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Série Barracões: Beija-Flor mergulha na tradição do Bembé do Mercado em busca do bicampeonato

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Atual campeã do Carnaval carioca, a Beija-Flor de Nilópolis vai trazer o Recôncavo Baiano para a Sapucaí em 2026. Ao levar o Bembé do Mercado como enredo, a Soberana mostra o caminho que a celebração percorre ao cruzar a cidade de Santo Amaro em todo 13 de maio, com a participação de todos os terreiros naquele que é declarado o maior candomblé de rua do mundo e que vai muito além de uma celebração religiosa, envolvendo também a cultura da região em seus festejos.

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Com 3.200 componentes e seis alegorias, é com a assinatura de João Vitor Araújo que a Azul e Branca de Nilópolis levará o “Bembé” para a Avenida, com muito orgulho de jogar luz sobre toda essa festa. Ao CARNAVALESCO, João, em seu terceiro carnaval na escola, percorreu a origem da ideia do enredo, explicando como toda a manifestação do Bembé foi chegando a ele, ao presidente Almir Reis, ao enredista Bruno Laurato, entre outras pessoas, até se consolidar como o momento de levar a proposta para a Avenida.

“A princípio, eu entendia que o Bembé era um enredo muito sério para sair por aí apresentando. Acreditava que era uma história que certamente tinha uma liderança por trás. Tivemos exemplos de enredos anteriores com problemas em relação à autorização, porque eu acreditava que se tratava de uma festa, de uma celebração cheia de fundamentos. Então, até que ponto eu poderia falar desses fundamentos? Por isso, para não ficar um enredo muito raso, eu não coloquei o Bembé no topo da prateleira, mais por cautela. Ele ficou guardadinho, meio que como coadjuvante diante dos outros e, de uma hora para outra, começou a ganhar um protagonismo muito forte — e hoje é a realidade da Beija-Flor de Nilópolis, com um grande samba, um grande enredo, uma comunidade que se identifica com o tema. A intenção era essa: trazer um enredo de identidade, que o nilopolitano pudesse ler e se sentir parte daquela história.”

O artista prosseguiu falando sobre a pesquisa para o enredo, realizada em parceria com os enredistas, destacando a oportunidade de vivenciar o Bembé no 13 de maio e de percorrer todos os terreiros que fazem parte dos festejos. Segundo ele, foi necessário selecionar cuidadosamente o que entraria no que a Beija-Flor apresentará na Avenida, diante da grande quantidade de histórias e depoimentos ouvidos durante a estadia em Santo Amaro.

“Visitamos todos os terreiros. Imagina você andar, conversar, ouvir diversas histórias e experiências, tudo com muita atenção, e já sabendo que, infelizmente, mais da metade daquelas histórias seriam inviáveis de ser contadas, porque temos uma setorização que, às vezes, não nos permite mostrar tudo ou falar de todos que gostaríamos. O mais difícil foi peneirar essa história, porque era muita coisa bacana: depoimentos incríveis, muitos fundamentos, muitas coisas que acontecem ali ao mesmo tempo — e ter que deixar de lado foi a parte mais difícil de tudo. Foi uma pesquisa muito longa. Era muito calor… imagina você andar debaixo de sol, de calça, porque, em respeito, não entramos em nenhum terreiro, em nenhuma casa de santo, de bermuda, saindo às nove da manhã e só voltando às nove da noite, todo santo dia, com muitas histórias na cabeça — ou salvas no celular — e não poder falar de tudo.”

Ao abordar os materiais e a forma de carnavalizar a história do Bembé, Araújo destacou a importância do respeito com cada ritual que aparecerá na Marquês, transformado em alegoria ou fantasia, e o auxílio das lideranças da festa, que estiveram presentes, apoiando e sendo consultadas na concepção plástica da escola. João também falou sobre o que o torcedor pode esperar, ressaltando que tudo é pensado neles e que acredita que os apaixonados pela Beija-Flor ficarão felizes com o que será apresentado na Avenida.

“Não foi fácil. Eu fiz um carnaval, há muitos anos, sobre comida, parecia ser muito fácil, e foi um dos enredos que eu mais li e pesquisei para transformar em alegorias e fantasias. Foi mais difícil do que contar, por exemplo, a epopeia de Dom Sebastião no Paraíso do Tuiuti, que também teve uma pesquisa muito densa. O do Bembé foi carnavalizar aquela história e aqueles rituais sem vilipendiá-los, com muito respeito, muita certeza e muita clareza, pedindo autorização, fazendo chamadas de vídeo com lideranças culturais e espirituais do Bembé para saber se aquilo era viável ou não, se podia mostrar ou não. Porque uma coisa é você ter a liberdade de criar, a tal licença poética… Agora, lá no Bembé não: é tudo muito sério. Eles são muito criteriosos com os elementos, com a indumentária, com as cores utilizadas. Foi um trabalho de criação bem cuidadoso, não tão fácil quanto em outros anos.”

João também comentou a diferença entre realizar o Carnaval de 2025, que garantiu o décimo quinto título da Beija-Flor, e preparar o de 2026, destacando que é um enredo afro com estética diferente do que geralmente se imagina nesse tipo de narrativa na Avenida.

“Não é o carnaval da palha, do búzio, aquele carnaval que as pessoas estão acostumadas a ver e isso foi uma grande surpresa do Bembé. Durante a pesquisa fomos descobrindo que não era só candomblé, que outras coisas acontecem nessa celebração. Você vai olhar e ver pelo menos três alegorias e vai pensar: ‘Mas o enredo não é macumba?’ e vai perceber que não têm relação direta com isso. Esse é o barato.”

Por fim, João Vitor Araújo acredita que o grande trunfo da atual campeã ao pisar no Sambódromo será o samba-enredo, que vem sendo cantado com muita força pela comunidade nilopolitana e que, através dele, o desfile será plenamente compreendido.

“É ele que vai levar. Como dizia minha amiga Rosa Magalhães: quando a música é boa, não tem para ninguém. O samba-enredo está muito coeso e, nele, você vai entender perfeitamente o que é o primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto, o quinto e o sexto setor da escola”.

Tradição que se encontra: Vila Santa Tereza leva o Cacique de Ramos para a avenida

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A Vila Santa Tereza vai homenagear os 65 anos do Cacique de Ramos, um dos blocos mais tradicionais do carnaval carioca, no enredo que levará para a Intendente Magalhães no Carnaval de 2026. A proposta é fazer uma celebração dupla, já que a própria escola completa 70 anos este ano. Em entrevista exclusiva ao CARNAVALESCO, o carnavalesco Caio Araújo contou como surgiu a ideia da homenagem e adiantou detalhes do desfile.

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“A gente já vem pautando esse enredo desde o fim do Carnaval de 2025. A ideia surgiu através de um grande parceiro, o Eduardo Gonçalves, que levou essa pauta para a Vila Santa Tereza. Na hora, topamos comemorar os 65 anos do Cacique de Ramos. No ano em que a escola completa 70 anos, aproveitamos para juntar essas duas festividades.”

O grande destaque do enredo

Para o carnavalesco, o diferencial estará na forma como a história será apresentada, e ele revelou em qual momento o elo com a própria escola ficará em evidência.

“Eu acho que o diferencial vai ser toda a trajetória do Cacique de Ramos sendo contada minuciosamente. Sabemos que o tempo na Intendente é curto, mas o destaque vai estar na cronologia, desde a fundação do Cacique até os dias de hoje. Encerramos o desfile fazendo essa junção com a Vila Santa Tereza, comemorando os 70 anos da escola e iniciando essa festividade que vai ser celebrada no final do ano.”

A parte plástica e estética do desfile

A estética do desfile promete ser marcada pela alegria e pelo colorido característicos das duas instituições.

“Estamos vindo com fantasias muito coloridas, trazendo as cores do Cacique de Ramos e as cores da Vila Santa Tereza, mas pautando tudo em um colorido muito vibrante, para transmitir essa alegria e essa festividade que o Cacique leva para a avenida e que a Vila Santa Tereza também carrega.”

Desafios da Intendente Magalhães

Ao falar sobre as dificuldades de desfilar na Intendente Magalhães, Caio foi direto:

“É muito complicado fazer carnaval na Intendente por causa da estrutura que recebemos. Mas, com persistência e cuidado com os recursos que a escola oferece, conseguimos apresentar o carnaval. Todo ano é uma superação diferente, e acredito que este ano não vai ser diferente. Tentamos tirar de letra da melhor forma possível.”

Com a missão de unir tradição e comemoração, a Vila Santa Tereza promete levar para a Intendente Magalhães um desfile alegre e, ao mesmo tempo, emocionante, que exalta o legado de duas potências do carnaval de raiz do Rio de Janeiro.

Ancestralidade e impacto visual marcam o ‘Grande Sertão Negro’ da Praça da Bandeira

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Em entrevista ao CARNAVALESCO, os carnavalescos Robson Goulart e Ricardo Paulino apresentaram os detalhes do enredo “Grande Sertão Negro”, que será o tema do desfile da Independente da Praça da Bandeira no carnaval da Intendente Magalhães, em 2026. A proposta é celebrar a chegada dos povos africanos ao Nordeste brasileiro, destacando sua influência na cultura, nas tradições, na culinária e nos cantos que ajudaram a moldar a identidade da região.

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Ricardo Paulino explicou que a escolha da narrativa nasceu de uma necessidade derivada da realidade da Série Prata.

“Nós somos do Grupo Prata e temos que fazer aquilo que temos. A subvenção que a gente recebe só dá para fazer aquilo que já existe. Não adianta inventar muito. Todo mundo está fazendo muito afro, afro, afro, e eu não queria fazer afro/macumba. Sentei com o Rabinho e começamos a conversar sobre o que tínhamos de material. Pensamos até em circo, qualquer coisa para sair do afro. Aí veio a ideia: vamos fazer o Nordeste. Mas Nordeste como? A partir do negro que chega ao Nordeste e desenvolve toda uma cultura”, explicou.

Robson Goulart complementou, explicando o recorte histórico do desfile.

“Contamos a história da chegada desses negros em toda a região do Nordeste. Sabemos que lá tem Olodum, candomblé, mas nós explicamos como essas crenças, festejos e tradições chegaram ao Nordeste por meio do povo preto.”

O grande destaque do enredo

Robson destacou o impacto visual que o desfile terá como o grande trunfo do enredo.

“Estamos confiantes no efeito visual. A escola virá bem compacta, com fantasias bem chamativas, bem volumosas. Nossa aposta é nesse diferencial de cores, de efeitos e de alegorias para brigar pelo nosso sonhado título”, afirmou o artista, com entusiasmo.

A parte plástica e estética do desfile

Ao falar sobre a plástica do desfile, Robson voltou a afirmar que a escola está investindo bastante em visuais marcantes. A estética dialoga diretamente com a ideia de força, ancestralidade e presença negra no sertão nordestino, usando volume, cor e impacto visual como elementos centrais da narrativa apresentada pela escola na avenida.

“Estamos trabalhando com bastantes esculturas e com alguns materiais meio diferentes para construir esse enredo”, revelou.

Desafios da Intendente Magalhães

Sobre as dificuldades de colocar o carnaval na avenida da Zona Norte carioca, Ricardo deu sua opinião sem omitir os recursos utilizados e reconhecendo o valor do apoio coletivo.

“Driblamos fazendo empréstimos. A gente faz o empréstimo, começa o carnaval e depois faz um malabarismo para pagar. Mas acaba acontecendo. Um ponto muito forte é o apoio da comunidade. A gente tem uma comunidade muito gostosa, que interage, colabora e chega junto. Assim é mais fácil, porque não precisamos inventar uma comunidade — isso a gente já tem”, disse o carnavalesco, emocionado.

Robson encerrou o papo com otimismo: “No final, tudo dá certo. E vai dar, se Deus quiser.”

Com esse enredo que une história, ancestralidade, identidade negra e visuais ousados, a Independente da Praça da Bandeira promete levar para a Intendente Magalhães um desfile forte, vibrante e emocionante.

Império de Nova Iguaçu aposta em ancestralidade e emoção para homenagear o terreiro Kupapa Unsaba

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A Império de Nova Iguaçu prepara um desfile marcado pela emoção, pela ancestralidade e pelo sentimento de família para o carnaval deste ano, na Intendente Magalhães. Em um papo com o CARNAVALESCO, os carnavalescos Larissa Pereira e Marco Falleiros falaram sobre o enredo “Kupapa Unsaba”, que celebra o legado deste tradicional terreiro de candomblé, destacando a relação afetiva com a escola e adiantando elementos que prometem surpreender o público na avenida.

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Segundo Larissa, a escolha do tema nasceu de uma ligação da comunidade com a escola, ressaltando que a proximidade entre os componentes da Império de Nova Iguaçu se assemelha à vivência do terreiro.

“Esse enredo é de um terreiro que a nossa rainha de bateria, Ingrid Milagre, frequenta, o Kupapa Unsaba. É um terreiro de família, superancestral, que tem costumes muito bonitos. Resolvemos fazer essa homenagem a eles porque a nossa escola também tem muito esse sentimento de família. Nós temos uma relação muito próxima, familiar, da mesma forma que é a relação do terreiro com todo mundo que o frequenta.”

O grande destaque do enredo

Para Falleiros, o ponto alto do desfile está na capacidade de emocionar. Mas ele também adiantou qual ala mais impactará visualmente.

“Com certeza será a emoção. Esse enredo tem várias partes muito bonitas. Vocês podem esperar uma comissão de frente bem diferente, com vários efeitos de iluminação — uma coisa que na Intendente quase não tem. Vamos inovar nesse ponto.”

A parte plástica e estética do desfile

Na construção visual, além da iluminação da comissão de frente, a Império de Nova Iguaçu promete fugir do convencional. Marco contou que o trabalho plástico será totalmente pensado para elevar o nível estético que costuma ser apresentado na Intendente Magalhães.

“Vocês podem esperar alegorias muito bem acabadas, com um trabalho bem diferente do que se usa na Intendente. Nós vamos usar muito espelho e trabalhar com bastante material que ainda não é muito usado por lá.”

Desafios da Intendente Magalhães

Falar de carnaval na Intendente Magalhães também é falar de superação. Para Larissa, o principal combustível para vencer as dificuldades é o envolvimento emocional com o projeto.

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“Eu acho que é muito amor. Quando trabalhamos com amor, conseguimos criar alternativas novas, procurar materiais diferentes e tentar resolver da melhor forma o nosso projeto”, disse a artista, emocionada.

Marco complementou, destacando o reaproveitamento como estratégia fundamental. Segundo ele, o público poderá perceber claramente esse processo criativo na avenida.

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“Sempre procuramos usar a reciclagem, principalmente com esculturas. Isso também é uma maneira de driblar os desafios. Você pega uma escultura que representa uma coisa e transforma em outra. Essa mudança vocês vão ver muito no nosso carnaval.”

Dessa maneira, a Império de Nova Iguaçu aposta na força da ancestralidade, na cumplicidade e na inovação estética para construir um desfile que dialogue com a tradição do candomblé e com a identidade familiar da escola, prometendo emoção e beleza na avenida. A proposta é criar impacto visual e valorizar detalhes, reforçando a importância do terreiro homenageado e sua riqueza cultural, sem abrir mão de acabamento e criatividade.

Terreirão do Samba terá 10 dias de shows ao longo do Carnaval 2026, com grandes nomes do samba e do pagode

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O Carnaval do Rio de Janeiro ganha ainda mais força em 2026 com a programação especial do Terreirão do Samba Nelson Sargento, um dos espaços mais tradicionais e populares da folia carioca. Entre os dias 6 e 21 de fevereiro, o palco recebe uma verdadeira maratona de shows que reúne ícones históricos do samba, grandes nomes do pagode romântico, novas gerações e encontros inéditos, celebrando a diversidade e a potência da música popular brasileira. Serão 10 dias com mais de 40 shows, contabilizando mais de 80 horas de folia promovidas pelo Sesc RJ.

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Foto: Paulo Mumia/Divulgação Riotur

Entre os destaques da programação estão Dudu Nobre, Fundo de Quintal, Pretinho da Serrinha com participação de Seu Jorge, Belo, Ferrugem, Mumuzinho, Dilsinho, Tiee, Bom Gosto, Clareou, Pique Novo, Suel e a Velha Guarda da Vila Isabel, além de rodas de samba consagradas como a do Beco do Rato. A programação também valoriza artistas da nova cena e grupos tradicionais que fazem do Terreirão um espaço de encontro entre gerações.
Em todos os dias de evento, o DJ da rádio oficial FM O Dia abre a programação.

“O Terreirão do Samba é um dos maiores símbolos do Carnaval do Rio. É um espaço democrático, que valoriza nossas raízes, aproxima o público dos grandes nomes do samba e do pagode e mantém viva a tradição cultural que faz do Rio a capital mundial do Carnaval”, afirma o presidente da Riotur, Bernardo Fellows.

Os shows começam no fim de semana pré-carnaval, entre os dias 6 e 8 de fevereiro. Na semana seguinte, com a folia começando oficialmente na sexta-feira (13), as apresentações acontecerão em paralelo aos desfiles da Série Ouro e do Grupo Especial do Rio, entre os dias 13 e 17, sendo um ótimo lugar para curtir toda a energia da maior festa do planeta. Já no pós carnaval, os shows serão realizados na sexta-feira (20), onde ocorre os desfiles das Escolas Mirins, e no sábado (21), dia dos desfiles das campeãs.

Confira a programação completa abaixo:

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – TERREIRÃO DO SAMBA

Endereço: Rua Benedito Hipólito, 66, Praça Onze – Centro
Vendas: Bilheteria do Terreirão e pelo site: https://www.bilheteriadigital.com/terreirao2026
Valores: meia entrada R$15, inteira R$30.
Classificação: 18 anos (menores apenas acompanhados por responsáveis)

6ª FEIRA  06/02/2026

Início: 22h

DJ FM O DIA
RODRIGO COSTA
MUMUZINHO
DILSINHO
DJ FM O DIA

SÁBADO   07/02/2026

Início: 20h

DJ FM O DIA
FLAVIA SAOLLI
INTIMISTAS
TÁ NA MENTE
THIAGO SOARES
FM FM O DIA

DOMINGO    08/02/2026        

Início: 20h

FM O DIA
BRUNNA OLIVEIRA
ROBINHO
DI PROPÓSITO
REVELAÇÃO
NADA COMBINADO
FM O DIA

6ª FEIRA   13/02/2026    

Início: 20h

FM O DIA
FABINHO
VELHA GUARDA MUSICAL DE VILA ISABEL
BOKALOKA
SUEL
FM O DIA

SÁBADO 14/02/2026            

Início: 20h

FM O DIA
JUNINHO THYBAU
RODA DE SAMBA BECO DO RATO
DAVI QUARESMA
GAMADINHO
PEDRO MENEZES
FM O DIA

DOMINGO  15/02/2026

Início: 20h

DJ FM O DIA
CANTORA BRANKA
DJ FM O DIA
VITINHO
PRIMEIRO AMOR
FERRUGEM
DJ FM O DIA

2ª FEIRA   16/02/2026

Início: 20h

FM O DIA
RDN
FAMÍLIA DINIZ
GABRIELZINHO
GRUPO EXISTÊNCIA
BELO
FM O DIA

3ª FEIRA  17/02/2026

Início: 20h

FM O DIA
VOU ZUAR
KARINAH
PAGODELAS
YAN
ARLINDINHO
FM O DIA

6ª FEIRA  20/02/2026

Início: 20h

DJ FM O DIA
PALITO
DUDU NOBRE
FUNDO DE QUINTAL
BOM GOSTO
DJ FM O DIA

SÁBADO   21/02/2026  

Início: 20h

DJ FM O DIA
BALACOBACO
LEANDRO SAPUCAHY
CLAREOU
PRETINHO CONVIDA SEU JORGE
TIEE
PIQUE NOVO

Superbet apresenta nova plataforma de marca e detalha superplano para o Rio Carnaval 2026

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Consolidando sua presença no Brasil, a Superbet inicia o segundo ano de mercado regulado com o lançamento de uma plataforma de marca disruptiva. Em coletiva realizada em Copacabana, com a presença de executivos da marca, imprensa e o presidente da LIESA, a companhia oficializou seu ambicioso plano de expansão para o Rio Carnaval 2026. O movimento posiciona a Superbet como uma potência de entretenimento, pronta para impactar milhões de brasileiros, e começando pelo coração da maior festa popular do mundo.

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Foto; Victor Chapetta/Divulgação Superbet

O encontro foi conduzido pelo apresentador João Silva, novo embaixador da marca, e contou com a presença de Alex Fonseca, CEO da Superbet, Patrícia Prates, Diretora de Marketing da Superbet, além dos embaixadores Nicole Bahls e Cafu, anunciados como Rei e Rainha do Carnaval Superbet 2026.

O encontro marcou o detalhamento das estratégias da Superbet para o patrocínio do Rio Carnaval 2026 e o lançamento da nova plataforma de marca “Superbet. Você sente quando é super.”, desenvolvida em parceria com a GUT, nova agência criativa da marca no Brasil. O conceito reforça a proposta de fazer com que as pessoas sintam a diversão de forma leve e espontânea.

“O Carnaval é a essência do entretenimento do Brasil e o palco onde a Superbet escolheu lançar sua nova plataforma de marca e reafirmar seu momento de consolidação. Unimos nossa trajetória global à autenticidade brasileira para ampliar o acesso à experiência, investir em inovação e contribuir para um ecossistema cultural que movimenta a cidade e gera impacto ao longo de todo o ano. Como a primeira empresa com licença federal no Brasil, estamos dobrando os esforços para o Carnaval e reafirmamos nossa transparência e visão de longo prazo”, explica Alexandre Fonseca, CEO da Superbet.

Nova plataforma de marca – ‘Superbet, você sente quando é super’

A Superbet anunciou sua nova plataforma de marca, que traz a assinatura “Superbet, você sente quando é super”. “Vamos romper com a comunicação impositiva tradicional da categoria para devolver o protagonismo ao público através de uma estratégia de mídia criativa. A nova campanha, que estreia neste sábado, utiliza o Carnaval como o grande palco para a primeira fase desse projeto.”, comenta Patricia Prates, diretora de Marketing da Superbet.

No evento desta sexta-feira, foi apresentado o primeiro filme da campanha, protagonizados por Nicole Bahls e Cafu, também coroados Rei e Rainha do Carnaval Superbet. A história, dividida em dois momentos, mostra os dois em um camarote na Sapucaí disputando, de forma divertida, quem consegue chegar primeiro ao último canapé da festa, como uma metáfora leve e bem-humorada sobre o espírito de desafio e diversão que move a campanha. A estratégia prevê a revelação do desfecho em um segundo filme, ampliando a conversa nas redes sociais e na TV.

“Queremos que a Superbet seja sinônimo de emoção verdadeira. Por isso, nossa plataforma foca na interatividade, ocupar a cidade e as telas, colocando a vivência do público no centro de tudo. Nosso objetivo é transformar ativações em impacto cultural real, ampliando o acesso ao entretenimento. Queremos celebrar com emoção real e experiências coletivas que arrepiam˜, explica Patrícia. “Neste momento de amadurecimento do mercado regulado, nossa estratégia foca em ampliar o reconhecimento da marca como um player que investe de forma estruturada, legítima e responsável, figurando entre os grandes patrocinadores do País”, finaliza.

Cordão do Boitatá comemora 30 anos de seu Cortejo de Rua e faz sua estreia no circuito dos megablocos

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Depois de três ensaios lotados no Circo Voador, o Cordão do Boitatá sai às ruas para celebrar 30 anos de folia no próximo domingo, 8 de fevereiro, com concentração a partir das 7h da manhã, fazendo sua estreia no Circuito Preta Gil, na rua Primeiro de Março. Em seu 30º Cortejo de Rua, o grupo, sai com 200 músicos, alas de estandarte, pernaltas e baianas, e fará homenagens a Preta Gil, Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Áurea Martins e Odette Ernest Dias.

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Foto: Sabrina Mesquita

Em 1997, quando saiu pelas ruas do Centro do Rio pela primeira vez, o Grupo Cultural Cordão do Boitatá iniciava uma história que hoje se confunde com a revitalização do Carnaval de rua da cidade. Desde então, tem sido um dos grandes protagonistas da festa popular. Foi pioneiro na revitalização das fanfarras carnavalescas, arrastando dezenas de milhares de foliões em seu Cortejo da Orquestra de Rua. Há duas décadas realiza seu Baile Multicultural da Praça XV – referência da programação de rua no domingo de Carnaval, para mais de 80 mil foliões.

Além de completar 30 anos de Cortejo de Rua e 20 da realização do Baile Multicultural da Praça XV, o ano marca também a volta do Cortejo para a região da Rua Primeiro de Março – atualmente batizado de Circuito Preta Gil, palco dos megablocos da cidade –, de onde foi retirado em 2012 por conta das obras de revitalização do Centro.

Patrimônio Imaterial do Estado do Rio e condecorado com a Medalha de Mérito Pedro Ernesto (2021) e a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carioca (2022), o Cordão do Boitatá reúne mais de 200 músicos tocando sem carro de som. É o único grupo independente, ‘pé no chão’, dentro deste circuito, que não faz uso de trio elétrico e nem conta com o patrocínio das grandes marcas presentes no Carnaval. Somente no ano passado, reuniu cerca de 40 mil pessoas no Cortejo e 80 mil no Baile Multicultural.

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Foto: Sabrina Mesquita

“Após um longo hiato, o Boitatá volta a desfilar na Primeiro de Março e arredores. São muitos anos de construção e conversas com a Riotur para garantir um espaço que permita realizar nossas atividades de forma plena. Um trajeto que acolhe a orquestra e todos os brincantes de forma condizente com o tamanho da festa”, celebra Kiko Horta, um dos fundadores e diretor musical do grupo. “Temos uma orquestra com mais de 200 musicistas de sopro, percussão e banjos, e suas alas de estandartes, pernaltas e baianas. Estamos trazendo nossa batucada pé no chão para riscar o território do Centro do Rio com muito samba, marchinhas, afoxés, fantasias criativas e alegria. Esperamos ver este trajeto futuramente ocupado por mais grupos tradicionais e de importância para o carnaval de rua. Megabloco não se mede apenas por números, é preciso um olhar cuidadoso para o futuro do Carnaval de rua na cidade e suas vertentes culturais e ancestrais. Somos o único bloco independente a desfilar neste circuito, assim como é independente a forma como o Boitatá vem realizando suas atividades, arcando com todos os custos estruturais, artísticos e de produção do Cortejo e do Baile Multicultural, sem recurso de empresas privadas e cervejarias, contando sempre com sua enorme rede de apoiadores e brincantes para viabilizar a festa”, completa Kiko.

Organizado por músicos, o grupo tem um vasto repertório da maioria dos gêneros da música brasileira trazendo muito samba, marchas, afoxés, frevos e outros ritmos. Em um constante processo de reinvenção, arranjos originais de Moacir Santos, Villa-Lobos – são marcas registradas do grupo as músicas Coisa nº 4 e Trenzinho Caipira, –, Pixinguinha, Maestro Duda, Braguinha, além de outros criados especialmente para a orquestra são executados nas apresentações do Boitatá. Cada gênero é interpretado com suas características específicas, trazendo, por exemplo, os diferentes toques das escolas de samba e os sotaques próprios de cada estilo.

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A Orquestra de Palco conta com 15 músicos de referência do cenário carioca que fazem vibrar o Baile Multicultural da Praça XV por mais de seis horas seguidas. Reconhecido como o epicentro musical no Centro do Rio, dele já participaram mais de 150 artistas e grupos nacionais e internacionais, incluindo nomes como Martinho da Vila, Marisa Monte, Teresa Cristina, João Donato, Jongo da Serrinha, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Marcos Sacramento, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Mariana Baltar, Roberta Sá, Rita Beneditto, Marina Iris, Moyses Marques, blocos como Orunmilá e Amigos da Onça, além dos internacionais Nneka, Keziah Jones.

Este ano, o Cordão do Boitatá conta com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultura, através de emenda da parlamentar Jandira Feghali, para realização do 20º Baile Multicultural da Praça XV.

SERVIÇO:

Cortejo com a Orquestra de Rua

Rua Primeiro de Março – Concentração em frente ao CCBB

8/2

7h

Baile Multicultural da Praça XV

Praça XV

📅 15/2

10h às 16h

Império Serrano revela carro alegórico que consagra o saber negro como Academia Ancestral

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O Império Serrano revelou nesta quinta-feira (5) um de seus carros alegóricos para o Carnaval, intitulado “Casa de Preto também é Academia”. Criada pelo carnavalesco Renato Esteves para o enredo “Ponciá Evaristo Flor do Mulungu”, que homenageia a escritora Conceição Evaristo, a alegoria integra o quinto capítulo da narrativa, denomiado Escrevivências, e representa o ponto de consagração intelectual e simbólica do desfile, afirmando o saber negro como produção legítima de conhecimento forjada na vida, na experiência e na coletividade.

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Inspirada na Casa Escrevivência, projeto idealizado por Conceição Evaristo, a alegoria transforma a casa preta em um palácio do conhecimento vivo. Favela, samba, terreiros, casa e rua são apresentados como territórios legítimos de produção intelectual, onde oralidade, memória, corpo e vivência cotidiana constroem pensamentos e filosofias próprias. O carro materializa a inversão simbólica central do enredo: não é a Academia que valida o saber negro, mas o saber negro que amplia o próprio sentido de Academia, conforme explica Renato Esteves.

“O que essa alegoria afirma é que o conhecimento negro nasce da vida e sempre existiu, mesmo quando foi sistematicamente deslegitimado pelas instituições formais. A casa preta vira academia porque é ali que se pensa, se cria, se transmite saber e se constrói pensamento crítico”, destaca o carnavalesco do Império Serrano.

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No interior dessa casa-academia, o samba ocupa papel central como forma de elaboração intelectual coletiva, reconhecendo as escolas de samba como espaços de educação popular e produção de conhecimento.

“O Império Serrano afirma que o conhecimento é campo de disputa e que novas narrativas podem e devem ser escritas a partir da experiência, da memória e da escrevivência”, conclui o carnavalesco.

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O Reizinho de Madureira está em seus últimos ajustes para o Carnaval 2026. A escola será a quarta a desfilar no sábado (14), na Marquês de Sapucaí, em busca do título da Série Ouro.

Fan Fest Rio Capital do Carnaval recebe shows de Xande de Pilares, Iza, Alcione e Gloria Groove neste fim de semana

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O Fan Fest Rio Capital do Carnaval retorna neste final de semana com uma programação recheada de encontros musicais, oficinas carnavalescas e apresentações de escolas de samba. A partir desta sexta-feira (6), o público poderá acompanhar shows gratuitos de artistas como Xande de Pilares, Iza, Alcione e Gloria Groove.

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Os portões do espaço, montado na Praia de Copacabana, abrem às 17h nesta sexta-feira (6). Além de uma aula de samba no pé com o diretor da ala de passistas do Paraíso do Tuiuti, Alex Coutinho, e de oficinas de alegorias e ala coreografada, a roda de samba Terreiro de Mangueira anima os foliões, com a Unidos do Viradouro encerrando a noite.

Já o sábado (7) será dedicado aos encontros musicais. Na parte da noite, Xande de Pilares recebe Iza em um show que promete movimentar as areias. Mais tarde, Alcione sobe ao palco, seguida por Gloria Groove, que recebe Tia Surica e a Velha-Guarda da Portela como convidadas especiais. Os portões abrem mais cedo, às 14h, com atividades especiais, aulas e oficinas.

Para fechar o fim de semana, no domingo (8), a partir das 14h, mais três escolas de samba chegam para animar o Rio Capital do Carnaval: Salgueiro, Mocidade e Vila Isabel, além da roda do Samba Que Elas Querem.

CARNAVAL FAN FEST 2026 

O quê: Rio Capital do Carnaval Fan Fest – um mês de shows, aulas e experiências imersivas

Onde: Praia de Copacabana, Rio de Janeiro

Quando: de 20 de janeiro a 21 de fevereiro de 2026

Quanto: gratuito

Como participar: acesso mediante cadastro facial prévio no APP do Rio Carnaval

‘SP no Samba’ mostra o aquecimento para os desfiles das escolas de samba paulistanas

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A menos de uma semana de o primeiro surdo ecoar no Sambódromo do Anhembi e das agremiações de São Paulo entrarem na avenida, a TV Globo convida o público a mergulhar no clima do Carnaval paulistano neste sábado, dia 7, com o programa ‘SP no Samba’. Apresentado pela jornalista Mariana Aldano, a atração mostra de perto os preparativos das 14 escolas do Grupo Especial de São Paulo, revelando histórias de quem trabalha o ano inteiro para construir esse espetáculo cultural que celebra a criatividade, a tradição e a força do samba.

O programa ainda ouve Valeria Almeida e Everaldo Marques que estarao a frente da transmissao dos desfiles na TV Globo 1

 

“O programa é um “esquenta” para a transmissão. Vamos mostrar o rosto de quem não necessariamente desfila, mas faz o desfile acontecer; vamos apresentar os enredos e os sambas de todas as escolas do Grupo Especial; trazer a arte dos trabalhadores de Parintins e relembrar os ensaios das escolas, não apenas nas quadras, mas também no Sambódromo. Vejo o programa também como uma grande homenagem à comunidade carnavalesca, uma celebração a quem dedica a vida a essa festa sublime que, para o público, dura duas noites, mas para os sambistas representa o trabalho de uma vida”, diz a apresentadora Mariana Aldano.

O ‘SP no Samba’ esteve na Fábrica do Samba, espaço localizado no bairro do Bom Retiro, na região central da capital paulista, para mostrar onde nascem os elementos que ganham a avenida. Por lá, meses de trabalho coletivo de cerca de 200 pessoas em cada barracão transformam os enredos em fantasias e alegorias para as escolas e para os milhares de componentes que vão desfilar e encantar o público. O programa conversa com os responsáveis pelas esculturas monumentais dos carros, os aderecistas que cuidam minuciosamente dos detalhes das fantasias e as equipes que operam efeitos especiais que surpreendem o público durante os desfiles.

Os repórteres Gessyca Rocha e Romulo D’Avila também acompanham os ensaios técnicos para mostrar curiosidades e como as escolas ajustam cada elemento antes de entrar no Sambódromo. Esta edição traz ainda um bate-papo com Valéria Almeida e Everaldo Marques, que estarão à frente da transmissão dos desfiles na TV Globo, abordando expectativas, bastidores e a importância cultural do Carnaval paulistano.

O programa ‘SP no Samba’ vai ao ar neste sábado, dia 7, logo depois do ‘Jornal Hoje’.