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Bateria, casal e comissão de frente se destacam em desfile da Acadêmicos de Jacarepaguá

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Com bom desempenho da bateria, boa comissão de frente, casal de mestre-sala e porta-bandeira com muito sincronismo e abre-alas vindo como segundo carro, a escola de samba Acadêmicos de Jacarepaguá fez um desfile que durou 39 minutos. Levando o enredo “De Marias a Marias”, a escola de samba foi a sexta a entrar na Nova Intendente neste primeiro dia de desfiles da Série Prata do carnaval carioca.

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Comissão de Frente

A comissão de frente representou as “Marias da história”. Na apresentação para os julgadores, o segmento realizou uma coreografia dividida por casais, repleta de sincronismo, exploração da criatividade e sintonia com o samba-enredo. A apresentação foi bem detalhada e não apresentou nenhum problema grave.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal Matheus Medeiros e Amanda Villaverde fez um ótimo desfile ao longo de toda Ernani Cardoso. Mesmo quando estavam distantes dos módulos de julgadores, o casal esbanjou simpatia e conexão, sempre com um olhar apaixonante do mestre-sala para a porta-bandeira. Os dois também se apresentaram para o público, sempre sendo reverenciados por quem acompanhava o espetáculo. Nos momentos de bossa, com um ritmo mais ‘xaxado’, Matheus acompanhou a melodia e realizou alguns passos num estilo mais cangaceiro. A roupa da porta-bandeira era repleta de detalhes e cores, enquanto a vestimenta do mestre-sala aparentava leveza para que Matheus pudesse se movimentar. A apresentação para os julgadores durou cerca de dois minutos.

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Harmonia

Os intérpretes Léo Simpatia e Bia Lopes ajudaram a levantar a comunidade. Devido a algum problema técnico, o som da bateria saía muito baixo pelas caixas espalhadas ao longo da Nova Intendente. Entretanto, mesmo com a dificuldade apresentada, a sincronia entre equipe de som e ritmistas foi muito forte e positiva.

Enredo

O abre-alas da escola foi para a Avenida como segundo carro. De acordo com componentes da agremiação, um problema na alegoria fez com que a ordem fosse alterada. Com a mudança, algumas alas também aparentavam estar modificadas, o que dificultou a compreensão do enredo através de uma linha síncrona e cronológica.

Evolução

Apesar de avançar um pouco além da conta já perto do final, a escola não apresentou nenhum clarão significativo nas proximidades das cabines de julgadores. Os componentes, muito alegres, cantavam boa parte do samba-enredo.

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Samba

O som baixo da bateria atrapalhou a compreensão da melodia em determinados momentos, onde apenas o cavaco se evidenciava. Entretanto, mesmo com os problemas enfrentados, ritmistas e carro de som trabalharam com muita sincronia e qualidade. Os intérpretes foram fundamentais para levantar a comunidade.

Fantasias

Destaque para as fantasias da porta-bandeira e baianas. As fantasias eram muito coloridas e chamavam a atenção. Entretanto, algumas possuíam falhas de acabamento.

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Alegorias

Por problemas técnicos, o tripé – que seria a segunda alegoria – foi o primeiro a entrar na Avenida. Apesar de trazer uma importante mensagem, o carro acabou ficando mal localizado dentro do enredo devido a posição que ele entrou no desfile. O abre-alas era rico em detalhes, possuía esculturas que representavam artigos rústicos africanos e também continha a imagem de diversas ‘Marias’. Levou muita imponência para a Passarela do Samba.

Outros detalhes

Destaque para a bossa em um estilo ‘xaxado’, que ficou perfeita com a melodia do samba e destacou o ótimo sincronismo entre carro de som e bateria. Grande parte dos componentes realizavam coreografias durante essa paradinha. As musas da agremiação também deram um show de simpatia, interagindo com o público presente com muito samba no pé.

Com destaque para fantasias e alegorias, Acadêmicos da Abolição desfilou na Nova Intendente

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Com ótimas alegorias, boas fantasias, enredo bem detalhado e queda de adereço da comissão, a escola de samba Acadêmicos da Abolição fez um desfile com duração de 35 minutos e aproximadamente 15 segundos. Com o enredo “Bato tambor, logo existo. -Luiz Antonio Simas – A essência e resistência da rua”, a agremiação foi a quinta escola a entrar na Nova Intendente neste primeiro dia de desfiles da Série Prata.

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Comissão de frente

Com base nas citações do homenageado, a Comissão de Frente buscou exaltar a ancestralidade na Avenida. A ideia, segundo a escola, era destacar a resiliência africana. A comissão adentrou à Nova Intendente com passos simples, um para cada lado. Já na primeira cabine, uma apresentação mais detalhada foi apresentada aos jurados, onde havia sincronismo e interação entre os componentes, apresentando algumas falhas individuais e com coreografias simples – faltando exploração de um potencial criativo. Ao fim da apresentação no primeiro módulo, ainda no campo de visão do júri, um componente deixou o adereço de cabeça cair no chão. Nos módulos seguintes tudo ocorreu dentro da conformidade. No geral, o quesito manteve uma boa evolução e fez o seu trabalho na Avenida.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Com muita sincronia e conexão, o primeiro casal Raison Alves e Dandara Luiza encantou o público presente. Ainda no primeiro módulo, os dois realizaram uma apresentação repleta de olhares, toques sutis no rosto, muito samba no pé e sincronia com samba enredo da agremiação. Mesmo nos movimentos mais soltos, o mestre-sala, sempre sorridente, mantinha uma proximidade com a porta-bandeira. A fantasia de Dandara era bem caprichada e repleta de detalhes, enquanto a roupa do mestre-sala aparentava ser leve, facilitando os ótimos movimentos realizados por ele. O mesmo se repetiu nos módulos seguintes, demonstrando muito preparo e uma forte conexão entre o casal.

Harmonia

Algumas alas cantavam forte o samba, principalmente no refrão – enquanto outras, nem tanto. No trecho do samba em que diz ‘Se forma historiador’, a canção embolou um pouco, dificultando a compreensão para quem estava ouvindo. Destaque para a velha guarda da escola, que desfilou por toda a avenida Ernani Cardoso cantando forte, sambando e interagindo entre si. No geral, a sincronia entre som e ritmistas foi bastante elevada.

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Enredo

A narrativa do enredo seguiu uma cronologia baseada nas obras de Luiz Antonio Simas e seus ideais, acompanhando uma linha do tempo bem detalhada e didática.

Evolução

A escola realizou um desfile tranquilo, sem qualquer buraco aparente e desfrutando de cada parte da avenida. Destaque, mais uma vez, para a velha guarda que desfilou com muita entrega, alegria e interação com o público. Protagonismo também para a ala 5, que cantou bastante o samba enredo da Abolição.

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Samba-Enredo

Apesar de embolar um pouco antes da ‘cabeça’, que pode ter ocorrido devido aos aparelhos de som instalados na Ernani Cardoso, o rendimento foi positivo. No refrão, a equipe de carro de som conseguiu levantar os componentes e o público presente na Nova Intendente.

Fantasias

As fantasias da escola de samba eram bem detalhadas, com capricho e repletas de cores e adereços. Destaque para a ala 15 – “Os Arengueiros e o Arrepiado”, que trouxe o verde e rosa da Mangueira e representou os antigos foliões que eram tratados como marginais. Os figurinos, através das cores e adereços, transmitiram o enredo de forma didática para o público – protagonismo também para a ala 19.

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Alegorias

As alegorias da escola de samba levaram capricho e beleza para a Avenida, com muitos detalhes e muito bem feitas. Destaque para o segundo carro, que abordou a essência popular e cultural da cidade, defendida pelo homenageado. Nas laterais da alegoria, os tradicionais saquinhos de doce de São Cosme e Damião. No topo do carro, Luiz Simas vinha como destaque, encerrando assim a imponente homenagem feita pela Abolição.

Outros destaques

Destaque para a rainha de bateria, Índia Zurich, que atravessou a Nova Intendente com muito samba no pé e esbanjando simpatia com o público presente. No trecho ‘Viva Cosme e Damião’, a bateria realizou uma bossa muito bem encaixada na melodia do samba.

Em seu segundo desfile na Série Prata, Raça Rubro Negra apresenta bom conjunto de alegorias e fantasias, mas peca em evolução

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A Raça Rubro Negra levou para avenida da Intendente Magalhães, nesta sexta, um desfile emocionante com uma bateria impecável, comissão de frente coreografada ao nível do Grupo Especial, porém, com erros em evolução após abrir um buraco. A escola trouxe o enredo ‘Raízes de uma Raça’, foi a terceira a desfilar e terminou sua apresentação em exatos 40 minutos.

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A comissão de frente entregou uma dança africana com uma coreografia impecável. Representando a ‘Majestosa África’, as dançarinas se fantasiaram de guerreiras africanas e serviram uma linda coreografia.

O mestre-sala e a porta-bandeira, Fabio Rodrigues e Mônica Menezes, fizeram uma apresentação maravilhosa, com bom entrosamento entre eles, dançaram sem erros e com fantasias leves. Apresentaram-se como Rei e Rainha africana, trazendo toda a realeza em sua dança.

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O samba-enredo de Gabriel Simões, Fumaça, Raphael Gravino, Rafael Faustino, Mateus Pranto, Jonathan Mello, Leandro Canavarro, Jonathan Reis, Gabriel Sorriso, Gi do Carmo, Diego Nascimento, Guilherme Kauã, Salviano, Fio, Fabinho Urubu, Carlinho Japona, Rosa Araújo teve um bom desempenho na pista.

A escola apresentou o enredo “Raízes de uma Raça”. Ele relatou o calvário dos negros capturados, acorrentados e escravizados, procedentes da África, raça obrigada a atravessar um oceano de sofrimento para se submeter a escravidão, após cruzar o Atlântico. Toda essa região ficou conhecida depois, como pequena África, onde quem desembarcava logo pertenceria a alguém que estivesse disposto a pagar por ela.

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Durante a apresentação da bateria, nas cabines onde fica localizado o segundo time de jurados, a escola continuou a desfilar. O erro levou a escola a abrir um buraco gigantesco na avenida. Veja a imagem:

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A agremiação exibiu um bom conjunto de fantasias e alegorias. Em alguns momentos com altos e baixos entre alas. O abre-alas representou o navio negreiro e a segunda alegoria a “festa profana”.

Unidos da Vila Santa Tereza conta história da sua padroeira e se destaca na comissão de frente

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A Unidos da Vila Santa Tereza levou para avenida da Intendente Magalhães, nesta sexta, um desfile emocionante com comissão de frente trocando a fantasia, bateria impecável e casal com bom entrosamento. A escola apresentou o enredo ‘Santa Teresa Rogai Por Nós!’ e foi a terceira a desfilar, terminando em 39 minutos. A escola tem grandes chances na busca pela vaga na Série Ouro.

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Homenageando Santa Teresa, o enredo conta a história da padroeira e exata a importância da fé. Nosso primeiro setor abordou a fé, um sentimento de total crença em algo ou alguém, ainda que não haja nenhum tipo de evidência que comprove a veracidade da proposição em causa. O segundo setor vontou o início da vida de Teresa de Cepeda y Ahumada, entre a sua infância até a sua ida ao convento de Nossa Senhora das Graças. O encerramento foi com todas as homenagens a Santa Teresa, proclamada Padroeira da Espanha e das Índias, coopadroeira na Guatemala, guardiã dos professores e protetora e padroeira do pavilhão Tereziano.

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Uma grande surpresa durante o desfile foi a comissão trocando de fantasia de maneira rápida, como se virasse a roupa ao contrário. “Os guiados pela fé” possuíam uma roupa suja mostrando a história de enfermos, e, ao rogar por Santa Teresa eles encontram a cura.

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O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Francisco Alves e Grazy Santos, representou a religiosidade. A dupla teve boa performance e ótimo entrosamento no desfile da Unidos da Vila Santa Tereza.

A bateria “Pegada do King” estava muito boa e o samba-enredo dos compositores Igor Leal, Amaro Poeta, Renan Diniz, Fagundinho, Rafael Prates, Cidinho da Cuíca Pernambuco, Rogério Máximo, Carolina Abreu e Alessandro Tiganá funcionou na avenida. A obra foi cantada pelos componentes e pelas pessoas assistindo o desfile na Intendente.

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A Unidos da Vila Santa Tereza exibiu em alegorias e fantasias e alegorias um conjunto bem acabado. As baianas vieram representando a “romaria”. O abre-alas representou todo o misticismo dos Santuários de Fé, lugares reservados para adoração, oração e santo. Na segunda alegoria foi representada a fé como uma virtude dada por Deus, é como uma chama que precisa de combustível para se manter acessa. No último carro, a Unidos da Vila Santa Tereza se curva em gratidão a sua Padroeira, Santa Teresa D’Ávila.

Plástica impressiona, mas problemas de evolução e no casal atrapalham desfile leve e divertida da União do Parque Acari

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Segunda escola a desfilar na primeira noite de desfiles da Série Prata, na Nova Intendente, a União do Parque Acari apresentou o enredo “Uma Doce Ilusão no Mundo da Imaginação”, desenvolvido pelo carnavalesco André Tabuquine. Em 38 minutos, a escola realizou um desfile com destaque para a parte plástica, com um bom conjunto de alegorias e fantasias, a leveza do enredo e a Comissão de Frente. Problemas em evolução e na apresentação do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, no entanto, atrapalharam o desempenho da escola.

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Comissão de Frente

Coreografada por Adilson Loureiro, a Comissão de Frente da União do Parque Acari representou os “Guardiões do talismã”. Em uma bela roupa, com folhas e galhos de árvores, os bailarinos realizaram uma boa apresentação ao longo da Avenida Ernani Cardoso. Bem sincronizada e de fácil entendimento, a Comissão de Frente da escola cumpriu com maestria o papel de representar os defensores dos segredos guardados no talismã.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Representando os “Seres encantados”, que trazem a magia do encanto, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da União do Parque Acari, Pablo Chocolate e Layne Ribeiro, vestiu uma bela roupa em tons de verde. O mestre-sala possuía uma asa de borboleta como costeira e a porta-bandeira possuía borboletas em sua saia. Na coreografia apresentada, a dupla apostou na mescla entre elementos da dança tradicional dos casais com elementos em referência a letra do samba-enredo da escola. Durante a apresentação do casal na segunda cabine de julgadores, módulo duplo, porém, o chapéu da fantasia do mestre-sala caiu na pista.

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Harmonia

De modo geral, a harmonia da União do Parque Acari em seu desfile foi irregular, com algumas alas deixando a desejar no canto do samba-enredo da agremiação. Com o início muito forte no quesito, as últimas alas da Tricolor apresentaram baixo desempenho e intensidade no canto. O refrão do samba-enredo, sobretudo o trecho “Engrandecendo o carnaval da nossa escola”, foi o mais cantado pela comunidade de Acari.

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Evolução

Apesar da empolgação e leveza dos componentes da escola, a União do Parque Acari apresentou problemas no quesito evolução. O tripé de abertura da escola apresentou problemas em sua barra de direção e ocasionou clarões ao longo da avenida, quando o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Tricolor avançava. No final do desfile da agremiação, algumas alas do final da escola tiveram que apertar o passo para encerrar o desfile no tempo regulamentar.

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Enredo

Lúdico e divertido, o enredo da União do Parque Acari propunha uma viagem para o portal dos sonhos, no qual a coroa da escola era o passaporte. Guiados pela força da imaginação, as pessoas, no enredo, as pessoas poderiam ver vários mundos, com castelos, feitiços, fadas, duendes, reis e rainhas, bruxas, borboletas e outros seres encantados. Na avenida, a escolha do enredo da escola se provou um acerto. Ao longo dos setores da escola, o carnavalesco André Tabuquine conseguiu traduzir de maneira clara e fácil os elementos da história a ser contado em seu conjunto de alegorias e fantasias.

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Alegorias e Adereços

O conjunto de Alegorias e Adereços apresentado pela União do Parque Acari impressionou na Nova Intendente pelo bom acabamento e gigantismo apresentado. Com exceção do tripé de abertura, todas as demais alegorias possuíam esculturas com movimentos. O tripé, representando “Portal encantado do talismã”, trouxe a frente um grande brasão da agremiação revestido de Led. O abre-alas, “A floresta encantada e a grande árvore sábia”, impressionou pela bela escultura com movimentos de uma árvore. A segunda alegoria, “A floresta encantada e a grande árvore sábia”, tinha uma grande bruxa e distribuia maças do amor ao público presente. A última alegoria, “O mundo colorido”, representou um grande circo e distribuiu bolas às crianças da plateia.

Fantasias

Assim como a característica do enredo, o conjunto de fantasias apresentado pela União do Parque Acari se notabilizou pela leveza e facilidade na leitura. De maneira geral, o nível de acabamento e soluções dos figurinos foram bem pensados e executados pelo carnavalesco da escola. A ala de baianas, representados o “Reino das Fadas” apresentou bela fantasia nas cores verde e branca.

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Samba-enredo

Composto por Ralfe Ribeiro, Renan Diniz, Marquinhos Beija-Flor, João Vidal, Jotapê, Tem-Tem, Gigi da Estiva, Evandro, Frank, Tainara Martins, Camila, Nego Nascimento, o samba-enredo da União do Parque Acari cumpriu com maestria seu papel na avenida, se adequando perfeitamente a leveza e animação que o desfile da escola pedia. O refrão do samba-enredo, sobretudo o trecho “Engrandecendo o carnaval da nossa escola”, foi o mais cantado pela comunidade de Acari.

Outros Destaques

A bateria da União do Parque Acari, “União de Ritmo”, de mestres Erick Castro e Daniel Silva, foi destaque no desfile da escola e sustentou com maestria o andamento do desfile da agremiação. A bossa do refrão do meio do samba-enredo provocou aplausos das arquibancadas. A bateria contou com a presença de mestres consagrados do carnaval, como Luygui, da Acadêmicos de Vigário Geral.

Outros destaques

A “Tabajara do Samba”, bateria da Unidos de Lucas, comandada por mestre Celso Frazão, também foi destaque na noite, ao conduzir com maestria o ritmo no desfile da escola. A bateria contou com reforço de peso, com a presença dos mestres Fafá, da Grande Rio, tocando tamborim e de mestre Léo Capoeira, da Em Cima da Hora. O casamento entre a bateria e o carro de som da escola, comandado por Clóvis Pê e Marcelo Riva, foi perfeito.

Unidos de Lucas: Parte musical se destaca, mas erros de evolução prejudicam desfile em homenagem a Sonia Capeta

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Primeira escola a desfilar pela Série Prata na sexta-feira, na Nova Intendente, a Unidos de Lucas apresentou o enredo “É ela! A maravilhosa rainha do samba”, do consagrado carnavalesco Fran Sérgio, em homenagem a eterna rainha da Beija-Flor de Nilópolis, Sonia Capeta. Durante 37 minutos, o belo samba-enredo, a bateria “Tabajara do Samba” de Mestre Celsinho e belo conjunto de fantasias foram destaques do Galo de Ouro da Leopoldina. Problemas de evolução, falhas de acabamento e canto irregular foram pontos baixos.

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Comissão de Frente

Coreografada por Alessandra Oliveira, a Comissão de Frente da Unidos de Lucas representou “O Cortejo dos Orixás”. Na coreografia, eram realizados diversos passos remetentes à cultura afro-brasileira. O ponto alto da apresentação se dava quando uma das personagens, representando Oyá, orixá da homenageada, ganhavam asas de borboletas, animal associado a Iansã. A comissão arrancou aplausos do público ao longo da Avenida Ernani Cardoso.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Lucas, Luã Mackenzie e Bia Oliveira, representou “Africanidade, na pele e na alma”, em um figurino nas cores azul, laranja e lilás. Em sua coreografia, a dupla apostou na associação de elementos tradicionais da dança com passos afro, dentro das características do enredo da escola. Na apresentação no primeiro módulo, no entanto, o pavilhão da escola, durante o giro da porta-bandeira, toca no mestre-sala da escola.

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Harmonia

A harmonia da Unidos de Lucas demonstrou irregularidades entre as alas durante a apresentação da escola. Algumas alas, sobretudo do começo do desfile, cantavam o samba-enredo a plenos pulmões, enquanto outras, mais pro final da escola, pouco cantavam a obra. O forte refrão principal do samba-enredo, com o trecho “Quem ama Lucas vai saudar Sonia Capeta”, foi a parte mais cantada pela comunidade da Zona da Leopoldina.

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Evolução

Sem sombra de dúvida, o quesito evolução foi o que apresentou maiores problemas durante a apresentação da escola na Nova Intendente. Logo no início, após a apresentação do casal no primeiro módulo, a ala coreografada que vinha logo atrás não avançou, provocando um clarão. Além disso, o último carro da escola apresentou problemas na avenida e, ao longo de todo o desfile, provocou a abertura de buracos na pistas, o que suficientemente preenchido pelos destaques vinham logo a frente.

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Alegorias e Adereços

O conjunto alegórico apresentando pela Unidos de Lucas na avenida apresentou irregularidades e falhas visíveis de acabamento, sobretudo nas esculturas. Na avenida, o destaque principal no quesito se deu para o último carro da escola, representando A Filha de uma Beija-flor Guerreira na raça, no sangue e na cor”, por trazer a homenageada do enredo, Soninha Capeta, a frente.

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Fantasias

O conjunto de fantasias da Unidos de Lucas foi um dos destaques do desfile da agremiação em 2023. Apesar das conhecidas dificuldades encontradas pela escolas da Série Prata, o carnavalesco Fran Sérgio, multicampeão do carnaval carioca, encontrou soluções simples e eficientes para montar os figurinos da escola. A mensagem do enredo foi passada com maestria e fácil assimilação, com destaque para a ala 13, “Sonia Capeta, uma história de amor, meu amor, com o carnaval da Beija-flor” e ala de baianas, fantasiadas de Oxum.

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Enredo

No carnaval de 2023, a Unidos de Lucas apresentou o enredo “É ela! A maravilhosa rainha do samba” para homenagear a eterna passista e rainha de bateria da Beija-Flor Soninha Capeta, pelas mãos do carnavalesco Fran Sérgio. Na avenida, a escolha do enredo do Galo de Ouro da Leopoldina se provou um acerto. O conjunto de fantasias e alegorias da agremiação passaram com maestria a ideia e a história a ser contada, com fácil assimilação pelo público presente na Nova Intendente.

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Samba-Enredo

Composto por Tem Tem Jr, João Vidal , Jr Fionda, Marcelinho Santos, Rondi Valença, Júlio Assis, Romeu Almeida, Diego Oliveira, Rafael Ribeiro e Valtinho Botafogo, o samba-enredo da Unidos de Lucas se destacou na avenida por sua bela letra e melodia. A obra serviu com maestria a ideia do enredo contado pela escola na avenida. O forte refrão principal do samba-enredo, com o trecho “Quem ama Lucas vai saudar Sonia Capeta”, foi a parte mais cantada pela comunidade da Zona da Leopoldina.

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Em comum acordo, Portela anuncia saída dos carnavalescos Renato e Márcia Lage

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Após três carnavais a dupla de carnavalescos Renato e Márcio Lage saíram da Portela. Após o Carnaval 2023, eles entrarem em comum acordo com a agremiação e não renovaram o contrato para o ano que vem. Veja abaixo a publicação da escola nas redes sociais.

“Após três carnavais chega ao fim o ciclo de Renato Lage e Marcia Lage na Portela. A saída do casal foi feita em comum acordo com a escola. A diretoria agradece a parceria e os carnavais que a dupla realizou por aqui e deseja sucesso na nova jornada dos carnavalescos”.

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Um sonho que virou pesadelo. Esta é uma forma que podemos definir o desfile da Portela, que deveria celebrar o seu centenário, mas que ficou marcado por uma série de erros em evolução e alegorias. Com uma abertura impactante e emocionante, a escola coloriu os céus com o nome de seus dois principais baluartes e despontou com um canto forte, que acabou afetado pelos problemas na pista. Com o enredo “O Azul que Vem do Infinito”, assinado por Renato e Márcia Lage, a agremiação foi a segunda escola a passar pela Marquês de Sapucaí no último dia do Grupo Especial. A azul e branca de Oswaldo Cruz e Madureira encerrou a sua apresentação com 69 minutos, um a menos que o tempo limite.

Ao escolher tais figuras emblemáticas para nortear o enredo, a intenção dos carnavalescos era apelar para o emocional e atingir o coração dos torcedores, objetivo atingido com sucesso. A plástica de leitura clara e direta, em alegorias e fantasias, fez ainda que mesmo quem estivesse na Marquês de Sapucaí e, por um acaso do destino, não conhecesse a história da Portela, conseguisse compreender o enredo facilmente.

A Portela levou para Marquês de Sapucaí um conjunto alegórico bonito, mas com problemas. Formado por três chassis, o abre-alas, intitulado “Deu Águia, a Majestade”, trouxe referências ao Carnaval de 1935, que rendeu o primeiro título da escola. A parte da frente do carro apresentou as “joias da coroa”, com membros da velha guarda, velha guarda show, artistas identificados com a agremiação e alguns dos portelenses mais representativos, como Noca e Tia Surica.

Já a grande Águia, símbolo maior da Majestade do Samba, veio no segundo chassi. Dourada com detalhes em azul, ela veio com asas abertas para o alto e uma coroa na cabeça. Já a terceira e última parte do abre-alas trouxe um globo terrestre em destaque, no alto, remetendo à abertura do desfile campeão de 1935.

Com o nome de “Pelas bandas de Oswaldo Cruz”, a segunda alegoria destacou o tipo de vida rural que caracterizava o bairro no período da fundação da Portela e retrava uma estação ferroviária, com o trem partindo.

Já o terceiro carro retratou, sob olhar da porta-bandeira Dodô, as vitórias portelenses nos carnavais realizados durante a Segunda Guerra Mundial, período no qual a Majestade do Samba conquistou sete campeonatos consecutivos. Na parte dianteira da alegoria, uma bomba veio cercada de composições denominadas “Guardiões da Democracia”, numa alusão ao conflito. Nas laterais, as esculturas reproduziram personagens carnavalescos.

Ainda neste terceira alegoria, no alto e ao centro, uma escultura do Rei Momo simbolizou o Carnaval do Rio reinando absoluto apesar da guerra. Além dos problemas de locomoção, esse carro teve falhas de acabamento em esculturas e os efeitos do fogo na parte da frente não funcionaram em alguns momentos do desfile.

Em seguida, o tripé “Lenda e Mistérios da Amazônia” veio relembrando o título de 1970. Todo azul e com esculturas de animais, o elemento desfilou com erros graves de acabamento, como parte do forro se soltando na traseira.

Intitulada “A Brisa Me Levou”, a quarta alegoria homenageou o Carnaval de1980, “Hoje Tem Marmelada”. Com um grande palhaço na parte da dianteira, o carro tinha como destaque, no alto, um carrossel com trapezistas e equilibristas. Singelo e belo, ele também tinha um trabalho de iluminação, que falhou em diversos trechos da Avenida.

Fechando o desfile do centenário, o quinto carro, chamado de “O Céu de Madureira É Mais Bonito”, teve como grande atração uma enorme escultura de Águia. Prateada e estilizada, ela veio de asas abertas e foi inspirada na emblemática Águia Redentora, apresentada no Carnaval de 2015.

Julgadora que tirou meio ponto das Fantasias do Império Serrano citou que ‘não houve uniformidade na maneira de conduzir a alegoria de mão’

Em um injusto rebaixamento no Grupo Especial, o Império Serrano recebeu notas inaceitáveis no quesito Fantasias. A verde e branco da Serrinha apresentou um conjunto adequado, mas foi ceifado pelo júri da Liga. A agremiação recebeu as seguintes notas: 9.5, 9.7, e duas notas 9.8.

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A julgadora Regina Lima deu 9,5 e justificou: “No meu campo de visão observei: Ala 01: Não houve uniformidade na maneira de conduzir a alegoria de mão. Alguns integrantes levaram a alegoria pelas duas mãos, outros pela mão esquerda, outros pela mão direita. Visual da ala ficou prejudicada, as alegorias impediram a evolução dos componentes, pois umas chocavam com outras; (uniformidade); alas 08, 18 e 19: ocorreu o mesmo da ala 01 (uniformidade); ala 12: as taças de cerveja de vários chapéus estavam caídos para trás (acabamento); ala 02: baianas com comprimento acima do tradicional, aparecendo as pernas das integrantes, contrariando os descrito no Abre-alas, página 32: ‘com um traje que une a tradição indumentária da baiana…’ (concepção); alas 05 e 06: integrantes com acessóriosdas pernas soltos, alguns integrantes estavam arrastando os mesmos (acabamento); ala 28: aconteceram os mesmos problemas das alas 05 e 06 ; faltavam pompons (acabamento); ala 17: várias saias aparecendo o forro, argneadas, com poucas fitas, tecido utilizado não teve bom caimento (perde em concepção e execução). Contabilizando, foram quatro ocorrências de acabamento (alas 04, 05, 06, 12 e 28); quatro ocorrências de uniformidade (alas 01, 08, 18 e 19); pontuando oito ocorrências em realização; uniformidade: alas 01, 08, 18 e 19; duas ocorrências em concepção nas alas 02 e 17. Sendo desconto de 0,2 em concepção 0,3 em realização. Ratificação: 4,7 em realização e 4,8 em concepção; Totalizando 0,5.”

O julgador Wagner Louza deu 9,7 e disse: “Concepção: 5,0. Realização: 4,7. Nas alas 05, 06, 07, 09, 14 e 26 houve uma repetição da solução plástica das fantasias todas apresentaram costeiros muito semelhantes, sendo circulares e arrematadas com penas parecidas, a única diferença era a cor. Essas alas apresentaram baixa qualidade estética. Na ala 05, a simbologia do ‘Bagaço da laranja’ ficou pouco evidente, no costeiro havia uma forma que lembrava um girassol, comprometendo a leitura. Na ala 12, o adereço da cabeça não foi bem executado e o acabamento de baixa qualidade comprometeu a leitura da ‘Espuma da cerveja’. Na ala 14, a representação da ‘Lua’ estava sem o devido destaque, comprometendo a leitura. Na ala 18, a maioria dos ‘Corações’ estavam amassados. Na ala 29, com a movimentação da sobressaia, a imagem de Dona Ivone Lara ficava oculta em muitos momentos.

O julgador Sérgio Henrique de 9,8 e explicou: “Concepção: alas 4 e 12 foi a falta de adequação ao tema. Alas 5, 6 e 8 não ocorreu significado ao homenageado, dificultando o entendimento. Realização: Ala 18 faltou tecido da cintura até o chão. Alas 5, 6 e 20: mal acabamento nos costeiros, ocorrendo falta de apuro estético. Ala 29: cobria o rosto da homenageada”.

O julgador Paulo Paradela deu 9,8 e citou: “Realização (-0,2). Ala 02: Em algumas baianas, elementos da parte de trás do costeiro estavam despencando ou descolados. Ala 06: Apesar da cabeça que compunha a fantasia não aparentar ser pesada, vários componentes estavam segurando a mesma , demonstrando algum problema com o design da solução adotada, proporcionalidade ou dimensão. Alas 09 e 14: Em ambas as alas, problemas com acabamento na parte de trás do costeiro. Além da ausência de um maior apuro estético , o acabamento apresentado estava descolado ou com alguma lavaria em alguns componentes das alas. Ala 18: O coração que compunha a parte da frente e de trás do costeiro estava danificado na maior parte dos componentes da ala.”

Time completo e forte! Grande Rio anuncia renovação da equipe para o Carnaval 2024

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Campeã em 2022 e sexto lugar em 2023, a Grande Rio anunciou na noite desta sexta-feira a renovação de toda sua equipe para o ano que vem.

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“É RENOVAÇÃO O QUE VOCÊS PEDIRAM? Então segurem essa equipe completa que fica com a gente para 2024! O time de milhões segue unido para mais um Carnaval de muita dedicação e trabalho. Podemos contar com a renovação de vocês também, comunidade?”, informou a publicação da escola.

Ficam os carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad, o casal Daniel e Taciana, o intérprete Evandro Malandro, mestre Fafá, os coreógrafos Hélio e Beth Bejani e o diretor de carnaval Thiago Monteiro, além da comissão de harmonia (Clayton Bola, Cacá, Jefferson Guimarães e Andrezinho). A tricolor de Caxias também anunciou que Paolla Oliveira segue como rainha de bateria.