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Wantuir desabafa e fala do desamparo aos profissionais do carnaval: ‘Estou me sentindo desprestigiado’

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O intérprete da Unidos da Tijuca, Wantuir Oliveira, fez uma publicação em suas redes sociais, na noite de sexta-feira, sobre o desamparo que os profissionais das escolas de samba estão sofrendo. Já passamos de um ano de pandemia da Covid-19 e até agora nenhum auxílio concreto para quem produz o maior espetáculo da terra, apenas promessas e promessas.

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“Estou me sentindo desprestigiado. Profissional do carnaval há mais de 30 anos sem auxílio, sem Rouanet e sem lei Aldir Blanc. Sem salários eu e mais uns cem profissionais só aqui no Brasil que participam da maior festa a céu aberto do mundo, as vésperas de um feriado forçado”, disse.

O intérprete contou que procurou uma solução para sobreviver. Ele está vendendo quentinhas.

“Estou trabalhando entregando as comidas feitas aqui em casa e vou parar por 10 dias. Aonde vamos parar como vamos cumprir nossos compromissos, mas acima de tudo esperançoso de que tudo vai melhorar Deus e Nossa Aparecida no controle vamos que vamos”.

Outros profissionais do carnaval comentaram na publicação do cantor tijucano

“Minha solidariedade e apoio! Politicagem e campanha eleitoral em plena pandemia, onde brincam com a população e seus anseios. Pedindo e rezando a Deus que a vacina contemple a todos o quanto antes . Fé em Deus e na ciência o resto é lacre! Tmj meu amigo” – intérprete Zé Paulo Sierra.

“O que me deixa mais perplexo é a total falta de apoio e empatia. Somos artistas de uma festa que não tá nem aí pra gente…” – intérprete Leonardo Bessa.

“Mano, eu também estou neste mesmo patamar… tenho um empreendimento que estou trabalhando no grito e agora parando tudo, ta muito complicado!” – intérprete Pixulé.

“Já era seu fã tio pelo grande cantor que é, agora com essas palavras ainda mais fã da sua pessoa tbm, é isso ai, vamos correndo atrás da forma que podemos ja que o valor não temos. Forte abraço se cuida tmj” – intérprete Tem-Tem Jr.

Estou me sentindo despretigiado profissional do carnaval a mais de 30 anos sem auxílio sem Ruanet sem lei Aldit Blanc…

Publicado por Wantuir Oliveira em Sexta-feira, 26 de março de 2021

‘A marca do carnaval é imensa e muito forte; É impossível não termos parceiros’, diz André Vaz, presidente do Salgueiro

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Indicado para benemérito e membro do Conselho Fiscal da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), o presidente do Salgueiro, André Vaz, conversou com o site CARNAVALESCO sobre o novo momento da Liga e os projetos para o futuro do carnaval das escolas de samba do Grupo Especial.

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Joaquim Cruz, vice-presidente do Salgueiro, e André Vaz, o presidente, benemérito e membro do Conselho Fiscal da Liesa

“É uma diretoria nova, com vontade, em um momento super complicado, talvez, o mais complicado que as escolas estão vivendo. As pessoas que estão no comando são capacitadas. Estou no Conselho Fiscal. Cada um ajudando vamos encontrar um caminho para sairmos dessa crise. Espero muito trabalho, trazer parceiros novos para dentro da Liesa. Não podemos ficar sempre dependendo do dinheiro público e da Rede Globo. Acho que isso foi um erro que a Liesa teve, não ter Plano B. A Liesa parou e se acostumou com a verba da prefeitura, governo estadual, federal, Petrobras, Rede Globo, e esqueceu de buscar novos parceiros. Com a pandemia, a conta chegou para todo mundo. O desfile das escolas de samba é o mesmo nível do Rock in Rio e você vê eles cheios de parceiros, bancando toda aquela estrutura. A marca do carnaval é imensa e muito forte. É impossível não termos parceiros. O maior evento do mundo não tem parceiros? Isso não existe”, disse.

Sobre os preparativos para o próximo desfile, que depende do avanço da vacina no país, o dirigente salgueirense disse que espera um posicionamento da Liga e autoridades públicas sobre a liberação da Cidade do Samba e a programação para lives das escolhas dos sambas-enredo.

“Tem duas linhas: a primeira é que dependemos da desinterdição da Cidade do Samba. Assim que liberar, vamos também entender como está a área de saúde nesta data. Tudo vai depender da vacina e dos horários que a prefeitura vai liberar para que a gente possa trabalhar. Sobre as lives, vamos aguardar o posicionamento da Rede Globo, junto com a Lei Aldir Blanc, para que a gente possa saber o regulamento e a data prazo. Isso não acontecendo vou aguardar para saber quando poderemos reabrir a quadra com toda segurança e aí vamos marcar uma data”.

André Vaz revelou como está o Salgueiro e falou também sobre o título de benemérito da Liesa.

“Estamos trabalhando o enredo “Resistência”. O nosso carnavalesco Alex de Souza já está produzindo os desenhos de fantasias e alegorias. Teve mais tempo, já que a programação era para o carnaval em julho. Desde janeiro, a gente ficou sabendo que não seria possível e aí ganhamos mais tempo para produzirmos um desfile de alto nível. Estamos trabalhando nessa linha e rezando para ter o carnaval em fevereiro. Se confirmar que vai ter vamos brigar pelo título, como sempre brigamos. Ser benemérito da Liesa é uma honra muito grande. Assumi o Salgueiro em dezembro de 2018, venho fazendo um trabalho com muita dificuldade, assumindo a escola com R$ 4,5 milhões de dívidas, estamos acertando tudo, e a pandemia afetou todo mundo. Mesmo assim, o Salgueiro vem arrecadando dinheiro em lives, contando com parceiros que sempre ajudam quando precisamos, realizando venda de produtos e estamos trabalhando para sair desse buraco”.

Cláudio Vieira: ‘Mais de dez horas no bonde’

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Apesar de pouco falado (e lembrado), José Leite foi uma das figuras mais importantes da história da Vila Isabel.

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Trabalhou na Escola desde a sua fundação e era uma espécie de braço direito de Antônio Fernandes da Silveira, o Seu China, o primeiro presidente (que aparece no retrato mostrado por seu filho, o compositor Djalma Sapo).

Leite sempre foi de jogar para o time, carregando o piano. Uma de suas missões era fazer visitas ao ateliê do pintor e escultor Miguel Moura, um dos primeiros carnavalescos da cidade. Nesses encontros, no Centro, surgiam papos e ideias, e deles nasciam os enredos da Vila – cujas alegorias e fantasias eram criadas pelo próprio Miguel.

Como sempre fazia, Leite embrulhava as pranchas com todo o carinho e tomava o bonde de volta para Vila Isabel.

Certa vez, já no bonde, Leite teve que enfrentar um impiedoso temporal. Ficou mais de dez horas ilhado em diversos alagamentos entre a Presidente Vargas e a Praça Barão de Drumond. Tomou todos os cuidados possíveis para que a chuva não respingasse nas telas pintadas a guache.

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Era quase meia-noite quando Leite conseguiu descer do bonde com o material são e salvo. A chuva já havia passado, mas as ruas estavam cobertas pelo lamaçal. Atravessou a praça, escalou as escorregadias escadarias do Morro dos Macacos até chegar à residência do presidente, que aguardava a entrega do material desde o final da tarde.

Lá chegando, Leite encontrou Seu China só de calção e tamancos, tomando uma cerveja champanhada e ouvindo o noticiário no rádio. Abriu os braços, feliz por ter conseguido cumprir sua missão com lealdade e bravura:

– Meu presidente!

Seu China fez aquela cara de poucos amigos, de cacique empombado, e soltou os bichos:

– Vocês não querem p. nenhuma!

‘Desfiles campeões da memória’: conheça os escolhidos e os confrontos

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O público escolheu os 16 desfiles para o primeiro campeonato “Desfiles campeões da memória” do site CARNAVALESCO. Com o avanço da pandemia em todo o país e com as medidas restritivas das prefeituras do Rio de Janeiro e de Niterói, criamos uma opção de entretenimento para os dois próximos fins de semana. Vamos assistir juntos desfiles (não campeões e que não estiveram na nossa relação dos 30 do Sambódromo) e faremos uma competição diferente.

desfiles memoria

Importante: só puderem entrar na votação os desfiles do período do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, ou seja, de 1984 até 2020. um desfile por escola do Grupo Especial e mais quatro desfiles que passaram pelo Acesso A na Sapucaí (excluindo quem está competindo pelo Especial).

Vamos dividir o chaveamento em dois fins de semana. No primeiro, teremos uma fase com 16 desfiles e vão passar oito. Na semana de Páscoa, escolheremos o campeão. A competição terá julgadores da equipe do site e convidados. Os quesitos vão ser: samba-enredo, desenvolvimento do enredo, comissão de frente e conjunto harmônico. Notas de 9 a 10 (fraccionadas no décimo). O público também poderá analisar e participar das transmissões especiais. Fique ligado nas nossas redes sociais que vamos divulgar as datas e horários.

Confira abaixo como ficaram os confrontos:

Viradouro 1998 x Grande Rio 2010
Unidos de Padre Miguel 2014 x União da Ilha 2003
Beija-Flor 1999 x Mocidade 1987
Salgueiro 2012 x Mangueira 2003
Cubango 2019 x Império Serrano 2012
Portela 2014 x Vila Isabel 1987
Unidos da Tijuca 2005 x São Clemente 2015
Paraíso do Tuiuti 2019 x Imperatriz 1993

Laíla diz que Perlingeiro está preparado e elogia Gabriel David no marketing da Liesa: ‘Está cheio de vontade, essa é a praia dele’

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Após eleição na sede da Liesa que apontou Jorge Perlingeiro novo presidente, a equipe do site CARNAVALESCO conversou com um dos maiores representantes da folia carioca para saber sua avaliação. Laíla afirma que não concordava com algumas posições da nova diretoria, mas que a partir das mudanças que foram feitas, acreditou que o caminho era o correto.

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“Perlingeiro não é novo presidente. É cria da casa, amigo do Guimarães e trabalhou com o Jorginho durante esse tempo inteiro. Veio desde o doutor Castor. É uma pessoa preparada para assumir a função. Vai dar continuidade, obviamente. Uma das coisas que me preocupava era a presença de um presidente de escola de samba fosse vice-presidente, eu não concordava muito com isso. O caminho traçado é o certo. Sou fundador da casa, me sinto muito orgulhoso por permanecer no coração deles”, explica.

Sobre a modernização da festa e atuação mais atraente para os jovens, Laíla é sucinto em sua opinião.

“Tudo é possível desde o momento que não se achate o samba. Tem que se pensar em tecnologias e loucuras que venham de encontro as raízes sambistas. Temos milhares de caminhos que poderão ser respeitados defendendo a figura principal, que é o maior espetáculo da terra. O Gabriel está cheio de vontade, essa é a praia dele. O Capitão Guimarães foi muito feliz em falar que precisa de renovação e é lógico que está certo. Que as mudanças sejam pensadas dentro dos caminhos normais”.

Laíla finalizou afirmando que ainda segue sem destino para o próximo carnaval, e que está esperando uma nova oportunidade.

“Não tenho contato com nenhuma escola. Ainda não morri. É lógico que quero e pretendo fazer. Tendo oportunidade, lá estarei. É só fazer uma análise da minha história dentro do carnaval. Tive uma infelicidade devido a outros fatores, mas não desaprendi. Se aparecer algo, lógico que vou trabalhar”, finalizou.

Cláudio Vieira: ‘De olho no Malandro Histórico’

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Os primeiros sambas que Monarco compôs na Portela foram em parceria com Alcides. Mas ao contrário de tantas outras vezes, agora Alcides caprichara nos versos que enalteciam a musa – o que valeu até um elogio de Dona Guiomar, mulher do “Malandro Histórico”.

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– Até que enfim vocês fizeram um samba decente. Até hoje, o que tenho ouvido são sambas em que a mulher é obrigada a se humilhar, rastejando como uma cadela.

Ainda rapazola, Monarco ficou meio encabulado. Explicou que era sempre o parceiro quem fazia a primeira parte e ele, então, apenas se limitava a dar continuidade ao argumento, na segunda estrofe.

– Eu sigo o estilo dele… – justificava.

Dona Guiomar encolheu os ombros e foi para a cozinha. Alcides, então, comentou com o companheiro:

– Não liga, não. Toda vez que eu faço um samba romântico, depois ela vem me questionar: “Alcides, quem é essa pilantra?”

Leandro Vieira sobre a fantasias das baianas do Império Serrano: ‘Toda estampada para ser super contemporânea’

Durante a live de aniversário de 74 anos do Império Serrano o carnavalesco Leandro Vieira apresentou a fantasia da ala de baianas da escola da Serrinha. No próximo carnaval o Reizinho de Madureira vai levar para a Marquês de Sapucaí o enredo Mangangá, que contará a história do Mestre Besouro Mangangá, capoeirista baiano, enredo de autoria do próprio Leandro Vieira.

baiana imperio

“Estou ganhando um presente de fazer o Império Serrano. Estou pensando o futuro carnaval da escola. Eu não queria divulgar uma fantasia que tenho um chamego, mas o presidente quis porque quis e achou que seria bacana ser o presente para toda nação imperiana. O carnaval que passou (2020) não foi feliz para elas e merecem sempre estarem bem vestidas”, disse o carnavalesco.

Leandro disse que assim que recebeu o convite do Presidente Sandro Avelar para desenvolver o Carnaval do Reizinho, o primeiro figurino que concebeu foi justamente o das Baianas do Império Serrano. * LEIA AQUI AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO CARNAVAL

“As baianas guardam de tudo que o Besouro representa no nosso carnaval. É baiana tradicional, como o Império Serrano merece, sem ser tradicionalista. Toda estampada para ser super contemporânea. Tem tabuleiro e frutas na cabeça”, explicou Leandro. * VEJA AQUI MAIS NOTÍCIAS DA SÉRIE OURO

Em recuperação da Covid-19, André Diniz deixa UTI e vai para o quarto

Boa notícia! O compositor André Diniz, que está internado em recuperação da Covid-19, deixou a UTI e foi transferido para o quarto. O amigo Evandro Bocão disse que o estado de saúde do maior vencedor de sambas-enredo da Vila Isabel melhora a cada dia. André está lúcido e interagindo no Twitter, inclusive, falando do Flamengo, seu clube do coração.

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Ministro da Saúde diz que meta do governo é vacinar 1 milhão por dia

O novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, reuniu a imprensa para divulgar as novas ações e estratégias do governo federal no combate à covid-19. O ministro também deverá falar sobre a reformulação do sistema público de saúde e sobre a intensificação da campanha de imunização, além da produção nacional de vacinas contra o novo coronavírus.

Segundo Queiroga, o governo aposta na vacinação em massa como ação primária contra a pandemia. O ministro afirmou, ainda, que a meta é vacinar 1 milhão de brasileiros por dia.

Unidos de Bangu terá rainha da escola importada dos Estados Unidos

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Um verdadeiro avião está aterrissando na Unidos de Bangu. Após estrear na Sapucaí no Carnaval de 2020 ocupando o posto de musa, a norte-americana Dre Story se prepara para realizar um sonho que começou a ser realizado há 09 anos, quando iniciou suas aulas de samba, o de reinar no carnaval carioca.

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Apaixonada pela cultura brasileira e pela magia da maior festa popular do planeta, Dre confessa que já entrou em uma verdadeira contagem regressiva para que 2022 chegue logo. Dotada de um corpo escultural e de muita fé para que se controle a pandemia da Covid-19, a rainha da escola já iniciou a preparação para brilhar no desfile da vermelha e branca.

“Ainda é algo inacreditável e acho que somente vou ter a real dimensão do que é ser rainha de uma escola quando pisar na Avenida. Este é muito mais do que um sonho que começou há quase uma década, é a prova de que não devemos desistir jamais daquilo que queremos alcançar”, diz Dre.

Aluna da renomada sambista Egili Oliveira, a majestade de Bangu conta que sempre quis participar do carnaval carioca e antes de estrear na Sapucaí, idealizou o momento mágico de poder sambar na Passarela do Samba por diversas vezes até conhecer a instrutora e amiga.

“O desejo de saber mais sobre a cultura brasileira sempre foi muito forte em mim por diversas razões e, quando comecei a fazer as aulas com Egili, foi se tornando cada vez maior porque ela é muito mais do que uma professora, é uma propagadora do Carnaval e de sua história e, quando ela sentiu que eu estava preparada, me apresentou a Unidos de Bangu, escola onde eu nunca senti uma energia igual. A cada ensaio de rua, eu me sentia mais motivada ainda e acho que isto refletiu na minha vontade de continuar a defender as cores da minha escola”, diz Dre, que atua no mercado de investimentos e, também realiza trabalhos como modelo nos Estados Unidos, país onde vive.

A experiência como rainha não é uma novidade para ela, que é campeã do International Samba Queen Congress, competição realizada em seu país e que premia sambistas estrangeiras. Sempre incentivada por Egili, Dre comenta o quanto as participações foram importantes para ela.

“Sempre tive muitas pessoas me encorajando, mas faltava esse passo. A partir do momento que eu entendi que, além de ser uma conquista pessoal, eu poderia encorajar e empoderar outras mulheres para que mergulhassem com determinação para conquistar seus objetivos, também passei a me cuidar e a treinar mais. Foi assim com a minha participação no concurso, precisei participar três vezes até me tornar campeã, na edição de 2019. Agora muito mais, tenho a responsabilidade de abrir o desfile representando toda a comunidade de Bangu e vou me dedicar muito nesta preparação. Tenho certeza de que estarei no Brasil em breve porque a campanha da vacinação vai ser eficaz tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil e faremos o maior carnaval de todos os tempos”, finaliza a rainha.

São Clemente vai conceder honraria para três escolas na comemoração dos seus 60 anos

Após anunciar que sambistas clementianos irão receber títulos de benemérito no dia 25 de outubro, data que marca os 60 anos da escola, a diretoria anunciou em suas redes que também vai homenagear três escolas co-irmãs.  

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De acordo com o presidente Renato Almeida Gomes, a intenção é reconhecer pessoas e instituições que fizeram a diferença na história da São Clemente.  

“Numa data tão marcante para a São Clemente, nós também queremos prestar uma homenagem a três escolas co-irmãs que sempre demonstraram amizade e respeito pelo nosso pavilhão: Grande Rio, Imperatriz e Grande Rio. Essas escolas ganharão a “Honraria Clementiana”.   

Renatinho revela como estas escolas foram importantes em diversos momentos 

“Sempre tivemos um laço familiar muito grande com Beija-Flor, Imperatriz e Grande Rio. Quando a São Clemente estava no Grupo de Acesso, elas nos deram suporte econômico, ajudaram com alegorias e componentes. Seu Luizinho foi muito amigo do meu pai. Em 2003, o Anísio nos deu nossa primeira alegoria motorizada. Foi um espetáculo, era o sonho da escola ter esse carro. A Grande Rio nos cedeu alegorias grandes, e a Imperatriz abriu crédito para a São Clemente em diversos lugares. As três agremiações merecem nossa máxima admiração”. 

O presidente sonha com uma grande festa para homenagear os beneméritos clementianos e as escolas co-irmãs, mas que fará um evento seguindo os protocolos de segurança.   

“É claro que eu queria a quadra cheia para celebrar a data, mas só iremos realizar o evento com nossa gente vacinada. Se tudo der certo, faremos uma festa bonita, com orquestra e tudo. Vai ser bonito e emocionante demais”.