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Eleita Rainha do Carnaval 2024, Gabriella Mendes exalta evolução durante concurso e desabafa: ‘Muito sacrifício, mas consegui’

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A Cidade do Samba foi palco, na noite dessa sexta-feira, da grande final do concurso que definiu a Corte do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024. Representante da Mocidade Independente de Padre Miguel na competição, a microempreendedora do ramo alimentício Gabriella Mendes Medeiros, de 20 anos, superou mais de 100 candidatas ao longo de cinco etapas e foi eleita Rainha. Em entrevista concedida para reportagem do site CARNAVALESCO logo após o resultado, Gabriella descreveu a emoção de receber a coroa maior da folia carioca.

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Fotos: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“Estou muito feliz, muito emocionada por estar representando a nossa grande festa. Foi uma grande emoção estar nesse concurso, que me fez evoluir durante esse um mês de competição, me fez crescer, me fez ver os meus erros e querer acertar. Teve muito sacrifício, mas graças a Deus consegui e agora sou a Rainha do Carnaval”, disse a beldade.

Além do trabalho como microempreendedora, Gabriella Mendes também atua como passista show da Mocidade. A trajetória dela na Estrela-Guia de Padre Miguel teve início ainda na infância, sendo mais de uma década dedicada a ala comandada por George Louzada. Essa experiência pode ter ajudado Gabriella na hora de enfrentar os momentos de dificuldade na competição da Corte do Carnaval. Um deles ocorreu logo na primeira eliminatória, quando durante a apresentação no palco a sua sandália arrebentou e ela precisou prosseguir assim mesmo. Para a jovem, esse episódio é um exemplo de superação e o pontapé inicial da evolução que passou durante a competição.

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“Sempre que tivermos um problema, temos que focar em encontrar uma solução. Ao longo do concurso, fui fazendo isso, solucionando os problemas o mais rápido possível. No episódio da sandália, por exemplo, consegui sambar até o final. Em uma outra apresentação, não me achei tão boa, mas consegui também superar e fui evoluindo, fui vendo que eu estava errando, fui me aperfeiçoando e graças a Deus estou aqui. Tudo deu certo, fruto de muito esforço”, analisou.

A eleição da Corte do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024 foi marcada por uma das disputas mais acirradas da história. O resultado teve como base o somatório das notas de 10 jurados (de 1 a 5) com o adicional de até 3 pontos para os mais votados pelo público. No caso da competição pelo posto de Rainha do Carnaval, Gabriella Mendes foi a segunda candidata na preferência do voto popular, recebendo 16,96% do total. Ao comentar sobre a sua torcida, a mais nova majestade da folia carioca agradeceu todo o apoio que lhe foi oferecido ao longo do concurso, tanto por admiradores quanto pelo próprio pessoal da Mocidade Independente.

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“Quero agradecer a todo apoio, toda mensagem de carinho, os votos que deram em mim, além de toda torcida que veio até a Cidade do Samba. Me senti abraçada pela escola e pelos componentes. Então, repito que quero agradecer, do fundo do meu coração, por tudo que eles fizeram por mim durante o concurso e que foi essencial para alcançar essa vitória”, garantiu a mais nova Rainha.

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Outro tópico abordado por Gabriella Mendes no bate-papo com a reportagem do site CARNAVALESCO é a representatividade dos sambistas na nova Corte do Carnaval. Todos os eleitos são passistas em suas respectivas escolas, algo que é motivo de celebração por parte da recém-eleita Rainha. Além disso, ela aproveitou para dizer o que espera deixar de legado ao final deste período dela no cargo.

“É muito importante, porque estamos resgatando a nossa origem, a dos passistas. É o dever, é o lugar dele aqui. Estamos retomando isso, que já veio da Corte de 2022, da Thai Rodrigues. Ano que vem, acredito que vai vim muitas meninas novas novamente, vai muita gente se jogar e vai ser outro concurso incrível. Espero que a minha Corte seja muito criativa, diferenciada, e que ao chegar no final do período deixe uma mensagem linda para as outras pessoas, principalmente para as próximas gerações. Que possamos passar uma mensagem maneira, ter um Carnaval lindo e mantê-lo vivo sempre”, ponderou.

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Também entraram para Corte Real, junto com Gabriela Mendes, a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popula. Tratam-se de Bruna dos Santos Gomes de Menezes, representante da Estação Primeira de Mangueira, e Ana Carolina de Souza, candidata da Unidos de Bangu, que foram nomeadas primeira e segunda Princesa respectivamente. Enquanto a vencedora do título de Rainha faturou um prêmio de R$ 45.500, as outras duas levaram a quantia de R$ 32.500.

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Galeria de fotos: final do concurso de Rainha e Rei Momo do Carnaval 2024

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É a Estrela Guia! Gabriella Mendes, da Mocidade, é eleita a Rainha do Carnaval 2024 do Rio de Janeiro

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Épico. Palavra que resume o sentimento que contagiou a noite da Grande Final que elegeu os representantes da Corte Real 2024, em uma disputa que reuniu 10 candidatas para o título de Rainha e Princesas e cinco finalistas para o posto de 1º Rei Momo e Único. E que a partir de agora, são: Gabriella Mendes Medeiros (Rainha – representante da GRES Mocidade Independente de Padre Miguel), Bruna dos Santos Gomes de Menezes (1ª Princesa – representante da GRES Estação Primeira de Mangueira), Ana Carolina de Souza (2ª Princesa – representante da Unidos de Bangu); Caio César (Rei Momo – representante da GRES Estação Primeira de Mangueira) e João Vitor Tavares (Vice-Rei Momo – representante Rosas de Ouro).

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Gabriella Mendes, de 20 anos, é microempreendedora do ramo alimentício. A jovem está desde a infância na Mocidade, sendo mais de 10 anos dedicados para a ala de passistas.

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“É uma emoção muito grande. Quero representar da melhor forma possível a minha escola do coração. Tem destino sim esse dinheiro (da premiação do concurso). Precisa ter uma parcela reservada para os gastos com a Corte, é claro. Também quero começar um negócio com a minha mãe. Na verdade, a gente já tem, mas quero aprimorar. A gente vende massas, então abriria uma loja. Queria ainda investir um pouco na minha carreira também. Faço faculdade de estética e compraria alguns dos meus aparelhos. Basicamente, a ideia é investir o dinheiro para ter mais ainda”, disse Gabriella Mendes, em entrevista ao site CARNAVALESCO.

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A nova Corte do Carnaval foi eleita por meio da disputa mais acirrada da História da Riotur. O resultado teve como base o somatório das notas de 10 jurados, (de 1 a 5), e com o adicional de 3 pontos para o mais votado pelo júri popular. Mais de 200 mil pessoas ajudaram a escolher através da votação no portal de notícias G1, que encerrou às 18h desta sexta-feira, 01/9, um recorde para as disputas.

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Para o presidente da Riotur, Ronnie Costa, a nova Corte enfatiza, mais uma vez, a representatividade do Carnaval carioca e do Concurso.”É com imenso prazer que, a partir de hoje, temos uma Corte representativa, por meio de uma disputa democrática e inclusiva. Ao longo das etapas eliminatórias, o público pôde conferir cada história dos finalistas, suas trajetórias, e acompanhar todo o trabalho – que acontece durante o ano inteiro. A disputa reforça que o samba é cultura, é também o fortalecimento da maior representação artística do país: o Carnaval. E que começa aqui, no Rio de Janeiro, com a nossa festa e símbolos, como a Corte Real”, explica Costa.

Além de integrar a Corte Real do Carnaval 2024, os vencedores recebem uma premiação em dinheiro: a primeira colocada leva para a casa a coroa de Rainha e um prêmio na quantia de R$ 45.500. Já a segunda e a terceira colocada serão coroadas como Princesas, recebendo cada uma a importância de R$ 32.500. Para o título de 1º Rei Momo, o ganhador também recebe uma coroa, além de embolsar a quantia de R$45.000; já o Vice-Rei R$ 8.000.

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Centenas de pessoas marcaram presença na Final do Concurso, que teve a Cidade do Samba como palco principal da festa. Para fazer da noite ainda mais memorável, a trilha sonora ficou por conta dele: Diogo Nogueira, que animou o público com o melhor da música brasileira com um show mais que especial.

E quem estava em casa não se sentiu excluído da celebração, já que o evento foi transmitido em tempo real pelo canal oficial da Riotur no Youtube, e pode ser assistido diretamente através da plataforma. Sob a batuta do apresentador e carnavalesco Milton Cunha, quem estava ligadinho na transmissão não perdeu nenhum momento do ‘esquenta’ antes do início do evento.

Ao todo, cerca de 25 mil pessoas assistiram a transmissão via internet, que seguiu em todas as várias fases do Concurso. Para quem quiser conferir as imagens, basta acessar a página oficial da Riotur.

Coreógrafos celebram concurso

A disputa marca a História da Riotur, que antecipou o início do Concurso em quatro meses. No total, 106 candidatas se inscreveram no Concurso para Rainha e Princesas; 25 candidatos para o posto de Rei Momo. Para quem acompanhou o desenrolar do pleito, a diversidade foi o lema que carimbou o evento, que teve os coreógrafos Mayara Lima e Alex Coutinho como coordenadores artísticos das apresentações.

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”Nunca imaginei estar aqui como coreógrafa, nessa nova reformulação é muito importante. Fico feliz e honrada de fazer isso junto ao Alex, podendo mostrar um outro lado meu, que é o de professora de samba. A próxima Corte vem com passistas maravilhosas”, pontua Mayara. Já para Alex, a alegria em ver as passistas na passarela é se torna motivação para o mundo do samba. ”Aprendemos muito ouvindo as vivências das candidatas, com todas tendo a chance de ampliar suas vozes, representando nossa classe com muito samba no pé. Como diretor de passista, amante do samba, que trabalho com o samba no mundo todo, me sinto lisonjeado e só posso agradecer”, comemora.

Wilson e Bianca reconhecidos pelo trabalho

Duas outras personalidades também puderam ver de perto cada fase do Concurso: Wilson Dias e Bianca Monteiro, apresentadores da disputa. Para eles, que já estiveram presentes como Rei Momo e Princesa, estar nessa fase os enriqueceu como profissionais do samba. ”Escutar cada história, cada comunidade gritar, de verdade, me tornar hoje, um outro profissional. Saio deste Concurso com muito mais bagagem do que eu entrei”, comenta Wilson, que foi Rei Momo nos anos de 2014, 2015, 2016, 2019 e 2022.

Para Bianca, a reverência à ancestralidade, escolhida para o último dia, é uma forma de homenagear o passado e olhar para o futuro, que já se inicia com a nova Corte 2024. ”Trouxemos a África como ancestralidade para o palco, já que acreditamos que só chegamos aqui por conta deles. Estar ao lado do Wilson, já estive dois anos como Princesa e hoje apresentadora, é um outro degrau na nossa vida. E poder constituir isso junto, não tem palavras. Estávamos acostumados a nos expressar e movimentar com nossa dança, e agora fazer isso com o microfone, é uma experiência única. Entrar na mudança do Concurso é uma vitória. É o samba vencendo”.

Ao vivo: acompanhe a final do concurso de Rainha e Rei Momo do Carnaval 2024

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Autora do livro que inspirou enredo da Portela para o Carnaval 2024 celebra diálogo com o carnaval

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A 21° edição da Bienal Internacional do Livro celebra, este ano, a carreira e a obra de Ana Maria Gonçalves. A romancista mineira escreveu o livro “Um defeito de cor”, base para o enredo da Portela para o ano de 2024. A obra narra a trajetória da protagonista Kehinde inspirada em Luísa Mahin, importante figura história durante a Revolta dos Malês, na Bahia. A cerimônia de abertura contou com a apresentação da escola de samba Portela para reverenciar Ana Maria e os 40 anos desse evento que foi considerado Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro.

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Foto: Matheus Vinícius/CARNAVALESCO

Animada com o reconhecimento, Ana Maria Gonçalves falou de sua emoção para o site CARNAVALESCO e fez sua aposta para o carnaval que se aproxima.

“Eu ainda não sei colocar em palavras isso não. Eu falei que vou viver e, depois da Bienal e depois do carnaval, eu tento entender o que é isso. Mas é algo grandioso, eu não tenho a menor dúvida. As conversas da literatura, principalmente da literatura que eu faço, com outras linguagens com um apelo que provavelmente um livro não alcançaria. Eu estou muito feliz com esse diálogo com a Portela. Eu acho que é um desfile que tem tudo para ser campeão sim”, disse a homenageada.

Ana Maria também se mostrou ansiosa para ver sua obra na Avenida. O enredo homônimo foi construído por Antônio Gonzaga e André Rodrigues e vai seguir a ótica do afeto.

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“Eu acho que o Antônio [Gonzaga] e o André [Rodrigues] foram muito felizes no recorte que eles fizeram do tema, que é na verdade uma conversa com o livro. É uma carta de resposta à carta que é o romance epistolar O defeito de cor. Eu estou muito animada para ver como eles estão tratando questões da maternidade, do afeto, que é algo muito novo inclusive quando se trata da história do povo preto. As pessoas preferem mostrar o sofrimento, a dor, as dificuldades. E tudo isos tem, mas, sem a esperança do amor, do afeto, das boas contribuições que a gente fez para esse país também, nossa existência aqui não seria possível. Esse desfile vai dar para nós uma nova alternativa de existência possível através do afeto.”, refletiu Ana Maria.

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O evento de abertura da Bienal foi comandado pela dupla de apresentadoras Isa e Pétala Sousa, as Afrofuturas, e contou com as participações da autora Thalita Rebouças e do influenciador Fábio Cruz. Eles foram acompanhados pela exibição do violoncelista Federico Puppi.

Estavam presentes na celebração o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, o secretário de Educação Renan Ferreirinha, o governador do estado do Rio de Janeiro em exercício Thiago Pampolha, a secretária estadual da Educação Roberta Barreto e a secretária estadual de Cultura e Economia Criativa Danielle Barros. Também estavam na solenidade os representantes das prefeituras de Queimados e Angra dos Reis e do Ministério da Cultura, em nome da ministra Margareth Menezes.

No palco, Eduardo Paes refletiu sobre a diversidade e importância da Bienal ser esse ponto de cultura e educação e na construção de diálogo.

“Como é bom comemorar os 40 anos em um momento em que o Brasil volta a respirar liberdade e a diferença”, disse o prefeito do Rio.

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Além da homenagem à Ana Maria Gonçalves, a Bienal reconheceu a relevância do Programa Nacional do Livro e do Material Didático com o Prêmio José Olympio. A premiação busca reverenciar pessoas e iniciativas que incentivam e apoiam o setor literário.

“Ao homenagear a autora Ana Maria Gonçalves, a Bienal mostra o potencial de resistência do livro”, discursou Dante Cid, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros.
Em 2023, a Bienal Internacional do Livro tem o objetivo de gerar diálogos, afeto e uma experiência imersiva leitora. O evento ocorre entre os dias 1° (hoje) e 10 de setembro, das 10h às 21h.

Mangueira reabre sua quadra com nova identidade visual

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A quadra da Estação Primeira de Mangueira será reaberta neste sábado, mais verde e rosa do que nunca. Como parte das comemorações dos 95 anos da Verde e Rosa, o Palácio do Samba passou por um processo de conservação que será entregue à comunidade, e que tem como destaque a adequação do espaço às novas diretrizes de marca da escola. No mesmo dia, iniciam-se as apresentações e as eliminatórias para o samba-enredo do carnaval 2024, que levará para a avenida uma homenagem à Alcione, a Marrom.

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Foto: Divulgação

A quadra da escola foi reformada de forma a oferecer à comunidade novos ambientes e mais acolhimento em tons verde e rosa, que é o destaque para uma identidade visual única que abraça a história da escola e vibra a força e união da comunidade mangueirense. A nova marca está em diversos locais do Palácio do Samba, bem como a clássica marca do pavilhão e os grafismos que dialogam com ambas, em uma arquitetura visual potente que respeita a tradição da agremiação.

Com a reabertura, a sorte está lançada para as 24 parcerias inscritas nas eliminatórias. Elas farão suas apresentações entre os dias 2/9 e 7/10, quando ocorrerá a grande final. Os ingressos para a primeira apresentação podem ser adquiridos no local na bilheteria da quadra no mesmo dia do evento, a partir das 20h.

Serviço:
Evento: Ensaio Show e Eliminatórias de Samba-Enredo da Estação Primeira de Mangueira
Data: Sábado, 2/9
Horário: início às 20h
Ingressos: Pista a partir de R$30,00;
Mesa com 4 lugares à venda por R$70,00;
Camarotes laterais: preço promocional a partir de R$800,00 reais para 10 pessoas.
Classificação etária: 18 anos

Com mesa de debates e roda de samba, Folia Carioca comemora 14 anos de defesa das tradições do varnaval de rua

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Uma das mais representativas entidades do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro, a Folia Carioca comemora, neste domingo, seu aniversário de 14 anos. A celebração acontece a partir das 14h, no Centro Carnavalesco Onça Preta (Rua Camerino, 58, Centro), com entrada franca.

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Foto: Divulgação

Na programação, uma roda de conversa com grandes personalidades da folia carioca e uma roda de samba. “Nossa intenção é festejar com um evento cultural, que fomente a discussão para temas da tradição do Carnaval, exaltando a história dos pequenos blocos e bandas da cidade do Rio de Janeiro”, explica Marco Muniz, coordenador da Folia Carioca.

A mesa de debates terá a participação do ator, escritor, jornalista e produtor cultural Haroldo Costa; do radialista e jornalista Rubem Confete e de Rosiete Marinho, presidente da Liga de Blocos e Bandas da Zona Portuária do Rio de Janeiro. Em seguida, será realizada uma roda de samba com o grupo Batuke de Mestre.

A Folia Carioca foi fundada em 2009 e congrega 18 blocos e bandas tradicionais do Carnaval Carioca: Bloco Se Me Der, Eu Como!, Bloco Cata-Latas do Grajaú, Bloco Guri da Merck, Bloco Enxota Que Eu Vou, Bloco Berço do Samba, Banda da Rua do

Mercado, Bloco Largo do Machado Mas Não Largo do Copo, Bloco Largo do Machadinho Mas Não Largo do Suquinho, Associação Carnavalesca Infiéis, Bloco Arteiros da Glória, Bloco Boêmios da Lapa, Bloco Quem Não Guenta Bebe Água, Bloco da Insana, Foliões do ABRACES, Bloco Educa Que Liberta, Bloco da Harmonia, DNA Suburbano e Bloco Eu Também Tenho Arsch.

Ao longo destes 14 anos, a Folia Carioca desenvolveu ações e atividades de promoção da cadeia produtiva do Carnaval carioca. Por meio de oficinas, eventos, debates e workshops, a entidade manteve a discussão e a prática carnavalesca vivas ao longo dos 365 dias do ano. Neste período, promoveu quase 200 desfiles, mais de 500 ensaios e apresentações de blocos e bandas, além de dezenas de bailes e oficinas de percussão, mobilizando mais de 400 mil pessoas.

Para Marco Muniz, outro importante diferencial da entidade é a defesa dos valores mais tradicionais dos festejos de rua: “Fazemos uma exaltação do Carnaval de raiz. Em nossos desfiles, os blocos e bandas tocam marchinhas, sambas-enredo e sambas-exaltação. Estamos na trincheira pela preservação da tradição que está se perdendo. Nossos blocos e bandas são formados por amigos, familiares e vizinhos, têm alas de compositores e desfilam graças à colaboração dos comerciantes e simpatizantes das regiões onde são sediados”.

Serviço:
Aniversário de 14 anos do Folia Carioca
Data: Domingo, 3 de setembro
Local: Centro Carnavalesco Onça Preta – Rua Camerino, 58, Centro
Horário: 14h
Entrada franca

Rainha do Carnaval 2023, Mariana Ribeiro, a Mari Mola, faz balanço sobre período no cargo: ‘Divisor de águas’

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Mulher, preta, favelada e bissexual. A professora Mariana Ribeiro, mais conhecida pelo apelido Mari Mola, fez história ao ser eleita Rainha do Carnaval de 2023. Nascida e criada no Morro do Tuiuti, a jovem iniciou a sua trajetória no mundo do samba ainda criança, aos 07 anos, na sua escola do coração, a Paraíso do Tuiuti. A partir daí, nunca mais deixou a folia. Já como passista da azul e amarela de São Cristóvão, sonhava com a realeza, porém tal sonho lhe parecia distante. Agora, depois de passar mais de oito meses no cargo e prestes a entregar a faixa e a coroa para uma outra menina, a beldade avaliou o seu próprio reinado e se disse contente com o legado que deixa.

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Foto: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

“Falo para todo mundo que, para mim, o reinado começou a acabar assim que foi anunciada a data deste concurso, porque acho que a partir daí a coroa já passa a pertencer a todas as candidatas e me torno uma mera acompanhante desta disputa, assistindo e batendo palmas para todas essas meninas. E o balanço que eu faço desse período como Rainha do Carnaval é muito pessoal, porque o de fora só o público pode fazer. Então, tendo isso em visto, acho que o principal legado foi o meu amadurecimento. Hoje, me sinto muito mais profissional depois dessa Corte, consigo me ver mais assim. Esse concurso me fez crescer muito como pessoa, como profissional de samba, como mulher. É um divisor de águas. Por isso, acho tão importante todas essas meninas fazerem parte, pertencerem a esse palco, pois amadurece muito a gente”, declarou Mari Mola em entrevista concedida a reportagem do site CARNAVALESCO.

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Fotos: Alexandre Macieira e Fernando Maia/Riotur

Para a edição deste ano, o concurso da Corte do Carnaval do Rio de Janeiro passou por uma profunda reformulação. Entre as alterações, a competição foi antecipada de dezembro para agosto e um novo modelo de disputa implementado. Nele, cada escola de samba e bloco carnavalesco pode indicar uma representante. Ao todo, mais de 100 mulheres se inscreveram e passaram por diversas etapas até que apenas dez sobraram na grande final. Ao comentar essas mudanças, Mari Mola elogiou a maior representatividade do novo formato e explicou a decisão de não participar.

“Foi mudada a regra também, eu poderia vir de novo lutar pela minha pela coroa, mas eu não achei necessário. A partir do momento que o concurso mudou o formato, isso aqui virou um palco pertencente a todas as meninas que acreditavam, mas que achavam impossível. Acreditavam lá dentro das suas casas, dos seus corações, que poderiam ser sim Rainha do Carnaval. Fiquei muito feliz e entendi que não precisava vir. Acredito que todas as passistas são unidas, claro que dentro das suas vertentes, cada uma na sua diferença. Porém, dentro da sua essência, todas sabem o porquê de ser passista, o amor que elas carregam. Portanto, tenho certeza que qualquer que seja a menina que bote a coroa na cabeça vai carregar isso com o mesmo cuidado e dedicação que carreguei. Então, acho que o balanço que eu faço desse novo modelo, novo formato, é de felicidade, de ter meninas como eu, que vão tratar isso daqui com muito amor”, avaliou.

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Ainda na conversa com a reportagem do site CARNAVALESCO, Mari Mola fez uma análise geral das candidatas a Rainha do Carnaval de 2024. Ao ser questionada sobre qual conselho daria para a vencedora, a beldade não titubeou em dizer que o fundamental é ter felicidade naquilo que se está fazendo e representando.

“Tive a oportunidade de conversar com as candidatas e o conselho que dei foi para serem felizes, porque o mais importante é ter alegria dentro disso tudo. A gente aprende na marra, tem que ir para todas as escolas, tem toda a correria, mas o mais importante é ser feliz. Quando vai acabando, como é o meu caso agora, vai batendo uma tristeza, o coração fica apertado. Vou ter o carinho do público, mas dentro da minha escola de origem. No entanto, o carinho que você recebe estando na Corte, sendo a Rainha do Carnaval, é diferenciado. Por isso, desejo que a vencedora viva ao máximo e seja feliz a cada momento que tiver no cargo, porque a experiência, o sentimento, é algo diferente de quando a gente está dentro das escolas”, afirmou.

Atualmente, Mari Mola trabalha dando aulas de samba e viajando pelo mundo representando a folia carioca. Com o fim do reinado, a beldade voltará ainda a exercer o cargo de musa na Paraíso do Tuiuti. No entanto, se engana quem pensa que a jovem não tem planos mais ambiciosos para o futuro. Entre as metas estão a criação de um projeto para ajudar meninas da comunidade na preparação para concursos como o da Corte e chegar ao posto de rainha de bateria de uma agremiação.

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“Estou trabalhando muito, graças a Deus, graças a esse palco, a essa coroa e essa faixa. Fora do posto, pretendo trabalhar muito mais, não tiro da minha vida a possibilidade de um dia ser rainha de bateria, que é um dos meus grandes sonhos, mas até o presente momento eu volto a ser musa da Paraíso do Tuiuti. Mas, estou com meu leque aberto, agora com uma coroa e uma faixa no currículo, para no futuro, quem sabe, ser uma rainha de bateria ou fazer um trabalho bem interessante dentro das comunidades. A minha vontade é preparar meninas para pisarem nesse palco e se entenderem rainhas, independente da coroação. Então, eu acho que o meu futuro é incerto, porque sou muito intensa, hoje quero uma coisa e amanhã outra, mas algo que não muda nunca é o meu desejo de ver mais meninas de comunidade brilhando por aí e se aceitando como as rainhas que são”, pontuou.

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A grande final do concurso para Rainha do Carnaval de 2024 acontecerá nesta sexta-feira, dia 01º de setembro, na Cidade do Samba. Assim como nas outras etapas, o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada.

CARNAVALESCO acompanha mais uma eliminatória da Beija-Flor e analisa sambas concorrentes para o Carnaval 2024

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A Beija-Flor de Nilópolis abriu as portas de sua quadra, na noite da última quinta-feira, para mais uma eliminatória da disputa para escolher o hino oficial para o Carnaval do ano que vem. Dando sequência a série “Eliminatórias”, a reportagem do site CARNAVALESCO esteve presente e acompanhou mais uma fase da competição. Ao todo, nove obras se apresentaram e o samba da parceria Alencar de Oliveira acabou sendo cortado. Por conta do feriado da Independência do Brasil, celebrado no dia 07 de setembro, a próxima etapa do concurso de samba-enredo da azul e branca só ocorrerá daqui a duas semanas, em 14 de setembro.

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Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação

Em 2024, a Beija-Flor terá como enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”, assinado pelo carnavalesco João Vitor Araújo. Na ocasião, a Deusa da Passarela será a segunda agremiação a passar pelo Sambódromo da Marquês de Sapucaí no domingo, dia 11 de fevereiro, pelo Grupo Especial. Esta será a primeira vez que a azul e branca desfilará nesta posição.

Parceria de Moisés Silva: O samba composto por Moisés Silva, Eliezer Setton, Kadinho da Ilha, Almir Sereno, Marcelo 100 e Léo Berê, com as participações especiais de Tio Zé e Manoel Junior, foi o segundo a se apresentar. Com bexigas coloridas e bandeiras diversas, os poucos torcedores da obra presentes na quadra demonstraram animação, no entanto deixaram a desejar no canto. Foi possível observar algumas pessoas sem nem mexer a boca. Tal fator pode ser um reflexo do baixo rendimento do samba, que mesmo com a boa performance do intérprete Leonardo Bessa apresentou queda durante as duas últimas passadas, chegando a arrastar um pouco no final. Como ponto positivo, vale mencionar o refrão principal, além dos versos “Eh! A Beija-flor Soberana/Eh! O Azul e Branco da Paz”, que se destacaram na apresentação.

Parceria de Léo do Piso: A obra assinada por Léo do Piso, Diego Oliveira, Diogo Rosa, Julio Assis, Manolo e Wilson Tatá foi a terceira a se apresentar. A parceria promoveu um verdadeiro espetáculo na quadra. Houve uso de efeitos especiais, como fogos de artifício e chuva de papel picado, e a torcida volumosa veio ornamentada em clima de festa junina, com direito a bandeirinhas, estandartes e até mesmo pessoas trajando roupas típicas. Os torcedores cantaram o samba a plenos pulmões e o intérprete Tinga, responsável pelo microfone principal, deu um show. Ao longo da apresentação, foi possível observar alguns segmentos da escola cantando a obra, dentre eles ritmistas e diretores de harmonia. Vale citar como destaques os versos “E eu nilopolitano/Cruzei o oceano a honrar a matriz” e “Quem nasceu pra vencer não escolhe a missão/Tem na veia a coragem e axé no coração” como dois dos trechos entoados com mais força.

Parceria de Júnior PQD: O quarto samba da noite foi o composto por Júnior PQD, Rodrigo Tinta, Márcio França, Nando Souza, Robinho Donozo e JC Saraiva, com as participações especiais de Thiago Sodório, André Araújo e Cleissinho Teixeira. Com bandeirões e bexigas nas cores da escola, a torcida pulou e cantou ao longo de toda a apresentação, com direito a coreografias. Houve ainda uso de papel picado e fogos de artifício no meio da galera. O cantor Ronaldo Junior, membro do carro de som da Beija-Flor, foi o responsável por conduzir a obra na quadra e demonstrou grande desenvoltura. Os momentos de canto mais forte foram observados nos refrões, especialmente no refrão principal, com os versos “Nilópolis em festa hoje é Carnaval/Bate no peito é Beija-Flor na Avenida/Você vai viajar, então vai delirar/Na Maceió de Rás Gonguila”.

Parceria de Serginho Sumaré: O samba feito por Serginho Sumaré, Xande Ribeiro, Neilson Oliveira, André do Cavaco, Filipe Zizou e Ali Gringojabr, com as participações especiais de Cláudio Vagareza, Léo Freire e Luciano Gomes, foi o quinto a se apresentar. Contando com o reforço luxuoso do também Intérprete Nino do Milênio, o intérprete Evandro Malandro defendeu a obra com maestria, sendo crucial para o ótimo desempenho da obra. O ponto de destaque foi o refrão do meio, com os versos “Morcego sai da frente… Clareia/ Vulcão, dama da noite… Rodeia/ Alma da encruzilhada… A vaguear/Morena que faz o pião girar”, trecho que mais contagiava a quadra. Os torcedores da parceria vieram ornamentados com bandeiras nas cores azul e branca, mantendo forte vibração e canto durante a apresentação. Além da torcida, houve recepção positiva ao samba também por parte de alguns segmentos, entre eles diretores de harmonia e baianas.

Parceria de Nurynho Almawi: O sexto samba a se apresentar foi o de autoria de Nurynho Almawi, João Fernandes, Marcio Oliveira, Professora Tania, Gylnei Bueno e Professora Marli Jane. Os intérpretes Wantuir e Dowglas Diniz dividiram condução da obra que, apesar dos esforços dos dois cantores, teve apenas um desempenho morno. O refrão principal, com os versos “Sou comunidade, não dá pra negar!/A nossa história me faz acreditar/No amor soberano, com garra e paixão/Qualquer dia é dia de ser campeão!”, se destacou como o trecho de canto mais forte. Ornamentada com bandeiras e balões nas cores da agremiação, a torcida, apesar de reduzida, se mostrou animada. No entanto, isso não foi suficiente para contagiar o restante da quadra que reagiu de forma fria à apresentação da parceria.

Parceria de Sidney de Pilares: A sétima obra a se apresentar no palco da Beija-Flor foi a composta por Sidney de Pilares, Jorginho Moreira, Orlando Ambrosio, Lico Monteiro, Cláudio Gladiador e Ailson Picanço, com a participações especiais de Myngauzinho, Gigi da Estiva e Richard Valença. Encabeçado pelo intérprete Zé Paulo Sierra, o time de cantores, que conta também com nomes como o intérprete Thiago Acacio, fez o samba crescer e ter um alto desempenho. A obra, apesar de melodiosa, não arrastou e nem perdeu força em nenhum momento da apresentação. O ponto alto ficou com o refrão do meio, com os versos “Vira a proa da canoa/Terra boa me chamou/Para ouvir as suas loas e dançar o seu Xangô/No balanço da canoa/Defumada de axé/Salve as ervas da Jurema e o tombo da maré”. Com bandeiras, bexigas e até efeito de fumaça nas cores da agremiação, a torcida foi uma atração a parte. Fizeram coreografia, pularam e cantaram o tempo inteiro. Os segmentos também reagiram de maneira positiva à apresentação, sendo possível observar baianas e diretores de harmonia entoando a obra.

Parceria de Kirraizinho: O samba de autoria de Kirraizinho, Lucas Gringo, Wilsinho Paz, Venir Vieira, Marquinhos Beija-Flor e Dr. Rogério, com as participações especiais de Chacal do Sax, Ramon Quintanilha e Naldinho, foi o oitavo a se apresentar. A obra foi conduzida pelo intérprete Emerson Dias, que contou com alguns reforços de peso como Igor Vianna e Charles Silva. Em grande número, a torcida veio com bandeirões da escola, além de bexigas, bastões de fitas e sombrinhas de frevo. Havia uma banda, com direito a instrumentos de sopro, no meio da galera, assim com uma representação de bumba meu boi. O canto forte foi uma constante ao longo de toda a apresentação, tendo o seu ápice no refrão principal, em especial no verso “Aqui é Beija-Flor doa quem doer”. Nele, foi possível observar diversas pessoas berrando e batendo no peito.

Parceria de Júnior Trindade: O último samba a se apresentar foi o assinado por Junior Trindade, Rômulo Presidente, Gilberto Oliveira , Samir Trindade, Robinho e Thiago Portela, com as participações especiais de Andrezinho Ceciliano e Ribeirinho. O intérprete Wander Pires é quem comandou o microfone principal, com apoios especiais dos também intérpretes Marquinhos Art’Samba e Tiganá. O samba repleto de variações melódicas teve um bom desempenho na quadra, sem apresentar queda de rendimento acentuada. Entre os destaques, o refrão principal com os versos “’Já nasceu um novo rei’/A Beija-Flor vem coroar, obá obá/E me fiz velho João/Pra lembrar que a maior, é Ela” e o trecho “Não é delírio algum/A minha escola campeã de novo”, ambos entoados a plenos pulmões. Sobre a torcida, eles vieram com bexigas coloridas e bandeirões nas cores da escola, pularam e cantaram a obra o tempo inteiro. Assim como em outras parcerias, houve uso de chuva de papel picado.

Reunião entre Liga-SP e Prefeitura impulsiona preparativos para o Carnaval de 2024

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A visita do Presidente da Liga-SP, Sidnei Carriuolo, e do Vice-Presidente, Renato Remondini, à Prefeitura de São Paulo é mais um passo importante na preparação para o Carnaval de 2024. Durante a reunião com o prefeito em exercício, Milton Leite, foram discutidos diversos assuntos relacionados à antecipação do contrato para o próximo evento.

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Foto: Divulgação/Liga-SP

O encontro foi marcado por um clima de entusiasmo e colaboração, com todos os presentes demonstrando o comprometimento em fazer do Carnaval de 2024 mais um grande sucesso. Sidnei e Renato apresentaram as propostas e ideias da Liga-SP para o próximo desfile das escolas de samba, ressaltando a importância dessa festa tradicional para a cultura e economia da cidade. A reunião também contou com a presença do Dretor de Infraestrutura da Liga-SP e Presidente do Império de Casa Verde, Alexandre Furtado, do Chefe de Gabinete e Presidente da escola de samba Estrela do Terceiro Milênio, Silvão Leite e do Secretário Executivo da Prefeitura, Diogo Soares.

Durante a reunião, foram discutidos detalhes sobre a infraestrutura necessária para a realização do Carnaval, como a preparação dos sambódromos, a segurança dos foliões e a organização dos desfiles. Também foram abordados temas relacionados à divulgação do evento, parcerias com empresas patrocinadoras e a importância do turismo durante essa época do ano.

O prefeito em exercício, Milton Leite, mostrou-se mais uma vez receptivo e comprometido em apoiar a antecipação do contrato, reconhecendo a importância do Carnaval para a cidade de São Paulo. Ele ressaltou a necessidade de trabalhar em conjunto com a Liga-SP e demais órgãos envolvidos para garantir que o evento tenha mais um ano de sucesso e traga benefícios para todos os envolvidos.