A Imperatriz Leopoldinense realiza, nesta sexta-feira (15.09), a segunda etapa da disputa de samba-enredo para o Carnaval de 2024. Das oito obras que se apresentarão na noite, sete seguirão para a próxima fase. Os portões da quadra abrirão às 19h com entrada franca até 21h45. Após este horário, os ingressos custarão R$ 20.
“Convidamos nossa comunidade para participar deste momento, que é um dos mais especiais do projeto. Escolher um samba é uma grande responsabilidade e a forma como o povo recebe cada uma das obras concorrentes é avaliada por nós”, afirma a presidente da Imperatriz, Cátia Drumond.
A ordem de apresentação desta segunda fase foi sorteada na noite da última terça-feira, com a presença de representantes das parcerias. Cada uma das composições será apresentada com uma passada sem bateria e outras três com apoio da “Swing da Leopoldina”.
As próximas fases também serão realizadas às sextas-feiras, todas na quadra de ensaios, em 22 e 29 de setembro e 06 de outubro. A semifinal foi programada para o dia 12 de outubro, em feijoada com participação das co-irmãs Mocidade Independente de Padre Miguel e Paraíso do Tuiuti. Já a grande final, como tradicionalmente acontece na “Rainha de Ramos”, será no Dia do Comércio, que desta vez cairá em 16 de outubro.
Em 2024, a Imperatriz Leopoldinense será a sexta e última escola a desfilar no domingo de Carnaval. A agremiação busca o bicampeonato com o enredo “Com a sorte virada pra lua segundo o testamento da cigana Esmeralda”, do carnavalesco Leandro Vieira.
Serviço: Eliminatórias de Samba da Imperatriz Data: 15.09 (próxima sexta-feira)
Local: Rua Professor Lacé, 235, Ramos – Quadra de Ensaios LPD
Horário: a partir das 19h
Entrada: franca até 21h45. Após: R$ 20
Em parceria com o Grupo GSH, o Império Serrano lançou a campanha “Sangue Verde e Branco” para estimular a doação de sangue de seus componentes e torcedores. Até a sexta, quem for à unidade do Centro do Rio vai estar concorrendo a 20 pares de ingressos para a Feijoada Imperial de sábado, com show de Renato da Rocinha e a apresentação dos sambas concorrentes para o Carnaval 2024, e uma camisa do enredo.
Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO
Segundo o presidente Flávio França, o Império Serrano sempre estará presente em ações voltadas para o social. Ele destacou a importância da doação de sangue para que vidas possam ser salvas.
“A doação é algo fundamental e merece muito a nossa atenção. O Império Serrano foi convocado para entrar nesta campanha e estamos juntos em tudo o que for em prol das causas sociais. O imperiano é sangue bom e tenho certeza que irá abraçar essa iniciativa do GSH conosco”, afirmou Flávio França.
A unidade do GSH fica na Avenida Marechal Floriano, nº 99, no Centro do Rio. As doações podem ser feitas das 7h às 18h e é preciso apresentar um documento oficial com foto, além de estar de acordo com os pré-requisitos que podem ser conferidos através do link https://abrir.link/HI1fS
Nos preparativos para homenagear a cidade de Japeri no carnaval de 2024, integrantes da Império da Uva se reuniram no domingo, na quadra no bairro Carmary, em Nova Iguaçu, para a apresentação dos sambas-enredo. A final será no dia 8 de outubro.
Foto: Divulgação
O enredo “Dos trilhos do passado a Um Novo Tempo: Japeri” conta a história geral do município, desde sua criação, emancipação e desenvolvimento atual. A prefeita do município, Fernanda Ontiveros, marcou presença e não conteve a emoção ao chegar vestindo a camisa da agremiação.
“Estou muito feliz de estar aqui. Agradeço ao presidente Portuga por ter nos dado esta oportunidade. Nossa cidade sendo cantada e apresentada na Avenida no carnaval de 2024 é um verdadeiro sonho. Meu município é muito rico em cultura e deve ser explorado cada vez mais”, mencionou a gestora.
O presidente de honra, Hernalton Portuga, relatou que a Império da Uva tem um perfil de falar da trajetória das cidades da Baixada e Japeri foi escolhida por ter uma história tão rica.
“Nossa função é mostrar a cultura da cidade. E Japeri tem uma história muito linda com atrativos que até mesmo a população não faz ideia que existe. Vamos fazer o melhor carnaval da história”, enfatizou.
A Mocidade Unida da Mooca é uma agremiação que vem trilhando um forte caminho em busca da primeira vez no Grupo Especial. Mas desde 2019, quando chegou no Grupo de Acesso I, vem batendo na trave, na estreia no 5ª lugar, mas depois três anos no 4ª lugar e sempre bem próximo da agremiação que subiu. O presidente da MUM, como é conhecida carinhosamente a agremiação da Mooca, Zona Leste de São Paulo, Rafael Falanga conversou com o site CARNAVALESCO e relatou sobre como funciona a escola que era presidida por seu pai Roberto Falanga até 2012.
Foto: Fábio Martins/CARNAVALESCO
“É uma construção na verdade, a MUM chega no Grupo de Acesso I, uma escola mais jovem de acesso, no ano passado por exemplo nós tínhamos um grupo com títulos que o Grupo Especial, na somatória, então a MUM é uma construção. Acreditamos muito no processo, esse que nos trouxe até o acesso e é o que vai nos levar até o Especial. É isso, continuidade, é trabalho, a comunidade precisa continuar acreditando e vamos chegar”.
Um dos pontos que orgulha muito a MUM nos últimos carnavais é na construção de seus enredos sempre com resgates importantes da história, como o presidente Rafael Falanga citou em conversa conosco ‘trazer histórias apagadas que dialoguem com a sociedade’, e explicou todo esse contexto construído pela agremiação da Mooca.
“Muito curioso que desde o enredo do Xangô, fizemos os três santos Reis na verdade que era ‘A Santíssima Trindade de Oyó’ que falava sobre sincretismo religioso em uma época que ninguém falava sobre intolerância religiosa. Nós trouxemos esse enredo, no ano seguinte trouxemos o ‘Manto Sagrado’ trazendo a história dos sambas de São Paulo através dos pavilhões, paninho, história de seu Fernando Penteado. Depois viemos com ‘Aruanda’, outro enredo de extrema importância para o momento, que se falava de religião, aceitação, das religiões de matrizes africanas, de racismo. Trouxemos Abdias do Nascimento, uma história apagada, um dos grandes negros deste país, intelectual, foi senador, enfim. A ideia da MUM é trazer histórias apagadas que dialoguem com a sociedade e que tragam de fato a importância da representatividade dos personagens que abordamos. Buscamos resgatar isso, as histórias apagadas, os enredos e homenageados que merecem de fato estarem em uma posição de um carnaval, sendo homenageados. Tenho falado muito sobre isso internamente, fazer um enredo de homenagem, seja ele cultural, de forma rasa, já fizemos muito e já vimos muito”.
Completando sobre o momento que vive a vermelho, branco e verde, Falanga disse: “Então é momento de construir algo mais profundo e a MUM vem nesta vertente, acredito que vem acertando, agora trazendo, depois de um grande enredo de Chaguinhas, um enredo de uma história apagada também, de um negro paulistano, trazendo agora a professora Helena Theodoro, uma das maiores intelectuais pretas deste país. É uma construção de DNA, de identidade, de uma escola que busca uma afirmação, de dentro para fora, e estamos muito felizes”.
Para 2024, a MUM renovou boa parte da sua equipe, teve uma troca na porta-bandeira, Graci Araújo deixou a escola, e Paulinha Penteado, nome forte carnaval paulista, que esteve no Vai-Vai em 2022, retornará para o Anhembi na escola. O presidente Falanga comentou que ainda terão novidades.
“O Gui e o Clayton se completam, é o arroz e o feijão, uma coisa muito especial. O Clayton com toda qualidade musical dele, o Gui com todo astral, clima, e com todo talento que ele tem, nas composições, ele é um dos grandes responsáveis por esses últimos anos, da discografia da MUM. E a Paulinha vem para somar, uma grande porta-bandeira, talvez uma das maiores porta-bandeiras do carnaval de São Paulo, grande história, vem para agregar muito nesse time da MUM, e ainda tem muita coisa para chegar. Ainda embora tenha lançado o samba um pouco antes do que o costumeiro, foi também por uma questão de estratégia, vamos aumentar um pouquinho a escola, então vamos começar mais cedo a trabalhar. Ainda tem bastante coisa para acontecer, bastante gente para chegar e várias novidades”.
Com o enredo “Oyá Helena”, a Mocidade Unida da Mooca será novamente a última agremiação a desfilar no Sambódromo do Anhembi, ou seja, fecha o carnaval de São Paulo no domingo, dia 11 de fevereiro.
O vice-presidente da Liesa, Helio Motta, realizou uma visita técnica ao local das gravações com a equipe de produção, os mestres de bateria e diretores das agremiações. A Cidade das Artes está pronta para receber nossas escolas de samba!
Vem aí o álbum do Rio Carnaval 2024!
A equipe de produção, os mestres de bateria e os diretores das agremiações já estão nos preparativos para as gravações, que começam em outubro.
Responsável pela comissão de frente da Vila Isabel, ao lado de Márcio Jahú, o coreógrafo Alex Neoral foi convidado pela pela Secretaria de Estado e Economia Criativa (Secec) do governo do Rio de Janeiro para participar do Festival Hola Rio, com sua companhia a Focus Cia de Dança. O evento acontecerá nos dias 14 e 15 de setembro, na Casa de América. Será exibido o carro-chefe da companhia, a consagrada coreografia “As canções que você dançou pra mim”, dedicada ao repertório do cantor Roberto Carlos.
Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO
Especialmente para homenagear a plateia em Madri, as canções “Detalhes” e “Emoções”, dois clássicos de Roberto Carlos, serão em versão espanhola. O musical já foi assistido por mais 300 mil pessoas em 11 anos. A Focus Cia de Dança apresentou também a performance “Trupe” na Casa de Vacas e fez residência artística com a coreógrafa Carmen Larraz na semana de 4 a 9 de setembro.
Na volta da Espanha, a Focus Cia de Dança encara a maratona de itinerar em outubro e novembro para apresentações e celebração dos 70 anos da Petrobras. Serão exibições em Natal, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Canoas, Caxias do Sul, Rio de Janeiro, Macaé e Curitiba.
A Unidos da Tijuca realiza nesta quinta-feira, 14 de setembro, a partir das 19 horas, mais uma etapa eliminatória da disputa que irá definir o samba-enredo que a agremiação desfilará no Carnaval 2024, servindo de trilha sonora para o enredo “O Conto de Fados” do carnavalesco Alexandre Louzada. Sete obras seguem na disputa e uma será eliminada. A grande final está marcada para sábado, 21 de outubro, a partir das 21h.
Quem quiser assistir a festa, basta comparecer à quadra da agremiação situada na Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo. Até às 20h30 a entrada é franca, após R$ 10,00. A mesa para 4 pessoas custa R$ 50,00 e os camarotes (inferiores e superiores) com capacidade para 10 pessoas saem por R$ 200,00. A venda antecipada é no televendas 21 96492-0940 ou na bilheteria, durante o evento.
Abrindo a noite, o tradicional show dos segmentos do Pavão, embalados pela voz de Ito Melodia, no ritmo da bateria Pura Cadência de mestre Casagrande. Em seguida, as sete parcerias subirão ao palco e terão cada uma 20 minutos de tempo de apresentação.
Serviço:
Eliminatória de Samba-Enredo da Unidos da Tijuca
Data: 14/09/2023
Horário: 19h às 0h
Local: Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo
Valor: Entrada Franca até 20h30, após R$ 10,00 – Mesas p/4: R$ 50,00 – Camarotes p/10 – R$ 200,00
Classificação LIvre
O Sesc Madureira exibe, de 23 de setembro a 10 de dezembro, a Exposição Cartografias de Augusta. A mostra apresenta o acervo e o legado artístico da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, de 81 anos. A exposição presta uma homenagem ao itinerário da artista e a sua dedicação à maior festa popular do país. A carnavalesca é responsável por apresentações históricas do carnaval, como “Domingo” e “O Amanhã”, ambas na União da Ilha do Governador. Pelo Salgueiro, participou das comissões de carnaval que marcaram época durante as décadas de 1960 e 1970. Além do período da Revolução Salgueirense e da Ilha, Augusta teve passagens por Tradição, Paraíso do Tuiuti e Beija-Flor de Nilópolis. A curadoria é de Eduardo Gonçalves e Leonardo Antan e produção do coletivo Carnavalize. A mostra foi contemplada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.
Foto: Divulgação
“É muito importante lançar um olhar sobre a trajetória de Maria Augusta no Carnaval, trata-se de um nome pioneiro e responsável por inúmeras transformações. Além de ser um dos poucos nomes femininos entre os “grandes carnavalescos da festa”. Seu trabalho ficou marcado pela originalidade e sempre esteve à frente do seu tempo. Foram desfiles com temas inéditos, uma linguagem lúdica e formas arrojadas. O revisitar da sua obra na exposição ressalta a atualidade do seu legado, que segue influenciando jovens artistas”, destacam os curadores que fizeram uma vasta pesquisa no acervo da homenageada durante mais de três meses para selecionar as obras.
A exposição conta com desenhos, documentos, projetos e registros das produções da artista ao longo de sua carreira. A mostra visual também é composta por obras inéditas de outros integrantes das escolas de samba, demonstrando como o trabalho de Augusta ainda ressoa nas produções contemporâneas do carnaval. Além disso, a presença de artistas oriundos de outras linguagens simboliza um intercâmbio entre a cultura popular e elementos da cultura canônica. São alguns dos nomes da mostra: Alex de Souza, Carila Matzenbacher, Jorge Silveira, Julia Gonçalves, Mulambo, André Vargas, Felippe Moraes, Andrea Vieira e Penha Lima.
O projeto é realizado pelo Carnavalize, coletivo que valoriza os aspectos culturais e artísticos do carnaval brasileiro, incentivando o processo de resgate da história de uma das nossas mais importantes manifestações. Além de um trabalho realizado em diversas redes sociais e em site com ensaios e crônicas sobre a folia, o projeto atua como selo literário e produtor cultural. Ao longo dos últimos anos, realizou uma série de eventos, exposições, palestras, seminários, oficinas, intervenções urbanas e rodas de conversa sobre grandes personalidades e artistas da folia, além de promover discussões sobre os rumos e a memória das escolas de samba. A múltipla equipe idealizadora de curadoria e produção é integrada por Ana Elisa Lidizia, Alice da Palma, Débora Moraes, Eduardo Gonçalves, Felipe Tinoco, Jacqueline Melo, Leonardo Antan e Thomas Reis.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em segunda discussão, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 5.845/22, do deputado Carlos Macedo (REP), que obriga a instalação de sinalizadores sonoros e visuais para alerta de carros alegóricos das escolas de samba no Carnaval. O texto segue para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo.
Foto: Site CARNAVALESCO
Os sinalizadores deverão ser utilizados durante as manobras no trânsito, exceto durante o desfile. O texto também obriga a presença do operador de sinalização ou sinaleiro para auxiliar na manobra dos carros. Os profissionais deverão estar com equipamentos de segurança pessoal. A obrigatoriedade vale para os veículos que tenham mais de 50 m² de área ou motorizados.
No momento da concentração e da dispersão, os carros deverão ser escoltados por profissionais de segurança, para que impeçam a aproximação de pessoas que não estejam envolvidas na locomoção dos veículos. Caso o carro não tenha a sirene, ele não poderá participar do desfile. A proposta, caso sancionada, precisa da regulamentação do Executivo.
O projeto foi proposto após o acidente com carro alegórico que matou Raquel Antunes da Silva, uma menina de 11 anos, na dispersão do Sambódromo no Carnaval de 2022.
“No momento da manobra, não havia sinalização de alerta ou segurança adequada para que fosse evitado o acidente”, comentou Macedo.
A quadra do Tuiuti recebe nesta sexta-feira, as escolas de samba Salgueiro e Portela. As duas agremiações vão se apresentar durante mais uma edição do “Encontro no Paraíso”. O evento começa a partir das 22h, com entrada a R$ 30.
Estarão presentes todos os principais segmentos de cada uma das escolas, como casais de mestre-sala e porta-bandeira, bateria, baianas, passistas, Velha Guarda, entre outros.
O Tuiuti será a quinta escola a desfilar na segunda-feira de carnaval com enredo “Glória ao Almirante Negro!”, uma homenagem a João Cândido, marinheiro brasileiro que atuou na liderança da Revolta da Chibata. O desenvolvimento do tema é do carnavalesco Jack Vasconcelos.
Serviço:
Encontro no Paraíso com Salgueiro e Portela
Sexta-feira, 15 de setembro, a partir das 22h
Quadra do Tuiuti: Campo de São Cristóvão, 33, São Cristóvão
Ingresso: R$ 30
Classificação etária: 18 anos