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Unidos da Ponte conta com nova equipe e confia na experiência de Bessa na gravação do samba

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A Unidos da Ponte gravou oficialmente o samba-enredo para o disco da Liga-RJ no estúdio em Marechal Hermes. Com o enredo “Antropoceno”, desenvolvido pelos artistas Rodrigues Marques e Guilherme Diniz, a proposta busca uma reflexão sobre a relação entre o ser humano e o planeta Terra,. O intérprete Leonardo Bessa encabeça o carro de som da azul e branco de São João de Meriti para o próximo carnaval. Ele contou o sentimento de gravar a faixa.

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Fotos: Gabriel de Souza/CARNAVALESCO

“A sensação é a melhor possível. A Unidos da Ponte tem um grande samba que irá embalar os nossos corpos no próximo carnaval”.

Ao lado do cantor, sentado na cadeira enquanto a bateria montava os instrumentos, o presidente Tião Pinheiro comentou sobre a nova equipe que a Ponte montou para o carnaval de 2025.

“Carnaval é o grande veículo de todas as possibilidades. Houve uma reestruturação na escola, que fico satisfeito. Sob determinada ótica, eu fico contente quando vejo que um grupo de trabalho realizou um trabalho, que se valorizou e alçou vôo. Estamos trazendo de volta o Leonardo Bessa para o jogo, porque é um grande intérprete, além de que estou muito satisfeito com o trabalho do Darlan. A Ponte trará surpresas importantes”.

Tião também ajudou na escrita do samba-enredo ao lado dos compositores Edu Casa Leme, Totonho, Carlos Kind, Vitor Hugo, Marcelinho Santos, Romeu D’Malandro, Marcos Barberino, Júnior Falcão, Jonas Marques, Téo Dimeriti, Ricardo Simpatia. A música traduz o enredo sobre a conscientização ecológica, com ênfase nas estrofes “É bicho morrendo queimado (ah, meu Deus) / Ipê tombado à ganância em profusão!/ Desmatam a vida, garimpam os sonhos /Maré que deságua em extinção!”.

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Desse modo, o presidente falou sobre a escolha do tema e sobre a recepção da comunidade. “O desafio também encontra-se em falar do que é novo, ou seja, fora da zona de conforto. A comunidade reagiu positivamente, pois nós somos movidos a desafios. Uma instituição da cultura popular pode contar uma história que está sendo discutido dentro da Academia. Isso é muito bacana, porque resulta em uma provocação e em alerta. A curadoria do Museu do Amanhã, por exemplo, que tem uma exposição permanente sobre o antropoceno, ficou entusiasmada e está conversando com os nossos carnavalescos”.

Mestre estreante, mas preparado

Darllan Nascimento é o novo mestre de bateria da Unidos da Ponte, encabeçando a “Ritmo Meritiense”, que recebeu as notas máximas no quesito no carnaval passado; Após ter experiências como diretor no Salgueiro e na Acadêmicos de Vigário Geral, ele pontua qual é o sentimento de comandar, pela primeira vez, uma bateria.

“É uma sensação inenarrável, pois é a minha estreia na Avenida. Eu estou realizando o meu sonho, durmo e sonho com isso”.

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Darllan detalha como será o ritmo do samba. “Nós utilizaremos os próprios elementos da bateria para fazer o musical indígena. Assim que recebi o samba, passei uma semana pensando em como montar a melodia, então estou animado”.

Em 2025, a Unidos da Ponte irá se apresentar na sexta-feira de carnaval, primeiro dia de desfiles da Série Ouro, sendo a quarta escola a cruzar a Marquês de Sapucaí.

Tambor presente na gravação do samba da Vigário Geral para o álbum da Liga-RJ

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A Vigário Geral gravou o samba-enredo para o álbum da Liga-RJ semanas antes de lançá-lo oficialmente. Com o enredo “Ecos de um Vagalume”, desenvolvido pelos artistas Alex Carvalho e Caio Cidrini, sobre o jornalista Francisco Guimarães, a equipe de reportagem do CARNAVALESCO esteve presente no estúdio em Marechal Hermes e conversou com Danilo Cezar, intérprete oficial da escola.

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Fotos: Gabriel de Souza/CARNAVALESCO

O cantor encabeça o carro de som da Vigário Geral pelo segundo ano consecutivo. Ele é uma das estrelas do carnaval de Vitória e é a terceira vez no comando em uma escola carioca, sendo o segundo ano consecutivo na azul, branco e vermelho. Desse modo, ele nos conta qual é o sentimento.

“É ótimo, porque aqui é o palco principal do samba. É maravilhoso, ainda mais na Vigário, com o meu segundo ano consecutivo, pois tenho uma boa conexão com a comunidade. Neste momento, é retribuir o carinho”.

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A obra é assinada pelos compositores Marcelinho Santos, Tem-Tem Jr, João Vidal, Romeu D’Malandro, Julio Cesar, Telmo Augusto, Mauricio Amorim, Marcos Barbeiro, Edu Casa Leme, Ricardo Simpatia e Totonho. A música traduz a sinopse do enredo baseada na escrita de Francisco Guimarães, conhecido como Vagalume. Ao falar sobre as andanças noturnas do jornalista pelas regiões periféricas do Rio de Janeiro, o samba exalta a negritude presente na cultura brasileira. Sendo assim, Ismar pondera os ânimos da comunidade em relação ao enredo.

“Em certos momentos, nós precisamos dar um passo para trás e escutar a nossa comunidade. Neste ano, não foi diferente com. Nós fizemos reuniões com os diretores da comunidade para tranquilizá-los e explicar sobre o enredo. Acredito que a maioria gostou, pois estão chegando junto, já que a procura está grande para o desfile”, disse Ismar Silva, um dos três diretores de carnaval da escola.

Tambor presente

O mestre de bateria Luygui retorna no comando da “Swing Puro”, após gabaritar o quesito no último carnaval. Ele nos fala sobre qual é o sentimento de gravar o samba para o próximo ano. “É sempre uma honra estar servindo a Vigário Geral. Para mim, é uma alegria estar à frente da bateria ‘Swing Puro’ e estar, mais um ano, gravando o álbum”.

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O enredo também foca nas religiões de matriz africanas presentes no subúrbio carioca. Uma das partes do samba-enredo possui um ponto de macumba para Exu Tranca Rua. Mestre Luygui, então, comenta sobre como a bateria irá levar o ritmo dos terreiros para a Sapucaí.

“Nós iremos utilizar o tambor na gravação, porque o samba tem um ponto de macumba, então, nessa parte, esse instrumento estará mais forte”.

Em 2025, a Vigário Geral irá se apresentar no sábado de carnaval, segundo dia de desfiles da Série Ouro, sendo a terceira escola a cruzar a Marquês de Sapucaí.

Cacau Protásio visita barracão do Salgueiro e conhece fantasia para o Carnaval 2025

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A atriz Cacau Protásio marcou presença no barracão do Salgueiro, na Cidade do Samba, para um momento especial. Acompanhada pelo presidente da agremiação, André Vaz, e pelo carnavalesco Jorge Silveira, Cacau conheceu o croqui da fantasia que usará no Carnaval 2025, em seu segundo ano consecutivo como musa da escola. Jorge Silveira apresentou detalhes do figurino e revelou o papel de destaque que a atriz desempenhará no desfile.

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Foto: Divulgação/Palmer Assessoria de Comunicação

“Cacau vai representar uma personagem muito importante de destaque na cultura de fechamento de corpo. Não posso falar mais, é surpresa e com certeza vai emocionar”, disse o carnavalesco.

De vermelho e branco, a atriz destacou o significado de ser uma musa plus size no Carnaval: “Ser uma musa plus size no Carnaval é mais do que uma realização pessoal; é representar tantas mulheres que, assim como eu, querem se sentir lindas, amadas e valorizadas. É mostrar que a beleza não tem tamanho. Quero inspirar mulheres de todas as formas e histórias, mostrando que todas podem ocupar esse lugar de destaque no Carnaval”, afirmou.

Além disso, Cacau compartilhou sua longa relação com a escola. Crescida nos arredores da quadra e frequentadora desde a infância, ela falou emocionada sobre o vínculo com a Academia do Samba:

“O Salgueiro é uma paixão de família. Lá em casa, todo mundo é salgueirense. Eu sempre frequentei a quadra desde criança; meus tios me levavam. Sempre fui fascinada por esta agremiação e conheço bem a história dessa grande escola. Ser musa do Salgueiro é a prova de que a escola reverencia suas raízes. Sou grata demais pelo convite e por viver esse momento com o meu povo”, declarou.

Em 2025, a Vermelho e Branco levará à Marquês de Sapucaí o enredo “Salgueiro de Corpo Fechado”, criado e desenvolvido pelo enredista Igor Ricardo e pelo carnavalesco Jorge Silveira. A narrativa mergulha nas tradições místicas e espiritualistas que prometem proteger o corpo contra males físicos e espirituais, conectando influências africanas, europeias e indígenas da cultura brasileira.

O Acadêmicos do Salgueiro será a terceira escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval, 3 de março de 2025.

Será a criptografia o futuro dos casinos online?

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Mesmo que não preste muita atenção à indústria dos casinos, já deve ter ouvido falar do potencial impacto da criptografia neste setor. O que começou por ser meras moedas digitais está agora a mudar a forma como os jogadores desfrutam do entretenimento – falemos de transações rápidas, maior privacidade, e assim por diante. E se olhasse para os números, ficaria surpreendido ao perceber que o tamanho do mercado dos cripto-casinos atinge o pico de um quarto de mil milhões de dólares, de acordo com pesquisas recentes.

Como se isto não bastasse, o interesse nos casinos Bitcoin aumentou quase quatro vezes entre 2019 e 2021. No Bacana Melhores Sites de Cassinos apenas encontrará casinos que já permitem este método de pagamento. Pode imaginar como estão as coisas agora, dado que mais pessoas têm criptografia em comparação com anos anteriores. E se se está a perguntar o que o futuro lhe reserva, não precisa de se preocupar mais. Este artigo ajudar-nos-á a compreender como a criptografia pode afetar a indústria dos casinos e outros insights surpreendentes.

A necessidade crescente de melhores experiências para o cliente

Qualquer pessoa que esteja no mercado há tempo suficiente concordará que não sobreviverá se negligenciar a experiência do cliente. Na verdade, sabia que, de acordo com o SuperOffice CRM, cerca de 86% dos clientes estavam dispostos a gastar mais apenas para ter uma excelente experiência? Como cliente, quer definitivamente descobrir o valor de cada moeda gasta.

Isto explica porque é que provavelmente já viu o surgimento de sites como a Superbet, onde os jogadores não precisam de usar IDs para se verificarem. Isto elimina o incómodo de ter de usar muita papelada e verificações de identidade que são comuns nas plataformas tradicionais. Não quer aceder aos jogos de qualquer lugar; também quer aceder à diversão quase que instantaneamente.

Tais experiências podem melhorar a competitividade de uma plataforma, uma vez que a Zendesk sugere que mais de setenta por cento (72) dos compradores esperam serviços imediatos. A pesquisa prossegue destacando que as marcas que se focam na experiência do cliente tendem a registar mais 60% de lucros do que aquelas que não o fazem. Mas se os clientes encontrarem apenas uma experiência negativa, poderá acabar por perder mais de metade delas.

A criptografia tem uma forma de garantir que os jogadores podem aceder às transações de forma rápida e barata – características que são muito procuradas no nosso mundo contemporâneo. Por causa disso, poderemos ver mais operadores a adotar a tecnologia para se manterem relevantes.

Outros factores que podem contribuir para uma maior difusão da criptografia no sector dos casinos:

Alcance global

Tem acompanhado as discussões sobre a inclusão financeira global? Tal como está, a FinDev Gateway acredita que cerca de 76% da população adulta mundial tem contas financeiras. Embora se trate de um aumento significativo em relação a 2011, quando era de apenas 51%, existe ainda um número considerável de indivíduos que não têm acesso a serviços financeiros.

Tais desafios são cruciais porque avanços como a tecnologia móvel tornaram possível às pessoas aceder a diferentes serviços, incluindo o jogo, com o toque de um botão. Mas como jogar se a plataforma exige que deposite através de uma conta bancária que não possui? É aí que entra a criptografia. Permite-lhe participar nos seus jogos favoritos sem necessariamente possuir uma conta bancária.

Assim sendo, poderemos ver operadores que procuram um apelo global a adotar moedas digitais para captar públicos que se sentem excluídos financeiramente. O outro lado bom das moedas digitais é que são convenientes para remessas transfronteiriças mais rápidas e baratas.

Segurança

Imagine as potenciais ameaças que os atores veem num setor como o do casino online, que o Statista espera que cresça cerca de 6,47% nos próximos cinco anos. Seria de esperar que os atores fossem atraídos por isso. Há apenas cerca de quatro anos, um estudo destacou que ocorreram mais de 250 milhões de ataques na indústria do jogo. O mesmo estudo sugeriu que o número aumentou 685% no passado recente.

Por que razão estas estatísticas são importantes? Para mostrar a necessidade indiscutível de ter cautela ao jogar. A encriptação ajuda a minimizar a potencial exposição a fraudes, em primeiro lugar porque não exige que forneça informações pessoais confidenciais, como os dados do cartão de crédito.

Além disso, as moedas digitais utilizam recursos criptográficos que aumentam a segurança e garantem que as transações são anónimas. Que outras notícias melhores gostaria de ouvir do que esta, especialmente se é um fã de tecnologia? Estes benefícios de segurança poderiam, na verdade, fazer com que mais operadores adotassem criptomoedas.

Transparência e justiça

Um dos problemas que este setor enfrenta há vários anos é a manipulação dos resultados dos jogos. Mas graças à tecnologia blockchain, os contratos inteligentes podem ajudar a aplicar automaticamente as regras de um determinado jogo. Desta forma, os jogadores podem percecionar a sua plataforma como fiável, o que pode levar a um melhor desempenho do negócio.

Pensamento final

Era quase inacreditável pensar que as moedas digitais poderiam afectar muitas indústrias anos depois de terem surgido em 2009. Mas é exactamente isso que está a acontecer, e a indústria dos casinos é apenas um dos muitos sectores que beneficiam desta tecnologia intrigante. Quando olhamos para os próximos anos, talvez mais operadores recorram às moedas digitais para aumentar a sua competitividade.

Carol Padilha é a nova rainha de bateria da Acadêmicos de Vigário Geral

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A Acadêmicos de Vigário Geral anunciou Carol Padilha, princesa do Rio Carnaval 2024, como nova rainha de bateria da escola para o desfile do ano que vem. Ela estará à frente da bateria “Swing Puro”, comandada por mestre Luygui.

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Foto: Divulgação/Vigário Geral

”Estou imensamente feliz e grata pela oportunidade de ser a nova rainha de bateria da Acadêmicos de Vigário Geral. Sei que a história, a paixão e o amor pelo samba são fortes nessa comunidade, e é com muito respeito que chego para somar e crescer com todos vocês. Quero aprender com a bateria ‘Swing Puro’, com cada ritmista, e fazer com que juntos possamos brilhar e mostrar a força do nosso pavilhão. O meu compromisso é com todos que fazem parte dessa comunidade incrível. Vamos escrever juntos mais um capítulo dessa linda trajetória!”, disse Carol Padilha.

Portela Convida recebe Acadêmicos do Grande Rio nesta sexta

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Dando continuidade a mais uma edição do Portela Convida, nesta sexta-feira, a partir das 22h, a Azul e Branca de Oswaldo Cruz e Madureira abrirá suas portas para receber, diretamente da Baixada Fluminense, a Acadêmicos do Grande Rio. Para abrir o evento, o grupo Som dos Crias irá esquentar o clima e em seguida, todo público presente irá assistir o show da anfitriã da festa, a Portela, com apresentação de todo seu elenco.

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Foto: Magaiver Fernandes/Divulgação Portela

A noite segue com um show especial da Tricolor de Caxias, que levará ao palco da Majestade do Samba os clássicos como “Amazonas, o Eldorado É Aqui” (2006), “Das Arquibancadas ao Camarote Número 1, Um Grande Rio de Emoção, na Apoteose do Seu Coração” (2010), “Tata Londirá: O Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias” (2020), e claro, o samba campeão de 2022, “Fala, Majeté! Sete Chaves de Exu”. Para coroar a noite, a Grande Rio fará a apresentação do samba de 2025, do enredo “Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós”, elaborado pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora.

A quadra da Portela fica localizada na Rua Clara Nunes 81, em Madureira e a venda de ingressos está disponível no site Bilhete Digital ou na bilheteria da agremiação.

Serviço
Portela Convida com Grande Rio
Data: 06 de dezembro (Sexta-feira)
Horário: A partir das 22h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso: A partir de R$ 20
Mesa com quatro lugares: R$ 90 (entradas já incluídas) Camarote superior (com 15 lugares): R$ 550
Ingressos pelo site Bilhete Digital

Unidos de Padre Miguel ensaia nesta sexta no Ponto Chic

Focada em aperfeiçoar ainda mais o canto de sua comunidade, a Unidos de Padre Miguel realizará nesta sexta-feira, mais um ensaio de rua, em Padre Miguel. Com concentração a partir das 21h, a direção do Boi Vermelho convoca toda comunidade e segmentos para mais um treino de harmonia e evolução, no ponto mais tradicional do bairro, o Ponto Chic.

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Foto: S1- Fotografia e Comunicação/Divulgação UPM

Vale lembrar que a agremiação ainda está recebendo inscrições de componentes para suas alas de comunidade. Interessados podem se inscrever na próxima segunda-feira (9), na quadra da escola, das 18h às 22h, com a direção de Harmonia, basta levar 2 fotos 3x 4, xerox do RG, xerox do comp. residência, além da taxa de R$50,00.

No carnaval de 2025, a Unidos de Padre Miguel levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “EGBÉ IYÁ NASSÔ”, uma homenagem à história afro-brasileira e ao legado de Iyá Nassô, precursora do candomblé no Brasil, de autoria dos carnavalescos Alexandre Louzada e Lucas Milato. A UPM será a primeira escola a desfilar no domingo, marcando seu retorno no Grupo Especial após 52 anos.

Unidos da Tijuca inicia ensaios de rua nesta quinta-feira

Restando pouco menos de 90 dias para a Unidos da Tijuca pisar na Marquês de Sapucaí, a agremiação passa a intensificar ainda mais os seus ensaios de comunidade buscando o retorno do desempenho alcançado nos últimos desfiles nos quesitos Harmonia e Evolução. A agremiação ensaiará na rua todas as quintas-feiras até o carnaval. A concentração acontece às 19 horas na quadra da escola localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47, próximo a Rodoviária Novo Rio, no Santo Cristo.

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Foto: Mauro Samagaio/Divulgação Tijuca

Focada em adquirir excelentes resultados, os trabalhos não cessam na Unidos da Tijuca, que até o final de novembro focou seus treinos no canto da escola dentro da quadra e agora passa a trabalhar com intensidade os quesitos de chão visando aprimorar a questão de técnica de desfile, canto e dança.

“Elaboramos um planejamento que foi iniciado em outubro e vem preparando todos os componentes da escola para cantar com imponência nosso samba-enredo e mostrar a garra e a emoção dos nossos segmentos”, explica o diretor de harmonia Allan Guimarães.

O ensaio acontece atrás da quadra da agremiação na rua Via D1 – Santo Cristo. A agremiação conseguiu liberação da rua mais cedo com a CET-Rio, um antigo pedido dos componentes, para que todos possam retornar mais cedo para o lar. Sendo assim, os treinos iniciam impreterivelmente às 21 horas.

A Unidos da Tijuca será a primeira escola a desfilar na segunda-feira de carnaval, dia 03 de março, pelo Grupo Especial com o enredo ” “Logun-Edé: Santo Menino que Velho Respeita” de desenvolvimento do carnavalesco Edson Pereira.

Discursos e homenagens marcam a abertura da Semana do Samba na sede da Liga-SP

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O Dia Nacional do Samba foi marcado pela abertura da Semana do Samba promovida pelo departamento de velhas-guardas da Liga-SP na noite de segunda-feira. O coquetel organizado pela entidade em sua sede, localizada na Fábrica do Samba, reuniu a imprensa e baluartes de várias agremiações, sendo precedido por discursos de lideranças e homenagens a nomes que marcaram a história do carnaval de São Paulo no anfiteatro. Serão quatro dias de simpósios, com ciclos de encontros e palestras da velha guarda do carnaval de São Paulo no local, tratando de temas como as origens, tradições e rituais relacionados às escolas de samba e aos sambistas, além os elementos que regem a organização dos desfiles e da visão das agremiações como empresas. A abertura da Semana do Samba contou com discursos de representantes do departamento de velhas-guardas, representantes das escolas de samba e do presidente da Liga-SP Sidnei Carriuolo, além das homenagens ao jornalista Clóvis Messias, Albertino Alves da Silva, o Seo Beto da Nenê de Vila Matilde e Maria Aparecida dos Santos, a Tia Nena do Brinco da Marquesa.

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Fotos: Gustavo Lima/CARNAVALESCO

Trazer o conhecimento do passado e as famílias de volta ao samba

O primeiro discurso da noite no anfiteatro da Liga-SP foi de Raimundo Pereira da Silva, o Mestre Mercadoria, um dos maiores diretores de harmonia da história do carnaval de São Paulo. O baluarte conversou com o CARNAVALESCO sobre a importância de a principal entidade do carnaval paulistano abrir esse espaço para as velhas-guardas transmitirem seus conhecimentos.

“A função da Liga das Escolas de Samba de São Paulo é essa mesmo. É trazer, através das velhas guardas, o conhecimento não do futuro, mas do passado. Se existe a Liga das Escolas de Samba, se existe escola de samba, é porque lá atrás alguém fez alguma coisa, que foi a velha guarda. Essa abertura que a diretoria da Liga, através do presidente Sidnei, está dando, é para a gente mostrar para a juventude que para chegar aonde nós chegamos, para o carnaval de São Paulo chegar aonde chegou, houve uma luta muito grande. Não foi à toa que a gente conseguiu esse espaço. Foi com a verdade, foi com seriedade, foi com trabalho, e hoje a gente alcançou um fruto. Essa abertura de hoje e o seminário que vai acontecer é para mostrar para todos a fórmula que foi para alcançar esse sucesso. Nós vamos falar da iniciativa privada, nós vamos falar do encontro tanto do passado como do futuro e principalmente o porquê de toda essa tradição, o porquê dessa cultura, dessa coisa nossa que é brasileira, que só o Brasil faz, que é a escola de samba. Escola de samba é uma cultura nossa. Eles estão imitando lá fora, mas não vão conseguir chegar aonde nós chegamos. A importância de tudo isso, essa abertura da Liga, não é só para as pessoas que estão dentro do carnaval, mas aquele leigo que quer conhecer alguma coisa sobre escolas de samba, sobre essa cultura inexplorada ainda. Só conhece a cultura das escolas de samba quem está dentro da escola. As pessoas acham que a escola de samba termina o desfile, acaba, aguarda tudo e daqui 365 dias volta. Não, é o ano todo. Escola de samba não para de trabalhar, a máquina não para de girar, ela gira os 365 dias do ano. É falácia falar que a escola de samba é coisa de vagabundo, é folia. Não é folia, não é vagabundo, é cultura, cultura mesmo. Infelizmente isso está enraizado, como tudo nesse país. Cria-se uma falácia e as pessoas acreditam. Eu convido todo mundo: quer saber o que realmente é uma escola de samba? Vem aqui na Liga. Nós vamos mostrar os barracões de 14 escolas trabalhando 24 horas por dia para montar um espetáculo para levar para a Avenida. Essa é a realidade do carnaval de São Paulo, das escolas de samba de São Paulo”, declarou.

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Mestre Mercadoria se criou no samba e no samba criou sua família. É pai do mestre de bateria Renato Fuskão e da porta-bandeira Adriana Gomes, que seguiu os passos da mãe Maria Gilsa. Transmitir o legado familiar para as próximas gerações é um desafio, e para o baluarte a iniciativa da Liga-SP de promover o Desfile das Crianças em 2025 pode ser uma ferramenta para atrair os jovens para mundo das escolas de samba.

“Aqui em São Paulo nós temos várias atrações que a juventude tem acesso. O nosso público juvenil, infantil, hoje não está voltado só para a escola de samba. Ele vai para o bloco, ele vai para o funk, ele vai para o rap, é bem diversificado, é um leque muito grande de diversões para ele. Antigamente eu levava meus filhos para a escola de samba, eles não iam para outro lugar, tanto é que uma é porta-bandeira, outro é diretor de bateria. Hoje não, hoje o filho não quer ir com o pai para a escola de samba, ele quer ir para a balada. Essa renovação pode crescer mais agora com a criação aqui em São Paulo do desfile das crianças a partir do ano que vem. Isso vai ser um chamamento para que os nossos jovens, as nossas crianças, voltem para as escolas de samba como era antigamente. A gente tinha muitas crianças, por isso que eu digo que meus filhos foram criados dentro da escola de samba, dentro do Rosas de Ouro. Hoje um é diretor de bateria do Rosas de Ouro e da Imperador do Ipiranga, outra é porta-bandeira da Mancha Verde. Mas por quê? Porque no passado eu levava eles para a escola de samba. Hoje o pai ou a mãe, se forem no carnaval, se estiverem dentro do carnaval, participarem da escola de samba, até tentam levar. Não é que levam, tentam, porque aí o filho: ‘ah, não vou, vou com meus amiguinhos não sei onde e tal’. Eu acho que também não é culpa dos blocos. Arrastaram muita gente das escolas de samba, elas perderam muitos componentes para os blocos, até porque é mais simples, é mais fácil desfilar nos blocos. No bloco você pode tudo, não tem um diretor de harmonia te enchendo o saco para cantar, para dançar, você não pode beber, você não pode fazer nada e no bloco pode fazer tudo. O trabalho nosso agora é para resgatar essas crianças, por isso é fundamental o desfile das crianças a partir do ano que vem”, afirmou.

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Necessidade de documentar a história

Embaixador, grão-mestre, cidadão do samba. São tantos os títulos merecidos para se referir a Gabriel de Souza Martins, o Mestre Gabi, lendário mestre-sala do Camisa Verde e Branco. Em seu discurso no anfiteatro da Liga-SP ele foi enfático ao clamar aos sambistas presentes que documentem suas histórias para que o conhecimento seja preservado para as futuras gerações. Questionado sobre a importância de manter viva a história do carnaval através de registros, o baluarte mencionou a preocupação de se manter tamanho legado apenas através da tradição oral e citou exemplos que mostram a necessidade de fortalecer as escolas de samba como entidades culturais.

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“Nós pretos não temos essa prática de estar escrevendo. Nós falamos e guardamos na cabeça, e isso é ruim. Nós nunca tivemos oportunidade de fazer livros, de documentar. A gente não tem essa expertise, é por isso que nós perdemos muito conhecimento. Tenho tantos amigos que já se foram e muitas coisas eles levaram. Às vezes nós sentávamos conversando, mas eram tantas coisas que surgiam de carnavais passados, de como poderia ser, dando opiniões que hoje a gente vê que muita gente está usando, mas nada disso foi documentado. Eu tenho essa preocupação sim de fazer documentários, de me chamar mais para o lado cultural. O lado do espetáculo já não me preocupa mais porque o espetáculo está aí. Agora, vou perguntar: você sabe por que nós desfilamos, a escola de samba desfila no carnaval? Porque nós não tínhamos a oportunidade de manifestar a nossa cultura fora do carnaval. Por quê? Quando você encontrava o pessoal fazendo uma batucada, a polícia ia, cortava o surdo, cortava tudo, não deixava, era considerado bagunça. ‘Que bagunça é essa?’, e furava tudo. O carnaval, na verdade, é a festa da carne. Era onde a gente podia se manifestar sem ter essa preocupação deles chegarem e furarem os nossos instrumentos. Aqui você via o pessoal do corso lá na Paulista e nós não podíamos participar do corso. Primeiro porque não tinha carro, segundo porque não era bem-vindo. Então fazia-se o Vai-Vai ali embaixo no Bixiga, fazia-se aqueles cordões, a nossa manifestação cultural aqui na Barra Funda porque, nessa época, nós não sofríamos tanto, podíamos fazer porque era a festa da carne mesmo. Por isso que falam que o carnaval é profano. O desfile, o carnaval, eu não discuto. Eu discuto desfile de escola de samba. É cultura, é totalmente cultural. Quando você vê o enredo, e quando o Getúlio Vargas ainda colocou: ‘ah, vai ter escola de samba? Tem? Então, tá bom. Vocês são obrigados a falar só de temas nacionais’. E foi com isso que aconteceu uma curiosidade: Você sabe por que muita gente que é analfabeta sabe de muita coisa? Pelas escolas de samba, pelos enredos. O que se pensava era isso. ‘Ah, vamos falar de D. Pedro I?’ ‘Vamos falar do descobrimento do Brasil?’ ‘Vamos.’ ‘Então, para falar do descobrimento nós temos que falar dos índios, nós temos que falar dos portugueses’. Aí, um dia eu perguntei: ‘o que é Santa Maria, Pinta e Niña?’ ‘Ah, nunca ouvi falar.’ ‘Você já estudou a história do Brasil?’ ‘Já.’ ‘Nunca viu falar? São as três naus que vieram com Cabral.’ ‘Ah, puxa vida!’ Eu estive numa ETEC há pouco tempo falando para eles o porquê que desfile de escola de samba é cultura, e eles falaram: ‘que nada, mestre, carnaval é bagunça’, aí eu fui explicar. Nós fizemos até um enredo dentro da sala de aula, e aí eles: ‘puxa vida, é mesmo! Agora eu vou prestar atenção.’ Muita gente não presta atenção, só canta o samba. Canta o samba, mas não sabe a profundidade. A gente precisa mostrar para eles o que é a nossa cultura”, disse o mestre.

Preservação das tradições

Uma das preocupações mais citadas nos discursos realizados foi a necessidade de se preservar as tradições carnavalescas. Da concepção do primeiro regulamento oficial do carnaval paulistano à menção a um debate ocorrido sobre a possibilidade de se remover a obrigatoriedade do uso de um instrumento de mão pelo mestre-sala, os baluartes clamaram pela necessidade de cautela quanto às renovações no carnaval. O jornalista Clóvis Messias, um dos homenageados na cerimônia, destacou que manter vivas as tradições do carnaval é preservar a história do Brasil.

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“Só as tradições que fizeram com que a gente pudesse crescer e se desenvolver. Quando você fala em manter as coisas antigas falam é coisa de velho. Não, as coisas antigas são cultura, são a história do Brasil. Nós pegamos os folguedos, dessas brincadeiras todas que estão por aí e trazemos para mostrar para as crianças. Todo menino de escola, de rua, que está jogando bola, esse menino vai vir fazer o quê? Vai saber o que é um folguedo, vai começar a discutir a brincadeira na escola, vai no ensaio da escola, começa por aí. Hoje eles não vão mais, é só nós falarmos e oferecermos. Por exemplo, falaram do instrumento do mestre-sala, a pessoa não sabe a função dele, não tem noção, e o que é? É porque ele está com a dama, está fazendo um cortejo para que ela possa evoluir, mostrar para o povo como é que se samba, o que é arte, como é que se tem cultura, também é um gesto de cavalheiro. As pessoas não têm noção, falam que ele vai cair. Se cair, põe para fora porque ele não é mestre-sala. É difícil entender isso? E outra coisa: cuidado com a renovação. A renovação é alguma coisa que pode tirar um pouco da história do Brasil, um pouco da sua função, da sua vida aqui nesse mundo. Nós precisamos trabalhar com tudo isso na cabeça. Vai confrontar? Algum cara fala: ‘eu tenho tanto tempo de escola e vou falar’. Não vai falar, pode mandar falar comigo. Eu saio desde 9 anos de idade e estou com quase 85, saio no samba há 70 anos, sem problema nenhum. Meu pai fazia os instrumentos junto com Seo Nenê. Naquela época você não comprava na esquina, tinha que fazer esses instrumentos. Isso era uma brincadeira gostosa, era uma atividade bonita, tanto que quando fui estudar no Rio eu estava meio dormindo e não sabia o que fazer, até que ele me chamou e falou: ‘o que você vai fazer? Eu vou te levar no samba’. Ele me levou no Salgueiro e eu deslumbrei, aí depois eu ia no Império sozinho. Mas eu primeiro tive que ter um toque. Eu tive o toque, aí agora virou. E quem foi? Era um cara que me levou, que conseguiu perceber. Por quê? Você sabe quando o cara vive no samba, o olhar dele reflete, o olhar dele traz, você sabe que ele tem algo a mais que você não nota porque você não foi moleque ali junto, trabalhando. Isso tudo vem vindo e facilita o nosso entendimento, facilita a nossa fala, facilita com que a gente mostre para as pessoas e consiga fazer com que alguém entenda que isso não pode ser perdido. Apenas isso, nada mais do que isso”, afirmou.

Isabella Arantes estreia como musa do Salgueiro no Carnaval 2025

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A influenciadora digital e bailarina Isabella Arantes fará sua estreia no Carnaval Carioca como musa do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro em 2025. Conhecida por sua elegância e carisma, Isabella, que também é assistente de palco do programa Domingo Legal, do SBT, promete brilhar na Marquês de Sapucaí, representando a força e a energia da Academia do Samba.

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musa salgueiro
Foto: Divulgação/Salgueiro

Esta será a primeira participação de Isabella no Carnaval do Rio de Janeiro, marcando uma nova fase em sua trajetória no samba. Antes disso, a paulista de Aparecida do Norte, no interior do estado, se destacou no Carnaval de SP ao desfilar na Gaviões da Fiel. A influenciadora de 26 anos acumula mais de 1 milhão de seguidores no Instagram.

“Não sei explicar tamanha alegria! Estou com o coração acelerado e explodindo de felicidade por fazer parte da família salgueirense. Quero viver cada momento, sentir essa magia do Carnaval Carioca, brincar, sorrir, cantar, sambar e, juntos, brilharmos no maior espetáculo da Terra, com o Torrão Amado e ao som da Bateria Furiosa!”, declarou Isabella.

Sob o enredo “Salgueiro de Corpo Fechado”, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira, Isabella integrará o desfile que mergulha nas tradições místicas e espiritualistas do Brasil. O Salgueiro será a terceira escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval, 3 de março de 2025.