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Edson Neto, presidente da Liesge, de Vitória: ‘Carnaval precisa parar de ser visto como gasto. É investimento!’

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Flamenguista roxo, torcedor da Chega Mais, empresário e apaixonado por carnaval. Essa é a pequena biografia do presidente da Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial, o Edson Neto. De olho na montagem da megaestrutura montada no Parque Tancredão para os minidesfiles que acontecem no final de semana, Neto recebeu a equipe do site CARNAVALESCO com exclusividade para uma conversa a respeito do seu mandato e da história que ele e sua gestão está construindo em prol do carnaval capixaba.

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Foto: Divulgação

“Fui eleito na Liga em um momento conturbado por antigas gestões. Cinco presidentes foram na porta da minha casa me procurar pedindo para eu ser candidato. Em primeiro momento recusei. Já era presidente da Lieses, liga do Grupo de Acesso, e não almejava trocar de cargo. No dia seguinte, outro presidente voltou e afirmei que não queria disputa. Se me quisessem como novo presidente, teria que ser de forma unânime. Assim as cessões foram feitas e conseguimos unificar chapas e cargos. Xumbrega, da Boa Vista, é o vice-presidente, Robertinho da Mug no Conselho assim como o antigo presidente da Novo Império, Alessandro Souza. Quando assumi para o quadriênio 2021-2024 deixei claro para todos que no dia que tiver disputa presidencial, não estarei nela. Se tem eleição é porque não está bom. Se for pra rachar, prefiro não estar. Já estou preparado tanto para sair, quanto pra continuar, minha mente está tranquila”, contou Neto.

Não é segredo para nenhum amante da folia capixaba que diversas escolas estão com dívidas a perder de vista, porém, ao entrar na Liga, o presidente se surpreendeu ao ver os números.

“Encontrei a Liga num cenário que já esperava, com escolas endividadas. Mas quando sentei para pedir a vida financeira da Liesge tomei um susto. São dívidas milionárias, que sabíamos da existência mas não dava pra acreditar. A partir daí tracei um plano financeiro com as escolas para poder ter crédito. Nosso carnaval é feito disso. A gente estava começando a procurar os fornecedores para sanar dívidas e chegou a pandemia. Isso fez a própria Liga também se reinventar. Claro que contei com uma equipe excelente com pessoas que amam o carnaval e tinham ciência de que não haveria retorno financeiro. É abdicar do tempo, família, trabalho, para fazer um carnaval diferente. Já havia um avanço considerável no crescimento dos desfiles, por isso procuramos ‘atacar’ na inovação: O que nunca teve por aqui? A partir disso fizemos acontecer. Vi em outras praças como RJ e SP, idealizei e imaginei que poderiam acontecer em Vitória. Nada é impossível”, desabafou.

Dos anos 2000 pra cá, os desfiles se consolidaram como potência e referência da cultura capixaba. Com a modernização da estrutura do palco principal, o Sambão do Povo, as escolas passaram a apresentar espetáculos grandiosos que marcam a memória de quem está presente ano após ano. Mas se por um lado quem está dentro do Sambão era presenteado, quem ficava de fora não conseguia ver um pouco do que era apresentado. O povo estava ficando de fora da folia e isso enfraquecia a festa. Logo no primeiro ano de gestão, Neto e os diretores sociais da Liga resolveram mudar isso. Uma das atitudes foi criação das arquibancadas sociais, priorizando moradores da região. Um acerto.

“Criamos as arquibancadas sociais com ingressos distribuídos e hoje ninguém tira mais isso do carnaval de Vitória. É um dos feitos que mais me emocionam. Temos painéis de Led gigantescos do lado de fora para quem não consegue ou não quer assistir o espetáculo de dentro, essa também é uma tradição do nosso carnaval, muita gente fica apenas na concentração. Outras inovações também vieram como iluminação com tecnologia avançada, novo recuo com painéis gigantes transmitindo o que está passando na avenida. Artistas como o grupo Revelação fizeram show dentro de camarote no último desfile, e para o próximo ano grandes nomes também já estão confirmados. Não vou negar que ainda existe uma dificuldade de comercialização para os desfiles de sexta-feira, não vende tanto ingresso, mas sábado é sucesso total, não sobra ingressos. A imprensa também começou a enxergar o carnaval capixaba como um ótimo produto. Temos como exemplo a rede Gazeta, que querendo ou não é a Globo, estamos em horário nobre na mídia”.

Carnaval não é gasto, é investimento!

A busca por recursos em prol do carnaval é diária. Seja ela municipal, governamental, federal ou privada. A verba gira a roda dos desfiles e garante grandes apresentações. Para efeito de comparação com outras praças, se avaliarmos dados do Rio de Janeiro, o que apenas uma agremiação recebe de verba pública por meio da Liesa é equivalente a toda verba destinada ao carnaval de Vitória, para as 19 escolas. E ainda assim, os desfiles de Vitória se mantém como terceiro carnaval do país, disputando com outras grandes cidades. Neto explica sobre as possibilidades de novos investimentos e portas que podem se abrir.

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“Já tenho reuniões agendadas em Brasília. Toda porta que nos receber bem nós vamos entrar. Não existe mais isso de carnaval contar com trabalho voluntário, a profissionalização já aconteceu. Gera emprego e renda. É igual futebol, as escolas que mais arrecadam são favoritas. Afinal, contratam melhor profissional. Houve recentemente uma disputa por um grande artista de Parintins e a escola que ofereceu mais, levou. Se houvesse uma contra-proposta ele poderia ter ido para outra. Hoje as escolas são as donas do evento. Faço o possível para as verbas aumentarem a cada dia. A regra número um da minha gestão é que se pingar 7 centavos, cada pavilhão vai receber 1 centavo. Não tem essa de um recebe e o outro fica esperando, até porque adiantar verba para um também é favorecimento. Com dinheiro na mão um bom presidente negocia muito bem. O que custaria valor x, pode ser comprado pela metade do preço. Um grande gargalo que enfrentamos e as verbas que chegam apenas em janeiro, isso precisa acontecer em novembro no máximo e vou conseguir resolver isso. O presidente precisa ter dinheiro na mão para ter poder de compra. Por que não podemos sonhar em ser o segundo carnaval do Brasil? Quem sabe. Se recebessemos metade de outras praças, nós já seríamos o segundo. Eu não brigo hoje tanto para um grande aumento da verba, e sim para atualização de acordo com os preços que tiveram aumento considerável pós-pandemia. Além das verbas públicas, ainda faltam empresas privadas, inclusive capixabas, que acreditem na gente. E isso vai aumentar. Uma das sortes que tive ao assumir foi encontrar presidentes cascudos, como Xumbrega e Robertinho, que são experientes. E presidentes com sangue novo querendo renovar. O carnaval precisava de mentes novas pensantes. A Liga é totalmente dependente das escolas, minha função é buscar cada vez mais recursos para que o próximo carnaval seja melhor que o anterior”, explicou.

É inegável que os olhos do poder público e privado mudaram desde o início da atual gestão que comanda a Liga. Prova disso é a credibilidade adquirida com o passar dos anos e as mudanças imediatas que aconteceram.

“Pela primeira vez a liga foi 100% responsável pelos desfiles. Antes, o produtor do evento pagava cachê para as escolas. Hoje a Liga paga uma produtora para trabalhar. Tudo que envolve o evento foi desembolsado pela liga. Como estrutura, luz, imposto, Ecad, prefeitura e tudo é muito caro. Cada dia que passa vem um desafio novo. Tenho certeza que conseguimos retomar a credibilidade do carnaval, isso é importante. Hoje empresas privadas de outros estados acreditam na gente. A palavra de ordem é de que se comprarmos, iremos pagar. Sou um cara aberto para as dicas e todos que vem com novas possibilidades eu paro e ouço. A credibilidade também é construída quando as sete escolas do grupo desfilam dignamente, sem uma disparidade entre as ditas favoritas e as demais. Isso existia no passado, duas sobravam na avenida e o título ficava entre elas. Elas podiam errar e ainda assim conseguiam vencer por ter quesitos que ‘sobravam’. Hoje, se elas errarem, perdem o carnaval. O favoritismo é mérito delas, e isso ninguém tira. Mas acaba se tornando uma obrigação por elas possuírem barracão coberto, por exemplo. A safra de sambas me surpreendeu positivamente, bem diferente do ano passado. Cada escola que entrar na avenida pelo Grupo Especial é favorita ao título”.

Os minidesfiles e as próximas ideias

Após o retorno do primeiro lockdown da pandemia, a Liga decidiu que iria fazer um ‘Festival das escolas de samba’ e premiaria a agremiação que se destacasse. Na época, as Lives estavam em alta e tudo foi transmitido no canal oficial da entidade. Ninguém imaginava que era pra suprir a saudade do sambista de vivenciar escolas de samba se tornaria no evento deste final de semana. Os minidesfiles surgem a partir do festival, somado a ideia absorvida pelo presidente Neto ao vivenciar o evento no Rio de Janeiro.

“No primeiro momento as escolas tomaram um susto. Agora, já afirmam que todo ano tem que ter. É uma inovação do nosso mandato, que vi quando fui ao Rio assistir Danilo Cesar e Kléber Simpatia cantarem por suas agremiações lá. Os presidentes entenderam que o maior motivo não era o desfile em si, e sim antecipar nosso calendário para ser preenchido o ano todo. Depois da quaresma, em maio, os carnavalescos já tinham definido enredo. Junho aconteceu o desenvolvimento e em julho nós já tínhamos o primeiro samba de 2024. A antecipação do calendário beneficia as escolas. O que será visto aqui em questão de estrutura, vai acontecer no Sambão do Povo dia 2 de fevereiro. Construímos um mini sambão do povo e vamos fazer igual as escolas fazem o protótipo de fantasia, queremos reproduzir. Apesar de não ter competição, eu garanto que cada uma das escolas vai fazer um show diferenciado. Tenho passado nos ensaios gerais, fui em todas finais de samba-enredo e foram boas escolhas.

Um desejo antigo do folião capixaba é o espaço para que as escolas consigam construir suas alegorias. A respeito do tema, o mandatário não fez promessas, mas garantiu que vai continuar tentando transformar sonho em realidade.

“A estrutura do carnaval, seja concentração, pista ou dispersão, já não comporta mais o tamanho das escolas. Nós vamos conseguir o espaço adequado, estou lutando por isso. E quando o poder público quer, vocês sabem que ele faz. Carnaval tem que parar de ser visto como custo, é investimento e todo político sabe disso. O espaço do Tancredão precisa se tornar a ‘cidade do samba’, ou outro nome que seja batizado. Hoje existe uma limitação de crescimento porque as escolas não têm para onde crescer mais seus projetos. Alegorias não podem ser aumentadas porque não tem estrutura, seja para desfilar ou para guardá-los pós-desfile. No dia que essa gestão se despedir eu quero ter batido a meta que é esse grande sonho do espaço do sambista. Não é promessa, mas quero que saibam que estou brigando por isso com todas as minhas forças, até o último dia que eu estiver na Liga”, finalizou o presidente.

Vote: qual é a parceria favorita para vencer a disputa de samba da Porto da Pedra?

De volta ao Grupo Especial, a Porto da Pedra faz no sábado a final de samba-enredo para o Carnaval 2024. Quatro parcerias estão na disputa (OUÇA AQUI OS FINALISTAS). Abaixo, você pode votar e apontar sua favorita. Vamos divulgar o resultado na noite de sexta-feira.

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No Carnaval de 2024, a Unidos do Porto da Pedra, levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “O Lunário Perpétuo: A Profética do Saber Popular”, desenvolvido pelo carnavalesco Mauro Quintaes e pelo enredista Diego Araújo. Porto da Pedra será a primeira escola a desfilar na Marquês de Sapucaí, no domingo de carnaval, dia 11 de fevereiro.

Conheça Luciene Tavares, a Santinha, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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A produtora de eventos Luciene Tavares Rodrigues Pastor, de 39 anos, é uma das dez finalistas do concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro de 2024. Representante da Acadêmicos do Grande Rio na disputa, a beldade, que também atende pelo nome artístico de Luciene Santinha, desfila desde os sete anos na tricolor de Duque de Caxias. Ao longo das mais três décadas, a passista já representou a agremiação em diversos eventos nacionais e internacionais, sendo ganhadora de alguns prêmios. Na busca agora pela coroa maior da folia carioca, a candidata conversou com o site CARNAVALESCO e, após a classificação para decisão da competição, respondeu uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final do concurso para Rainha do Carnaval irá acontecer no dia 01º de setembro, na Cidade do Samba, e assim como nas outras etapas o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada. Confira abaixo a entrevista completa.

CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Luciene Santinha: “Primeira coisa é gratidão. Não imaginei que poderia chegar nessa final concorrendo com tantas meninas lindas, mais de cem sonhos, mais de cem rainhas das suas vidas, dos seus caminhos. Então, a palavra é exatamente essa: gratidão. Estou feliz de estar representando a Baixada Fluminense, a única representante na final. Quero aproveitar para parabenizar a Riotur por ter dado oportunidade de nós, passistas de comunidade, estarmos no concurso tentando realizar um sonho, um objetivo carnavalesco. Eu particularmente sempre tive esse sonho e hoje ele é possível de se tornar real”.

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CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Luciene Santinha: “Antes do anúncio de que estava na final, eu nem tinha pensado sobre essa questão de fantasia, nada sobre isso. Eu acho que é um processo, foram várias fases, vários dias, nós ficamos sem dormir, a nossa família entrou na competição junto com a gente, então vivi cada etapa intensamente, sem ficar projetando a próxima. Ainda estou muito emocionada por estar na final. A Grande Rio está me ajudando, me dando um super apoio e sei que vai dar tudo certo”.

CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Luciene Santinha: “Foram vários momentos felizes. A maioria das candidatas eram todas passistas e nos bastidores sempre foi uma ajudando a outra: ‘me empresta isso’, ‘me empresta aquilo’, ‘ajuda no meu cabelo’… Então, essa cooperação, essa união, rendeu vários momentos especiais. Agora, tristeza, algum ponto negativo, não teve nada disso não. Até aqui, desse concurso só levo felicidade e gratidão”.

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CARNAVALESCO: Como conseguiu conciliar a rotina do concurso com a vida normal?

Luciene Santinha: “Sou sambista e antes mesmo do concurso já estava sempre à disposição da minha escola. Se Deus permitir e for da vontade dos jurados, eu estarei também em breve à disposição da Riotur e da Prefeitura. Então, conciliar a rotina do dia a dia com a do concurso, para mim, foi tranquilo, foi de boas. Teve alguns dias que eu dormi só duas ou três horas por noite, mas porque quando eu menos esperava meu marido me acordava e falava: ‘Luciene, você viu isso do concurso?’. Minha família, o meu povo, pessoal da Grande Rio, todo mundo abraçou de verdade essa causa e ficou me ligando, oferecendo ajuda, dando apoio. Então, assim, teve alguns dias que foram praticamente 21 horas do meu dia dedicadas só ao concurso”.

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CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Luciene Santinha: “Acho que não tem muito o que me preparar especialmente para final. É eu tentar entregar todo o meu amor que tenho pelo Carnaval, tentar mostrar toda a minha simpatia, a minha alegria, o meu samba no pé. O preparo já é a nossa vivência dentro das escolas de samba. Sou passista, que vivencia, faz show, trabalha com isso. Acho que o maior preparo é esse, o de entregar todo o pouquinho que eu sei e de aprender com as meninas também”.

CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “Tiktok”?

Luciene Santinha: “Respeito a opinião de todos, porque cada um tem um gosto, cada um tem um jeito. Eu acredito que não existe uma pessoa sambar igual a outra. É muito bonito você olhar uma menina sambando, olhar um rapaz sambando e ter as suas variações. Sobre Tiktok, eu estou aprendendo um pouco, porque sou da antiga, tenho mais de 30 anos só no samba. Estou aprendendo com as meninas e admiro também quem faz os passos, as coreografias. Porém, a palavra certa é variação”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Luciene Santinha: “Acho que o principal em ganhar é a representatividade da Corte. Para todas as meninas que estão no concurso, que tem esse sonho, isso é mais importante do que o dinheiro. É claro que um prêmio R$ 45 mil sempre é bem-vindo, mas acho que nenhuma das meninas estava nem pensando nisso ao longo do concurso. A gente foi vivendo fase atrás de fase, vamos fazendo isso e aquilo, ajudando uma a outra, muita emoção, nervosismo, que não dá nem tempo de parar para pensar em dinheiro. Mas um prêmio assim sempre é bom”.

Minidesfiles do Carnaval Capixaba: confira as regras e ficha técnica de cada escola

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Neste final de semana, os foliões capixabas têm endereço certo para matar um pouco da saudade que estão sentindo do carnaval. Idealizado pelo presidente Edson Neto e sua diretoria, a ideia principal dos minidesfiles é fazer com que o pátio de alegorias, localizado no Tancredão, seja palco de uma grande confraternização entre os sambistas.

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Apesar de não ter caráter competitivo os minidesfiles possuem regras estabelecidas previamente entre os presidentes das agremiações a direção da entidade. São elas:

– 30 minutos é o tempo máximo de apresentação
– Mínimo de 200 e máximo 350 componentes

– Obrigatório presença de baianas, casais de mestre-sala e porta-bandeira e elemento cenográfico para abrir o desfile (pede passagem)

Oito agremiações irão se apresentar durante duas noites na estrutura montada exclusivamente para o evento. A Andaraí, rebaixada no carnaval 2023, também se apresenta por ser filiada à Liesge. Confira a ficha técnica de cada escola, em ordem de apresentação.

SEXTA-FEIRA (início 21h)

Andaraí: “As histórias que vovó contava”
Presidente: Thiago Bandeira
Cores: Verde e rosa
Enredo: “Histórias que a vovó contava”
Carnavalesco: Marcelo Braga
Intérprete: Lauro Campos
Coreógrafo da comissão de frente: Mattheus Schirffimaan
Mestre de bateria: Kaio Amorim
Rainha de bateria: Stefani Adriano
1º Casal de MSPB: Marcos Paulo e Marina Zanchetta

Novo Império: “Espírito guerreiro ancestral – Barra de São Francisco a sentinela capixaba”
Presidente: Vlamir Oliveira
Cores: Azul, branco e rosa
Enredo: “Espírito guerreiro ancestral. Barra de São Francisco: a sentinela capixaba”
Carnavalesco: Márcio Puluker
Intérprete: Celso Jr. e Vinicius Moraes
Coreógrafo da comissão de frente: Sam Martins
Mestre de bateria: Gleidson Mariano
Rainha de bateria: Rayane Rosa
1º Casal de MSPB: Diego Benitez e Andressa Cadete

Boa Vista: “Viana Divinamente Brasileira”

Presidente: Emerson Xumbrega
Cores: Azul, vermelho e branco
Enredo: “Viana divinamente brasileira”
Carnavalesco: Robson Goulart
Intérprete: Emerson Xumbrega
Coreógrafo da comissão de frente: Márcia Cruz
Mestre de bateria: Gustavo Mascarenhas
Rainha de bateria: Wenny
1º Casal de MSPB: Bruno Simpatia e Vanessa Benitez

Mug: “Massena: um olhar em aquarela”
Presidente: Robertinho da Mug
Cores: Vermelho e branco
Enredo: “Massena um olhar em aquarela”
Carnavalesco: Petterson Alves
Intérprete: Ricardinho da Mug
Coreógrafo da comissão de frente: Marcelo Lages
Mestre de bateria: João Henrique Azevedo e Lucas Massariol
Rainha de bateria: Layla Bastos
1º Casal de MSPB: Klaura Costa e Hudson Maia

SÁBADO (início 20h)

Pega no Samba: “Pérolas do deserto”
Presidente: Dannilo Amon
Cores: Vermelho, azul e branco
Enredo: “Pérolas do deserto”
Carnavalesco: Orlando Júnior
Intérprete: Thiago Brito
Coreógrafo da comissão de frente: Mauro Marques
Mestre de bateria: Leandrinho e Neném
Rainha de bateria: Eduarda Lima
1º Casal de MSPB: Max Dutra e Grasielly Cardoso

Chegou o que Faltava: “Bravo! Abram-se as cortinas. O Glória em cena”
Presidente: Rafael Cavalieri
Cores: Azul, branco e rosa
Enredo: “Bravo! Abram-se as cortinas. O Gloria em cena”
Carnavalesco: Jorge e Wanderson
Intérprete: Marcinho Diola
Coreógrafo da comissão de frente: Jorge Mayko
Mestre de bateria: Jorginho e Alcino
Rainha de bateria: Jamila Alvarenga
1º Casal de MSPB: Kleyson Faria e Amanda Ribeiro

Piedade: “Quilombo Piedade”

Presidente: Jocelino Junior
Cores: Vermelho e verde
Enredo: “Quilombo Piedade”
Carnavalesco: Wagner Gonçalves
Intérprete: Luiz Felipe e Kleber Simpatia
Coreógrafo da comissão de frente: George Falcão
Mestre de bateria: Tereu e Juninho da Puxeta
1º Casal de MSPB: Vinicius Costa e Julia Mariano

Jucutuquara: “Gassho, Caminhos de Sabedoria”
Presidente: Rogério Sarmento
Cores: Vermelho, verde e branco
Enredo: “Gassho caminhos de sabedoria”
Carnavalesco: Osvaldo Garcia
Intérprete: Danilo Cezar
Coreógrafo da comissão de frente: Patrick Alochio
Mestre de bateria: Glaydson Santos
Rainha de bateria: Schyrley Moura
1º Casal de MSPB: Wesklei e Alana

Quais os casinos online em Portugal que oferecem 10 euros de bónus?

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Ao analisarmos os seguintes casinos:

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  • Verde Casino;
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Possuem bónus de 10 euros ou mais, em função da promoção ativada pelo jogador.
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Todas estas ofertas têm requisitos de aposta e o cliente deve obedecer a determinadas condições para receber o bónus e para poder depois fazer um levantamento. Os bónus estão, quase sempre, associados a depósitos e existe a necessidade de se apostar o valor do bónus uma determinada quantidade de vezes.

Por outro lado, a Roda da Fortuna, por exemplo, presente em todas as marcas de casino mencionadas, não têm requisitos de aposta. Trata-se, em primeiro lugar, de um jogo/aposta paga, ou seja, cada giro deve ser pago pelo cliente. Mas, para lá das duas casas sem prémio, o prémio pode ser de 5€, 10€ ou 15€, pode ser um multiplicador de ganho ou pontos para o programa de fidelidade. Seja qual for, o bónus é creditado na conta de dinheiro real, sem requisitos de aposta.

O casino pode apresentar um bónus de aniversário ou outra promoção ocasional, que não tenha requisitos de aposta. Porém, na maior parte das vezes, é necessário apostar um número específico de vezes o valor do bónus.

Pode ainda, dar-se o caso de lançar um bónus sem depósito, sendo que o casino 10€ grátis está, na maioria dos casos, associado a um bónus de registo. Por outras palavras, o cliente deve efetuar o seu registo no site do casino, para poder reclamar o bónus, se este existir.

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Reputação e fiabilidade do casino

Como mencionamos no início, os casinos carecem sempre de uma revisão completa, de forma a serem considerados fiáveis e seguros. Por isso, temos sempre o cuidado de verificar as licenças e autorizações de cada casino online, com bónus de 10 euros, e avaliar as medidas de segurança e a integridade dos serviços prestados.

Os casinos online devem ter uma licença válida para operar internacionalmente, o que sucede com os casinos que por diversas vezes referimos. O licenciamento garante que o casino obedeça às normas da entidade reguladora, o que protege o cliente e o jogo.

Os fatores de segurança, correspondendo à encriptação de dados, a protocolos avançados de segurança e a um jogo comprovadamente justo, permitem tranquilizar os clientes, tanto em relação aos seus dados pessoais, como em relação à aleatoriedade do resultado do jogo.

A fiabilidade do casino é classificada, não só pela sua licença ou pelos seus protocolos de segurança, mas também pela experiência proporcionada ao cliente e pelos comentários de jogadores reais. Uma análise criteriosa e detalhada a todos os aspectos que envolvem um casino online é essencial para determinar a sua reputação. É isso que fazemos, com cada um dos casinos que analisamos e referimos

Exposição em tributo aos 95 anos da Estação Primeira de Mangueira é aberta ao público com entrada gratuita

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Para celebrar quase um século de existência e produção de uma das mais tradicionais escolas de samba do planeta, a exposição “Artesania ancestral nos 95 anos de Mangueira” foi aberta ao público, nesta terça-feira, no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes. A mostra, totalmente gratuita, tem como proposta levar os visitantes em uma viagem pela história da verde e rosa, indo desde os trabalhos manuais realizados em fantasias e adereços nas décadas de 20 e 30 até as montagens de grandes peças de alegorias feitas atualmente para os desfiles no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. A curada responsável pelo projeto, Célia Domingues, concedeu uma entrevista para reportagem do site CARNAVALESCO na qual destacou o simbolismo desta iniciativa.

Fotos: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

“Esse é um trabalho que se tornou um processo. Há mais de 25 anos que eu sonho com esse momento, de mostrar as técnicas do Carnaval, o artesão, que isso tudo é uma jornada de um ano inteiro e não só um desfile. Essa parceria com o Sebrae, com o CRAB, foi fundamental para a gente mostrar essa realidade. Nós vamos ficar aqui por dez meses, exibindo toda a estrutura do artesanato do Carnaval, tudo que a Mangueira pode fazer. Mas é importante frisar que isso não é só da Mangueira, isso é do Carnaval. A Mangueira está apresentando essa exposição, mas com referência a todos os profissionais, de todas as escolas de samba do Rio de Janeiro e do Brasil inteiro. É um momento que a gente esperava muito e ele finalmente chegou. Então, eu acho que todo mundo está contemplado de certa forma, todas as agremiações tem que se sentir nesse espaço, afinal a exposição é um divisor de águas. É um tributo ao profissional do Carnaval, ao artista, ao artesão e as técnicas que todo ano promovem o maior espetáculo do mundo, não só na época do Carnaval, mas durante 365 dias”, declarou Célia Domingues.

Logo na entrada, a exposição busca trazer ao público um ambiente que remeta às origens da Estação Primeira de Mangueira. Para isso, um tradicional buteco do morro foi todo recriado no espaço, com diversos elementos que fazem referência para as rodas de samba, para as giras de candomblé e ao Bloco Arengueiros, de onde surgiu a escola de samba. Signos artesanais, que homenageiam aos compositores e fundadores da verde e rosa, também estão presentes no local. Em seguida, o visitante tem a oportunidade de conhecer como a comunidade se tornou um polo de artesãos, através da fábrica de chapéus ao lado da linha férrea, além de fazer um passeio pela arte plumária e pela arte afro-brasileira.

“Nós temos oito salas e cada uma delas mostra o que é um barracão, parte de um na verdade. Nelas, a gente tem retratado as técnicas, os materiais, a reciclagem, a proposta da criatividade dos artesãos, dos artistas, para o Carnaval. Então, são oito salas que nos movem muito e nos comovem demais, porque em cada uma existe um atrativo e uma informação, isso é muito importante. Ao longo desses dez meses em que nós vamos ficar com a exposição aberta ao público, iremos mexer nas salas que vão estar sempre renovadas. Cada vez que uma pessoa vier visitar, de dois em dois meses, vai ver elementos novos, produtos diferentes e umas salas totalmente atualizadas para o Carnaval, de ontem e de hoje”, contou a curadora.

Ao final da mostra, o público ainda pode conferir de perto uma maquete, toda feita à mão, que reproduz com riqueza de detalhes o desfile de uma escola de samba na Marquês de Sapucaí. Toda essa visita é embalada pelos sambas-enredo históricos da Mangueira, além de outras canções gravadas por Cartola e Jamelão, dois dos nomes mais marcantes da trajetória da agremiação.

“Importante dizer que as pessoas visitem a exposição com tempo, até para poder entender todo o processo da construção do Carnaval. No final, nós temos uma loja que tem todos os produtos dos artesãos, que são adereços, que são as baianas, onde eles aprendem a fazer o tamanho natural, depois a gente transforma em suvenir. Então, temos uma coleção de suvenir do Carnaval, no artesanato, para contemplar todos os amantes das escolas de samba e da festa”, pontuou Célia.

Personalidades do Carnaval e da Mangueira exaltam exposição

Antes da abertura para o grande público, a exposição foi inaugurada oficialmente em um evento fechado, apenas para convidados, realizado na última segunda-feira. O carnavalesco e comentarista Milton Cunha foi uma das figuras ilustres do mundo do samba que marcaram presença e fez questão de exaltar a importância do Carnaval e das escolas de samba estarem conseguindo ocupar espaços que até pouco tempo eram destinados quase que exclusivamente para a considerada cultura erudita.

“O bacana é que esse espaço é referência de artesanato. Muita gente fala do espetáculo, mas poucos falam do trabalho com as mãos que esses artistas de barracão tem. Essa exposição lança luz sobre o fazer, sobre o processo, da estampa, de como bate placa, de como prega búzio, de como escama a palha da costa. Então, é importante porque é mais uma fronteira vencida, avançada. Que bom que essas gente careta, de universidade, de instituições nacionais estão olhando o Carnaval, a escola de samba, como um produto a ser estudado, pesquisado, documentado. A exposição está belíssima, oito salas e chegamos lá na categoria artistas do artesanato brasileiro”, comemorou Milton.

Quem também prestigiou o evento de inauguração da exposição foi o ex-presidente mangueirense Elias Riche. Em conversa com a reportagem do site CARNAVALESCO, o baluarte enalteceu o trabalho realizado na mostra e garantiu que a exposição deve ser levada também para outras localidades fora da capital fluminense.

“Essa exposição é de vital importância. É mais uma forma de celebrar os 95 anos da maior escola que existe, que possui uma história muito grande, uma riqueza cultural gigantesca, e que sempre fez o Carnaval com muita garra, muita abnegação. Mas, além de ser importante para Mangueira, essa exposição é algo crucial para o samba de modo geral. É um projeto maravilhoso, do tipo da exposição internacional, para poder levar a bandeira do nosso Carnaval para qualquer lugar do mundo. É um divisor de águas, algo que nunca foi feito. Tanto que a gente quer levar para outros lugares, talvez não nessa dimensão com oito salas. Já estamos conversando, articulando sobre a possibilidade de levar para o interior do estado do Rio e se Deus quiser vamos conseguir ir com ela até o exterior”, assegurou Elias Riche.

Além de apresentar a exposição, o evento da última segunda-feira contou com uma apresentação especial da bateria “Tem Que Respeitar Meu Tamborim” e um show da velha guarda musical da verde e rosa. Uma das integrantes deste grupo, Guesinha é filha de Dona Neuma e neta de Saturnino Gonçalves, primeiro presidente da história da Mangueira. Ela falou com a reportagem do site CARNAVALESCO e se mostrou emocionada com as homenagens destinadas a agremiação.

“Achei a exposição maravilhosa, melhor impossível. Os fundadores da Mangueira nunca pensaram em vê-la chegar em um patamar tão alto. Hoje, nós somos respeitados como os reis do Carnaval, somos tratados como os donos do samba. Portanto, a gente tem obrigação no Carnaval de apresentar um excelente samba, um excelente desfile, tudo excelente, porque é isso que o público espera. Nós temos que respeitar esse público. Por isso, pedimos bastante forças a Deus para que sempre nossos caminhos estejam abertos, porque não tem não tem explicação a gente chegar em um patamar desse. É emocionante. A Mangueira só tem um problema para mim, eu não vejo defeito em nada. Tudo da Mangueira é maravilhoso e ai de quem falar o contrário, fico injuriada. A Mangueira é perfeita, se não existisse tinha que ser criada”, enalteceu Guesinha.

A exposição “Artesania Ancestral nos 95 anos de Mangueira” pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, com entrada franca, mediante apenas a apresentação de um documento com foto. O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) fica localizado na Praça Tiradentes, nos números 69/71, no Centro da cidade do Rio de Janeiro.

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Artigo: ‘Equipe da Grande Rio sabe o caminho da glória’

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Sem medo de queimar a língua garanto que a Grande Rio vai fazer um desfile muito competitivo em 2024 e possui totais condições de buscar sua segunda conquista no Grupo Especial. Vou apresentar logo o motivo para fazer essa afirmação. A escola de Duque de Caxias segue com o time campeão de 2022. Essa galera sabe o caminho da glória. São grandes profissionais e que fizeram um dos maiores desfiles da história do Sambódromo da Sapucaí.

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Gabriel Haddad e Leonardo Bora, da Grande Rio. Foto: Diogo Sampaio/CARNAVALESCO

A comissão de frente, de Hélio e Beth Bejani, não acertou a mão em 2023. Porém, é inegável que a dupla tem no cartel de apresentações grandes momentos e que quase sempre carrega pontuação máxima para a agremiação que defende. Não ter acontecido em um ano faz parte do jogo. Quem está na disputa sabe que existem dias de lutas e de glórias. Acredito, sinceramente, que os coreógrafos buscarão em 2024 realizar uma apresentação deslumbrante. O nível de excelência profissional é gigantesco, um dos maiores do Especial.

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O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Daniel e Taciana, está no hall dos melhores da Avenida. Sinergia, vibração na dança e muito entrosamento. Acho fascinante ver essa dupla dançar. São jovens e na pista parecem que estão brigando por notas no carnaval há mais de 30 anos. É um dos quesitos de segurança da escola de Duque de Caxias.

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Aí chegamos na parte plástica. Neste ponto, eu não tenho preocupação nenhuma, pelo contrário, o trabalho da dupla Gabriel Haddad e Leonardo Bora é fundamental para o sucesso da Grande Rio desde 2020. Pra mim, eles foram os únicos que realmente conseguiram “rivalizar” com Leandro Vieira na excelência de um desfile. Falo isso no nível plástico, mas também no intelectual. Leio críticas que os artistas da agremiação de Caxias são acadêmicos e me pergunto por que esse preconceito? A Academia sempre dialogou com a escola de samba.

Acho a dupla Bora-Haddad muito mais “viva” no dia a dia do carnaval do que muitos que enchem o peito para gritarem palavras de ordem na folia. Por exemplo, tem roda de samba e eventos de carnaval, eles estão sempre presentes e curtindo muito. Fora isso, os desfiles apresentados são muitos carnavalizados.

Agora, não posso negar que muita gente ainda não conseguiu entender o enredo de 2024. Se isso aconteceu é obrigação da escola e da dupla explicar com mais detalhes e didaticamente. Tenho certeza que isso será feito. Como citei acima minha impressão é que vamos sair do desfile do ano que vem embasbacados com o show da Grande Rio. Bora-Haddad não acostumaram assim.

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Antes de entrar na área musical da Grande Rio, essa parte do artigo é dedicada ao trabalho operacional da Tricolor da Baixada Fluminense. O diretor de carnaval, Thiago Monteiro, conseguiu o feito de dar um padrão de pista para escola que em anos anteriores “patinava” na Avenida. Era notório que a agremiação perdia títulos por falhas inadmissíveis para o poderio e estrutura que a direção fornecia. É muito bom ver que o trabalho sério e dedicado rendeu frutos.

Chegamos em mais um ponto de capacidade máxima da Grande Rio. A dupla Fafá e Evandro Malandro é tipo Bebeto-Romário na Copa do Mundo de 1994. Os dois se ajudam, não são marrentos no trabalho, dialogam sobre ritmo, samba e o trabalho que será levado para Avenida. O cantor está no grupo dos melhores do carnaval e mestre Fafá tem ditado o andamento do quesito “Bateria”. São realmente craques!

É impossível tirar a Grande Rio da briga pelo título, pelo contrário, ele está mais forte do que em 2023. Não sou das pessoas que reprovaram o desfile deste ano. Gostei, principalmente, de algumas alegorias. Não dava para o título, mas poderia estar de quarto até sexto e terminou na sexta colocação. Foi também um ano de comemoração pela histórica conquista em 2022. Ano que vem, a escola de Duque de Caxias será a quarta a desfilar no domigno de carnaval. Não tenho dúvida nenhuma que vai lutar demais para ser falada, no fim do primeiro dia de desfiles, que fez uma das melhores apresentações da noite. É esperar e entender que o time caxiense sabe o caminho da glória.

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Com comunidade feliz, Dragões da Real promete fazer o enredo para o Carnaval 2024 com resgate histórico e cultural

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Um enredo com características diferentes da Dragões da Real é a grande aposta da escola para o Carnaval 2024. O presidente Renato Remondini, o Tomate, falou sobre a temática afro chegando na jovem Dragões.

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Fotos: Fábio Martins/CARNAVALESCO

“Primeiro que a Dragões gosta do diferente, gosta do novo, de inovar e de ousadia. Um enredo que quando eles trouxeram, a gente ficou realmente apaixonado. Pois é um resgate histórico, cultural, é uma forma de reparação, cada um fazendo sua parte, principalmente nós. Uma escola que não tem tradição alguma em fazer enredos nesta linha do afro, mas sempre fomos muito apaixonados por isso. Vínhamos pedindo essa linha de enredo anteriormente. Não calhou do ano passado por conta do enredo que veio, que era patrocinado. Mas só tem que agradecer, e tenho certeza que será um baita de um trabalho. Vocês viram a resposta da comunidade, em êxtase. É aquele enredo que conversamos lá atrás com o pessoal, falei ‘meu, quero ver alguém falar mal desse enredo, não tem como’. Então é uma grande responsabilidade para nós, mas gostamos desses grandes desafios para fazer um grande trabalho”.

Dragoes et PresidenteTomate

Na época da explicação sobre o enredo, o carnavalesco Jorge Freitas indo para o segundo carnaval na Dragões, falou sobre o surgimento da ideia em conversa com o site CARNAVALESCO: “O enredo surgiu de diversas pessoas, pensando no que fazer de um tema forte para o carnaval de 2024. Nada melhor do que fazer um resgate histórico, de um tema que é tão forte, um tema histórico, que vai ser apresentado totalmente diferente das que vem sendo apresentada. Valorização de um continente, o africano, estamos falando de um continente e diversos países. Essa é a homenagem da Dragões para o carnaval de 2024. E a Simone Sampaio (madrinha da escola) vai desenrolar toda a história”.

Juntos na entrevista, Jorge Freitas fez questão de jogar a explicação para Simone Sampaio, que tem papel determinante no desenvolvimento do tema, e a ela já iniciou com uma resposta sobre o que muita gente questionava…

“O que você vai me fazer, a pergunta que todo mundo faz a respeito de uma escola que sua maioria branca falando da cultura ancestralidade negra. É esperado esse enredo de uma Vai-Vai, Nenê, Mocidade, e tantas outras que tem no seu berço, a grande maioria pessoas negras. A gente vai para a realidade, digo que sabemos a história irreal. Por que é irreal? Pois ela é contada uma parte, os quais meus ancestrais ficavam enrolados em saco de estopa, os meus escravizados, essa é a história da nossa colonização, a qual construiu-se esse racismo estrutural. Mas a história real é de cabeças coroadas, começa antes, e é isso que a Dragões da Real vai contar. A história que não é contada, ela vai revelar mas junto com sua comunidade, que é na sua maioria branca, vai dialogar, desconstruir, vai construir, sabe porquê? Pois só juntos, não dá para combater, o combate não é o homem branco com a mulher negra, ou o homem e a mulher vice-versa, é sobre o racismo, intolerância, o preconceito, a violência. E isso só vai ser combatido juntos, por isso é tão importante em uma escola que sua maioria branca ver como aliado, mas não contando a história que mesmo os que estão preparados, contam”.

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Prosseguindo a explicação detalhada, Simone Sampaio complementou: “A história real, onde ela começou, onde seus reis foram escravizados e vendidos. Contar a história, mas não de escravos, de todos os seus reis e rainhas, essa história real entende? Descobri isso, não foi doutrinada, eu não aprendi com alguém que me contou. Costumo dizer que estava aqui ó (mostrando a pele), as pessoas perguntam para mim ‘mas eu sempre fui imponente’, converso com minha filha, meu bendito fruto que é hoje embaixadora da juventude da ONU, e empodera mulheres negras. Mas ela teve que aprender. Essa geração já conta a história real, mas muita gente não conhece, é preciso que a gente reconstrua. Mas tendo o branco como aliado, vivemos juntos, através da arte, da cultura, da música, da alegria, que somos a escola mais feliz do carnaval, por isso eu disse ‘vamos juntos’, é sobre isso. É óbvio que não haverá nenhuma história contada sobre nós, sem nós. Aqui não haverá, porém é digno, é justo, que a Dragões seja uma aliada nesta desconstrução”.

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Prosseguindo o tema, Mahryan Sampaio, filha de Simone, que é uma voz forte em lutas raciais e de direito, ressaltou todo o trabalho na construção do tema para 2024.

“A Dragões traz essa história, não somente como enredo né, a gente tem certeza que vamos mergulhar em um ano com muito aprendizado e conhecimento, autoconhecimento, entregando isso para nossa comunidade. E para quem tiver em casa ou na avenida, assistindo o desfile também. É uma coisa muito bacana, a Dragões fala de África em um momento muito propicio para isso, e que a gente finalmente entende que o antirracismo não é feito só pelo movimento e pelo povo negro, mas também pelos aliados, por todos. Pelos guerreiros, aqueles que lutam, e que apoiam. É um ano muito grande, incrível, sabemos que tem muito trabalho para fazer, trabalho de conscientização muito grande, aprendizado que vai ser feito. E isso só me orgulha de maneira absurda”.

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A Dragões vai contar a história da África de uma maneira que chamam de ‘a história real, ou seja, não através de escravidão e tudo mais, mas sim o antes de tudo isso. Sua filha, Mahryan reforçou o discurso em conversa com o site CARNAVALESCO.

“O verdadeiro antirracismo é realmente esse, como minha mãe disse, eu faço parte dessa geração que entrou em contato com a história de África dos meus ancestrais, entendendo que não sou filha e descendente de escravos, mas sim de pessoas que foram escravizados, maior crime que a humanidade já cometeu. Pois na verdade nós somos descendentes de reis, rainhas, grandes guerreiros, amazonas, locais como Daomé, então a gente saúda todos esses reis e rainhas. E vem contar essa história para o povo brasileiro, entendendo que o povo negro precisa resgatar sua identidade e sua verdadeira ancestralidade. Para alcançar e resgatar essa força e essa resistência”.

Carnavalesco Jorge Freitas explica o processo da escolha do enredo

Sobre a participação da Simone Sampaio dentro do enredo, e todo o desenvolvimento, Jorge Freitas explicou um pouco e falou com orgulho sobre a aprovação imediata.

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“Na verdade foi um conjunto, acho que é o momento. É um momento de estar fazendo essa exaltação, a Simone é uma pessoa muito fundamental dentro do processo hoje na Dragões, e na verdade, conversando, Simone, filha, o pessoal que trabalha com enredo comigo, o Márcio (diretor de carnaval), chegamos a um consenso que fazer esse tema, essa exaltação, valorização e resgate histórico. Apresentamos para a escola e de imediato a escola comprou a ideia, e é isso, estamos no caminho certo”.

Conheça Dedê Marinho, finalista do concurso de Rainha do Carnaval

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A dançarina e professora de samba Andressa Regina Silva Marinho, ou simplesmente Dedê Marinho, é uma das finalistas do concurso que irá eleger a Rainha do Carnaval de 2024. Representante da Unidos de Padre Miguel, a jovem de 21 anos desfila há mais de uma década pela vermelha e branca da Vila Vintém. Porém, a trajetória dela na folia teve início ainda antes disso, quando foi coroada rainha do carnaval mirim aos quatro anos. Após a classificação para a decisão, o site CARNAVALESCO conversou com a candidata que respondeu uma bateria de perguntas.

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Fotos: Alexandre Macieira e Luciola Villela/Riotur

A grande final da competição irá acontecer no dia 01º de setembro, na Cidade do Samba, e assim como nas outras etapas o evento terá entrada totalmente gratuita. A vencedora, além do título e da coroa, levará para casa um prêmio de R$ 45 mil. Já a segunda e terceira colocadas escolhidas pelo júri e por meio do voto popular serão nomeadas Princesas e irão faturar a quantia de R$ 32.500 cada.

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CARNAVALESCO: O que representa para você estar na final do concurso?

Dedê Marinho: “Representa um misto de de sentimentos. Em um primeiro momento, o que pesa muito é o estresse que a gente passa com a preparação, com o processo, a preocupação com cada desafio. Agora, sendo finalista desse concurso, os sentimentos são de realização e gratidão. E bola para frente me preparar para essa próxima e última fase”.

CARNAVALESCO: Já tem uma ideia de como será sua fantasia para final?

Dedê Marinho: “Ainda não sei como vai ser minha fantasia. Deixei para resolver isso agora, nessas duas semanas entre a semifinal e a final. Mas eu gostaria muito que a minha fantasia representasse a minha escola, o meu Boi Vermelho. A ideia é reinventar esse símbolo do Boi Vermelho da minha escola de alguma forma na fantasia”.

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CARNAVALESCO: Qual foi o melhor momento da disputa até agora e o mais difícil?

Dedê Marinho: “Além da minha melhora no concurso, a experiência que ele está me proporcionando como um todo, as amizades, a visibilidade, são as coisas que mais me marcaram. O cuidado e a união que a gente tem aqui no camarim, nos bastidores, de uma candidata com a outra, com os candidatos a Rei Momo, com a diretoria, isso está sendo mais importante do que tudo, do que todo o restante. Esse carinho que a gente está tendo e o respeito mútuo está sendo realmente de grande valia”.

CARNAVALESCO: Como conseguiu conseguir a rotina do concurso com a vida normal?

Dedê Marinho: “Não vou mentir, está sendo uma grande confusão na minha vida. Eu sou mãe de um menino de onze meses e tenho que conciliar isso com a preparação para o concurso, que é cabelo, é maquiagem, é esteticista, é unha, sobrancelha… São muitos compromissos, é muita preparação e além disso tudo ainda tem a vida de filha, de trabalhadora. Está sendo uma guerra, mas no fim, tudo dá certo e o estresse vale a pena”.

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CARNAVALESCO: O que pretende fazer de preparação até a final?

Dedê Marinho: “Primeiramente, o que vou fazer é descansar, colocar a mente no lugar. Depois, é focar, me concentrar, continuar nas preparações físicas, mentais, ensaiar muito o meu samba no pé, minhas entradas, minhas saídas, sinalizações, minha oratória, gestual, postura. Basicamente é isso, é me preparar, me concentrar e aguardar o grande dia da final”.

CARNAVALESCO: Qual sua opinião sobre os comentários de internet que criticam algumas candidatas que fazem passos marcados e sambam no estilo “tiktok”?

Dedê Marinho: “São comentários desnecessários, porque uma pessoa que realmente para e vê, que quer entender, vai saber que o samba, a dança, a cultura, a arte, a técnica, são vertentes que andam lado a lado e que estão em constante processo de modificação. Não tem como criminalizar uma dança ou então um jeito de dançar, isso é da personalidade, da identidade de cada um. Acho que tudo está unido e tudo fala, conversa muito bem”.

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CARNAVALESCO: Se ganhar, o que fará com o prêmio de R$ 45 mil?

Dedê Marinho: “É uma confusão ainda na minha mente, mas de começo eu já posso dizer que quero investir muito na vida do meu filho. Também quero investir na minha vida pessoal, profissional e ajudar minha família. Acho que esse é o básico, temos que valorizar quem está com a gente desde o início, quem está com a gente no dia a dia. Então, nada mais justo do que receber esse prêmio e pensar em gastar de uma forma que reflita no nosso bem, no nosso meio familiar, na nossa união e na nossa felicidade”.

Minidesfiles das escolas de samba do carnaval capixaba acontecem sexta e sábado, em Vitória

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‘Um evento que já nasce grande sem ainda acontecer’. É assim que o diretor de carnaval da Liesge (Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial do Espírito Santo) João Filipe resume os minidesfiles que acontecerão neste final de semana. Anunciado publicamente em maio, a ideia de um desfile reduzido colaborou massivamente para que o calendário das escolas fossem antecipados e ensaios intensificados.

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Diretor de carnaval da Liesge (Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial do Espírito Santo) João Filipe

“O minidesfile articulou e movimentou todas as escolas de samba que farão parte dele. Cada escola precisou construir seu enredo e samba antecipadamente. Consequentemente os ensaios também se anteciparam, se comparados a outros carnavais. Querendo ou não, movimenta e fomenta as comunidades para preparação. É costureira, sapateiro, ferreiro e etc. Para a Liga também é importante porque atrai imprensa e os olhares se voltam para o carnaval. É uma movimentação que eu nunca tinha visto nessa época do ano”, explica João Filipe.

Pelas redes sociais os comentários positivos sobressaem alguns poucos negativos. Porém, uma questão que alguns sambistas se perguntam é porque chamar de ‘minidesfile’, e porque não acontecer dentro do sambão do povo, casa do folião capixaba. Sobre isso, o diretor é sucinto na resposta.

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Estrutura para os mini desfiles em Vitória

“O parque Tancredão também é a casa de todo sambista. Ali são construídas alegorias de diversas escolas de samba, nós temos afinidade com aquele espaço. Sobre o nome, não é de forma a reduzir o evento, e sim pelo formato. É menor desde sua criação. Uma pista reduzida, número de componentes reduzidos, regras reduzidas, não terá alegorias. No Tancredão é um ambiente fechado, temos controle total e a burocracia é menor”, acrescenta João.

Não tem competição, mas…

Ainda em maio, quando foi anunciado, a regra principal do minidesfile é de que não haveria uma disputa entre as escolas. Porém todos conhecemos a competitividade entre sambistas. E João garante que as escolas brindarão os presentes.

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Estrutura para os mini desfiles em Vitória

“Nós gostamos de ver coisas de qualidade. Até porque haverá transmissão e isso fica eternizado para sempre, é mais um motivo para a qualidade ser elevada. Desde o primeiro dia estou me empenhando junto da equipe da Liga no sentido de orientar as escolas de que não é um ensaio técnico. O minidesfile é próximo a um desfile, só que reduzido. As expectativas são grandes para assistir escolas organizadas e com qualidade”, completa.

Campeã do carnaval 2023 promete um show ‘padrão MUG’

Oito estrelas ornam o pavilhão vermelho e branco do Leão da Glória. Ao longo de todos esses títulos, a Mocidade Unida da Glória estabeleceu um padrão de qualidade para si mesma e para seus componentes. No minidesfile não será diferente. Segundo Slin Ribeiro, diretor geral de harmonia da escola. MUG vai presentear os presentes com um grande show.

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Slin Ribeiro, diretor geral de harmonia da MUG

“É uma oportunidade para o sambista exaltar sua cultura, para além dos ensaios das escolas. O minidesfile é o carvão que botamos na fogueira para iniciar os trabalhos se preparando para 2024. A MUG tem um emblema de que não sai de casa para perder. Não sabemos brincar quando o quesito é carnaval. Tentamos mostrar nosso melhor sempre. O público merece, Vitória merece. E a gente investe em todos os segmentos da escola. Vai ser um carimbo padrão MUG”, finaliza Slin.

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Estrutura para os mini desfiles em Vitória

Serviço
Minidesfile das Escolas de Samba do Grupo Especial de Vitória
Dias: sexta-feira, dia 25 de agosto, e sábado, dia 26 de agosto
Local: Tancredão – Avenida Dário Lourenço de Souza, Vitória

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