A Unidos de Lucas anunciou o seu enredo para o Carnaval de 2027. O Galo de Ouro da Leopoldina, que desfila pela Série Prata, levará para a Intendente Magalhães “Bem no Compasso, o Galo Entoa a Mais Bela Melodia do Estácio!”, desenvolvido pelo carnavalesco Lucas Lopes e o enredista Paulo Neto.
Em busca do campeonato e do acesso à Série Ouro, na Marquês de Sapucaí, a escola propõe mais do que uma homenagem a um ícone da música popular brasileira. O enredo também será uma homenagem à comunidade do velho Estácio, que celebrará o centenário em 2027.
“Na melodia do velho Estácio, surge nosso Luís. Com sua voz de pérola negra, o Negro Gato do São Carlos encanta com suas canções até hoje. Forjado pelo samba e demais ritmos de resistência, Luís Melodia desce do Berço do Samba e encontra nosso Galo da Leopoldina para encantar a avenida e entoar todo esse swing”, ressalta o carnavalesco, revelando um pouco mais sobre o tema.
O enredo será lançado oficialmente no próximo domingo, dia 3 de maio, em evento de celebração aos 60 anos da escola.
A carnavalesca Annik Salmon anunciou nesta quarta-feira que não seguirá na Unidos de Padre Miguel para o Carnaval 2027. A decisão foi comunicada por meio de suas redes sociais, onde a profissional destacou respeito à agremiação e indicou que a saída também passa por uma escolha pessoal.
“Informo que não continuo como carnavalesca na Unidos de Padre Miguel. Respeito as decisões da agremiação e, por escolha pessoal, decidi não seguir para o carnaval de 2027. Agradeço e desejo sucesso”, escreveu.
Annik vinha desenvolvendo seu trabalho na escola da Zona Oeste e sua saída abre uma lacuna importante no planejamento artístico da Vermelho e Branco para o próximo desfile. Até o momento, a Unidos de Padre Miguel não anunciou quem assumirá o cargo de carnavalesco para o próximo ciclo. A movimentação já coloca a escola no radar do mercado carnavalesco, em meio ao período de definições visando o Carnaval 2027.
Confira a nota da UPM
“A Unidos de Padre Miguel informa que a carnavalesca Annik Salmon, que estava à frente do desenvolvimento do projeto artístico para o Carnaval de 2027, optou por não seguir com a agremiação por questões pessoais.
A escola agradece pela dedicação, profissionalismo e pelo período de trabalho em que esteve conosco, desejando sucesso em seus próximos desafios.
Em breve, a Unidos de Padre Miguel divulgará os próximos passos para a construção do seu Carnaval 2027”.
A Mocidade Independente de Padre Miguel realiza no domingo, a partir das 13h, mais uma edição da tradicional feijoada na quadra da Vila Vintém. O evento promete muita animação e samba, em tarde que marcará a apresentação oficial do elenco para o próximo carnaval. O cantor Evandro Malandro, o carnavalesco Jack Vasconcellos e a porta-bandeira Raphaela Teodoro são as novidades da Escola.
Além do show da “Não Existe Mais Quente”, sob o comando do Mestre Dudu, o público poderá desfrutar de uma apresentação especial do grupo Independente Samba Clube, que cantará sambas antológicos de todas as agremiações.
Para abrilhantar ainda mais a tarde, a Unidos de Padre Miguel será a escola convidada para um show especial nesse reencontro com o público da Vintém.
Outra novidade especialmente preparada para os torcedores da verde e branca é a seguinte: quem estiver vestindo a camisa da Mocidade ou da Unidos de Padre Miguel terá entrada gratuita até às 15h. Após, o ingresso custará R$ 20,00.
Os camarotes e as mesas já estão esgotados.
Feijoada da Mocidade Independente de Padre Miguel
Data: 03 de maio
Horário: a partir das 13h
Local: Quadra da Vila Vintém – R. Cel. Tamarindo, 38 – Vila Vintém
Atrações: Apresentação do novo elenco, Mocidade Show, Independente Samba Clube e Unidos de Padre Miguel.
O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Gabriel David, participou nesta terça-feira, do seminário “Rio em Tempo Real: Praça Onze Maravilha”, realizado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Durante o encontro, o dirigente destacou a importância da revitalização do entorno da Marquês de Sapucaí para o futuro do Rio Carnaval, bem como para a experiência das escolas de samba, seus componentes e seu público.
Ao plenário da Casa, Gabriel destacou a importância nacional e internacional dos desfiles (com busca por ingressos em mais de 188 países) como principal justificativa para que o projeto da Praça Onze Maravilha contemple uma série de melhorias no Sambódromo. A lista de ajustes necessários inclui demandas de sambistas e foliões, como reformas dos banheiros disponíveis no local. Há ainda uma série de medidas em áreas operacionais consideradas críticas, como concentração e, especialmente, dispersão.
Segundo Gabriel, a Liesa já apresentou propostas à Prefeitura do Rio para elevar o padrão do espetáculo, ampliar a segurança e qualificar a operação do evento.
“É fundamental que esse debate seja construído de forma conjunta, porque estamos falando de um projeto estratégico para a cidade e de um evento com alcance global. A revitalização do entorno é essencial, mas também precisamos olhar para o próprio equipamento e para pontos sensíveis da operação, como a dispersão. Nosso compromisso é contribuir com propostas que melhorem a experiência, ampliem a segurança e fortaleçam o Carnaval como ativo cultural, econômico e turístico do Rio”, afirmou Gabriel David durante o evento.
Além de Gabriel David, participaram do painel o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima; e os vereadores Helena Vieira (PSD) e Átila Nunes (PSD). A mediação foi da jornalista Berenice Seara.
A Estação Primeira de Mangueira celebrou 98 anos de história, nesta terça-feira, com uma programação que transformou a comunidade em um verdadeiro ponto de encontro entre tradição e cuidado social. A comemoração começou ainda cedo, com alvorada, e seguiu ao longo do dia com uma série de atividades voltadas para os moradores, incluindo café da manhã, serviços de barbearia, cuidados femininos, matrículas para cursos e graduações e atendimento da Defensoria Pública.
Mais do que uma festa, a celebração reforçou o papel social da escola, que segue atuando como referência dentro e fora da Avenida. Em clima de união, a comunidade também já olhou para o futuro: no Carnaval 2027, a Verde e Rosa será a última escola a desfilar, levando para a Sapucaí um enredo sobre Oyá, em um momento considerado estratégico às vésperas do centenário.
Presidente da escola, Guanayra Firmino destacou que o sorteio trouxe exatamente o que a comunidade desejava e apontou o sentimento de resistência à frente da agremiação.
“A Mangueira conseguiu o que mais queria para 2027, ser a última escola a passar na avenida. O mangueirense gosta disso, se sente mais animado. Na minha opinião, a Mangueira vai passar bem em qualquer dia. Liderar essa escola é resistência, não é fácil se manter nesse cargo, mas ninguém vai me ver de cabeça abaixada, porque ela sempre vai estar erguida”, afirmou.
Rainha de bateria, Evelyn Bastos ressaltou a emoção de viver o momento dentro da própria comunidade e a força simbólica de encerrar o desfile.
“É uma emoção que eu fico até sem palavras em ser rainha dessa comunidade que é a minha comunidade. A gente se abraça e ama ser a última escola a desfilar. Ser Mangueira é uma eterna luta e muito amor. Eu amo viver cada momento do carnaval, cada renúncia e escolha. O rumo é a nota máxima e celebrar uma Mangueira quase centenária”, declarou emocionada.
Entre os mestres de bateria, Taranta Neto destacou que a posição no desfile potencializou ainda mais o sentimento da comunidade.
“A garra do mangueirense já é natural, mas fechar o carnaval traz uma emoção a mais. Era um desejo da torcida e isso aumenta ainda mais a vontade de fazer um grande desfile”, afirmou.
Mestre Rodrigo Explosão complementou apontando que a mudança de dia representou um novo fôlego para a escola.
“A expectativa é a melhor possível. A Mangueira vinha desfilando há alguns anos no domingo e precisava desse gás diferente. Fechar o carnaval permite observar tudo o que aconteceu antes e ajustar o que for necessário para buscar o resultado”, explicou.
Intérprete oficial, Dowglas Diniz destacou que o desfile de 2027 será determinante na preparação para o centenário.
“A expectativa é muito grande, é um carnaval que antecede o centenário. A Mangueira está muito unida e a comunidade quer muito esse desfile. Depois de 2026, a gente vem com mais garra ainda para 2027 e já pensando em chegar forte em 2028”, afirmou.
O cantor também ressaltou o significado pessoal de representar a escola. “Desfilar pela Mangueira representa tudo para mim. É a minha comunidade, onde eu nasci e fui criado. Quando estou cantando, sinto que estou representando cada pessoa dali, isso me dá uma felicidade enorme”, completou.
A celebração dos 98 anos deixou evidente que a Mangueira não vive apenas de memória, mas de presença ativa na vida da comunidade e de planejamento para o futuro. Entre serviços, música e emoção, a escola reafirmou a própria essência, uma história construída todos os dias, dentro e fora da Avenida, com os olhos já voltados para um centenário que promete ser inesquecível.
A Dragões da Real apresentou na última segunda o seu enredo para o Carnaval 2027. O evento de lançamento foi realizado no Sambódromo do Anhembi, mais precisamente na parte oposta ao Setor B (Monumental), onde se localiza o camarote Espaço Cidade nos dias de desfile — um local com vista privilegiada para a pista. A escola escolheu um palco de tamanha grandeza, pois o tema da agremiação da Vila Anastácio homenageia um dos maiores sambistas da história.
Com o título “Sob as bênçãos de Xangô; a coroação do príncipe Reinaldo”, a Dragões da Real fará um tributo ao príncipe do pagode, Reinaldo, que tem uma grande trajetória dentro do samba e fez muito sucesso na cidade de São Paulo. Para prestigiar a festa, cantores de sucesso como Dodô, Billy SP, Marquinhos Sensação, Santaninha e a eterna Leci Brandão estiveram presentes e cantaram músicas do artista. O intérprete Igor Vianna também fez participação especial e exaltou sambas-enredo da escola de samba carioca Em Cima da Hora, pavilhão do coração de Reinaldo. O carnavalesco Jorge Freitas, responsável mais uma vez pelo projeto da escola, conversou com o CARNAVALESCO sobre as suas expectativas para o desfile de 2027.
O carnavalesco, que vai para o quinto carnaval seguido na Dragões da Real, falou sobre a importância e a grandiosidade de confeccionar um enredo sobre Reinaldo, o príncipe do pagode. “Estamos sempre inovando. Fomos pioneiros ao realizar o lançamento na Fábrica do Samba e também aqui no Anhembi. Escolhemos o palco do maior espetáculo da Terra para coroar esse grande artista. A ligação de Reinaldo com a Dragões é muito forte, e era essencial prestar essa homenagem depois de um desfile tão grandioso como o de 2026, com um tema à altura. Sob as bênçãos de Xangô, Reinaldo terá sua história contada por meio de suas obras e do legado que deixou. Prova disso são os inúmeros artistas do samba brasileiro que cantam Reinaldo em nossa festa. Tudo isso mostra que não apenas a Dragões, mas todo o carnaval de São Paulo está prestando uma bela homenagem a esse grande artista, que se eterniza por suas obras e por essa coroação na passarela do samba”, declarou.
Contando a história
De acordo com o artista, dentro da narrativa, o próprio Reinaldo, como filho de Xangô, contará a sua história por meio de suas obras. Jorge também falou do processo de escolha do enredo. “Na verdade, esse é o gancho que utilizamos: ele é filho de Xangô. A Dragões resgata essa ideia de justiça ao prestar uma homenagem, com a permissão e as bênçãos de Xangô, a esse grande artista. Na narrativa, é ele quem conta a própria história, por meio do legado que deixou, que são suas obras.”
“Os enredos da Dragões são definidos pela diretoria, a partir de algumas ideias apresentadas. Quando essa proposta apareceu, houve unanimidade: faríamos essa grande homenagem ao samba por meio de Reinaldo”, contou.
Arte deve ser prioridade
Em relação ao último carnaval, Freitas disse que não gostaria de questionar os critérios, mas enfatizou que a arte deve ser sempre valorizada, fazendo um questionamento ao quesito Evolução. “Não questiono os critérios. Eles estão definidos, todos os presidentes assinam e as escolas têm ciência disso. No entanto, acredito que a arte precisa ser mais valorizada. A avaliação não pode se limitar à ausência de erros. A arte vai além disso, mas essa é uma opinião pessoal, como artista, e sei que outros também pensam assim. Não se trata apenas de cumprir protocolo. Sobre o quesito Evolução, prefiro não questionar diretamente, para não parecer que falo por não ter vencido. Mas havia um consenso, inclusive em veículos como o CARNAVALESCO, de que a Dragões da Real apresentou a melhor Evolução do carnaval de São Paulo. Fizemos na avenida exatamente o que ensaiamos, com precisão, e, ainda assim, recebemos a pior nota nesse quesito”, disse.
Maneira de desfilar: mudar ou não o quesito Evolução?
Ainda dentro do seu raciocínio, Jorge reflete e questiona se vale a pena mudar ou não o tipo de Evolução que a Dragões da Real vem propondo na avenida nos últimos anos, ainda mais com um enredo que homenageia um dos maiores sambistas da história. “Isso levanta uma reflexão: vale a pena desfilar de forma engessada, sem alegria e espontaneidade? Mas como nós vamos fazer isso com um enredo tão vibrante, que homenageia o samba? O que nos move é justamente a paixão e a descontração. Por isso, prefiro não me aprofundar em julgamentos. Sou, antes de tudo, artista e admirador do carnaval de São Paulo”, concluiu.
O caminho rumo aos desfiles da Série Ouro 2027 já está traçado. Na noite desta segunda-feira, em uma churrascaria na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi realizado o sorteio que definiu a ordem das apresentações do grupo para o próximo Carnaval.
Em 2027, a Série Ouro contará com 17 agremiações. Por determinação da Prefeitura do Rio, o grupo terá três escolas a mais do que o previsto inicialmente. Com isso, os desfiles serão divididos com oito escolas na sexta-feira (5 de fevereiro) e nove no sábado (6 de fevereiro), na Marquês de Sapucaí. Conforme anunciado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, as duas primeiras colocadas garantirão acesso ao Grupo Especial em 2028.
São Clemente, Unidos do Jacarezinho, Acadêmicos de Santa Cruz e Inocentes de Belford Roxo não participaram do sorteio, já que possuíam posições previamente definidas. Vice-campeão da Série Ouro 2026, o Império Serrano teve o direito de escolher sua posição de desfile.
Confira a ordem:
Sexta-feira — 5 de fevereiro
1. São Clemente
2. Unidos do Jacarezinho
3. Porto da Pedra
4. Vigário Geral
5. Acadêmicos de Niterói
6. União da Ilha
7. Unidos da Ponte
8. Unidos de Bangu
Sábado — 6 de fevereiro
1. Santa Cruz
2. Inocentes de Belford Roxo
3. Estácio de Sá
4. Unidos de Padre Miguel
5. Arranco
6. Império Serrano
7. Em Cima da Hora
8. Botafogo Samba CLube
9. União do Parque Acari
Para o próximo ano, os desfiles da Série Ouro terão início mais cedo, às 20h50. O regulamento da disputa ainda será debatido em plenária, sob a liderança do presidente Deo Pessoa.
Desde 2024 intérprete do Paraíso do Tuiuti, Roosevelt Martins Gomes da Cunha, popularmente conhecido como Pixulé, tem história no Carnaval não apenas no Rio de Janeiro: entre 2018 e 2023, ele marcou época no Barroca Zona Sul, em São Paulo. Depois de alguns anos se dedicando unicamente ao Rio de Janeiro, ele volta à maior cidade da América Latina para cantar na Mocidade Unida da Mooca a partir de 2027. Para saber mais detalhes sobre o retorno de Pixulé ao Carnaval de São Paulo, o CARNAVALESCO conversou com o intérprete no aniversário da Mocidade Unida da Mooca – que marcou, também, a apresentação oficial do samba-enredo da agremiação para o desfile de 2027.
De acordo com o próprio Pixulé, a Mocidade Unida da Mooca, por meio do presidente da agremiação, Rafael Falanga, já busca a contratação do intérprete há algumas temporadas: “Esse namoro da Mooca comigo foi muito engraçado. Já vinha de muitos anos! Desde 2023 que o Falanga entrou em contato comigo, o presidente sempre falando que me queria aqui na MUM – até que não deu mais. A gente furou a bolha”, comemorou.
O intérprete não deixou de destacar o acordo que tem com a escola do bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro: “Ele conseguiu me trazer pra São Paulo, porque eu tenho uma exclusividade com o Paraíso do Tuiuti. Eu não posso cantar em lugar nenhum devido à exclusividade que eu tenho com o Tuiuti, mas o Falanga, malandro como ele só, entrou em contato com o meu presidente, Renato Thor. Foi um papo de presidente com presidente. E o Renato Thor abriu essa brechinha e deixou o Pixulé vir cantar no Carnaval de São Paulo – justamente na Mocidade Unida da Mooca”, explicou.
Carreira em ascensão
Mesmo sendo reconhecido de longe pela potência vocal e pela qualidade técnica que possui ao cantar, Pixulé tornou-se um dos grandes nomes contemporâneos recentemente. Intérprete oficial desde 1994, quando cantou na Leão de Nova Iguaçu, no antigo Grupo A (hoje Série Ouro) do Rio de Janeiro, os primeiros grandes holofotes vieram apenas vinte anos depois, com o marcante “Batuk”, do Império da Tijuca. Os doze anos seguintes foram de reconhecimento e elogios.
Em 2026, entretanto, um fato marcou o cantor. Após receber boa parte das premiações para intérpretes da imprensa segmentada (como o Estrela do Carnaval, organizado e concedido pelo CARNAVALESCO) por conta da atuação em “Lonã Ifá Lukumi”, o intérprete não venceu apenas aquele que é entregue, justamente, por uma mídia que não é especializada.
Nada, entretanto, abala a confiança e o respeito do intérprete por toda a mídia segmentada: “É muito justo e pertinente falar que esse é o melhor momento da minha carreira. Hoje eu estou vivendo um momento mágico, maravilhoso. A gente tem que manter isso. Hoje, o Pixulé, desculpe até a minha prepotência, virou queridinho do Brasil inteiro – tudo porque eu não ganhei um Estandarte de Ouro. Conclusão: o Pixulé virou uma unanimidade no Brasil inteiro, isso é maravilhoso. Nem dinheiro paga isso”, afirmou.
Para estrear em 2027
Ao falar sobre o samba-enredo pelo qual estreará na Mocidade Unida da Mooca, o intérprete destacou a nostalgia que a canção traz: “Eu não conheço bem a raiz do samba e do Carnaval de São Paulo, mas esse samba toca na essência, de quando o samba começou aqui em São Paulo. Toca nos nomes essenciais da raiz do samba de do Carnaval de São Paulo. Tocou na ferida de muita gente para trazer o Carnaval de outrora de volta. A MUM acertou no enredo e acertou no samba. Tudo deu liga: o samba, o enredo e o Pixulé”, finalizou.