A Mocidade Alegre foi a quinta escola a desfilar no Anhembi na segunda noite de desfiles. O enredo que a ‘Morada’ levou para a avenida foi o ‘Yasuke’. A agremiação do Limão entregou tudo, visualmente e musicalmente. Em conversa com o CARNAVALESCO, os integrantes se mostraram felizes com tal feito, pois mais uma vez a Mocidade promete ficar entre as primeiras ou até mesmo brigar pelo título.
Mestre Sombra

“Muito satisfeito, conseguimos executar tudo que ensaiamos junto com a bateria, entrosamento muito bom, nos conhecemos de outros carnavais e fica mais fácil de trabalhar. Estamos muito felizes, satisfeitos, com nosso trabalho, setor. Não tem como ter uma dimensão do desfile em um todo, mas nossa parte foi bem legal, e agora vamos aguardar, falar com direção, detalhes, partes da escola, mas todo mundo com semblante legal, satisfeito e foi muito bom, estamos na briga, A comunidade cantou muito, fica fácil trabalhar assim, com uma comunidade que canta e vibra junto com a gente, facilita nosso trabalho”, disse.
Solange Cruz (presidente)

“Somos suspeito para falar, estamos dentro do desfile, aparentemente foi tudo bem, expectativa é boa, estamos vendo o componente com sorriso no rosto no final da pista. É um sinal de um bom resultado, agora é aguardar terça-feira, aparentemente foi tudo muito bom. Dentro da média esperava, graças a Deus, tudo certinho. O que a gente ensaiou conseguimos executar. Acho que pelo retorno do público foi um sucesso. Galera batia palma onde tinha palma, galera cantava onde tinha que cantar. Sensacional”, declarou.
Magno Oliveira (diretor de harmonia)
“Primeiro lugar, agradecemos a Deus, chegar aqui com toda essa chuva, que judiou muito as escolas. Estava em muita fé de parar, não só para nós, mas para todas, o trabalho tem que ser grande, trabalhamos muito para fazer esse desfile, incessantemente, todos os dias que você possa imaginar, estávamos ensaiando, fazendo, dividimos a escola e canto. O resultado está aí, o desfile fizemos o que vai acontecer só na terça, mas temos a esperança e fé que Deus nos abençoe com o sonhado resultado, claro que grandes escolas já passaram, outras estão vindo. Temos muitos que respeitar, pois por um carnaval na rua não é fácil e a disputa é livre, colocamos nosso carnaval na rua, feliz, agradecer nossa comunidade, sensacional, vocês da imprensa, porque vocês que movem o carnaval de verdade. Passamos o ano inteiro vendo vocês que estão correndo junto com as escolas e só temos a agradecer”, avaliou.
Igor Sorriso (intérprete)

“Muito satisfeito, conseguimos executar tudo que ensaiamos junto com a bateria, entrosamento muito bom, nos conhecemos de outros carnavais e fica mais fácil de trabalhar. Estamos muito felizes, satisfeitos, com nosso trabalho, setor. Não tem como ter uma dimensão do desfile em um todo, mas nossa parte foi bem legal, e agora vamos aguardar, falar com direção, detalhes, partes da escola, mas todo mundo com semblante legal, satisfeito e foi muito bom, estamos na briga”, analisou.















Ao final do desfile, a Viradouro trouxe um sexto carro com a representação de Rosa Maria Egipcíaca santificada abençoando um casal de mestre-sala e porta-bandeira com o pavilhão da escola. Segundo a pesquisa de Luiz Mott, a homenageada profetizou que viraria enredo de uma escola de samba. Esta alegoria é a aclamação dela como Rosa Mística do Brasil.
Realizando seu sonho de desfilar na Sapucaí, Carol Philipsen, de 44 anos, ficou empolgada ao ver a sua fantasia e o carro. Ela veio de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, para sair pela Viradouro.
A fantasia das integrantes da alegoria tinha uma cabeça de penas rosadas e o vestido branco era preenchido por rosas roxas, rosas, brancas e alaranjadas. O visual era complementado por fitas na cabeça e nas bainhas. As componentes disseram que a fantasia era leve e confortável.
Última escola a desfilar nesta noite de Segunda-feira, a Unidos do Viradouro pisou forte na Marquês de Sapucaí para falar de “Rosa Maria Egipcíaca”, autora de ‘Sagrada Teologia do Amor Divino das Almas Peregrinas’, que é o mais antigo livro escrito por uma mulher negra na história do Brasil. A Vermelho e Branco de Niterói deu início à sua passagem na avenida do samba abordando “A Profecia das Águas”, que era o primeiro setor do desfile.
Cristiano Nascimento tem 44 anos e viveu seu primeiro desfile pela Unidos do Viradouro. “Eu desfilei por doze anos na Portela, aí me mudei para São Gonçalo… E a Viradouro é a escola que eu queria desfilar, e graças a Deus hoje eu estou aqui fazendo parte da Furacão Vermelho e Branco”. Ele elogiou o trabalho da diretoria: “O presidente investiu na escola, e se papai do céu permitir, com certeza a gente vai trazer esse caneco aí”.