Início Site Página 1612

Baianas retratam discussão sobre intolerância religiosa em desfile da Mangueira

876

baianasmangueira

A Estação Primeira de Mangueira levou para a Avenida o enredo “A verdade vos fará livres” no qual evidência mais de uma face de Jesus que, agora, ressuscita na comunidade da Mangueira exaltando os humildes, com coragem e com amor. Além disso, a escola promoveu um debate sobre as diretrizes que as religiões estão tomando, tanto na parte de opressão ao próximo quanto na intolerância religiosa que aflige crenças ditas subversivas ao que o ocidente acostumou-se a enxergar como o certo e verdadeiro.

Sendo assim, a campeã do carnaval de 2019 escolheu a ala das baianas para representar o pesado fardo de carregar a cruz da opressão e evidenciar as religiões de matrizes africanas. O conjunto era de fácil entendimento e caracterizava as baianas do jeito mais tradicional, retornando as raízes do religião.

Na fantasia, a inspiração em Oxalá era nítida. A saia era branca com tecidos de renda e na borda a coloração imitando ouro. Na altura do peito, um grande laço com mais alguns babados com a mesma cor com a palavra “Oxalá” escrita e a presença de búzios reafirmam a religião. Nos pulsos, braceletes na cor amarela, davam um brilho a mais na hora do giro e na mão, um leque feito de palha.

Nas costas das baianas, a presença de uma enorme cruz com a coloração dourada dava um peso a mais na fantasia e quando executado o giro, o efeito luminoso – em consequência da iluminação da Sapucaí – ressaltavam a riqueza dos matérias e sua confecção. Por fim, a cabeça era coberta por um pano branco e com pequenas “cordas” tapando os seus rostos em uma referência direta à Oxalá, a figura referente a de Jesus Cristo em religiões de matrizes africanas.

Componente da ala, Maria Nazaré, que desfila desde 1989 na escola e chega ao seu terceiro ano na ala das baianas, falou sobre a emoção de fazer parte dessa ala tão tradicional.

“Quando entrei na Mangueira já sonhava em ser baiana, mas a oportunidade não aparecia. Três anos atrás, consegui entrar e agarrei essa oportunidade. Fantasia de baiana nunca é leve e essa é volumosa, mas quando a gente entra na Avenida parece que tudo fica mais leve e só vamos seguindo!”, revelou Maria Nazaré.

Ensaboou! Viradouro faz desfile ‘quase impecável’ para buscar o título no Grupo Especial em 2020

0

viradouro desfile 2020 101 Copy

Por Guilherme Ayupp. Fotos: Allan Duffes, Isabel Scorza e Magaiver Fernandes

Um banho de bom gosto. Essa frase pode definir com exatidão o que fez a Unidos da Viradouro em seu desfile no Grupo Especial neste domingo. Novamente, como a segunda a desfilar, tal qual em 2019, a agremiação deu um bico nas estatísticas (que colocam escolas com esse posicionamento de desfile em colocações ruins) e fez uma apresentação arrebatadora. O conjunto plástico criado por Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira é seguramente um dos maiores já levados pela Viradouro em um desfile.

O desfile beirou a perfeição. Porém, alguns deslizes podem comprometer o sonhado título. Ainda mais se tomarmos em conta que o Grupo Especial é muito equilibrado. Um buraco na altura do segundo módulo de julgamento e a última alegoria que passou apagada boa parte da avenida são pequenos detalhes no mar de bom gosto, mas que contam na hora da apuração, embora tenha o descarte da nota mais baixa e mais alta de cada quesito. A Unidos do Viradouro apresentou o enredo ‘Viradouro de alma lavada’ e concluiu sua apresentação com 66 minutos.

Comissão de Frente

viradouro desfile 2020 095 Copy

Uma boa comissão é aquela em que o enredo está resumido nela. E a Viradouro novamente conseguiu fazer isso com Alex Neoral, um dos mais competentes coreógrafos do carnaval. ‘Velhos areais de nossos ancestrais’ foi título da apresentação. proposta era caracterizar as zungueiras lavadeiras, ancestrais das lavadeiras, vindas da África. No requebro do corpo saudavam Oxum.

viradouro desfile 2020 055 Copy

A apresentação aliou tradicionalismo, dança e o fator surpresa que hoje é praticamente uma obrigação em comissões competitivas. No primeiro momento da apresentação as dançarinas evoluíam com roupas no tom marrom claro com bacias nas mãos. Depois arrancavam aquelas vestimentas e por baixo indumentárias muito coloridas. No último terço da apresentação, elas subiam no elemento alegórico de apoio, que revelava um aquário com um sereia que nadava com muita sensualidade, jogando água para cima. arrancando aplausos do público. A apresentação cometeu um pequeno deslize no módulo 1, quando um das bacias foi amassada quando o aquário subiu. A escola pode perder décimos, mas eles podem ser descartados, uma vez que o julgamento prevê o descarte da maior e menor notas e nos demais módulos tudo correu perfeitamente bem.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

viradouro desfile 2020 006 Copy

Um bálsamo para os olhos poder assistir a evolução e o bailado de Julinho e Rute. Uma apresentação firme, tradicional e perfeita. Com a fantasia ‘O sol para a liberdade’ eles protagonizaram a luz do amanhecer e mostraram a importância do sol para a prática do ganho das escravas lavadeiras. Julinho e Rute formam um dos melhores casais do carnaval não é à toa. As terminações de movimentos estiveram perfeitas, a troca de olhares e o romance entre eles foi de emocionar. Cantando o samba todo o tempo, sorrindo, apresentando o pavilhão corretamente. Três apresentações perfeitas.

viradouro desfile 2020 098 Copy

Enredo

viradouro desfile 2020 110 Copy

A Viradouro iniciou o desenvolvimento de sua proposta narrativa através do setor ‘Prelúdio das águas’. A intenção dos carnavalescos era fazer um mergulho nas águas da lagoa do Abaeté e no mar de Itapuã. O resgate de ganhadeiras históricas evidenciam o que estava por vir. O requinte e o bom gosto de Tarcísio e Marcus, com um setor inteiramente dourado. Em seguida veio o setor ‘Bando do Mercadejo’ trouxe os diversos ganhos das ganhadeiras, tudo com uma riqueza grande de detalhes nos figurinos e muita leitura.

viradouro desfile 2020 076 Copy

A partir do terceiro setor, ‘Caixinheiros de terreiro’, a escola decide mostrar os terreiros que se tornam ateliês para a produção de manufaturas. Em seguida veio o quarto setor, ‘Festa na aldeia’, quando o enredo passou a mostrar as manifestações folclóricas que influenciaram o surgimento do grupo das ganhadeiras. No setor cinco, ‘Sagrada-matriz, ‘ as festas dos padroeiros São Tomé e Senhora de Santana à Conceição. Para encerrar a proposta do enredo veio o setor ‘Os tesouros do Brasil’, onde outros grupos folclóricos formados por mulheres passaram pela avenida.

viradouro desfile 2020 049 Copy

Setores bastante claros na proposta com a leitura vista na avenida bastante coerente em relação àquilo que foi defendido no livro abre-alas. Enredo de densidade cultural, que bebe muito na fonte do feminismo, tema atual que permeia a sociedade brasileira. Tudo com o requinte e bom gosto que se esperam de um desfile do Grupo Especial.

Fantasias

viradouro desfile 2020 041 Copy

Sem qualquer sombra de dúvida foi o grande destaque do desfile. Poucas vezes se viu a Viradouro tão luxuosa na Sapucaí. Certamente vai ser um dos melhores conjuntos de fantasias deste ano, mesmo restando muitas escolas para passar na avenida. Foi tanto bom gosto que fica até difícil citar alas que se destacaram, sob o risco de cometer injustiças. Para fazer isso podemos apontar um de cada setor. No primeiro, a ala ‘Pai pescador’, no segundo o destaque foi a ala ‘Fuá da marcação’, sem falar nas baianas quituteiras. A sequência permanece com a ala ‘bugingueiros de artefatos’, no setor 3, ‘Malê Debalê’, a bateria, no quarto, ‘Festejo de Santana’ no quinto e “Cantadeiras do Sisal’ no sexto e último.

Alegorias e adereços

viradouro desfile 2020 030 Copy

Conjunto grandioso, que facilitou a compreensão do enredo corretamente. O abre-alas era impressionante, inspirado em elementos do barroco baiano pr mostrar o prelúdio das águas. O segundo carro trouxe bicas em neon, simulando quedas d’água. Recurso muito criativo que deu grande realismo à alegoria. O terceiro carro foi um dos mais belos do conjunto todo, em prata predominante e uma iluminação que fazia a alegoria ter vários tons.

viradouro desfile 2020 023 Copy

A quarta alegoria representava a formação cultural do grupo das Ganhadeiras, surgido em 2004. ‘Nas escadas da fé é a voz da mulher foi o quinto carro’. Lamentavelmente a última alegoria do desfile, ‘As ganhadeiras de Itapuã – o xé que veio da Bahia’ passou apagado, o que pode representar perda de décimos em mais de um módulo de julgamento.

Evolução

viradouro desfile 2020 018 Copy

Quem acompanhava os ensaios de comunidade da Viradouro nas ruas de Niterói sabia que a escola viria muito forte neste quesito na avenida. De fato a evolução esteve perto da excelência. Entretanto é sabido que a Sapucaí tem seus mistérios. Um buraco se formou no módulo dois, ‘que pode prejudicar a escola. Foi notável também que algumas alas passaram mais andando que evoluindo na parte final do desfile, na altura do último módulo de julgamento.

Harmonia

viradouro desfile 2020 083 Copy

A escola passou cantando forte o samba o tempo todo. E foi possível perceber algo que raramente se vê nos desfiles de escola de samba desde que ele se globalizou. Arquibancadas e frisas sabiam a obra e impulsionaram a harmonia. A Viradouro entregou exatamente aquilo que prometeu, muito canto.

Samba-Enredo

viradouro desfile 2020 135 Copy

Excelente desempenho da obr viradourense na avenida. Zé Paulo e a bateria impulsionaram a apresentação. E tal qual era esperado antes do desfile, o ensaboa enlouqueceu o Sambódromo. Toda a escola gritava esse trecho, orgulhosa de seu samba.

Outros Destaques

viradouro desfile 2020 133 Copy

A bateria também levantou a Sapucaí com uma paradinha onde um atabaque gigante entrava no meio dos ritmistas. Um ijexá, toque de Oxum, foi realizado várias vezes no desfile. Um dos apoios de Julinho e Rute não conteve a emoção ao assistir à última apresentação do casal no setor 10. Uma cena tocante que evidencia o quanto é difícil a rotina dessas pessoas. Zé Paulo Sierra veio com uma fantasia representando a ancestralidade dos primeiros negros que chegaram no Brasil.

Fotos: Desfile da Viradouro no Carnaval 2020

0

‘Quintal de casa’ proximidade com Sapucaí dá mais garra a comunidade do Estácio

0

quintaldecasa

Cerca de um quilômetro de distância separam o Berço do Samba da Avenida Marquês de Sapucaí. O intérprete Serginho do Porto sempre lembra essa proximidade, definindo a Marquês como o quintal de casa da escola.

Essa logística representa uma comodidade na hora de preparar o desfile, ainda mais esse ano em que a escola veio maior pois desfilou no Grupo Especial.

Mas essa proximidade para muitos dos foliões traduz uma forma até de orgulho da escola mostrando sua relação com a passarela do samba. Para a administradora Mônica Santos, que desfilou na ala “história dos Parauopebas Força e Trabalho em Carajá”, é uma vantagem em relação às outras escolas.

“Acho ótimo porque está muito próximo e a gente convive sempre com a escola. A escola está sempre de braços abertos pra gente, é tudo maravilhoso. A gente até consegue tirar um pouco de onda com as outras escolas porque é pertinho”.

Para dona Joana D’arc, técnica de enfermagem e baiana da escola, esse orgulho não se traduz em sentimentos ruins como prepotência.

“Eu acho bem confortável e a gente não fica arrogante com isso. A gente acha uma facilidade, é muito bom. Só isso. É simples assim. É muito melhor você ser da comunidade, a Estácio sendo no centro do Rio, onde a gente tem acesso para tudo”.

O passista da Vermelha e Branca, André, lembra que esta questão facilita a comunidade e lembra escolas que que tem sua sede em regiões longe do sambódromo.

“Eu acho que é um privilégio por que muitas escolas são de muito longe, Santa Cruz, por exemplo, é aquele transporte, uma coisa absurda. Então, com a Estácio do lado, é o quintal. É a armação com a comunidade quase já dentro do desfile. O morro é do lado, é vizinho, e isso reflete na força da comunidade”.

Eugênio Leal analisa o desfile da Mangueira

0

Análise da bateria da Viradouro no desfile de 2020

0

Por Matheus Matttos

Segunda bateria da primeira noite, a Furacão Vermelho e Branco apostou num andamento mais firme pro desfile. A proposta de valorizar o canto da escola foi visível, mas sem deixar de apresentar complexidades de ritmo.

viradouro desfile 2020 080 Copy

Durante a execução nas cabines, duas mulheres tocando timbal apareceram de dentro de um tripé logo após o maior apagão. Além de levantar as arquibancadas, todo restante da bossa executada após foi realizada com eficiência.

Pra ajudar na precisão do apagão, um surdo de terceira no meio marcava o tempo. A entrada no recuo sofreu com algumas oscilações de andamento e falta de precisão da retomada dos leves. A apresentação na última cabine de jurados também contou com algumas falhas.

Entre os instrumentos, o chocalho mostrou um bom domínio técnico, ritmistas atentos e levada limpa. A maioria dos arranjos apresentados visavam valorizar o canto dos componentes, como o que zerava no “É Viradouro” e o apagão maior da última parte. Especificamente nesse, os ritmistas ficam 16 compassos sem tocar e voltam no mesmo andamento do canto dos componentes, uma boa precisão rítmica apresentada.

No trecho “É a voz da mulher”, os cavacos apresentaram um solo bem executado. No “ensaboa” um diferente arranjo também foi notado.

Quinta alegoria da Viradouro trouxe sincretismo religioso de Nossa Senhora das Candeias

0

O dia consagrado à Nossa Senhora das Candeias, sincretizada como Oxum nas religiões de matrizes africanas, virou tema da quinta alegoria do Unidos do Viradouro. A vermelha e branca pisou na Marquês de Sapucaí com o enredo “Viradouro de Alma lavada”, contando os pormenores da história das Ganhadeiras de Itapuã. E na alegoria 5, propôs uma alusão a lavagem das escadarias da Igreja Matriz de Itapuã, num carro repleto de simbolismos.

viradouro carro5 1

Toda baseada em branco e salmão, a composição tinha elementos religiosos, como um altar e enormes velas distribuídas por toda a alegoria. As peças estavam enfeitadas com pequenas pérolas. Na frente uma escadaria, aconteceu um ato com alguns componentes da escola durante todo o desfile da agremiação.

A integrante Roseclai Laureano, torcedora fanática da Viradouro, demonstrou repleta emoção ao distribuir flores durante a procissão.

viradouro carro5 3

“Eu representei uma lavadeira e distribui flores para os participantes da procissão em homenagem à santa. Estou apaixonada. Quando fui convidada para participar fiquei muito emocionada. Pois nutro uma devoção muito grande pela orixá”, declarou.

No topo da escadaria, uma surpresa. A imagem de Nossa Senhora das Candeias, com um manto florido, abriu seu “coração” para revelar um destaque com os trajes de Oxum. A componente era Patrícia Costa, ex-rainha de bateria da Viradouro.

viradouro carro5 2

“É um presente imenso e estou muito emocionada. Estou trazendo a orixá dentro de mim, com toda a energia da feminilidade e do amor. Nem sei se sou merecedora disso. Estou muito feliz em fazer parte deste momento com a escola, com quem eu já fui campeã em 1997”, afirmou.

Viradouro leva a sorte para a Avenida com carro em tons prateados

0

Luiz Claudioviradouro 2

A Viradouro foi a segunda escola a pisar na Marquês de Sapucaí na noite deste sábado. Seu enredo reverenciou as Ganhadeiras de Itapuã, escravas que atuaram até o final do século XIX na Bahia fazendo “lavagem de ganho”. O terceiro carro da escola, intitulado como “Joias de Crioula – A arte Metal e o Ganho da Sorte”, fez alusão às joias e adornos produzidos e utilizados por essas mulheres. Feitos à base de metal, as peças tinham o objetivo de enfeitar de trazer sorte.

A alegoria da agremiação vermelha e branca de Niterói era toda prateada, com muitas pedrarias, flores e elementos espelhados. Brincos, cordões e anéis metálicos, joias conhecidas como balangandãs, pendiam de várias partes da estrutura do carro. Na frente, uma grande escultura de uma mulher enfeitada com alguns desses acessórios feitos de metal.

Nas laterais, uma enorme escadaria abrigava componentes vestidos com coloridas fitas do Senhor do Bonfim, além de um chapéu com uma figa, conhecida por ser usada como proteção para maus agouros. A integrante venezuelana Maria Alejandra Castro, que desfilou pela primeira vez na Viradouro, ficou encantada com o a grandiosidade da alegoria.

“O carro retrata os balangandãs. Minha fantasia representa o amuleto, aquilo que traz sorte para a escola. Está tudo maravilhoso, as cores foram bem combinadas”, disse.

No meio da alegoria estava um grande recipiente, contendo miçangas metalizadas e ladeado por enormes figas. Os pequenos detalhes do carro eram impressionantes. Luiz Cláudio Neves, de 48 anos, acha que a composição foi muito bem elaborada e revelou que estava admirado com a minuciosidade dos carnavalescos. Oriundo da ala de passistas, o componente ficou muito feliz em ter sido convidado para fazer parte de uma alegoria tão imponente e chamativa.

Eugênio Leal analisa o desfile da Viradouro

0

Baianas da Estácio de Sá comemoram a fantasia ‘O Ouro Barroco’

0

carrodouradoestacio

Há 50 carnavais Rosa Magalhães têm brindado o público carioca com carnavais memoráveis. Esse ano, trouxe a Estácio de Sá com o enredo ‘Pedra’. Fantasias de fácil leitura, leves e luxuosas, marcaram o desfile da agremiação na noite deste domingo. Entre tantas, as baians merecem destaque, elas vieram representando “O Ouro Barroco”. Com fantasias na cor dourada elas brilharam, literalmente na Sapucaí.

O subchefe de ateliê Igor Marcelo, achou a fantasia das baianas a mais bonita da escola, com cor dourada, feita de paetê, pena, bolinhas de acetato, capim e pedras.

“Ficou muito exuberante, ela conseguiu surpreender a todos nós, acho que vai funcionar bem na avenida porque na minha opinião, de todas as fantasias, essa é a mais brilhante”, contou.

Mariana Silveira, que desfila na Estácio há 10 anos, também achou que a Carnavalesca caprichou. “A roupa está linda, temos a sorte de ter roupas bonitas sempre, é uma alegria estar vestida com um figurino da Rosa”, disse.

Ivone Coutinho, que tem 86 anos e desfila na Estácio desde que ela era Unidos de São Carlos achou a fantasia incrível. “Achei a fantasia bonita luxuosa”.

Outra baiana, Dina Santana, que desfila há dois anos na ala comemorou a fantasia estar mais leve esse ano. “Conheço uma fantasia pesada, e essa está levíssima, tá maravilhosa, estou me sentindo super luxuosa, com essa fantasia que vai dar pra gente brincar bastante”, comemorou a baiana ainda na concentração.