A Independentes de Olaria já tem enredo para o carnaval de 2024. “Ao som do Chorinho – Vou sorrir… Serei feliz, bem feliz” é o tema que a azul e branca levará para disputar a Série Prata. O lobo forte da Leopoldina resgatará a essência pulsante do ritmo genuinamente carioca que conquistou o Brasil e o mundo apresentando uma viagem a história do gênero musical que é a alma da cidade do Rio de Janeiro.
Para conduzir através dos acordes, Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, mostrará as memórias de um Rio de Janeiro que se reúne, ao som de uma boa e velha batucada, para celebrar suas tradições, ancestralidade e musicalidade. De autoria de André Bonatte, o tema será desenvolvido pelo carnavalesco Bruno de Oliveira.
“Nosso enredo é uma grande viagem, que começa ainda nos tempos do Imperador, na mistura da Polca com o Lundu e termina celebrando o dia 23 de abril em uma famosa esquina bem na fronteira dos bairros de Ramos e Olaria com a romaria dos novos chorões tocando seus violões, flautas, pandeiros e cavaquinhos”, revelou o carnavalesco Bruno de Oliveira.
Em busca de uma vaga na Série Ouro, a Independentes de Olaria será a segunda escola a desfilar na sexta-feira, 16 de fevereiro, pela Série Prata do carnaval carioca.
O Centro de Referência Esportiva Mangueira vai receber, no período de 30 de agosto a 05 de setembro os IV JOGOS INTERNOS DA MANGUEIRA, que contará com a participação de alunos e atletas em onze festivais esportivos nas modalidades levantamento de peso, natação, atletismo, jiu-jitsu, judô, ginástica rítmica, dança, futebol, futsal, basquetebol (3×3), melhor idade e de pessoas com deficiência.
Foto: Divulgação
A solenidade de abertura dos Jogos, no dia 30 de agosto às 14h, marcará o início das comemorações do aniversário de 35 anos do Programa Social da Mangueira, e contará com a presença dos alunos, professores, familiares, ex-atletas e diretores da Estação Primeira de Mangueira. Além das competições, haverá desfile dos atletas, com revezamento de tocha, hino nacional cantado pela cantora Karinah, madrinha do programa social e apresentação especial da Equipe de Ginástica Rítmica.
Os Jogos Internos são extremamente importantes para os alunos e atletas, uma vez que não só incentivam a prática do exercício físico, como promove a integração entre alunos e do trabalho em equipe, trabalhando a persistência e superação.
35 anos do Programa Social da Mangueira – Uma escola de vida
Uma escola de samba é muito mais do que simplesmente carnaval. A sua representatividade ultrapassa os valores culturais referentes às suas propostas iniciais na vida de sua comunidade e torna-se referência na vida corrida e nas preocupações pertinentes a sobrevivência.
Iniciado em 1988 através do sonho do então presidente da Mangueira, Carlos Dória, do professor Francisco de Carvalho, da cantora Alcione, do Agrinaldo de Santana, da Tia Alice, entre outros, o Programa Social da Mangueira é hoje um dos mais importantes projetos do terceiro setor em todo o mundo e tem atraído parceiros importante ao longo do tempo com atividades esportivas, sociais e educacionais, formando cidadãos com autonomia através de um reconhecido modelo de combate à desigualdade social. São mais de 3500 beneficiados nas áreas da educação, esporte, cultura, saúde, capacitação profissional e inclusão.
A Mangueira sabe da importância de seu papel e desenvolve há mais de trinta anos um premiado programa social. O comprometimento deste trabalho, resultou, por exemplo, na participação seis atletas formados na Mangueira representando o Brasil nas Olimpíadas do Rio. Fruto do apoio de parceiros importantes como a Petrobras, que ao longo desses 35 anos, patrocina há 17 anos o projeto esportivo educacional no Centro de Referência Esportiva Mangueira. Além também do apoio e parceria do Governo Municipal, Governo Estadual e Governo Federal.
Nosso equipamento conta com pista de atletismo, campo de futebol, dois ginásios, uma quadra, piscina semiolímpica, piscina de hidroginástica, academia, academia da terceira idade, centro de lutas e centro de treinamento de levantamento de peso. Sala de fisioterapia e de atendimentos clínicos e médicos. Contempla com excelência as modalidades: atletismo, futebol, futsal, basquete, ginástica rítmica, levantamento de peso, jiu-jitsu, judô, natação, dança, balé, ginástica e atividades com a terceira idade.
Além do complexo esportivo, o Programa Social da Mangueira conta com o projeto Dançando para não Dançar, Escola Tia Neuma (alunos do fundamental), Ciep Nação Mangueirense (alunos do ensino médio), CAMP Mangueira (Capacitação do primeiro emprego, formação de jovem aprendiz para o mercado de trabalho), Instituto Profissionalizante Mangueira (Cursos profissionalizantes), Casa Lar (Casa com rapazes deficientes com assistência de alimentação, moradia, saúde e esporte), Centro Municipal Tia Alice e Clínica da Família Dona Zica (Atendimento médico e odontológico para moradores da região da Mangueira).
Programação:
Dia 30 de agosto – Abertura dos IV Jogos Internos
Dia 05 de setembro – Encerramento Jogos internos
Dia 20 de setembro – Ação social com a melhor idade (08h às 11h30), com a participação do projeto esportivo da Vila Olímpica da Mangueira, universidade Santa Úrsula.
Dia 20 de setembro – Inauguração da base do SAMU na Vila Olímpica da Mangueira
Dia 22 de setembro – Comemoração do Dia Nacional da Juventude no CAMP Mangueira
Dia 26 de setembro – Evento na Escola Tia Neuma
Sucesso absoluto em sua primeira edição, o festival que reúne todas as baterias do Grupo Especial das escolas de samba do Rio de Janeiro já tem data para acontecer em 2023. No dia 18 de novembro, a partir das 14h, o Acadêmicos do Grande Rio promoverá, desta vez na Cidade do Samba, o Festival Guardiões da Favela 2.0, maior evento do pré-Carnaval carioca para os apaixonados por samba e Carnaval.
Foto: Vitor Melo/Divulgação
Serão 12 horas ininterruptas de samba-enredo, com a presença confirmada de todas as agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro, além das convidadas Império Serrano, Unidos de Padre Miguel e União de Maricá e, diretamente de São Paulo, Vai-Vai e Império de Casa Verde, que se apresentarão em 3 palcos simultâneos.
Tudo isso comandado por mestre Fafá, o anfitrião do encontro. “Vai ser emocionante poder encontrar os amigos uma vez mais nesse evento que foi um sucesso justamente porque valorizou os ritmistas e os mestres, que puderam mostrar seu talento e as especificidades de cada bateria. A ideia é ser novamente uma resenha entre amigos”, comenta Fabrício Machado, que já está preparando novas surpresas para o grande dia.
Além das apresentações das escolas de samba, também haverá roda de samba, espaço gourmet com foodtrucks e petiscos tipicamente cariocas, remetendo à gastronomia popular das ruas e bares do Rio de Janeiro e ao clima inconfundível das barraquinhas das portas das escolas de samba em dias de evento. Sobre a estrutura do evento, o produtor Mozart Dalua comenta a nova configuração.
“Queremos que o sambista entre no Guardiões 2.0 e imediatamente seja remetido ao mesmo tom de espontaneidade e familiaridade que sente quando visita a sua escola de coração ou uma coirmã. A escola da Cidade do Samba para esta edição vai nos permitir oferecer uma estrutura mais robusta e confortável para a grande estrela desse festival, que são os sambistas”, aponta Dalua.
Os ingressos para o Festival Guardiões da Favela 2.0 começam a ser vendidos hoje pelo site Total Acesso e terão preços a partir de R$ 30.
Concorrendo à reeleição como Rei Momo, Djeferson Mendes da Silva, artista circense de 35 anos, é um dos finalistas do concurso que vai coroar a majestade do samba de 2024. Cria da Estácio de Sá, ele passou por diversas alas e segmentos da agremiação e foi Rei Momo nos carnavais de 2020 e 2023. Agora, busca mais uma coroação na corte do carnaval carioca. Após passar para a última etapa da competição, o candidato conversou com o site CARNAVALESCO e respondeu uma série de perguntas.
Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur
A grande final do concurso que vai definir o próximo Rei Momo acontece no dia 1º de setembro, a partir das 20 horas, na Cidade do Samba com entrada gratuita. A majestade do carnaval de 2024 vai receber um prêmio de R$ 45 mil. O segundo colocado será eleito vice-Rei Momo e receberá uma quantia de R$ 8 mil.
CARNAVALESCO: O QUE REPRESENTA CHEGAR NA FINAL DO CONCURSO?
Djeferson: “É uma representatividade muito grande. É mais uma conquista, mais uma vitória e é a gente provando para nós mesmos que podemos, somos capazes e que o samba pode. Tudo que nós queremos, podemos fazer. Eu fui o Rei Momo de 2020, sou o de 2023 e estou tentando a reeleição. Se recandidatar é mais difícil do que se candidatar. É claro que eu volto com a minha raiz, com o meu chão e a minha verdade, assim como foi nos outros, quando eu ganhei o concurso de primeiro e único. E você está ali naquela corda bamba com muitas pessoas, muitas feras, outras pessoas novas, outros reis e meninos. E você ali também dando o seu tudo e mostrando o seu valor”.
CARNAVALESCO: DE LÁ PRA CÁ, EM QUE VOCÊ EVOLUIU?
Djeferson: “Eu amadureci, porque no reinado de 2020 eu peguei a pandemia, então não tive o direito de fazer muita coisa, não tive o direito de ter ensaio técnico e muitas outras coisas que eu tive em 2023. Foi um aprendizado. Eu costumo falar que 2023 foi o meu primeiro reinado, na verdade. Foi o reinado que eu pude fazer tudo aquilo que um rei pode fazer – ir nos coretos, nas escolas de samba, blocos e poder curtir. Isso me deixa mais preparado para poder voltar para esse concurso e mais uma vez me candidatar à coroa”.
CARNAVALESCO: Coroado como Rei Momo, o que você planeja levar para o Carnaval?
Djeferson: “A minha verdade e seriedade para esse mundo. Não é só um espetáculo. Eu vivo disso, o Carnaval é a minha raiz e o meu chão. É o maior espetáculo da terra e eu amo o Carnaval. A minha verdade é o que planejo levar”.
CARNAVALESCO: Como você vai se preparar para a final?
Djeferson: “A minha preparação sempre foi rever vídeos, ver o que foi falado e o que deu certo. Eu sou muito crítico nesse ponto de vista. Eu fico me revendo, estudo e pesquiso mais sobre o mundo do carnaval. Como eu falei, sempre venho com a minha verdade e sinceridade. Acho isso muito importante. A preparação é estudar aquilo que foi menos ou mais”.
CARNAVALESCO: Caso ganhe, o que você vai fazer com o prêmio de R$ 45 mil?
Djeferson: “O amor é tanto ao Carnaval que, na verdade, a gente nem pensa no prêmio. Pensamos no prêmio só depois, quando ele vem. Eu tenho algumas coisas minhas – particulares – pessoal e que eu planejo dar um pontapé. Primeiro eu vou com calma, tentar pegar a coroa de novo e só aí eu penso no prêmio. É tudo por etapas”.
A quadra da Unidos de Vila Isabel recebeu, no último domingo, a oitava edição do Baile Glam, evento que reúne os principais destaques de luxo do Carnaval que abrilhantam do alto dos carros alegóricos os desfiles na Marquês de Sapucaí. Além dos tradicionais personagens, a festa neste ano contou as presenças ilustres da carnavalesca Rosa Magalhães e do ator, diretor e escritor Haroldo Costa, que foram coroados como a rainha e o rei do baile, além de terem tido as suas trajetórias na folia homenageadas.
Fotos de Diogo Sampaio/CARNAVALESCO
“A escolha dos homenageados ocorreu porque eu achava que era importante tocar no tema do etarismo, promover esse debate. A ideia era dizer para as pessoas: ‘Olha que gente importante culturalmente, que gente bacana’. Então, nada melhor que fazer isso com Rosa Magalhães e Haroldo Costa. E foi incrível eles terem vindo, pois o que fizemos foi um tributo a quem deu a sua vida pelo Carnaval”, explicou Milton Cunha, idealizador e diretor artístico do Baile Glam, em entrevista ao site CARNAVALESCO.
Durante o evento, Haroldo Costa recebeu a faixa de rei do Baile Glam das mãos do presidente do Acadêmicos do Salgueiro, André Vaz. Já Rosa Magalhães teve a honraria entregue pela cantora Teresa Cristina, que havia sido coroada rainha na edição do ano anterior. Após a solenidade, os dois conversaram com a reportagem do site CARNAVALESCO e falaram sobre a homenagem.
“Antes de mais nada, é uma distinção do meu amigo Milton Cunha. Eu sou um carnavalesco em tempo integral, de maneira que receber essa homenagem é algo que muito me satisfaz. Estou no meu ambiente, gosto de Carnaval, amo essa cultura. Não é só uma coisa profissional, é uma vocação do bom-humor, da festividade carioca, da diversificação que o Carnaval representa. Então, uma festa como essa devia ter pelo menos uma vez por semana”, refletiu Haroldo Costa.
“Fiquei muito contente em ser coroada. Acho que é um exagero do Milton, mas mesmo assim agradeço muito a homenagem. Falar dele é até difícil, é meu vizinho, meu amigo e agora meu comparsa nessa armação toda para eu ser rainha do Baile Glam. Adorei”, comentou Rosa Magalhães, de forma sucinta.
Quem também falou com a reportagem do site CARNAVALESCO foi Teresa Cristina. A artista se demonstrou contente de passar a faixa de rainha para Rosa Magalhães e fez questão de exaltar a importância do Baile Glam para além de uma simples celebração aos destaques de luxo.
“A importância do Baile Glam no Carnaval é imensurável. O samba ainda é um espaço machista, homofóbico, mas que precisa se render ao brilho. Sem esse universo aqui dos destaques não existe Carnaval. E além de dar visibilidade para esses artistas, as pessoas que foram homenageadas também são de suma importância. O Milton Cunha não está de bobeira. Ao mesmo tempo que ele traz um bafo, o brilho, o glamour, ele politiza, coloca agendas e pautas que merecem ser discutidas o ano inteiro. Homenagear Rosa Magalhães, com todos os campeonatos que essa mulher conquistou, não sei se teremos outra com esse currículo, trazer e reverenciar Haroldo Costa… É até difícil de falar. Quando o Milton me avisou que eu iria passar a coroa para Rosa fiquei extremamente emocionada”, disse a sambista.
Trajetória do baile e homenagem para Iracema Pinto
Com o intuito de resgatar a atmosfera do luxo e do glamour dos antigos concursos de fantasia, o Baile Glam teve a sua primeira edição realizada em fevereiro de 2015. Na ocasião, a festa contava com uma competição, em que as categorias luxo, originalidade e boneca, com desfile de biquíni, eram julgadas e os vencedores levavam prêmios em dinheiro. Ao longo dos anos, o evento deixou de lado o aspecto competitivo e passou por uma série de mudanças, conforme relembrou o idealizador Milton Cunha.
“Há oito anos, nove na verdade, o primeiro Baile Glam foi um fracasso retumbante. Tinha mais gente desfilando do que na plateia, na Mangueira. Então, o fracasso não me imobiliza, ele me dá gás para que eu saiba que uma hora vai pegar. Este ano, quando vi que tinha mil pessoas assistindo, imediatamente pensei: ‘Nossa, que bom que eu insisti’. É uma festa importantíssima, que resgata esse glamour desvairado de gente na passarela e o resultado é lindo, porque vem todo mundo. É as emplumadas, o resgate histórico, as homenagens aos ancestrais, um baile completo. E sempre sonhei em ser um Miele, um Guilherme Araújo ou um Sargentelli. Esse projeto me permiti achar um pouco herdeiro disso tudo, portanto fico orgulhosíssimo”, ponderou.
Uma tradição que segue viva a cada edição do Baile Glam é a escolha de uma personalidade do segmento para dar nome à celebração. Neste ano, a homenageada foi Iracema Pinto, que fez história no Salgueiro. Ela começou na vermelha e branca da Tijuca em 1973, desfilando primeiramente em ala, para depois se tornar destaque e por fim coordenadora. Iracema ocupou o posto até 2019, quando faleceu enquanto estava a caminho da Marquês de Sapucaí.
“É muita emoção. Graças a minha mãe, eu vivo nesse mundo do Carnaval, de destaque, de brilho, de glamour, desde pequeno. Aprendi muito com ela e não à toa fiquei administrando o grupo de destaques do Salgueiro, acumulando esse posto com as minhas funções na diretoria cultural. Minha mãe era uma pessoa que adorava esse tipo de evento, esse tipo de festa, era alguém muito alegre e eu tenho certeza que onde ela estiver está muito feliz com a homenagem”, assegurou Eduardo Pinto, filho de Iracema, que recebeu no palco do evento a honraria em tributo a mãe dele.
Outra personalidade que compareceu ao baile e participou da homenagem para Iracema Pinto foi a rainha de bateria salgueirense Viviane Araujo. Em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO, a beldade enalteceu o simbolismo de prestar esse tributo justamente em um evento que tem como protagonistas os destaques de luxo.
“É algo maravilhoso, porque a Iracema era uma pessoa que vivia o Carnaval. Para ela, era uma grande felicidade, um prazer enorme, cuidar de todos os destaques do Salgueiro. Com muito amor, com muito carinho, ela cuidava de todo mundo. E assim, em uma festa dessas, dos destaques, nada mais justo do que homenageá-la. Estamos falando de uma pessoa que se doava totalmente para eles, que fazia o possível e o impossível para que tudo fosse do jeito que eles quisessem, tudo conforme os destaques queriam. Dona Iracema realmente merece todas as homenagens e principalmente em um evento como esse. Afinal, uma das coisas principais que a gente tem no nosso desfile, no nosso Carnaval, são os destaques. Sem eles, como é que ficaria uma alegoria, por exemplo? Os destaques enaltecem, abrilhantam ainda mais o trabalho do carnavalesco dentro de uma. E faltando ainda seis meses para o Carnaval, ter uma festa que permite a gente estar celebrando esses artistas, além de estar vivendo, compartilhando, essa alegria, essa felicidade, não tem preço. Quem ama Carnaval, sabe o prazer que a gente tem, como é gostoso estar aqui vendo todo mundo fantasiado, todo mundo feliz. É muito bom. Me orgulho muito, estou extremamente feliz de poder estar aqui nessa festa”, afirmou Viviane.
Presenças ilustres e outros tributos
Além das homenagens já citadas, a aderecista do Paraíso do Tuiuti Rejane Barcelos, que ficou conhecida por declamar poesias e roubou a cena ao aparecer no documentário dedicado a Rosa Magalhães, também ganhou uma honraria nesta edição do baile. Ela foi eleita como a Boneca Barracão, título que visa valorizar os artistas dos barracões das escolas de samba.
“Foi uma surpresa, primeiramente. Não esperava realmente receber esse título e na hora ali no palco passou um filme na minha cabeça. Me lembrei da menina sonhadora que chegou de carona no Rio, sem saber o que esperava, que passou tantas coisas e hoje está sendo homenageada por algo tão importante quanto o barracão. É muito bonito, muito potente. A emoção que tenho é de surpresa, de felicidade, de êxtase. E não estou aqui só por mim, mas pelos meus também. Estou representando toda uma legião de pessoas que dá a vida no barracão de Carnaval e muitas vezes não é reconhecido, é tratado de uma maneira muito equivocada. Não tem o que falar, só agradecer ao Milton e ao Carnaval em geral por tudo que ele me dá”, relatou Rejane Barcelos.
“Ela traz um novo dado para o ‘Boneca Barracão’. É a escritora, a mulher política negra. Já tinha homenageado ao longo das outras edições do baile sete trans, travestis, e aí quando eu vi a Rejane pensei: ‘Nossa, essa é uma nova faceta do barracão’. Por isso, decidi escolhe- lá”, pontuou Milton Cunha.
A oitava edição do Baile Glam reuniu ainda diversas musas, passistas e rainhas de bateria do Grupo Especial e da Série Ouro. Entre os nomes que marcaram presença estiveram Mayara Lima, da Paraíso do Tuiuti; Tati Minerato, da Porto da Pedra; Darlin Ferrattry, do Império Serrano; e Wenny Iza, da Unidos de Bangu. A ex-rainha de bateria da Beija-Flor de Nilópolis Sônia Capeta também esteve entre as figuras ilustres que compareceram ao evento e até mesmo desfilou no palco.
“É muito bacana essa festa, essa celebração que o Milton Cunha faz para os destaque. Não é qualquer um que consegue desfilar com uma fantasia dessas, mesmo que fosse de graça. São verdadeiros artistas. Então, não só o Milton está de parabéns pela iniciativa, como todo mundo que participou desse evento maravilhoso. E desfilar no palco, ser homenageada também, foi a maior emoção, porque eu não esperava isso tudo. E sempre que me convidarem, vou participar”, declarou Sônia Capeta.
A festa teve também como atrações o tradicional desfile dos destaques de luxo e um show da Vila Isabel, que encerrou a noite. O evento teve apresentação de Milton Cunha, Meime dos Brilhos e Laiza Bastos, além de show musical do Grupo SER (Samba Enredo de Raiz). A oitava edição do Baile Glam teve patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e da Rio Carnaval.
A Frente Parlamentar em Defesa do Samba e do Carnaval, lançada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizou na última segunda-feira a primeira audiência pública para discutir o marco regulatório dos blocos e bandas do Carnaval de Rua. A presidente do colegiado, deputada estadual Zeidan (PT), comandou a reunião, que contou ainda com as participações do diretor operacional da Riotur, Luís Gustavo Mostof; do delegado Gabriel Almeida, da Polícia Civil do Rio; e do presidente da Comissão de Estudos e Conflitos Jurídicos do Carnaval da OAB-RJ, André Vasserstein.
Fotos: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO
Logo na abertura da audiência, Zeidan argumentou que os blocos não podem ser vistos meramente como atrações turísticas, mas sim como partes de uma cadeia produtiva que proporciona milhares de empregos diretos e indiretos. A deputada também enfatizou que o trabalho da Frente Parlamentar em Defesa do Samba e do Carnaval da Alerj é voltado para as instituições que desfilam em todo o território fluminense.
“O Carnaval de Rua não é uma exclusividade da cidade do Rio de Janeiro, os blocos acontecem por todo o estado. Por isso é que nós vamos discutir com as Câmaras de Vereadores e com as Prefeituras dos mais variados municípios, incluindo da capital fluminense. Nós precisaremos debater esse assunto sim com o prefeito Eduardo Paes. Já estive em um almoço com ele, falei da frente parlamentar e nós ficamos de marcar uma audiência. Porém, pretendo que a gente, em conjunto com os outros deputados que compõem essa frente, consiga avançar no que diz respeito ao marco regulatório, para que possamos estar fazendo essa conversa de fato com a Prefeitura do Rio e com o Governo do Estado”, declarou Zeidan.
Já o diretor de operações da Riotur, Luís Gustavo Mostof, destacou os preparativos que o órgão vem realizando para o Carnaval de Rua de 2024. Ele ressaltou que as inscrições para blocos se apresentarem já foram encerradas e que a liberação das autorizações preliminares ocorrerá no início do próximo mês.
“Já no início de setembro, a partir do dia 05, a Riotur começa a emitir as autorizações preliminares, que são todos os órgãos da Prefeitura reunidos em uma única autorização. Essa medida foi um facilitador que a Riotur vem fazendo ao longo dos últimos anos. Neste momento, a gente tem o planejamento antecipado, nós já fizemos algumas baterias de reuniões com os blocos, fizemos inclusive na Câmara de Vereadores algumas audiências públicas também com a frente lá de Carnaval, e estamos nesse prazo finalizando o período preliminar que envolve todas as autorizações dos órgãos da Prefeitura do Rio. Isso inclui, por exemplo, a Secretaria Municipal de Ordem Pública, a Comlurb, a Riotur, enfim. Somente depois dessa autorização preliminar é que os blocos e as bandas passam a buscar as autorizações do Governo do Estado, que incluem Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros”, relatou Mostof.
Ao falar na audiência, André Vasserstein defendeu a criação de uma regulamentação específica para os blocos de rua. O presidente da Comissão de Estudos e Conflitos Jurídicos do Carnaval da OAB-RJ lembrou da lei conhecida como marco regulatório das organizações da sociedade civil, que constituiu um novo regime jurídico para as parcerias entre administração pública e entidades, que trouxeram contribuições importantes para esses grupos.
“Hoje, a gente tem essa lei que dá uma segurança jurídica para as ligas e para as bandas. Ela define o que tem que ser colocado dentro do estatuto dos blocos, estabelece quais são os passos que precisam ser dados dentro das entidades, a prestação de contas, a obrigatoriedade de eleições transparentes e limpas… É um processo realmente democrático. Por exemplo, eu sou o vice-presidente jurídico da Mangueira também, estou dentro de uma escola de samba e trato dessa parte. A gente às vezes pensa que um contador é muito importante, mas o jurídico também é. Isso vai definir como as entidades vão caminhar. Então, fizemos agora na Mangueira, há um mês e meio, uma alteração estatutária em que nós colocamos diversas atividades dentro do estatuto para poder participar de editais do Brasil inteiro. Inclusive se houver internacionais, a Mangueira hoje está preparada para participar. E nessa lei de 2014 também tem a questão do fomento. Ela disciplina essa parte de captar dinheiro, portanto é fundamental os blocos e as bandas estarem atualizados e terem conhecimento do decreto lei. Por isso que a OAB está presente, justamente pra dar um auxílio”, garantiu.
Além dos membros da frente parlamentar e dos convidados, os representantes das entidades carnavalescas presentes na audiência puderam apresentar suas demandas e sugestões. Entre os principais tópicos estiveram o desenvolvimento de editais e de outras políticas públicas voltadas especificamente para os blocos e bandas; a desburocratização do processo para liberação dos desfiles; assim como a criação de um regramento diferenciado para essas instituições, condizentes com a realidade de cada manifestação.
Após ouvir os representantes, o delegado Gabriel Almeida pontuou ser importante a existência de normativas que incidam sobre o Carnaval de Rua para garantir a ordem pública e a segurança. No entanto, ele concordou que essa regulamentação não pode engessar as atividades de blocos e de bandas.
“A forma não tem que prevalecer sobre o conteúdo. A formalidade não deve ser tanta que inviabilize o evento. Porém, é indispensável ter regras mínimas. Afinal, para os blocos e para as bandas também é interesse que a coisa não vire bagunça. Todo mundo quer que tenha uma organização, uma urbanidade, para justamente evitar que daqui a pouco a coisa saia do controle e uma tragédia aconteça. Então, as regras elas existem para darem segurança, mas também elas não podem ser vistas de maneira impeditiva ao evento. Isso tudo tem que ser discutido”, ponderou.
A próxima audiência pública do Carnaval está marcada para o dia 25 de setembro na Cidade do Samba, localizada na Gamboa, na Zona Portuária do Rio. Também está agendado um encontro em 30 de outubro para debater as rodas de samba no Museu do Catete, no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da capital.
Depois do sucesso dos álbuns lançados na temporada de 2023 no streaming, a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) já prepara uma grande novidade para a versão com os sambas-enredo de 2024. Em iniciativa inédita, o disco será gravado na sala de orquestra da Cidade das Artes, em um formato que contará também com captação audiovisual.
Foto: Vitor Melo/Divulgação Liesa
“Esse será um produto diferente, onde traremos ainda mais emoção para um álbum que tradicionalmente é feito no estúdio. Com a grande safra de sambas que está chegando, essa nova concepção tem tudo para ser um grande sucesso”, destacou o vice-presidente da Liesa e presidente da Edimusa, Helio Motta.
O álbum será gravado novamente pela Edimusa, a editora musical da Liesa. Dessa vez, as agremiações terão a liberdade de criar o próprio arranjo de sua faixa, que será aprovada pela produção, liderada pelo produtor Alceu Maia.
A previsão é que as gravações sejam realizadas no mês de outubro e o produto final seja lançado a partir de novembro.
A Beija-Flor informou nesta segunda-feira que a cantor Ludmilla não vai integrar o carro de som da escola no Carnaval 2024. Segundo a escola, a “A decisão foi tomada por ambas as partes em função de outros compromissos profissionais que a artista terá no mesmo período que envolveria a preparação para o desfile”. A informação foi divulgada primeiro pelo site Splash, do portal UOL. Veja abaixo a nota da Beija-Flor.
Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO
A Beija-Flor de Nilópolis informa que a cantora Ludmilla não integrará o time de intérpretes da escola no Carnaval 2024. A decisão foi tomada por ambas as partes em função de outros compromissos profissionais que a artista terá no mesmo período que envolveria a preparação para o desfile. A agremiação agradece pela parceria executada com bastante competência e dedicação durante o último ano com Neguinho da Beija-Flor, que segue na liderança do carro de som nilopolitano.
A Beija-Flor deseja sucesso nos projetos de Ludmilla e deixa as portas abertas para sempre receber a artista durante os eventos, seja na quadra, na comunidade ou na Sapucaí. Em 2024, a agremiação será a segunda escola a desfilar no domingo de Carnaval, dia 11 de fevereiro, com o enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”.
Ex-presidente e agora diretor executivo da Viradouro, Marcelinho Calil celebra a safra de sambas-enredo da escola para o Carnaval 2024. A final acontece no dia 30 de setembro e até lá o clima é de muita alegria com o conjunto de obras da agremiação do Barreto, em Niterói. * OUÇA AQUI OS SAMBAS DA VIRADOURO
Fotos: Rafael Arantes/Divulgação Viradouro
“É a melhor safra da nossa gestão. O conjunto é o fator principal para isso. O enredo afro, aguerrido, favorece melodias e sambas mais vibrantes. Para o Carnaval 2023, tivemos uma grande final. Esse ano gira em torno de uma energia. O enredo contribui muito para essa qualidade”, disse.
A Viradouro, que fechará os desfiles do Grupo Especial em 2024, levará para a Avenida o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre a energia do culto ao vodum serpente, desenvolvido pelo carnavalesco Tarcisio Zanon. Calil citou a condução do processo de elaboração dos sambas, principalmente, com a criação de audições fechadas no barracão, como fundamental para a qualidade das obras.
“Fizemos o primeiro ano com audição no barracão. Foi bem livre. Algumas parcerias trouxeram uma coisa mais técnica, como violão, cavaquinho e percussão e outras com uma corda. Foi mais produtivo. Uma ideia do Alex Fab (diretor de carnaval). Foi um tira-dúvida eficiente. Extremamente produtivo. Participaram Tarcisio, João Gustavo (enredista) e Alex. Os dois pensam na letra, enredo e enquadramento dos setores. Eu e Alex pensamos no todo, como também na forma que o samba vai guiar, se está passando o espírito que vamos depositar no projeto do ano. A gente troca muito. Você tem bons sambas que falamos para refazer. A audição vai seguir para os próximos anos. É uma prévia. O compositor chega preparado”.
Veja abaixo mais tópicos da entrevista com o diretor executivo da Viradouro
Quem escolhe o samba?
“A gente não transfere responsabilidade. Temos um time que vai trocando experiências ao longo da disputa. De forma mais forte, eu, meu pai (Marcelo Calil, presidente de honra) e Alex Fab. No palco fico em todas apresentações com o Alex. Durante o processo, obviamente, a gente escuta todos os profissionais. Não é decisão autoritária. Sobre maneira de reagir aos sambas às vezes há um grande equívoco. As pessoas me olham mais quieto e acham que não estou gostando. As pessoas me olham cantando e pensam que o samba é maravilhoso. Não é necessariamente assim. Isso é até engraçado”.
A quadra muda samba?
“Tem samba que é muito mal gravado e ele é bom. Só a quadra vai mostrar isso. Você ouve bons sambas mal gravados, mas que sabemos que possui potencial porque vi no tira-dúvidas e sei o que pode entregar. Quando começa a disputa na quadra a gente tem uma noção boa das obras. Respeito o processo, a disputa de samba. A apresentação não vale mais do que qualidade de samba. A gente tenta colocar tudo em uma peneira e ir filtrando. Gosto de festa, da confusão, dar regra e o compositor tentar burlar (risos). Entrar um barco na quadra e etc, mas não vai resolver. Temos que ser bem frios e justos. Vejo muito a entrega. A gente conversa muito com as parcerias para elas prezarem a parte musical. Não fico ali pensando que é o samba do fulano. Obviamente, os grandes músicos tendem a fazer grande apresentação. Tem vibração, mas deixa isso mais para baixo. O cantor que canta pulando, deve respirar mal e cantar errado. Vibração é importante, mas uma grande apresentação musicalmente falando importa mais nas decisões”.
“Não cobramos taxa de inscrição dos compositores. Acho isso muito doido. Não acho justo. Não vai mudar a vida da escola. Não é substancial. Vai afastar uma série de pessoas que podem fazer bons sambas. A disputa já custa muito. Na nossa gestão eu não quero e não vou fazer isso nunca. Ficamos com 30% que é para custear a disputa. Isso passou do nosso orçamento porque fazemos uma grande festa na final. A divisão ficou 60% para a parceria campeã e 5% para os outros dois finalistas. Adianto parte do dinheiro para a final e depois desconto”.
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Parimatch
O cassino online Parimatch, licenciado em Curaçao, está no mercado de entretenimento online desde 1994. Essa empresa se destacou entre os jogadores de todo o mundo. Hoje, o Parimatch aceita jogadores brasileiros e oferece acesso rápido e 24/7 ao Aviator Spribe. O Parimatch aceita depósitos em reais brasileiros e criptomoedas, oferece sistemas de pagamento eletrônico brasileiros e internacionais para transações. O Cassino Parimatch oferece suporte ao idioma português, proporciona saques rápidos e oferece um aplicativo móvel de qualidade. O Aviator Parimatch foi movido para uma seção separada, onde você pode encontrar o jogo em segundos e jogar com dinheiro real ou gratuitamente.
1xBet
A 1xBet é outra veterana no mercado de iGaming. A empresa aceita clientes desde 2007 e possui licença internacional de Curaçao. O cassino online oferece acesso gratuito ao Aviator para usuários brasileiros, além de recursos de jogabilidade adaptados – interface em português, moeda nacional para depósitos, métodos de pagamento populares. A 1xBet oferece um bônus de boas-vindas interessante. Jogadores brasileiros podem receber até €1.500 e 150 rodadas grátis no registro e primeiro depósito. A 1xBet não possui a interface mais conveniente com muitos links e seções, mas com o tempo, os usuários se acostumam e não estão prontos para mudar para outros sites: a 1xBet é um lobby confortável e seguro.
1Win
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Pin-up
A Pin Up é um nome relativamente novo no jogo. O cassino online foi inaugurado em 2016 e possui licença da jurisdição de Curaçao. Hoje, mais de 3.000 slots podem ser encontrados no sortimento do cassino, mas o lobby não deixa de chamar a atenção dos usuários para o jogo Aviator. O site realiza sorteios regulares de prêmios do Aviator, bem como bônus – usuários brasileiros que se registraram pela primeira vez na Pin Up recebem +100% em seu primeiro depósito e 250 rodadas grátis no Aviator, com a oportunidade de ganhar e retirar o jackpot. A Pin Up possui um design brilhante e incomum, um aplicativo móvel de alta qualidade e dezenas de sistemas de pagamento que os jogadores brasileiros podem usar.
Mostbet
O cassino Mostbet está em operação desde 2009 sob licença de Curaçao. O lobby recebe usuários brasileiros e dá as boas-vindas aos novos clientes com um ótimo bônus de inscrição. Todos os clientes que criaram uma conta com a Mostbet recebem +125% em seu primeiro depósito (até 1.700 BRL) e 125 rodadas grátis para apostas gratuitas no Aviator. O Aviator Mostbet está disponível para apostas no desktop e em um aplicativo móvel gratuito para iOS e Android. Os dados pessoais dos usuários e as informações sobre transações na Mostbet estão protegidos com segurança. O cassino paga ganhos em reais brasileiros e garante o pagamento imediatamente após a verificação da conta.
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