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Após sair da Unidos da Tijuca, Alexandre Louzada é o novo carnavalesco da Unidos de Padre Miguel

Um dos mais experientes artistas do carnaval, Alexandre Louzada, se junta ao carnavalesco Lucas Milato como os novos líderes criativos da Unidos de Padre Miguel. A agremiação, que conquistou o título da série Ouro em 2024, está se preparando para sua estreia no Grupo Especial em 2025 e já começou a montar sua equipe.

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Foto: Divulgação/UPM

Louzada, conhecido por sua habilidade e sucesso, trará sua vasta experiência para a parceria, enquanto Milato teve seu contrato renovado com a agremiação da Vila Vintém após a conquistado tão sonhado título.

“A história do carnaval é pontuada de momentos marcantes ! É uma honra pra mim fazer parte de um acontecimento histórico como esse , e é com muito orgulho e humildade que abraço a comunidade da Unidos de Padre Miguel e seus segmentos para que juntos possamos trabalhar na transformação de sonhos em realidade com a mágica do carnaval“, contou o novo carnavalesco.

Com um histórico de desfiles marcantes em escolas como na Beija-Flor de Nilópolis, Mangueira, Vila Isabel e Mocidade Independente de Padre Miguel, Louzada acumula diversos títulos e até mesmo uma vitória no carnaval de São Paulo com o Vai-Vai em 2011.

Após uma breve passagem pela Unidos da Tijuca no Carnaval de 2024, Louzada fará sua estreia no Boi Vermelho ao lado de Milato, prometendo trazer novas e emocionantes criações para o desfile da escola.

Inaceitável! Julgadores tiraram décimos do samba ‘Gbalá’ por ‘pouco uso de rimas e universo vocabular de repetições’

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No desfile de 2024, a Unidos de Vila Isabel reeditou o samba-enredo de 1993 que fez uma viagem ao templo da criação para ressaltar a importância das crianças para um mundo melhor: “Gbalá – Viagem ao Templo da Criação”. O histórico samba recebeu duas notas 9.8 e duas notas 10 em 2024. Os julgadres alegaram que as “frases estavam demasiadamente conclusivas e com pouco uso de rimas, figuras de linguagem e um universo vocabular de repetições das palavras”.

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Foto: DivulgaçãoIna

O jurado Cyro Delvizio deu nota 9,8 com a justificativa: “Melodia (-0,1): Frases demasiadamente conclusivas no início dos dois primeiros versos prejudicam fluidez da canção (“meu deus… perdeu” e “então foram…templo da criação”). Letra (-0,1): Menor quantidade de rimas na terceira estrofe cria estrutura poética desigual”.

A jurada Alice Serrano deu 9,8 com a justificativa: “Letra (-0,1): Em riqueza poética considerando o Manual do Julgador (pg. 42) e o princípio comparativo de análise dos sambas de enredo como critério de julgamento. Apesar da letra do samba ser tocante no seu aspecto mais profundo, que é a mensagem o seu conceito e razão de existir, pode ser observado pouco uso de rimas, figuras de linguagem e um universo vocabular de repetições das palavras esperança, geração, salvar, criança, criador, criação, criado. Melodia (-0,1): Oferece pouca diversidade melódica e contrastes, o que prejudica a atenção do público durante toda a sua extensão”.

Os julgadores Alessandro Ventura e Alfredo Del-Penho deram nota 10.

Falha luminotécnica e faltas de revestimento tiram décimos das alegorias da Imperatriz

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A Imperatriz Leopoldinense fechou o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial no domingo, 11 de fevereiro, com o enredo “Com a sorte virada pra lua segundo o testamento da cigana Esmeralda”, mais uma ideia autoral do carnavalesco Leandro Vieira. As alegorias e adereços foram criticadas com falha luminotécnica e algumas faltas de revestimento.

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Foto: Alexandre Vidal/Divulgação Rio Carnaval

O jurado Fernando Lima deu a nota 9,8 com a justificativa: “Elemento cenográfico – “caravana”, a cobertura (fechamento) sobre os caminhões no formato de “laje”, não favoreceu o conjunto cênico, apesar da utilização para os destaques. Alegoria 02- Falha luminotécnica na base das escadas e rampas onde os “malandros” dançavam. Elemento cenográfico- “ o destino traçado”, o exagero de ferragens e cabos aparentes nos “ponteiros”, assim como falhas no revestimento dourado, cito o elemento superior traseiro esquerdo. Concepção: 4,9, Realização: 4,9. Total: 9,8”.

O jurado Walber Ângelo de Freitas deu a nota 9,8 com a justificativa: “Realização (-0,2) Penalizada por apresentar nas alegorias 02 e 06, problemas luminotécnicos. Tanto na alegoria 02 como na 06, os holofotes apagados deixaram de destacar e, consequentemente, valorizar os desfilantes com suas maquiagens especiais e os astros giratórios. A pintura das mãos apresentou avaria perceptível. No elemento cenográfico, as mãos eram temática principal que, conceitualmente, indicavam a previsão do futuro pela leitura delas, o que justifica a penalização”.

O jurado Madson Oliveira deu a nota 9,9 com a justificativa: “0,1 foi descontado: Conjunto alegórico irregular pelo destaque evidenciado no Abre-Alas e problemas de realização em: Alegoria 2 (dificuldades luminatécnicas). O mesmo ocorreu na alegoria 4 (spots apagados na estrutura circular, onde orbitavam os planetas). Na alegoria 3, foi notada pequena avaria em um dos braços”.

O jurado Soter Bentes deu a nota 10.

Após um belo trabalho plástico em 2024, Beija-Flor renova com carnavalesco João Vitor

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A Beija-Flor anunciou a renovação do carnavalesco João Vitor para o desfile de 2025. Confira abaixo o comunicado da escola.

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“Seguiremos com esses grandes profissionais no nosso time. Beija-Flor de Nilópolis, rumo ao carnaval de 2025”.

O desfile marcou o reencontro da azul e branca com a sua identidade visual que marcou história no carnaval, o conjunto de alegorias e fantasias teve gigantismo, luxo e acabamento de primeira marcaram todo o desfile. Apresentando o enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”, desenvolvido pelo carnavalesco João Vitor Araújo, que fez sua estreia na azul e branca de Nilópolis de forma extremamente positiva, a escola homenageou a cidade de Maceió por meio do personagem Rás Gonguila, um filho de escravizados que acreditava ser descendente da realeza etíope.

Mangueira perde ponto por falta de acabamento nas alegorias e adereços

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A Estação Primeira de Mangueira terminou no sétimo lugar em 2024. A Verde e Branco contou sobre a vida e carreira da cantora Alcione, com o enredo “A Negra Voz do Amanhã” na Avenida. A escola ficou com um total de 268,8 pontos. O quesito “Alegorias e Adereços” foi julgado por Fernando Lima, Walber Ângelo de Freitas, Madson Oliveira e Soter Bentes. A agremiação recebeu um 9,7, dois 9,8 e um 10, com 29,6 no total. A retirada de pontos foram justificadas pela falta de acabamento das alegorias e adereço e, também, pela falha das luminárias da alegoria.

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A nota mais baixa do quesito foi dada pelo jurado, Fernando Lima, com 9,7. “Alegoria 01- falhas no adornos e fitas de arremate dos revestimentos e apliques dourados (desalinhados) (-0,05). Alegoria 02 – Luminárias dos adornos nas arestas e traseira da alegoria, passaram totalmente apagadas em frente ao módulo (-0,05). Alegoria 3 – Muitas falhas na execução dos revestimentos nos elementos cênicos detectado uma sacola abaixo do platô do destaque superior central. Escultura da homenageada danificada, tendo a cabeça sustentada por um componente (-0,1). Tripé “Alerta geral” – composição volumétrica e cromática (preto/cromado) monótona, não produziram, visualização favorável conjunto (-0,1). Concepção – 4,9 Realização – 4,8. Total – 9,7”.

Walber Ângelo de Freitas deu 9,8 para a Mangueira no quesito Alegorias e Adereços. “Concepção: (-0,1) A concepção de “caixas“ como fechamento posterior, presente na maioria das alegorias, desvalorizou o conjunto pela pouca inovação, pêso visual e comprometeu a criatividade necessária ao desfile comparativo. Realização: (0,1) Penalizada pelo esquecimento de uma sacola plástica ou similar, na lateral traseira da alegoria 03, exatamente na lateral que é vista pelo nosso módulo. Observou-se acabamento fosco, de pouco impacto visual, na alegoria 04, que desmereceu a ideia e o produto final”.

Novamente outra nota 9,8 a agremiação recebeu por Madson Oliveira. A ausência de criatividade e versatilidade, além do acabamento, aparecem nos argumentos do jurado. “0,2 foram descontados. Conjunto alegórico apresentado mostrou-se pouco criativo por utilizar soluções estéticas muito comuns e, portanto, com um pouco impacto visual. Na alegoria 3 o costeiro do destaque alto estava soltando, assim como havia problemas de forração e acabamento”.

Para Soter Bentes o quesito Alegorias e Adereços da Verde e Rosa foi nota 10.

Marcinho e Cris, casal da Vila Isabel, são penalizados pelo ofuscamento da indumentária

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A Vila Isabel ficou na sexta posição do carnaval carioca, – com a releitura do enredo “Gbala”, feito em 1993 – a escola teve pontuação total de 268,8. O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Vila Isabel, Marcinho Siqueira e Cris Caldas não alcançaram o gabarito no carnaval de 2024. O total da nota foi 29,5, contando com três 9,8 e um 9,9. No desfile o casal decidiu mais um ano arriscar e inovar no desfile, em suas fantasias carregavam leds combinando com o efeito de iluminação da Sapucaí. No entanto, os jurados descontaram alguns décimos, justificados a partir da dificuldade de visualizar a dança do casal com as luzes de led, pegada do pavilhão de costas do mestre sala e da ausência de tradição e nobreza da apresentação.

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O jurado Fernando Bersot retirou dois décimos do casal. A nota foi 9,8, em sua justificativa, foi tirado um décimo porque a iluminação atrapalhou a visualização da dança.

“-0,1 A pouca iluminação e os raios que saiam da indumentária atrapalharam a visualização no início. -0,1 Por duas vezes o Mestre-Sala ao segurar o pavilhão o fez de costa. Porém, uma das vezes pareceu acidental e não coreografada”.

A segunda pontuação de Marcinho e Cris foi 9,9. O jurado, Paulo Rodrigues, descontou um décimo pela falta de olhar do mestre sala na porta-bandeira e na proteção do pavilhão.

“Lindo casal figurino maravilhoso Muito Interessante a apresentação do casal com efeito e trabalho rico com a iluminação. No meu campo de visão surtiu efeito positivo, porém Mestre-sala, por alguns momentos, em sua execução foram práticos perdeu o contato com sua porta-bandeira olhando para o público. Executando seu bailado por instante perdendo a relação e a proteção do seu pavilhão. Mestre-sala A forma de assegurar o pavilhão executam no giro para apresentá-lo não surtiu o efeito desejado, momento brusco; O símbolo maior da escola tem que ser reverenciado e apresentado com mais nobreza e glamour.

Já João Wlamir pontuou o casal com 9,8, de acordo com ele os principais problemas foram: a escuridão que dificultou a visualidade e a falta dos cortejos e bailados tradicionais.

“-0,1 Boa ideia do figurino, mas a execução foi prejudicada pela escuridão do início onde impediu de se ver a evolução do casal – na transformação do a dela acendeu (depois de um tempo acendeu a dele) provocando uma falta de unidade visual. -0,1 Pouco tempo do bailado característico do casal, provocado pelo execrado de “movimentos criativos paralelos” e quando bailavam não era bem executado, com finalizações apressadas e sem limpeza, prejudicando até as pegadas no pavilhão”.

Monica Barbosa, a última pessoa a julgar o casal, elogiou a dança do casal da Vila, porém tirou dois décimos, fazendo 9,8 também.

“No escuro, as luzes saídas da indumentária como “desordem” e depois substituídas por uma iluminação forte de “poder e energia”, seriam ótimas em um espetáculo qualquer. O problema é que estamos falando da dança do Mestre-Sala e Porta-bandeira! Cheia de simbolismo, tradição e autenticidade. A bandeira, símbolo máximo, representa a escola, a comunidade; a Porta-Bandeira a carrega como a extensão do seu próprio corpo conduzindo e apresentando e o Mestre-sala a protege reverenciando sua Porta-Bandeira. Bailam com leveza e com uma conexão no olhar. No escuro que foi uma boa parte da apresentação não consegui ver esses olhares, essa conexão, nem tampouco o pavilhão e quando a “luz se deu” a dança principalmente do Mestre Sala é prejudicada pleno peso e forma do seu figurino, limitando seus movimentos e perdendo a energia e agilidade, a dança ficou sem leveza. E mesmo com a luz forte das duas indumentárias, a luminosidade ofusca a expressão do rosto do casal. E também na execução, quando o mestre-sala vai buscar a bandeira de costas e virar de frente para apresentá-la, por 2 vezes, o seu toque na bandeira foi um pouco busco no modelo 4”.

Jack Vasconcelos renova com o Tuiuti

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Foto: Ewerton Pereira/Divulgação

Ele fica! Em suas redes sociais, o Paraíso do Tuiuti informou a renovação com o carnavalesco Jack Vasconcelos para o próximo ano.

“Já faz parte da nossa história! 👑 @jackvasconcelos77 continuará escrevendo o nosso capítulo na próxima temporada. Vamos juntos, carnavalesco! 💙💛 Acredita, Tuiuti!”, trazia a nota da escola.

Marcelo Misailidis não seguirá na Imperatriz

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A Imperatriz anunciou em suas redes sociais que o coreógrafo Marcelo Misailidis não seguirá com a escola no próximo carnaval.

“Em reunião amistosa entre a direção da Imperatriz Leopoldinense e o coreógrafo Marcelo Misailidis, decidimos em comum acordo seguir novos rumos.
A conclusão que se dá em meio à resultados expressivos dos últimos anos e o respeito recíproco entre as partes, foi tomada em virtude de novas motivações pessoais do artista, que levaram a esta decisão.”, trazia o comunicado da atual vice-campeã.

Grande Rio manterá mesmo elenco para o Carnaval 2025

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Gabriel Haddad e Leonardo Bora, da Grande Rio. Foto: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

Em suas redes sociais, a Grande Rio anunciou a renovação do elenco que esteve na escola este ano, para o Carnaval 2024.

“Ótima notícia Família Grande Rio! Nossos artistas Gabriel Haddad e Leonardo Bora continuam conosco para 2025!”, anunciou a agremiação em suas redes sociais.

Em seguida foi a vez do Diretor de Carnaval, Thiago Monteiro. A cmissão de frente seguirá com a dupla deste ano também: “Nossa Comissão de Frente segue para 2025 nas mãos dos queridos Hélio Bejani e Beth Bejani!”

“Nosso pavilhão será conduzido brilhantemente em 2025 pelo nosso casal 40, Daniel e Taciana! Lindos!”

O intérprete Evandro Malandro também continuará na escola fazendo dupla com Mestre Fafá. A Comissão de Harmonia formada por Andrezinho, Cacá, Clayton Bola e Jeferson também continuará na Grande Rio.

Por último a escola de Caxias anunciou a renovação da rainha de bateria Paolla Oliveira.