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Ao vivo: acompanhe a apuração da Série Ouro do Rio no Carnaval 2023

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Cabine a cabine: como cada escola passou em frente aos módulos de jurados na segunda do Grupo Especial do Rio

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Por Fiel Matola, Renato Palhano e Walter Farias

Tuiuti

Comissão de Frente

Cabine 1: Com o tema “Um conto pra lá do Marajó” a comissão de frente liderado por Lucas Maciel e Karina Dias chegou nessa cabine com 3 minutos de desfile. Com uma coreografia bem executada e com uma indumentária que em certo momento parecia uma onda do mar, a Tuiuti fez uma comissão correta. O elemento cenográfico se transformou para a coroação do boi, este momento foi ovacionado pela plateia.

Cabine 2: Comissão de frente com uma coreografia bem sincronizada no conjunto da dança. Interagindo com o tripé, tem seu auge na coroação do búfalo. Passou competente, mas sem emocionar.

Cabine 3: Coreógrafos Lucas Maciel e Karina Dias trouxeram uma comissão bem coreografada. Com ajuda de um elemento cênico que contribuiu para que pudessem contar a história do enredo, a apresentação deixou claro pro público uma sinopse do enredo que se desenrolou nas alas.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane reapresentando “Flor de Lótus”, com uma fantasia muito requintada, o bailado foi correto, porém, com um não sincronismo com o mestre-sala, teve um momento da pegada da bandeira que foi brusca.

Cabine 2: O casal Raphael e Dandara apresentou uma dança marcada e pouco ousada. O casal parecia ter receio de se mostrar mais na dança. Foi um pouco fria.

Cabine 3: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane trazem o significado da Flor de Lotus. Assim, o casal usou belas roupas em tom dourado e com detalhes azuis. A apresentação teve boa utilização do espaço reservado para eles e leveza nos movimentos, porém, Dandara teve dificuldades em manter o pavilhão bem evidenciado.

Harmonia

Cabine 1: A Harmonia da Tuiuti oscilou, as primeiras alas estavam cantando muito bem, o que não seguiu para as alas finais, o carro de som fez seu papel, porém, nota-se excesso de “cacos” por parte do intérprete.

Cabine 2:  Harmonia da escola mostrou que sabe o terreno que pisa. Tudo dentro do combinado.

Cabine 3: Wander Pires mostrou que não tem o seu nome na história do Carnaval À toa. Fez uma bela interpretação do samba e ajudou o mesmo a crescer na avenida. O carro de som esteve em sintonia com a bateria e o chão da escola cantou bem.

Enredo

Cabine 1: Um enredo simples e bem contado. O senão se dá um excesso de setores da Índia que não era muito citado no samba.

Cabine 2: Enredo foi bem representado na avenida. Mas tiveram momentos um pouco confusos na parte final, mas de maneira em geral foi bem desenvolvido.

Cabine 3: Mogangueiro da cara preta. A Escola traz a história dos búfalos da Ilha de Marajó. Com belo conjunto de Alegorias e fantasias, além de bom samba, a Tuiuti apresentou o enredo de forma clara para o público.

Evolução

Cabine 1: A evolução seguiu correta e com a comunidade movimentando-se muito bem. O problema foi na entrada da última alegoria, está que teve dificuldades para entrar e fez um clarão na frente deste setor.

Cabine 2: Evolução da escola oscilou um pouco na metade do desfile. Ouve uma pequena parada na evolução, mas o ritmo foi retomado.

Cabine 3: A escola não demonstrou buracos e nem correrias. Manteve ritmo constante e evoluiu sem grandes problemas.

Samba

Cabine 1: Com uma letra dentro do enredo e melodia boa para o cortejo o samba rendeu um bom desfile.

Cabine 2: O belo samba da Paraíso do Tuiuti mostrou musculatura na avenida e segurou bem o canto da escola. Wander em grande forma, segurou até nos momentos que o samba deu uma caída .

Cabine 3: O samba esteve dentro do enredo e ajudou na compreensão do mesmo. Com bom trabalho do carro de som e bateria, ganhou o público logo no início, mas a partir dos 48minutos de apresentação começou a perder força e só retomou na apresentação da bateria. Assim, pode-se dizer que funcionou em partes.

Fantasias

Cabine 1: Com fantasias bem acabadas e dentro do enredo, os carnavalescos tiveram capricho e esmero. A utilização das cores e dos materiais foi ponto ápice.

Cabine 2: Fantasias da professora Rosa Magalhães é a coisa que mais fica evidente na escola. A professora deu uma aula de bom gosto.

Cabine 3: As fantasias não estavam luxuosas, mas estavam com bons acabamentos e beleza. Além disso, ajudou a contar o enredo de forma clara.

Alegorias

Cabine 1: Bom acabamento, porém via-se diferenças grandes entre alegorias, a alegoria 3 por exemplo, teve um acabamento melhor que as demais. A utilização de pouca finalização nos carros também era notada.

Cabine 2: Alegorias grandes para o padrão da Rosa, mas nem por isso ela saiu de sua
característica. Um acabamento caprichado.

Cabine 3: As alegorias estavam belas, mas com alguns pequenos problemas de acabamento. No entanto, Destaque para o terceiro carro “o mogangueiro correu para o igarapé”, que levantou o público no setor 10.

Portela

Comissão de Frente

Cabine 1: “Como tudo Começou” era o que representou a comissão de frente, Léo Senna e Kelly Siqueira coreografaram os integrantes que apresentava de forma poética os momentos de inspiração de Paulo, Caetano e Rufino à criação da Portela. Um olhar moderno é muito feliz na apresentação, passos bem sincronizados e utilização do elemento cenográfico de forma perfeita. Ápice quando Paulo sobe na “mesa” e ela transforma em Águia.

Cabine 2: Comissão de frente veio representado uma romantização da fundação entra Paulo, Caetano e Rufino. Elementos virem com uma roupa tradicional de comissão de frente, antes de teatralização do quesito e o momento de ápice é o nascimento da água em êxtase. Pouco morna.

Cabine 3: Senna e Kelly Siqueira. Simbolizam os momentos de inspiração de Paulo e os fundadores da escola. Com dança-teatro precisa, a comissão apresentou com maestria seu objetivo. Além disso, a comissão arrancou aplausos do público ao revelar o voo da águia.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Trajando “A nobreza que desfila” Marlon Lamar e Lucinha Nobre, com uma indumentária e bailado perfeito. Em sua apresentação os rodopios foram bem executados, ponto muito belo para o momento da girafa 360 da bandeira.

Cabine 2: O casal Marlon e Lucinha Nobre apresentaram bastante dificuldades na apresentação. A porta bandeira se dividiu em dançar e segurar seu adereço da cabeça.

Cabine 3: Marlon Lamar e Lucinha Nobre. Representam a Portela enquanto a Majestade do Samba. O experiente casal fez uma apresentação segura e utilizou bem todo o espaço destinado para eles. Fora isso, tiveram boas trocas de olhares e movimentos sincronizados. Todavia, Lucinha chegou na cabine 3 sem a parte da cabeça de sua roupa.

Harmonia

Cabine 1: A Harmonia da Portela foi positiva ao longo do desfile, porém, como ficou um clarão na frente à harmonia ficou prejudicada. As alas finais também não executaram o bom canto como as iniciais.

Cabine 2: Harmonia teve momentos bons, até acontecer um problema no terceiro carro
da escola.

Cabine 3: Gilsinho liderou o carro de som da Azul e Branca muito bem, no entanto, ao longo do desfile o canto da escola caiu. Talvez, reflexo da preocupação do público com os problemas apresentados na evolução.

Enredo

Cabine 1:. O enredo se torna de difícil entendimento sem linha cronológica ou qualquer forma de visão. Não tem claro um fio condutor para apresentar o centenário da Portela.

Cabine 2: Um enredo de fácil assimilação. O conjunto proposto passou o recado.

Cabine 3: “O azul que vem do infinito”. Traz a trajetória centenária da Portela. Trazer 100 anos de samba para avenida não é tarefa fácil, porém, a escola conseguiu apresentar o enredo de forma clara.

Evolução

Cabine 1: Evolução problemática, com um clarão se mais de um setor na frente da segunda alegoria. Problemas também de clarão, mas bem menor na penúltima alegoria.

Cabine 2: Evolução prejudicada por um acidente na pista. Com intuito de segurar a escola, os componentes apreensivos já não cantavam mais, e pararam sua evolução.

Cabine 3: A Portela demonstrou problemas no quesito. Não mostrou buraco na cabine 3, mas passou muita lentidão.

Samba

Cabine 1: O samba rendeu bem, porém com uma letra não inspirada.

Cabine 2: o samba passou melhor do que se imaginava no pré-carnaval, mas não empolgou o pessoal além dos primeiros minutos.

Cabine 3: O samba esteve no Enredo e ajudou a conta-lo. No entanto, começou a cair cerca do minuto 41.

Fantasias

Cabine 1: Fantasias bem acabadas, porém com alguns problemas ao passar na avenida.

Cabine 2: Boas fantasias do casal Lage. O conjunto fez um belo impacto visual.

Cabine 3: As fantasias ajudaram a contar o enredo de forma bem esclarecida, todavia, algumas apresentaram problemas de acabamento, como por exemplo, a ala das Baianas.

Alegorias

Cabine 1: Alegorias simples, com problema de acabamento no abre-alas e no tripé “Lendas e Mistérios da Amazônia! ”. Problema também na iluminação da quarta alegoria. Ressalto também a volumetria das alegorias, não estavam coesas, olá última alegoria por exemplo, estava limpa, mas com uma estrutura diferente das demais.

Cabine 2: Alegorias com composições esteticamente e visualmente melhores que dos últimos anos. O problema da terceira alegoria “Carnaval da Guerra” empacou na frisa
do setor 3 e foi preciso muito esforço para andar. Os tripés foram o ponto baixo.

Cabine 3: As alegorias foram belas e também ajudaram no entendimento do samba. Porém, apresentaram alguns problemas.

Vila Isabel

Comissão de Frente: Cabine 1: Alex Neoral e Márcio Jahú trouxeram para o sambódromo uma comissão de frente representando o êxtase, com uma dança muito sincronizada e fantasias perfeita a comissão apresentou o enredo, saldou a Sapucaí e ainda fez um belo espetáculo.

Cabine 2: Comissão de frente representou o Deus Baco e elementos de ninfas representando o nascimento da festa. Muito espetáculo em efeitos especiais, até o ápice
do rei momo nascendo no tripé. Boa apresentação.

Cabine 3: Montada por Alex Neoral e Márcio Jahú. A comissão trouxe uma apresentação com roupas lindíssimas e bem acabadas. Fez uma boa síntese do enredo.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas em sua fantasia que representava o “Reinado do Desgoverno”, com uma troca de roupa sincronizada, o casal ainda conseguiu dar um show de sincronia e rodopios, o mestre-sala parecia inspirado e flutuando na avenida, a garra, cumplicidade e emoção do casal foi transferida para o público. O pavilhão estava a todo momento desfraldado com uma excelente atuação dos dois.

Cabine 2: O casal Marcinho e Cristiane teve uma apresentação insegura. Talvez por ter que participar da teatralização da troca de roupas.

Cabine 3: Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas. Apresentação bela e arriscada. O casal esteve o tempo inteiro mantendo bom contato visual e aproveitou bastante o espaço destinado ao bailado. Além disso, Cristiane teve dificuldades em defender o pavilhão do vento.

Harmonia: Cabine 1: Harmonia impecável. Canto perfeito com um carro de som também perfeito, condução do intérprete foi genial.

Cabine 2: Harmonia forte da escola passou de uma maneira tranquila pelo módulo.

Cabine 3: intérprete Tinga interpretou bem um samba dentro só enredo e que funcionou na avenida.

Enredo

Cabine 1: Contado com maestria e de forma simples, era possível notar o significado de cada ala e alegoria que passava.

Cabine 2: Fazendo do desfile uma celebração, a Vila começou seu enredo ficando nas festas da era antiga do deus dionisíaco até as festas populares do Brasil e do mundo. Até a morte foi uma celebração.

Cabine 3: intérprete Tinga interpretou bem um samba dentro só enredo e que funcionou na avenida.

Evolução

Cabine 1: Sem nenhum problema de componente parado, pelo contrário, o componente vibrou e brincou como nunca. O único “se” na evolução foi da última alegoria que nesse módulo deixou um clarão na frente dela por estar mais devagar que o cortejo.

Cabine 2: Evolução da escola é uma característica do povo de Noel. Mesmo não tendo o samba com o forte, a escola cantou na avenida.

Cabine 3: A Vila evoluiu sem problemas e terminou o desfile em 1:10:01.

Samba:

Cabine 1: Dentro do enredo, com letra objetiva e clara! Já a melodia para cima proporcionou um alegre desfile.

Cabine 2: O samba, que não era muito bem visto no pré-carnaval, cumpriu seu papel dentro da proposta. Funcionou para o desfile.

Cabine 3: O samba esteve dentro do enredo, ajudou no entendimento do mesmo e
pegou na arquibancada.

Fantasias

Cabine 1: Com fantasias dentro do enredo e de excelente qualidade, luxo e bom gosto.

Cabine 2: Conjunto de fantasias muito bem elaborado. Escola estava toda de acordo com o enredo.

Cabine 3: Fantasias caprichadas, com muito colorido e bom acabamento.

Alegorias

Cabine 1: A escola um conjunto impecável de alegorias que interagiu com público a todo momento, além de ser de fácil leitura para o público presente.

Cabine 2: Alegorias estavam muito bonitas e fugiram um pouco de apenas ser figuras humanas, característica do Paulo Barros. Destaque para o carro de São Jorge que parecia vivo na avenida.

Cabine 3: As alegorias estavam lindíssimas, luxuosas e auxiliaram muito bem na compreensão do enredo.

Imperatriz

Comissão de Frente: Cabine 1: Cenas da vida de lampião e seu bando, Marcelo Misailidis trouxe seus componentes contando a história que era o próprio enredo, utilizando bastante o elemento cenográfico, cada ato uma parte do enredo.

Cabine 2: A comissão de frente fez uma apresentação de todo o enredo no quesito. Do lampião lúdico que com seus capangas vai do céu ao inferno e tem lá seu até de celebração. Não teve nenhum ápice, foi protocolar.

Cabine 3: Comandada por Marcelo Misalidis fez uma belíssima apresentação. Com ajuda de um elemento cênico que enriqueceu o espetáculo, a comissão de frente mostrou cenas da vida de Lampião e seu grupo. Foi interessante de ver o trabalho apresentando cenas lúdicos também.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro vieram de Lampião e Maria Bonita com uma indumentária bem acabada e de bom gosto. Fizeram uma dança firme e bem feita, com rodopios bem executados.

Cabine 2: O casal Phelipe e Rafaela deve problemas no passo da dança e no vento que não colaborou, mais uma vez, os casais que passaram pelo módulo. Houve um momento que o mestre-sala foi enganado pelo vento ao pegar a bandeira.

Cabine 3: Phelipe Lemos e Raphaela Theodoro tiveram dificuldades com o vento que fazia na cabine 3 em sua apresentação. Porém, estavam bem conectados e vestidos lindamente.

Harmonia

Cabine 1: A escola cantou bem o samba sem deixar cair o andamento.

Cabine 2: Harmonia da escola foi competente, como sempre.

Cabine 3: O carro de som se mostrou entrosado com a bateria e chão da escola.

Enredo

Cabine 1: Enredo claro, contado através do cortejo que passava.

Cabine 2: Enredo muito acessível e bem distribuído na avenida. Foi um conjunto de fácil assimilação.

Cabine 3: A Imperatriz levou o universo dos cordéis e mostrou o conto sobre a chegada de Virgulino ao céu e inferno. Com fantasias, Alegorias e alas bem caprichadas, a Escola apresentou um enredo de boa compreensão.

Evolução

Cabine 1: Evolução sem erros, tranquila e sem clarões. Escola dançando alegre e bem.

Cabine 2: A evolução poderia ser um pouco mais lenta, brincar mais na avenida. A escola pareceu mais rápida que o normal, mas nada que comprometesse.

Cabine 3: A verde e branca evoluiu bem e não teve grandes questões além de um problema com o abre alas que parou após o último módulo, mas rapidamente a equipe de puxadores chegou ao local e fez o carro andar. Dessa forma, a evolução seguiu bem.

Samba

Cabine 1: O samba enredo contou claramente o enredo em sua letra e impulsionou o componente a fazer um desfile correto.

Cabine 2: O samba poderia ter um desempenho melhor. Pitty Meneses teve sua estreia na escola em grande estilo, mas o samba derrubou um pouco seu desempenho.

Cabine 3: O Samba tem letra dentro do enredo e ajuda no entendimento do mesmo, porém, não funcionou tão bem na venda. Após começo de desfile forte, ele foi caindo até as arquibancadas se calarem.

Fantasias

Cabine 1: Com uma estética de cores variadas e bem utilizadas, fantasias de bom gosto e com um excelente acabamento.

Cabine 2: Fantasias muito bem elaboradas pelo carnavalesco Leandro Vieira. Desenhos do barroco ao sertão nordestino. O conjunto agradou.

Cabine 3: As fantasias da escola estavam belas, com bom acabamento e dentro só enredo.

Alegorias

Cabine 1: Alegoria com excelentes acabamentos e uma volumetria interessante, além de utilizar tons que ficou prazeroso de se ver.

Cabine 2: Alegorias muito bem acabadas e caprichadas, como é de costume. O ponto negativo foi o abre-alas, que merecia um pouco mais de capricho.

Cabine 3: As alegorias ajudaram a contar o enredo da escola

Beija-Flor

Comissão de Frente

Cabine 1: Jorge Teixeira e Saulo Finelon coreografaram a comissão que encenava a trajetória do povo que fez história e a escola não contou. Com uma apresentação excelente, com jogo de luzes, passos bem-feitos e um final excelente. Porém, ficou-se muito tempo na execução dos passos da “indecência que a escola contou” é muito pouco tempo da “independência do enredo”, sendo rápido e só na surpresa final.

Cabine 2: Comissão encena à revolução do povo brasileiro em guerras por soberania popular. O conjunto coreográfico estava bem marcado e com uma composição cênica forte no tripé com imagens reproduzidas no topo do carro. Faltou um toque de explosão na cena final.

Cabine 3: Jorge Texeira e Saulo montaram uma comissão de frente bem coreografada e que contou com o suporte de um elemento cênico que ajudou a contar a história. Na verdade, o elemento cênico foi destaque da apresentação. Com o apagar das luzes da Sapucaí o elemento ganhava uma projeção com mensagens de protesto contra a morte de pessoas não brancas no Brasil e frases de protesto a liberdade de expressão.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Selminha Sorriso e Claudinho vieram de Encantamento Caboclo, com uma fantasia de muito requinte. Porém, a dança não teve grandes rodopios, ficando com muito jogo de braços e coreografia. Também, em um determinado momento, faltou sincronia do casal.

Cabine 2: O experiente casal Claudinho e Selminha Sorriso mostraram competência na evolução. O vento, mais uma vez, dificultou a evolução, mas o casal soube segurar o rojão da dança.

Cabine 3: Segundo o roteiro do desfile, Claudinho e Selminha Sorriso deveriam personificar caboclos, no entanto, não ficou fácil a compreensão disso para o público. As roupas eram eslumbrantes, entretanto, o bailado não pareceu ter inspiração indígena.

Harmonia

Cabine 1: O canto da escola estava perfeito, cantando aguerrido. O excesso de “caco” pode ter tornado menos harmônico o desfile.

Cabine 2: Harmonia da Beija-Flor da aula de como passar na avenida. Mais uma vez a comunidade passou pela avenida com sua peculiar força de chão.

Cabine 3: O carro de som começou bem e entrosado com a bateria e chão da escola. No entanto, com muitos cacos colocados pelo carro, a escola viu o samba cair.

Enredo

Cabine 1: O enredo estava claro e bem contado.

Cabine 2: O enredo que já virou tradição na escola, a beija-flor trouxe para seu desfile uma composição bem compreendida nos quesitos.

Cabine 3: O carro de som começou bem e entrosado com a bateria e chão da escola. No entanto, com muitos cacos colocados pelo carro, a escola viu o samba cair.

Evolução

Cabine 1: A evolução da Beija-Flor foi correta, com os componentes desfilando soltos e sem nenhum clarão na frente desta cabine.

Cabine 2: Considerada uma máquina de desfilar, a comunidade de Nilópolis não faltou a escola. Bela apresentação.

Cabine 3: Mesmo com problemas em alegorias antes do desfile, a escola não teve grandes problemas com a evolução e fechou o desfile em confortável tempo de 1:07.

Samba

Cabine 1: O samba com letra dentro do enredo e melodia que fez um bom desfile.

Cabine 2: Um samba aclamado no pré-carnaval, a escola parece não ter conseguido transmitir isso para o público. Mas para a própria escola, funcionou entre seus componentes.

Cabine 3: a letra do samba estava dentro do enredo, no entanto, depois de começo forte, caiu de rendimento na arquibancada.

Fantasias

Cabine 1: Fantasias bem acabadas e dentro do enredo. Porém, as fantasias dos últimos setores ficaram aquém. Uma mistura de cores, uma poluição visual.

Cabine 2: Com um começo forte e vigoroso no quesito, a escola deixou a desejar nas fantasias para o final do seu desfile.

Cabine 3: Fantasias belas e ajudando a contar o enredo.

Alegorias

Cabine 1: Problemas na alegoria número 2, na parte do destaque central estava aparecendo ferragem e focos de cinzas, assim como um destaque sem “chapéu”. Na segunda alegoria o telão mostrava as pessoas brincando na Sapucaí, não ficou muito claro a proposta por estar em uma alegoria denominada “Chumbo da Autocracia”, nessa mesma alegoria é possível ver problemas de acabamento no “corpo do dragão”.

Cabine 2: Com alegorias fortes e imponentes, a escola sofreu com acabamento de algumas delas durante o desfile. O segundo carro tinha ferros aparentes no queijo e um destaque sem chapéu.

Cabine 3: Alegorias ajudaram a contar o enredo, mas apresentaram problemas de acabamento e o segundo chassi do abre alas pegou fogo ainda antes do desfile. Desse modo, passou na cabine 3 apagado e com defeitos de acabamento.

Viradouro

Comissão de frente

Cabine 1: “Eis a Flor do seu altar”, a comissão da Viradouro que tem como coreógrafos Rodrigo Neri e Priscilla Mota trouxeram a visão profética da menina Rosa Courá, com ajuda de um elemento cenográfico o elenco fez uma dança sincronizada e contando todo o enredo de forma clara.

Cabine 2: Comissão da Viradouro mostrou uma evolução da menina Rosa Courá e passeou por diversas fazer da vida da homenageada do enredo. Com como encenação no tripé da Rosa Maria, com ventania de rosas foi o ponto alto.

Cabine 3: O casal segredo fez mágica com a comissão de frente da Viradouro e apresentou excelente síntese do enredo apresentado pela escola.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Julinho Nascimento e Rute Alves vieram de “O Reino Místico das Lagos de Uidá!” com uma fantasia de bom gosto e bem acabada. Ponto positivo para o bailado do casal, muito sincronizado e com passos.

Cabine 2: O casal Julinho e Rute fez uma apresentação impecável no módulo. Sem nenhum erro de passo ou receio. Fez uma dança bem valente.

Cabine 3: Com muita troca de olhares e sintonia, se mostraram seguros e com movimentos bem sincronizados. Estavam vestidos com roupas luxuosas e de excelente acabamento. Fora isso, defenderam bem o pavilhão mesmo precisando lidar com vento.

Harmonia

Cabine 1: A escola cantou muito bem, com um excelente carro de som.

Cabine 2: Harmonia da escola passeou na avenida, sem tirar nem por. Belíssimo.

Cabine 3: Carro de som e bateria mostraram belo entrosamento e contagiaram o chão
da escola.

Enredo

Cabine 1: Enredo muito bem desenvolvido em suas alas e alegorias, bem contado de forma clara e objetiva para o público.

Cabine 2: Um enredo que poderia parecer pesado, não foi o que aconteceu. A escola deu seu recado e não deixou nada a desejar no que um desfile propõe. Foi um entendimento perfeito na avenida.

Cabine 3: Rosa Maria Egipíaca. A escola apresentou a história da primeira autora preta do Brasil. Com Alegorias, fantasias e samba Impecáveis, a escola fez excelente trabalho mostrando o enredo de forma clara.

Evolução

Cabine 1: Perfeita, com os componentes soltos sem fazer nenhum clarão na pista.

Cabine 2: A comunidade de Niterói foi perfeita na passagem da escola. Com um canto forte e vibrante, a Viradouro passou muito bem no quesito.

Cabine 3: Uma aula de evolução. Sem erros, a escola desfilou em ritmo constante e tranquilo do começo ao fim. Os componentes passaram pela cabine 3 se divertindo bastante. Não obstante, a escola fechou o desfile no confortável tempo de 1:07:05.

Samba

Cabine 1: Contando o enredo e de melodia agradável o samba fez bem seu papel.

Cabine 2: Um samba que gerou desconfiança no pré-carnaval, o carro de som comandado por Zé Paulo passou de uma maneira muito agradável e em nenhum momento o andamento caiu.

Cabine 3: O samba se mostrou dentro do enredo e ajudou a contar sua história. Com
bom trabalho do carro de som, ele cresceu e funcionou bem na avenida.

Fantasias

Cabine 1: Requinte e esmero, dando bom efeito visual e com perfeição de detalhes, contando de forma clara o seu significado.

Cabine 2: Fantasias de muito bom gosto e transformou um conjunto estético na avenida
muito eficaz.

Cabine 3: Fantasias luxuosas, de excelente acabamento e bom gosto. Além disso, ajudaram no enredo ficando bem fáceis de entendimento.

Alegorias

Cabine 1: As alegorias estavam com acabamentos perfeitos, muito luxuosas e de bom gosto, utilizou de subterfúgios novos como ilusão de ótica.

Cabine 2: Alegorias de muito bom gosto, na medida. Com bastante brilho e com
acabamentos bem resolvidos, a escola fez muito bonito no quesito.

Cabine 3: As alegorias da escola foram impecáveis também. Lindas, com excelentes
acabamentos e beleza, tinha boa volumetria e auxiliaram no enredo

Beija-Flor tem sensação de missão cumprida e aposta na voz de sua comunidade para ser campeã

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Quinta escola da noite de segunda-feira, a Beija-Flor apostou no enredo “Brava Gente! O Grito dos Excluídos no Bicentenário da Independência”. A passagem da comunidade de Nilópolis pela avenida foi um grande ato político-carnavalesco. Após o desfile, os integrantes conversaram com o site CARNAVALESCO.

Jorge Teixeira e Saulo Finelon (coreógrafos da comissão de frente)
“Era uma comissão que tinha muitos riscos, muita coisa para se acertar, e graças a Deus deu tudo certo. A gente está numa felicidade só porque era luz, era infláveis, era projeção, era tiro, era muita coisa que nós apostamos para fazer o melhor para Beija-Flor, que nos recebeu com muito carinho. E a gente precisava devolver esse carinho pra ela, eu acho que nós estamos conseguindo isso”.

Mestre Rodney (mestre de bateria)
“Sensação de dever cumprido, com a escala perfeita, bonita, rica… Cantou. Belíssima. A gente parou, eu fiquei com dez minutos pra brincar… Tu vê no semblante do julgador, ele gostando do trabalho. Missão cumprida. Não desmerecendo as co-irmãs, mas eu acho que quarta-feira de cinzas vai mais estrelinha lá para Nilópolis”.

beija flor desfile 2023 45

Selminha Sorriso e Claudinho (casal de mestre-sala e porta-bandeira)
“É a voz do povo brasileiro. Dos povos indígenas, dos negros, das mulheres, de todos aqueles que sofreram ao longo da história, pela falta de protagonismo e de oportunidade. Viva o ‘Brava Gente’, que é nosso enredo do carnaval 2023”.

“Eu só queria agradecer a Deus, aos meus orixás, ao seu Anísio, à toda diretoria, à comunidade Beija-Flor, que merece o título, que merece esse carnaval maravilhoso. E tudo que o Anísio faz é com amor, é com carinho… Nosso trabalho está entregue”.

Após grande desfile, integrantes do Tuiuti acreditam em vaga nas campeãs

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A segunda a escola a desfilar na segunda-feira, o Paraíso do Tuiuti trouxe para a Marquês de Sapucaí o enredo original “O mogangueiro da cara preta”, baseado na cultura paraense. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, membros dos segmentos contaram detalhes do desfile.

Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane (casal de mestre-sala e porta-bandeira)
“Eu não consigo nem falar”, disse Raphael emocionado.

“A emoção é grande. A gente ensaia o ano inteiro, batalha muito para conseguir estar aqui realizando esse espetáculo. A gente está muito feliz por conseguir ter realizado tudo que a gente planejou esse ano”, completou Dandara.

Wander Pires (intérprete)
“Uma grande emoção. Graças a Deus deu tudo certo, nenhum erro, foi perfeito. Agora é só esperar quarta-feira (…) Eu consegui me ouvir, estava tudo certinho. Deu uma falha no início, mas acertaram”.

tuiuti desfile 2023 11

Mestre Marcão
“Pelo que a gente fez hoje, o trabalho que nós colocamos, o propósito que foi para a Avenida, deu tudo certo. Tudo aquilo que a gente estava trabalhando, ensaiando, debaixo de chuva, sol, frio (…) Eu acho que pelo olhar deles (ritmistas) , a gente já vê o que ficou bom e ruim. Ainda tive o prazer de ter o Fáfá, o Marcinho, o Tião, todos me ajudando. Eu só queria deixar uma ressalva para esses carnavalescos: pensem melhor na bateria. O chapéu muito longo atrapalhou a visibilidade. Mas, com a ajuda da rapaziada deu tudo certo, graças a Deus”.

Jeferson (diretor de harmonia)
“A gente é uma escola, como o presidente fala: ‘De família, de comunidade’. A gente briga, chora, ri. Graças a Deus, nós viemos para cá na certeza, na missão de fazer um ótimo desfile. Os componentes entenderam, correu tudo dentro do planejado”.

Mari Mola (musa)
“Olha, eu pensei que eu ia morrer. Eu tenho 18 anos de escola, nunca deixei de desfilar no Tuiuti. Esse foi o primeiro ano (…) Ver sua escola de coração passar é muito difícil. Quando você está dentro, você já fica emocionada. Assistir do lado de fora é pior ainda, mas deu tudo certo, a escola estava linda. A gente passou tranquilo”.

Integrantes da Grande Rio acreditam no bicampeonato: ‘escola fez seu dever perfeitamente’, diz Evandro Malandro

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Em homenagem a Zeca Pagodinho, a Grande Rio trouxe “Ô Zeca o pagode onde que é? Andei descalço, carroça e trem, procurando Xerém, pra te ver, pra te abraçar, pra beber e batucar”.Mesmo com alguns problemas, a Tricolor de Caxias acredita no bicampeonato. Membros da escola falaram com o site CARNAVALESCO.

Daniel Werneck e Taciana Couto (casal de mestre-sala e porta-bandeira)
“Só tenho a agradecer por esse desfile maravilhoso. Está aí o resultado que a nossa comunidade ensaiou bastante e a gente vai brigar por esse bicampeonato independente de ter sido a segunda escola a desfilar. A gente veio com toda garra e amor, devemos isso a nossa comunidade”, disse Daniel.

“Foi um desfile ótimo, que a nossa escola conquiste o bicampeonato. A gente fez conseguiu realizar nossa proposta durante todo o processo”, completou Taciana.

Hélio e Beth Bejani (comissão de frente)
“Foi ótimo. Tudo que a gente ensaiou exaustivamente aconteceu na Avenida e o público veio junto, isso foi o mais interessante”, disse Hélio Bejani.

grande rio desfile 2023 78

“Foi maravilhoso. A gente está muito feliz, conseguimos contar o enredo com essa alegria, festejando como no ano passado. Contar a história desde o início da infância do Zeca até agora, cheio de poesia”, completou Beth.

Evandro Malandro (intérprete)
“Eu estou muito feliz, espero que quem está em casa, todos os telespectadores tenham gostado, todas crianças do Brasil tenham cantado muito Quitandinha de Êre. Eu estou muito feliz, com a sensação de desejo realizado. A escola fez seu dever perfeitamente”.

Mestre Fafá
“Agora a gente vai descobrindo devagarzinho. Espero que seja um balanço seja positivo. Uma grande homenagem ao Zeca Pagodinho, grande artista. A gente espera que tenha sido um grande desfile, vamos brigar nas cabeças. Achei a escola muito animada, com um samba muito forte. Agora é esperar o resultado”.

Thiago Monteiro (diretor de carnaval)
“Eu gostei. Vamos ver o que aconteceu. Acho que a escola fez muito bem seu papel: cantou, evoluiu, brincou. Vamos para a briga buscar esse bi. A escola é maravilhosa, fez um grande desfile”.

Marquinho Marino sobre a Mocidade: ‘Garanto que nos quesitos técnicos, a gente vai ser muito pouco despontuado’

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Com o enredo “Terra de meu céu estrelas de meu chão”, a Mocidade Independente de Padre Miguel foi a terceira escola a desfilar no domingo. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, os segmentos contaram as sensações do desfile.

Diogo Jesus e Bruna Santos (casal de mestre-sala e porta-bandeira)
“Por enquanto indescritível, não consigo mensurar, mas a gente tem que honrar o legado do povo nordestino. Os nordestinos são fortes, aguerridos e a gente veio mostrar isso mais uma vez na Sapucaí. Nós esperamos muito conquistar os dez dos jurados, temos certeza que fizemos um grande desfile. Temos certeza também que papai do céu vai nos abençoar”, disse Diogo.

“A Mocidade está fazendo um lindo desfile. Graças a Deus, eu e meu mestre-sala passamos bem. Tivemos alguns probleminhas, mas papai do céu abençoou, chegamos até o final. Que agora venha a quarta-feira de cinzas”.

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Paulo Pina (comissão de frente)
“Dever cumprido. Acho que emocionou. Para quem é Mocidade, é isso aí, eles sendo representados na minha comissão. Eu não preciso explodir nada para tocar no coração, isso é raíz”.

Nino do Milênio (intérprete)
“Eu não consigo ver porque estou cantando. Mas a alegria do povo, vi muita gente cantando, fiquei até surpreso com a popularidade do nosso samba. Missão cumprida, todos nós satisfeitos. Vou assistir com calma em casa, mas hoje, graças a Deus, missão cumprida”.

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Mestre Dudu
“Primeiramente, grato a Deus por esse momento. Era esperado, o trabalho é muito árduo de 8 meses. Para os comentários negativos, dizendo que a Mocidade estava sem dinheiro, a gente veio provar que a Mocidade é isso aí mesmo. Muito feliz com o resgate da nossa bateria. Bateria de mestre André, mestre Jorjão (…) Por onde eu passo preciso falar dos mestres, se não eu não sou ninguém”.

Marino (diretor de carnaval)
“Marquinhos Ferreira dispensa comentários. Nino do Milênio fez uma apresentação soberba, técnica. Eu tenho certeza que em harmonia, a gente vai ganhar nota máxima. Eu te garanto que nos quesitos técnicos, a gente vai ser muito pouco despontuado”.

Após arrastão na Sapucaí, integrantes da Mangueira se mostram emocionados

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A Mangueira foi a sexta escola de samba a desfilar pela Sapucaí no domingo, 19 de fevereiro. A agremiação apresentou o enredo “Delírios de um Paraíso Vermelho”, desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira. Após o encerramento, ao site CARNAVALESCO, integrantes da escola deram declarações nos bastidores.

Matheus Olivério e Cintya Santos – Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira “Pela Cintya, eu costumo dizer que foi amor à primeira dança. Foi bom para caramba. Um resultado basicamente positivo. Estou muito feliz com a entrega e a apresentação. Como sempre, valeu a pena. A Mangueira é uma escola diferente, nos mata de emoção. O Casal Furacão chegou para ficar, o que é o mais importante”, afirmou Matheus.

“O meu coração está a mil. Depois de oito meses de dedicação, o nosso trabalho foi entregue. Seja o que Deus quiser. Tenho muita fé de que deu tudo certo”, comentou Cintya.

Cláudia Motta – Coreógrafa
“É pura emoção do início ao fim. Acho que carnaval é isso, improviso, arte… Carnaval é a gente dar o sangue, mas se divertir acima de tudo. Não tem preço ver esse público que esperou até de manhã para assistir a Mangueira. Sou mangueirense de coração, e estou muito feliz por ter realizado esse trabalho”.

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Taranta Neto e Rodrigo Explosão – Mestres de bateria
“Foi um desfile sensacional. A gente ainda quer ter esse termômetro, assistindo depois. Por enquanto, temos mais noção da bateria e do público, mas, só pela energia, foi incrível”, citou Rodrigo.

“Ainda estou me recuperando, é difícil falar. Acredito que a escola num geral tenha passado muito bem, e agora vamos lutar pelo título”, complementou Taranta.

Amauri Wanzeler – Diretor de carnaval
“Foi um desfile emocionante. A presidente Guanayra fez um trabalho incrível, voltado para a comunidade. É uma presidente que confia nos ‘crias’, e hoje são essas pessoas que administram a escola. Ela acreditou na primeira geração que veio da Mangueira do Amanhã, e estamos colhendo os frutos. É muito bonito e importante saber que essa escola nunca vai morrer porque transmite os saberes para os mais jovens. Estou muito feliz, principalmente com a presidente Guanayra, porque sei que ela não mediu esforços para fazer esse carnaval”.

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Marquinho Art’Samba e Dowglas Diniz – Intérpretes
“Passamos! O resultado é esse. Foi muito difícil. Passamos com um grande samba, não tenho palavras. Esse garoto aqui não é fácil”, brincou Marquinho.

“Só tenho a agradecer ao Marquinho e a escola por me proporcionarem esse momento maravilhoso. Nasci e fui criado aqui, e agora faço parte dessa representação. Temos um sentimento de dever cumprido. Ensaiamos demais e pudemos colocar tudo em prática. Está entregue. Independentemente do resultado, a comunidade está muito feliz. Estou muito feliz e honrado por cantar ao lado dele”, abordou Dowglas.

Nos bastidores do desfile, integrantes da Vila Isabel são tomados pela emoção

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A Vila Isabel foi a terceira escola de samba a desfilar pela Sapucaí na segunda-feira, 20 de fevereiro. A agremiação apresentou o enredo “Nessa Festa, Eu Levo fé!”, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. Após o encerramento, ao site CARNAVALESCO, integrantes da escola deram declarações nos bastidores.

Martinho da Vila – Presidente de honra
“O carnaval é sempre emocionante, e esse da Vila foi fora de série. A escola só melhora”.

Macaco Branco – Mestre de bateria
“A bateria deu um show. Graças a Deus, fizemos um grande desfile, uma festa linda. Foi emocionante. A escola estava linda. Agora é aguardar a apuração para vermos a melhor posição para a nossa Vila Isabel”.

Luiz Guimarães – Presidente
“A felicidade de todos fala por si só. Ainda estou em êxtase aqui, mas muito feliz por ter dado tudo certo. Acredito que não houve erros. Nos últimos anos, temos vindo muito bem na parte técnica. A nossa equipe de carnaval é maravilhosa, então são poucas as vezes em que erramos num carnaval. Quando dá certo e o Paulo acerta a mão, tem tudo para dar bons frutos e, se Deus quiser, vamos colher. Foi mágico”.

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Márcio Jahú – Coreógrafo
“É uma sensação maravilhosa. Eu me emocionei por ter emocionado a plateia e por ver os nossos componentes assim também. Deu tudo certo. Essa Avenida é traiçoeira, tem uma energia que a gente não conhece e nunca vai dominar. Por isso, sempre entramos com muito respeito”.

Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas – Primeiro casal de mestre-sala e porta-
bandeira

“Alívio e felicidade definem o momento. Nem sei explicar a emoção. A gente se propôs a fazer um trabalho muito diferente do que fizemos a vida toda, e deu certo”, comentou Marcinho.

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“Só tenho a agradecer, foi incrível. Aceitamos esse projeto com um pouco de receio, e ensaiamos muito. Costumo dizer que fomos todos loucos. Nunca na história do carnaval uma porta-bandeira se vestiu para os jurados, e só tínhamos 15 segundos para isso. Nos nossos treinos, fazíamos em 12 segundos para termos uma sobra. Acho que funcionou em todos os módulos, escutei o pessoal vibrando. Só pelo a Deus que os jurados tenham essa visão e carinho também”, citou Cristiane.

Tinga – Intérprete
“A Vila fez um desfile com muita força e garra. Foi maravilhoso, soltamos o bicho na Avenida. Estou muito feliz e me senti muito bem durante a apresentação”.

Após mais de 20 anos, expectativa na Imperatriz é de campeonato; veja opinião dos segmentos

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A Imperatriz Leopoldinense foi a quarta escola de samba a desfilar pela Sapucaí na segunda-feira, 20 de fevereiro. A agremiação apresentou o enredo “O aperreio do cabra que o excomungado tratou com má-querença e o santíssimo não deu guarida”, desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira. Após o encerramento, ao site CARNAVALESCO, integrantes da escola deram declarações nos bastidores.

Andre Bonatte – Diretor de carnaval
“Ficamos com essa pura sensação de um trabalho de um ano que fizemos de forma bonita na Avenida. Espero que os jurados também gostem”.

Marcelo Misailidis – Coreógrafo
“Acho que fizemos uma apresentação perfeita, super correta em todos os módulos. É uma comissão de frente que tinha uma intenção clara de fazer um prólogo do enredo, de um jeito bem-humorado, como é a literatura de cordel”.

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Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro – Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira
“É uma emoção mesmo. A Imperatriz é gigante. É muito bom voltar para casa e ser feliz”, comentou Phelipe.

“Saiu tudo como planejávamos. Quando existe amor e união, não tem como o retorno
da parceria dar errado. É muita emoção e gratidão”, afirmou Rafaela.

Leandro Vieira – Carnavalesco
“Estou alegre, feliz para caramba. É bom quando a gente realiza um trabalho que as pessoas demonstram que gostaram”.

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Lolo – Mestre de bateria
“Uma sensação de dever cumprido… Passar pela Avenida depois de oito meses de trabalho, e ele ser bem aceito pelo público é gratificante. Estou muito satisfeito. Se Deus quiser seremos campeões. Fizemos um carnaval digno da disputa e agora depende dos jurados”.

Pitty de Menezes – Intérprete
“É muito emocionante. Estou realizando hoje um sonho de criança. A Imperatriz apresentou um grande desfile. Foi um dever cumprido. Gostaria de agradecer a todos pela confiança, não tenho palavras mesmo”, comentou, entre lágrimas de alegria.

Em festa, integrantes da Viradouro confiam no título; veja opinião dos segmentos

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A Unidos do Viradouro foi a última escola a desfilar na Sapucaí, com o enredo “Rosa Maria Egipcíaca”. A Vermelho e Branco de Niterói contou a saga mística da primeira mulher negra a escrever um livro no Brasil. Ao site CARNAVALESCO, os componentes contaram os bastidores.

Rute Alves e Julinho Nascimento (casal de mestre-sala e porta-bandeira)
“Feliz demais… A gente brincou, a gente se divertiu e eu tenho certeza que a gente representou a história de Rosa, a força dessa mulher preta, guerreira. Essa mulher fantástica”.

“Cara, eu tenho uma Rosa Maria Egipcíaca dançando comigo. Foi um desfile emocionante… A gente não tem ideia do desfile atrás da gente, mas eu acho que o objetivo da Viradouro foi emocionar através dessa história maravilhosa, dessa mulher incrível que é Rosa. A gente imagina que a gente conseguiu brindar a nossa escola, o público e honrar o nosso pavilhão hoje, bailando com a Viradouro. Espero que agora o resultado e as notas venham de acordo com aquilo que a gente espera, mas acima de tudo entregando nas mãos de Deus, pedindo pra ser merecedor”.

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Zé Paulo Sierra (intérprete)
“Fechar o desfile é uma responsabilidade muito grande… A gente sabia que tinha tudo pra fazer um grande desfile, um grande Carnaval. Eu não tenho a visão do macro, mas só de ver as pessoas felizes aqui, a gente tem uma ideia de que foi um bom desfile. Agora é esperar amanhã para ver o resultado, acho que o trabalho foi cumprido, a Rosa Maria Egipcíaca merece essa homenagem… Ela tá feliz agora, eu tenho certeza disso. Está aqui com a gente… E eu estou em êxtase porque é muito bacana ver o dia amanhecer, as pessoas felizes, o carnaval na data… Eu tô muito feliz”.

Priscilla Motta e Rodrigo Negri (coreógrafos da comissão de frente)
“Foi incrível! A Viradouro é uma escola potente, muita força, muita energia. Foi uma estreia linda… Amei! Nunca senti isso na minha vida. Essa energia… Estou muito feliz. Essa narrativa é muito importante, dessa história dessa mulher preta, que não pode ser esquecida. A gente teve a oportunidade aqui na avenida de mostrar a (história da) Rosa pra sociedade, e ainda assim mudar o final dela”.

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“O desfile veio para coroar os processos, foi cansativo, acho que a gente tá acostumado, óbvio, pressão, que a gente já tá também acostumado a olhar, são quinze anos de avenida, mas muito feliz com o resultado, deu tudo certo, graças a Deus e vamos aguardar aí pra ver… A Viradouro está linda, acho que a gente veio brigar pelo campeonato”.

Mestre Ciça (mestre de bateria)
Dentro da proposta que a bateria tem que fazer… eu acho que o rendimento foi muito bom, acho que foi aquilo que a gente idealizou pra fazer no desfile, respeitando melodicamente o samba, a letra, eu acho que funcionou”.

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Dudu Falcão (diretor de carnaval)
“A gente ensaia muito na Amaral Peixoto, e já conhece cada pisada de pé da galera aqui. E o mínimo que a gente tinha que fazer, depois de exigir tanto de nós mesmos e dessa comunidade era aqui, era fazer um grande espetáculo. Acho que nós fizemos… O resultado final não depende da gente, o que dependia da gente é trabalhar e trazer isso pra cá. E nós trouxemos, agora vamos ver na quarta-feira de cinzas”.