Começou a votação do prêmio DESTAQUES DO ANO, promovido pelo CARNAVALESCO, que vai eleger os melhores do Carnaval 2026 de São Paulo. Os finalistas foram definidos pela nossa equipe, reunindo nomes e segmentos que se destacaram na folia paulistana. O público poderá participar até o dia 15 de abril. A cerimônia de premiação acontece no dia 19 de abril, na quadra do Tatuapé, junto ao evento do ESTRELA DO CARNAVAL 2026 de São Paulo. A entrada será mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Diferente dos anos anteriores, a premiação deste ano irá contemplar os três mais votados em cada categoria, com diplomas para primeiro, segundo e terceiro colocados.
A véspera da Sexta-Feira Santa foi agitada para a Estrela do Terceiro Milênio. Em um período de poucas horas nesta quinta-feira, a agremiação apresentou o enredo com o qual desfilará no Grupo Especial de São Paulo em 2027. Intitulado “Incrível, Fantástico, Extraordinário!” e assinado pelo estreante na escola Paulo Barros, a temática foi lançada por meio das próprias redes sociais da Coruja. À noite, a instituição do Grajaú fez a explanação da temática para os compositores da Zona Sul. O CARNAVALESCO esteve presente no evento, realizado no barracão da Coruja na Fábrica do Samba, Zona Oeste de São Paulo.
Para que os compositores estivessem completamente imersos no clima do enredo, a Estrela do Terceiro Milênio caprichou na produção. Com todos os convidados recepcionados na porta do barracão com um tapete vermelho, quatro atrizes estavam personificando uma criatura extraordinária, como elfas e faunos. Todas elas, conforme apurado pela reportagem, são integrantes da comissão-de-frente da agremiação, coreografada desde 2023 por Régis Santos e bicampeã do Estrela do Carnaval, organizado e concedido pelo CARNAVALESCO, nos anos de 2023 e 2025.
Fotos: Will Ferreira/CARNAVALESCO
Lúdico e social
Um dos grandes motes do enredo em questão é utilizar criaturas extraordinárias para tratar de temas da atualidade. Durante a explanação do enredo para os compositores, Paulo pontuou que algumas criaturas (como as citadas anteriormente) aparecerão no desfile, mas cada uma delas carregará consigo uma mensagem específica – a sereia, por exemplo, é a responsável pela manipulação por meio do famoso canto que ecoa no mar.
A viagem, que terá pórticos entre o mundo real e o da imaginação, será conduzida por Bulbo – uma coruja mecânica. A coruja, principal símbolo da Estrela do Terceiro Milênio, também é universalmente conhecida como um signo de inteligência e sabedoria. O desfile, de acordo com o vídeo de apresentação publicado pela agremiação nas redes sociais e exibido na explanação para os compositores, será encerrado com a fênix, animal mitológico que representa o renascimento.
Cara do carnavalesco
Ao ser perguntado sobre como surgiu a ideia de abordar tal temática, Paulo destacou que a abordagem já era desejada: “Esse é um enredo que eu já vinha pensando já há algum tempo. Eu sou fã de fantasias, adoro temas nesse estilo. Todo o conteúdo do enredo me encanta muito. Esse enredo é uma maneira fantástica para passar uma mensagem. O enredo vai tratar de um tema que é pura fantasia, mas que tem um fundamento de nos fazer renascer das cinzas, vamos dizer assim”, comentou.
Espanto e tranquilidade
Gilberto Rodrigues, popularmente conhecido como Giba, presidente da Estrela do Terceiro Milênio, foi bem sincero ao falar sobre o primeiro contato dele com a temática: “Quando o Paulo me falou pela primeira vez do enredo, ele me assustou. Falei ‘meu pai do céu, o que é isso aí? O que está vindo aí?’. Mas, depois, com um pouco mais de calma e mais friamente, vi que é uma coisa totalmente diferente. Sai um pouco do padrão, é uma história e um projeto totalmente diferente do que vem acontecendo até mesmo dentro do Carnaval nos últimos anos. Estamos acreditando muito. A princípio, o enredo assusta, mas você vai vendo a história e percebe que é muito leve. É uma mensagem muito importante que ele está passando não é só para o desfile e para o Carnaval, mas para o mundo. Vai ser bem bacana, vai ser um grande espetáculo”, prometeu.
Tudo organizado
Ao ser perguntado sobre o desenvolvimento do desfile, a setorização e a organização para a apresentação, o carnavalesco foi bastante enfático: “Já está tudo pronto. Já estou com os figurinos todos prontos”, comemorou.
Renovações
– Fredy Viana (intérprete oficial)
– Mestres Viny e Cabral (diretores da bateria Puro Balanço)
– Rodrigo Meiners (carnavalesco, anunciado dias depois da apuração)
Mudanças
– Paulinho Serdan Filho passa à Diretoria de Carnaval junto com Paolo Bianchi
– Sérgio Sanzoni é o novo Diretor Geral de Harmonia e Evolução
– Reginaldo Pereira e Kaique Serdan são os novos Diretores-Gerais da escola
Primeira escola a definir enredo para 2027 no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, a Mancha Verde homenageará uma das grandes escritoras infantis da história do Brasil na próxima temporada com o enredo “Ruth Rocha: a palavra que ensina a criança a voar!”.
Um caso de racismo envolvendo a filha do mestre-sala Diogo Jesus, da Mocidade Independente de Padre Miguel, ganhou repercussão nas redes sociais nesta quinta-feira. O próprio sambista tornou pública a situação ao relatar que sua filha, Sofia Paiva, de 10 anos, musa mirim da Mocidade Independente de Padre Miguel, foi alvo de ofensa racista dentro do colégio onde estuda.
De acordo com o relato, o episódio ocorreu durante uma aula, quando a menina foi chamada de “escrava” por um colega de classe. A declaração causou forte abalo emocional na jovem, que, segundo o pai, não parava de chorar desde o ocorrido.
Em publicação nas redes sociais, Diogo classificou o episódio como crime e fez um desabafo contundente. “Racismo é crime. Em pleno 2026, dentro de uma escola particular, isso não deixou de acontecer”, escreveu. O mestre-sala também destacou a formação familiar da filha e ressaltou sua trajetória no carnaval, onde já se destaca como musa.
O sambista aproveitou o momento para reforçar a importância do combate ao racismo em todas as esferas da sociedade. “Precisamos dar as mãos contra o racismo. Ele convive com a gente diariamente e precisamos combater isso”, afirmou.
Ainda segundo Diogo, a família se reuniu com a coordenação da instituição de ensino na manhã seguinte ao episódio. A escola teria informado que tomará providências imediatas e apresentará medidas sobre como irá conduzir o caso.
Mesmo com a sinalização de apuração por parte do colégio, o mestre-sala deixou claro que não pretende deixar o episódio passar sem consequências. “Não vamos nos calar, não vamos deixar passar pano em uma atitude como essa. Nós não vamos sucumbir”, declarou.
A Estrela do Terceiro Milênio anunciou seu enredo para o Carnaval 2027 apostando em uma viagem sensorial e reflexiva sobre a condição humana. Com o título “Incrível, fantástico, extraordinário!”, a agremiação do Grajaú levará para o Anhembi um desfile que propõe atravessar os limites entre realidade e imaginação.
O desenvolvimento do tema ficará a cargo do carnavalesco Paulo Barros, conhecido por suas propostas inovadoras e pelo uso de elementos visuais impactantes. Na proposta apresentada pela escola, o desfile será construído a partir de um “portal” simbólico, conectando o mundo real ao universo da fantasia.
A narrativa promete explorar os extremos das emoções e atitudes humanas, utilizando seres fascinantes como metáforas para refletir a própria sociedade. A ideia é que essas figuras funcionem como espelhos, capazes de provocar identificação e reflexão no público, ao mesmo tempo em que apontam caminhos de transformação.
Segundo a sinopse divulgada nas redes sociais, o enredo também carrega uma mensagem de esperança. A escola pretende destacar a capacidade humana de renascer e evoluir, reforçando valores como empatia, renovação e construção de um futuro mais harmonioso.
A proposta artística indica um desfile de forte apelo visual e emocional, alinhado ao estilo de Paulo Barros, que costuma mesclar tecnologia, teatralidade e conceitos abstratos na avenida. A expectativa é de que a Estrela do Terceiro Milênio apresente uma narrativa lúdica, sensível e imersiva.
Com o anúncio, a escola convoca sua comunidade e o público para embarcarem em uma jornada interior, marcada pela imaginação e pela busca por um mundo melhor, reforçando o convite: viver a magia do “incrível, fantástico e extraordinário” no Carnaval 2027.
A musa do carnaval Luana Bandeira se manifestou publicamente após a circulação de imagens captadas durante sua apresentação no último sábado, na comemoração dos 80 anos da Unidos de Vila Isabel. Durante o momento artístico, um vídeo registrou, por poucos segundos, um incidente de figurino, que passou a ser explorado de forma desrespeitosa nas redes sociais.
As imagens foram retiradas rapidamente pelo veículo que inicialmente publicou o conteúdo, que, ao identificar o ocorrido, agiu com responsabilidade e sensibilidade, respeitando o contexto artístico da apresentação e os valores do samba e do carnaval. No entanto, prints passaram a ser compartilhados em grupos e plataformas digitais com teor machista, pejorativo e invasivo, configurando uma violação grave de imagem e dignidade.
Em posicionamento firme, Luana repudiou a disseminação do material e destacou o impacto da situação, ampliando o debate sobre violência contra a mulher no ambiente digital: “O que estão fazendo com o vídeo da minha última apresentação de samba não é brincadeira, isso é crime. Hoje em dia, muitas mulheres sofrem violência e não sobrevivem para contar. A primeira coisa que você deve fazer ao se sentir violada, como eu estou me sentindo agora, é falar, denunciar, pedir ajuda. Eu e minha equipe estamos tomando as medidas cabíveis. O carnaval, o samba, não são vitrine de sexo, então respeitem a nossa cultura, respeitem o meu trabalho. O meu corpo não é conteúdo”, declarou.
A equipe da musa informa que já está adotando as medidas legais cabíveis diante da disseminação indevida das imagens, reforçando que a responsabilidade recai sobre quem compartilha e contribui para a propagação do conteúdo com o intuito de constranger e difamar.
O caso reacende um alerta sobre a exposição e a objetificação de corpos femininos, especialmente no contexto do carnaval, onde manifestações artísticas muitas vezes são distorcidas e desrespeitadas. A situação evidencia a urgência de responsabilização e de mudança de comportamento diante da violência digital, reafirmando que consentimento e respeito devem ser princípios inegociáveis, dentro e fora da avenida.
A Aprendizes do Salgueiro segue exaltando o legado de personalidades ilustres da escola-mãe. Em 2026, homenageou o intérprete Quinho, falecido em 2024. Para o próximo ano, a escola irá celebrar a trajetória do mestre-sala Sidclei Santos. Ele é o mestre-sala mais longevo na história do Salgueiro e vem garantindo 40 pontos para a escola com consistência há 10 anos. Em conversa com o CARNAVALESCO, o artista se emociona com a homenagem e a valorização de sua história na escola.
“Eu sou mestre-sala antigo, daquele mestre-sala de raiz que ama o carnaval, que ama a sua escola, que valoriza a sua escola, que luta pela sua bandeira. E é mais importante quando você é valorizado pela sua escola. E hoje foi uma prova maior de tudo: que ser representante do Salgueiro não é dinheiro, não é nada. É reconhecimento, valorização. Eu sou grato ao Salgueiro, sou grato à Mara, grato ao Aprendizes, grato ao presidente. Gratidão sempre”, compartilhou.
Sidclei começou a trajetória no carnaval em escola mirim e chegou ao Salgueiro aos 16 anos. Em 1994, estreou como segundo mestre-sala da agremiação. Em 1997, foi promovido a primeiro mestre-sala, função que exerceu até 1999. Sidclei também teve passagens pela São Clemente e Grande Rio, sempre marcadas pela excelência técnica, elegância e tradição características de seu bailado. Em 2011, retornou ao posto de primeiro mestre-sala do Salgueiro, onde segue fazendo história defendendo o pavilhão vermelho e branco e se tornou referência na dança de mestre-sala.
O mestre relembra o início no carnaval e sua trajetória como oriundo de escola mirim, reconhecendo a importância dessas instituições na formação de grandes sambistas e para a sua própria história.
“Falo com você com lágrimas nos olhos e emocionado de receber uma homenagem do Aprendizes do Salgueiro, de uma escola em que passaram grandes sambistas, que revelou grandes nomes, como Dudu Nobre, Lucinha Nobre, mestres Gustavo e Guilherme, Igor Sorriso. Eu não fui do Aprendizes, mas tive uma participação muito grande no Aprendizes, como jurado, escolhendo casais, participando nos anos 1990. E eu sou oriundo de escola de samba mirim. Na época em que comecei, era a Alegria da Passarela. E era um sonho muito distante chegar à Alegria da Passarela. Minha avó me trazia aqui para o samba do Salgueiro, e eu me tornei salgueirense”, disse.
A escolha da homenagem para o mestre, em plena atividade, reforça o papel da escola mirim na preservação e transmissão da cultura do carnaval para as próximas gerações, além da valorização de quem faz história na agremiação.
“Hoje eu fiz história no Salgueiro como enredo do Aprendizes. Além do legado que eu vou deixar como mestre-sala, eu vou deixar um legado para as crianças”, afirmou.
Os Gaviões da Fiel apresentaram na semana passada o enredo para o Carnaval 2027. Em um evento reservado à imprensa e a convidados, no Centro Cultural da Fábrica do Samba, a escola realizou uma gira de umbanda para revelar o tema “É noite de gira na casa de Ogum“. Trata-se de um tema que tem tudo a ver com a escola, pois, no sincretismo religioso, a entidade representa São Jorge, santo padroeiro da agremiação e do Corinthians, algo que está bem representado na logo do enredo. Com esse tema, a Fiel busca a tão sonhada quinta estrela, que não veio por pouco no último carnaval, quando a escola ficou com o vice-campeonato. O CARNAVALESCO esteve presente no lançamento do enredo e conversou com os carnavalescos Júlio Poloni e Rayner Pereira, que trabalham juntos pelo quarto ano consecutivo.
Rayner afirma que o enredo surgiu em 2025, mas a escola optou por desenvolver “Vozes Ancestrais para um novo amanhã”. De acordo com o profissional, o projeto agora está sendo executado na prática, com desenvolvimento de fantasias e alegorias. “A ideia já havia surgido no ano passado. Existia uma possibilidade entre o enredo de temática indígena apresentado e este. Foi possível amadurecer melhor a proposta, que concorria com outra levada à diretoria, mas acabou ganhando força neste ano. Sabe-se que o Gaviões está em um período eleitoral, então havia o desejo tanto de oferecer quanto de receber esse presente: trabalhar São Jorge e Ogum de uma forma diferente, com a identidade da escola. A partir disso, começaram as conversas e o desenvolvimento da ideia. Agora, o projeto está na fase prática, que é a mais divertida: ilustrar o que pode ser apresentado na avenida”, contou.
Seguindo a linha de raciocínio do parceiro, Júlio declarou que é emocionante apresentar uma gira de terreiro no Anhembi e demonstrou grande confiança no tema. “É emocionante. Cada insight, cada fantasia imaginada, cada detalhe das alegorias já provoca arrepio. É um processo que emociona desde o início. Sempre houve o desejo, como o Rayner mencionou, de abordar Ogum e São Jorge. Encontrar esse fio condutor na Umbanda e levá-lo para a avenida, transformando o sambódromo em um terreiro, conduzindo a gira e vivenciando o rito da casa de Ogum, que é o Gaviões, tem sido muito especial. Há uma grande confiança na força desse enredo e na apresentação que será levada ao Anhembi”, disse.
Separando o futebol e o carnaval (somente dentro do desfile)
Há dois carnavais, a entidade não cita o Corinthians em seu desfile, nem no samba nem na apresentação. De acordo com Júlio, essa tendência deve permanecer, embora exista uma ligação natural entre o clube e a agremiação. “Isso não faz parte do enredo; não será levado para a avenida, e não haverá referência direta ao Corinthians. No entanto, o Gaviões é o Corinthians. A casa de Ogum é o Corinthians. Portanto, não há necessidade de inserir essa relação de forma explícita em um enredo ou representação. Trata-se de uma ligação natural da comunidade, que não aparece como um capítulo específico, mas estará sempre presente nos componentes e na arquibancada”, explicou.
Alto investimento no carnaval
Sabe-se que os Gaviões da Fiel têm levado uma alta volumetria em seus carros alegóricos e fantasias. Questionado sobre o projeto, Rayner afirmou que a ideia da diretoria é investir ainda mais. “Acredita-se que não haverá recuo após o que foi apresentado. A intenção é sempre realizar algo maior, que cause impacto na avenida, na escola e no enredo. Portanto, não se deve esperar menos do que já foi visto, mas possivelmente algo ainda mais grandioso. Com o aval do presidente, o projeto ganha liberdade para sonhar e trabalhar em busca do melhor resultado. Os erros foram identificados, corrigidos e seguem em processo de aprimoramento. O trabalho já começou para apresentar, mais uma vez, o potencial da equipe”, afirmou.
Narrativa diferente
Explicando brevemente o enredo, Júlio comentou que ele será desenvolvido de forma atípica. A proposta é apresentar uma gira de terreiro, sem se prender a uma narrativa tradicional. “O formato será totalmente diferente. Não haverá uma narrativa tradicional, nem um conto ou relato de fatos. A proposta é vivenciar uma religiosidade na avenida. Mais do que um desfile, será uma gira, um rito. O desfile ganhará essa forma, permitindo não apenas apresentar, mas também experimentar aquilo que está sendo cantado. Esse formato distinto é o que mais chama a atenção e reforça a confiança na força da escolha”, concluiu.
A Cubango anunciou o retorno de uma das figuras mais icônicas e lembradas do carnaval: a presidente Patrícia Cunha, dona de um carisma marcante e de um poder de chefia indiscutível. Patrícia retorna ao comando da Verde e Branca de Niterói com o objetivo claro de levar a escola ao sonhado voo à Sapucaí, após quatro anos na Série Prata. Determinada, a presidente aposta em uma gestão aberta ao diálogo com a comunidade e com os segmentos, o que classifica como “a vontade do povo”:
“Nós temos que ouvir a nossa comunidade. Temos que apoiar a nossa comunidade. Eu retorno com o objetivo de fazer com que a voz da nossa comunidade, do Morro do Abacaxi, do Morro do Serrão, do Bumba, seja ouvida, porque são eles que fazem a escola. Eles são a escola. Nós retornaremos à Sapucaí com a força de todos e com o suor do meu trabalho”, reforçou.
Cria da Cubango desde os cinco anos de idade, Patrícia Cunha atuou em diversos segmentos da Mais Querida de Niterói, sendo a primeira porta-bandeira da agremiação nos anos de 2019 e 2020, e presidente em 2021, 2022 e 2023. O retorno à escola é o ponto de partida para o anúncio de um time repleto de profissionais competentes e qualificados para o carnaval de 2027.
Nesta quinta-feira, dia 2 de abril, às 20h, o novo carnavalesco da Milênio, Paulo Barros, e a diretoria da escola irão receber na Fábrica do Samba os compositores do para a explanação do enredo de 2027.
Após a apresentação do novo carnavalesco, o carioca Paulo Barros, e das renovações do elenco para 2027, chegou o momento muito especial do desenvolvimento do Carnaval: a convocação dos poetas e músicos que dará início ao concurso de samba-enredo.
Neste ano, a Milênio terá três etapas: eliminatória no CD, apresentação das obras na quadra e a grande final. O concurso será coordenado pelos diretores de carnaval Wilson “Japa” e Vinícius Freitas. “Dessa forma, o concurso terá menos fases, será mais rápido e diminuiremos os gastos das parcerias concorrentes. Além disso, ganharemos tempo para trabalhar com a comunidade”, diz o presidente Gilberto Rodrigues, o Giba. A obra vencedora receberá prêmio em dinheiro.
O carnavalesco Paulo Barros fará explanação do enredo durante a reunião presencial na Fábrica. “Gosto de deixar os compositores livres para trabalharem em suas propostas. Assim, as parcerias entregam a obra da forma que construíram durante o processo de criação. Se houver necessidade, realizaremos as alterações internamente”, explica Paulo.
Após a apresentação do nosso novo carnavalesco, o carioca Paulo Barros, e as renovações do elenco para 2027, chegou o momento muito especial do desenvolvimento do Carnaval que será receber os nossos poetas para dar início ao concurso de samba-enredo.
Para este ano, a Milênio fará em três etapas com eliminatória no CD, uma apresentação das obras na quadra e a grande final. O concurso será coordenado pelos diretores de carnaval Wilson “Japa” e Vinícius Freitas. “Dessa forma, o concurso terá menos etapas, será mais rápido e diminuiremos os gastos das parcerias concorrentes. Além disso, ganharemos tempo para trabalhar com a comunidade”, diz o presidente Gilberto Rodrigues, o Giba. A obra vencedora receberá prêmio em dinheiro.