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História em Brasília! Célia Domingues conta como fantasias de alunos foram parar na Biblioteca Nacional

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Célia Domingues é diretora da Estação Primeira Mangueira e contribuiu artisticamente várias vezes no carnaval brasileiro. Nos desfiles de Brasília não foi diferente. Antes da pandemia se iniciou uma discussão de um projeto de oficina de escolas de samba com o objetivo de aprimorar artistas brasilienses e capacitar outros com interesse em ingressar no meio.

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Fotos: Gustavo Lima/CARNAVALESCO

A diretora ficou responsável pela parte artística e, junto com os alunos, criou belas fantasias. O sucesso do trabalho foi tanto, que as vestimentas estão expostas na Biblioteca Nacional de Brasília, em um lugar exclusivo somente para elas. Em entrevista com o CARNAVALESCO, Célia contou o funcionamento das aulas e oficinas.

“Foi um trabalho feito com alunos das escolas de Brasília que participaram de várias oficinas, inclusive a de figurinos. Tivemos 10 horas de aulas por dia. Foi muito gratificante com a mentoria do Milton Cunha com a minha coordenação. Várias pessoas do carnaval de Brasília que já são profissionais, mas que estavam lá como alunos para se aperfeiçoar e atualizar”, contou.

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Conexão entre cidades

A diretora falou sobre como as cidades se uniram: Brasília, Rio e São Paulo, mas especialmente os cariocas. Célia citou várias pessoas. De fato, pudemos ver personalidades como Wantuir, Ito Melodia, Nêgo, mestre Dinho, o casal do Salgueiro, Sidclei e Marcella, a corte do carnaval de São Paulo, entre tantos outros.

“Existe uma proximidade entre as pessoas de Rio e Brasília. Sejam eles intérpretes, mestre-sala e porta-bandeira, aderecistas, carnavalescos, compositores e historiadores para sempre participar e ter uma personalidade nos encontros para incentivar as pessoas daqui. Existe essas atividades e eu acho que ficaram muito próximas de Rio e São Paulo. As duas cidades abraçaram os desfiles para não deixar acabar, sem dúvidas”, declarou.

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Célia contou como surgiu a ideia do projeto. É claro que a pandemia foi algo terrível e adiou tudo, mas neste caso em específico serviu para pensar melhor como andaria a estratégia.

“Antes da pandemia, a subsecretária foi ao Rio com a Delma. Nós fizemos um tour pelas escolas de samba e sambódromo para ver como as coisas aconteciam. Quando começou a escrever esse projeto veio a pandemia. Daí tivemos mais tempo para ter tranquilidade para pensar com mais sabedoria. Enquanto isso ela ia articulando com os secretários quando se poderia criar uma escola de Carnaval. Quando a pandemia amenizou, a gente começou a fazer esse trabalho aqui. Foi uma troca importante. Nos tornamos irmãos”, disse.

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Passista participa de desfile depois de ter braço amputado: ‘Foi um renascimento para mim’

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O mundo da moda ganhou uma nova estrela no último final de semana durante o desfile de Eco Fashion, na estação da CCR Barcas, tendo como cenário de fundo a Baia de Guanabara. O evento trouxe da passarela do samba para as passarelas da moda a passista da Alessandra dos Santos Silva, da Grande Rio, que teve o braço esquerdo amputado durante uma cirurgia para a remoção de um mioma.

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Fotos: Hilton Vieira Aquino/Studio Y

Após enfrentar a perda do braço, ela não permitiu que isso a impedisse de seguir seus sonhos. No desfile de Eco Fashion, Alessandra surpreendeu a todos ao criar e ser responsável pelo próprio look, utilizando materiais recicláveis transformados em verdadeiras obras de arte. Sua mensagem poderosa ecoou, destacando a importância de cuidarmos do planeta e repensarmos hábitos de consumo.

O evento, organizado pelo fotógrafo Yuri Graneiro, superou todas as expectativas. Cerca de 40 alunos do curso de moda e modelo do Madureira Shopping também brilharam na passarela, exibindo suas criações incríveis feitas a partir de materiais reciclados. A criatividade, originalidade e a mensagem impactante de sustentabilidade permearam cada desfile, conquistando a atenção dos grandes nomes do cenário da moda.

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Os carnavalescos da Portela, André Rodriguese Antônio Gonzaga, estiveram presentes. Com apresentação da Julie Alves, o evento foi prestigiado estilista Almir França, o produtor Rodrigo Bassin e Sol, ex-participante do Big Brother Brasil 4.

Capela Imperial luta forte pelo acesso e Asa Norte entra com tudo buscando o campeonato em Brasília

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Na noite do último sábado, ocorreu o segundo dia de desfiles de Brasília. Desta vez, seis escolas do Distrito Federal se apresentaram para totalizar as 13 que fazem parte da folia. O apresentador, Milton Cunha, comandou a live do CARNAVALESCO e ainda anunciou todas agremiações para o público. Falando da pista, a Vicente Martins e ARUC ganharam dois adversários fortíssimos. A Capela Imperial e a Asa Norte. Essa última é a atual tricampeã seguida há nove anos atrás e pretende buscar mais um caneco. Com o enredo “Mulheres pretas do Brasil”, a escola levou um forte desfile para a avenida com um grande contingente e destaque para o conjunto impecável dos quesitos. A Capela Imperial, do Acesso, vai brigar forte com a Vicente Pires. Uma escola totalmente organizada e que cantou forte na passarela.

Portanto, no balanço geral, quatro escolas se destacaram: Vicente Pires e Capela Imperial pelo Acesso e ARUC e Asa Norte estão na briga pelo grande título. A agremiação que levar fará história. Será marcada como aquela que levou o campeonato após nove anos de paralisação. Agora, resta ver a apuração neste domingo.

Grupo de Acesso

Acadêmicos do Riacho Fundo II

Primeira escola a desfilar no sábado, a Riacho Fundo levou para a avenida o enredo “Em volta da mesa, um brinde com vinho português e a cachaça brasileira: ‘Tim tim’ Riacho Fundo”. O desfile teve como ponto positivo a comissão de frente, onde fizeram uma encenação dentro do samba coreografando pela pista toda. Em determinado momento usavam correntes em uma espécie de cabo de guerra.

Sem contar a bateria e comissão de frente, a agremiação levou seis alas para a passarela Marcelo Sena, só que apenas uma era a ‘popular’. As outras eram de coreografias, baianas e passistas. A harmonia não fluiu e poucos componentes sabiam cantar o hino.

Houve uma pequena falha na evolução nas cabines do meio. O casal de mestre-sala e porta-bandeira demorou para estender o pavilhão dentro da coreografia, a ala atrás avançou rapidamente e deixou um buraco entre os componentes e o carro abre-alas, mas tal erro foi rapidamente corrigido. Falando sobre o casal, a dupla teve um desempenho satisfatório.

Capela Imperial de Taguatingá

Com o enredo “Taguatingas: A ave branca”, a escola fez um grande desfile nesta noite. Pode brigar pelo acesso ao Grupo Especial, pois todos os quesitos foram efetuados de forma correta. O canto da comunidade ecoou muito forte. Isso deu para notar nas paradinhas que a bateria de mestra Maiara realizou nos últimos versos com passagem para o refrão principal. Realmente foi um show de batucada. Um ‘open’ de bossas que levantou e esquentou o público presente na arquibancada. Contudo, há de se ressaltar que o nível está acirrado com a Vicente Pires.

Vale destacar o intérprete Nino do Milênio, mais um grande cantor carioca assumindo os microfones de uma escola de Brasília, assim como Nêgo, Wantuir e Ito Melodia.

A comissão de frente com um componente simbolizando um índio com cajado na mão e outras integrantes femininas fizeram uma grande apresentação. Uma mistura de coreografia padrão com dança encenada deram o tom.

E o outro destaque positivo foi o casal de mestre-sala e porta-bandeira. A dupla parou em frente a cabine de jurados e fez uma coreografia muito criativa dentro do samba-enredo.

Acadêmicos de Santa Maria

“No vôo da Coruja! O folclore que encanta o Pará”, é o enredo que levou a escola verde e branca para a avenida. O começo com a comissão de frente foi satisfatório. Uma bela apresentação com encenação de pescadores no barco e outros personagens fazendo o papel de rio.

Entretanto, a agremiação teve sérios problemas com alegorias. Não deu para identificar qual local onde o abre-alas ficou localizado. Se houve um pequeno tripé após a comissão com o nome da escola e outro de uma santa. Um carro alegórico de verdade mesmo foi aparecer no final do desfile, porém com falhas de acabamento. Havia esculturas de cabeças de onças, papagaios e uma criatura na frente, mas para esconder os erros se colocou panos das cores marrom e verde.

A Santa Maria foi mais uma escola de Brasília que sofreu com o canto. Nitidamente os componentes não sabiam o samba ou simplesmente não cantavam. A bateria tentou acelerar o andamento.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira optou por fazer uma apresentação estratégica. Em análise na cabine do meio, observou-se uma dupla que realizou apenas os giros horário e anti-horário. Não realizaram a coreografia dentro do samba.

Grupo Especial

Mocidade do Gama

A escola apresentou uma comissão de frente com muita criatividade. A ala adotou uma estratégia de se apresentar apenas nas cabines de jurado. Ou seja, parte das arquibancadas não conseguia ver muito a encenação. Porém, a atuação consistia em São Jorge, enredo da agremiação, ficar parado entre guardiões em um primeiro momento dentro do pequeno tripé e após ocorrer algumas trocas de elenco. O detalhe principal é que essa mudança eram as mesmas pessoas, que se trocavam em um instante e voltavam para a pista com o novo figurino.

Os carros alegóricos foram destaques da Mocidade, apesar de uma pequena falha na último. O abre-alas teve uma ideia interessante. Conseguiram de forma satisfatória reproduzir a Capadócia de Jorge. O carro era todo dourado em formato do próprio castelo, além dos balões, dando um contraste interessante no desfile. Vale destacar as outras duas alegorias, a segunda levou a famosa imagem de São Jorge matando o dragão. E a terceira alegoria tinha a imagem do orixá Oxalá, dando a entender que o carro representa o sincretismo religioso.

Há de se destacar a bateria. Apresentou bossas interessantes para marcar o samba. A batucada da Mocidade levou o instrumento lírio. Vale a ousadia e a inovação sempre.

Pode-se dizer que qualquer vacilo de qualquer coirmã na apuração, a Mocidade da Gama estará ali para atrapalhar. O enredo “Jorge da Capadócia – Santo Guerreiro: Mocidade canta em devoção!” fez sucesso na Avenida.

Bola Preta de Sobradinho

Com o enredo “Bola Preta de Ser”, a escola teve um desfile com altos e baixos. Primeiramente, estava dando tudo certo com a comissão de frente. Uma coreografia, livre, sorridente e de encantar. Porém, perto da cabine do meio, três calçados de componentes saíram. Os erros são visíveis e provavelmente vão perder pontos por isso.

O pior problema foi por volta dos 25 a 28 minutos de desfile. Por essa minutagem os desfilantes, orientados pela harmonia, começaram com uma correria um tanto desnecessária, visto que o tempo ainda era folgado. Os buracos foram inevitáveis, tanto entre as alas, como nas fileiras dentro. Principalmente, após a ala dos bois. Tal momento complicado de evolução durou mais de metade da avenida

Um ponto positivo da escola é que, diferente das outras, a maioria dos componentes sabiam o samba. A melodia do carro de som foi colocada para frente e os desfilantes deram o gás necessário em suas vozes. O hino de letra leve e entendimento fácil também ajudou.

Analisando o casal de mestre-sala e porta-bandeira na cabine central dos jurados, notou-se uma apresentação segura. O foco da dupla foi executar os movimentos horário e anti-horário de maneira correta.

Acadêmicos da Asa Norte

Talvez, a mais aguardada, devido ao tricampeonato seguido antes da paralisação dos desfiles em Brasília (2012, 2013,2014), a Asa Norte levou o enredo “Mulheres pretas do Brasil”. E foi um grande desfile. Com certeza entrou na disputa com a ARUC pelo campeonato.

A comissão fazia um lindo ato cênico. Como o enredo se tratava de mulheres pretas, componentes da ala faziam danças e encenavam em volta de uma personagem que representava uma Preta Velha. A integrante, vestida toda de branca e com manta cinza, estava com uma bengala. Ora ficava presa em uma jaula, simbolizando o sofrimento. Sem dúvida, foi a comissão de frente mais impactante do Grupo Especial.

O abre-alas teve um grande contraste esteticamente. Muita iluminação vermelha na parte debaixo junto com as esculturas. No centro havia um navio. Provavelmente simbolizando os negreiros, com a chegada delas no Brasil, a princípio como escravas.

Entre todas as escolas que passou na avenida, a Asa Norte foi a que apresentou o samba mais forte. Mesmo assim, igualou o nível de canto da ARUC, que é a grande adversária para vencer o carnaval.

Em análise na cabine central, o casal de mestre-sala e porta-bandeira fez um desempenho para lá de satisfatório. A coreografia dentro do samba respeitou toda a melodia e fez sentido com a letra, além dos giros horário e anti-horário que a dupla realizou.

Vale ressaltar que devido ao enredo, várias mulheres pretas foram homenageadas no desfile, como Alcione, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, entre outras.

Viviane Araujo prestigia os desfiles de Brasília: ‘Me sinto muito especial’

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Após nove anos, Brasília voltou a receber os desfiles das escolas de samba do Distrito Federal. O site CARNAVALESCO está presente na capital do Brasil e ouviu personalidades que foram convidadas pela organização.

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Foto: Gustavo Lima/CARNAVALESCO

A atriz Viviane Araujo também esteve presente na última sexta-feira prestigiando os desfiles das escolas de samba de Brasília. A rainha salgueirense elogiou o trabalho que vem sendo feito.

“Viver esse esforço da subsecretaria e das pessoas que estão empenhadas a fazer esse desfile acontecer é muito gratificante e me sinto privilegiada de estar aqui podendo representar junto com as escolas de Brasília. Me sinto muito especial”, disse.

Unidos de Bangu apresenta projeto para o Carnaval 2024 aos seus segmentos

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Com o enredo “Jorge da Capadócia”, a Unidos de Bangu vem se preparando para fazer bonito no Carnaval 2024. Com o trabalho artístico do carnavalesco Robson Goulart pelo segundo ano consecutivo, na última quarta-feira, na Zona Oeste, a escola reuniu os seus segmentos para apresentar o projeto que será apresentado na Marquês de Sapucaí.

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Foto: Divulgação

No encontro, Robson e a direção da agremiação passaram detalhes de como será a concepção do desfile em louvação ao Santo Guerreiro. Com o trabalho de ateliê já em andamento, a Unidos de Bangu espera buscar o título da Série Ouro e, consequentemente, o acesso ao Grupo Especial, conforme destacou o presidente Leandro Augusto:

“Estamos com um cronograma bastante organizado. Lançamos o enredo cedo, finalizamos os protótipos e estamos na fase inicial das reproduções das fantasias. Isso nos dá bastante tranquilidade para que possamos tocar este projeto, que será grandioso. Todos nós ficamos felizes com o que fizemos em 2023, quando falamos de Xangô Aganju, e tenho muita certeza que o desfile sobre São Jorge fará com que possamos brigar pelo título”, garantiu o mandatário.

Além de explicar a linha narrativa do enredo, o carnavalesco Robson Goulart também entregou ao primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Jorge Vinicius e Verônica Lima o desenho da fantasia que usarão em 2024. Além deles, os presidentes das alas de comunidade, passistas e a bateria também conheceram as suas respectivas indumentárias do próximo carnaval.

A Unidos de Bangu será a sétima escola a desfilar no segundo dia da Série Ouro, em 10 de fevereiro, na Sapucaí. Assim como nos últimos três desfiles, a escola vai realizar encomenda para o seu samba de enredo, não realizando disputa.

Felipe Bruno é o novo mestre de bateria da Acadêmicos do Cubango

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A Acadêmicos do Cubango segue reforçando seu time para buscar o título de campeã e retornar para Marquês de Sapucaí. O comando da bateria “Ritmo Folgado” será do mestre Felipe Bruno, que promete ousar para o próximo carnaval. Desde janeiro de 2019, a convite do presidente Glauco Vieira, Felipe Bruno é mestre de Bateria da Sabiá, escola de samba do carnaval de Niterói. Ele também é formado em música, atua como professor de música e atualmente também é diretor de bateria da Acadêmicos de Niterói, sob regência do mestre Demétrius.

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Foto: Lucas Ribeiro/CARNAVALESCO

Seu primeiro contato com a Acadêmicos do Cubango foi em 2007, quando foi ritmista da bateria sob a regência do mestre Marcinho. De lá pra cá, Felipe Bruno foi um dos grandes destaque do carnaval de Niterói e do Rio de Janeiro. Com a missão de conquistar os 40 pontos para “A Mais Querida de Niterói” no carnaval 2024, o mais novo contratado da agremiação afirma que não medirá esforços para conquistar o tão sonhado objetivo.

“Uma escola que eu aprendi a amar e respeitar, onde sou respeitado, onde fiz grandes amizades, e as tenho até hoje no coração. Vou me empenhar ao máximo, fazer o possível e tentar o impossível pra ajudar a nossa Escola a voltar pra Sapucaí. Pra isso, conto com a ajuda de todos da bateria Ritmo Folgado. Agradeço a confiança do presidente Pablo Coutinho, vice-presidente Anderson Leko e do presidente de honra Anderson Pipico. Muito obrigado. Vamos buscar o título, finalizou Felipe Bruno.

A apresentação oficial do novo mestre de bateria será no próximo dia 9 de julho, às 13h, na Feijoada de lançamento do enredo para o Carnaval 2024. O evento terá entrada gratuita e com valores promocionais para camarotes.

Monique Rizzeto retorna ao Império Serrano para o Carnaval 2024

A influencer e empresária Monique Rizzeto está de volta ao Império Serrano. Ex-passista e rainha da escola da Serrinha, ela regressa à agremiação para brilhar no Carnaval 2024. Contudo, o seu novo cargo será divulgado somente na Feijoada Imperial, em 15 de julho, quando também haverá o anúncio do enredo oficial para o próximo ano.

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Foto: Divulgação

Monique chegou ao Império Serrano como passista. Depois, passou a reinar à frente da ala como madrinha, foi musa e rainha da escola, no Carnaval 2019. O presidente Flávio França demonstrou muita alegria com o retorno dela ao Reizinho de Madureira, metendo o suspense em relação à sua função visando o próximo desfile.

“A Monique Rizzeto é uma apaixonada pelo nosso Império Serrano. Ela tem raízes aqui, foi rainha da escola, passista, musa e é querida por todos nós. Essa volta dela é algo que nos deixa felizes, pois é uma pessoa que tem uma grande paixão por toda a família imperiana. Estamos preparando uma grande festa para apresentar o enredo para 2024 e o cargo que ela vai ter neste novo ciclo. Não tenho dúvidas que os imperianos vão ficar contentes”, destacou o presidente.

A apresentação e a revelação da função de Monique Rizzeto será na Feijoada Imperial do dia 15 de julho. O evento terá show do Fundo de Quintal, lançamento do enredo para o próximo ano e, claro, a apresentação dos segmentos do Reizinho de Madureira, com os sambas históricos. Os ingressos já estão à venda através do site Sympla, na quadra da escola e na Loja Oficial do Império Serrano no Madureira Shopping.

Milton Cunha enaltece desfiles de Brasília e faz apelo: ‘Investimento para escolas de samba não tem que ter vergonha nenhuma’

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Podemos dizer que Milton Cunha virou coordenador do carnaval de Brasília. Ele está engajado e ativo em tudo que envolve o evento na cidade. Conhece tudo e mais um pouco das escolas. O artista por onde anda é cortejado com pedido de fotos, além de sempre estar recebendo palavras carinhosas e retribuindo-as.

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Foto: Gustavo Lima/CARNAVALESCO

Milton e desfiles de Brasília viraram um só. O apresentador conversou com o CARNAVALESCO e disse tudo o que está sentindo sobre a cultura do Distrito Federal.

“Eu estou aqui há dois anos. A secretaria de Cultura e Economia e Criativa, no braço da difusão cultural e artes populares, através da Sol, criou em 2021 a escola de carnaval, que é o primeiro passo do sonho de ter um desfile. A gente montou um curso de disciplinas, como mestre-sala e porta-bandeira, passistas, compositores, alegorias em 3D, croqui de fantasias, como escrever o enredo, comissão. Foram 12 meses com uma disciplina por mês. Quando terminou, a gente já tinha feito fantasias com espumas e plumas. Os alunos estavam com o coração na boca. E aí a Sol começa a soltar os editais de competição. Quanto a escola vai ganhar, CNPJ e tudo mais. Cada escola dessa tem uma cara de comunidade que eu conheci durante esses dois anos e eu estou torcendo muito por eles. Eu vejo que é uma luta”, disse.

Emoção do componente

No evento da lavagem dava para sentir o brilho no olhar e a emoção tomando conta com essa volta dos desfiles após nove anos. Perguntado sobre isso, Milton respondeu que todas as pessoas se sentem valorizadas. Além do mais, o sambista também fez uma previsão positiva, falando que daqui alguns anos os desfiles de Brasília irão caminhar sozinhos.

“Eles se sentem valorizados. Houve um investimento gigante no palco, na luz, som e telão. Fora isso, o samba é a única vitrine que essas pessoas têm para ocupar o centro da cidade. Nós estamos na Torre de TV, Congresso e chafariz. Estamos perto de todos esses pontos importantes. É uma vitrine e uma possibilidade de aparecer mostrando uma notícia positiva. Com suas costureiras, ferreiros e escultores, pouco importa se eles têm as escalas das artes belas e da academia para fazer suas esculturas. O importante é que elas vão passar e ano que vem vão melhorar. O pessoal aqui ainda está importando muito casal de mestre-sala e porta-bandeira, cantor e chegará uma hora que eles terão um ‘player’ de estrelas onde os artistas do Rio serão convidados para aplaudir e fazer participação especial. Vai ser um chororô, gritaria e representa a luta de voltar”, declarou.

Dinheiro aplicado nas agremiações

Milton falou da questão financeira aplicada nas escolas. Questionou o motivo das verbas para o carnaval serem menores e o investimento em outras artes e culturas terem um porte maior. Uma agremiação leva pessoas mais humildes aos ensaios e avenida. Há de ressaltar que todos estão trabalhando incansavelmente para fazer acontecer e o apresentador valorizou tudo isso.

“Você tem dinheiro carimbado para o balé, teatro, ópera, orquestra sinfônica e fica esse desprezo contra o dinheiro carimbado da arte popular. Por que essas feirinhas não tem dinheiro carimbado? Elas são patrimônio cultural do povo. É engraçado achar que as artes clássicas brancas e o cinema são inatingíveis. Cadê os cineastas e as bailarinas da comunidade? A comunidade é direta. Investimento para as escolas de samba não tem que ter vergonha nenhuma. Saem daqui 13 comunidades mais felizes, menos violentas e que não levam mensagens ao seu povo. É investimento de qualidade de vida. Se você tem equipamentos culturais que mamam dessa verba, por que as escolas de samba não podem pegar sete milhões dessa verba? Eu ainda acho pouco, mas a máquina está girando. A luta deles é ter sede. Não tem barracão, é tudo muito longe e tem carro que demora 1h30 meia para chegar. Mas todas as 13 escolas estão aí”, completou.

Unidos de Padre Miguel recebe Leandro Sapucahy, Caju Pra Baixo e convidados em festival de samba

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Neste sábado, 24 de junho, a quadra da Unidos de Padre Miguel abrirá suas portas para o “Festival de Samba do Boi Vermelho”, com um super show do cantor Leandro Sapucahy e convidados especiais como o grupo Caju Pra Baixo, Lelê Carlos e Bruna Almeida. A festa conta ainda com a apresentação da Bateria Guerreiros da Unidos, o Dj Du L da Vintém e Dj Lequinho.

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Foto: Diego Mendes/Divulgação

O festival terá início às 20h e a abertura fica por conta do Grupo Nossa Escolha. A entrada é gratuita até às 23h, com lista VIP. Camarotes podem ser adquiridos através dos telefones 2197033-2599 / 2196427-9884. Mesas e ingressos estão à venda na quadra da escola, ou on-line através do site Bilheteria Digital.

A quadra da Unidos de Padre Miguel fica na Rua Mesquita, 8- Padre Miguel.

Serviço:
Festival de Samba do Boi Vermelho: Caju Pra Baixo, Leandro Sapucahy, Lelê Carlos, Bruna Almeida, Grupo Nossa Escolha, bateria Guerreiros da Unidos, Dj Du L da Vintém e Dj Lequinho.
Quadra da Unidos de Padre Miguel: Rua Mesquita, 8 – Padre Miguel
Sábado, dia 24 de junho, a partir das 20h
Ingressos: Pista: R$ 15,00
Televendas: 2197033-2599 / 2196427-9884
Vendas on-line: https://bilheteriadigital.com/festival-de-samba-do-boi-vermelho-24-de-junho
Fotos: Divulgação