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Integrantes do Salgueiro analisam o desfile no Carnaval 2024

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O Salgueiro contou no Carnaval 2024 o enredo “Hutukara”, de autoria do carnavalesco Edson Pereira. A escola falou sobre a mitologia Yanomami, defendendo a preservação dos povos originários e da Amazônia. A agremiação foi a terceira a desfilar no domingo de carnaval, entrando com bastante força na avenida e com o público cantando forte o grande samba-enredo.

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“Primeiro agradecer a todo salgueirense, ao presidente André Vaz, por fazer parte do Salgueiro. Isso aí já é uma honra única. Poucas pessoas vão ter essa honraria de comandar o desfile do Salgueiro na vida. Foi um ano muito complicado, muito trabalho e estou feliz pelo resultado. As coisas parecem que aconteceram bem. Eu vou ter que ver agora o que aconteceu no desfile. A repercussão parece que foi boa. Salgueiro veio para emocionar e ter interação com o público. Isso a gente esteve com certeza”, compartilhou o diretor de carnaval, Wilsinho Alves.

O coreógrafo da comissão de frente, Patrick Carvalho, contou ao site CARNAVALESCO sua avaliação desse desfile do Salgueiro: “Emoção, muita emoção. Uma comissão muito difícil de fazer, porque não dá pra tu colocar drone, não dá para tu colocar… Tecnologia, verdade, originalidade. E eu fui lá, busquei a Cleia lá em Parintins, lá em Manaus, para gente fazer todo esse laboratório da dança deles, do cotidiano deles, e a gente trouxe essa emoção para a Avenida”.

“Enredo maravilhoso, segmentos sem comentários, segmentos fortíssimos, comunidade sempre abraçando a escola e a plástica do Edson com os carros de alegorias lindas, fantasias lindas. Agora é aguardar, aguardar as notas e eu espero disputar o campeonato”, comentou o presidente do pavilhão, André Vaz.

A bateria do Salgueiro, comandada pelos mestres Gustavo e Guilherme, embalou o samba-enredo com bossas e convenções que se encaixaram perfeitamente. O mestre de bateria, Gustavo, expressou sua satisfação com o desempenho na avenida: “Foi magnífico, perfeito, para gente foi perfeito. Entregamos tudo que a gente quis, a bateria foi perfeita, geral, com a energia ali em cima. Graças a Deus deu tudo certo. E agora eu espero se Deus quiser os 40 pontos e o campeonato na nossa escola, décima estrela”.

Caprichos faz desfile alegre, mas enfrenta problemas de evolução

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Por Luiz Gustavo

A Caprichosos de Pilares foi a 13ª escola a pisar na pista da Intendente Magalhães pegando a transição da noite para a manhã que nasceu embalando a passagem da escola. E foi um desfile alegre, irreverente, mas com uma evolução que fez a escola passar tensão pra conseguir completar o desfile dentro do tempo máximo permitido, mas no fim encerrou seu desfile em 43 minutos.

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Comissão de frente

10 componentes vestidos de diferentes espécies de cobras fizeram coreografias criativas, mesclando também com movimentos que simulavam pecado e sedução. Num momento de caminhar da coreografia dois componentes se trombaram, mas num todo a apresentação foi muito bem feita.

Mestre-sala e Porta-bandeira

Feliciano e Graci Araujo tiveram uma bonita passagem nesta noite. Além da simpatia dos dois, com um constante sorriso, eles tecnicamente também fizeram uma apresentação com bastante movimentação e sincronia.

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Enredo

Com “A cobra vai fumar”, a Caprichosos buscou jogar na sua zona de conforto, um enredo irreverente e provocativo, e isso foi visto desde a comissão de frente, bom trabalho dos carnavalescos Alexandre Rangel e Raphael Torres.

Fantasias

A escola veio com um conjunto correto de fantasias, algumas pelo uso de cores e por pegar o nascer do sol passaram foscas, sem brilho.

Alegorias

Dois carros com acabamento sem sobressaltos evidentes.

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Harmonia

Um ponto alto da agremiação. Os componentes passaram cantando bastante o samba, não só em seus refrãos como em demais trechos.

Evolução

A escola vinha muito bem no quesito até um problema com a segunda alegoria, uma peça soltou e ficou embaixo do carro, empurradores e diretores da escola fizeram uma força hercúlea pra seguir com a alegoria na pista, mas a escola já tinha aberto um enorme buraco e a evolução foi comprometida, virou correria pra não estourar o tempo.

Samba

Um samba que serviu para a escola e o canto dos seus componentes, teve um desempenho linear durante o desfile.

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Outros destaques

A entrega dos diretores da Caprichosos e até membros ligados à presidência para fazer o segundo carro seguir pela avenida.

Acadêmicos de Jacarepaguá conta a história de ‘Tranca Rua’ em desfile vibrante

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O “Tranca Rua” riu alto no desfile da Acadêmicos de Jacarepaguá, no enredo “Quem tem sua capa, escapa”, dos carnavalescos Gheorge Giordano, Joe William e Rômulo Corleone, sobre este Exu poderoso que é o protetor das ruas e o porteiro do mundo espiritual. O ponto negativo foi o buraco que se abriu diante do último carro alegórico, em frente à terceira cabine de jurados.

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Fotos: Anderson Carvalho/CARNAVALESCO

Comissão de Frente

A comissão de frente contou com vários “tranca ruas” que dançaram e gritaram. Durante a apresentação, um deles queimou um livro e outros, acenderam faíscas, no outro lado da pista. Uma mulher saiu gargalhando e depois, os “tranca ruas” fizeram no asfalto o desenho de seu tridente.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal Matheus Medeiros e Amanda Villaverde fez uma bela apresentação durante o desfile e principalmente, diante dos jurados. Amanda dançou com graça e sempre cortejada por Matheus, que dançou ao seu redor. Eles vestiam as cores amarelo-ouro e branco. A sua apresentação arrancou aplausos do público.

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Enredo

O enredo foi bem contado no desfile e teve fácil entendimento. Houve uma linearidade na forma de contar a história.

Fantasias

As fantasias, apesar de simples, eram bonitas, embora houvesse falhas no acabamento de algumas alas. Mas, tiveram fácil leitura e ajudaram a contar o enredo.

Harmonia

Foi irregular. Embora várias alas cantassem o samba com força, em algumas, havia componentes que mal abriam a boca. Até os destaques nos carros cantaram o samba, fazendo o público cantar junto.

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Samba-enredo

De autoria dos compositores Robinho Alcântara, Dimas Mello, Lício Pádua, Marcinha, Cláudio Gladiador, Madalena e Márcio Sá, o samba foi bem defendido pelos intérpretes Bia Lopes e Léo Simpatia, que fizeram o público cantar junto o belo samba.

Evolução

A escola evoluiu bem até depois do terceiro módulo de jurados. Lá, abriu-se um buraco na frente do último carro, que não conseguia andar. A alegoria teve que correr para se juntar aos demais componentes. Mesmo assim. A agremiação terminou o desfile com 46 minutos.

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Outros destaques

A bateria comandada por mestre Bira Potyguara teve um bom desempenho, embora não tivesse apresentado muitas bossas. Cumpriu o seu papel no suporte ao samba-enredo. Em alguns momentos sobressaiu o som da cuíca. A rainha de bateria Marisa Charme chamou atenção pelo samba no pé e o carisma, arrancando aplausos do público.

União de Jacarepaguá fez desfile bonito na Intendente

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Contando o enredo “A Criação Vodun e o Candomblé Jejê”, do carnavalesco Rodrigo Meiners, a União de Jacarepaguá apresentou um desfile visualmente bonito, com belas fantasias e alegorias. Porém, teve alguns problemas em evolução e a escola não empolgou o público, que ficou inerte assistindo a agremiação.

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Fotos: Anderson Carvalho/CARNAVALESCO

Comissão de Frente

Tendo como coreógrafos Fabrício Ligiero e Márcio Vieira, a Comissão de Frente narrou o nascimento do vodun e o Candomblé Jejê. A coreografia foi muito bem executada e arrancou aplausos do público, pela variedade de movimentos. Os integrantes apareciam enrolados em um pano marrom, que se abria e revelava também mais uma integrante.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal formado por Rogério Júnior e Natália de Oliveira Monteiro estava fazendo uma boa apresentação em frente à segunda cabine de jurados, quando a bandeira enrolou, após uma lufada de vento que chegou à pista. Mas, o casal não se deixou abater e continuou a dança normalmente. Ela usava uma fantasia azul e ele, amarelo-ouro.

Enredo

O enredo foi contado de forma linear, o que facilitou o entendimento do público. Rodrigo Meiners conseguiu contar a sua história de forma simples e bonita do começo ao fim do desfile.

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Fantasias

Apesar de bonitas e de bom acabamento, em algumas alas, as fantasias eram de fácil leitura e em outras, nem tanto. Fantasias mais elaboradas contrastavam com outras mais simples.

Harmonia

Apesar do intérprete Zé Paulo Miranda cantar com força o samba, este não foi cantado por todos os integrantes e em algumas alas, vários componentes mal abriam a boca. Os destaques do último carro sequer cantaram o samba do meio para o final.

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Samba-enredo

De autoria dos compositores Valtinho Botafogo, Diego Nicolau, Tem-Tem Jr., Marcelinho Santos, Romeu D’Malandro, Matheus Lebre, Ronie Oliveira e Phabbio Salvatti, o samba não empolgou muito. Em alguns setores das arquibancadas, algumas pessoas tentavam acompanhar, mas, em outros, elas só assistiam.

Evolução

A escola vinha evoluindo normalmente, até que em frente ao terceiro módulo de jurados, abriu um grande buraco diante do último carro alegórico, “Casa das Minas”. Este parou e foram necessários vários homens para empurrá-lo. Mesmo assim, a agremiação terminou o desfile em 40 minutos.

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Outros destaques

A bateria comandada por Marcos Vinícius Olympio, o “Marquinhos”, se apresentou bem, com belas bossas, sendo aplaudida pelo público em alguns setores. Outro destaque foi o último carro, que apresentou uma mulher tomando banho de cachoeira.

Arrastão de Cascadura exalta as indígenas guerreiras

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O Arrastão de Cascadura foi a sétima escola a desfilar na Intendente Magalhães, nesta terça-feira, na Série Prata do Carnaval carioca. A escola se destacou com uma comissão de frente forte, a harmonia do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Fernanda de Araujo Rodrigues e Pedro Luccas, e por apresentar um conjunto bem trabalhado de fantasias. No entanto, a escola enfrentou problemas e deixou um buraco diante dos jurados.

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A escola, em comemoração aos seus 50 anos, fez uma releitura de “Icamiabas”, uma lenda popular do norte do Brasil.

Comissão de frente

A comissão encenou o enredo com grande dramaticidade, mergulhando no mundo das valentes mulheres amazônicas. Vestidos com trajes que evocavam a selva, os dançarinos utilizam ainda duas pequenas casas como parte de seu cenário, enriquecendo a apresentação. A exibição cativante conquistou os corações dos espectadores, fazendo-os se encantar profundamente pela escola.

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Mestre-sala e Porta-bandeira

Pedro Luccas e Fernanda de Araujo Rodrigues, primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira do Arrastão de Cascadura, apresentaram uma dança meticulosamente planejada e visualmente impressionante. A indumentária da porta-bandeira, destacando-se como uma das mais exuberantes da noite, brilhava em tons dourados, repleta de elementos e detalhes minuciosamente elaborados. Por outro lado, a fantasia do mestre-sala apresentava indícios de um acabamento incompleto. A coreografia da dupla habilmente combinou movimentos clássicos com gestos que refletiam o enredo da escola, demonstrando uma harmonia perfeita com o tema escolhido.

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Harmonia

Ao longo do desfile do Arrastão de Cascadura, notou-se uma inconsistência na coesão e no entusiasmo entre as várias alas da escola. As alas que abriram o desfile pareciam menos engajadas, interpretando o samba-enredo com uma energia relativamente baixa. Em contraste, as alas situadas mais ao fim do cortejo, especialmente a ala da velha guarda, exibiram um domínio notável da letra, demonstrando vigor e paixão ao cantar, evidenciando um comprometimento.

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Evolução

Durante o desfile na Nova Intendente, a evolução da escola enfrentou dificuldades significativas. A situação se complicou quando um dos tripés enfrentou problemas para avançar, levando a escola a prosseguir sem ele. Isso resultou na formação de um espaço vazio notável, especialmente problemático por ocorrer justamente diante da cabine dos jurados. As alas que se encontravam à frente não conseguiram preencher adequadamente esse espaço, deixando um buraco na apresentação, que impactou negativamente a continuidade e a fluidez do desfile.

Alegorias

A vermelha e ouro entregou um espetáculo memorável na Intendente, destacando-se com dois carros alegóricos de excepcional qualidade, ambos caracterizados por acabamentos impecáveis e isentos de quaisquer falhas visíveis. O carro abre-alas, explorando o tema da escola, apresentou a impressionante escultura de uma mulher guerreira em harmonia com a selva, simbolizando sua conexão com a natureza. O momento mais impactante em termos de alegorias foi proporcionado pelo último carro, que chamou a atenção ao incorporar elementos das crenças indígenas, incluindo a marcante escultura de uma cobra.
Fantasias

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Apesar dos desafios comuns às escolas participantes da Série Prata, o carnavalesco Sandro Gomes destacou-se por adotar soluções criativas e eficientes no desenvolvimento dos figurinos. A história central do enredo foi apresentada de maneira clara e acessível, um aspecto crucial para garantir que todos os espectadores pudessem compreender plenamente a mensagem transmitida. A comunicação da essência do enredo reforçou a importância da narrativa dentro do contexto do desfile, permitindo uma experiência mais envolvente para o público.

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Enredo

O tema “Icamiabas”, idealizado pelo carnavalesco Sandro Lopes, adentra o rico universo do folclore do norte do Brasil para desvendar a encantadora lenda das Icamiabas, guerreiras da Amazônia que representam força, liberdade e o matriarcado. A narrativa do enredo é construída a partir da perspectiva dos europeus, sobretudo os espanhóis, narrando suas experiências ao adentrar as florestas amazônicas e seu encontro com essas mulheres. Esse olhar proporciona um mergulho na interação entre diferentes culturas e na maneira como essas valentes guerreiras foram percebidas e mitificadas pelos olhos estrangeiros.

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Samba-enredo

Criada por Amaury dos Santos, Netinho, Jacy Inspiração e Guto, a obra musical da agremiação encantou o público presente na avenida com sua letra cativante e melodia envolvente. A composição se alinhou de maneira exemplar ao tema proposto pela escola, contando a história de forma fluida e emocionante. A harmonia entre o carro de som e a bateria, comandada pelo Mestre Carlos, mostrou-se perfeitamente sincronizada. Marquinhos Silva e seu conjunto ofereceram uma execução fiel e apaixonada do samba-enredo, preservando a essência da composição em sua performance.

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Unidos de Lucas faz uma viagem pela floresta amazônica

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A Unidos de Lucas foi a sexta escola a desfilar na Intendente Magalhães, nesta terça-feira, no desfile da Série Prata do carnaval carioca. A escola se sobressaiu por diversos elementos, destacando-se uma comissão de frente impactante, a perfeita sintonia do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Jeferson Pereira e Alana Couto, além de uma evolução fluida ao longo da avenida. Contudo, enfrentou contratempos que resultaram em uma buraco evidente perante os jurados.

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A escola exibiu o enredo “A Floresta do Amazonas”, uma história de desbravamento pela Floresta Amazônica, passando pelas lendas, paixões, mistérios e aventuras que são proporcionadas pela fauna e flora local.

Comissão de Frente

Sob a direção coreográfica de Daniel Ferrão e Léo Torres, os dançarinos deslumbraram a plateia com uma performance vibrante, marcada por movimentos enérgicos e expressivos. Vestidos com trajes amarelos, complementaram o visual com chapéus verdes e adornos de plantas na altura do peito.

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Mestre-sala e Porta-bandeira

Jeferson Pereira e Alana Couto proporcionaram uma apresentação muito positiva, marcada por uma conexão e uma sintonia impecável. Ambos usaram figurinos vermelhos, realçados por detalhes em dourado, roxo e laranja, que chamavam a atenção. A saia de Alana era um espetáculo à parte, em tons de laranja, rosa e roxo. A dupla desfilou entre passos suaves, com um cortejo tradicional e sequências mais modernas, demonstrando versatilidade.

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Harmonia

A atuação vocal dos participantes não alcançou o ápice durante o desfile, com várias alas mostrando um envolvimento limitado, onde muitos dos integrantes optaram por cantar o samba somente durante o refrão. O carro de som mostrou-se em harmonia perfeita com a bateria sob a regência do mestre Celsinho. O samba, interpretado por Viny Machado e sua equipe, foi apresentado de forma completa e fiel à sua composição original.

Enredo

O tema desenvolvido pelo trio de carnavalescos, Bruno Rocha, Felipe Santos e Fernando Saol buscou resgatar a tradição, com um desfile clássico para falar sobre lendas da Floresta Amazônica com muito respeito e capricho. O fio condutor do enredo é a paixão que o torcedor da Unidos de Lucas tem pela escola, e o amor da comunidade transforma o Galo de Ouro num desbravador. O Galo entra na Floresta e, quando retorna, conta o que viu, ouviu e sentiu. E se orgulhando do passado, se inspira nele, para lutar pelo Acesso.

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Evolução

Ao longo de 40 minutos, a escola realizou seu desfile de maneira suave e contínua, evitando pressa em seu desfile. As baianas e as passistas tiveram uma atuação destacada, aproveitando plenamente seu momento na avenida com muita dança. Os componentes da escola desfilaram de forma espontânea, sem a rigidez de coreografias pré-definidas. As alas mantiveram-se organizadas, até a passagem de uma alegoria em frente a cabine de jurados, quando a ala a frente seguiu desfilando, abrindo assim um buraco.

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Samba-Enredo

A composição criada por Tem Tem Jr, Marcelinho Santos, João Vidal, Rafael Ribeiro, Jefferson Oliveira e Valtinho Botafogo, caracterizada por sua clareza, foi apresentada na avenida do desfile. Contudo, a simplicidade da obra não se traduziu em uma memorização efetiva por parte de muitas alas, que demonstraram dificuldades em decorar o samba por completo. Apesar dessa lacuna, o momento mais memorável e vibrante da peça musical foi, sem dúvida, o refrão principal, que se destacou como o ponto culminante do samba-enredo, cativando todos os presentes.

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Fantasias

A escola de samba de Parada de Lucas impressionou pela alta qualidade de suas fantasias, apresentando um espetáculo visual repleto de criatividade e detalhes minuciosos. Entre todas as alas, a que prestou homenagem à fruta do guaraná se destacou de maneira notável. Com trajes verdes elaborados e a característica semente do guaraná adornando a cabeça dos integrantes – um símbolo dessa fruta –, a escola conseguiu transmitir com clareza e beleza os elementos distintivos da região tematizada no enredo. Essa ala não só capturou a essência do guaraná de forma autêntica, mas também contribuiu significativamente para a narrativa visual e cultural do desfile, celebrando a riqueza natural e cultural de forma memorável.

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Alegorias

A vermelha e ouro fez uma apresentação marcante na Intendente, trazendo dois carros alegóricos de alta qualidade, com acabamentos impecáveis e sem defeitos aparentes. O desfile teve início com um impressionante abre-alas que mergulhou o público no coração da floresta, apresentando duas esculturas de beija-flor na dianteira do carro. A alegoria, dominada por tons de verde com detalhes em dourado e marrom, capturou a essência vibrante da biodiversidade amazônica.

O tripé, em tom rosa, buscou representar a rica natureza aquática da região amazônica, destacando-se pela presença de um boto cor-de-rosa, embora tenha sofrido de uma execução incompleta, faltando um pedaço do animal, o que indicou uma falha nos acabamentos.

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O segundo carro alegórico celebrou o famoso festival da Ilha de Parintins, um evento cultural de grande significado onde os bois Garantido e Caprichoso se enfrentam em uma competição de performances. Este carro, adornado nas cores azul e vermelho, exibiu os bois emblemáticos na sua parte frontal, acompanhados pelo Galo, o mascote da escola, simbolizando a união da tradição e do orgulho local na manifestação cultural do desfile.

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Outros destaques

O intérprete da escola de samba destacou-se durante a apresentação do samba-enredo. Demonstrando um comprometimento e uma paixão palpáveis pela sua arte, o artista transcendeu as expectativas ao não se restringir à sua zona de conforto. Ele caminhou com entusiasmo próximo ao público, criando uma conexão direta e intensa com os espectadores.

Santa Cruz faz desfile com excelência na plástica e força do canto da comunidade

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A Acadêmicos de Santa Cruz foi a quinta escola a desfilar na noite desta terça-feira pela Série Prata. A escola da Zona Oeste levou para a Intendente Magalhães o enredo “As Bruxas Estão Soltas”, do carnavalesco Cid Carvalho. O desfile foi marcado pela excelência na plástica, harmonia e no enredo, mas, ao final, precisou correr para não estourar o tempo.

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Comissão de frente

A comissão de frente foi comandada pelo coreógrafo David Lima, que também é responsável pelo quesito na Unidos de Padre Miguel. Os bailarinos utilizaram um elemento cenográfico e chamaram atenção pela beleza das fantasias, além da coreografia sincronizada e muito bem desenvolvida.

Mestre-sala e Porta-bandeira

A dupla formada por Diego Falcão e Jaqueline Gomes foi um espetáculo à parte. Com a junção do bailado tradicional e pequenos passos coreografados com referências ao samba-enredo, o casal de mestre fez uma grande apresentação na Avenida. Em sincronicidade com o samba, no trecho “Senão feitiço eu vou jogar” a dupla simulava assoprar pó de feitiço na direção dos julgadores. Destaque, também, para a luxuosa fantasia da porta-bandeira.

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Enredo

A agremiação da Zona Oeste levou para a avenida o enredo “As Bruxas Estão Soltas”, desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho. Uma espécie de tributo às mulheres, o enredo retratou como elas foram perseguidas ao longo da história. Abordando a caça às bruxas, o enredo fez um passeio aos diversos tipos de perseguições e preconceitos sofridos ao longo da história e, também, nos dias de hoje.

Alegorias

Em tons de roxo, o abre-alas, batizado de “A Era medieval e as Bruxas “, era destaque pela riqueza de detalhes e o bom acabamento das esculturas. Ao centro da alegoria, uma coroa girando representava o símbolo da escola. Na parte de trás, a escultura da bruxa chamava atenção. Já o segundo tripé fez referência às Pombagiras.

Fantasias

Em um Nível de Sapucaí, foi um dos destaques da noite. Com muitos detalhes e marcadas pela luxuosidade, as fantasias da agremiação da Zona Oeste facilitaram ainda mais a leitura do enredo. Destaque para a ala “Bruxas Medievais”.

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Fotos: Raphael Lacerda/CARNAVALESCO

Harmonia

A comunidade de Santa Cruz foi o grande destaque do desfile desta noite. Os componentes cantaram, com força, todos os versos do samba-enredo. Nas arquibancadas, torcedores também mostraram seu apoio. Durante o desfile, a escola foi prejudicada pelo som oficial da Intendente Magalhães, que parou de funcionar por cerca de dois minutos. Nesse momento, os componentes e o público assumiram o papel do carro de som e cantaram a plenos pulmões.

Samba-enredo

A obra é de autoria dos compositores Marquinho Bombeiro, Jorge Matias de Oliveira, Marcelo Cordeiro Ramos, Igor Gonçalves da Cruz, Fernando Antônio Menas Pinto de Lima, Jorge Valdeci Fernandes, Eduardo dos Santos Moraes, Edson Rosa, Márcio Palmeira da Silva e Roberta Patrícia da Silva Almeida. O samba-enredo teve um ótimo rendimento na Passarela do Samba suburbana e foi abraçado pela comunidade. Fruto, também, do bom desempenho do carro de som, que foi comandado pelos intérpretes Roninho e Luizinho Andanças.

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Evolução

Alegres, os componentes puderam brincar carnaval. Apesar disso, o quesito foi a pedra no sapato da agremiação. Aos 35 minutos, a escola inteira ainda estava na avenida e apertou o passo. Foi preciso correr para não estourar o tempo – o que não ocorreu por pouco. A escola encerrou o desfile aos 40 minutos, tempo máximo, e comemorou bastante.

Unidos da Barra da Tijuca faz desfile vibrante, mas peca na evolução

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Estreando na série Prata após ser vice-campeã na Bronze em 2023, a Unidos da Tijuca abusou de cores leves e alegres, além do seu verde e azul para contar o enredo “Encontro das Águas”, quando o rio encontra o mar, sob a benção dos orixás. A agremiação desfilou com vibração na Intendente, porém, um buraco no segundo módulo de jurados a fez correr no fim.

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Fotos: Anderson Carvalho/CARNAVALESCO

Comissão de Frente

Sob o comando do coreógrafo Walter Valentini, os integrantes da Comissão de Frente interpretaram o encontro dos orixás Oxum e Iemanjá e fizeram uma bela apresentação, com muita sincronia, que arrancou aplausos do público e dos jurados.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Paulo Gomes e Maura Luíza Leal fizeram bailado que arrancou aplausos do público. Enquanto girava o estandarte, Maura trocava olhares o tempo todo com Paulo e os dois agiram em perfeita sincronia. A fantasia dela tinha tom de dourado de Oxum e rosa, enquanto a de Paulo, evocava o azul de Iemanjá.

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Enredo

O enredo desenvolvido pelo carnavalesco Plínio Santos foi bem desenvolvido no desfile, contado de forma clara em todas as alas. Quem via o conjunto entendia o que estava sendo contado na avenida.

Fantasias

O conjunto de fantasias foi bem leve e colorido, indo além do verde e azul da agremiação. As roupas eram bonitas e de bom acabamento. Elas eram ainda de fácil leitura. Destaque para a ala das baianas, em um branco e prata, falava de oferendas a Iemanjá. Já a fantasia da Velha Guarda foi um branco bem simples.

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Harmonia

O intérprete Alex Ribeiro pôde contar com os refrões “Ê Janaína…Ê Janaína” e “Axé pra quem tem fé e tem samba no pé”, para levantar o público, que aplaudiu sempre nesses trechos. A maioria das alas cantou forte o samba e apenas em algumas havia componentes que não cantavam.

Samba-enredo

O samba de autoria dos compositores Ciraninho, Júnior Ribeiro, Marcinho M2, Flavinho Bento, Bujão, Milton Carvalho, Juninho UBT, Mariozin do Leme, Duca Mendonça e Marcelo Martins era fácil de ser cantado e isso facilitou o seu desenvolvimento na avenida. O público cantou junto alguns trechos, principalmente os refrões.

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Evolução

A escola evoluiu bem até perto do final do desfile, quando abriu um grande buraco antes do último carro, em frente ao segundo módulo de jurados. A última alegoria correu para não prejudicar ainda mais o desfile e chegar a tempo de encerrar. Porém, a agremiação deverá perder pontos preciosos em evolução.

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Outros destaques

A bateria comandada por mestre Pato Roco deu show, com algumas bossas e paradinhas e foi aplaudida pelo público e os jurados.

Com canto forte e cores chamativas, Império da Uva faz um desfile correto na Intendente

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O Império da Uva apresentou o enredo “Dos Trilhos do Passado a Um Novo Tempo: Japeri”, uma homenagem à Prefeitura de Japeri, município do estado do Rio de Janeiro. Passando pela chegada dos bandeirantes, construções de igrejas, estradas e ferrovias, os desfile citou os grandes carnavais que aconteciam na cidade e as belezas naturais do município.

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Fotos: Guibsom Romão/CARNAVALESCO

Comissão de Frente

A comissão, Junior Ribeiro e Karla Flor, veio representando os bandeirantes, com uma espingarda dourada na mão de cada um e um chapéu, que caiu da cabeça de uma integrante no 1º módulo. Apesar da coreografia rápida e bem executada, não foi possível compreender o significado da apresentação, a coreografia não teve um ponto alto, nem uma ordem nítida, no sentido de contar uma história.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal Roberto Vinícius e Klenia Freita, vieram com uma reluzente fantasia dourada e verde, a saia da porta-bandeira era em formato de uma coroa. Além de bem feita, a fantasia do casal era funcional, aparentava ser leve e deu muita liberdade para que ambos realizassem uma apresentação segura. Apesar do forte vento, Klenia manteve o pavilhão desfraldado sem fazer muito esforço.

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Enredo

Passeando pela história e símbolos de Japeri, o Império da Uva levou a cidade para dentro da Intendente, uma verdadeira aula de história sobre o município de Japeri. As alas do desfile contaram o enredo de forma cronológica, seguindo a história da cidade, começando com os bandeirantes, que desbravaram as terras, na comissão de frente, até a última alegoria, que representou os voos de asa delta realizados no Pico da Coragem, localizado em Japeri.

Alegorias

A escola apresentou alegorias de fácil compreensão. A primeira era o abre-alas, muito bem acabado, era um trem a fogo, que simbolizava a ferrovia que cortava o município e lhe trouxe moradores e relevância, de uma pacata localidade rural para um dos maiores entreposto ferroviários do Brasil. A segunda alegoria também era um trem, mas desta vez, era um trem da Super Via, do ramal Japeri, com muitas pessoas fazendo parte do carro, o carro fez efeito na avenida, no entanto, o acabamento acabou prejudicando uma plena excelência da alegoria, o uso de spray verde limão para desenhar as portas e janelas do vagão, deixou a alegoria destoante do resto do desfile. A terceira e última alegoria representava a belezas naturais de Japeri, como o Pico da Coragem e a prática de asa delta no local, com componentes em cima e todo trabalhado em tons verdes, o carro continha iluminação própria, o que passou o efeito de selva para o público.

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Fantasias

A maioria das alas era monocromáticas, baianas amarelas, ala da prefeitura de Japeri laranja e a ditadura militar verde. O carnavalesco, Clébio de Freitas, usou e abusou de cores fortes, o laranja neon e o verde limão em específico, pois estavam presente em diversas alas. As fantasias estavam todas bem feitas, era visível um trabalho cuidadoso de acabamento e de concepções nada convencionais, exemplo, a ala do funk que majoritariamente roxa, veio com adereços na frente que representavam caixas de som.

Harmonia

Após o carro abre-alas, a escola bradou o samba de ponta a ponta, todas as alas trouxeram um canto forte para a avenida. O carro de som pouco trocou com a bateria, muito provavelmente por conta da dificuldade de se ouvir a bateria pela avenida, mas ambos contribuíram para o desfile forte da escola.

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Samba-enredo

Cumprindo a função de contar a história de Japeri, o samba-enredo, composto por Mauro Naval, Ali Gringo Jarb, Gylnei Bueno, Fernando de Lima, Franck Willian, J. Matias, TM, Leozinho Nunes, foi muito bem cantando pela escola na avenida, todos os desfilantes pareciam saber o samba de cor. Além do trabalho do carro de som que soube conduzir o samba de uma maneira quente pela avenida.

Evolução

Apesar da leve acelerada que a escola deu no final da avenida, as alas desfilaram animadas e apresentaram a evolução necessária para a escola sonhar com o topo da tabela.

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Outros destaques

Apesar na execução artística comprometida, a alegoria do trem de Japeri tinha o arco da Apoteose atrás, se encaixando com o trecho “O barão vira marquês, com o clamor da ferrovia”, fazendo referência à Marquês de Sapucaí e o trem.

Vizinha Faladeira apresenta um bom desfile, mas buracos e correria comprometem o resultado

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Com o enredo “O Cais da Resistência”, a Vizinha Faladeira homenageou o Cais do Valongo, território localizado na zona portuária do Rio de Janeiro, onde escravizados eram comercializados, sendo considerado o local que mais recebeu escravizados no mundo. Com alegorias e fantasias criativas e bem acabadas, a escola optou por um desfile esperançoso, que mostrasse a liberdade negra de uma maneira poética.

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Fotos: Guibsom Romão/CARNAVALESCO

Comissão de Frente

A apresentação da comissão de frente contou com um elemento cênico e troca de figurinos, o elemento cênico, que girava e apresentava 3 cenários diferentes, apresentou problemas para girar nos 2 primeiros módulos de jurados, por conta disso, a coreografia sofreu alterações a partir da 3ª cabine. Os integrantes da comissão, que eram negros, começavam a apresentação vestidos de escravizados trabalhadores, as mulheres eram lavadeiras e os homens carregavam sacos de café, neste primeiro momento o elemento cênico apresentava o cenário do Cais do Valongo.

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No segundo ato, o elemento cênico girava e era apresentado um escritório do palácio imperial, uma mulher branca representava a princesa Isabel que, cercada de mulheres negras, assina a Lei Áurea, comemorada pelas mulheres em sua volta. Na terceira e última parte, o cenário é uma sala de estar com retrato de 5 personalidades negras, Luísa Mahin, Luís Gama, Tia Ciata, João Cândido e Carolina Maria de Jesus, todos representados por integrantes da comissão, que agora trocaram de roupa. A coreografia foi reproduzida integralmente nos 4 módulos de jurados, mas a partir do 2º, os integrantes de antes vinham sentados em cima do elemento cênico, vieram andando por de trás dele, para que ele fosse girado sem apresentar os problemas que apresentou anteriormente.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal mestre-sala e porta-bandeira, Yuri Souza e Gislaine Lira, desfilaram com uma fantasia dourada, toda ornada em brilhos e com uma corrente preta, simbolizando a escravização, cercando a fantasia de ambos. O casal apresentou uma dança segura e contida, a coreografia fazia algumas referências ao samba-enredo, como no trecho “Kaô, meu pai kaô”. A porta-bandeira deu algumas pisadas na saia durante a apresentação no 2º módulo, mas nada que comprometesse a apresentação.

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Enredo

Com o enredo “Cais da Resistência”, do carnavalesco André Tabuquine homenageou o Cais do Valongo, que foi criado em 1811 pela Intendência Geral da Polícia da Corte do Rio de Janeiro, para que ali fosse realizado a venda e compra de escravizados, por conta disso, cerca de 1 milhão de negros passaram pela região. Durante a construção do Porto Maravilha, foi descoberto um sítio arqueológico, com diversos vestígios de pessoas negras que por ali viveram e foram enterradas. Em 2017, o local foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco.

Alegorias

A escola trouxe um abre-alas opulento, com um letreiro na frente e um navio negreiro composto por pessoas negras representando escravizados, logo atrás veio a segunda parte do carro com esculturas também representando escravizados acorrentados. As outras duas alegorias, uma representando as religiões de matriz africana e o carnaval, entraram muito bem acabadas na avenida, assim como a primeira alegoria.

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Fantasias

A escola apresentou fantasias com estruturas parecidas, ombreira, capacete e saia, mas todas muito bem acabadas e com uma paleta de cores interessante. A ala das baianas desfilou com uma saia vazada, luvas brancas e uma sombrinha na mão, representando a classe mais abastada do império.

Harmonia

Apesar da bateria estar inaudível no início da escola, os desfilantes cantaram bem o samba, a cada início do samba, no trecho “Agô, ao pisar as pedras desse cais” a escola cantava forte e o desfile ganhava fôlego.

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Samba-enredo

O samba de Luiz Fernando, Miguel Beserra, Osmar Nunes, Ricardo Cardoso, Rodolfo Caruso e Rodrigo Carvalho, embalou harmonicamente a escola, seguindo a proposta da letra e do enredo. A comissão de frente e o primeiro casal reproduziam passos conforme a letra do samba dizia, exemplo, no trecho “Com a falsa liberdade” uma das escravizadas da comissão comemorava com um papel na mão a assinatura da Lei Áurea.

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Evolução

O carro abre-alas apresentou problemas para se locomover, abrindo um notório buraco na frente do 4º módulo de jurados, o que acabou comprometendo todo o desfile que vinha atrás dele. A escola passou muito rápido pelo 4º módulo, abrindo mais um grande buraco entre a última ala e o carro que homenageava o carnaval.

Outros destaques

Apesar de também ter tido que passar correndo, havia uma ala de pernas de pau que chamou a atenção do público.