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Mocidade 2024: parceria de Jurandir

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Compositores: Jurandir, Jorge Carvalho, Jorge Alves Jecarlos Vianna, Dunga, Bitão, Jesus e Raimundo

FLORECEU NAS MÃOS DO SABIO O DESTINO
O POVO PORÃ ENCONTROU O FRUTO DA ALEGRIA
E ERGUEU O SEU REINADO
EM CHÃO POTIGUA
PEDE CAJU QUE DOU
PODE CAJU QUE DA
A MOCIDADE TRAZ CAJU PRA DEGUSTAR
NO RITUAL QUE TEM O VINHO QUE DA
O MOCORORO PRA ME EMBRIAGAR

O PESCADOR PLANTOU
E TOPO DO CAJU ECLODIU
O AROMA SE ESPALHOU
AFLORANDO AFERTILIDADE DO BRASIL
AFLORANDO O BRASIL

NATIVOS DE BORDUNHO EM PUNHO
EXPULSA O INVASOR
O FUZUE DO CAJU ACABA EM AMOR
D. JOÃO UM BANHO DE ESSENCIA TOMOU O O O…
DA MARAVILHA E A TROPICALHA DESNUDOU
COMO MODA O MUNDO A FORA
O BLACK POWER E COCAR
O MEU POVO INDEPENDENTE CAJUINAMENTE
ME LEVA A VITORIA ENCONTRAR

AMOR VERDADEIRO FIEL
NA BATIDA DO TAMBOR NO TOREM
ESTRELA GUIA DO MEU CORAÇÃO
SOU PADRE MIGUEL SOU VILA VINTEM

Mocidade 2024: parceria de Sandra Sá

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Compositores: Sandra Sá, Igor Vianna, Renan Diniz, Ribeirinho, Carlinho do Mercadinho, Silvio Romay, Laranjo Esteves, Rafael Motta

Pudera revolucionar
Tornar meu país fruto tropical
Vestir a arte feito um cocar
Morder da carne original
Sou eu, redemoinho de sabores em campanhas
Mel e travo na lambuza da castanha
Protagonista de Tamandaré
Um fio a prumo originário de Porã
A cor da noz que enfeita a manhã
O festejar no ritual do Tremembé

AO VENTO A VELA SOPROU, ITINERÁRIO TUPI
QUEM QUIS PROVAR O SABOR QUE FLORESCEU POR AQUI
E NAQUELE FUZUÊ, VERA CRUZ GUERREOU
E A POLPA AVERMELHADA AMARGOU O INVASOR

Ergui um reino na sombra do cajueiro
Quintal dos meus recortes culturais
Guardei as flechas do amor de cunhã
Fui quimera e afã na oferta aos ancestrais
Passeio no sumo, de vez temporana
Extrato do agreste no tom do violão
No frescor da cajuína, cajuí-Macunaíma
Delirante tentação
Um ardente prazer, sem juízo e pudor
Independente, caju do Brasil, eu sou

UM GOSTINHO DESSE CHÃO, NÃO ACEITO REPRESÁLIA
ONDE MORA A SEDUÇÃO REESCREVO A TROPICÁLIA

TRONCO FORTE NA RAIZ, É NÓ NA MADEIRA
PLANTEI A SEMENTE NO MEU CAJUEIRO
O SAMBA É FRUTO DO TERREIRO MOCIDADE
IDENTIDADE DE UM BRASIL MAIS BRASILEIRO

Mocidade 2024: parceria de Jefferson Feto

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Compositores: Jefferson Feto, Marcos Rafael e Dr. Marcio
Intérprete: Caim da Praça

De cheiro doce, pele fina, sabor Caliente.
Chega a salivar seduz no ar
parece um beijo ardente!
Esse é nosso e ninguém tira,
fincou raízes e se espalhou pela nação
A tropicalidade do nosso anfitrião
Tamandaré, trouxe a castanha e floresceu.
Logo após a escravidão meu
caju rei se reergueu…..
Tá na compota, tá na mesa e na parede,
tá no beijo da morena
que refresca e mata a sede…
Vai mocidade, conquistar o que já é seu
Nessa terra prometida
e cada fruto Deus que deu

quer caju… toma caju
sou mocidade leste–oeste, norte–sul

um infinito de cores, gosto e sabores és tu Brasil
um brinde é um convite ao pecado
fico embriagado em sex appeal..
Pede caju que eu tô assando as castanhas
Comeu demais se assanha e fica ruim de segurar.
Brasilidade nas veias da terra extensa de um povo que se arrebenta mas não deixa de sonhar…

Pede caju que dou pede caju que dá..
põe a mão no peito
sente seu caju pulsar……

Ouça o samba-enredo da Mocidade para o Carnaval 2024

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Compositores: Diego Nicolau, Paulinho Mocidade, Marcelo Adnet, Richard Valença, Orlando Ambrosio, Gigi da Estiva, Lico Monteiro e Cabeça do Ajax
Participações Especiais: Márcio de Deus e W. Corrêa
Intérpretes: Tinga, Paulinho Mocidade, Diego Nicolau e Tem-Tem Jr

Eu quero um lote
Saboroso e carnudo
Desses que tem conteúdo
O pecado é devorar
É que esse mote beira antropofagia
Desce a glote, poesia
Pede caju que dá
Delícia nativa
Onde eu possa pôr os dentes
Que não fique pra semente
Nem um tasco de mordida
E aí tupi no interior do cafundó
Um quiprocó virou guerra assumida

Provou porã, Fruta do pé
se lambuzou, Tamandaré
O mel escorre, olho claro se assanha
Se a polpa é desse jeito, imagine a castanha

Por outras praias a nobreza aprovou
Nas redondezas se espalhou, tão fácil, fácil!
E Nesta terra onde tamanho é documento
Vou erguer um monumento para Seu Luiz Inácio
Nessa batalha teve aperreio
Duas flechas e no meio uma tal Cunhã Poranga
Tarsila pinta a sanha modernista, tira a tradição da pista
Vai Debret! Chupa essa manga!
É Tropicália, Tropicana, cajuína
Pela intacta retina, a estrela no olhar
Carne macia com sabor independente
A batida mais quente, deixa o povo provar

Meu caju, meu cajueiro
Pede um cheiro que eu dou
O puro suco do fruto do meu amor
É sensual, esse delírio febril
A Mocidade é a cara do Brasil

Mocidae 2024: parceria de Paulo Cesar Feital

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Compositores: Paulo Cesar Feital, Denilson do Rozario, Léo Peres, Alex Saraiça, Marcelo Casanossa, Marcelo do Rap, Carlinhos da Chacara e Nito de Souza

Me lembro de um Brasil tão atrevido,
De um tempo em que a loucura era feliz,
Os meigos canibais bebiam um bom caju amigo,
Sonhando em namorar Leila Diniz!
As praias eram campos de nudismo,
Os corpos nus em pleno desapego,
Torquato, Gil, Tom Zé, Tropicalismo,
E Oxumaré envolto em Luz del Fuego
Caetaneava a alma nordestina,
Transfusão de cajuína no meu sangue brasileiro
Zé Celso no Teatro Oficina
Rita Lee e parafina, acaju nos seus cabelos!

Então a “Gota d’agua” foi toró
“Alegria, Alegria” porre de mocororó
A caravela do invasor no litoral,
Dono da terra defendeu essa nação,
Roubaram o coração nacional,
Mas deixaram o principal, o perfume da paixão

E aí, pras bandas lá de Pirangi,
Gigantesco “anacardium”, transgrediu a Flor do Lácio,
E o cara que o plantou, confrontando o Piauí,
Coincidentemente Luís Inácio
Nas festas, nos quintais, o Existencialismo,
Responde à que hoje se destina:
A sensualidade tatuada nessa gente,
Na voz da mocidade independente!

Pisa forte nesse chão, comunidade!
Padre Miguel é a minha raiz,
“Por isso é que se diz que a Mocidade reinará”
Pode acreditar!

Mocidade 2024: parceria de Jefinho Rodrigues

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Compositores: Jefinho Rodrigues, Dudu Nobre, Marquinho Índio, Gustavo Clarão,J. Giovani, Lauro Silva, Prof.. Renato Cunha e Luciano Chuca
Intérprete: Wander Pires

VEM MORDER A CARNE, SE APAIXONAR
SENTIR O CORPO QUE TE SEDUZIU
DOCE, TRAVOSO PALADAR
TENHO O SABOR DO MEU BRASIL
MEU COLORIDO BRILHA EM CADA OLHAR
SOU TROPICÁLIA, ESTRELA EM SEU VIVER
O CARNAVAL EM POESIA
UM SHOW DE ALEGRIA, A INSPIRAÇÃO
O FRUTO DA PELE MACIA, QUE AFLORA E DEVORA O SEU CORAÇÃO.

O NATIVO ” DANÇOU” BEBERICOU
NA ALDEIA CANTOU SEUS RITUAIS
ENTORNOU MOCORORÓ, A CABEÇA DEU UM NÓ
E PROSEOU COM ANCESTRAIS

O NATIVO “DANÇOU” BEBERICOU
GRINGAIADA APORTOU, FOI INVASÃO
PÉ DE GUERRA, DEU XABU, BIGODUDO E MON AMOUR
CARAVELAS DE ACAYU NA CONTRAMÃO….

LUIZ INÁCIO PLANTOU, UM “POLVO” POTIGUAR
SERÁ QUE É NOSSO REI CAJUEIRO?
OU VEM DA RAÍZ CUNHÃ PORANGA
COROADO NA CASTANHA, AMOR VERDADEIRO
YES, NÓS TEMOS CAJUÍ QUE SÓ
NAS CORTINAS E RECEITAS DA VOVÓ
EM TÔ EM TODAS MEU BEM, NAS PARTITURAS TAMBÉM
PRA PERFUMAR O SAMBA DA VILA VINTÉM!

ESPELHO MEU “A QUE SERÁ QUE SE DESTINA”?
SER MOCIDADE, SER A “FLOR” DA CAJUÍNA

A BATIDA É A “MAIS QUENTE”, QUEM VAI QUERER?
TE FAZ ENLOUQUECER
VEM MEU AMOR SE LAMBUZAR
PEDE CAJU QUE DOU… PÉ DE CAJU QUE DÁ!

Mocidade 2024: parceria de Fabinho Ribeiro

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Compositores: Fabinho Ribeiro, Luiz Carlos Máximo, Manu da Cuíca, Valtinho Botafogo

DA BOCAJUROUQUE NÃO IA ESCORRER
A FACAJUNTOU, A COLHER DEU DE COMER
A COCAJURURU
BEM QUE TENTOU BATER DE FRENTE
COM O REFRESCO DO TORÉM
QUE LÁ NA VILA A TIA VENDE
POR TROCADOS DE VINTÉM

ALGUÉM EXPLICÀJUVENTUDE
A CICA NÃO É COISA RUDE
MAS PROTEGE DE QUEM QUER A VIDA FÁCIL
E O GRINGO VIU TANTA VIRTUDE
QUE DAVA JOIAS E PALÁCIOS
PELAS GLÓRIAS CAJUEIRAS DE LUIZ INÁCIO

NÃO EMPACAJUAZEIRO
NÃO TEM JACA OU LIMOEIRO
DO SUCO EU QUERO A SOPA
DA POLPA EU QUERO O CHEIRO

AÍ DE REPENTE
A UCAJUIZOU O MEU BARATO
MACUNAIMAMENTE
FEZ A CUCAJUSTAR O PENTEADO
TOPETE DE CASTANHA
NO CORPO QUE ABOCANHA
A GELEIA DE TORQUATO

MAS A FRUTA TROPICANA
ME OLHOU JÁ DE BANDEJA
E PERGUNTOU MEIO SACANA:
“QUE QUE TU QUER DE SOBREMESA?”

CÁJUSÉ “PARRI”
CÁJUÃO CRICRI
EU SOU TUPI DE PIRANGI
E VAI TIRANDO A MÃO DAÍ
EU VIM AQUI PRA CONFUNDIR
A LÍNGUA É UM
ZIRIGUIDUM SEM FREIO
NO SABOR DA MOCIDADE
O CAJU TÁ NO RECHEIO

Mocidade 2024: parceria de Fernando Muniz

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Compositores: Fernando Muniz, Rubelt.’ Funaben, Toquinha, Carlos Cesário e Gilberto Magalhães

Sou eu brasileirinho arretado
abençoado por Deus
Fruto nativo do nordeste
Tem amarelo, vermelho e rosado

Êta fruto bom de sabor adocicado
Que no Brasil se vê por todo lado

Pequenino com os pés gigantes, eu duelei
Até hoje quem ganhou, eu não sei
Linda castanha é minha coroa
O Black Power é meu Cocar
Sou fruto tupiniquim
O meu aroma aguça o paladar
Lambuzo boca feito mel
sujo bigode, tinjo o pincel
Sou eu caju, fazendo brilhar
A estrela de Padre Miguel

Cobiçado por franceses, carimbado por Nassau
Pelo gosto de Dom Pedro que cheguei a Portugal
Ganhei o mundo, espalhei brasilidade

Mas a patente hoje é da Mocidade {Bis)
Duas flechadas, amor ao chão
Surge o pé de cajueiro entre raio e trovão
É lenda que eterniza Jacira Cunhá Poranga
Fruto da imaginação

Tem festa tropicália, tem colheita no quintal
Tem caju de todo tipo sambando no carnaval

Me leva pra casa que eu vou
adoçar a vtda e dar mais sabor
Assim como fiz com o índio
Índio que me desvendou

Me leva pra casa que eu vou
adoçar a vida e dar mais sabor
Neste samba de iaia, iaia, neste samba de ioio

Mocidade 2024: parceria de Rafael Drumond

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Compositores: Rafael Drumond, André Pimentel, Renato Duarte, Léo Galin, Luiz Neto e Vanessa Pimentel

Carnaval, delírio tropical a semear
No peito a verdejante magia
Refrescante poesia pro paladar
Na Cabaça de Tamandaré ,felicidade
Em Nativos rituais de fé ,prosperidade
Eram Frutos da fartura pelos mares da ganância
Maciez em abundância Colorindo o litoral…
Quando o Dono “perde o chão” e Europeu “véio de Guerra”
Leva a melhor nessa Terra desde os tempos de Cabral…

Polvo Potiguar na imensidão…
Ode ao pescador sob a sombra do divino…
Cajueiro Rei ,lenda de paixão…
Enraizada pelas flechas do destino…

“Castanha mátria” , tua pátria é meu quintal…
De natureza Literária que fascina…
Onde a pureza de um traço singular
Traz a doçura de um olhar pra cada sina…
Enluarada… Uma viola embriagada então chorou
Um gosto de Brasilidade
Não existe mais quente ,nossa batida…
Morena venha cá! Padre Miguel “tá só o mel” vem festejar…
Um brinde a nossa Mocidade ,razão do meu cantar ,da minha Vida…

Sabor de pecado na carne da sedução
Doce tentação ,vou te desfrutar
Pede Caju que eu te dou amor!
Pé de caju no meu samba dá

Mocidade 2024: parceria de Bachini

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Compositores: Bachini, Gilberto Monteiro, Fred Lima, Gilson Silva, Kaíque Rocha, Vinícius Amaral, Jr. Vidigal e Ronaldo Nunes
Participação especial: Valdemir Andrade

PAREI… NESSE DELIRIO TROPICAL
DIVINA OBRA SENSUAL
PERFUME ATRAENTE… INEBRIANTE
FRUTO NATIVO DO GIGANTE VARONIL
FEITO A CANÇÃO SEGUIU
OH! DOCE E JOCOSO BRASIL
FEZ PORÃ LACRIMEJAR… GAIJO SE LAMBUZAR
L’ARGENTE MANCHADO EM BOLSO CHEIO DE INTERESSE
GEROU REBULIÇO… O EUROPEU PASSOU A MÃO
E O DANADO NESSA CONTRAMÃO

SOU VILA VINTÉM… NÃO EXISTE MAIS QUENTE!
NA BOCA DESSA GENTE… LÁ VOU EU!
LEVADA DE AGUERÉ FOI A NODA QUE MARCOU
INDEPENDENTE EU SOU!

PENDURICALHO JÁ NASCIDO COROADO
COMO O REI DO BANHO DE GATO
PELAS MARGENS DO CAJU
EM PIRANGI CONQUISTOU VASTO PEDAÇO
NAS MÃOS DE LUIS INACIO UM FUTURO PROMISSOR
QUEM SERÁ? QUEM SERÁ?
CAJUEIRO MAIOR
GRITA O DELTA PARNAÍBA… MAIS UM NOVO QUIPROCÓ
SUCESSO NAS TELAS… NAS RECEITAS O SABOR…
“ALCEU” DESFRUTE “Ô, IÔ, IÔ, IÔ…”
NESSE TERREIRO O FLORESCER É MAIS BONITO
A FLECHA É CERTEIRA… VAI ALÉM DO INFINITO
O MEU CAJU VERDE E BRANCO REFLETE O BRILHO DO CÉU
DA ESTRELA GUIA DE PADRE MIGUEL

QUERO VER SUBIR NO PÉ…
PRA COMER SE LAMBUZAR…
MORDE A CARNE… CORRE O SUMO
QUE DELÍCIA… VEM PROVAR!
UM GOSTINHO EXCITANTE
FÁCIL DE SE APAIXONAR
NO QUINTAL DA MOCIDADE
PEDE CAJU QUE DÁ!