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Série Barracões: União do Parque Acari promete levar a resistência no corpo e na alma em sua estreia na Sapucaí

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Após atraso no pagamento da subvenção e a danificação de mais de 600 fantasias, por conta das chuvas do meio do mês de janeiro, o carnavalesco André Tabuquine, no terceiro ano consecutivo na União do Parque Acari, não se abate e promete um carnaval grandioso para a agremiação que faz a sua estreia na Sapucaí e na Série Ouro em 2024. Com o enredo “Ilê Aiyê, 50 Anos de Luta e Resistência”, a Acari se baseia na questão religiosa que originou o bloco Ilê Ayiê e na ancestralidade baiana e africana, para falar da resistência de um povo sofrido, mas de maneira alegre. Após garantir a 3ª colocação na Série Prata, a agremiação, que tem apenas cinco anos, se viu abraçada pela comunidade para estrear na Sapucaí, apresentando algo inédito, como André revelou ao site CARNAVALESCO.

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Fotos: Guibsom Romão/CARNAVALESCO

“Eu já estou no meu terceiro carnaval consecutivo na Acari. E aí, por ser uma escola nova na Série Ouro, a gente precisava fazer alguma coisa inédita e de grande repercussão. E eu já tinha algumas coisas elaboradas na gaveta, e então mostrei um leque de enredos para a agremiação. E aí eles foram analisando, eu fui explicando cada um deles, um dos mais favoráveis para a gente era realmente o sobre o bloco Ilê Aiyê. E também, como não falar de um bloco que realmente faz sucesso e é sucesso no mundo inteiro? Sendo um bloco completamente de resistência, não só no Brasil, como no mundo. Pelas lutas sociais, por direitos que nós temos, entendeu? A diretoria abraçou esse enredo. E a gente começou as pesquisas”, disse o carnavalesco.

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Engana-se quem pensa que a idealização do enredo se deu apenas para celebrar os 50 anos do Ilê Aiyê, o que chamou a atenção de André para a idealização do enredo foi a história e os elementos que originaram a criação do bloco, como a espiritualidade, uma vez que a ialorixá Mãe Hilda foi uma das responsáveis pela fundação do bloco, com seu filho “Vovô”, que estará presente no desfile.

“Foi a questão do bloco começar realmente dentro de uma casa de candomblé e ter esses guias espirituais. E a mãe Hilda levantou a bandeira e teve a autorização de falar. Porque foi uma época que há 50 anos, era uma luta do caramba, do povo preto em buscar os seus direitos. Então ela topou com os seus filhos e conseguiram fazer a fundação do bloco. Então, isso daí foi o que realmente me chamou mais a atenção, a parte religiosa”, afirma André.

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O artista não esconde as dificuldades que tem em construir um carnaval na Série Ouro, ainda mais em um ano no qual houve atraso no pagamento da verba municipal para as escolas. Em um barracão novo, no qual a agremiação divide com a Acadêmicos do Cubango, o trabalho segue.

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“A gente sabe que tem a grande dificuldade para quem sobe da Intendente Magalhães para a Sapucaí, e ainda abrir o desfile é um pulo enorme, e a questão financeira é muito grande. As dificuldades de barracão, financeiramente, que dependem dos órgãos públicos, tudo é realmente difícil, mas a gente está tentando driblar todas essas dificuldades que a gente está tendo agora”, disse o carnavalesco.

Além dos percalços financeiros que muitas escolas da Série Ouro enfrentam, a Acari foi afetada pelas fortes chuvas do meio de janeiro, tendo sua quadra alagada um mês antes do desfile oficial. Muitas fantasias prontas e materiais que seriam usados no desfile foram danificados, a agremiação chegou até a pedir doações em suas redes sociais para reparar os danos causados pelas chuvas.

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“A Acari vem homenageando esse bloco de resistência. A Acari é resistência depois dessa situação fatal que aconteceu na nossa comunidade, por conta das chuvas, a gente perdeu 640 fantasias, assim, você vê que é duro. Deu para recuperar bastante coisa, mas isso nos impactou de diversas formas, até emocionalmente, para a escola. Por isso que se o bloco é resistência, imagine a União do Parque Acari depois dessa enchente toda, né? A comunidade abraçou a escola, apesar de ter sido muito afetada também, muitos moradores perderam suas casas, teve gente que perdeu a vida. Mas aí a gente conseguiu dar a volta por cima. A quadra está a todo vapor, fazendo e refazendo o lance de algumas fantasias, reparando as perdas, e então a gente vai levantar a bandeira da resistência e a importância que o negro tem na sociedade, o bloco nos ensina isso, isso é muito importante. Tivemos muitos materiais também que eram do barracão, mas estava lá estocado para decoração, mas foi tudo perdido e a gente está negociando com fornecedores para comprar novamente, algumas partes estão chegando e o barracão está aí agora a todo vapor”.

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O carnavalesco, que não se deixa abalar pelas dificuldades, disse contar com uma equipe parceira que o ajuda na busca de soluções para os problemas e que o segredo é sempre ter truques para, mesmo assim, sentir prazer com seu trabalho na avenida.

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“O truque é, primeiro, ter o conhecimento, óbvio, o conhecimento de materiais alternativos, de fácil acesso, fácil compreensão e que vão dar um efeito legal no desfile. E eu estou nessa caminhada já tem um tempo já, e assinando sozinho na Série Ouro, realmente é uma responsabilidade muito maior, e dá um prazer. É gostoso ver a sua arte ser exposta. O Rio de Janeiro no carnaval para o mundo inteiro, apesar das dificuldades”, afirma o carnavalesco.

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Prometendo um carnaval grande e surpreendente, a escola já tem fantasias entregues e o barracão da Acari segue na concepção dos carros alegóricos, restauração de diversas esculturas. André revelou também que diversas estampas que viram nos carros da escola, foram desenhadas por ele, dando uma originalidade ao desfile.

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“O boom do desfile, na verdade, vai ser o início da escola, a cabeça da escola que vai vir bem grande e impactante, com algumas surpresinhas aí também no meio do desfile. Nós vamos vir com três alegorias, porém a gente vai vir com um acoplamento, então o abre alas é acoplado, chegando aí a quase quarenta e poucos metros. Todas as fantasias de alas e as composições vão ter até mesmo o tecido do Ilê Aiyê. A gente conseguiu uma parceria com o artista Mundão que cedeu as estampas do Ilê Aiyê, que são estampas exclusivas, e a gente colocou nas alas, colocamos também nas alegorias e nas composições. Quer dizer que vai ter o Ilê Aiyê e a Bahia no Rio de Janeiro e no nosso desfile. Aguardem que a escola vem bastante colorida, mas dentro do contexto de cada enredo deles”, conta André.

Conheça o desfile da União do Parque Acari

A União do Parque Acari irá abrir os desfiles oficiais na Sapucaí em 2024, na sexta-feira, dia 09 de fevereiro. Dividida em três setores, com em torno de 1500 componentes, divididos em 23 alas, um elemento cênico na comissão de frente e 3 alegorias.

“O primeiro setor vai ser a religiosidade, o segundo setor a negritude africana e encerrando no terceiro com a ancestralidade baiana”, revelou o carnavalesco.

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1º Setor: Neste primeiro setor vem toda essa parte espiritual que a mãe Ilda transformou realmente nesse bloco. Ela vai ser homenageada, óbvio, que é a matriarca, o orixá dela, Obaluaê, que é Azanzú na nação de Candomblé Jeje, a qual ela pertence. Então aí vai ter isso nessa religiosidade. A cabeça da escola vem toda branca, ouro e palha, toda essa parte de reluzir, espelho, luz, da africanidade”.

2º Setor: “Na segunda parte vai ser a parte da negritude africana, no qual a gente vai vir homenageando a deusa do ébano, eles têm uma noite da beleza da deusa do ébano, na qual eles escolhem a dançarina, pra eles é a dançarina, para gente é como se fosse uma rainha de bateria, né? Então essa deusa do ébano, a gente vai homenagear ela no carro alegórico, onde vem personalidades negras do carnaval, desfilando com a gente. Então eu venho contando nas alas os enredos do Ilê Aiyê, para a gente é enredo, para eles são temas. Cada ano o bloco faz os seus temas, então eles fazem as músicas, os cânticos, de acordo com o tema. Então, foi escolhido 23 temas delas que foram transformados em alas”.

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3º Setor: “E vamos encerrar com a festividade baiana no bloco e a Ladeira do Curuzu, no qual também vem o pessoal do bloco Ilê Aiyê desfilar com a gente. Eu venho contando nas alas os enredos do Ilê Aiyê, para a gente é enredo, para eles são temas. Cada ano o bloco faz os seus temas, então eles fazem as músicas, os cânticos, de acordo com o tema. Então, foi escolhido 23 temas delas que foram transformados em alas. Um carro coreografado, que vem com 30 e poucas pessoas, fora os destaques, simbolizando como se eles estivessem subindo a ladeira, realmente festejando, depois descendo, fazendo aquela brincadeira toda”.

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Novex Rio Praia Camarote oferece conforto e vista privilegiada na Sapucaí

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Fevereiro está chegando e, com ele, a época do ano que o brasileiro mais ama, o carnaval. Para aqueles que quiserem aproveitar os desfiles das escolas de samba com conforto, open bar, comida liberada, espaço de beleza e, em frente à bateria, a dica é correr e garantir ingresso para o Novex Rio Praia Camarote. Os ingressos já estão à venda pelo site Ticketmaster, plataforma oficial definida pela Liesa.

Foto: Divulgação

O espaço tem 1.400m² divididos em três andares de pura energia e uma vista privilegiada dos desfiles, em frente ao segundo recuo da bateria. O público tem uma experiência diferenciada já que a bateria é a parte que garante a pulsação do desfile.

Há seis anos na Sapucaí o Novex Rio Praia Camarote vem crescendo a cada edição, não só em tamanho e estrutura, mas sim em experiência para o público. Manter o mesmo padrão de qualidade de anos anteriores e trazer novidades não é tarefa fácil, mas Rodrigo Lyra, um dos sócios do espaço, encontrou a forma de equalizar isso.

“Esse ano abrimos ainda mais as portas para o pessoal do mundo do samba, criamos uma roda de samba e todos os dias teremos a presença de uma bateria de escola de samba, nossas ações estão sedo pensadas e voltadas para o público que ama o carnaval”, disse Rodrigo, que falou ainda sobre a chegada da Novex.

“Estamos muito felizes com essa parceria, trazendo a Embelleze, uma gigante do mercado de beleza capilar através da Novex, que é nossa patrocinadora master. Contar com o apoio de uma marca tão relevante, que já está consolidada mostra o quanto o carnaval está forte economicamente e a confiança no nosso trabalho. É muito importante ter marcas com grande relevância de mercado junto ao carnaval. Agrega muito pra nós, para o público e para a cidade”, frisa.

A parceria com a as escolas de samba vai além dos limites do camarote, e começou antes mesmo da estreia do espaço vip na Sapucaí. A marca Rio Praia tem desenvolvido ações de marketing no pré-carnaval, tendo como parceira a Mocidade. Para os dois ensaios técnicos realizados pela verde e branca, foram estabelecidos pontos de hidratação para que os componentes se mantivessem hidratados. As camisas do treino oficial, também estamparam a marca Rio Praia.

Carnaval é festa, alegria, competição e geração de trabalho e renda. Para colocar o camarote funcionando, a equipe do Novex Rio Praia conta com uma equipe de aproximadamente 80 colaboradores, no período pré-desfile, cujas funções vão desde a operação de vendas, call center, marketing, comunicação e construção do espaço. Nos dias de operação do camarote, a equipe chega a 100 pessoas, incluindo o meeting point, receptivo bares e cozinha.

“Algumas pessoas criticam a existência dos camarotes nos desfiles, acho que por falta de conhecimento dos bastidores. É um trabalho sério, de um ano inteiro. Assim que acaba um carnaval a gente já começa a pensar no próximo, porque é um empreendimento que envolve inúmeros segmentos, como comercial, marketing, imprensa, produção, entre outros setores. Estamos falando de pessoas diretamente envolvidas com o camarote, em torno de 30 pessoas, 30 empregos diretos. Indiretamente a gente pode falar da segurança, do buffet, do transporte, dos recepcionistas. Aí já sobe para 200, 300 pessoas trabalhando em prol de um camarote”, aponta Bruno Português, também sócio do empreendimento, que faz questão de lembrar que o carnaval movimenta a economia da cidade.

“O investimento dos empresários do entretenimento do mundo do carnaval, principalmente de camarote, é muito alto. Mas envolve mais do que o empresário investidor. São famílias, empregos, movimentação financeira na cidade, rede de hotelaria. Então, acho que apoiar o carnaval não quer dizer apoiar um camarote na Sapucaí. Se você parar para analisar o investimento da própria prefeitura, do governo do estado, do governo federal, você apoiando o carnaval no todo, você está dando retorno ao cidadão que mora no Rio de Janeiro, está dando retorno para a cidade”.

O sócio do camarote não concorda com a máxima de que o carnaval deixou de ser popular, ao contrário, acredita que a festa é bem democrática.

“A crítica em relação ao carnaval mudou, deixou de ser popular, não deixou de ser popular, apenas você tem a opção de escolher de que forma vai assistir. Uns vão para arquibancada, outros para frisa, outros querem um conforto, talvez um pouco maior. Mas o intuito principal é a grande festa, é assistir a escola de samba. O camarote vai dar um diferencial, talvez, em uma alimentação, em uma bebida. Uma visibilidade mais exclusiva. Mas o foco maior é o grande espetáculo, são os desfiles das escolas de samba”.

O Novex Rio Praia está de cara nova e este ano não terá uma rainha, mas abrirá suas portas para diversas beldades, conforme adianta o relações públicas do espaço, Alan Victor.

“Esse ano a gente não vai ter rainha, optamos por não ter este posto no camarote. A gente vai ter uma única musa, que é a Aline Mineiro, que também é da Mocidade. Vamos receber musas e rainhas de diversas escolas entre Especial e Série Ouro, assim privilegiando o maior número de personalidades do samba. Outro ponto alto é que não temos espaços vips no Novex Rio Praia, então, o folião vai esbarrar com artistas, e isso é muito legal. É o clima que o carioca está acostumado. No Rio a gente encontra celebridades o tempo todo, na praia, no shopping, no restaurante e, no carnaval, dentro do camarote”, adianta Victor.

Brahma lança as latas comemorativas em homenagem às escolas do Grupo Especial; Saiba onde encontrá-las!

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Amarelo, azul, branco, verde, vermelho e rosa – as cores que deixam a Sapucaí exuberante durante os desfiles de carnaval do Rio de Janeiro embelezam não apenas o Sambódromo, mas, agora, também as latas da cerveja oficial do maior espetáculo popular brasileiro. Sucesso desde o lançamento, quando Brahma foi anunciada como patrocinadora do Rio Carnaval 2024, as latas comemorativas em parceria com as 12 escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro começam a ser vendidas nesta semana.

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Foto: Divulgação

Em edição limitada, cada latinha ficará disponível para compra na quadra da agremiação que representa, como iniciativa que faz parte de um projeto de fortalecimento e valorização do carnaval. A proposta é levar o público aos espaços das escolas e incentivar os amantes da festa a visitarem quadras de diversas escolas para completarem suas coleções.

“Estamos muito animados com essa ação inédita, que visa homenagear e trazer protagonismo para as agremiações, as estrelas da maior festa da Terra. Por meio dessa parceria, nosso objetivo é propor iniciativas que favoreçam a ampliação da visibilidade do carnaval para outros momentos e lugares especiais além dos desfiles. Já estamos presentes nas quadras das escolas e desejamos gerar mais movimentos em torno desses espaços onde estão os sambistas, as comunidades e todos os responsáveis por fazer a magia acontecer”, afirma o diretor de Brahma, Maurício Landi.

Brahma e o carnaval carioca

Esse é mais um marco de Brahma em sua trajetória de conexão com o carnaval. A Cerveja Nº1 dos brasileiros e parceira oficial da festa nasceu na Marquês de Sapucaí, palco oficial dos desfiles das Escolas de Samba, e sua antiga fábrica cedeu espaço para a ampliação da passarela do samba. E, justamente por conta do carnaval carioca, passou a ser engarrafada, em 1934. Desde então, a marca tem reforçado sua ligação com a cidade, apoiando o carnaval de rua e os blocos mais amados da Cidade Maravilhosa.

Marca líder no apoio da maior paixão nacional, em 2024, Brahma estará na rua e no sambódromo, nas principais celebrações do Brasil, convidando os brasileiros a mostrarem suas verdadeiras e melhores versões e transbordarem brahmosidade.

Eterno! Zulu confirma aposentadoria e não narrará as notas do Carnaval 2024 de São Paulo

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A voz conhecida nas apurações do carnaval paulistano, se aposentou da função. De acordo com o Terra, Antônio Pereira da Silva, o Zulu, que ficou a frente dos microfones da Liga há 30 anos sendo locutor das notas do carnaval, não irá mais participar. A informação é confirmada pelo mesmo, que declarou ao portal: “Estou saindo fora mesmo. A gratidão que eu espero é que Deus me dê em saúde. Eu fiz o que ele me deu a oportunidade de fazer e creio que fiz direito, porque ouvi muitas pessoas falando que não gostam de carnaval, mas assistiam por causa da minha voz”.

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Foto: arquivo pessoal

Ainda em entrevista ao site, Zulu afirma que tem gratidão pelo trabalho desenvolvido nesse tempo. “Estou calmo, estou tranquilo. Deus está me dando a devida tranquilidade. Foram 30 anos fazendo a mesma coisa e graças a Deus fiz direito. Só tenho que agradecer a Deus e mais ninguém. Tudo aqui se encerra, tem início, meio e fim”.

Durante esses 30 anos, o profissional só não trabalhou no ano de 2007 e também em 2021, onde não houve carnaval devido a pandemia.

Curiosidade: Desde que Zulu começou a narrar as notas, a escola que ele mais anunciou títulos foi o Vai-Vai.

Terreiros históricos de Salvador são visitados pelo Império Serrano

Dentro dos seus 76 anos, o Império Serrano vai fazer um desfile focado na religiosidade afro-brasileira pela primeira vez em 2024. Apesar de pincelar a temática em diversas ocasiões, a escola da Serrinha nunca havia se aprofundado no culto aos orixás. Na última semana, representantes do Departamento de Comunicação do Reizinho de Madureira estiveram em Salvador, berço da criação do candomblé, e visitaram dois dos mais antigos terreiros do Brasil: o Ilê Axé Iyá Nassô Oká e o Ilê Axé Oxumarê, além da Fundação Pierre Verger.

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Foto: Divulgação

O motivo da ida à Bahia foi aproximar a agremiação dessas instituições tão importantes. Neste ano, o Reizinho vai apresentar na Sapucaí o enredo “Ilú-ọba Ọ̀yọ́: a gira dos ancestrais”, do carnavalesco Alex de Souza. A proposta da escola é exaltar os orixás como grandes reis e rainhas dos territórios que formavam o antigo Império de Oyó, na África, seguindo a ordem de apresentação do xirê, ritual do candomblé que reúne essas divindades. A visita também gerou a gravação de conteúdos documentais para as redes sociais da escola.

Comandado por Mãe Neuza de Xangô, o Ilê Axé Iyá Nassô Oká, popularmente conhecido como Casa Branca do Engenho Velho, é o mais antigo terreiro de candomblé do país. Ele é o marco da fundação da religião no país, por volta de 1830, com o Candomblé de Barroquinha, criado pelas princesas africanas Iyá Detá, Iyá Akalá e Iyá Nassô, oriundas de Oyó. A casa de Xangô foi o primeiro Ilê Axé tombado pelo Iphan como Patrimônio Histórico do Brasil, em 1984.

Próximo de completar 200 anos, o Ilê Axé Oxumarê também tem um lugar especial na construção do enredo do Império Serrano para 2024. O livro “Casa de Oxumarê: os cânticos que encantaram Pierre Verger”, de 2010, foi um dos instrumentos de estudo do carnavalesco Alex de Souza na elaboração do enredo do Reizinho. A obra retrata o processo do fotógrafo francês Pierre Verger na gravação de cânticos do xirê do local, no final da década de 1950. À frente do Ilê, Babá Pecê fez questão de deixar uma mensagem especial à família imperiana:

“Em nome da Casa de Oxumarê, peço que todos os orixás e os nossos ancestrais possam abençoar e fortalecer o Império Serrano em mais um ano de luta. O carnaval também é uma forma de resistência do nosso povo. Que o Império Serrano, que tem essa ligação com o afrodescendente, possa fazer um carnaval belíssimo e que os orixás estejam com todos neste momento de energia, abrindo os caminhos com amor, paz e fraternidade”, disse Babá Pecê.

Já a visita na Fundação Pierre Verger foi pautada nas pesquisas conduzidas pelo fotógrafo francês sobre o culto aos orixás em território africano. Os representantes do Império Serrano foram recebidos pela diretora Angela Lühning e por Vó Cici de Oxalá, assistente de pesquisa e egbomi do Ilê Axé Opô Aganjú. O primeiro vídeo da série de entrevistas é justamente com ela e já está disponível no canal do Império Serrano no YouTube através do link https://www.youtube.com/@imperioserranoficial. O projeto tem direção e produção de Emerson Pereira.

No Carnaval 2024, o Império Serrano irá fechar os desfiles da Série Ouro. O Reizinho de Madureira será a oitava agremiação a desfilar no sábado, 10 de dezembro, na Marquês de Sapucaí, em busca do título e o retorno ao Grupo Especial.

Fabíola Andrade, rainha da Mocidade, revela detalhe da fantasia para o Carnaval 2024: ‘Será muito sensual’

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Pela segunda vez, junto com toda a comunidade, Fabíola Andrade, de 37 anos, ensaiou na Passarela do Samba com a Mocidade Independente de Padre Miguel, no último domingo. É importante lembrar que, na primeira vez, a escola enfrentou problemas técnicos com o som da avenida. A rainha de bateria, que já foi musa da escola no carnaval de 2016, está casada com Rogério Andrade, presidente de honra da escola, há mais de 10 anos. Ela chegou para ocupar o lugar de Giovana Angélica, que esteve no posto entre 2020 e 2023.

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Foto: Sad Coxa/Divulgação Rio Carnaval

“Ser convidada foi uma alegria muito grande, muito grande. Olha, só quem é rainha sabe a emoção que a gente sente, é muito bom”, disse alegre e entusiasmada na concentração, ao ser questionada sobre o sentimento de ter sido convidada para ser a rainha da bateria “Não Existe Mais Quente”.

O marido de Fabíola desempenhou um papel crucial quando a escola enfrentou um ‘drama’ com o carro de som no primeiro ensaio técnico. Foi ele quem, pessoalmente, se dirigiu à Liesa para solicitar um novo ensaio, conforme noticiado em primeira mão pelo CARNAVALESCO. Ao ser questionada pelo site se sentia alguma pressão por ser companheira do presidente de honra, ela respondeu de forma tranquila: “Não, não sinto nenhuma pressão, nada. É de boa”.

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Este ano, o enredo da escola é dedicado à fruta caju, narrando na Sapucaí tudo sobre o fruto do cajueiro, incluindo suas histórias, curiosidades e lendas. Com um samba que apresenta duplo sentido em alguns de seus versos, e ensaios que destacam a pegada sensual do enredo, a rainha deu pistas sobre sua fantasia para os desfiles. “Vai ser muito, muito sensual. Não vou revelar detalhes, mas posso garantir que será bastante sensual”, revelou.

No seu Instagram, onde acumula mais de 45 mil seguidores, Fabíola oferece uma visão de sua rotina como rainha de bateria. Ela publica conteúdos sobre suas aulas de samba e mostra à comunidade o processo de preparação para liderar a bateria. Quanto às aulas de samba, Fabíola enfatiza a importância desse treinamento para o desfile.

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“Estou fazendo (aulas) e está sendo incrível. Acho que cada ensaio que eu faço também é uma evolução muito grande, é muito bom pra mim”, disse.

A gaúcha também falou sobre suas inspirações no papel de rainha. Em entrevista ao CARNAVALESCO, ela revelou que admira o samba ‘carão’ e citou algumas rainhas cujo trabalho a fascina.

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“Eu busco referências no samba, carão, essas coisas. Gosto de várias rainhas, como Sabrina Sato. Eu admiro muito a Gabi, rainha do carnaval, que representa a Mocidade. Também me encanto pelo trabalho de Paolla Oliveira, Viviane Araújo e Mayara, que acho lindíssima e samba muito bem”, afirmou.

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Fabíola Andrade, sentindo-se acolhida e amada pela comunidade de Padre Miguel, expressou sua gratidão pelo carinho recebido. “Eu só quero dizer que estou extremamente feliz por ser tão bem recebida por eles. Todo o amor que estou recebendo da comunidade é recíproco. Tenho um carinho imenso por todos”, disse ela, com um sorriso radiante.

Beija-Flor de Nilópolis realiza ensaio de rua nesta semana

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Mais uma semana agitada está prestes a iniciar na Beija-Flor de Nilópolis, rumo ao Carnaval 2024. A escola se prepara para dois grandes eventos.

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– No sábado, dia 27, a agremiação promoverá seu ensaio de rua na Estrada da Mirandela, com concentração a partir das 19h, e entrada franca.
– Antecedendo o ensaio na Mirandela, na quinta-feira, dia 25, a Beija-Flor realizará seu ensaio na quadra. O evento tem início às 21h30, com ingressos a R$30,00

Essa é a oportunidade de acompanhar a preparação dos ícones nilopolitanos rumo ao Carnaval 2024. Estarão presentes nos ensaios a rainha da bateria, Lorena Raíssa, o carro de som liderado por Neguinho da Beija-Flor, e o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso.

Serviço:

Ensaio Beija-Flor de Nilópolis
Data: 25 de janeiro
Local: Rua Pracinha Wallace Paes Leme, N° 1025, Nilópolis
Horário: A partir das 21h30

O grupo de pagode “Nosso Brilho” anima a festa antes e depois do ensaio; ingressos a partir de R$ 30.

Ensaio de Rua
Data: 27 de janeiro
Local: Estrada da Mirandela
Horário: A partir das 19h
Preço: Gratuito

Valeria Valenssa visita o barracão e se encanta com o enredo da União de Maricá: ‘Fantástico’

O barracão da União de Maricá recebeu uma visita muito especial. A modelo Valeria Valenssa, que fez história como Globeleza, foi conhecer um pouco da construção das alegorias da escola, no bairro de São Cristóvão, acompanhada do prefeito maricaense Fabiano Horta e da primeira dama Rosa Horta.

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Foto: Vinicius Lima/Divulgação Maricá

O carnavalesco André Rodrigues foi o responsável por apresentar o projeto da escola para o próximo desfile, além de explicar ponto a ponto do enredo “O Esperançar do Poeta”, uma grande homenagem ao ato de compor e que tem Guaracy Sant’anna, o Guará, como fio condutor. Encantada com o que viu, Valeria Valenssa destacou o sentimento que a agremiação pretende passar:

“É um enredo fantástico. Maricá está chamando o mundo para que volte a sonhar, ter esperança e fé. É isso que vejo de uma forma muito simples. Eu me sinto uma filha de Maricá, pois meus pais moram na cidade, então é um local que tenho muito carinho. Com certeza o povo maricaense será representado de maneira brilhante por esta agremiação tão jovem, mas que tem se mostrado muito madura e estruturada”, disse Valeria.

Na reta final da construção do seu carnaval, a União de Maricá tem mais um ensaio de rua programado para a próxima sexta-feira, a partir das 19h, na Passarela do Samba Adélia Breve, no Centro de Maricá. A escola vai estrear na Sapucaí, sendo a sexta escola a desfilar na sexta-feira, 9 de fevereiro, pela Série Ouro.

Série Barracões: Império da Tijuca fala sobre história e vida de Lia de Itamaracá e promete sacudir a Avenida com muito samba e ciranda

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Neste carnaval o Império da Tijuca levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”, de autoria do carnavalesco Júnior Pernambucano. A agremiação vai falar sobre a história e vida da cantora, compositora e maior representante da ciranda brasileira. Ícone da cultura popular do país, Lia completou 80 anos no último dia 12 de janeiro. A proposta é que a escola de samba entre na Avenida com a força das energias da artista e do povo do Morro da Formiga, além de muita garra, emoção e toques de alegria e manifestação cultural.

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Fotos: Raphael Lacerda/CARNAVALESCO

Carnavalesco da agremiação por sete vezes, Júnior está à frente da Verde e Branco pelo segundo ano seguido. Foi sob seu comando, em 2013, que a escola do Morro da Formiga conquistou o título do Grupo de Acesso e retornou ao Grupo Especial após 18 anos. Conterrâneo de Lia, ele conta que tinha o desejo de falar sobre a artista há muito tempo. A vontade de homenageá-la somada a ligação da escola com enredos que abordam a negritude possibilitou que a ideia saísse do papel.

“O desejo vem desde criança, porque sou pernambucano. Eu acompanhei muito a Lia nas cirandas e em eventos culturais de Pernambuco. Sempre tive essa admiração pela artista. Daí, há alguns anos, pensei em desenvolver esse enredo. Passei a proposta para o presidente e ele curtiu, já que ela é uma mulher preta, lutadora e que possui ligações com as tendências temáticas que o Império da Tijuca traz – que são esses enredos ligados à ancestralidade negra. Isso influenciou bastante. Foi a união do meu desejo com a ligação da escola com a negritude”, explica o carnavalesco.

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Apesar de saber o lado cultural da artista, Júnior não conhecia o lado espiritual dela. Para ele, esse foi um dos processos mais interessantes durante a pesquisa sobre o enredo.

“Eu falo muito da parte regional da história da vida dela, que também faz parte da minha e não foi surpreendente. O que me surpreendeu foi a parte religiosa, que eu não sabia qual era a ligação dela com a parte espiritual. Isso, para mim, foi novidade. A parte cultural faz parte do cenário que convivi, então facilitou”, conta.

Um fato curioso é que Lia de Itamaracá será homenageada no Rio e em São Paulo. Além do Império da Tijuca, a Nenê de Vila Matilde vai levar para o Anhembi o enredo “Cirandando a vida prá lá e prá cá. Sou Lia, sou Nenê sou de Itamaracá”.

“A forma como o carnavalesco conduz a história lá é um pouco diferente do modelo que vou fazer aqui. Isso é bom, porque mostra dois trabalhos e duas homenagens diferenciadas para uma pessoa”, afirma o carnavalesco do Império.

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Para fazer a homenagem, o carnavalesco contou com um pedido especial de Lia: um desfile colorido, com muita alegria, irreverente e que traga afinidade com seu povo. De acordo com ele, o grande trunfo do Império da Tijuca será a própria homenageada: como e em qual parte do desfile ela virá é uma surpresa. Júnior acredita que a fusão de energias que Lia e a escola de samba transmitem resultará em um desfile com muita garra e emoção.

“O grande trunfo é trazer a Lia. Acredito que aonde a gente vai trazê-la e de que forma é um ponto principal que vai causar uma expectativa. Estamos realizando um bom trabalho para que aconteça isso. É o pessoal aguardar para saber de onde a homenageada vai aparecer. O torcedor pode esperar a garra de sempre que a escola tem e transmite quando passa na Avenida, que é uma energia única. É uma escola que virá com garra, emoção e toques de alegria e manifestação cultural que traremos no enredo. A gente precisa entrar sacudindo a Avenida com muita ciranda e muito samba”, afirma Júnior.

Série Ouro e a corrida contra o tempo

A demora para o repasse da verba pública do carnaval é uma reivindicação antiga das escolas de samba. Outro fator é a precarização dos barracões, que atrapalha o desenvolvimento dos desfiles e, de certa forma, já faz parte dos carnavais das agremiações da Série Ouro. Apesar disso, a chama da paixão pelo carnaval segue acesa no coração de quem trabalha no Grupo de Acesso.

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“Quem trabalha na Série Ouro há algum tempo, já sabe a dificuldade que é. A gente acaba conseguindo conviver com isso. A Série Ouro traz essa agonia. Não era para ser assim, mas, infelizmente, a gente passa por isso. Acredito que falta um pouco de carinho e atenção por parte do poder público. A subvenção poderia sair um pouco mais cedo. É algo notório e triste. Mas eu, como funcionário do carnaval, tenho que fazer o possível para poder desenvolver um bom trabalho para que eu me sinta realizado e a escola também. Assim como muitas escolas, estamos apertados para poder desenvolver isso tudo. Mas a gente tem garra e a escola possui um comando muito bom em conseguir fazer com que tudo aconteça”, ressalta.

Conheça o desfile do Império da Tijuca

O Império da Tijuca será a segunda agremiação a desfilar na sexta-feira de carnaval, 9 de fevereiro. A escola vai para a Avenida com cerca de 1200 componentes espalhados por 22 alas, três alegorias e um tripé. Ao todo, o desfile será dividido em quatro setores: a ligação das águas, a região da Ilha de Itamaracá, a influência musical, além da manifestação carnavalesca em homenagem aos 80 anos da artista.

Setor 1: “A Lia inicia a vida na catação de caranguejos com a mãe. A renda familiar era da venda de caranguejos, mariscos e siris. Ela tem essa ligação muito forte com os mangues e com as águas. Por isso que ao ponto em que ela vai crescendo, tem mais laços com o mar e chega ao ponto de escrever a letra de suas músicas na areia. Essa ligação com o mar e a natureza já será o início da escola – não posso esconder esse elo entre as águas”.

Setor 2: “Eu já começo com a parte da Ilha de Itamaracá, onde fala de todas as suas tradições e de seu envolvimento com a ilha. A parte dela como merendeira e o Forte Orange – que é muito marcante e onde faz todas as apresentações”.

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Setor 3: “Eu venho trazendo a influência musical, onde Lia faz a sua ligação com o Maracatu, com o Cavalo-Marinho – que é um tradição de lá -, o Pastoril, Coco de Roda. São influências musicais que conduzem a formação da artista”.

Setor 4: “O carnaval de Recife abraça a Lia de Itamaracá. A gente faz uma grande homenagem ao carnaval do Recife e de Olinda, onde Lia participou de vários blocos e foi homenageada pelo Galo da Madrugada. Queremos trazer o carnaval da própria região dela, inclusive é algo que a artista pede. A gente traz o carnaval pernambucano abraçando Lia, como se ela estivesse em casa com uma grande manifestação”.