A Beija-Flor acaba de anunciar uma grande novidade para o Rio Carnaval 2027. Pela primeira vez na história, a agremiação levará para a Sapucaí um grupo de musas e um muso. Os nomes são todos da comunidade da azul e branco. A apresentação oficial aconteceu na noite da quinta-feira, na quadra da escola, em Nilópolis, durante a abertura da temporada de ensaios. O time é formado por Aieny Mendes, Flávia Custódio, Carla Cachoeira, Aline Souza, Raissa de Oliveira (ex-rainha de bateria), Kloe Libanio, Sabrina Coradini, Thais Ferreira e Cassio Dias.
O gesto da diretoria representa mais uma forma de valorizar quem carrega a Beija-Flor no coração e vive o dia a dia da comunidade. Antes, os postos de musa e muso que desfilam “no chão” não existiam.
“Na Beija-Flor, a comunidade é a protagonista do nosso desfile. Por isso, nada mais justo do que reconhecer e destacar a importância dessas pessoas, todas muito atuantes e queridas pela nossa comunidade, com o cargo de musa e muso”, exaltou o presidente da Beija-Flor, Almir Reis.
Destaque da Beija-Flor, a atriz Giovanna Lancellotti também marcou presença na ocasião especial. Ela ajudou a entregar as faixas de musas e muso para as estrelas da noite.
Noite de homenagens
Além do anúncio das musas, a noite foi marcada por homenagens a outras três componentes da comunidade. Carolynne Mansorys, Josy Mota e Charlene Costa receberam um agradecimento especial pela dedicação à escola e pelo comprometimento durante o processo de disputa de samba-enredo.
O enredo de 2027 da Beija-Flor de Nilópolis é “Zeneida: O Sopro do Pó de Louro”. A escola será a segunda a desfilar no Domingo de Carnaval, 7 de fevereiro.
A presidente da Rosas de Ouro, Angelina Basílio, foi consagrada ‘Sambista Imortal’ pela Mocidade Alegre durante a festa ‘24 horas de samba’, realizada na quadra da Morada do Samba. A honraria foi entregue por Solange Cruz, presidente da agremiação, que destacou a trajetória de Angelina e a contribuição da família Basílio para o desenvolvimento do carnaval de São Paulo. Emocionada, a dirigente da Roseira relembrou o preconceito enfrentado pelas mulheres no samba, celebrou a própria história e resumiu sua personalidade em uma frase: ‘Agora eu sou imortal. Não adianta mexer comigo’.
Ao entregar o título, Solange ressaltou a importância de reconhecer em vida mulheres que ajudaram a construir a história das escolas de samba paulistas. Ao lado de Angelina, a presidente da Mocidade Alegre destacou a relação de respeito e gratidão com a homenageada e a família Basílio.
“É uma grande honra homenagear uma grande mulher, uma escola que fez e faz tanto diferencial no carnaval de São Paulo. Muita história para contar. E muitas que já contou, e, é por isso, que a gente tem sempre que elevar e agradecer tudo que Deus nos permitiu viver. Eu vivi muitos anos participando de muitas coisas junto à Rosas de Ouro (…). Não é só pela amizade, não é só pelo carinho. É pelo respeito e gratidão pelo que essa mulher e toda a sua família já fizeram pelo carnaval de São Paulo. Temos que ser gratos, sim. E temos que homenagear em vida as pessoas que aqui continuam fazendo”, justificou.
‘Agora eu sou imortal’
Com emoção e irreverência, Angelina recebeu a homenagem e aproveitou o discurso para recordar a trajetória da Rosas de Ouro, desde os tempos em que o samba ainda era associado a preconceitos e estigmas sociais. A presidente também fez questão de reafirmar o orgulho de suas origens na Brasilândia, região da Zona Norte paulistana.
“Agora eu sou imortal. Não adianta mexer comigo. Se eu já recebia críticas, agora eu estou mais preparada ainda. Podem falar o que quiser (…). Meu respeito a todos os pavilhões, eu estou emocionada. Eu não sabia que ia ser junto com os pavilhões. Sou sambista, sim! Vim lá da Brasilândia em 1971. Não sabia nem o que era sambista. A gente era chamado de ‘malandro’, de ‘vagabundo’, e a gente venceu todos esses preconceitos (…). A gente luta todos os dias. A luta é diária! Todos os dias, a gente luta para manter a Rosas de Ouro (…). Aqui é Brasilândia, porra”, celebrou.
A consagração de Angelina também representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela resistência e pela preservação da memória do samba paulista. À frente da Rosas de Ouro desde 2003, a dirigente enfrentou desafios para manter a escola e ampliar seu espaço no carnaval de São Paulo. Em entrevista ao CARNAVALESCO, ela recordou os obstáculos enfrentados por uma mulher que decidiu dedicar a vida à agremiação.
“Eu sonhava com uma escola de samba linda na avenida e eu queria ajudar muito meu pai. Imagina há 50, quase 55 anos atrás, o que a mulher enfrentava de preconceito. Uma cidade de negócios como São Paulo, imagina há 50 anos atrás lutar por uma escola de samba e ser mulher. E depois que eu assumi em 2003 como presidente, é uma luta, uma luta, uma luta. E receber essa honraria hoje aqui, no dia 27 de setembro, que é dia das crianças; Dia dos Erês. Agora eu relaxei, porque eu estava muito emocionada”, salientou.
Mulheres no comando do samba paulista
A homenagem também reforçou a representatividade da Zona Norte de São Paulo, território fundamental para a história do samba na capital. A relação entre Angelina e Solange Cruz simboliza a presença de duas mulheres à frente de agremiações tradicionais e a força feminina na condução das escolas de samba. Angelina destacou a importância desse protagonismo e celebrou a conexão entre as dirigentes, que representam diferentes regiões da cidade.
“A Zona Norte cresce com certeza. Olha só como a Zona Norte está. De um lado, eu estou na zona Noroeste, e a Solange está do outro lado da ponte, que já é Zona Norte; mulheres no poder”, brincou e sustentou.
Rainhas destacam a força feminina
A consagração de Angelina também provocou reflexões sobre a representatividade das mulheres no carnaval e a importância de abrir caminhos para novas gerações. Rainha de bateria da “Ritmo Puro”, Aline Oliveira, destacou a responsabilidade de ocupar um lugar de visibilidade e servir de inspiração para meninas e mulheres que sonham em construir suas próprias trajetórias no samba. Com 23 anos de atuação como ritmista, ela ressaltou o crescimento da participação feminina nas baterias e a importância de as escolas valorizarem mulheres que vivem o cotidiano das comunidades ao longo de todo o ano.
“Primeiro que é muita responsabilidade real. Mas é muito gratificante, e a gente costuma dizer nos bastidores que a gente não tem noção do quanto a gente atinge outras mulheres, meninas e muitas crianças que sonham em chegar onde nós chegamos (…). É uma vitória muito grande das mulheres e dessa potência feminina. Porque nós podemos estar onde nós quisermos estar. É muito legal ter mulheres como presidente de escolas de samba, que é um lugar que as pessoas pensam que apenas homens conseguiriam ser presidentes, e principalmente ritmistas também. Eu estou há 23 anos, e cada vez mais as mulheres estão chegando, estão batucando, galgando o seu espaço. Eu fico muito feliz, inclusive, de muitas escolas estarem valorizando a gente que é da comunidade e que vive o samba o ano inteiro. A gente vive e respira. Escola de samba para mim é uma escola de vida. É fantástico nós mulheres já estarmos nesse caminho. Cada vez mais conquistando esses espaços, com essa força feminina, com essa coisa da comunidade. Abraçar a nossa comunidade, estar presente e ajudar no que for (…). Eu espero que seja um caminho de inspiração para outras meninas”, comentou.
Rainha da “Bateria com Identidade”, Ana Beatriz Godói também celebrou o reconhecimento concedido à presidente da Rosas de Ouro e defendeu a ampliação da presença feminina nos diferentes setores das escolas de samba. Para ela, a homenagem valoriza uma trajetória construída com dedicação e amor ao carnaval.
“É maravilhoso esse reconhecimento da história e do legado dela. Nós, sambistas, precisamos cada vez mais de prêmios que exaltem realmente o nosso valor, porque o carnaval não é fácil. O carnaval é pura dedicação e puro amor. A gente faz tudo por amor! Quando tem um prêmio que reconhece essa dedicação de anos, e ela tem muitos anos de dedicação ao samba e à Rosas de Ouro, isso é fundamental. Eu fico muito feliz por ela e pela classe das mulheres. Tem que ter mais mulheres no comando em várias situações: mestre de bateria, presidente, diretoras de harmonia e em todos os setores mesmo. Mulher tem essa sensibilidade. E precisamos quebrar preconceitos e quebrar pré-julgamentos. Eu fico muito feliz como sambista e mulher, e ela merece mesmo que o legado dela se torne imortal”, afirmou.
Porta-bandeiras exaltam o legado de Angelina
A cerimônia também abriu espaço para que representantes das duas agremiações refletissem sobre o papel das mulheres na história do carnaval paulista. Porta-bandeira da Rosas de Ouro, Isabel Casagrande chegou à escola ainda criança, como porta-bandeira mirim, e acompanhou parte da trajetória de Angelina à frente da agremiação. Para ela, a homenagem reconhece uma dirigente que permanece presente no cotidiano da escola e representa a resistência feminina no samba.
“Eu cheguei na escola em 1992. Eu era criança e comecei como porta-bandeira mirim. A Angelina já estava. Ela está desde que fundou a escola, e quando o pai dela faleceu, ela acabou assumindo a escola. Isso, para nós, é uma representatividade mesmo. Uma mulher na frente de uma escola de samba. Eu fiquei bem emocionada hoje por ela ser homenageada como sambista imortal; minha presidente! Uma pessoa que nunca deixou a ‘peteca’ cair e que realmente está aqui. Se você vir aqui todos os dias, ela está na escola. Uma mulher apoiando outra mulher, se emocionando e ficando feliz com as vitórias. Muito feliz por ela ser nossa, e toda homenagem, ela merece. E vamos juntas, mulheres sambistas. Nunca deixar o samba morrer e nunca deixar o samba cair”, celebrou.
Porta-bandeira da Mocidade Alegre, Graci Araújo também destacou a importância de reconhecer mulheres que enfrentam estereótipos e ocupam posições de liderança no carnaval. Na avaliação da sambista, a homenagem a Angelina representa um passo importante para valorizar trajetórias construídas ao longo de décadas de dedicação ao samba.
“Todo mundo tem uma visão muito estereotipada do que a gente pensa de liderança feminina. A nossa agremiação conseguir valorizar, reconhecer e perpetuar, em especial a Angelina, que é uma mulher que há mais de 50 anos luta pelo samba, é fundamental. Eu gosto muito da postura dela, independente do que tentam estereotipar, ela sempre vai lá e se posiciona; se impõe. É importante a gente ratificar o quanto nós, mulheres, estamos na mesma condição ou até mesmo melhores, na condição de liderança executiva”, opinou.
A Acadêmicos do Grande Rio deu mais uma demonstração de força rumo ao seu próximo desfile. Após a apresentação do conjunto de fantasias idealizado pelo carnavalesco Antônio Gonzaga, a tricolor de Duque de Caxias conquistou intensos aplausos e clima de entusiasmo. Em entrevista ao CARNAVALESCO, o diretor de carnaval Thiago Monteiro exaltou a simbiose entre a comunidade e o projeto plástico apresentado, reforçando que a leitura clara e a identificação do componente são trunfos fundamentais na busca pelo campeonato.
Para Thiago Monteiro, a recepção calorosa do público e da própria comunidade aos figurinos reflete a essência do trabalho que vem sendo desenvolvido no barracão tricolor. Ele ressaltou o papel central dos componentes na defesa da escola na Avenida.
“São eles que defendem as cores da escola na Avenida. São eles que vestem essas fantasias, que cantam esse samba, que defendem o pavilhão. Se eles não gostarem, não adianta nada. A gente tem que fazer tudo pra nossa comunidade, para o nosso torcedor sair daqui como está saindo: satisfeito e feliz, acima de tudo, e com essa gana de vencer. Isso é fundamental”.
Elogios a Antônio Gonzaga e clareza na leitura do enredo
Um dos pontos mais elogiados durante a apresentação das fantasias foi a facilidade de leitura das fantasias, que sintetizam com clareza o enredo proposto. Thiago não poupou elogios ao carnavalesco Antônio Gonzaga, destacando sua consolidação no cenário do Carnaval carioca.
“O Gonzaga é maravilhoso. Não é mais revelação, não é mais promessa, qualquer adjetivo que você queira dar… Ele é uma realidade, artista renomado, um dos principais nomes da nossa festa. E, mais uma vez, mais um ano na Sapucaí, ele vai mostrar não só nessas fantasias, mas nas suas alegorias, nessa história dos retornados e da pujança de Gana. Ele é fantástico, é um artista ímpar do nosso carnaval. Muito orgulho de trabalhar com ele”.
Foco absoluto na busca pelo título
Questionado sobre as expectativas para a apresentação oficial na Marquês de Sapucaí, o diretor de carnaval manteve o discurso firme de ambição aliada ao respeito com todas coirmãs. O objetivo em Caxias é claro: buscar a pontuação máxima e brigar pelo topo do Grupo Especial.
“Tentar mais uma vez buscar o título. Fazer com muita responsabilidade, com muito respeito a todas as outras escolas, mas fazendo muito o nosso papel, sabendo onde quer chegar. Acho que vocês já viram que a escola sabe o caminho que ela quer trilhar. A escola não se deixa levar por ventos, a escola está no caminho dela e tem foco. E o foco a gente vai perseguir até a quarta-feira de cinzas”, garantiu.
No dia 01 de setembro, o universo das escolas de samba de São Paulo teve uma notícia bombástica: a saída de Thelma Assis da Mocidade Alegre, escola do coração da vencedora do Big Brother Brasil 20 e que sempre fez questão de exaltar a ligação com a Morada do Samba, pedindo, inclusive, uma festa no reality show ao se tornar a “líder da semana” da atração da Rede Globo de Televisão. Muitos se perguntaram os motivos pelos quais a celebridade deixou a agremiação, e o CARNAVALESCO conversou com Thelminha no desfile da LED, no qual o Camarote Bar Brahma lançou a camiseta para o Carnaval 2027 a respeito.
Thelminha fez questão de deixar claro que nada de ruim e/ou de grave aconteceu na relação dela com a Mocidade Alegre: “Foi um encerramento de ciclo, de fato. Mas foi um encerramento de ciclo muito leve, muito feliz e com muito orgulho de tudo que eu e a Mocidade fizemos juntos”, comentou.
A celebridade deixou claro, logo depois, que ela está olhando de maneira mais panorâmica para a folia: “Agora, porém, chegou a hora de olhar para outras prioridades da minha vida.
Nesse ano, eu vou curtir muito o Camarote Bar Brahma. Sou a musa do Acadêmicos do Baixo Augusta, que também leva um milhão de pessoas para as ruas e vou aplaudir todas as nossas coirmãs. O coração continua ali, batendo muitas palmas para a Mocidade Alegre e para todas as escolas. Agora, a Thelminha da Mocidade virou a Thelminha sambista, algo que sempre fui e sou há 21 anos. Me sinto muito lisonjeada quando me chamam de sambista”, afirmou.
Além do camarote mais tradicional do carnaval paulistano, Thelminha também citou um dos blocos de rua mais tradicionais da cidade, do qual faz parte como destaque desde 2024 e frequenta enquanto foliã desde 2018, quando ainda não era conhecida nacionalmente.
Reconhecimento
Em outro momento da entrevista, Thelminha relembrou a premiação por meio do voto popular que ganhou do CARNAVALESCO: “No Destaques do Ano, eu ganhei na categoria ‘Sambista do Ano’ por representar a Léa Garcia na Comissão de Frente. Eu me senti extremamente lisonjeada com a premiação, porque, querendo ou não, a gente tem muitos baluartes no carnaval. Ganhar o título de Sambista do Ano é uma honra! Vou ficar com o título de vocês nesse ano e vou levar para a avenida em 2027”, finalizou.
A magia e a história do Carnaval das escolas de samba do Rio de Janeiro, reconhecido como um dos maiores espetáculos da Terra, são tema da exposição inédita, imersiva e multissensorial Rio Carnaval Expo, que estreia na Cidade do Samba, na Zona Portuária da cidade, no dia 29 de outubro, com ingressos a preços populares. A exposição oficial do Rio Carnaval, que conta com patrocínio da Petrobras, ficará em cartaz até 26 de janeiro de 2027 e ocupará uma área total de 848m², que será dividida em 12 eixos temáticos. Os ingressos já estão disponíveis para pré-venda. Mais informações aqui: https://feverup.com/m/755159
O percurso será dividido em quatro grandes temas: Origens & História, A preparação do desfile, Apoteose do samba e Epopeia do samba, que conduzem os visitantes por diferentes momentos dessa construção: o nascimento do samba, a preparação nos bastidores, a emoção que antecede a entrada na avenida e, finalmente, a inesquecível experiência de estar dentro do desfile.
O Carnaval do Rio de Janeiro transcende a música, a dança, a cor, a poesia e o espetáculo: é também território de pertencimento, identidade e memória. Antes de chegar à avenida, existe uma história construída nas ruas, nas rodas de samba, nos terreiros, nas comunidades, nas quadras e nos barracões. Tudo isso somente é possível graças ao trabalho de milhares de pessoas, à criatividade dos carnavalescos, ao talento dos artesãos, à força dos ritmistas e à tradição passada de geração em geração. Com patrocínio da Petrobras, que apoia iniciativas de valorização da cultura brasileira, a exposição celebra a trajetória e a força cultural do carnaval.
A Rio Carnaval Expo convida o público a mergulhar na trajetória das escolas de samba, revisitando suas origens populares e afro-brasileiras até chegar à grandiosidade da Sapucaí. A mostra busca revelar o carnaval como uma expressão artística múltipla, que reúne enredos, ritmos, danças, expressões artísticas e tantas outras linguagens. A exposição também destaca a importância da cultura negra na formação dessa festa, bem como os artistas, artesãos e comunidades responsáveis por transformar ideias em um dos maiores espetáculos coletivos do mundo.
Idealizada e desenvolvida pela YDreams (www.ydreams.com.br), empresa pioneira em exposições imersivas e multissensoriais, em parceria com o Rio Carnaval, a exposição Rio Carnaval Expo é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, com patrocínio da Petrobras e aprovação do Ministério da Cultura.
Serviço Rio Carnaval Expo
Período: De 29/10/2026 a 26/01/2027′?
Local: Cidade do Samba
Endereço: Rua Rivadávia Corrêa, nº 60 – Gamboa – Rio de Janeiro – RJ (entrada também pela Via Binário do Porto)
Dias e horários:
De terça a quinta-feira e aos domingos: 10h às 18h Sextas e sábados: 10h às 20h
Última entrada: 1 hora antes do encerramento Dias de fechamento: Fechado às segundas-feiras. Classificação etária: livre
Ingressos:
De terça a sexta-feira: R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia-entrada). Sábados e Domingos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada).
* A exposição terá entrada franca na última terça-feira de cada mês. A retirada dos ingressos é exclusivamente na bilheteria presencial. Grupos e excursões não participam deste benefício.
Carioca Paga Meia: 50% de desconto de terça a domingo (válido somente para moradores do Rio de Janeiro e mediante apresentação de documento comprobatório). Há condições especiais para parceiros de turismo e hotelaria, além de grupos escolares. Mais informações através do e-mail: [email protected] .
Estudantes, idosos (60+), jovens de até 21 anos, jovens de baixa renda (ID Jovem), pessoas com deficiência (PcD) e 1 acompanhante e profissionais da educação das redes pública e privada também pagam meia-entrada, conforme legislação vigente e mediante comprovação.
Crianças até 2 anos não pagam entrada (mediante apresentação de documento comprobatório)
Acessibilidade: O espaço contempla acessibilidade física com sinalização tátil e áreas de descanso. Para pessoas com deficiência visual, haverá recursos como Braille, audiodescrição, piso tátil e alto contraste; para visitantes surdos, todo o material audiovisual terá legendas português, inglês e espanhol, além de tradução em Libras.
O Aprendizes do Salgueiro abriu as inscrições para o concurso que vai escolher o samba-enredo da escola mirim para o Carnaval 2027. As obras serão compostas por jovens de até 21 anos e deverão traduzir em versos o enredo “O Príncipe do Salgueiro”, que neste carnaval homenageará a trajetória do mestre-sala Sidclei Santos. As inscrições seguem até 18 de outubro, às 23h59.
A iniciativa dá continuidade ao trabalho do Aprendizes de valorizar nomes ligados à história do Salgueiro. Em 2026, a escola mirim levou para a Avenida um enredo em homenagem ao intérprete Quinho. Para 2027, a homenagem será dedicada a Sidclei, que construiu sua trajetória no Carnaval a partir das escolas mirins e se tornou um dos principais nomes do primeiro pavilhão salgueirense.
“Esse concurso representa muito do que acreditamos no Aprendizes, formar novas gerações e dar a elas espaço para participar da construção do Carnaval. São jovens compositores que terão a oportunidade de transformar em samba a história que vamos levar para a Avenida em 2027”, afirma Mara Rosa, presidente do Aprendizes do Salgueiro.”, afirma Mara Rosa, presidente do Aprendizes do Salgueiro.
Como participar
Podem participar do concurso parcerias formadas por até seis compositores, todos com no máximo 21 anos. O intérprete responsável por defender o samba também deverá ter até 21 anos.
Antes da inscrição, é obrigatória a participação em pelo menos um dos encontros de tira-dúvidas promovidos pela escola. As reuniões serão realizadas nos dias:
8 de outubro, quinta-feira, às 19h
15 de outubro, quinta-feira, às 19h
Após participar do tira-dúvidas, a parceria deverá enviar a inscrição para [email protected], com o assunto “Inscrição de Samba-Enredo 2027”, até as 23h59 do dia 18 de outubro.
É necessário anexar:
Letra do samba em PDF;
Nome dos compositores e imagens dos documentos de identidade;
Nome do intérprete e imagem do documento de identidade;
Número de WhatsApp para contato.
Depois da inscrição, a organização entrará em contato pelo WhatsApp informado para receber o áudio do samba. A recomendação é que a gravação tenha áudio limpo e acompanhamento de cavaquinho.
As apresentações dos sambas inscritos e a final do concurso serão realizadas durante o mês de outubro. As datas serão divulgadas posteriormente pela escola.
No dia das apresentações, as parcerias deverão levar a letra do samba impressa para distribuição.
SERVIÇO
Concurso de Samba-Enredo Aprendizes do Salgueiro 2027
Enredo: O Príncipe do Salgueiro
Inscrições: até 18 de outubro, às 23h59
E-mail: [email protected]
Tira-dúvidas: 8 e 15 de outubro, às 19h
Participantes: compositores de até 21 anos, em parcerias de até seis integrantes
Intérprete: até 21 anos
Apresentações e final: outubro, em datas a serem divulgadas
A porta-bandeira ‘careca’, com as pinturas brancas tradicionais que simbolizam a iniciação de um iaô no candomblé, empunhando o pavilhão Verde e Rosa com um sorriso marcante, sagrou-se como uma das imagens históricas do Carnaval recente. Na quarta-feira de cinzas de 2016, quando a Mangueira foi coroada campeã com “Maria Bethânia: A menina dos olhos de Oyá”, e o casal Squel Jorgea e Raphael Rodrigues gabaritou merecidamente o quesito, a história foi feita. A cena simboliza a carreira da artista e é o ponto de partida para o documentário de Zeca Brito e Celina Torrealba, que chegou aos cinemas no Festival do Rio.
O filme traz a história de Squel Jorgea, a primeira porta-bandeira que empunhou os dois pavilhões mais antigos e tradicionais do Carnaval carioca, Mangueira e o atual, Portela. Entre esse feito histórico, uma aposentadoria. Após a trajetória campeã na Mangueira, escola de seu avô, o icônico sambista Xangô da Mangueira, a artista decidiu se aposentar em 2022 e se dedicar à maternidade. Entretanto, o convite da Portela quebra o recesso, e a obra acompanha o processo de preparação até o desfile de retorno, em 2024.
O diretor do filme, mangueirense e fã do trabalho de Squel, se juntou a Celina Torrealba para acompanhar o hiato da carreira da porta-bandeira. A codiretora resume a obra e a motivação do filme a um sentimento: afeto.
“Esse filme nasce da palavra ‘afeto’, de uma relação que Zeca e eu temos com o Carnaval e com a vida. E a Squel incorpora os vários valores que o Rio de Janeiro representa, a alma da nossa história afro-brasileira, que tem na sua maior expressão o Carnaval”, declarou Celina.
Já Squel conta que o convite para retratar sua história chegou de forma inesperada. Focada na maternidade, teve a oportunidade de ser foliã e aproveitar o carnaval com mais leveza no desfile da Viradouro de 2023. Então, recebeu o convite da Portela no sábado das campeãs, e a produção do documentário acompanhou todo o processo que seguiu.
“Só que no sábado das campeãs tudo muda. E muda para entrar para a história, com o convite da Portela, que, na época, ele era o vice, o nosso atual presidente, Júnior Escafura. As palavras dele são muito marcantes. Ele fala: ‘A Portela precisa de uma porta-bandeira que entenda de tradição e saiba lidar com pressão’. E eu só falei: ‘Ok, vamos’. Então, para aquela mãe que só tinha dois meses, que tinha parido, estava aprendendo a ser mãe, aprendendo tudo sobre esse universo, foi uma grande experiência. E está sendo até hoje, agora, estar aqui neste lugar em que poucas mulheres negras chegam, e poucas mulheres negras da cultura popular e do nosso Carnaval. Então, eu devo ser uma das poucas a estar aqui ocupando esse lugar e, para mim, é uma honra”, declarou.
Diretores Zeca Brito e Celina Torrealba
Além do momento marcante que vivia, Squel chega para defender o pavilhão da Majestade do Samba junto ao mestre-sala Marlon Lamar no enredo ‘Um defeito de cor’, baseado na obra de Ana Maria Gonçalves. Um tema sensível que trata maternidade e negritude em uma história que ecoa em diversas mães brasileiras, principalmente em Squel. A porta-bandeira se emociona, na película, ao relacionar seu processo de retorno com o enredo do ano e conta ao CARNAVALESCO que esse é o ponto mais tocante da história.
“Neste processo, aprender a lidar com tudo isso, aprendendo a ser mãe, com os hormônios à flor da pele. Eu não lembro das coisas que eu falei. Eu estou super curiosa. Mas você estar aprendendo a ser mãe, voltando ao Carnaval e voltando pela Portela, para fazer história, para ser a primeira a defender os pavilhões de Portela e Mangueira. É uma responsabilidade grande”, declarou.
Entretanto, o filme trata também do processo após o retorno oficial. O casal Marlon e Squel encerra o Carnaval 2024 sem o tão sonhado gabarito. Porém, o acolhimento dos portelenses e a confiança da administração foram base forte para a recuperação e o trabalho da dupla.
“É um filme, para mim, muito emocionante que vivi. O retorno dela e toda a preparação para o Carnaval de 2024. Toda a dificuldade que foi a retomada dela na carreira, a questão do filho também. E a forma que a Celina produziu o filme, passo a passo, mostrando os problemas, a superação dos problemas. Como a escola disse sempre, é isso: problemas o tempo inteiro, dificuldades têm que ser vencidas, superadas. O resultado, em relação às notas dela, não foi bom, mas a escola apostou na continuidade do casal. E eu acho que isso é muito importante no Carnaval, entender que a nota é importante, sim, mas o processo de trabalho, na avaliação sobre os profissionais, isso tem que ser levado em consideração. E, nos dois anos seguintes, 2025 e 2026, ela e Marlon gabaritando na Avenida. E esse, sem dúvida nenhuma, é um dos melhores casais do Carnaval carioca hoje”, afirmou o ex-presidente da Portela, Fábio Pavão.
Ao trazer temáticas pertinentes, como o julgamento do quesito Mestre-Sala e Porta-Bandeira, reflexão sobre o bailado e o carnaval como trabalho e carreira profissional, Squel vê a obra como uma oportunidade de humanizar o ofício de porta-bandeira.
“Para mim, o filme humaniza a porta-bandeira, que é uma coisa que eu luto muito, que eu tento sempre mostrar para as pessoas. Eu tento sempre ser o mais normal, a mais tranquila possível, para que as pessoas não tenham só a figura do mito da porta-bandeira, mas também tenham compaixão e respeito pelo ser humano, pela mulher. E isso, para mim, é muito forte, muito importante, de estar vivendo agora, de estar aqui neste lugar representando esta mulher, a mãe, a filha, a funcionária, porque enxergam o mito. Mas eu sou funcionária. Eu sou uma formiguinha que faz o espetáculo acontecer. Eu sou mais uma nessa cadeia de grandes artistas que faz o Carnaval acontecer. Para mim, é um sentimento de honra, de alegria e de muito orgulho por estar aqui representando aos meus”, afirmou.
Os diretores reforçam a importância da defesa dos profissionais da cultura, tendo a história de Squel como fio condutor. A escolha de acompanhar uma porta-bandeira também coloca em evidência uma profissão que, apesar de ocupar um lugar central no Carnaval, ainda enfrenta dificuldades para ser reconhecida e valorizada como trabalho.
“Acho que acompanhar uma trajetória de superação de uma mulher brasileira que apresenta o máximo que a gente pode apresentar no nosso país, que é a nossa cultura, que é a cultura genuinamente popular, mas, ao mesmo tempo, com muita dificuldade por conta de toda uma engrenagem social que ainda tem que valorizar muito mais o trabalhador da cultura. É um recomeço a cada ciclo, e a gente acompanhou um desses ciclos, que também foi um ciclo pessoal dela de crescimento, de amadurecimento, de concretizar o sonho da maternidade, de poder também escolher o momento de parar, de poder escolher quando retornar. Para a gente, foi uma oportunidade de testemunhar o momento de vida de uma grande artista desse país e que a gente vai poder perpetuar isso através do filme agora para as próximas gerações e para quem vive nessa cultura e acredita”, declarou Zeca.
Serviço
“Squel – Confissões de uma Porta-Bandeira” no Festival do Rio”
6 de outubro, terça-feira, às 19h
Cinesystem Belas Artes Botafogo 4
Praia de Botafogo, 316 – Botafogo
7 de outubro, quarta-feira, às 18h15
Cine Santa Teresa
Rua Paschoal Carlos Magno, 136 – Santa Teresa
8 de outubro, quinta-feira, às 18h30
Estação Claro Rio 3
Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo
A Unidos de Padre Miguel anunciou nesta quarta-feira a saída de Cícero Costa da direção de carnaval da escola. Segundo o comunicado divulgado pela agremiação, a decisão foi tomada em comum acordo entre o profissional e a direção do Boi Vermelho, encerrando um ciclo marcado por anos de trabalho à frente da preparação dos desfiles. A escola destacou a participação de Cícero em diferentes momentos de sua trajetória e ressaltou a contribuição do profissional para os carnavais da Unidos de Padre Miguel. No comunicado, a agremiação afirma que sua atuação foi além das atribuições do cargo e que sua passagem deixou uma marca na história da escola.
A Unidos de Padre Miguel também fez questão de registrar o respeito e o carinho pelo profissional, agradecendo pelos anos de dedicação ao pavilhão e às cores da agremiação. Cícero deixa a direção de carnaval em um momento de preparação para o desfile do Carnaval 2027, quando a escola levará para a Avenida o enredo ‘Yèyé Omó Ejá – A Coroação das Rainhas das Águas’, desenvolvido pelos carnavalescos Allan Barbosa e Ricardo Hessez.
Confira o comunicado da Unidos de Padre Miguel na íntegra
“Hoje, encerramos um ciclo importante em nossa história.
Após anos de dedicação, entrega e amor ao nosso pavilhão, Cícero Costa deixa a nossa Direção de Carnaval. A decisão foi tomada em comum acordo entre o profissional e a direção da escola, com respeito, diálogo e, acima de tudo, gratidão por toda a história construída juntos.
Falar de Cícero é falar de alguém que foi peça fundamental em grandes momentos e grandes carnavais da nossa escola. Foram anos de trabalho incansável, desafios, conquistas, alegrias e uma dedicação que sempre foi muito além de um cargo. Em cada projeto, em cada preparação e em cada vez que o nosso Boi Vermelho entrou na Avenida, existe também uma parte da sua contribuição.
Cícero deixa sua marca na nossa história e, principalmente, o respeito e o carinho de toda a família Unidos de Padre Miguel.
Os ciclos profissionais se encerram, mas tudo aquilo que foi construído com amor, lealdade e dedicação permanece.
Ao Cícero, o nosso mais sincero agradecimento por todos esses anos caminhando ao nosso lado, defendendo as nossas cores e honrando o nosso pavilhão.
A União de Maricá realiza, no sábado, a terceira edição do “Maricá faz a Festa”. O evento começa às 16h30 e, neste ano, será realizado na área principal da Cidade do Samba, no Rio de Janeiro. Os ingressos estão à venda pela plataforma Guichê Web, no terceiro lote ao valor de R$ 20. A programação reúne atrações do samba e do pagode. O público poderá acompanhar os shows de Chrigor, Marquinhos Sensação, Renan Oliveira, Fabinho e Pagode da Viela, além da participação do DJ Bacalhau, que ficará responsável pela música nos intervalos das apresentações.
A edição deste ano terá ainda uma participação especial da Unidos do Viradouro, campeã do Carnaval 2026, que fará um show durante a festa. A União de Maricá também integra a programação, em uma celebração que reúne diferentes gerações e estilos do samba.
Além das atrações musicais, o evento contará com uma ação especial envolvendo bares tradicionais do Rio de Janeiro, ampliando a experiência do público e reunindo gastronomia, cultura e samba em um dos principais espaços do Carnaval carioca.
A terceira edição do “Maricá faz a Festa” acontece em um momento importante na trajetória da União de Maricá. Depois de conquistar o título da Série Ouro em 2026 e garantir o acesso ao Grupo Especial, a escola se prepara para sua estreia na elite do Carnaval carioca em 2027.
Serviço
Maricá faz a Festa – 3ª edição
Data: 10 de outubro de 2026
Horário: a partir das 16h30
Local: Cidade do Samba, Rio de Janeiro
Atrações: União de Maricá, Unidos do Viradouro, Chrigor, Renan Oliveira, Marquinhos Sensação, Fabinho, Pagode da Viela e DJ Bacalhau
Ingressos: à venda pela Guichê Web no link https://www.guicheweb.com.br/marica-faz-a-festa-renan-oliveira–fabinho_55081?
A Unidos de Vila Isabel viveu uma noite de gala e afirmação para o Carnaval de 2027 nesta terça-feira. Em evento fechado para a comunidade e convidados, no barracão, na Cidade do Samba, a azul e branca apresentou os protótipos das fantasias que levarão à Marquês de Sapucaí o enredo “Torto Arado – sobre a terra há de viver sempre o mais forte”, assinado pela dupla de carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, além do enredista Vinícius Natal. O ponto alto dos discursos da noite foi a fala firme, lúcida e entusiasmada do patrono da agremiação, Capitão Guimarães. Direto ao ponto, ele ressaltou a importância do evento para o ajuste de detalhes e pregou humildade na caminhada até o desfile oficial, destacando que a exibição dos figurinos é apenas o primeiro passo de uma engrenagem muito maior.
Ao se dirigir à diretoria da Liesa, aos segmentos e à comunidade presente, o patrono fez questão de sublinhar a função técnica da apresentação dos protótipos, lembrando que o espetáculo da Sapucaí exige harmonia e correção constante.
“Essa festa de apresentação das fantasias não dá uma noção do que será o desfile da escola. Uma fantasia só não faz verão, igual a andorinha. Serve somente para a correção dos detalhes que porventura haja algum errado. Mas se não houvesse, não teria nem essa chance de corrigir. Quero agradecer a vocês todos, porque ontem, ali de cima olhando, vi o trabalho exaustivo que foi para montar esse cenário, esse trabalho bonito da equipe. E vamos ver se correspondemos às expectativas de todos em termos de belas fantasias para se fazer um grande desfile”, ponderou Capitão Guimarães.
Louvação ao samba-enredo: ‘O melhor da Vila depois de ‘Festa no Arraiá”
Se com as fantasias o tom foi de pés no chão para os ajustes necessários, ao falar da trilha sonora de 2027 o patrono não poupou elogios. Capitão Guimarães rasgou elogios à obra escolhida para embalar a narrativa inspirada no romance de Itamar Vieira Junior, cravando o samba na galeria dos maiores clássicos da história da azul e branca do bairro de Noel.
“O grande desfile começa com um grande samba. O samba da Vila foi polêmico, mas sem sombra de dúvida, para mim, depois de ‘Festa no Arraiá’ (20163), é o melhor samba da Vila Isabel. É um samba perfeito! Não tem uma palavra dentro do samba que não esteja dentro do enredo, o que é raro acontecer. Um samba compreensível, cronológico, que vai contar realmente a história do ‘Torto Arado’, do livro. Parabéns aos compositores, aos carnavalescos, a toda a equipe. Ninguém ganha o carnaval hoje aqui, mas hoje já começa uma preparação para a avenida”, celebrou.
Foco no título e energia contagiante
Encerrando sua fala sob aplausos dos presentes na quadra, Capitão convocou a comunidade a manter a chama acesa e o foco total na busca pela taça do Grupo Especial no Carnaval 2027.
“Eu espero que nós saiamos daqui hoje todos entusiasmados, todos aqui empolgados para que nós façamos um grande carnaval e consigamos trazer o título para a Vila Isabel”, finalizou.