Com muita honra apresentamos a história da dupla responsável pela bateria da escola de samba Vai – Vai. O primeiro é um dos grandes nomes do carnaval paulistano, Mestre Tadeu tem quase meio século como comandante da bateria, exatos 47 anos completados após o carnaval de 2019. Sua primeira agremiação foi a Lavapés, como ritmista ainda na década de 70, mas pouco tempo depois ingressou no Vai-Vai.
Roberto Lopes, conhecido como Mestre Beto, começou na Flor de Liz em 1986, passou pelo Unidos do Peruche em 1992 e, através do convite do próprio Tadeu, começou o seu vínculo com a agremiação do Bexiga. Realizando a função de mestre, Beto realiza o seu quinto desfile em 2019. Além de exercer a função dentro do carnaval, ele também trabalha como percussionista de samba e pagode.
É visível que a junção entre experiência e juventude vem gerando bons frutos. Indispensável falar da história do Tadeu pra alguém que se considera sambista, são exatos 47 anos como responsável pela bateria da maior campeã do carnaval de São Paulo, não importa onde esteja, Tadeu sempre será visto como inspiração para muitos ritmistas.
“A renovação de mestres é muito importante. Ninguém é eterno. O que está faltando são alguns mestres respeitarem os antigos. Nós sofremos no tempo da ditadura pra conseguir manter o samba. Para o mestre ficar tanto tempo numa bateria ele tem que ter responsabilidades em tudo”, finaliza mestre Tadeu.
A Bateria Pegada de Macaco tem todas as suas caixas tocadas embaixo, com rufada na batida. Os surdos de terceira são livres, porém seguem uma base definida. As marcações são afinadas no tom grave. O Beto é encarregado pela criação das bossas e desenhos da batucada. Um dos destaques é a ala de timbal, instrumento pouco usado em São Paulo, e recebe um grande destaque no Vai-Vai.
“A ala de timbal é dirigida pelo Wilson Fumaça, junto com Badé. Juntos damos as idéias, eles desenvolvem e vemos o que é melhor pro trabalho. Introduzimos o timbal em 2017,
no ano de mãe menininha, e mantemos pra esse carnaval. Apesar de todos os ritmistas da
ala serem músicos, eles ensaiam uma vez na semana. Teremos uma surpresa no desfile junto à nossa rainha Camila Silva”, promete mestre Beto.
Com o enredo: “Vai-Vai, O Quilombo do Futuro”, que exalta a luta e resistência do povo negro, a escola de samba Vai-Vai será a quarta agremiação a desfilar na noite de sábado, 02/03, às 01h45.
Marcos Rezende, talvez, poucas pessoas saberiam identificar quem é só pelo nome, mas com certeza ao revelar o apelido muitos sambistas reconhecem. Quando era pequeno, acompanhava seu tio pra todo canto, e, através disso surgiu o famoso apelido: “Sombra”. Naquela época ninguém poderia imaginar, mas hoje o mestre Sombra é uma das grandes personalidades do carnaval paulistano.
Antes de firmar sua história na Morada do Samba, Sombra também desfilou pela Tom Maior, Pérola Negra, Águia de Ouro e a tradicional escola de samba Camisa Verde Branco. Além de principal responsável pelo som da batucada, ele também assume o cargo de vice-presidente da agremiação, ao lado de sua esposa Solange Cruz, atual presidente. São 25 anos de envolvimento com a Mocidade Alegre. Mestre Sombra é respeitado por muitos sambistas consagrados, não estranhe quando ouvir: “Eu aprendi tudo com esse cara aqui”, essa é uma das frases mais repetidas quando citam o nome dele.
“É muito bom saber que o trabalho é reconhecido e que as informações que a gente passa estão sendo úteis, isso é gratificante. Acho que a nossa função de diretor de bateria é essa, passar informação, corrigir, cobrar e fazer as pessoas entenderem o trabalho proposto, e acho que temos que fazer valer o nome ‘escola de samba’. Sou um diretor com perfil disciplinador, sou rígido na cobrança de resultados, mas procuro momentos de descontração, porque eu sou chato no trabalho, entendo que o carnaval é sério, mas precisamos de um ambiente agradável para todos”, afirma Sombra.
A Bateria Ritmo Puro carrega características fortes, a começar pela formação de início do desfile, a primeira linha de naipes é formada só por cuícas, e logo atrás vem a famosa cozinha (Surdos, Repiques e Caixas). Os instrumentos leves, tamborim, chocalho e agogô, vem no final da formação. Após o recuo a proposta se inverte, fazendo com que os leves formem a frente da bateria. A batida de caixa da morada é igual desde a formação da escola, que segue as características do partido alto, acentuando no tempo. As terceiras seguem o desenho proposto seguindo a melodia do samba-enredo. Os tamborins da Ritmo Puro são uns dos destaques, qualidade nos desenhos e execução são notórios.
A expectativa sobre quem será o sucessor do cargo de mestre Sombra é um assunto de muita indecisão, sobre isso ele defende: “Não pensei nisso, por enquanto estamos caminhando. Acho que dá pra ir um pouco mais ainda, sucessores é o que não faltam, Graças a Deus. Vamos ver o que o Sombrinha vai amadurecer ainda”.
Atual vice-campeã do carnaval de São Paulo e detentora de 10 títulos do Grupo Especial, a escola de samba Mocidade Alegre será a terceira escola a desfilar na noite de sábado, 02/03, às 00h40, com o enredo indígena: “Ayakamaé – As Águas Sagradas do Sol e da Lua”.
Diante de um cenário onde escolas de samba comercializam enredos, a Águia de Ouro vem na contramão, aborda em seu desfile um tema que crítica as situações de abuso de poder e se posiciona sobre as corrupções presentes no Brasil. A agremiação conta com nomes influentes para o desenvolvimento do enredo: “Brasil, Eu Quero Falar de Você!”. São eles: Laíla, Fran Sérgio, Sérgio Caputto Gall e Beth Trindade. Dando sequência ao especial que visita os barracões das escolas do Grupo Especial de São Paulo, a reportagem do CARNAVALESCO conversou com o Fran Sérgio, que explicou detalhes sobre o carnaval de 2019.
“Quando eu e o Laíla viemos pra decidir o enredo, junto com o presidente Sidnei, a gente queria uma história atual que tocasse as pessoas, que trouxesse uma mensagem. Resolvemos falar da exploração do país desde o início, nós somos um povo explorado desde quando os portugueses chegaram aqui. Eles não descobriram, eles invadiram e começaram a explorar. Isso vem até hoje. Tem a exploração do negro, escravidão, você teve uma nobreza luxuosa e o povo sempre passando fome. Hoje você tem as mazelas políticas, o roubo, a Lava-Jato está ai pra provar isso. O povo passa fome, não tem educação, saúde, segurança e se rouba bilhões nesse país, está um caos. O Águia da um grito de basta, a gente pode mudar alguma coisa mudando nós mesmos, fazendo algo pelo próximo, votando certo e tendo fé. É um absurdo um país como esse ter gente que passa fome. O Águia quer que todos gritem e façam o país mudar”, defende.
O carnavalesco afirma que o enredo não tem uma crítica direcionada, ele se baseia em tocar o consciente do cidadão e, a partir disso, fazê-lo refletir sobre sua atitude.
“É uma crítica política não direcionada, é uma política no geral, até pra nós mesmos. A população vende o voto desde o voto do cabresto, isso é muito comum. É uma situação que o povo se acostumou com isso e tem que mudar. Então, se cada um fizer a sua parte a gente começa a mudar isso tudo. O Águia com alegria vai jogar essa mensagem de mudar, de ter consciência de mudar”.
Estreante na Águia de Ouro, Fran Sérgio revela que enredo surgiu com ideias em comum entre a direção da agremiação e destaca curiosidade durante elaboração da sinopse.
“O Sidnei já tinha essa ideia de fazer algo social, uma crítica e eu e o Laíla também queríamos uma mensagem que tocasse o coração de cada um. Com muita emoção e muita alegria, mas que a gente pare pra pensar um pouco e que consiga mudar um pouco. Se conseguirmos mudar 1% de cada já vira vários porcentos. Realmente, o que me chamou atenção é você constatar que o povo é explorado desde o início. O índio já estava aqui quando os portugueses chegaram, e ai eles foram mortos, tentaram catequizar, roubaram as terras, e até hoje é assim, te roubam, vendem o que é seu pra fora. É uma realidade triste mas que a gente tem a consciência disso”.
Sobre o cronograma do barracão ele demonstra segurança e garante um grande desfile.
“A gente tem muito detalhe pra fazer, mas a estrutura está pronta. O Águia está se preparando muito para esse carnaval. O presidente está fazendo tudo que ele pode, a comunidade está ensaiando muito e o samba é bom. Pode esperar uma Águia de Ouro bonita, mas valorizando o humano, fantasias leves, alegorias teatralizadas, mostrando a essência”.
Cauteloso sobre possíveis surpresas, Fran Sérgio brinca e diz que intuito é mostrar a verdadeira essência do assunto trabalhado.
“Não posso adiantar, surpresa é surpresa (risos). Mas cada ponto desses cinco setores vai chamar a atenção pelo teatro que a gente está fazendo. A realidade que se quer mostrar mesmo com alegria do carnaval, mas mostrando a essência do nosso carnaval”.
Conheça o desfile
1° SETOR
“A gente começa com uma grande revoada de águias de ouro, trazendo com seu voo a história que a escola está contando.
2° SETOR
“Começamos lá do inicio quando chegaram as caravelas da ganância, descobriram a nossa terra mas exploraram o índio, trocaram mercadorias com os índios, exploraram o pau-brasil, café, cana de açúcar, as pedras preciosas, enfim, até hoje”.
3° SETOR
“A gente fala da monarquia, da ostentação, o banquete para os poderosos e a população passando fome nas ruas”.
4° SETOR
“Falamos da escravidão, das senzalas, da vinda do negro pra cá, com muito sofrimento mas nunca perderam a fé. Os negros mostraram isso, eles passaram o que passaram e construíram o nosso Brasil”.
5° SETOR
“Falamos das mazelas políticas, o que está acontecendo, a lava-jato, a roubalheira, essa coisa de não se importar. A gente elege as pessoas e eles roubam bilhões e a população fica passando fome e o social, o povo na rua procurando comida, os necessitados. O Águia vem com esse final falando da necessidade e mostrando que a gente pode com fé ter realmente um mundo melhor”.
História do Fran Sérgio
“Eu sou nilopolitano, nasci e moro até hoje em Nilópolis e comecei desfilando na Beija-Flor aos sete, já são 40 anos na escola. Comecei como estagiário, fui crescendo e aprendendo com a escola, me tronei carnavalesco. Foram grandes carnavais, oito títulos. Em 2007 já achava que estava na hora alçar novos voos e aí vim pra São Paulo. Fiz Vila Maria e agora estou na Unidos da Tijuca no Rio de Janeiro e na Águia de Ouro em São Paulo, jornada dupla Rio e São Paulo”.
Com o carnaval praticamente pronto desde o fim do ano passado, Paulo Barros não perde aquela tensão tradicional às vésperas do desfile. De volta à Viradouro, o artista com mais conquistas nos últimos anos, recebeu a reportagem do CARNAVALESCO para a série ‘Entrevistão’. Firme convicto nas respostas, reconhece falhas nas últimas comissões de frente que criou, acha os enredos com cunho político e social oportunistas e declara que não pretende deixar a Viradouro.
Muita gente tem dito que a Viradouro não disputa o rebaixamento. Você credita isso à sua chegada?
“As pessoas já creditaram quem é que desce? Você estão estão carecas de saber que desfile se ganha ou se perde na hora. Não tem essa história. O carnaval é dito pelo que você apresenta na avenida. Fui parar em 9º lugar no ano passado. Alguém acreditava? Tem muita Zora Ionara solta por aí”.
Seu desfile de 2004 completa 15 anos. Você mudou o patamar estético da festa?
“Eu não considero que eu tenha mudado absolutamente nada. Tenho convicção de que eu adquiri novos ensinamentos, tendo conhecimento. A vida nos traz exatamente isso, ir agregando ano após ano, coisas que deram errado e você vai acertando. Traduzo minha trajetória como um eterno aprendizado. Infeliz daquele que acha que sabe tudo. O carnaval é um processo realizado por uma equipe, que é esmiuçado durante o ano e se concretiza ali no dia”.
A existência do ‘fio condutor’ nos seus enredos virou tendência. Como surgiu?
“Eu nem sabia que eu tinha implantado essa característica de fio condutor. Sempre enxerguei em desfiles que acompanhei, o chamado fio. Não é o diferencial, mas as pessoas começaram a agregar isso a mim, pois é sempre um personagem. Eu não vejo isso como uma criação minha. Embora tenha se tornado uma constante em meus trabalhos. É uma ferramenta usada para justificar e pontuar bem o enredo. Fazemos isso para dar referência à história que será contada”.
Você é o único carnavalesco com a sala no térreo do barracão. Algum motivo especial?
“Eu estou ficando velho. Tive a oportunidade de usar esse espaço, que é morto para construção de carro alegórico. Essa sala já existia e construir carros aqui ficaria inviável. Aproveitei pois isso facilita a solução. No terceiro andar é um sobe e desce o tempo todo. A coisa fica mais tranquila”.
Já parou para pensar que pode ser o primeiro carnavalesco campeão por uma agremiação oriunda do Acesso?
“Quem não gostaria de exercer um feito dessa magnitude? Querendo ou não isso entra no currículo. Quem não gostaria de ter tirado a Portela do jejum? Mas o feito é dividido entre todos. Eu não vou mentir, é muito possível a gente ser campeão. Estamos indo para a avenida com igualdade de condições. Essa possibilidade que se cria da escola que sobe, desce, é pela estrutura que é muito mais difícil. A gente precisou colocar todos os carros praticamente no zero. Isso é um custo grande. E a Viradouro hoje tem estrutura para partir para uma disputa. Eu posso garantir que estamos dentro”.
Enredos críticos e sociais viraram uma tendência no carnaval?
“Eu não considero uma tendência. Foi algo que deu certo ano passado. Algumas escolas estão decidindo enredos dentro de um mesmo conceito, mas cada um é dono de seu nariz. Chegamos à conclusão aqui na Viradouro que precisávamos de uma estratégia de enredo. Fizemos um estudo de possibilidades e a que mais se adequou foi a que escolhemos. Por conta da minha plástica, das características da bateria. O modismo de enredo crítico e social eu vejo como um oportunismo. O povo gosta da lamúria e do sensacionalismo. Cada um tem um direito de fazer a sua escolha. Escolhemos outro caminho”.
Você concorda que suas comissões de frente não repercutiram nos últimos anos?
“A minha linha de frente será a comissão de frente. Tenho uma dedicação enorme com esse segmento. Minhas últimas comissões não deram certo? Não estou aqui para concordar ou discordar. Cada um tem direito a emitir sua opinião. Tive problemas sérios de entrosamento com os coreógrafos nos meus dois últimos trabalhos. Precisei substituir há poucos dias do desfile e isso obviamente tem um impacto. No ano passado, por exemplo, na Vila Isabel eu tive um problema técnico, o equipamento que fomos buscar não funcionou, no que diz respeito ao que ele deveria fazer e não fez. Precisei fazer adaptações e isso impactou o resultado final. Tive a felicidade de contar com o Alex Neoral, ele foi bastante guerreiro. Esse ano pela primeira vez eu tive praticamente um ano de trabalho. A comissão tem um trabalho totalmente seguro. Se ela vai surpreender é outra coisa. Essas coisas acontecem na hora. Minha ideia e meu olhar é de que promete grandes momentos em nosso desfile”.
Qual desfile derrotado você mais lamenta?
“Não me sinto derrotado em momento algum. Tenho boas lembranças de todos. O julgamento me amadureceu. Ele vai te colocar no lugar que ele quiser. Se eu tivesse que escolher o meu desfile preferido talvez fosse preciso arrancar algo de cada um e criar um super desfile”.
O Paulo Barros vai ficar na Viradouro pós desfile de 2019?
“Estou querendo ficar quieto em um lugar. Para você fazer um trabalho sólido você necessita no mínimo de três anos. Isso de ficar trocando de escola não é bom. Se eu pudesse ficaria um tempo maior nas agremiações. Quantos frutos a minha permanência na Unidos da Tijuca me trouxeram? Quando há a troca você tem que começar do zero e é muito ruim. Se eu pudesse escolher, escolheria ficar aqui. Minha última lembrança aqui não foi boa. Mas eu tenho inteligência suficiente para entender que o momento da escola é outro. A essência da Viradouro é que não mudou”.
A Liesa coloca à venda, nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, a R$ 10 (meia entrada a R$ 5), os ingressos das arquibancadas populares dos setores 12 e 13 para os desfiles do Grupo Especial de 2019, domingo (3 de março) e segunda-feira (4 de março).
As reservas serão feitas das 9h às 12h ou até se esgotarem os ingressos.
Na ligação, o comprador deverá informar o número do CPF, o dia do desfile que deseja adquirir e a quantidade de ingressos, limitada em quatro para cada apresentação. Serão disponibilizados 14 mil ingressos para domingo e 14 mil ingressos para segunda-feira.
Se desejar ingresso de meia-entrada, o comprador deverá informar esse desejo em ligação única, com esta finalidade, lembrando que terá direito a adquirir apenas 1 (hum) ingresso, pessoal e intransferível.
Atenção – O pagamento será dia 23 de fevereiro, sábado, das 9h às 15h, no estande Bradesco/Liesa montado atrás do setor 11 do Sambódromo, com acesso pela Rua Salvador de Sá. O pagamento será em dinheiro e a retirada dos ingressos no ato.
Outras informações:
Central Liesa de Atendimento e Vendas
Rua da Alfândega, 25 – lojas B e C – Centro/RJ
e-mail: [email protected]
tel. (21) 2233-8151
Boa notícia para quem acompanha de perto os desfiles da Intendente Magalhães. A Liesb (Liga das Escolas de Samba do Brasil) fechou acordo com a emissora MAX TV RIO, que vai transmitir os desfiles da escolas de samba do Grupo B este ano.
O contrato foi assinado pelo presidente da Liesb, Gustavo Barros, e o Jorge Dubonet, diretor comercial da MAX TV RIO, que contará com uma estrutura, já batizada como Botequim da Intendente, de onde vão gerar as imagens dos desfiles, bem como entrevistas os protagonistas da festa.
“Será um marco no carnaval do Rio de Janeiro, pois nunca na história da Intendente se fez uma transmissão ao vivo para televisão, muito menos com um estúdio próprio para que se possa dar uma visibilidade maior para os personagens que fazem nosso espetáculo acontecer”, destacou Gustavo Barros.
Durante os desfiles do Grupo B, além do Botequim da Intendente, a MAX TV RIO vai utilizar 20 câmeras e cerca de 60 profissionais para proporcionarem uma grande transmissão que vai começar às 20h, permanecendo no ar até o final das apresentações de todas as agremiações. Outra novidade é que vinhetas das escolas serão exibidas no canal e a equipe de transmissão será apresentada até o final da semana.
Os desfiles das escolas de samba do Grupo B, a elite do Carnaval da Intendente Magalhães, acontecem na terça-feira de carnaval, com as escolas Unidos de Lucas, Siri de Ramos, Lins Imperial, Tradição, União do Parque Curicica, Arame de Ricardo, Vizinha Faladeira, Engenho da Rainha, Em Cima da Hora, União de Maricá e Vigário Geral.
A Liesa coloca à venda, nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, a R$ 10 (meia entrada a R$ 5), os ingressos das arquibancadas populares dos setores 12 e 13 para os desfiles do Grupo Especial de 2019, domingo (3 de março) e segunda-feira (4 de março).
As reservas serão feitas das 9h às 12h ou até se esgotarem os ingressos. Os interessados deverão ligar para:
Setor 12 – 3032-0012
Setor 13 – 3032-0013
Na ligação, o comprador deverá informar o número do CPF, o dia do desfile que deseja adquirir e a quantidade de ingressos, limitada em quatro para cada apresentação. Serão disponibilizados 14 mil ingressos para domingo e 14 mil ingressos para segunda-feira.
Se desejar ingresso de meia-entrada, o comprador deverá informar esse desejo em ligação única, com esta finalidade, lembrando que terá direito a adquirir apenas 1 (hum) ingresso, pessoal e intransferível.
O pagamento será dia 23 de fevereiro, sábado, das 9h às 15h, no estande Bradesco/Liesa montado atrás do setor 11 do Sambódromo, com acesso pela Rua Salvador de Sá. O pagamento será em dinheiro e a retirada dos ingressos no ato.
Outras informações:
Central Liesa de Atendimento e Vendas
Rua da Alfândega, 25 – lojas B e C – Centro/RJ
e-mail: centraldeatendimento@liesa.com.br
tel. (21) 2233-8151
A Liesa realizou, na noite desta segunda-feira, o segundo curso de julgadores para os desfiles do Grupo Especial do Carnaval 2019. A relação sofreu uma alteração em relação ao que foi divulgado há uma semana: por razões particulares, a julgadora FABIANA SOBRAL solicitou dispensa no quesito EVOLUÇÃO, sendo substituída por LUCILA BEAUREPAIRE.
Agora, todos os julgadores irão encontrar-se no dia 3 de março, domingo de carnaval, no Centro de Convenções SulAmérica, quando serão sorteados os módulos de julgamento.
Na Quarta-Feira de Cinzas, dia 6 de março, na sede da Liesa, será realizado o sorteio que definirá quais serão os quatro titulares e os dois reservas.