Saiu na frente! Mocidade anuncia renovação com o casal de mestre-sala e porta-bandeira
Em publicação nas redes sociais a Mocidade Independente de Padre Miguel anunciou a renovação com o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diogo e Bruna, para o desfile de 2024. Veja abaixo o post.
Atenção, Independentes.
O casal iluminado estará comigo em 2024.
A Mocidade Independente de Padre Miguel vem anunciar a renovação de Bruna Santos e Diogo Jesus como primeiro casal da Escola para o carnaval do ano que vem.
Que orgulho de vocês. Vamos juntos fazer história! pic.twitter.com/9CLUBu4l5h
— Mocidade Independente 🔥 (@GRESMIPM) February 16, 2023
Conheça os 36 jurados da Série Ouro para o carnaval de 2023
A Liga RJ anunciou o corpo de jurados para o carnaval de 2023 da Série Ouro. 36 julgadores estarão divididos em 9 quesitos pela Marques de Sapucaí. Com notas decimais, a menor será descartada ao final de cada quesito. Os desfiles da Série Ouro acontece nesta sexta-feira e sábado, na Marquês de Sapucaí. 15 escolas disputam uma vaga para Grupo Especial em 2024. Duas agremiação descerão para a Série Prata.

MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
Marlene Costa Caetano
Simone de Lima
Eliseu de Miranda Corrêa
Plínio Flores
COMISSÃO DE FRENTE
Flávio Freire Xavier
Fernando Gomes
Bruna Oliveira
Simone Marques
ENREDO
Clécia dos Reis
Camila Correa
Talita Veloso
Leandro Lima
FANTASIA
Luciano Moreira
Anderson Nascimento
Adrian Nunes
Antônio Pereira
EVOLUÇÃO
Fábio Cabelo
Matheus Vicente
Roberto Araújo Manhães
Jaqueline Rodrigues
ALEGORIAS E ADEREÇOS
Ana Maria Bottoni
Renato Costa
Sérvolo Alves
Carla Maria
SAMBA-ENREDO
Renato Vazquez
Barbara Passos
Fernanda Gonçalves
Vinícius Cesar
BATERIA
Jorge Gomes
Rodrigo Braz
Paulo Cesar Correa
Ricardo da Silva
HARMONIA
Laio Lopes
Cristina Reis
Alexandre Magalhães
Jorge Carvalho
‘A Vila Isabel fará o maior carnaval da escola de todos os tempos’, diz mestre Macaco Branco
Com a boa sincronia entre bateria e canto, o Evoé pegou na comunidade da Vila Isabel e promete um grande Carnaval. Em entrevista ao CARNAVALESCO, o mestre de bateria da agremiação, Macaco Branco, contou sobre o trabalho realizado ao longo do ano, a expectativa para este Carnaval e falou da bossa de festa junina, que conquistou o público.

O clima mais forte desde o último título da Vila. Para o mestre de bateria, a escola, neste ano, vem diferente para a Marquês de Sapucaí e prometendo o maior desfile de sua história. Ele também ressaltou que nos últimos anos a Azul e Branco vem realizando grandes desfiles.
“É sim. Esse ano está com uma essência e uma energia muito boa. Eu estou falando e estou todo ‘arrepiado’. Está com uma energia diferente. A Vila Isabel tem feito grandes carnavais nos últimos anos, voltando nas campeãs e quase chegando ao título. Tenho certeza que neste ano a Vila Isabel fará o maior Carnaval da escola de todos os tempos”, declarou Macaco Branco.
Segundo o mestre, o trabalho rítmico da escola não passou por muitas mudanças do ano passado para cá. O trabalho da bateria foi focado nos arranjos e nos detalhes do enredo, o que, para ele, ajuda a levantar a Vila Isabel na Avenida e nas arquibancadas da Passarela do Samba.
“Na verdade não mudou muita coisa. A cada ano a gente faz um trabalho de arranjo focado em cima da temática, melodia e divisões do samba. O trabalho rítmico da Vila Isabel – o toque tradicional – vai continuar do mesmo jeito. É um trabalho que é anual e não vai mudar nada. Mas os arranjos são todos em cima do samba. Às vezes é uma bossa mais elaborada ‘ali’, uma coisa mais ousada para a gente fazer a Vila Isabel desfilar bem, ajudar o canto e fazer a arquibancada se sentir dentro do desfile”, explicou o mestre de bateria.
Uma das principais “paradinhas”, a bossa de festa junina é um dos marcos do Evoé. Macaco Branco detalhou como funciona a bossa e o papel dela na canção.
“Na parte do samba em que fala da festa junina. Quando vem a parte ‘Pulei fogueira, anarriê no arraiá brinquei, Na despedida também festejei’, a gente brinca com a festa junina de fazer o ritmo galope, que é um ritmo que toca as músicas juninas. Foi muito legal e fomos muito felizes com essa ideia. Essa bossa começa com a festa junina, brinca com as divisões do samba e entrega para o ‘Rei Momo convidou’”, explicou.
O Evoé caiu no gosto da comunidade, que abraçou o samba-enredo e promete chegar junto com a Vila Isabel na Marquês de Sapucaí. O mestre Macaco Branco afirmou que já esperava que a canção caísse no gosto do público.
“Já sim, quando eu vi esse samba na quadra tocando ‘evoé, evoé’. Evoé é uma saudação da festa do deus Baco. Isso é muito legal. A comunidade levanta os braços e canta a plenos pulmões. Eu tenho certeza que a Sapucaí e a arquibancada virão abaixo com a Vila Isabel”, enfatizou o mestre de bateria.
Macaco Branco destacou que a fantasia dos ritmistas, elaborada por Paulo Barros, é leve, compatível com o calor e facilita ao longo do desfile.
“A fantasia está demais. É uma fantasia leve, de tema junino. Está demais, Paulo Barros é fora de série. Ele mandou e eu falei ‘obrigado por esse presente’, porque é uma fantasia leve, tranquila – todo mundo sabe que o carnaval é feito no verão e a fantasia será bem leve e bem fresca. Vai dar para a Vila Isabel fazer um grande desfile”, contou.
Gabaritar um quesito não é para qualquer um. Vindo de um carnaval de notas dez, a Swingueira de Noel promete mais um excelente desfile rumo a mais um gabarito. O mestre também falou da relação da bateria com sua majestade, a rainha Sabrina Sato.
“Se Deus quiser. O ritmo está muito gostoso, as bossas bem encaixadinhas no samba, as divisões perfeitas e os naipes bem uníssonos. Tenho certeza que este ano, se Deus quiser, virão as quatro notas dez e iremos gabaritar de novo, ajudando, assim, a nossa escola. A Sabrina é fora de série. É uma pessoa que chega aqui na bateria e chama cada um pelo nome… que já está aqui na escola há mais de dez anos. A Sabrina é sangue azul, ela é Vila Isabel. Que Deus dê muita vida e saúde para que ela possa continuar reinando aqui na nossa bateria, porque carisma e samba no pé ela tem de sobra”, Enfatizou o mestre de bateria da Vila Isabel.
Em busca de mais um gabarito, a Swingueira de Noel entrará com a Vila Isabel na Marquês de Sapucaí na segunda-feira de carnaval, quando será a terceira escola a entrar na Avenida.
Bate-Bolas ampliam espaço na cultura fluminense e são contemplados pelo Governo do Estado em edital de carnaval
A fantasia é multicolorida. Alguns carregam uma bola de borracha, outros uma sombrinha com a mesma estampa da roupa. Os bate-bolas, também chamados por Clóvis, são personagens tradicionais do Carnaval e marcam presença todos os anos pelas ruas dos bairros do subúrbio carioca e de cidades da Baixada Fluminense e do interior. A representatividade é tamanha, que há dez anos foram considerados patrimônio cultural do Rio. Este ano, pela primeira vez, as turmas de bate-boleiros do Estado do Rio de Janeiro foram contempladas pelo edital “Folia RJ 2023”, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

“O Carnaval é uma importante manifestação de nossa identidade cultural. Nada mais justo do que os bate-bolas, que são personagens típicos da festa, fossem incluídos no edital. Eles são um verdadeiro fenômeno cultural, que se manifestam de forma alegre e irreverente para toda a população”, afirma o governador Cláudio Castro.
Ao todo, 117 turmas de bate-bolas se inscreveram para as 100 vagas abertas no edital. Entre os grupos, 77 cumpriram com as exigências estabelecidas e 40 foram desabilitados. O investimento total nos famosos foliões fantasiados é de R$ 1,925 milhões, garantindo o valor de R$ 25 mil para cada projeto aprovado.
“Pela primeira vez o Estado vai contemplar representantes de bate-bolas em todo território fluminense. Este processo é fruto do trabalho que temos realizado, de escuta e identificação das demandas da população. Além disso, a iniciativa celebra a cultura rica e plural do Rio de Janeiro”, destaca a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.
O número de componentes de cada turma varia. Há grupos com 10 e outros com mais de 300 integrantes. São homens, mulheres e crianças mascarados com belas fantasias, que despertam a curiosidade de quem os encontra pelas ruas, provocando um misto de adoração e terror. São palhaços com rostos encapuzados, mas vestidos delicadamente com volumosos macacões de cetim, luvas, meias e penas coloridas, além de casacas com desenhos infantis feitos à mão e cheios de purpurina. Eles passam o ano inteiro costurando as próprias roupas, longe do Sambódromo e fora do sinal das transmissões oficiais de televisão.
Tanta dedicação exige tempo e muito investimento. De acordo com o bombeiro hidráulico Leandro Machado, de 36 anos, que há 23 é bate-boleiro da ‘Turma Encanto de Mesquita’, cada fantasia pode custar mais de R$ 2 mil para ser confeccionada. São gastos, em média, 20 kg de tinta, sem falar nas purpurinas e outros adereços. Para Leandro, ter sido contemplado pelo edital do Governo do Estado foi uma grande alegria.
“Esse edital do Governo do Estado do Rio de Janeiro, pra nós, bate-boleiros, é de muita importância. Nós nunca tivemos a ajuda de nenhum órgão público. Não temos só o gasto com a fantasia, também gastamos com o aluguel de ônibus, fogos, som, pula-pula para as crianças, e até para música. Só que a maioria da galera é assalariada, então, essa ajuda está caindo do céu. É muito bom ter esse apoio do Estado porque é uma cultura que a gente ama muito. Eu amo desde criança e, pela primeira vez, em 23 anos usando essa fantasia, fazendo, produzindo, me empenhando, a gente vai ter um incentivo”, diz Leandro, que ainda construiu uma família no mundo dos bate-bolas.
“Eu poderia caçar aqui mil palavras pra tentar explicar esse amor, mas é um amor que muitas pessoas não têm nem noção do que é o bate-bola pra gente, que ama esse personagem de verdade. O mundo dos bate-bolas me deu uma família. Conheci a minha esposa no Carnaval e estamos há 15 anos juntos, com nossos três lindos filhos. Então foi nesse mundo, do Carnaval, no mundo da fantasia, que eu a conheci. O bate-bola é um sonho”, completou.
Se para o representante da ‘Turma Encanto de Mesquita’ o Carnaval rendeu uma família, para o cabeça da turma de bate-bolas ‘Luxúria de Rocha Miranda’, o produtor cultural e também bate-boleiro Rafael Crispim, o Carnaval trouxe muito mais. No barracão onde produz e confecciona as fantasias e adereços, Rafael emprega 12 pessoas, como costureiras, aderecistas, auxiliares de produção e estamparias, formando uma grande família. A maioria, jovens do bairro, que além de aprender uma profissão, ainda contribuem para o orçamento de casa. Rafael e sua turma chegam a trabalhar 16h por dia, para que no Carnaval possam levar alegria aos foliões.
“Eu comecei no bate-bola em 2013. Então, lá naquela época, comecei a fazer um bate-bola diferente, e o pessoal começou a me procurar para fazer igual. Como foi crescendo, fui precisando de mão-de-obra e fui chamando pessoas para me ajudarem. Fui ensinando, eles estão aprendendo, vou capacitando e tirando também os jovens da rua para me ajudarem, terem dignidade”, diz Crispim, que vende a roupa do ano para quem tiver interesse ou doa às crianças do bairro. Ele faz questão de frisar que fazer parte do Edital “Folia RJ 2023”salvou o Carnaval dele e de outras pessoas.
“Eu perdi muita coisa por causa da chuva. Agradeço demais ao Governo do Estado por essa ajuda que eles estão dando. Antigamente o material era barato, depois da pandemia duplicou. O metro do acetato era R$ 7, está R$ 18. A gente comprava o material por um preço e virou outro. Então, todo bate-boleiro que pegou esse edital vai conseguir colocar uma fantasia de qualidade na rua. Esse dinheiro do Governo do Estado vai me ajudar e ainda poderei contribuir com os meus componentes. Esse edital aí é uma maravilha, vocês não sabem a alegria que estou sentindo”, comemora.
Para conquistar novos adeptos ao universo dos bate-bolas, Hugo Soares Pereira, de 37 anos, criou até um podcast para propagar a cultura dos grupos. Ele conheceu esse meio ainda bem pequeno, vendo a mãe costureira fazer várias fantasias para as turmas de foliões mascarados de Realengo, na Zona Oeste da capital.
“Todo mundo conhece a minha história. Eu cresci vendo a galera saindo de bate-bola, costurando, confeccionando e, por isso, ficou essa paixão até hoje. Logo após a pandemia, comecei a perceber que os bate-bolas são muito carentes de audiovisual. Criei um podcast e convidei todas as turmas de bate-bolas pra contarem as suas histórias. A importância do podcast é divulgar ainda mais a cultura. Eu não tenho bandeira, sou bate-bola. E não só propagar a cultura, hoje quem está por trás das máscaras são trabalhadores. A ideia é mostrar isso para o mundo, para outras partes que não conhecem a cultura bate-bola. Esse edital ajuda esses trabalhadores. Para montar um bate-bola é muito caro e o edital está trazendo para eles essa ajuda a mais, esse plus, para continuar essa tradição”, declarou Hugo.
Aline Midlej e Rodrigo Bocardi comentam suas estreias na transmissão dos desfiles de São Paulo
O carnaval Globeleza, a festa de todo mundo, a partir desta sexta-feira, 17 de fevereiro, volta a exibir novamente para todo o Brasil os desfiles das escolas de samba do grupo especial de São Paulo e a transmissão ganha uma nova dupla de apresentadores: Aline Midlej e Rodrigo Bocardi. Os dois estreantes fizeram um reconhecimento da área, sagrada para muitos sambistas, no Anhembi, e falaram sobre a expectativa para a festa. “Espero honrar a trajetória do carnaval de São Paulo, minha terra, com o mesmo amor que tenho sentido a cada visita nos barracões”, comentou Aline, ao lado do colega pronto para revelar uma faceta menos conhecida do público. “O que me motivou a aceitar esse convite, primeiramente, foi a questão de ter a possibilidade de extravasar esse meu lado descontraído de trabalho, que existe um pouco no ‘Bom Dia São Paulo’, no ‘Bom Dia Brasil’, mas sempre com alguma limitação que o próprio jornalismo requer. O carnaval nos abre uma possibilidade maior de interação e proximidade com o público”, acredita ele.

Na sexta-feira, dia 17, e no sábado, dia 18, a transmissão começa após o ‘BBB23’, e Aline e Bocardi ainda terão a companhia de Ailton Graça, Alemão do Cavaco e Celso Viáfora, que fazem os comentários sobre o desempenho de cada escola. Confira abaixo as entrevistas exclusivas da nova dupla de apresentadores do carnaval de São Paulo.
Como é sua relação com carnaval?
Aline Midlej: O carnaval compõe minhas melhores lembranças de infância, uma paixão desde quando meu pai me levava aos bailes com ele, na Bahia, e lá estava eu cheia de purpurina, vestidos com uma saia de tule bem espevitada. Tenho provas! (risos). Já adulta, além de curtir a festa, me conecto muito com a identidade cultural do carnaval, que fala sobre nós, sobre gente, nossa história é desafios. E essa grande festa está cada vez mais olhando para as realidades do país e isso é muito potente. Amplificar essa magia para o Brasil com a minha voz e coração é um presente.
Rodrigo Bocardi: Minha relação com o carnaval até então tinha sido nas transmissões como repórter, na maioria das vezes na concentração, na bateria, envolvimento de algumas reportagens no calor do desfile. Com esse compromisso de fazer a narração do carnaval de São Paulo, fui me aprofundar, ouvir as histórias das escolas, do samba, do enredo de cada uma delas. E é um aprendizado, preciso fazer um agradecimento por tanta riqueza compartilhada. Fico até emocionado e agradecido por tudo isso. Deveria ter me aprofundado mais no carnaval desde sempre. Estou fascinado com o que eu tenho ouvido agora, tanta pesquisa, tanto conhecimento, tanto estudo numa arte tão rica que é o carnaval. Estou feliz e com o compromisso de aprender cada vez mais e compartilhar isso com o público. Botei na cabeça, que meu objetivo é tentar fazer com que pessoas, que como eu que não dedicaram tanto tempo ao conhecimento do carnaval, possam fazer isso, porque é fascinante.
Já desfilou?
Aline Midlej: Nunca! Já recebi convites, mas sempre havia alguma incompatibilidade. Esse ano mesmo a Viradouro me convidou para desfilar num carro que irá homenagear personalidades pretas, mas a agenda em São Paulo inviabilizou. Uma experiência a ser concretizada!
Rodrigo Bocardi: Não desfilei, apenas assisti, mas agora estou começando a ficar com vontade. Nessas visitas que eu fiz aos barracões, comecei provar algumas fantasias, fazer umas brincadeiras ali, e fora que você vai entrando nesse clima todo e dá vontade. Eu acho que depois de fazer uma narração de uma noite inteira de várias escolas, acho que isso esse desejo só vai aumentar.
Como foram as visitas aos barracões?
Aline Midlej: Eu imaginava que seria importante para a nossa preparação, mas foi muito mais que isso. É uma imersão nos enredos, nas trajetórias das escolas, mas, também, nesse universo carregado de paixão e criatividade. É lindo ouvir os carnavalescos, o caminho das suas criações e imaginar isso se construindo na Avenida. Fui a um ensaio técnico também, o que completou a missão. Carnaval é amor e tudo tem uma razão de ser, para entender é preciso vivenciar de verdade.
Rodrigo Bocardi: As visitas foram riquíssimas. Exatamente por esse conhecimento que você vai adquirindo pelo compartilhamento de tudo aquilo que essas escolas estudaram durante o ano todo e desenvolveram. O que me chama atenção é o tanto de dedicação e de busca pelo conhecimento para poder desenvolver o enredo escolhido pela escola e a transformação em um enredo, em um grande desfile. Isso requer muita criatividade, muito conhecimento e essas pessoas vão muito a fundo. Isso vai desde ala a ala. Cada uma guarda uma história, cada detalhe, cada ponto de costura tem a ver com a história ali, a ser contada, a ser desenvolvida.
Chegou a conversar com outros apresentadores?
Aline Midlej: Eu e Maju Coutinho trocamos algumas ideias antes da minha ida para São Paulo. Foi ótimo, sempre abre horizontes. Mas acho que acaba sendo uma entrega muito pessoal e particular de cada apresentador, o que garante personalidade e frescor pra transmissão. O público só ganha. Espero honrar a trajetória do carnaval de São Paulo, minha terra, com o mesmo amor que tenho sentido a cada visita nos barracões.

