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Galeria de fotos: final de samba da Unidos de Padre Miguel para o Carnaval 2024

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Leitores do site CARNAVALESCO apontam parceria de Claudio Russo favorita na Unidos da Padre Miguel

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A Unidos de Padre Miguel escolhe nesta sexta-feira, a partir das 22h, na Vila Vintém, o samba-enredo para o Carnaval 2024. Das 12 obras que participaram do concurso são quatro que estão na decisão. A bateria “Guerreiros da Unidos”, de Mestre Dinho entra em cena ao lado de Bruno Ribas para comandar o elenco show da UPM, na despedida do hino Baião de Mouros. Conhecidos por sua excelência e paixão pelo samba, os segmentos da UPM, coreografados por George Louzada e Elaine Nascimento, estão preparando um espetáculo à parte.

Em votação no site CARNAVALESCO os leitores indicaram a parceria de Claudio Russo, Thiago Vaz, W.Corrêa, Richard Valença, Orlando Ambrosio, Miguel Dibo, Lico Monteiro e Cabeça do Ajax favorita para vencer. Ela recebeu 47,3%.

A parceria de Jefinho Rodrigues, Paulo César Feital, Jonas Marques, Denilson do Rosário, Carlinhos da chácara, Gutto Neves, Luciano Chuca e Rafael Bernini ficou com 20,2%. A parceria de Chacal do Sax, Sidney Myngal, Robertinho, Alexandre Rivero, Clay Ridolfi, Gabriel Simões, Rafael Faustino e Felipe Mussili com 18,4%. A parceria de Ribeirinho, Samir Trindade, Renan Diniz, Carlinho do Mercadinho, Dilson Marimba e Silvio Romay terminaram com 14,1%.

No carnaval de 2024, a Vermelha e Branca da Vila Vintém será a quinta agremiação a desfilar no sábado de carnaval, pela Série Ouro, do Rio de Janeiro, com o enredo “O Redentor do Sertão”, em busca do tão sonhado título e o acesso ao Grupo Especial.

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Foto: Diego Mendes/Divulgação

Organização e conforto! Unidos de Padre Miguel reforma barracão para melhorar estrutura de trabalho

Equilíbrio total na Tijuca! Parcerias de Totonho e Júlio Alves fazem melhores apresentações da última eliminatória

A Unidos da Tijuca fez na noite da última quinta-feira, em sua quadra, mais uma etapa da eliminatória de samba-enredo para o Carnaval 2024. O site CARNAVALESCO, através da série “Eliminatórias”, esteve presente. Abaixo, você pode conferir a análise de cada apresentação. Clicando aqui você vê como foi a semana passada.

Parceria de Márcio André: A primeira parceria da noite foi composta pelos compositores Márcio André, Igor Federal, Daniel Katar, Bello, Diogo Nogueira e Igor Leal. O palco foi bem conduzido pelo intérprete da União da Ilha, Nêgo. A torcida marcou grande presença com balões e bandeiras. Eles cantaram o samba, principalmente, o refrão de cabeça, antes mesmo da apresentação começar e após o término continuaram a cantar o refrão principal. A primeira parte do samba com a sua melodia diferenciada foi um dos grandes momentos da apresentação, pois a cada passada do samba era possível notar os desenhos melódicos que essa primeira parte possuía. A segunda parte caia um pouco a apresentação, não contagiando a galera. O refrão principal foi o grande destaque se levarmos em consideração a parte do samba mais cantada pela torcida. Não foi possível notar os segmentos cantando o samba.

Parceria de Leandro Gaúcho: Segunda parceria da noite foi composta por Leandro Gaúcho, Gustavinho Oliveira, Marcus Lopes, Josemar Manfredini, Aldir Senna e Alexandre Cabeça. A torcida levou bandeiras do Brasil e Portugal e balões. Quando acabou a apresentação a torcida continuou cantando o refrão de cabeça. No início foi possível notar que o som não estava com uma qualidade bacana. Emerson Dias tentou levantar a galera com a sua habitual alegria junto com os cantores de apoio de qualidade e obteve êxito no refrão principal. O diretor de carnaval, Marquinho Marino, e o diretor de Harmonia, Fernando Costa, se desdobraram para resolver o problema do som. O refrão principal foi o grande destaque da apresentação, que foi berrado pela torcida. O refrão do meio era difícil para cantar e a torcida não manteve o mesma regularidade. A melodia na segunda parte do samba, em especial a parte “Em trovas, sonetos”, mais uma vez, foi um dos destaques da apresentação. Algumas integrantes da velha-guarda cantavam o samba com bastante entusiasmo. Infelizmente, o som prejudicou a parceria, pois o samba tem qualidade para produzir mais.

Parceria de Sereno: A terceira parceria foi composta pelos compositores Sereno, Danny da Vila, Jb Oliveira, Camila Lúcio, Deiny e Mano Kleber. Diferente das primeiras torcidas, essa cantava muito o samba todo, e quando chegava no refrão de cabeça explodia. Após o término da apresentação, a torcida continuou cantando o refrão principal. Wander Pires com a sua bela voz conduziu o palco, mas o som atrapalhou também a parceria. A melodia é belíssima, além disso, é uma obra com pegada de avenida. O refrão de cabeça foi muito bem cantado pela galera e outro ponto forte da apresentação foi a cabeça do samba com “Orfeu da Conceição, dedilha o fado em sua lira” a levada é sensacional, e não é só na cabeça, mas a primeira do samba em sua totalidade. A construção melódica na segunda parte também é ótima. Creio que para as próximas apresentações, a parceria pode levar um pouco de mais potência para o palco para ajudar o excelente Wander Pires e os cantores de apoio Wandinho e Danielli Roxo Trindade.

Parceria de Gilmar L Silva: A quarta parceria da noite foi composta por Gilmar L Silva, Mauro Gaguinho de Araruama, Marquinho Bombeiro, Sérgio Pires, Fernando Gogó de Ouro e Pires de Praia Seca. A torcida trouxe balões e bandeiras, assim como as outras que se apresentaram. Serginho do Porto mandou bem demais na condução do palco junto com os seus cantores de apoio. O rendimento do samba foi regular, com grande destaque para o início do refrão de cabeça e para a cabeça do samba. Melodicamente entrega mais na primeira parte do que na segunda parte. Ao longo dos 20 minutos, o samba foi caindo um pouco. Não teve adesão dos segmentos na quadra.

Parceria de Totonho: A quinta parceria foi composta pelos compositores Totonho, Fadico, Marcelo Adnet, Dudu, Gabriel Machado, Rodrigo Alves e com as participações especiais de Cláudio Mattos e Cadu Cardoso. A torcida deu um show a todo momento. Antes mesmo de começar a apresentação, eles cantavam muito principalmente o refrão de cabeça. Eram bandeiras para tudo quanto é lado. O intérprete da Mocidade Alegre, Igor sorriso, conduziu muito bem o palco e contou com a ajuda de luxo de Igor Vianna, intérprete da Unidos de Bangu. A apresentação foi muito forte e contou com alguns trunfos, como por exemplo a virada melódica na segunda parte do samba “Portugal”. A chamada para o refrão de cabeça é sem dúvida outro trunfo da parceria que começa com “Oh Santa! Oh Santa! Fátima vos peço em oração”. Os dois refrãos foram destaques também, principalmente, o primeiro que foi berrado pela torcida e por muita gente que estava assistindo.

Parceria de Júlio Alves: A penúltima parceria foi composta por Júlio Alves, Cláudio Russo, Jorge Arthur Silas Augusto, Chico Alves e D’Sousa. A torcida foi pequena, pois grande parte teve um imprevisto e não conseguiu chegar. Tinga foi excelente no palco, junto com o seu time de apoio e não deixaram cair o samba em nenhum momento. A apresentação foi forte e tiveram alguns pontos de destaques. O primeiro grande ponto é a força que tem o segundo refrão da parceria, um dos melhores de toda a disputa. Tinha uma galera cantando esse refrão, inclusive, alguns integrantes da bateria “Pura Cadência”. O refrão de cima também passou bem assim como na semana passada. As variações melódicas na segunda parte do samba também chamaram atenção. Foi possível notar alguns integrantes da bateria animados com a passagem do samba. Foi uma apresentação muito boa.

Parceria de Eduardo Medrado: A última parceria foi composta pelos compositores Eduardo Medrado, Kleber Rodrigues, Adolpho Konder, Sandro Nery, André Braga e Luiz Pavarotti. A torcida veio numerosa com bastante bandeiras, mostrando ânimo do início ao fim, e mesmo após o fim da apresentação continuou cantando o refrão principal. Tem-tem Júnior e Chitão Martins defenderam bem samba, junto com os cantores de apoio. Diferente da semana passada, a apresentação foi muito boa do início ao fim. A melodia diferente dessa vez encaixou mais principalmente na primeira parte do samba. O refrão de cabeça sem dúvidas foi o grande destaque mais uma vez levantando a galera. Apesar da melodia não ser de fácil assimilação, principalmente, a segunda parte do samba, foi notável a melhoria de rendimento.

Desistiu! Sérgio Cabral não é mais enredo da União Cruzmaltina para o Carnaval 2024

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Na manhã desta sexta-feira, através das redes sociais, a União Cruzmaltina informou que o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, não será mais o enredo para o Carnaval 2024. A escola alegou que optou pela troca para que a história de construção do estádio de São Januário seja o tema do desfile do ano que vem.

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Foto: Reprodução de internet

O estádio está interditado e a torcida vascaína vem recebendo apoio de diversos setores contrários a decisão de interdição por parte do Poder Judiciário. Veja abaixo o posicionamento da União Cruzmaltina.

“Informamos que em função dos últimos acontecimentos que vem atingindo profundamente o Club de Regatas Vasco da Gama e toda nossa torcida substituiremos o emblemático enredo onde contaríamos a trajetória de vida do sempre Governador Sérgio Cabral Filho (@sergiocabral_filho ), pela história de construção do estádio de São Januário”.

O ex-governador do Rio também se pronunciou sobre a decisão da escola de samba de trocar o enredo para o desfile do ano que vem.

“A @uniaocruzmaltinaoficial me escolheu para enredo do Carnaval 2024. Me senti muito comovido. Entretanto, o Vasco enfrenta desafios dentro e fora de campo. E o momento é de exaltação à história do clube, a mais bonita do futebol brasileiro. Assim, agradeço muito ao presidente, @brandaorodriigo, e a todos os componentes da escola. Mas, abro mão para que a história do Vasco seja aclamada na avenida”.

Salve as Iabás! Parceria de Eduardo Katata vence a disputa de samba-enredo do Império da Tijuca para o Carnaval 2024

Salve as Iabás, ora ie ie ô! O Império da Tijuca já possui o seu hino oficial para o Carnaval de 2024. A parceria de Eduardo Katata, JC Couto, Henrique Badá, Ferreti, Zé da Ponte, Sérgio Gil, Gilsinho Oliveira, Gabriel Machado e Gabriel Cascardo se sagrou campeã da disputa de samba-enredo e a obra composta por eles irá embalar o enredo “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”, assinado pelo carnavalesco Júnior Pernambucano. Trata-se de uma homenagem para Maria Madalena Correia do Nascimento, mais conhecida como Lia de Itamaracá, dançarina, compositora e cantora de ciranda brasileira. * OUÇA AQUI O SAMBA CAMPEÃO

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Parceria campeã. Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Ao todo, quatro parcerias chegaram na decisão e cada uma teve 25 minutos para apresentar suas respectivas obras no palco. O evento, realizado na quadra da coirmã Unidos da Tijuca, começou ainda na noite de quarta-feira, sendo que o anúncio do samba vencedor aconteceu já no fim da madrugada de quinta, com o dia já clareando. E além da escolha do hino oficial, a festa contou também com a final do concurso “Musa Imperial”. Cinco garotas da comunidade do Morro da Formiga estavam nesta fase decisiva da competição. A vencedora foi Aliny Nascimento que, como prêmio, faturou a fantasia e o posto entre as beldades que desfilam em locais de destaque. Ela ganhou ainda um spa com três massagens e um look completo de moda fitness. Em 2024, o Império da Tijuca será a segunda escola a cruzar o Sambódromo da Marquês de Sapucaí na sexta-feira de Carnaval, dia 09 de fevereiro, pela Série Ouro.

“É uma emoção ímpar. Espero esse título tem muito tempo. Fui campeão a última vez no ano 2000. Ganhou o melhor para escola. Estou muito emocionado. Pode esperar muita emoção na Avenida. Minha parte preferida no samba é ‘Vim me apresentar/sou filha das águas mulher guerreira/a inspuração vem do mar/com as onda na branca areia”, disse o compositor Eduardo Katata.

“É uma satisfação muito gratificante. Foi feito um estudo para entender o que de fato a escola precisava. Entender a cultura da Lia de Itamaracá, as cirandas e trazer o que ela tem para o país. Fazer isso em uma obra de samba-enredo é inesquecível. É minha primeira vitória na vida em concurso de samba. Sou calouro. Destaco o nosso refrão do meio. É a hora que brincamos com a escola, levantamos e falamos da rainha. Deixamos palpável para comunidade e o povo do carnaval tão grande é a cultura de Lia para todo o país”, afirmou o compositor Gabriel Cascardo.

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“É imensurável vencer a disputa de samba. Persigo isso há cinco anos. É só felicidade, alegria, não merecia tanta emoção. É uma coisa do outro mundo ganhar um samba na minha escola do coração. Agradeço aos meus parceiros. Viajamos em um cometa e ganhamos. Sempre estivemos nas finais, batemos na trave e agora o gol aconteceu”, celebrou o compositor Zé da Ponte.

Presidente exalta enredo

Em entrevista ao site CARNAVALESCO, o presidente Tê contou que a escola do Morro da Formiga prepara uma apresentação forte no conjunto de fantasias e alegorias. “O desfile do Império do Tijuca não vai ser diferente como nos outros anos. Vamos aperfeiçoar e melhorar o que erramos em 2023. Sabemos os quesitos que erramos, consertar e aí disputar o título. Temos um grande enredo que é a Lia de Itamaracá. É uma grande homenagem. Escolhemos um grande samba. Agora, não pode faltar a grande emoção da comunidade e cantar o samba. Posso afimar que em fantasias e alegorias vamos vir bem pra cacete”, disse o dirigente.

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Alegria e irreverência

Em trabalho solo para 2024, o carnavalesco Junior Pernambucano derramou amor e carinho pelo Império da Tijuca. O artista contou quais foram as exigências da homenageada no enredo para o desfile do ano que vem.

“É a escola que amo, gosto e tenho o carinho muito grande. A ideia do enredo, por ser Pernambucano, sempre acompanhei a Lia desde criança. Era vontade de fazer o enredo. O presidente gostou e estou muito feliz com essa realização. Pode crer que a escola virá alegre e irreverente, como a própria homenageada pediu. Ela falou para levar muito colorido para Avenida. Estou indo nesta estética”.

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Pernambucano ressaltou a questão organizacional do Império da Tijuca durante o processo de produção do desfile. “Uma das coisas que me fez voltar é a organização da escola que me deixa confortável. Aqui, não tem falta de estrutura, independente da crise e a situação financeira da Série Ouro. A escola tem um controle e administração muito boa e que me deixa tranquilo. O dinheiro é curto, mas é realizado no trabalho”.

Ao ser perguntado sobre o enredo ser o mesmo da Nenê de Vila Matilde, em São Paulo, o artista não polemizou, pelo contrário, deu valor a força e tradição das duas agremiações e a importância de Lia de Itamaracá.

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“É super interessante. Foi uma coincidência. O assessor da Lia recebeu os dois convites e aceitou as duas propostas. São carnavais diferentes. Nós aceitamos de boa. É muito gratificante para uma artista ser homenageada em duas agremiações tradicionais, para ela será maravilhoso e para gente lindo de ser ver. São dois desfiles diferentes e com estéticas diferentes. Vão contar uma história única com uma visão diferenciada”.

Ciranda na bateria

Mestre Jordan fez um balanço do desfile de 2023 e o que pode melhorar para o Carnaval de 2024. “A gente teve um desempenho muito satisfatório. Todo mundo saiu feliz da Avenida. Fiquei muito realizado. Tudo que ensaiamos conseguimos colocarm em prática e vieram todas notas 10. Agora, vamos seguir inovando, nunca vamos apresentar o feijão com arroz. O enredo sobre a Lia pede surpresas, podem esperar, ainda vamos pensar como encaixar tudo. Prefiro deixar no suspense. A Lia de Itamaracá brilha com as cirandas e posso adiantar que vamos trabalhar em cima disso. Escolher o samba no início fica muito mais fácil para trabalhar a bateria”, disse.

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Intérprete cheio de representatividade na Formiga

Desde o Carnaval 2017 no Império da Tijuca, o intérprete Daniel Silva vai para o oitavo carnaval na escola do Morro da Formiga. “Credito muito a comunidade essa relação. Sempre trocamos ideias e procuramos renovar o trabalho. Fazer sempre o melhor para escola, trabalhando com a harmonia e bateria. Chegamos ao denominador comum. Quando tem essa união tudo flui. A família Império da Tijuca é maravilhosa, a escola é de raiz, eu estou muito feliz. Defender um samba sobre a Lia é uma honra. Ela é uma figura gigante da cultura brasileira. Cantar e homenagear em vida é duplamente saboroso. A gente vai fazer um desfile aguerrido, como sempre fazemos, que é tremer o chão da Sapucaí”.

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Fantasia encanta o casal

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Renan Oliveira e Laís Lúcia, citou em entrevista ao CARNAVALESCO, que a fantasia para o desfile do ano que vem promete surpresa e que facilita no trabalho da dupla. Eles também fizeram um balanço do último carnaval.

“O Carnaval de 2023 foi uma superação. Experimentamos uma fantasia que foi elaborada de uma forma diferente. Tivemos uma preparação pela coreógrafa de forma maravilhosa. Agora, a gente vai trabalhar ainda mais. Ter atenção com a nossa fantasia e já começamos a treinar. Temos parceria com estúdio de dança, surpresas vão vir no próximo carnaval. Estou adorando a fantasia para 2024. É maravilhosa. O Junior Pernambucano, mais uma vez, encantou. A coreografia pode ter relação com a fantasia”, disse a porta-bandeira.

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“Estudamos todas análises. Conseguimos executar tudo o que treinamos para o desfile. Tivemos o desafio da fantasia e realmente nos superamos. A gente pretende melhorar a cada ano. Estamos treinando junto, feito dança de sala, e com estrutura, inclusive, de treino funcional. A preparação já começou e está muito forte. Tem uma semana que nós vimos a fantasia, estamos satisfeitos, não é comum. Com o samba escolhido, ainda no mês de setembro, facilita o trabalho específico. Esse tempo ajuda para fechar toda movimentação coreográfica. Depois, a gente adciona os passos e finalizações”, completou o mestre-sala.

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Planejamento especial para homenageada

Diretor de carnaval, Luan Teles contou como vai ser o processo de trabalho para o desfile do ano que vem. “A princípio vamos apresentar o samba campeão no dia 17, na feijoada, no Tijuca Tênis Clube, em outubro, pensamos em fazer os ensaios de terça na comunidade e em dezembro começarmos os ensaios de rua na Conde de Bonfim. Ter o samba escolhido no início de setembro facilita para trabalharmos a obra antes da gravação do álbum oficial do carnaval. Nossa escola é uma grande família. Nosso time é um dos melhores do carnaval”, garantiu.

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Luan Teles contou como será o esquema para o desfile da Lia. “A gente tem a tranquilidade de desfilar na sexta-feira e a Nenê no domingo. Estamos conversando. Ela vai chegar um dia antes e vai abrilhantar nosso desfile. Vamos preparar uma recepção digna e teremos diretores para dar o total apoio. Temos um planejamento surpresa e mais para frente vamos revelar”.

Como foram todas apresentações

Parceria de Bola: A obra composta por Bola, Daniel Katar, Igor Federal, Vagner Mariano, Bello, Rodrigo Bola e André Cabeça, com participação especial de Márcio André, foi a primeira a se apresentar na final da disputa promovida pelo Império da Tijuca. O intérprete Thiago Brito é quem defendeu o samba e demonstrou bastante segurança na condução. Ornamentada com bandeiras e bexigas nas cores da escola, a torcida, apesar de empolgada, teve um canto irregular. Somente durante os refrões que a obra era entoada com mais força. Esse ponto alto ocorria principalmente no refrão do meio, com os versos “É São João no calor de uma fogueira/Tem maxixe, tem fandango e reisado a noite inteira/Cavalo marinho, côco de roda e muita folia…/Chama a Lia, chama a Lia”. Quanto ao restante da quadra, a recepção ao samba foi fria. Ao longo dos 25 minutos de apresentação, a grande maioria dos presentes no local apenas assistiu, sem cantar ou sambar em qualquer momento.

Parceria Zezinho Professor: A segunda obra a se apresentar na final foi a composta por Zezinho Professor. O intérprete Tiãozinho Cruz é quem comandou o microfone principal. O samba teve como destaque o refrão principal, com os versos “Descendo a ladeira, eu vim da Formiga/Trouxe a Sinfonia Imperial/Vim de verde e branco sambar com alegria/Folias de Lia é meu Carnaval”. Por conta da parceria não trazer torcida, no momento em que a bateria parou de tocar, inicialmente, ficou um silêncio, com apenas Tiãozinho Cruz pedindo para o pessoal cantar. Porém, aos poucos, alguns dos presentes começaram a bater palmas e entoar a obra. Mesmo com este apoio, ao longo dos 25 minutos de apresentação, a reação da quadra em geral foi tímida, sendo possível observar poucas pessoas cantarolando o samba.

Parceria de Samir Trindade: Na sequência, o terceiro samba a se apresentar na final foi o de autoria de Samir Trindade, Julio Pagé, Wagner Zanco, Jota, Almeida Sambista Ney Baiano e Osmar Fernandes, com participação especial de Alfredo Maio. Responsável por conduzir a obra, o intérprete Nino do Milênio deu um show no palco, interagindo com a torcida e até mesmo arriscando alguns passos. O cantor ainda soube valorizar no canto as variações melódicas presentes no samba. Com um grande número de pessoas, a torcida foi uma atração a parte. Ornamentados com bandeiras diversas nas cores verde e branca, eles cantaram e pularam o tempo inteiro. O momento de maior explosão acontecia no refrão principal. Os versos “Esse samba quem me deu foi Lia/Que é da Formiga e de Intamaracá” eram berrados pelos torcedores, que por sua vez foram acompanhados por outras pessoas presentes na quadra. Vale mencionar que havia ainda, no meio da galera, uma banda com instrumentos de sopro, além de uma artista circense performando em pernas de pau. Também foram utilizados pela parceria fogos de artifício no palco.

Parceria de Eduardo Kataka: O samba composto por Eduardo Katata, JC Couto, Henrique Badá, Ferreti, Zé da Ponte, Sérgio Gil, Gilsinho Oliveira, Gabriel Machado e Gabriel Cascardo foi o quatro e último a se apresentar na final da disputa do primeiro Império do samba. A obra foi conduzida por um time de intérpretes encabeçado por dois nomes de peso, no caso Emerson Dias, voz oficial do Acadêmicos do Salgueiro, e Marquinhos Art’ Samba, da Estação Primeira de Mangueira. O grupo foi responsável por crescer o samba, que teve um ótimo desempenho na quadra. Com bandeiras nas cores da agremiação, a torcida mostrou bastante animação e teve seus picos de canto nos refrões, especialmente no refrão do meio, com os versos “Cirandeiro ah, cirandeiro ê/Rainha preta, a voz que tem poder/Cirandeiro ê, cirendeiro ah/Entra na roda vamos cirandar”. O restante da quadra reagiu bem ao samba, sendo possível observar até mesmo segmentos, como a harmonia, entoando a obra. Um detalhe curioso é que a parceria trouxe um artista plástico. Ele pintou um retrato de Lia do Intamaracá, a homenageada do enredo, ao longo dos 25 minutos de apresentação.

Galeria de fotos: final de samba do Império da Tijuca para o Carnaval 2024

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Parceria de Samir Trindade é apontada favorita para vencer disputa no Império da Tijuca para o Carnaval 2024

A parceria de Samir Trindade, Julio Pagé, Wagner Zanco, Osmar Fernandes, Jota, Almeida Sambista, Ney Baiano e Alfredo Maia foi apontada por 45,3% dos votos a favorita para vencer a disputa de samba do Império da Tijuca, que acontece nesta quarta-feira, na quadra da Unidos da Tijuca. O evento inicia às 21h e até 22h30 a entrada é franca.

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Em segundo ficou a parceria de Eduardo Katata, JC Couto, Henrique Badá, Ferreti da Ponte, Sérgio Gil, Gilsinho Oliveira, Gabriel Machado Charuto e Gabriel Cascardo Gavião com 25,4%. A parceria de Bola, Daniel Katar, Igor Federal, Vagner Mariano, Bello, Rodrigo Bola, André Cabeça e Marcio André recebeu 20,1& e a parceria de Zezinho Professor teve 9,2%.

A verde e branca prepara uma grande noite de festa. A abertura do evento será comandada por uma roda de samba com show do cantor Maurício Campos. Antes da disputa, a agremiação realiza a escolha da Musa da Comunidade através do concurso Musa Imperial. A vencedora desfilará em lugar de destaque no próximo desfile. Logo após, o público será brindado com um show especial do elenco do Império da Tijuca. Daniel Silva dará o tom dos sambas-enredos antológicos da escola que serão embalado spelos ritmistas da bateria Sinfonia Imperial de mestre Jordan.

As quatro parcerias finalistas disputarão, verso a verso, a preferência do público e da comissão julgadora, com o apoio de suas torcidas, logo após o show. A ordem das apresentações seguirá de acordo com sorteio a ser realizado com a presença dos integrantes de cada grupo de compositores, momentos antes da disputa. Cada obra terá 25 minutos para se apresentar, sendo a primeira passada sem bateria e as demais acompanhados da Sinfonia Imperial.

A entrada é franca até 22h30. Após, os ingressos de pista custarão R$ 20,00 na bilheteria da quadra. Mesas com 04 lugares custam R$ 80 (com os convites inclusos) e camarotes custam a partir de R$ 400,00. A quadra da Unidos da Tijuca fica localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo. Há estacionamento amplo no local. Informações e vendas antecipadas através do telefone 21 98195-6363

Serviço:
Final de Samba-Enredo e do Concurso Musa Imperial – Carnaval 2024
Dia: 06 de setembro (quarta)
Horário: A partir das 21h
Local: Quadra da Unidos da Tijuca – Avenida Francisco Bicalho n° 47 – Santo Cristo.
Valor da entrada: Franca até 22h30 e R$ 20 (após 22h30)
Mesa para 4 pessoas: R$ 80,00 e Camarotes a partir de R$ 400,00 – (vendas: 98195-6363)

‘Tá todo mundo aí?’ Douglinhas Aguiar conta sua história com a Águia de Ouro

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A Águia de Ouro conta com a dupla de intérpretes que já possuem uma longa história no carnaval e que juntos comandam o carro de som da agremiação da Pompeia. Por vezes com um terceiro elemento como foi neste ano com o Chitão e no ano do título em 2020 contou com Douglinhas, Tinga e Darlan Alves. Douglinhas Aguiar é uma das vozes mais marcantes do carnaval de São Paulo, e sua presença dentro do carnaval iniciou desde muito pequeno. Para o site CARNAVALESCO contou como foi o início no carnaval e na escola do coração.

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Fotos: Fábio Martins/CARNAVALESCO

“Minha história no carnaval começou na Avenida Tiradentes ainda, tinha seis anos de idade, primeira escola que desfilei foi a Príncipe Negro, uma escola da Zona Leste, depois me mudei para a Vila Madalena, desfilei na ala das crianças da Pérola Negra. Em 1984, sai na bateria da Águia de Ouro e foi paixão à primeira vista”.

A relação do Douglinhas com a Águia de Ouro é longeva, mas viveu idas e vindas como contou: “Primeiro ano sai tocando na bateria lá atrás, depois em 89 fui cantar, convidado pelo presidente Sidnei Carrioulo, sai cantando junto com o intérprete da época que chamava Aureo Galloro, fiquei lá até 2005. Depois retornei em 2015 e essa é minha história na Águia de Ouro”.

Confiante no time montado para 2024, o consagrado intérprete paulista revelou: “Tem um time bom, robusto, esse ano demos uma reestruturada no time todo. Acredito que faremos um trabalho legal”.

E sem deixar de lado sobre as mudanças que foram impostas pela LIGA, onde o carro de som será julgado: “Gostei das mudanças, tudo que vem para beneficiar o samba, é válido. Não sabemos se vai acertar ou errar, mas precisa mudar”.

Como surgiu a parceria atual?

A parceria entre Serginho do Porto e Douglinhas é de longa data, mesmo tendo idas e vindas, sempre estiveram juntos na parceria. O intérprete carioca retornou ao Águia em fevereiro de 2022, após a saída do Tinga. Serginho contou para o site CARNAVALESCO sobre sua parceria com o Douglinhas.

“São 24 anos, cara, sabe o que é isso? É uma vida, são 24 anos de parceria, vim para o carnaval de São Paulo dia 10 de agosto de 2000, fazer o festival da Globo, juntamente com os puxadores do samba quando fui levado para o Águia de Ouro e fiz o samba exaltação ‘Bate forte o coração, que emoção’, dali em diante nós viramos uma parceria. O Douglinhas falou ‘você vem cantar comigo aqui?’, falei que só se ele for no Rio comigo. Então Douglinhas cantou no Império da Tijuca, na Estácio de Sá, Caprichosos de Pilares, então formou uma parceria muito grande, nós entendemos no olhar um do outro”.

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Em relação ao carnaval de 2024, Serginho do Porto está bem confiante com a equipe montada: “Hoje a escola se resgatou dos dois cantores, fiz 19 carnavais pela escola, o Douglinhas quase 30, está de volta o Victor autor de enredos maravilhosos, então toda a equipe de carnaval que fez a escola sempre acontecer, está todo mundo junto. É o que estamos apostando”.

Liga-RJ começa em outubro a produção do álbum com os sambas da Série Ouro para o Carnaval 2024

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A Liga-RJ dará início a gravação dos sambas das 16 escolas da Série Ouro, no mês de outubro. Pelo terceiro ano consecutivo, a produção ficará sob o comando do músico e produtor Macaco Branco. Os últimos álbuns produzidos receberam elogios do público, imprensa especializada e das próprias escolas, por isso, com o objetivo de manter o padrão de qualidade do produto, a instituição optou por manter a mesma equipe, com profissionais que possuem larga experiência na área, além de seguir com sua própria gravadora, o que oferece mais agilidade e liberdade no processo de criação. As gravações estão marcadas para começar na terceira semana de outubro e serão feitas no MC Studio RJ, em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio.

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Foto: Divulgação

Pelo terceiro ano consecutivo, Macaco Branco será o responsável pela direção geral do álbum. Ansioso para iniciar o trabalho, o produtor explica o diferencial das gravações pensadas para as escolas da Série Ouro.

“Aqui o trabalho é feito em conjunto. Nada engessado. Dou minha opinião, mas a gente decide junto com as ideias dos mestres de bateria, dos cantores. A gente bate uma bola e, é tudo feito em consenso, claro que tudo dentro da proposta do que é o álbum. Tem sido um trabalho leve, tranquilo. Ver os mestres, os cantores, os presidentes e o público felizes com nosso trabalho, é muito gratificante. Acredito que esse tenha sido o segredo de sucesso do trabalho. É uma honra estar liderando esse projeto, só tenho a agradecer a Deus e aos Orixás por me concederem essa dádiva”, revela Macaco Branco.

O presidente da Liga-RJ, Wallace Palhares, comemora o sucesso dos últimos álbuns e fala sobre a expectativa do projeto que será entregue este ano.

“O álbum dos sambas das escolas da Série Ouro caiu no gosto do sambista e isso me deixa extremamente feliz. É óbvio que precisamos formalizar, entregar um projeto com as obras das agremiações, mas desde o início, nunca pensamos em fazer algo pra constar. Nosso objetivo sempre foi entregar algo que as pessoas tivessem o prazer de ouvir em casa, no carro, no transporte, no churrasco. Recebemos muitos elogios de sambistas e profissionais da música, e isso não tem preço. Nosso objetivo foi alcançado. Para 2024 vocês podem esperar a mesma qualidade”, adianta o presidente.

A equipe de trabalho será composta por cinco arranjadores: Kayo Calado, Victor Alves, Andy Lee, Victor Nascimento e Hugo Bruno. Completando o time, Maurício Fonseca, como técnico de gravação, mixagem e masterização.