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Fotos: final de samba do Arranco para o Carnaval 2024

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Eliminatória da Beija-Flor: Parceria de Léo do Piso dá show e obras de Junior Trindade e Kirraizinho fazem ótimas apresentações

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A Beija-Flor de Nilópolis abriu as portas de sua quadra, na noite da última quinta-feira, para mais uma eliminatória da disputa para escolher o hino oficial para o Carnaval do ano que vem. Dando sequência a série “Eliminatórias”, a reportagem do site CARNAVALESCO esteve presente e acompanhou mais uma fase da competição. Ao todo, oito obras se apresentaram e o samba da parceria Moisés Silva acabou sendo cortado. A próxima etapa do concurso de samba-enredo da azul e branca ocorrerá em 21 de setembro.

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Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação Beija-Flor

Em 2024, a Beija-Flor terá como enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”, assinado pelo carnavalesco João Vitor Araújo. Na ocasião, a Deusa da Passarela será a segunda agremiação a passar pelo Sambódromo da Marquês de Sapucaí no domingo, dia 11 de fevereiro, pelo Grupo Especial. Esta será a primeira vez que a azul e branca desfilará nesta posição.

Parceria de Nurynho Almawi: A obra assinada pelos compositores Nurynho Almawi, João Fernandes, Márcio Oliveira, Professora Tânia, Gylnei Bueno e Professora Marli Jane foi a primeira a se apresentar. A torcida não estava numerosa, mas fez barulho, trazendo balões e alguns dizeres em cartazes. Nurynho, que é um dos compositores, comandou a rapaziada do palco e mostrou potência. Sem dúvida alguma o verso “Sou comunidade não dá pra negar” ecoou na apresentação do samba 300, pois foi o mais cantado pela torcida e por algumas pessoas que acompanhavam. Outra parte que se destacou na apresentação foi a chamada para o refrão de cabeça “Maceió, o nosso povo chega pra te ver, com uma vontade louca de vencer, eu vou mostrar por quê”. O refrão do meio não empolgava como o primeiro, talvez, pelo fato dele ser muito corrido e praticamente sem tempo para os intérpretes respirarem. Foi uma apresentação regular da obra.

Parceria de Junior PQD: a obra é assinada pelos compositores Junior PQD, Rodrigo Tinta, Márcio França, Nando Souza, Robinho Donozo, JC Saraiva e com participações especiais de Thiago Sodório, André Araújo e Cleissinho Teixeira. A torcida fez bonito, comparecendo em bom número trazendo as tradicionais bandeiras. O samba foi bem conduzido pelo promissor Ronaldo que pertence ao carro de som da Beija-Flor. A variação melódica “Papai contava, que a realeza esbanjava raça” passou muito bem na quadra, sendo um dos destaques. Um outro destaque é o refrão de cabeça que a torcida cantava bastante. Assim como na primeira parceria, o refrão do meio apenas passou e não levantou a galera. Não foi possivel observar segmentos aderindo ao samba.

Parceria de Junior Trindade: A obra é assinada pelos compositores Junior Trindade, Rômulo Presidente, Gilberto Oliveira, Samir Trindade, Robinho e Thiago Portela. A torcida bem grande deu um show antes mesmo de começar a apresentação, cantando sem parar o refrão principal. Marquinho Art Samba e Tiganá conduziram muito bem o samba. A apresentação foi forte do início ao fim, mostrando que está forte na disputa para ser o hino da Beija-Flor. O refrão principal foi uma explosão na quadra, onde todos cantavam muito. A cabeça do samba, mais uma vez, foi um grande destaque, evidenciando a beleza na melodia. A chamada para o refrão de cabeça com o verso de efeito “Não é delírio algum a minha Escola campeã de novo” era berrado também pela torcida. Durante a apresentação foi possível notar alguns segmentos cantando o samba, como harmonia, bateria e baianas. Uma apresentação convincente e forte da parceria.

Parceria de Léo do Piso: A obra assinada pelos compositores Léo do Piso, Diego Oliveira, Diogo Rosa, Júlio Assis, Manolo e Wilson Tatá, se apresentou logo depois do samba 5 e deu um verdadeiro show. A torcida gigantesca fez uma festa danada durante toda a apresentação com direito até a bolinhas de sabão, agregando com o show que estava acontecendo no palco. Tinga e Pitty conduziram com a mesma excelência habitual. Foram vários pontos de destaques: cabeça do samba fortíssima, melodia que não se arrasta, com variações melódicas tanto na primeira parte quanto na segunda parte do samba. A chamada para o refrão principal provocou um alvoroço na torcida e da galera que acompanha: “Quem nasceu pra vencer não escolhe a missão, tem na veia a coragem e axé no coração”. O refrão principal foi um espetáculo à parte, pois era berrado pela torcida. Alguns componentes da bateria estavam cantando o samba, assim como integrantes da harmonia. Uma excelente apresentação do samba 1 que vai mostrando suas credencias a cada apresentação.

Parceria de Kirraizinho: A obra assinada pelos compositores Kirraizinho, Lucas Gringo, Wilsinho Paz, Venir Vieira, Marquinhos Beija-Flor e Dr Rogério, mostrou que está crescendo na disputa se apresentando muito bem nesta etapa. A torcida estava em grande número e fez bonito na quadra. Emerson Dias foi ótimo na condução do samba e contou com um time de respeito no palco, Igor Vianna, Charles Silva e Igor Pitta. A parte mais cantada pela torcida, sem dúvida, foi o verso “Aqui é Beija-Flor doa a quem doer”. Na verdade, ele não era cantado, era berrado. A melodia não é de fácil compreensão, mas passou bem e não teve problemas. O segundo refrão foi bem animado, e em todas as passadas era possível ver a galera cantando e pulando. Foi possível notar alguns segmentos cantando o samba como baianas e harmonia. Apresentação muito boa do samba 23.

Parceria de Sidney de Pilares: A obra assinada pelos compositores Sidney de Pilares, Jorginho Moreira, Orlando Ambrósio, Lico Monteiro, Cláudio Gladiador, Ailson Picanço e com participações especiais de Myngauzinho, Gigi da Estiva e Richard Valença, passou bem na quadra. A torcida com suas inúmeras bandeiras fez a sua parte berrando o samba em sua totalidade antes mesmo de começar a apresentação. Zé Paulo conduziu muito bem o samba junto com a rapaziada do apoio. O samba conta com uma melodia diferenciada e isso fica visível logo na cabeça. O falso refrão do meio passou muito bem, animado com uma levada gostosa. O refrão de cabeça é forte e foi muito cantado pela torcida. Um dos pontos altos novamente foi na parte do “Ê pajuçara Ê pajuçara” evidenciando a boa melodia da obra e a animação. Foi possível notar alguns componentes cantando o samba. Foi uma boa apresentação do samba 39.

Parceria de Serginho Sumaré: A obra assinada pelos compositores Serginho Sumaré, Xande Ribeiro, Nelson Oliveira, André do Cavaco, Filipe Zizou, Ali Gringojabr e participações especiais de Cláudio Vagareza, Leo Freire e Luciano Gomes, encerrou a noite de apresentações. A torcida do samba 54 também compareceu e fez bonito. Evandro Malandro e Nino do Milênio tiveram uma atuação muito boa na condução do samba. O ponto alto da apresentação foi o segundo refrão que era bem divertido. O samba tem uma caída na segunda parte e melhora na parte “A corte nilopolitana, chega exaltando”. O refrão de cabeça cumpriu bem o seu papel na apresentação. Foi possível observar alguns integrantes da harmonia cantando o samba.

Em nova eliminatória da Tijuca, parcerias de Júlio Alves e de Totonho despontam novamente como as melhores apresentações

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A Unidos da Tijuca realizou em sua quadra, na noite dessa quinta-feira, mais uma etapa do concurso de samba-enredo para o Carnaval de 2024. Como parte da série “Eliminatórias”, a reportagem do site CARNAVALESCO esteve presente e acompanhou essa nova fase da competição promovida pela azul pavão e amarelo-ouro da Zona Norte do Rio. Ao todo, sete obras seguem no páreo, sendo que cada uma teve 20 minutos para se apresentar. O anúncio das classificadas será feito na próxima segunda-feira, às 17h, nas redes sociais da agremiação. Já a sequência da disputa acontecerá na quinta-feira que vem, dia 22 de setembro.

bandeira tijuca

No ano que vem, a escola do Borel levará para o Sambódromo da Marquês de Sapucaí o enredo intitulado de “O Conto de Fados”, assinado pelo carnavalesco Alexandre Louzada, cuja proposta é fazer uma viagem a Portugal para mostrar diversos aspectos da história do país como fábulas, mistérios e lendas populares. A Unidos da Tijuca será a quinta agremiação a cruzar a Avenida no domingo de Carnaval, dia 11 de fevereiro, em busca do quinto título de campeã da folia carioca.

Parceria de Gilmar L Silva: O primeiro samba a se apresentar na eliminatória tijucana foi o composto por Gilmar L Silva, Mauro Gaguinho de Araruama, Marquinho Bombeiro, Sergio Pires, Fernando Gogó de Ouro e Pires de Praia Seca. O intérprete Serginho do Porto foi o responsável por defender a obra, que teve um desempenho mediano na quadra. Os momentos de maior rendimento foram os refrões, especialmente o refrão do meio com os versos “Meu olhar marejou nas ondas do mar/ Marejou meu olhar mareja/ Tesouro guardado em terra de ofir/ Que as águas do tejo irão refletir”. A torcida veio com adereços de mão, que consistiam em bastões decorados com balões nas cores da agremiação. Por conta da chuva que atingiu a cidade do Rio no fim da tarde e início da noite de quinta, alguns torcedores não conseguiram comparecer. Porém, mesmo com o número reduzido de pessoas, o grupo não fez feio. Cantaram, pularam e até fizeram coreografias. Os picos de animação e de canto ocorreram justamente nos refrões. Quanto ao restante da quadra, não houve muita adesão ao samba. A maioria dos presentes apenas assistiu aos 20 minutos de apresentação, sem esboçar reações.

Parceria de Júlio Alves: O samba de autoria de Júlio Alves, Cláudio Russo, Jorge Arthur, Silas Augusto, Chico Alves e D’Sousa foi o segundo a se apresentar em mais uma noite de eliminatória da Unidos da Tijuca. O intérprete Tinga, voz oficial da Vila Isabel, foi quem conduziu a obra, que teve uma performance muito boa na quadra. O destaque foi o refrão principal com os versos “Gira baiana perfumada de alecrim/ Que a Unidos da Tijuca defuma no benjoin/ Roda na gira a saia de linho rendado/ Que o fado vira samba, e o samba vira fado”. Outro trecho que sobressaiu foi “Portugal das glórias que revelam o passado/Ao monstro que sangrou escravizados/E veio aportar no mar/Que brilha sob o céu de vera cruz/ Um banho de alfazema que conduz/O santo rosário e o povo de fé/ Pra cantar o fado tijucano/Macumbado de amém e axé”, presente na segunda estrofe, cuja o desenho melódico enriquece o samba. Ornamentada com bandeiras estilizadas do pavilhão da escola, estampas com o número da parceria, a torcida se mostrou bastante animada. Eles vibraram e fizeram coreografias o tempo inteiro. Se observou também uma boa recepção do restante da quadra ao samba. Foi possível notar diversas pessoas dançando e cantarolando a obra ao longo dos 20 minutos de apresentação. Entre essas pessoas estavam alguns membros de segmentos, como a velha-guarda e as baianas.

Parceria de Márcio André: A terceira obra a se apresentar foi a assinada por Márcio André, Igor Federal, Daniel Katar, Bello, Diogo Nogueira e Igor Leal. O intérprete Nêgo, da União da Ilha do Governador, comandou o microfone oficial com segurança. A torcida, uma das maiores da noite, realizou uma verdadeira festa na quadra. Com bandeiras e balões nas cores da agremiação, eles cantaram e dançaram sem parar. Antes mesmo da apresentação começar, os torcedores já entoavam a obra com força. Os momentos de explosão aconteciam nos refrões, em especial durante o refrão principal, com os versos “Hoje o Borel desce em romaria/ Veste a fantasia rumo a Portugal/ Lá vem Tijuca de alma lusitana/Fadada pra brilhar nesse carnaval”. Apesar desse show promovido pela torcida, a reação do restante da quadra em relação a obra foi apenas tímida, com poucas pessoas cantando ou sambando ao longo do período de apresentação.

Parceria de Eduardo Medrado: Dando sequência nas apresentações, a quarta obra na eliminatória tijucana foi a composta por Eduardo Medrado, Kleber Rodrigues, Adolpho Konder, Sandro Nery, André Braga e Luiz Pavarotti, com as participações especiais de André Diniz e Evandro Bocão. Os intérpretes Tem Tem Jr. E Chitão Martins defenderam o samba, que teve um ótimo rendimento na quadra. Os cantores souberam conduzir a obra com firmeza, valorizando o desenho melódico dela, sem que ficasse arrastada. O refrão principal, com os versos “Ó virgem santa, por favor/Mãe Fátima que vive lá no céu/Proteja com seu manto de amor/Meu povo tão humilde do Borel”, foi um dos grandes destaques, assim como o refrão do meio. Quanto à torcida, o grupo veio com bandeiras azuis e amarelas, além de estandartes com a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Empolgados, eles pularam e cantaram ao longo dos 20 minutos de apresentação, especialmente nos refrões entoados a plenos pulmões.

Parceria de Leandro Gaúcho: O quinto samba a se apresentar na noite de eliminatória foi o composto por Leandro Gaúcho, Gustavinho Oliveira, Marcus Lopes, Josemar Manfredini, Aldir Senna e Alexandre Cabeça. Assim como ocorreu na semana passada, houve problemas técnicos na parte de som. Por conta disso, a apresentação teve um atraso em seu início. Após cerca de cinco minutos, a situação foi contornada. A obra teve condução feita por uma dupla de intérpretes formada por Bruno Ribas e Emerson Dias, vozes oficiais da Unidos de Padre Miguel e do Salgueiro, respectivamente. Os dois mostraram sintonia e, ao lado dos cantores de apoio, conseguiram fazer o samba render na quadra. O ponto alto foi o refrão principal com os versos “Ao som do cavaco, que veio de lá/ Um conto de fados, eu sou Tijuca, ó pá/ O nobre gajo que herdou esse traço imortal/ De união Brasil – Portugal”. Em relação a torcida, o grupo veio com balões nas cores da Unidos da Tijuca, além de bandeiras dos dois países. Eles se mostraram bastante animados e até fizeram algumas coreografias. Quanto ao restante da quadra, a obra teve uma boa recepção, sendo possível observar diferentes pessoas cantando durante a apresentação, porém poucos desses eram ligados a segmentos.

Parceria de Sereno: A obra de autoria de Sereno, Dinny da Vila, JB Oliveira, Camila Lúcio, Deiny e Mano Kleber, com as participações especiais de Wagner Zanco e Almeida Sambista, foi a sexta a se apresentar. O intérprete Wander Pires foi o encarregado de defender o samba e explorou a característica melódica dele. No entanto, o bom desempenho do cantor não foi o suficiente para fazer a obra ir bem na quadra. “Sou ouro de mãe/ E azul pavão/ Mostra teu segredo, me dê proteção/ Senhora do manto, milagroso véu/ Abençoa o povo do Borel”, foi o ponto alto. Já a segunda estrofe se destacou negativamente, devido a queda acentuada de rendimento neste trecho. Quanto à torcida, o grupo veio com bandeirinhas estampadas com o pavilhão estilizado da escola e demonstraram muita energia. Com relação ao canto, ele tinha picos de força justamente no refrão principal.

Parceria de Totonho: O sétimo e último samba da noite de eliminatória tijucana foi o assinado por Totonho, Marcelo Adnet, Fadico, Dudu, Gabriel Machado e Rodrigo Alves. A obra teve o intérprete Igor Sorriso, da Mocidade Alegre, no comando do microfone principal. O time de cantores ainda contou com a presença de Igor Vianna, da Unidos de Bangu. A torcida, uma das maiores da noite, fez bonito na quadra. Com bandeiras nas cores azul e amarelo, eles cantaram, sambaram e fizeram coreografias. Os momentos de explosão ocorreram durante o refrão principal, com os versos “A emoção cruzou o mar/ Pro teu segredo revelar/ Enquanto bater um coração tijucano/ O amor renascerá/A emoção cruzou o mar/ Pro teu segredo revelar/Enquanto bater um coração lusitano/ O amor renascerá”. O restante da quadra também reagiu positivamente a apresentação. Não foi difícil ver pessoas ligadas a segmentos da escola, como harmonia e passistas, dançando e entoando a obra com vontade.

Feliz com o samba de 2024, presidente da Estácio de Sá promete grande desfile

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Após enfrentar diversas dificuldades para conseguir colocar o desfile de 2023 na rua, a vermelha e branca aposta no enredo “Chão de Devoção: Orgulho Ancestral”, do carnavalesco Marcus Paulo, para novamente voltar aos bons tempos. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, o presidente Edson Marinho prometeu fazer um dos maiores desfiles da história da escola. * OUÇA AQUI O SAMBA DE 2024

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“O carnaval da Estácio de Sá em 2024 vai ser um dos maiores de todos os tempos. Isso começa pelo enredo, que foi muito bem aceito pelos críticos, pelos grandes pesquisadores de carnaval. Desde o lançamento, ele foi muito comentado. Como consequência desse enredo, nós tivemos uma safra de samba, que compositor nunca tinha visto uma tão forte quanto essa. E olha que disputei samba na Estácio durante 39 anos. Algumas pessoas, alguns diretores da escola, até vieram comentar comigo que eu estaria na maior dificuldade no mundo, que não queriam estar no meu lugar, por ter que escolher apenas um de uma safra tão forte. Tivemos aqui na quadra quatro sambas. Eu poderia ter fechado os olhos e pescado qualquer um que a Estácio estaria muito bem representada. Isso me deu certo conforto, me deixou muito tranquilo, que não tinha como errar. Qualquer um dos quatro poderiam ser o samba campeão. Então, podem esperar um dos maiores desfiles da história da Estácio”.

O dirigente citou após ser compositor por quatro década possui agora um grande desafio que é comandar a escola. “É um desafio muito grande assumir a Estácio no momento atual, mas eu sou muito apaixonado pela escola. Fiquei quase quatro décadas aqui como compositor, eu tenho um tempo bom de casa. De fato, nesse início de trabalho tivermos muita dificuldade realmente, mas hoje o barracão da Estácio está coberto, os protótipos estão entre 90% e 95% prontos e a gente deve terminar ainda esta semana, vamos começar a fazer reprodução das nossas roupas… Aos poucos, estamos arrumando as coisas. Podem ter certeza de um grande carnaval”.

Edson Marinho revelou também como está o processo de melhoria do espaço que a escola conseguiu para fazer seu barracão, no bairro do Rio Comprido, na Zona Norte da cidade. “A parte mais crítica era a cobertura. Já foi instalada a luz, a Cedae esta semana vai colocar água, falta agora a gente dá uma ajeitada no piso. Porém, a maior dificuldade nossa era a cobertura. Afinal, chuva e sol, destrói tudo. Então, esse problema já foi resolvido e estamos muito felizes com a cobertura. Graças a Deus, vamos começar a mexer nos carros já e quem conhece a Estácio garanto que vamos fazer um Carnaval para disputar o título. A Estácio vai voltar para o lugar de onde ela nunca deveria ter saído”.

Imperatriz Leopoldinense promove eliminatórias de samba-enredo nesta sexta-feira

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A Imperatriz Leopoldinense realiza, nesta sexta-feira (15.09), a segunda etapa da disputa de samba-enredo para o Carnaval de 2024. Das oito obras que se apresentarão na noite, sete seguirão para a próxima fase. Os portões da quadra abrirão às 19h com entrada franca até 21h45. Após este horário, os ingressos custarão R$ 20.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“Convidamos nossa comunidade para participar deste momento, que é um dos mais especiais do projeto. Escolher um samba é uma grande responsabilidade e a forma como o povo recebe cada uma das obras concorrentes é avaliada por nós”, afirma a presidente da Imperatriz, Cátia Drumond.

A ordem de apresentação desta segunda fase foi sorteada na noite da última terça-feira, com a presença de representantes das parcerias. Cada uma das composições será apresentada com uma passada sem bateria e outras três com apoio da “Swing da Leopoldina”.

As próximas fases também serão realizadas às sextas-feiras, todas na quadra de ensaios, em 22 e 29 de setembro e 06 de outubro. A semifinal foi programada para o dia 12 de outubro, em feijoada com participação das co-irmãs Mocidade Independente de Padre Miguel e Paraíso do Tuiuti. Já a grande final, como tradicionalmente acontece na “Rainha de Ramos”, será no Dia do Comércio, que desta vez cairá em 16 de outubro.

Em 2024, a Imperatriz Leopoldinense será a sexta e última escola a desfilar no domingo de Carnaval. A agremiação busca o bicampeonato com o enredo “Com a sorte virada pra lua segundo o testamento da cigana Esmeralda”, do carnavalesco Leandro Vieira.

Serviço: Eliminatórias de Samba da Imperatriz
Data: 15.09 (próxima sexta-feira)
Local: Rua Professor Lacé, 235, Ramos – Quadra de Ensaios LPD
Horário: a partir das 19h
Entrada: franca até 21h45. Após: R$ 20

Império Serrano realiza campanha para estimular a doação de sangue

Em parceria com o Grupo GSH, o Império Serrano lançou a campanha “Sangue Verde e Branco” para estimular a doação de sangue de seus componentes e torcedores. Até a sexta, quem for à unidade do Centro do Rio vai estar concorrendo a 20 pares de ingressos para a Feijoada Imperial de sábado, com show de Renato da Rocinha e a apresentação dos sambas concorrentes para o Carnaval 2024, e uma camisa do enredo.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Segundo o presidente Flávio França, o Império Serrano sempre estará presente em ações voltadas para o social. Ele destacou a importância da doação de sangue para que vidas possam ser salvas.

“A doação é algo fundamental e merece muito a nossa atenção. O Império Serrano foi convocado para entrar nesta campanha e estamos juntos em tudo o que for em prol das causas sociais. O imperiano é sangue bom e tenho certeza que irá abraçar essa iniciativa do GSH conosco”, afirmou Flávio França.

A unidade do GSH fica na Avenida Marechal Floriano, nº 99, no Centro do Rio. As doações podem ser feitas das 7h às 18h e é preciso apresentar um documento oficial com foto, além de estar de acordo com os pré-requisitos que podem ser conferidos através do link https://abrir.link/HI1fS

Império da Uva apresenta sambas para enredo sobre Japeri no Carnaval 2024

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Nos preparativos para homenagear a cidade de Japeri no carnaval de 2024, integrantes da Império da Uva se reuniram no domingo, na quadra no bairro Carmary, em Nova Iguaçu, para a apresentação dos sambas-enredo. A final será no dia 8 de outubro.

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Foto: Divulgação

O enredo “Dos trilhos do passado a Um Novo Tempo: Japeri” conta a história geral do município, desde sua criação, emancipação e desenvolvimento atual. A prefeita do município, Fernanda Ontiveros, marcou presença e não conteve a emoção ao chegar vestindo a camisa da agremiação.

“Estou muito feliz de estar aqui. Agradeço ao presidente Portuga por ter nos dado esta oportunidade. Nossa cidade sendo cantada e apresentada na Avenida no carnaval de 2024 é um verdadeiro sonho. Meu município é muito rico em cultura e deve ser explorado cada vez mais”, mencionou a gestora.

O presidente de honra, Hernalton Portuga, relatou que a Império da Uva tem um perfil de falar da trajetória das cidades da Baixada e Japeri foi escolhida por ter uma história tão rica.

“Nossa função é mostrar a cultura da cidade. E Japeri tem uma história muito linda com atrativos que até mesmo a população não faz ideia que existe. Vamos fazer o melhor carnaval da história”, enfatizou.

Presidente da MUM ressalta sequência de enredos: ‘Trazer histórias apagadas que dialoguem com a sociedade’

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A Mocidade Unida da Mooca é uma agremiação que vem trilhando um forte caminho em busca da primeira vez no Grupo Especial. Mas desde 2019, quando chegou no Grupo de Acesso I, vem batendo na trave, na estreia no 5ª lugar, mas depois três anos no 4ª lugar e sempre bem próximo da agremiação que subiu. O presidente da MUM, como é conhecida carinhosamente a agremiação da Mooca, Zona Leste de São Paulo, Rafael Falanga conversou com o site CARNAVALESCO e relatou sobre como funciona a escola que era presidida por seu pai Roberto Falanga até 2012.

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Foto: Fábio Martins/CARNAVALESCO

“É uma construção na verdade, a MUM chega no Grupo de Acesso I, uma escola mais jovem de acesso, no ano passado por exemplo nós tínhamos um grupo com títulos que o Grupo Especial, na somatória, então a MUM é uma construção. Acreditamos muito no processo, esse que nos trouxe até o acesso e é o que vai nos levar até o Especial. É isso, continuidade, é trabalho, a comunidade precisa continuar acreditando e vamos chegar”.

Um dos pontos que orgulha muito a MUM nos últimos carnavais é na construção de seus enredos sempre com resgates importantes da história, como o presidente Rafael Falanga citou em conversa conosco ‘trazer histórias apagadas que dialoguem com a sociedade’, e explicou todo esse contexto construído pela agremiação da Mooca.

“Muito curioso que desde o enredo do Xangô, fizemos os três santos Reis na verdade que era ‘A Santíssima Trindade de Oyó’ que falava sobre sincretismo religioso em uma época que ninguém falava sobre intolerância religiosa. Nós trouxemos esse enredo, no ano seguinte trouxemos o ‘Manto Sagrado’ trazendo a história dos sambas de São Paulo através dos pavilhões, paninho, história de seu Fernando Penteado. Depois viemos com ‘Aruanda’, outro enredo de extrema importância para o momento, que se falava de religião, aceitação, das religiões de matrizes africanas, de racismo. Trouxemos Abdias do Nascimento, uma história apagada, um dos grandes negros deste país, intelectual, foi senador, enfim. A ideia da MUM é trazer histórias apagadas que dialoguem com a sociedade e que tragam de fato a importância da representatividade dos personagens que abordamos. Buscamos resgatar isso, as histórias apagadas, os enredos e homenageados que merecem de fato estarem em uma posição de um carnaval, sendo homenageados. Tenho falado muito sobre isso internamente, fazer um enredo de homenagem, seja ele cultural, de forma rasa, já fizemos muito e já vimos muito”.

Completando sobre o momento que vive a vermelho, branco e verde, Falanga disse: “Então é momento de construir algo mais profundo e a MUM vem nesta vertente, acredito que vem acertando, agora trazendo, depois de um grande enredo de Chaguinhas, um enredo de uma história apagada também, de um negro paulistano, trazendo agora a professora Helena Theodoro, uma das maiores intelectuais pretas deste país. É uma construção de DNA, de identidade, de uma escola que busca uma afirmação, de dentro para fora, e estamos muito felizes”.

Para 2024, a MUM renovou boa parte da sua equipe, teve uma troca na porta-bandeira, Graci Araújo deixou a escola, e Paulinha Penteado, nome forte carnaval paulista, que esteve no Vai-Vai em 2022, retornará para o Anhembi na escola. O presidente Falanga comentou que ainda terão novidades.

“O Gui e o Clayton se completam, é o arroz e o feijão, uma coisa muito especial. O Clayton com toda qualidade musical dele, o Gui com todo astral, clima, e com todo talento que ele tem, nas composições, ele é um dos grandes responsáveis por esses últimos anos, da discografia da MUM. E a Paulinha vem para somar, uma grande porta-bandeira, talvez uma das maiores porta-bandeiras do carnaval de São Paulo, grande história, vem para agregar muito nesse time da MUM, e ainda tem muita coisa para chegar. Ainda embora tenha lançado o samba um pouco antes do que o costumeiro, foi também por uma questão de estratégia, vamos aumentar um pouquinho a escola, então vamos começar mais cedo a trabalhar. Ainda tem bastante coisa para acontecer, bastante gente para chegar e várias novidades”.

Com o enredo “Oyá Helena”, a Mocidade Unida da Mooca será novamente a última agremiação a desfilar no Sambódromo do Anhembi, ou seja, fecha o carnaval de São Paulo no domingo, dia 11 de fevereiro.

Mestres de bateria e diretores do Grupo Especial fazem visita técnica no local das gravações dos sambas de 2024

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O vice-presidente da Liesa, Helio Motta, realizou uma visita técnica ao local das gravações com a equipe de produção, os mestres de bateria e diretores das agremiações. A Cidade das Artes está pronta para receber nossas escolas de samba!

Coreógrafo da comissão de frente da Vila Isabel participa de apresentação na Espanha

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Responsável pela comissão de frente da Vila Isabel, ao lado de Márcio Jahú, o coreógrafo Alex Neoral foi convidado pela pela Secretaria de Estado e Economia Criativa (Secec) do governo do Rio de Janeiro para participar do Festival Hola Rio, com sua companhia a Focus Cia de Dança. O evento acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, na Casa de América. Será exibido o carro-chefe da companhia, a consagrada coreografia “As canções que você dançou pra mim”, dedicada ao repertório do cantor Roberto Carlos.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Especialmente para homenagear a plateia em Madri, as canções “Detalhes” e “Emoções”, dois clássicos de Roberto Carlos, serão em versão espanhola. O musical já foi assistido por mais 300 mil pessoas em 11 anos. A Focus Cia de Dança apresentou também a performance “Trupe” na Casa de Vacas e fez residência artística com a coreógrafa Carmen Larraz na semana de 4 a 9 de setembro.

Na volta da Espanha, a Focus Cia de Dança encara a maratona de itinerar em outubro e novembro para apresentações e celebração dos 70 anos da Petrobras. Serão exibições em Natal, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Canoas, Caxias do Sul, Rio de Janeiro, Macaé e Curitiba.