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Feliz da vida, Portela retoma ensaios de rua e prova que comunidade abraçou o samba para cantar forte

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A Portela retomou, no último domingo, sua série de ensaios de rua rumo ao Carnaval 2025, quando apresentará o enredo”Cantar será buscar o caminho que vai dar no sol – Uma homenagem a Milton Nascimento”, desenvolvido pelos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga e será a última escola a desfilar na  terça-feira. Após a pausa para as festas do final de 2024, a Azul e Branca mostrou o empenho da comunidade para embalar o samba, que vai se encorpando na boca dos componentes que cantam muito forte e balançam os braços para cima em diversos momentos. O grande destaque da noite foi para apresentação da comissão de frente, que mostrou fórmulas criativas de abrir a procissão portelense.

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Madureira estava lotada e, no início do caminho, dos lados da ampla calçada, era difícil andar tamanha quantidade de gente que decidiu encerrar o domingo debaixo das asas da Águia Altaneira. Um caloroso público que se derreteu pela energia de uma escola que ensaia como se estivesse em uma festa, sem perder a técnica impecável. O ensaio da última noite aconteceu na Estrada do Portela, onde a Azul e Branca faz um treino mais curto, porém não menos vibrante, com apenas duas paradas para módulos de jurados. Alternando entre esta estrada e a Rua Carolina Machado, a diretoria experimenta duas formas de avaliar o desempenho da escola. Na altura da Praça Paulo da Portela, é avaliado o canto e a explosão da escola e, beirando a linha do trem, se faz uma análise técnica dos formatos de desfile.

“A raiz da Portela está aqui, em Oswaldo Cruz, na Praça Paulo da Portela. Então, a Portela é uma escola com muita resistência. A gente precisa fazer esse ensaio aqui, porque é onde está a energia da Portela, a raça, a garra do portelense. Aqui, o mais importante para gente é ver o canto da escola, a garra, a evolução, o andamento do samba. E graças a Deus a gente está indo muito bem nesse sentido”, explicou o vice- presidente Junior Escafura.

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O diretor de carnaval Júnior Schall, completou dizendo que na Estrada do Portela a escola tem a chance de se colocar mais próxima de sua comunidade, enquanto na Carolina Machado, são analisadas questões técnicas. O diretor ainda contou ao CARNAVALESCO suas impressões sobre a volta da escola aos ensaios de rua.

“Eu fico muito feliz em ver a Portela voltando tão revigorada. Ela sai muito bem do último ensaio de canto. Ela sai de uma maneira formidável. Mas é muito importante vê- la revigorada, ou seja, tendo um axé, tendo um ano novo já projetado de maneira muito bacana. É muito importante retornar na Estrada do Portela. Cada vez mais a Portela entende a troca de energia que acontece entre a escola e a sua comunidade. Ou seja, voltar pela Estrada do Portela é ter a certeza do acolhimento. Esse é um ensaio de pulsação, um ensaio de força, de expressão de cada um dos seus componentes e do nosso coletivo”.

Comissão de frente

Produzida pelos coreógrafos Leo Senna e Kelly Siqueira, os bailarinos foram o ponto alto do ensaio. Marcada pela técnica e criatividade, a apresentação foi além de abrir os caminhos para a escola passar. Sobretudo, indicou que a energia do ensaio seria tão contagiante quanto as soluções coreográficas mostradas.

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Fotos: Allan Duffes/CARNAVALESCO

Esbanjando sincronismo, o grupo chega a formar uma águia no trecho “Estou onde a mãe do ouro me afaga / E fiel abraçado à Águia”, quando começam a bater os braços, como se fossem asas. Os giros dos bailarinos, quando separados em 4 grupos, no trecho “Girassóis na travessia” é uma boa sacada, que culmina em duas filas perfeitamente alinhadas para cantar que “Nessa estrada é sonho, é poeira”. Na virada do samba, a dança dos guarda-chuvas. Onde um dos 5, abriu com defeito. Começando com guarda-chuvas pretos, os bailarinos circularam pela pista agachados, montando uma barreira com as sombrinhas, até o trecho “Pra ver Zumbi no céu da canção”. A partir daí, um sexto guarda-chuva, de preto vira o sol e tem mecânica para mudar de cor e aspecto. Até que as sombrinhas pretas, são trocadas por outras estampadas em amarelo, em predominância, que deu ideia de girassol. Tudo muito criativo, bem feito e de bom gosto.

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Mestre-Sala e Portela-Bandeira

Squel Jorgea trajava um vestido todo em ouro, rodado, reluzente. Marlon Lamar, usava um terno azul com pedraria amarela e azul, em tecido brilhante. A sequência de giros, usando todo o espaço foi de impressionar, impactada ainda mais pelos pulos em um pé só do mestre-sala, se deslocando de costas, enquanto a porta-bandeira girava em sua direção, no refrão do meio. Apresentação muito segura, com muito mais giros que coreografia na letra do samba. Foi uma grande exibição.

Harmonia

Trunfo da Portela para o Carnaval 2025, o quesito harmonia está bem encaminhado, se depender da comunidade que canta o samba com toda disposição e ainda conta com um sofisticado entrosamento entre Gilsinho e Nilo Sérgio. Tirando a ala dos compositores, descompassada do restante da escola, é uma explosão de canto, com danças e muita vibração. O canto é firme, não cai. Levando em consideração que o ensaio na Estrada do Portela é mais curto, não foi notado queda no canto e, ponto positivo para a direção, é a uniformidade da apresentação. Não tem trecho que se arrasta ou é cantado com preguiça. O canto da Portela é contagiante.

“O canto é uma constante evolução. Não só como deslocamento da escola. Não é cantar alto com intensidade boa durante em um breve momento, é cantar alto com muita intensidade durante todo o tempo para fazer uma apoteose. E é isso que a Portela vem fazendo e se aprimorando em cada oportunidade. Para isso, é muito importante também o ensaio de canto na quadra, ou seja, uma conjunção de ensaios leva a nossa maior capacidade de canto contínuo”, disse Junior Schall.

Evolução

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Assim como o canto da escola, a evolução motiva o público a se deixar fisgar pelas garras da águia. A compactação das alas e o andamento tranquilo provam que as direções de alas não terão muito trabalho no dia do desfile, nas partes que dependem deles. A entrada e a saída da bateria do recuo se deram de forma tranquila e a pulsação da comunidade ajuda na evolução perfeita. Os passos de danças com os braços do componente dão volume a escola e passam sensação de desfile uniforme e integração entre a primeira e a última ala.

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Samba

Sob olhares desconfiados, o samba da Portela vai se encorpando no canto da comunidade. No ensaio deste domingo, os componentes provaram que abraçaram o samba e estão convictos de que ele pode embalar a escola a almejar um grande resultado. No trecho entre “Manhã” e “Vou partir em procissão”, parece que os componentes estão carregando energias para explodir em todo restante da obra, com apoteose no refrão principal.

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“A gente achou o andamento logo no início, depois da escolha do samba. A escola fez uma boa gravação. Está cada vez mais melhorando com os ensaios. Cantando muito. A Portela é uma comunidade muito apaixonada. Ela canta com coração”, comentou o vice-presidente Junior Escafura.

Gilsinho, com o talento que serve em todas as apresentações deu mais um show, na companhia da bateria do mestre Nilo Sérgio.

Outros destaques

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A introdução do samba, na arrancada da escola é certeza de que componentes e públicos serão envolvidos pela energia da Portela. A escola inicia sua apresentação com “Maria, Maria”, canção de Milton Nascimento e já emenda no samba, aproveitando a empolgação de todos. A junção da obra do homenageado com o samba, foi uma aposta da escola aproveitar melhor o tempo de esquenta. É certeza de que dará muito certo.

‘Baile da Mangueira!’ Visconde de Niterói fica pequena, e comunidade é destaque do primeiro ensaio de rua de 2025

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A Visconde de Niterói ficou pequena, na noite do último domingo, durante o primeiro ensaio de rua de 2025 da Estação Primeira de Mangueira. Desfilantes, torcedores e público em geral compareceram em peso para demonstrar a força do chão da Verde e Rosa e foram o grande destaque. O ensaio durou pouco mais de 1h10 e teve um percurso de cerca de 600 metros. A escola percorreu a via desde a estação de trem do Maracanã até, praticamente, o viaduto de acesso à Mangueira. Ao fim do treino, o diretor de carnaval, Dudu Azevedo, fez um balanço da apresentação e fez elogios ao canto da comunidade.

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“Foi mais um ensaio que a comunidade cantou e a gente conseguiu evoluir. Ajustamos algumas coisas de tempo e evolução. No nosso bate-papo final, já temos algumas coisas para verificar. Acredito que até a Sapucaí – que é no dia primeiro – iremos bem mais firmes. A presidente Guanayra conseguiu – com as parcerias – entregar a Visconde de Niterói, que faz com que a gente chegue na Sapucaí ainda mais preparados. A gente vê a escola cantando cada vez mais. Hoje, parece que a escola gritou o samba. A parte final da escola era de emocionar e encantar”, analisou o diretor de carnaval.

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Comissão de frente

Sob o comando dos coreógrafos Lucas Maciel e Karina Dias, o quesito levou, ao menos, 17 bailarinos – todos homens – para a Visconde de Niterói. A apresentação foi marcada pelo entrosamento e pela profunda conexão com a letra do samba. A sincronia e a garra exposta através de cada movimento corporal arrancou aplausos e gritos do público presente.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

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Fotos: Raphael Lacerda/CARNAVALESCO

Sinônimo de excelência, o “casal furacão” fez uma apresentação impecável, repleta de força, sincronismo e conexão. Cintya Santos – como sempre com seu bailado único e giros impactantes – deu um show de garra, precisão e leveza, enquanto o mestre-sala Matheus Olivério enfatizou o bailado, o característico sorriso e sua tradicional elegância. Juntos, os dois pareciam flutuar pela avenida.

Harmonia

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Foto: JM Arruda/Divulgação Mangueira

O ápice da noite. Mais uma vez, a Mangueira mostrou a força do canto de sua comunidade. Os componentes e o público presente entoaram o samba ao longo das mais de 1h10 de ensaio de rua. Apesar de ainda haver espaço para melhora – principalmente nas primeiras alas – os componentes já dão sinais de que vão dar conta do recado na Passarela do Samba – algo que parece estar sempre presente no DNA mangueirense. Vale o destaque para a ala 13.

Evolução

Sempre alegre e com muita determinação, a comunidade vibrou e brincou carnaval com muita espontaneidade. Os componentes se mostraram “soltos” e não deixaram de aproveitar cada metro de ensaio na Visconde de Niterói. Mesmo após o fim do treino, os desfilantes seguiram cantando até a altura do Palácio do Samba, que fica a cerca de 200 metros adiante. Por outro lado, apesar de dar um show no treino, algumas alas embolaram em determinados trechos do circuito – o que é completamente normal nesta altura do campeonato. A mudança do local do ensaio de rua surtiu efeito e mostrou ser um fator primordial para um grande espetáculo.

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Samba-enredo

A obra musical teve uma excelente evolução até aqui e foi nitidamente abraçada pela comunidade. Sem dúvida, o ótimo entrosamento entre o carro de som e a bateria também foi um fator para o sucesso da obra. Destaque para “É de arerê, força de matamba/ É dela o trono onde reina o samba/”, que além de chiclete, marca o início de uma explosão da obra. Ao final do ensaio, o intérprete Dowglas Diniz destacou a força do canto dos componentes e o trabalho musical feito pela agremiação.

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“Hoje, fizemos um ensaio positivo. Graças a Deus, a comunidade está correspondendo. Acredito que o trunfo que levaremos para a Avenida é o trabalho musical, juntamente com o canto da escola, bateria e carro de som. É um dos trabalhos mais ousados que temos desde 2023. A gente tem algumas coisas para melhorar um pouco, mas é questão de tempo. O samba está evoluindo a cada encontro que temos e tenho a certeza que ele vai funcionar bastante na Avenida. O entrosamento da bateria com o carro de som é resultado de muito ensaio e, acima de tudo, respeito que temos um pelo outro. Procuramos trabalhar em conjunto”, avaliou o intérprete mangueirense.

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Outros destaques

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Destaque para o show de excelência da bateria da Mangueira, comandada pelos mestres Rodrigo Explosão e Taranta Neto. Um dos pontos altos da apresentação foi a bossa nos versos “O alvo que a bala insiste em achar/ Lamento informar, um sobrevivente/”. Neste trecho, a bateria simula sons de tiros e reforça a letra da obra, assim como a violência cotidiana sofrida pelo povo preto e periférico.

Comunidade conduz primeiro ensaio de rua do ano da Imperatriz para o Carnaval 2025 com canto consistente e forte

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A Imperatriz retomou seus ensaios de rua, no último domingo, com uma apresentação bem forte da comunidade, pela rua Euclides Faria, em Ramos. Com uma grande animação, a escola da Zona da Leopoldina teve um canto constante durante este primeiro treino do ano, com as alas cantando bem o samba e com uma presença maciça da comunidade para acompanhar a apresentação da Rainha de Ramos. A agremiação vai levar o enredo “Ómi tutú ao Olúfon – Água fresca para o Senhor de Ifón”, do carnavalesco Leandro Vieira, para a Marquês de Sapucaí no domingo, 2 de março, sendo a segunda escola do primeiro dia de desfiles do Grupo Especial.

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Pedro Leite, um dos diretores de carnaval da agremiação, comentou sobre a presença em peso dos componentes no ensaio.

“A gente tinha uma preocupação por ser a primeira semana de janeiro, muita gente voltando de viagem, ainda comemorando a passagem de 2024 para 2025, mas a escola veio completa, com todo mundo aqui, e muita gente do lado de fora acompanhando, ficamos muito felizes porque mostra que o trabalho da presidência, da direção, da comunidade como um todo, está dando frutos não só na disputa que é importante, mas no resultado coletivo e social que conta muito também”.

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Fotos: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Comissão de frente

Comandada por Patrick Carvalho, a comissão de frente da escola se apresentou com os bailarinos homens com uma representação principal do personagem principal do enredo, Oxalá, vivendo parte da história, que será apresentada durante o desfile da escola. Os bailarinos vieram com cajados fazendo uma guarda para o principal da comissão.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Bem entrosados, Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro conduziram o pavilhão da agremiação, em uma apresentação animada e que empolgou o público presente. A dança teve momentos de gestos e movimentos relacionados a letra do samba, sendo bem executada como um todo a coreografia apresentada pelo casal.

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Harmonia

O canto da comunidade foi presente do início ao fim do ensaio de forma bem constante e forte nas alas da Verde e Branco, muito incentivadas pelo intérprete Pitty de Menezes que levou bem o samba junto do carro de som da escola. O cantor comentou sobre a presença e o canto da escola neste primeiro treino do ano.

“Foi maravilhoso, primeiro pelo reencontro com a comunidade, o nosso povo aqui de Ramos, e ver a pista totalmente lotada, com os componentes desfilantes, e de fora com os torcedores da Imperatriz, totalmente lotado, e não dava para andar, e não ver toda a escola cantando, toda a comunidade cantando o samba na Imperatriz”.

Evolução

A escola evoluiu bem pela Euclides Faria, passando tranquilamente, sem buracos e com a força dos componentes durante o trajeto. A escola apresentou duas alas com coreografias mais elaboradas, uma com machados de Xangô, e outra uma ala formada somente por mulheres, que passaram bem dentro do ensaio, além de mais algumas com coreografias mais simples. André Bonatte, também diretor de carnaval da escola, comentou sobre o ensaio e destacou o andamento e a evolução.

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“O ensaio de rua tem esse poder, porque é uma soma de alegria, de quem está desfilando com quem está na calçada vibrando. O resultado foi muito positivo e a gente já está muito perto daquilo que vamos, de fato, fazer na avenida em termos de andamento. Todos os segmentos já estão confortáveis com o tempo que estamos levando. Agora é só ajustar os pequenos detalhes que sempre tem, mas estou muito satisfeito com a resposta de hoje”.

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Samba-enredo

A obra de 2025 da escola de Ramos demonstrou, mais uma vez, a sua força no ensaio deste domingo. Pitty de Menezes conduziu muito bem o samba e fez mais uma vez cada componente cantar os versos a plenos pulmões. O intérprete complementou também para o CARNAVALESCO sua análise do ensaio.

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“Creio que foi um dos melhores ensaios desde que eu cheguei na Imperatriz. A escola cantando muito, a bateria na entrosação com o carro de som, então, eu acho que a gente está no caminho certo para conquistar essa tão sonhada décima estrela, e vamos fazer muito lindo na Sapucaí”.

Outros destaques

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A “Swing da Leopoldina”, mais uma vez, foi bem conduzida por mestre Lolo, que recebeu um parabéns especial da escola pelo seu aniversário nesta segunda-feira. A rainha Maria Mariá também esteve presente desfilando com uma roupa que levava o símbolo da bandeira da escola.

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Mocidade tem primeiro ensaio de 2025 com destaque para canto e apresentação do casal

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A Mocidade deu pontapé inicial nos seus ensaios de rua de 2025 com a comunidade trajada de branco para saudar o novo ano. A Verde e Branco da Zona Oeste teve um canto muito forte em boa parte da escola neste primeiro sábado na rua após a virada, com os componentes seguindo bem durante o trajeto iniciado na praça Guilherme da Silveira, além do destaque para apresentação do casal Diogo Jesus e Bruna Santos. A escola vai abrir o inédito terceiro dia de desfiles do Grupo Especial no dia 04 de março com o enredo “Voltando para o futuro – Não há limites para sonhar”, dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage.

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O diretor Mauro Amorim conversou com o CARNAVALESCO sobre a expectativa deste retorno aos ensaios de rua após a pausa de fim de ano.

“Nós fechamos o ano com um ensaio maravilhoso. Reproduz exatamente o que vai para a avenida aqui em relação à questão técnica de desfile e hoje a gente tem uma expectativa melhor possível de continuar nessa crescente. O nosso componente está feliz, o nosso grupo de trabalho está sendo muito fiel e muito forte como sempre foram, com a paixão que todo mundo tem pela escola e a expectativa sempre é melhor possível dessa construção de um trabalho que a gente vai levar para a avenida”.

Comissão de frente

Sob a responsabilidade de Marcelo Misailidis, a comissão de frente da Mocidade fez uma coreografia com passos e hábitos que lembraram o estilo de robôs e engrenagens se movimentarem, além de momentos onde os integrantes coreografaram em pequenos grupos dentro da apresentação, subindo nos ombros, por exemplo, de forma bem interessante do ponto de vista da temática do enredo.

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Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Diego Jesus e Bruna Santos realizaram uma exibição muito segura e suave durante o ensaio deste sábado. O casal apresentou uma coreografia tradicional, leve e bem executada, com muitos giros e algumas coreografias dentro da dança, especialmente na segunda parte do samba sendo bem recepcionado pelos torcedores da escola ao longo do percurso.

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A escola cantou muito especialmente da marcação do segundo casal para trás, onde grande parte cantava o samba com muita força, com destaque para a ala jovem da escola. As primeiras alas, entretanto em uma parte do ensaio, cantavam os refrões e a subida para o refrão principal com força, em sua maioria, e com menos vigor o restante da obra, principalmente, o setor entre as marcações do abre-alas e da segunda alegoria. Zé Paulo, intérprete da escola comentou sobre o ensaio.

“É um primeiro ensaio pós-festas, a escola começou a entender bem, desde o ano passado, a mensagem que o samba passa e hoje foi bem surpreendente o ensaio. Claro que eu fico muito restrito ao meu setor, que é a bateria, a parte musical, mas eu senti, por exemplo, um pouco do início mais morninho, mas da metade para lá, a escola acendeu e foi um grande desfile, mas faz parte também do processo do ensaio. É bom que a gente identifique coisas assim também, para a gente poder, também no canto, conseguir imprimir uma efetividade melhor no início, mas eu estou muito satisfeito”.

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Evolução

Os independentes evoluíram bem no primeiro treino de 2025, sem maiores problemas no decorrer do ensaio entre as alas, com as alas bem alegres e soltas, fluindo bem durante o trajeto da apresentação da agremiação por Padre Miguel. As alas também se uniram já nos gestos para determinadas partes do samba como a segunda “Fogo matando a floresta / Bicho morrendo no cio / Febre no pouco que resta / Secam as águas de um rio”.

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Defendido por Zé Paulo, com o auxílio do seu carro de som, a obra vem rendendo cada vez mais na Estrela Guia. O intérprete e o coro bem seguros com o samba levando bem a composição que está sendo cada vez mais assimilada pelos componentes da escola, como disse o próprio Zé Paulo anteriormente, absorvendo a mensagem que a letra passa.

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A rainha de bateria, Fabíola de Andrade, esteve presente neste primeiro ensaio do ano vestindo um conjunto prateado, e sendo bem recepcionada, mais uma vez, pelos torcedores da escola que acompanhavam o ensaio. A bateria “Não existe mais quente” deu mais um show sob a regência de mestre Dudu neste início dos treinos de rua de 2025 para a Mocidade.

Enredo da São Clemente para o Carnaval 2025 sobre pets é elogiado e traz novos componentes para a escola

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Desde o final de junho, quando lançou o enredo para o Carnaval 2025, uma escola da Série Ouro colhe os frutos que a surpreendente escolha gerou. Intitulado “A São Clemente dá voz a quem não tem”, a preto e amarelo abraçou a defesa dos animais para tratar no Sambódromo. Sexta agremiação a desfilar no sábado (01 de março), diversos integrantes da agremiação conversaram com a reportagem do CARNAVALESCO no dia dos minidesfiles das 16 escolas de samba sobre a relação que eles têm com animais.

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Foto: Magaiver Fernandes/Divulgação

Homenagem

Ao ser perguntado sobre o quanto esse enredo tinha agradado a ele, Renato Almeida Gomes, popularmente conhecido como Renatinho, presidente da São Clemente, aproveitou para falar sobre um triste caso que pode, até mesmo, ter servido de inspiração para a temática: “Esse enredo representa muita coisa. Ter um animal de estimação é muito amor envolvido. Eu tinha um até a metade do ano e, quando ele faleceu, eu fiquei quatro dias internado. Não tinha nenhum enredo ainda, fiquei mal para caramba. Quando a gente se apega a esses animais (e olha que eu nunca tive gato, não), mas cachorro me enlouquece, eu fui maluquinho quando algo acontece com eles”, confessou.

Público distinto

Se a intenção da São Clemente era surpreender, a missão da agremiação foi cumprida com sucesso. Tanto que até mesmo pessoas que não costumam ter muita ligação com o universo das escolas de samba adentrou à instituição. Foi o caso do casal de aposentados Pedro Olívio Filho, de 69 anos, e de Sandra Maria, de 64: “Vamos desfilar pela primeira vez na São Clemente porque gente gosta muito de animais. A gente não tem, mas a gente gosta de animais”, revelou.

O motivo pelo qual o casal não possui pets mesmo adorando-os surpreende pelo altruísmo: “A gente curte muito animais, mas a gente não tem tempo. E não dá para deixar o pet em casa sozinho, né? Mas a gente gosta muito”, revelou Sandra

Sentimento genuíno

Absolutamente todos os clementianos entrevistados revelaram que adoram pets em geral. Rafael Roberto dos Santos, popularmente conhecido como Rafael Tinguinha, intérprete da agremiação, foi um deles: “Eu amo pets! Eu, particularmente, tenho pets em casa. Já tive muitos cachorros, hoje eu tenho só uma gatinha lá em casa que eu amo de paixão, que quebra tudo lá, mas eu amo de paixão, a Pandora. Falar de pets, falar do amor animal, é um amor que você não pede nada em troca. É esse amor puro, é esse amor animal que existe para a gente. Às vezes o ser humano não demonstra da mesma forma, mas o amor do animal é um amor de quem não quer nada em troca. Eles pedem esse amor! Minha gatinha vem, ela pede esse amor, ela chega, ela roça em você pedindo um carinho e você vai, dá aquele carinho. É um amor muito puro. Eu acho que a gente tem que valorizar cada dia mais esse sentimento por conta de todas essas maldades que a gente vê de abandono, de maus tratos aos animais”, derreteu-se.

O presidente da instituição foi além e deu um curioso detalhe conjugal que envolve animais de estimação como um todo: “O meu pet, um cachorro, dorme na cama comigo, pra você ter ideia. A minha esposa dorme fora da minha cama, ele é quem dorme comigo. Eu tenho cachorros desde 1974 e cuido de ao menos até hoje, nunca parei de ter cachorro”, relembrou.

Enredo aprovado

Com tantas histórias, é claro que a temática foi bastante elogiada. Pedro Olívio foi um deles, aproveitando para fazer um desabafo: “Os animais têm que ter proteção. É muito bom. A pessoa tem um pet, larga ele na rua, se muda e largou uma vida. Tem que estar presente em todos os momentos. Se não tem condição de criar, deixa ela no cantinho dele”, comentou.

Sandra Maria concordou com o marido: “Eu gostei, eu achei muito interessante, porque eu não lembro e eu ainda não tinha visto uma escola falar sobre animais de estimação. Eu lembro da Beija-Flor, com um enredo sobre animais, sonhos com borboletas e etc. Eu achei muito interessante, gostei, curti e estamos aqui. Isso, eu adoro o samba e o enredo é lindo. É algo apaixonante o que a São Clemente está fazendo, é muito bonito”, comemorou.

Ouça os sambas-enredo nas versões oficiais da Série Ouro para o Carnaval 2025

Vale destacar que o desfile citado por ela (de 1976, “Sonhar com Rei Dá Leão”, que deu o primeiro título para a escola nilopolitana) é muito mais associados, na realidade, ao jogo do bicho que aos animais em si.

Ao descartar cacos inspirados em animais, Tinguinha também fez elogios ao enredo clementiano: “O que a gente pode fazer é tentar. E a gente pode tentar. Eu, particularmente, não vou arriscar um latido, não. Eu acho que só de a gente estar botando uma mensagem de amor, eu acho que, se você cantar com amor para que essa causa chegue às pessoas ruins, às pessoas que maltratam os animais, eu acho que já é de extrema importância”, disse.

Denúncia e ativismo

Sandra Maria, por sinal, relembrou de um caso em que ela própria ajudou um pet: “A gente uma vez resgatou um cachorro, o Bob, lá em Arraial do Cabo. E a gente conseguiu trazer ele aqui para o Rio e ele foi adotado. Ele ficou uns dois dias lá em casa, aí depois a gente conseguiu uma doação para ele. Ele foi muito dócil, ele era de uma das praias, em Arraial do Cabo. Lá tem muitos cachorros que abandonados, infelizmente”, lamentou, apoveitando para jogar holofotes sobre uma região que precisa de mais cuidados com o abandono de animais.

Para 2025…

Estreando na São Clemente após um ano na Em Cima Da Hora, Rafael Tinguinha comemorou o início na agremiação da Zona Sul e revelou o pano de fundo para a chegada à instituição: “Eu estou muito feliz com o convite que a São Clemente me fez! É uma grande escola, é uma grande agremiação. Eu me sinto tendo um privilégio de estar cantando em uma escola tão tradicional como a São Clemente. O convite veio a partir do Bruno Ribas: ele, conversando com o Renatinho, que me indicou. O presidente falou que queria um intérprete para o Bruno Ribas e ele citou que eu estava crescendo e estava muito bem. O Renatinho me ligou e a gente fechou. Eu fiquei e estou muito feliz de hoje estar nessa casa, muito feliz mesmo”, comemorou.

Já Renatinho fez questão de exaltar a agremiação presidida por ele: “Vocês podem esperar tudo de bom da São Clemente em 2025! Tudo, sim. E, claro: título. Eu já estou há muito tempo aqui na Série Ouro. A São Clemente está investindo muito, porque todo mundo fica falando que tem dinheiro, fulano, beltrano… eu não falo nada, eu não falo as contas da escola. A São Clemente está vindo com um dos carnavais mais bonitos da história da escola. Igual 2015, mais ou menos. Só que esse ano o enredo é mais apelativo por causa dos animais. Tem que ter cuidado: todo mundo fala, mas tem que ter cuidado. Que ganhe, mas que ganhe a São Clemente”, finalizou.

Samba do Salgueiro para o Carnaval 2025 passa de meio milhão de audições

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O CARNAVALESCO divulga a segunda lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial do Rio para o Carnaval 2025. Vamos utilizar como fonte o Spotify. A nossa próxima atualização será no dia 20 de janeiro. Veja como está a lista abaixo de audições.

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1 – Salgueiro: 500.183 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
2 – Viradouro: 423.094 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
3 – Grande Rio: 413.502 audições  (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
3 – Imperatriz: 375.903 audições  (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
5 – Unidos da Tijuca: 353.082 audições  (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
6 – Mangueira: 287.132 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
7 – Beija-Flor: 275.576 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
8 – Portela: 265.619 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
9 – Paraíso do Tuiuti: 254.397 audições  (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
10 – Vila Isabel: 229.356 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
11 – Mocidade: 223.059 audições  (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)
12 – Unidos de Padre Miguel: 194.122 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR)

Grande Rio realiza seu primeiro ensaio de rua de 2025 no domingo

Após as festividades de fim de ano, a hora de focar no Carnaval 2025 chegou! A Grande Rio inicia seus ensaios de rua neste domingo, 5 de janeiro, na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, no Centro de Duque de Caxias. A concentração está marcada para às 19h, no trecho próximo ao supermercado Carrefour.

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Foto: Ewerton Pereira/Divulgação Grande Rio

Para o Carnaval de 2025, a Tricolor de Caxias levará à Marquês de Sapucaí o enredo “Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. A escola será a penúltima a desfilar na terça-feira de Carnaval.

Serviço
Evento: Primeiro ensaio de rua da Grande Rio em 2025
Data: Domingo, 5 de janeiro
Horário: Concentração às 19h
Local: Avenida Brigadeiro Lima e Silva, altura do supermercado Carrefour

Imperatriz Leopoldinense realiza primeiro ensaio de 2025 no domingo

A Imperatriz Leopoldinense, atual vice-campeã do Carnaval carioca, retoma a sua agenda de ensaios, após a pausa para as festas de fim de ano, já no próximo domingo. A partir das 16h, a verde, branco e dourado realizará seu tradicional ensaio de canto na Rua Euclides Faria, em Ramos, Zona da Leopoldina do Rio, com a participação de toda sua comunidade e segmentos.

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Foto: Nelson Malfacini/Divulgação Imperatriz

Os ensaios funcionam para aprimorar a evolução da Rainha de Ramos até o desfile do dia 2 de março, onde a escola irá levar para a Marquês de Sapucaí o enredo “ÓMI TÚTÚ AO OLÚFON- Água fresca para o Senhor de Ifón”, do carnavalesco Leandro Vieira, que vai para o seu terceiro desfile consecutivo na Imperatriz.

A agremiação, que abordará a temática ligada ao culto orixá e ao candomblé depois de 46 anos, será a segunda escola a desfilar no domingo de Carnaval, contando a história da saga de Oxalá ao reino de Oyó para visitar Xangô.

SERVIÇO
Ensaio de Rua do G.R.E.S Imperatriz Leopoldinense
Data: 05/01/25
Local: Rua Euclides Faria, Ramos
Horário: a partir das 16h

Salgueiro recebe Beija-Flor de Nilópolis no ensaio deste sábado

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O evento queridinho dos sambistas está de volta! Neste sábado, a quadra do Acadêmicos do Salgueiro, na Rua Silva Teles, será palco da primeira edição de 2025 do Salgueiro Convida. Para abrir o ano em grande estilo, a Academia do Samba receberá a coirmã Beija-Flor de Nilópolis, prometendo uma noite inesquecível de samba e axé.

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A programação começa às 20h30 com um animado pagode de aquecimento, criando o clima descontraído perfeito para os amantes do samba. Em seguida, o elenco show do Salgueiro sobe ao palco, sob o comando do diretor artístico Carlinhos Salgueiro. A apresentação contará com o carro de som liderado por Alemão do Cavaco e pela marcante voz de Igor Sorriso, além da energia contagiante da Bateria Furiosa, dirigida pelos mestres Guilherme e Gustavo.

Logo após, a Azul e Branco nilopolitana promete agitar a quadra com seus sambas mais inesquecíveis, incluindo o hino de 2025, “Laíla de todos os santos, Laíla de todos os Sambas”. A canção é um emocionante tributo a Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, o eterno Laíla, cria do Morro do Salgueiro e do Torrão Amado, que marcou época como diretor de carnaval da Beija-Flor de Nilópolis.

Serviço – Primeiro Salgueiro Convida de 2025
Data: Sábado, 4 de janeiro de 2025
Horário: Abertura da quadra às 20h30
Local: Quadra do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro
Endereço: Rua Silva Teles, 104 – Andaraí, Rio de Janeiro

Ingressos:
Pista: R$ 50
Jirais: R$ 100
Mesas (4 pessoas): A partir de R$ 250
Camarotes (15 pessoas): De R$ 1.000 a R$ 1.300
Vendas:
Online: Guichê Web
Presencial: Bilheteria da escola

Portela dá boas-vindas a 2025 com participação de Mariene de Castro em sua tradicional feijoada

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A Portela iniciará neste sábado o ano com sua tradicional Feijoada da Família Portelense, prometendo agitar toda a comunidade de Oswaldo Cruz e Madureira com muito samba. Dando continuidade as participações de artistas da MPB na feijoada da Majestade do Samba, o evento contará com a participação especial da cantora e compositora Mariene de Castro, que irá levar para o palco da maior campeã do carnaval um repertório rico em samba e MPB. Com sua voz marcante e todo seu carisma, a portelense Mariene promete emocionar o público com os sucessos “Abre Caminho”, “Ilha de Maré” e sua versão de “A Deusa dos Orixás“.

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Foto: Magaiver Fernandes/Divulgação Portela

O evento contará também com a apresentação da Velha Guarda Show da Portela e a abertura ficará por conta do cantor Leonardo Bessa. Para encerrar com chave de ouro, o tradicional show da Portela com todos os segmentos como a ala das baianas, ala de passistas, casal de Mestre-sala e Porta-bandeira ao som da bateria Tabajara do Samba, comandada pelo Mestre Nilo Sérgio.

Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Digital ou na bilheteria da escola em horário comercial.

Serviço:
Data: 4 de janeiro (sábado)
Horário: A partir das 13h
Local: Quadra da Portela, localizada na rua Clara Nunes, 81 – Madureira.