficou com o refrão do meio, com os versos “Vira a proa da canoa/Terra boa me chamou/Para ouvir as suas loas e dançar o seu Xangô/No balanço da canoa/Defumada de axé/Salve as ervas da Jurema e o tombo da maré”. Com bandeiras, bexigas e até efeito de fumaça nas cores da agremiação, a torcida foi uma atração a parte. Fizeram coreografia, pularam e cantaram o tempo inteiro. Os segmentos também reagiram de maneira positiva à apresentação, sendo possível observar baianas e diretores de harmonia entoando a obra.

Parceria de Kirraizinho: O samba de autoria de Kirraizinho, Lucas Gringo, Wilsinho Paz, Venir Vieira, Marquinhos Beija-Flor e Dr. Rogério, com as participações especiais de Chacal do Sax, Ramon Quintanilha e Naldinho, foi o oitavo a se apresentar. A obra foi conduzida pelo intérprete Emerson Dias, que contou com alguns reforços de peso como Igor Vianna e Charles Silva. Em grande número, a torcida veio com bandeirões da escola, além de bexigas, bastões de fitas e sombrinhas de frevo. Havia uma banda, com direito a instrumentos de sopro, no meio da galera, assim com uma representação de bumba meu boi. O canto forte foi uma constante ao longo de toda a apresentação, tendo o seu ápice no refrão principal, em especial no verso “Aqui é Beija-Flor doa quem doer”. Nele, foi possível observar diversas pessoas berrando e batendo no peito.

Parceria de Júnior Trindade: O último samba a se apresentar foi o assinado por Junior Trindade, Rômulo Presidente, Gilberto Oliveira , Samir Trindade, Robinho e Thiago Portela, com as participações especiais de Andrezinho Ceciliano e Ribeirinho. O intérprete Wander Pires é quem comandou o microfone principal, com apoios especiais dos também intérpretes Marquinhos Art’Samba e Tiganá. O samba repleto de variações melódicas teve um bom desempenho na quadra, sem apresentar queda de rendimento acentuada. Entre os destaques, o refrão principal com os versos “’Já nasceu um novo rei’/A Beija-Flor vem coroar, obá obá/E me fiz velho João/Pra lembrar que a maior, é Ela” e o trecho “Não é delírio algum/A minha escola campeã de novo”, ambos entoados a plenos pulmões. Sobre a torcida, eles vieram com bexigas coloridas e bandeirões nas cores da escola, pularam e cantaram a obra o tempo inteiro. Assim como em outras parcerias, houve uso de chuva de papel picado.

Reunião entre Liga-SP e Prefeitura impulsiona preparativos para o Carnaval de 2024

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A visita do Presidente da Liga-SP, Sidnei Carriuolo, e do Vice-Presidente, Renato Remondini, à Prefeitura de São Paulo é mais um passo importante na preparação para o Carnaval de 2024. Durante a reunião com o prefeito em exercício, Milton Leite, foram discutidos diversos assuntos relacionados à antecipação do contrato para o próximo evento.

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Foto: Divulgação/Liga-SP

O encontro foi marcado por um clima de entusiasmo e colaboração, com todos os presentes demonstrando o comprometimento em fazer do Carnaval de 2024 mais um grande sucesso. Sidnei e Renato apresentaram as propostas e ideias da Liga-SP para o próximo desfile das escolas de samba, ressaltando a importância dessa festa tradicional para a cultura e economia da cidade. A reunião também contou com a presença do Dretor de Infraestrutura da Liga-SP e Presidente do Império de Casa Verde, Alexandre Furtado, do Chefe de Gabinete e Presidente da escola de samba Estrela do Terceiro Milênio, Silvão Leite e do Secretário Executivo da Prefeitura, Diogo Soares.

Durante a reunião, foram discutidos detalhes sobre a infraestrutura necessária para a realização do Carnaval, como a preparação dos sambódromos, a segurança dos foliões e a organização dos desfiles. Também foram abordados temas relacionados à divulgação do evento, parcerias com empresas patrocinadoras e a importância do turismo durante essa época do ano.

O prefeito em exercício, Milton Leite, mostrou-se mais uma vez receptivo e comprometido em apoiar a antecipação do contrato, reconhecendo a importância do Carnaval para a cidade de São Paulo. Ele ressaltou a necessidade de trabalhar em conjunto com a Liga-SP e demais órgãos envolvidos para garantir que o evento tenha mais um ano de sucesso e traga benefícios para todos os envolvidos.

CARNAVALESCO acompanha eliminatória de samba-enredo da Unidos da Tijuca; confira a análise da performance de cada parceria

A equipe do site CARNAVALESCO esteve na noite de quinta-feira, na quadra da Unidos da Tijuca, para acompanhar a eliminatória de samba-enredo para o Carnaval 2024. Onze parcerias estão na disputa. Veja abaixo os vídeos das apresentações e a análise.

Parceria de Léo de Souza: A primeira parceria foi composta pelos compositores Léo de Souza, Almir, Domin Moreno, Duda Ascensão, Milton Carvalho e Diego do Caju. O samba não contou com a presença de torcedores. A parceria teve Tiganá para conduzir a obra e se saiu bem. O samba é muito longo e foi possível notar ele se arrastando em alguns momentos. Ele cai um pouco ao longo da primeira parte e segunda parte. O grande destaque é o início do refrão de cabeça com o verso ” A Tijuca vem em Romaria” . O samba até tem boas sacadas na letra, mas o fato dele ser bem longo e sem grandes momentos fez com que a apresentação fosse apenas morna. Não teve adesão por parte dos segmentos.

Parceria de Beto do Pandeiro: O segundo samba foi composto pelos compositores Beto do Pandeiro, Henrique Bada, LC D’Avenida e Dario Lima. O samba 17 contou com apenas quatro torcedores e foi defendido muito bem por Dowglas Diniz, mantendo o canto potente e consistente do início ao fim. Os cantores de apoio estavam bem animados junto com o Dowglas e sem dúvida foram uma das atrações. O samba começa em maior com os versos “Pra falar de encantos e poesias, tem que ser Tijuca, vem mergulhar no mundo de magia” fazendo com que comece com força. Uma outra parte de destaque da apresentação foi na virada melódica “O mar é palco dessa história” na segunda parte do samba. O verso “numa só pátria brincar Carnaval” é um bis, mas não teve nenhum efeito. O refrão principal termina muito bem com “proteja meu azul pavão, a razão da minha vida”. O samba também não obteve adesão dos segmentos que estavam acompanhando.

Parceria de Gilmar L Silva: O terceiro samba foi composto pelos compositores Gilmar L Silva, Mauro Gaguinho de Araruama, Marquinho Bombeiro, Sérgio Pires, Fernando Gogo de Ouro e Pires de Praia Seca. A parceria levou um contingente pequeno de torcedores, mas que estavam empolgados. Serginho do Porto foi o intérprete e teve uma atuação segura e boa do início ao fim. Uma parte de destaque na apresentação foi a cabeça do samba “No oceano bordei, os versos que me encantou, me levando a fantasia”, mas logo depois da cabeça do samba, tem uma queda de rendimento. A segunda parte do samba, embora seja bem elaborada na letra, a melodia é apenas razoável sem quebras. O samba não obteve adesão dos segmentos, assim como os que se apresentaram antes.

Parceria de Eduardo Medrado: O quarto samba da noite foi composto pelos compositores Eduardo Medrado, Kleber Rodrigues, Adolpho Konder, Sandro Nery, André Braga e Luiz Pavarotti. A torcida da parceria marcou presença, veio grande fazendo muito barulho e agitando bandeiras. O intérprete do Império Serrano, Tem-Tem Jr, conduziu com maestria o samba. A melodia na primeira parte é muito boa e correta. O segundo refrão é simples e sem muito impacto. O grande destaque vai para o refrão de cabeça que é todo bom. Apesar da letra ser muito boa em sua totalidade, a melodia derrapa na segunda parte do samba, como por exemplo no verso “saberes de Alá fizeram ganhar o mundo”. Foi apenas uma apresentação regular, mas que tem potencial para passar bem melhor nas próximas apresentações. Seguindo a mesma linha dos sambas anteriores, nenhum segmento cantou o samba.

Parceria de Júlio Alves: A quinta apresentação foi dos compositores Júlio Alves, Cláudio Russo, Jorge Arthur, Silas Augusto, Chico Alves e D’ Sousa. Antes mesmo de começar a apresentação do samba, a torcida estava cantando sem parar o refrão de cabeça. A torcida foi um show a parte sem dúvida alguma. Tinga deu mais um show, contando com um ótimo time de apoio, como por exemplo o intérprete Charles Silva, da Estácio de Sá. O melhor segundo refrão da disputa pertence a essa parceria, e foi um dos pontos altos da apresentação. Outro ponto de destaque é na virada melódica “Portugal das glórias que revelam o passado” e logo depois em outra virada melódica “e veio aportar no mar”. O refrão de cabeça também passou muito bem. Foi uma das grandes apresentações da noite, potente a todo momento sem cair o ritmo. Era possível notar algumas pessoas da bateria cantando o samba.

Parceria de Alexandre Valle: A sexta apresentação foi composta pelos compositores Alexandre Valle, Phabbio Salvat, Gerson Prn, Luis Rangel, Maneco e Gilberto Esquina da Águia. O samba contou com uma torcida pequena e foi interpretado por Paulo Bispo. Apesar dos cantores de apoio terem se esforçado muito, o samba não conseguiu empolgar, nem nos refrãos e nem na primeira e segunda partes. Caso esse samba permaneça terá que melhorar o seu desempenho na próxima apresentação. Nenhum segmento cantou o samba da parceria.

Parceria de Márcio André: Sétimo samba a se apresentar foi composto por Márcio André, Igor Federal, Daniel Katar, Bello, Diogo Nogueira e Igor Leal. A torcida estava repleta de bandeiras e estava fazendo um barulho antes da apresentação começar e depois também. Nêgo conduziu de forma correta e contou com os apoios de Thiago Brito e Silas Leléu. A melodia desse samba é a mais diferenciada da safra, sendo difícil de assimilar e acostumar em algumas partes, como por exemplo logo apoia cabeça do samba. O samba não foi potente durante toda a apresentação, caindo principalmente na segunda parte. Um destaque grande foi o refrão de cabeça. A parceria também optou por trazer “ô ô” logo após o primeiro verso e o segundo refrão do segundo refrão “Sincretismo fez Portugal” dando uma fluidez maior ao refrão. Não foi possível notar os segmentos cantando o samba.

Parceria de Leandro Gaúcho: Oitava parceria a se apresentar foi composta por Leandro Gaúcho, Gustavinho Oliveira, Marcus Lopes, Josemar Manfredini, Aldir Senna e Alexandre Cabeça. A torcida trouxe bandeiras do Brasil e Portugal e estava tendo uma troca bacana com os intérpretes, cantandomuito do início ao fim. Os intérpretes Emerson Dias e Bruno Ribas foram muito bem na condução do samba. Rafael Tinguinha e Tuninho Junior completaram o grande time no palco. O refrão de cabeça é um dos melhores da safra e confirmou isso na apresentação, sendo muito cantado pela torcida e empolgando a galera. Um outro grande destaque da apresentação foi na variação melódica na segunda parte do samba “Em trovas, sonetos”. Apesar do segundo refrão ser difícil para o canto, o samba se manteve forte nessa parte também. Alguns integrantes da velha-guarda estavam cantando com entusiasmo o samba.

Parceria de Totonho: O nono samba foi composto pelos compositores Totonho, Marcelo Adnet, Fadico, Dudu, Gabriel Machado e Rodrigo Alves. A torcida estava muito empolgada e numerosa. Pitty de Menezes, intérprete da Imperatriz, deu um show e foi para a torcida no início da apresentação. Os cantores de apoio também foram muito bem, sendo firmes e consistentes. Foi a arrancada mais forte, arrepiando a galera que estava assistindo. O refrão de cabeça é muito forte e foi muito cantado pela galera. Outro destaque vai para a melodia do samba, sendo perceptível as inúmeras variações principalmente na segunda parte do samba. Destaco também o verso que traz “Portugal! Uma virada melódica sensacional. Uma observação para a parceria é tomar cuidado com as entradas dos dois refrãos que confunde um pouco quanto a melodia.

Parceria de Sereno: O penúltimo samba foi composto por Sereno, Danny da Vila, JB Oliveira, Camila Lúcio, Deiny, Mano Kleber. Mais uma torcida que estava com um número considerável e bem animada trazendo diversas bandeiras. Wander Pires conduziu o samba muito bem. Os compositores foram muito felizes com a construção melódica desse samba, pois ele vai te levando, principalmente, a cabeça do samba. Um dos grandes destaques da apresentação foi o refrão de cabeça que foi muito cantado pela torcida. A levada tanto no começo da primeira parte quanto no começo da segunda parte do samba foram bem satisfatórias. Foi uma apresentação que arrancou muitos aplausos, assim como as parcerias do Júlio Alves, Leandro Gaúcho e Totonho. Não foi possível notar os segmentos cantando o samba.

Parceria de Luciano Fogaça: A última apresentação foi da parceria de Luciano Fogaça, Cecília Cruz, Digão Audaz, Júlio Pagé e Rafael Almada. A torcida estava reduzida, mas muito animada, tremulando as bandeiras. Pixulé comandou a rapaziada do palco com o mesmo êxito de sempre. Um dos grandes destaques da apresentação foi a chamada para o refrão de cabeça “Fátima, vejo no espelho sua aparição, Tijuca é o segredo do seu coração, milagre que ilumina o pavão”. O refrão de cabeça é bom também, impulsionando a apresentação. A melodia do samba não é fácil mas conseguiram ter êxito na apresentação de um modo geral. Não foi possível notar os segmentos cantando o samba.

Conheça Tati Rosa, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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Representante da Imperatriz Leopoldinense no concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024, a dançarina Tatiana de Souza Pereira Rosa, de 29 anos, está entre as dez finalistas da competição. Nascida e criada na comunidade da Rocinha, Tati Rosa, como é mais conhecida, iniciou a trajetória na dança ainda aos 6 anos com ballet, jazz, dança afro, contemporânea e do ventre. Na adolescência, ela conheceu a dança de salão e passou a exercer novos ritmos, como bolero, zouk, soltinho, forró, tango e samba de gafieira. Com experiência internacional, a sambista possui no currículo o fato de ser uma das fundadoras do projeto social chamado “SambAvista”, onde ministra aulas de samba para crianças duas vezes na semana na parte alta da Rocinha. Além disso, desde 2022, comanda ao lado de Wesley Rabisca a “Riscado da Leopoldina”, apelido da ala de passistas da verde, branca e ouro. Classificada para a última etapa da disputa que vai formar a Corte da folia carioca, a candidata conversou com o site CARNAVALESCO e respondeu uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso para Rainha do Carnaval acontecerá nesta sexta-feira, dia 01º de setembro, na Cidade do Samba. Assim como nas outras etapas, o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada. Confira abaixo a entrevista completa.

CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Tati Rosa: “O objetivo é a Corte do Carnaval, é conquistar essa vaga, então chegar na final é estar perto de realizar um sonho. A cada etapa, o coração ficou disparado, porém confiante. Só eu sei o quanto eu me dediquei em toda a minha preparação. Chegar até a grande decisão, por si só, com certeza, já é uma grande realização. O samba tem disso, ele expande nossos horizontes, nossos sonhos. Sempre quis muito ser rainha na Marquês de Sapucaí e agora estou tendo chance de ir em busca de ser a Rainha do Carnaval da cidade do Rio de Janeiro. Então, esse sonho tomou uma dimensão, uma proporção, que nunca imaginei. Mas, acho que está de acordo com o tanto que eu batalho”.

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CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Tati Rosa: “Vou vir com uma fantasia bem linda, bem impactante, que tem bastante relação com a minha escola. Não posso falar exatamente, mas vai ter uma referência ao que está por vir em 2024. Quanto ao investimento, eu tenho a honra de estar representando a atual campeã do Carnaval e estou tendo toda a estrutura que eu preciso, graças ao apoio que a Imperatriz Leopoldinense está me oferecendo desde o início. Então, essa parte dos valores é a escola quem está se responsabilizando. Porém, com certeza, a fantasia será à altura do cargo, à altura deste concurso que é gigante a dimensão. Só tenho que agradecer a Imperatriz que está chegando junto em todas as etapas, que está investindo no meu sonho, na minha arte, no meu talento. Estou muito honrada de estar representando essa escola tão tradicional, com tamanha contribuição na história do Carnaval. Sou muito grata também a presidente Cátia Drumond por confiar no meu potencial. Esse sonho, com certeza, não é só meu, a Imperatriz abraçou o meu propósito e me depositou essa grande responsabilidade”.

CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Tati Rosa: “O melhor momento da disputa até agora foi a semifinal. Chegar na final já estava também nos meus sonhos, obviamente eu tenho o objetivo maior, mas na hora do anúncio, que chamaram o meu nome, a emoção foi indescritível. Já o pior momento, não sei dizer ao certo. Talvez um probleminha que eu tive, mas nada que tenha relação direta com a organização do concurso ou com alguma das meninas. Foi um problema na minha equipe, com uma profissional, e nesse dia eu me vi preocupada, mas também não afetou minha performance, nem minha apresentação. Porém, foi o momento no qual eu vi que eu precisava ter uma equipe estruturada e consegui fazer isso. Minha equipe atual é maravilhosa, está me dando todo suporte, todo o apoio, pensando em todos os detalhes, desde a preparação física aos estudos da oratória, exercícios de dicção, respiração… Estou muito bem amparada, graças a Deus”.

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CARNAVALESCO: Como conseguiu conciliar a rotina do concurso com a vida normal?

Tati Rosa: “Eu vivo do samba, sou profissional do Carnaval, trabalho na Imperatriz, então como estou representando a escola aqui no concurso, eles são bem flexíveis, compreensivos, entendem quando eu não consigo estar presente. E no mais, a minha vida é isso, eu já me decido integralmente ao samba, ao Carnaval, o que mudou é que está mais intenso isso devido aos compromisso da disputa e a preparação para ela”.

CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Tati Rosa: “Para final, a preparação foi basicamente a mesma das outras fases, só que com um ritmo mais frenético. Continuei todos os estudos, os treinos físicos, corri atrás dos figurinos que vamos precisar e intensifiquei os trabalhos com a oratória, academia… Essas duas semanas foram dedicadas a conferir os detalhes e ajustar o que faltava”.

CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “Tiktok”?

Tati Rosa: “O TikTok é um aplicativo, acho isso já diz sobre o que é ser tiktoker. Sou uma dançaria profissional, reconhecida pelo Sindicato de Dança, e gosto de trazer sim para o meu samba elementos de outros ritmos. Por exemplo, na minha primeira fase, trouxe o quadradinho que é um passo especifico, característico do samba. Gosto de trazer as minhas referências da gafieira, porque também sou profissional da dança de salão. Então, acredito que isso traz personalidade para o meu show, para a minha performance. Gosto muito de trabalhar sequências de samba, de estudar. Claro, o samba no pé não pode faltar, e no meu caso está em dia e acredito que as firulas, os passos, as coreografias, só dão um brilho a mais. Como diretora da aula de passistas da Imperatriz Leopoldinense, eu amo trabalhar coreograficamente. As pessoas ainda não estão acostumadas a ver o samba no nível espetacular, no auge que ele pode alcançar, então, às vezes, a gente acrescenta uma acrobacia, uma ousadia, para poder abrilhantar, engrandecer o nível técnico de um show de samba. As pessoas ainda não entendem isso como um nível espetacular de apresentar a dança do samba, um samba show. Limitar a dança do samba ao samba no pé, acho que é limitar nosso patrimônio. A gente precisa continuar em evolução, obviamente com muito respeito a toda a ancestralidade, a toda história, mas o samba tem várias vertentes e precisamos estudar para evoluir os shows, porque o samba é nosso”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Tati Rosa: “Esse prêmio é muito bom. A minha casa está precisando de uma reforma e o meu sonho pessoal é usar parte desse dinheiro para fazer isso. É poder ter um conforto no lar para mim e para minha mãe. Além disso, penso em investir também. Não só gastar, preciso lucrar. Tenho alguns planos em mente, estou pesquisando uma forma de poder deixar um legado. Quero compartilhar, transmitir conhecimentos e preparar outras pessoas que sonham em participar de um concurso como esse e que não se sentem preparadas. Então, minha cabeça está fervilhando pra eu conseguir encontrar um meio de ajudar essas pessoas para que elas se sintam preparadas e façam uma boa competição”.

Conheça Samara Trindade, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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A atriz Samara Trindade Monteiro Barbosa, de 19 anos, é a representante do Acadêmicos da Rocinha no concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024 e está entre as dez finalistas da competição. Participante do projeto cultural Biarte e do grupo Nós do Morro, a jovem iniciou a trajetória no mundo do samba em 2020, quando ingressou no “Realmente Samba Rocinha”, uma iniciativa promovida pela princesinha da Zona Sul. Atualmente, ela integra o grupo de passistas da agremiação. Após a classificação para a decisão da competição que vai formar a Corte da folia carioca, a candidata conversou com o site CARNAVALESCO e passou por uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso para Rainha do Carnaval acontecerá nesta sexta-feira, dia 01º de setembro, na Cidade do Samba, e assim como nas outras etapas o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada. Confira abaixo a entrevista completa.

CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Samara Trindade: “É esquisito para mim, é bem louco chegar nessa final. Nunca imaginei estar em um concurso como esse, só estou no mundo do samba há três anos. Então, nem sonhava que a estratégia do concurso ia mudar, que eu seria escolhida pela minha agremiação pra estar aqui, mas me sinto muito feliz e muito honrada de ter tido essa baita oportunidade. Estar vivendo todo esse processo está sendo muito gostoso”.

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CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Samara Trindade: “Para ser sincera, eu não botava fé que ia chegar até aqui, mas a minha família sempre me apoiou muito. Toda a minha equipe, que é basicamente a minha família, ficou buscando, procurando saber mais sobre esse concurso e tentando angariar recursos. Ainda não estou totalmente a par da situação, mas pretendo vir com uma fantasia representando minha borboleta encantada. Não sei de valores exatos e pode ser que isso mude”.

CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Samara Trindade: “Acho que não tive um momento triste no concurso. Foi tudo uma montanha russa de emoção, mas nunca de um lado negativo, sempre um misto de sensações para o lado positivo. E quanto ao ponto alto foi ver a minha comunidade me abraçando, ver o apoio da minha família, ver o empenho de toda torcida se locomovendo, todas as postagens, as pessoas acreditando em mim e me conhecendo através do meu trabalho, da minha arte. Isso foi extremamente marcante”.

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CARNAVALESCO: Como conseguiu conciliar a rotina do concurso com a vida normal?

Samara Trindade: “A minha mãe queria me matar. Eu, para ser sincera, acho que eu não conciliei direito. Quase não dormi, abri mão de várias coisas, fiquei ensaiando por diversas horas do dia… Como eu disse, sou nova no samba, então tenho que me dedicar 30 mil vezes mais do que esse povo que está aqui sambando desde sempre e que admiro tanto. Basicamente é isso”.

CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Samara Trindade: “Minha preparação para final é continuar nesses ensaios loucos. O Pedro Telles, que é meu diretor na Acadêmicos da Rocinha, se disponibilizou para me ajudar. Ele trabalha até 01h, mora em São Gonçalo, o emprego dele é por lá e vem para o Rio, atravessa a Ponte, para me ensaiar. A gente fica madrugadas ensaiando, mas é tudo em prol de um objetivo maior e dá fé que ele tem em mim. Então, isso já me motiva a não dormir. E voltando ao assunto de conciliar, sou artista de teatro, tenho o meu projeto que sou a gestora e professora, também faço Nós Do Morro, onde eu tenho aulas, e agora também tenho as aulas de samba voltadas para o concurso e as do projeto da Rocinha. É muita coisa. Como já falei, a minha mãe, às vezes, ficou com vontade de me matar ao longo do processo, porque ela acha que eu sou muito nova para fazer tanta coisa. Porém, é arte que eu acredito. O jeito, então, é continuar mesmo sem dormir e ensaiar até não aguentar mais”.

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CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “Tiktok”?

Samara Trindade: “A dança do samba ainda está sendo desmistificada. A gente tem o Samba e Vivência, com o Patrick Carvalho, onde ele está desmistificando um pouco a dança do samba e a gente está começando a dar nomes a movimentos. Por isso, acho precipitado qualquer crítica ou comentário nesse sentido, até porque cada um tem um corpo, cada um tem um jeito de dançar e aos poucos a gente vai descobrindo coisas. O samba está sendo descoberto agora, a gente ainda tem muitos passos novos, então pode ser que essa dança do TikTok se transforme em uma dança do samba, assim como uma dança do samba se transforme em um passo do TikTok. Acho que a arte está aí para transformar e passar por essas mutações o tempo inteiro”.

CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Samara Trindade: “Para ser sincera, eu nem sei quantos zeros tem. Eu não faço ideia do que vou fazer exatamente com esse prêmio, mas com certeza vou investir boa parte desse dinheiro para ajudar minha família e pensar em um futuro. A gente não vive do agora, o presente passa muito rápido, então é investir mesmo”.

Conheça Danilo Vieira Ribeiro, finalista do concurso de Rei Momo do Carnaval 2024

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Atual vice-Rei Momo do Carnaval carioca, o passista Danilo Vieira Ribeiro, livreiro de 27 anos, é um dos finalistas do concurso que vai coroar o Rei Momo do Carnaval de 2024. Representando o Acadêmicos do Salgueiro, ele está no mundo do samba desde 2008 e chegou na Academia do Samba em 2019. Em 2022, foi eleito o melhor passista plus-size do carnaval do Rio. Após passar para a etapa final do concurso, Danilo foi entrevistado pelo site CARNAVALESCO e respondeu a uma série de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso que vai definir o próximo Rei Momo acontece no dia 1º de setembro, a partir das 20 horas, na Cidade do Samba com entrada gratuita. A majestade do carnaval de 2024 vai receber um prêmio de R$ 45 mil. O segundo colocado será eleito vice-Rei Momo e receberá uma quantia de R$ 8 mil.

CARNAVALESCO: Para você, o que representa chegar na final do concurso?

Danilo: “Estou chegando pela segunda vez na final. Sou vice-Rei Momo do carnaval do Rio de Janeiro, então é uma honra duas vezes maior. De estar aqui e poder levar alegria, gratidão e meu espírito carnavalesco para todo mundo. É gratificante demais essa final. Desde já, conto com a torcida de todo mundo para poder levar a alegria do Danilo para esse imenso espetáculo que é o nosso Carnaval do Rio de Janeiro. Em 2021 eu participei do concurso e infelizmente não consegui passar para a final. Mas em 2022, como um bom carioca e brasileiro, retornei e fui vice-Rei Momo do Carnaval do Rio de Janeiro. Me aprimorei, fiz aula de samba com meu mestre Carlinhos do Salgueiro, aula de oratória com meu professor Leonardo, tive a oportunidade de participar de alguns eventos com a nossa amada corte do carnaval de 2023 e eis-me aqui, com muita alegria e sabedoria para que, se Deus e os senhores jurados me permitirem, levar essa coroa para a minha agremiação e representar o meu povo sambista, passista e amante do Carnaval”.

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CARNAVALESCO: Coroado como Rei Momo, o que você planeja levar para o Carnaval?

Danilo: “Levaria a essência e a gratidão pela oportunidade que a minha escola me deu. Quero dizer para todos que estão acompanhando que nunca desistam dos seus sonhos, como eu não desisti do meu e por isso consegui chegar aqui. De fato, esse lugar é nosso por honra e por direito”.

CARNAVALESCO: Como você vai se preparar para a final?

Danilo: “A preparação para a final é bem mais acelerada. Mas eu tenho uma equipe maravilhosa, o Acadêmicos do Salgueiro também está me ajudando bastante e tenho a minha família. Com isso, consigo tornar tudo isso bem mais tranquilo para poder chegar na final e dar um ótimo resultado”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que planeja fazer com o prêmio de R$ 45 mil?

Danilo: “Primeiramente, arcar com todos os compromissos da corte, porque isso é muito importante. Depois, quando os compromissos acabarem, a gente vê o que dá para fazer – e ser feliz, né?”.

Conheça Caio Cesar, finalista do concurso de Rei Momo do Carnaval 2024

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Concorrendo pela primeira vez, Caio Cesar Dutra da Silva, comerciante de 27 anos, é um dos cinco finalistas do concurso que vai coroar o próximo Rei Momo do carnaval carioca. Representando a Estação Primeira de Mangueira, o passista começou no mundo do samba aos cinco anos de idade, quando foi levado pela tia para desfilar na São Clemente. Desde 2009 na Verde e Rosa, se tornou passista da escola em 2016, é coordenador de passistas da Caprichosos de Pilares e tem passagens pela Unidos de Bangu, Acadêmicos do Engenho da Rainha e Renascer de Jacarepaguá. Após passar para a etapa final do concurso, Caio foi entrevistado pelo site CARNAVALESCO e respondeu uma série de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso que vai definir o próximo Rei Momo acontece no dia 1º de setembro, a partir das 20 horas, na Cidade do Samba com entrada gratuita. A majestade do carnaval de 2024 vai receber um prêmio de R$ 45 mil. O segundo colocado será eleito vice-Rei Momo e receberá uma quantia de R$ 8 mil.

CARNAVALESCO: Para você, o que representa chegar na final do concurso?

Caio Cesar: “Chegar na final do concurso é uma alegria e uma honra muito grande. É meu primeiro ano, meu primeiro concurso para a corte. Sou uma pessoa que nasceu no carnaval, e poder chegar na final representando a figura máxima do Carnaval carioca – que é a do Rei Momo – é uma honra e uma felicidade sem fim. Apesar de ter um tempo de carnaval, desfilar e ser passista na Mangueira há alguns anos, eu não imaginaria que chegaria tão longe. Só de pisar no palco já me senti um vencedor. Poder desfrutar desse momento é algo ímpar. Se Deus quiser, já no primeiro concurso, vou ‘meter a bola no gol’. Vou ficar muito feliz e representarei muito bem a minha cidade”.

CARNAVALESCO: Coroado como Rei Momo, o que você planeja levar para o Carnaval?

Caio Cesar: “A emoção e a verdade. Conforme foi passando o tempo após a inscrição, eu sempre dizia nas minhas redes sociais que a minha gratidão e meu amor ao carnaval era o que me trazia até aqui. Sendo coroado como Rei Momo, o que vou levar para o carnaval e escolas de samba será a minha emoção, alegria, leveza e meu amor pela minha arte do samba. Sou da comunidade, passista raiz. Vou levar toda a minha verdade junto com essa coroa”.

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CARNAVALESCO: Como você vai se preparar para a final?

Caio Cesar: “Vou estudar mais um pouco, acertar algumas coisas que talvez não tenham saído com muito sucesso e deixar a emoção falar. Eu subi naquele palco e deixei a emoção, minha verdade e história falarem. Eu quero repetir isso na grande final”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que planeja fazer com o prêmio de R$ 45 mil?

Caio Cesar: “Tem tantas coisas para fazer (risos). Eu tenho um projeto de passistas na escola que eu sou coordenador de ala (Caprichosos) e pretendo ajudar eles um pouco – que é uma ala de Tenente Magalhães e precisa de um suporte. O meu sonho no Carnaval é tentar fazer com que as pessoas sejam o que eu fui. Com esse dinheiro eu vou tentar implantar o meu projeto social que eu tenho na Caprichosos, pagar algumas contas, investir na minha casa… Tem tanta coisa para fazer que só ganhando mesmo que a gente vai ver o que fazer”.

CPX no mercado de trabalho: Imperatriz Leopoldinense promove ação com vagas de estágio e de jovem aprendiz neste sábado

A Imperatriz Leopoldinense promove, neste sábado, em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), uma ação social com objetivo de inserir jovens moradores do Complexo do Alemão e adjacências ao mercado de trabalho. As vagas serão oferecidas a adolescentes a partir de 14 anos. Há ainda a oferta de emprego CLT para pessoas com deficiência (PCD), sem limite de idade.

“Essa é mais uma ação do programa Imperatriz Social e é a chance de muitos jovens conseguirem sua primeira oportunidade no mercado. Seguiremos atentos às necessidades da nossa comunidade e trabalhando para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. Esse também é um papel de uma escola de samba”, destaca o diretor executivo da Imperatriz, João Felipe Drumond.

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Atualmente, o CIEE conta com cerca de mil vagas em todo o estado do Rio, mas o número disponibilizado na ação “CPX no mercado de trabalho – Imperatriz Social” pode variar de acordo com o perfil do candidato que for à quadra da agremiação e dos empregadores.
Para concorrer a uma das oportunidades, é preciso comparecer até a quadra da Imperatriz entre 9h e 15h com documento oficial com foto e comprovante de residência. Aqueles que forem selecionados para as vagas precisarão, num segundo momento, apresentar a comprovação escolar.

Quem pode ser estagiário?

Estudante de qualquer curso regularizado pelo MEC: ensino médio, técnico ou superior.

Quem pode ser jovem aprendiz?

Jovem de 14 a 24 anos que esteja cursando o ensino médio ou concluído sua formação.

Quem pode concorrer a uma vaga PCD?

Pessoa de qualquer idade. É preciso apresentar documento oficial com foto e comprovante da deficiência.

A quadra da Imperatriz Leopoldinense fica localizada à Rua Professor Lacé, 235, Ramos, próxima à estação de trem da Supervia do bairro.

Conheça Gabriella Mendes, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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A microempreendedora do ramo alimentício Gabriella Mendes Medeiros, de 20 anos, é uma das dez finalistas do concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024. Representante da Mocidade Independente de Padre Miguel na disputa, a jovem está desde a infância na verde e branca, sendo mais de 10 anos dedicados para a ala de passistas. Classificada para a última etapa da competição que formará a Corte da folia carioca do ano que vem, a candidata conversou com o site CARNAVALESCO e respondeu uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso para Rainha do Carnaval acontecerá nesta sexta-feira, dia 01º de setembro, na Cidade do Samba. Assim como nas outras etapas, o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada. Confira abaixo a entrevista completa.

CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Gabriella Mendes: ”É muita felicidade, além de ser uma responsabilidade enorme estar na final desse concurso que reuniu 106 meninas tão belas. Me sinto honrada de saber que cheguei tão longe e que estou tão perto da coroa, de uma vaga na Corte do Carnaval. Quero representar da melhor forma possível a minha escola do coração”.

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CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Gabriella Mendes: “Essa semana estou resolvendo os últimos detalhes, vendo tudo direitinho. É uma fantasia boa, com representatividade e acredito que vá impactar todo mundo. Mas ainda não posso revelar muito, senão vai estragar a surpresa”.

CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Gabriella Mendes: “O momento mais triste, para mim, foi na primeira etapa que a minha sandália arrebentou, mas eu consegui finalizar a apresentação. Já o momento de maior alegria do concurso foi a semifinal, quando chamaram o meu nome, falando que eu sou a finalista para estar na Corte do Carnaval. Eu fiquei muito feliz, foi um verdadeiro mix de emoções. Deu vontade de chorar, de gargalhar. Nossa, eu fiquei muito feliz mesmo, muito”.

CARNAVALESCO: Como conseguiu conciliar a rotina do concurso com a vida normal?

Gabriella Mendes: “Tive de parar de fazer bastante coisas para focar totalmente no concurso. Afinal, são diversos ensaios, treinos, além de academia, alimentação, aula de oratória. Então, minha vida no momento está voltada para o concurso apenas. Tem dias que, de manhã, fico estudando e vendo vídeos, enquanto de noite faço o ensaio. Já outros dias faço tudo à noite ou tudo de manhã. Vai revezando, mas é preparação diária”.

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CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Gabriella Mendes: “A preparação agora é mais puxada, porque é a final. Estou focando mais na alimentação, na minha pele, no meu corpo, no meu físico, na minha oratória. O cuidado é todo redobrado. Quero vir muito diferente, com um penteado bacana, um biquíni que tenha uma boa representatividade e que seja diferente, bonito. Quero encantar o público e os jurados”.

CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “Tiktok”?

Gabriella Mendes: “Gosto um pouco de Tiktok, dos passos, mas não sou tão ligada. Já a mistura no samba, o uso de coreografias, eu gosto, mas não em um tom exagerado. Acho que dá um tchan, um diferencial. É bom misturar os ritmos. Quanto aos comentários de internet, as críticas, eu não ligo mesmo, porque cada pessoa tem uma opinião. Tem gente que vai gostar, outras não, e está tudo bem”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Gabriella Mendes: “Tem destino sim esse dinheiro. Precisa ter uma parcela reservada para os gastos com a Corte, é claro. Também quero começar um negócio com a minha mãe. Na verdade, a gente já tem, mas quero aprimorar. A gente vende massas, então abriria uma loja. Queria ainda investir um pouco na minha carreira também. Faço faculdade de estética e compraria alguns dos meus aparelhos. Basicamente, a ideia é investir o dinheiro para ter mais ainda”.