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Beija-Flor assumiu parte de dívida da Mocidade com Louzada, revela carnavalesco

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    jorge joao louzada

    O carnavalesco Alexandre Louzada, hoje na Beija-Flor, revelou em uma mesa de debates promovida pelo Observatório de Carnaval da UFRJ (OBCAR), que a azul e branca nilopolitana assumiu um terço da dívida que a Mocidade tem com ele depois de sua última passagem na agremiação. Em um depoimento duro e sincero, Louzada falou que a maioria das escolas são mal geridas e elogiou sua atual escola nesse aspecto. (Fotos de Amanda Alves)

    “As escolas passaram a existir como empresas. E tem aquelas que são bem ou mal administradas. O Carnaval não está em crise por responsabilidade dos artistas. O projeto administrativo que deu errado. Hoje estou em uma escola que prima pela organização administrativa. Uma agremiação que honra R$ 4 milhões de folha de pagamento independente de patrocínio, subvenção. Quando acertei com a Beija-Flor, Anísio se comprometeu com um terço da dívida que eles têm comigo. A parte do combinado era essa. A torcida da Mocidade é exigente, reclama muito, mas muita gente não sabe o que se passa ali dentro. Eu jamais desisti, pois eu tenho um nome no carnaval”, criticou.

    O ciclo de debates promovido pelo OBCAR recebeu outros carnavalescos que falaram sobre o empreendedorismo na festa mais popular do planeta. João Vítor Araújo, atualmente no Paraíso do Tuiuti, relembrou seus tempos de Rocinha e também deu um forte relato sobre a gestão da escola.

    jorge joao

    “Quando fechei com a Rocinha em 2017, muitas pessoas me falavam que eu não conseguiria, não por mim mas pela situação da escola. Fazer aquele carnaval foi a minha reinvenção, minha transformação. Era um recomeço, recebi pouco. Tinha acabado de fazer a Portela com o Paulo Barros. Tínhamos R$ 1,4 milhão para fazer o carnaval. Eu mesmo tracei um orçamento com a metade desse valor. Isso fez com que eu conseguisse. Na reta final do desfile eu estava sem receber. Terminou o carnaval eu recusei a renovação mesmo com a promessa de pagamento. Eu não sou sozinho, existe uma equipe”, disse.

    trio obcar

    Também convidado a participar do debate, Jorge Silveira da São Clemente usou a sua fala para fazer críticas à Liesa. Na opinião de Jorge, a entidade máxima do carnaval ignora os carnavalescos e os artistas que fazem a festa ficam distantes do poder de decisão.

    “Os carnavalescos têm uma relação muito distanciada das decisões do carnaval. A gente não tem oportunidade de ir na Liesa debater os desfiles. As cabeças que criam o carnaval precisam conversar com aquelas que decidem. E só fomos chamados para debater iluminação. Uma falsa democracia. Fomos apenas comunicados de uma possibilidade. De concreto nada aconteceu”, reclama.

    ‘Eu devo muito a Acadêmicos do Tatuapé’, diz Leci Brandão

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    tatuape gravacao samba2020 1

    Conceituada e exemplo de sambista, Leci Brandão não esconde carinho especial com a Acadêmicos do Tatuapé. Durante a gravação do Clipe para o carnaval de 2020, ela fez questão de comparecer e cantou o samba-enredo ao lado do intérprete oficial, Celsinho Mody.

    Momentos antes da gravação, Leci comentou que não teve tempo para decorar o samba todo pelos problemas pessoais que passou recentemente, mas garantiu esforço máximo. Durante o breve discurso da cantora, componentes se emocionaram, revelando a importância e respeito com a cantora.

    Ao site CARNAVALESCO, Leci Brandão comentou sobre a forte ligação com a escola e recordou a época no grupo de acesso.

    “A Tatuapé foi a primeira escola do Brasil a fazer uma homenagem pra mim, minha família desfilou, a Tatuapé na época ainda estava no acesso, e isso foi em 2012. Ela ficou em segundo lugar, trouxemos a escola pro especial e a partir daí foi só alegria”.

    Tatuapé Desfile2019 20

    A artista também revela o carinho que tem com a comunidade.

    “Eu devo muito a Acadêmicos do Tatuapé, desde o presidente até os componentes que me pedem bênção. Sempre digo pra Deus abençoar o Mestre Higor e à toda comunidade, peço benção as baianas e velha-guarda. Eu devo muito a essa gente toda”.

    No dia 26 de julho, a mãe da cantora Leci Brandão faleceu aos 96 anos, vítima de problemas cardiorrespiratórios. A cantora não esconde a dor, em toda trajetória dentro da música sempre destacou sentimento, inclusive em forma de canção, como; “Eu sou a filha da Dona Lecy” e “As coisas que mamãe me ensinou”. Leci demonstra força ao comentar e assegura que mãe continua protegendo.

    “A gente sabe que não é fácil, pouco a pouco nós vamos melhorando, mas a Dona Lecy está lá de cima olhando por nós”.

    A Acadêmicos do Tatuapé traz pra avenida o enredo: “”O ponteio da viola encanta… Sou fruto da terra, raiz desse chão… Canto Atibaia do meu coração”, sobre a cidade de Atibaia”, desenvolvido pelo carnavalesco Wagner Santos. A escola será a quinta a desfilar no Sambódromo do Anhembi na sexta-feira.

    Estudo do enredo: Unidos da Tijuca 2020

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    Tijuca Enredo

    Tijuca, unida pelo sonho de um Rio de sonhos

    Nome do enredo: “Onde moram os sonhos”
    Carnavalescos: Paulo Barros, Helcio Paim e Marcus Paulo

    Para o carnaval de 2020, a Unidos da Tijuca levará para avenida o enredo “Onde moram os sonhos” desenvolvido pela comissão de carnaval composta por Hélcio Paim, Marcus Paulo e Paulo Barros. O desfile marcará o retorno a escola do já consagrado carnavalesco Paulo Barros, após cinco anos longe da agremiação. Tendo como pano de fundo eventos importantes da área de arquitetura e urbanismo e que terá o Rio de Janeiro como sede no ano que vem, como por exemplo o 27° Congresso Mundial de Arquitetura e o Fórum Mundial de Cidades, a escola do morro do Borel terá a missão de representar na avenida uma das mais antigas profissões: o arquiteto.

    A sinopse é assinada pelo próprio Paulo Barros e mais três pesquisadoras da Casa da Ciência da UFRJ, Isabel Azevedo, Ana Paula Trindade e Simone Martins. O texto é muito claro e mostra uma história linear que vem desde as grandiosas construções egípcias, passando pelas cidades e castelos da era feudal, até chegarem aos dias atuais com os prédios inteligentes erguidos no meio do deserto.

    Paulo Barros para 2020 é o grande arquiteto dos sonhos na Marquês. Barros traduz na
    narrativa elementos líricos que emocionam pela simplicidade, apesar da grandiosidade
    do tema. Sonho, aliás, que percorre toda a mística do texto. O sonho da moradia, o
    sonho da paz nas comunidades, o sonho de um lugar mais sustentável para se viver, o
    sonho do ordenamento social.

    Além dos sonhos, a sinopse apresenta também um grande teor crítico. Questões como
    desmatamento, poluição dos rios e mares, enchentes, descarte irregular do lixo, falta de
    planejamento urbano, entre outras questões, estarão presente no desfile de 2020 na
    Tijuca.

    Grosso modo, a construção dessa sinopse está toda embasada na relação do homem com
    o espaço/natureza, ou seja, na necessidade do homem em buscar abrigo para realizar suas atividades e proteção das condições adversas, seja construindo grandes sarcófagos
    para abrigarem os corpos dos faraós, vistos como divindades pelos seus súditos ou
    erguendo muralhas e castelos para proteger-se dos invasores, ou levantando templos e
    igrejas monumentais para cultuarem os seus deuses. Tudo isso compõe o primeiro de
    três pilares que sustentarão o desfile: o passado. Nele podemos enxergar um grandioso
    legado arquitetônico deixado pelas antigas civilizações e que servirão de base para as
    atuais construções.

    O segundo pilar trata do presente. Aqui chegamos nos dias atuais onde crescimento
    desordenado das cidades atrelado a falta de planejamento urbano desemboca num
    grande cenário caótico e com danos talvez irreversíveis para natureza: desmatamento,
    enchentes, falta de saneamento básico, poluição do ar, da terra, das águas. Neste setor,
    os carnavalescos trabalharão o lado crítico do desfile, batendo em teclas atuais e que
    podem gerar boas discussões e reflexões.

    Finalizando o desfile, o terceiro pilar fica por conta do futuro. Intitulado na sinopse
    como “a cidade que pode ser maravilhosa”, nos traz a ideia de uma cidade planejada e
    totalmente sustentável, um contraponto a todo esse caos em que vivemos no presente.
    Nessa cidade, há muito verde, não há trânsitos, nem poluições ou violência, todos têm
    acesso a moradias dignas e confortáveis, sem risco de desabamento e serviços públicos
    de qualidade, ou seja, uma cidade totalmente planejada e arquitetada em comunhão com
    a natureza. Entretanto, para se chegar a esse status é necessário que o homem repense
    suas atitudes e se torne um alicerce fundamental para construir um novo amanhã.

    No que se refere a parte plástica do desfile, penso que é quase um consenso não esperar
    menos que algo grandioso, tendo como referência os grandes desfiles que o
    carnavalesco fez na Unidos da Tijuca nos anos anteriores. Um enredo leve e de fácil
    compreensão pode fazer o sonho da Tijuca acontecer novamente. Tentando dar vida a
    um possível desfecho de desfile, imagino que essa cidade que pode ser maravilhosa e
    sustentável, livre de todas as tensões do presente seja a representação do próprio Morro
    do Borel.

    Paulo Barros e a Tijuca arquitetam um grande sonho carnavalesco. Prestam homenagem
    aos criadores no ramo da construção civil, lamentam a intervenção humana no meio
    ambiente e consagram o Rio como o melhor lugar arquitetado pelas mãos do criador
    maior.

    Por fim, é notável que o sonho da tijuca mora na vontade de ser campeã e que o título
    virá como um novo sol que iluminará todo morro do Borel. Sendo assim, desejo que a
    Unidos da Tijuca “desfile seu canto de amor e luta” e provoque em nós, foliões, um
    movimento de renovação dos sonhos e também um processo que nos conecte ao
    passado de legados arquitetônicos, nos faça analisar o presente a partir dos alertas da
    ação do homem que degrada o meio ambiente e que nos leve a um futuro de
    desenvolvimento sustentável e de igualdade social entre os povos.

    Feliz Sonho, Tijuca!

    Autor: Yuri Alves – E-mail: [email protected]
    Ciências Sociais/UFRJ
    Membro Efetivo/OBCAR/UFRJ
    Leitor orientador: Mauro Cordeiro
    Doutorando em Antropologia e Sociologia/UFRJ e
    Tiago Freitas
    Doutorando em Linguística/UFRJ
    Doutorando em História da Arte/UERJ
    @observatoriodecarnaval_ufrj

    Cante com a Mocidade: samba-enredo para o Carnaval 2020

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    O site CARNAVALESCO segue a série de vídeos ‘Cante com a escola’. A 11ª escola é a Mocidade. A escola apresentará em 2020 o enredo “Elza deusa Soares”.

    Ouça aqui o samba-enredo da Mocidade para 2020

    LEIA MAIS

    Respeitando qualidade da obra, Mocidade grava samba com identidade de sua bateria

    Fotos das fantasias das alas comerciais da Mocidade

    A proposta dessa nova série do site é trazer o samba-enredo com os componentes cantando, sem percussão e cordas, apenas no gogó e palma da mão. É a hora de conhecer a obra da Mocidade (compositores: Sandra de Sá, Igor Vianna, Dr. Márcio, Solano Santos, Renan Diniz, Jefferson Oliveira, Professor Laranjo e Telmo Augusto). Veja no vídeo abaixo.

    Coroada por Babi, nova rainha de bateria da Mocidade enaltece comunidade de Padre Miguel

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    A Mocidade Independente de Padre Miguel festejou na noite deste sábado os seus 64 anos de fundação, completados neste domingo. Para celebrar mais uma primavera a verde e branca, seis vezes campeã do carnaval carioca, promoveu a coroação de Giovana Angélica como nova rainha da bateria Não Existe Mais Quente. A turismóloga, musa da escola até o desfile deste ano, assumiu um dos postos mais cobiçados da folia, substituindo Camila Silva, que reinou à frente dos comandados de mestre Dudu entre 2017 e 2019.

    Giovana foi coroada por Babi Cruz, ex-porta-bandeira da Mocidade e esposa de Arlindo Cruz. A nova rainha estava bastante e emocionada. Ao ser chamada, ela cruzou toda a quadra e passou no meio da bateria, acenando para a comunidade. A rainha falou ao sobre a emoção da coroação.

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    “Ser rainha de bateria da Mocidade é uma honra que poucas mulheres tiveram. A escola que inventou este posto, e tem uma bateria sagrada. Sempre fui Mocidade. Fui criada aqui na região, participei da escola. Estou muito focada em fazer um grande desfile com a minha escola. Quero esse campeonato”, disse.

    Mestre Dudu falou ao site CARNAVALESCO sobre a nova rainha. Comemorando aniversário junto com sua escola de coração, ele celebrou a chegada da musa ao posto máximo à frente da bateria da Mocidade e revelou que estão ensaiando uma surpresa entre ela e a bateria para o desfile.

    “A Giovana é uma querida amiga e merece tudo que está vivendo. Eu conversei com ela hoje mais cedo e falamos sobre a emoção que ele iria sentir. Ela já é da casa e todos os ritmistas gostam muito dela. Nossa bateria tem por DNA essa coisa da inovação. Estamos ensaiando uma surpresa junto com ela, mas estamos guardando esse segredo por enquanto”, desconversou Dudu.

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    Além da coroação da rainha, a Mocidade não deixou a data de seu aniversário passar em branco. No início dos festejos um padre fez a benção da quadra e dos pavilhões da escola. O torcedor independente, Luiz Roberto Velho, que morreu neste sábado foi homenageado com um minuto de silêncio. Um grande bolo foi colocado na quadra e se tornou um ponto de muitas fotos do público. A noitada de samba teve show de abertura do cantor Alex Ribeiro, filho do inesquecível Roberto Ribeiro.

    Galeria de fotos: coroação da rainha de bateria da Mocidade para o Carnaval 2020

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    Grande Rio grava samba com pegada afro e promessa de momento para o candomblé

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    Com um enredo bastante elogiado e depois a safra de sambas e o próprio samba escolhido enaltecidos no mundo do samba, a Grande Rio valorizou seu produto trazendo instrumentos adicionais como a conga e a tumba, além de batidas afros para a gravação da faixa da escola para o CD do Carnaval 2020.

    O diretor de carnaval Thiago Monteiro ressaltou que a intenção do trabalho da escola para o álbum é valorizar o samba-enredo.

    “Nós fizemos uma gravação particular da escola neste mesmo estúdio que serviu de base para essa aqui. Ali foi uma tentativa melhor de enquadrar o samba. A estrela dessa gravação é o nosso samba. A gente aposta muito nele. A gente aposta muito na escolha que a gente fez. E eu, o mestre Fafá e o Evandro concordamos muito nisso, que quem deve sobressair é o nosso samba. O nosso objetivo é divulgar o nosso samba. A gente é meio avesso a firulas excessivas. Estamos em um momento de divulgar o nosso samba. Este CD também é um instrumento de trabalho para as nossas escolas onde a gente divulga para a nossa comunidade, ensaia segmento, então a gente precisa ter muito cuidado com isso e não enfeitar demais o pavão que não precisa ser enfeitado”.

    Mestre Fafá contou o que a “Invocada” está preparando para o Carnaval 2020.

    “O samba ele fala por si próprio, um samba afro, sobre um cara que é do candomblé, o Joãozinho da Gomeia. Estamos trabalhando em cima da melodia do samba, a gente vai para a Avenida com três paradinhas, uma na cabeça do samba, uma no meio e outra mais no final. E vamos ter esse momento do candomblé. Depois de estudar muito a gente resolveu deixar um pedaço para o candomblé e a gente deve vir com uns 15 ou 20 atabaques para deixar a Sapucaí guiar a Grande Rio neste toque”.

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    O músico Alceu Maia, responsável pelos arranjos da faixa da Grande Rio, falou da relação de trabalho com estrelas da nova geração do carnaval do Rio como Evandro Mallandro e Fafá.

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    “A relação de respeito com jovens e os mais velhos é a mesma. É claro que os mais velhos a gente já tem um entrosamento, mas a gente senta, conversa e conhece para que possa fazer o melhor trabalho. Vamos trocando ideias. Ao samba da Grande Rio demos uma pegada mais afro, até pelo enredo, nem sempre esse tipo de enredo é obrigado a pegada de tumba, conga e etc, mas acho que nesse samba da Grande Rio tudo casou muito bem”.

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    Evandro Mallandro revelou sua admiração pelo samba e contou o trabalho que foi feito após a escolha da obra.

    “Eu fiquei apaixonado no samba. Depois do resultado eu fiquei apaixonado por cada pedacinho desse samba. Eu gostei muito da linha melódica desse samba, não é corriqueiro com todo respeito a todo mundo. Ele tem umas coisas muito novas. Houve até um debate sobre isso e os compositores estão de parabéns pela ousadia. Tudo como é novo gera algum incômodo de uma forma ou outra mas graças a Deus isso já foi sábado. E eu mexi em algumas coisas de melodia não para o Evandro Malandro mas para que a coisa fique mais certa e mais direita para que a comunidade possa cantar”.

    Em 2020, a Grande Rio vai ser a quinta escola a desfilar no domingo de carnaval.

    Imperatriz: conheça o samba-enredo para o Carnaval 2020

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    Compositores: Gibi, Serjão e Zé Katimba
    Intérprete: Arthur Franco

    Neste palco iluminado
    Só dá lalá (bis)
    És presente imortal
    Só dá lalá
    Nossa escola se encanta
    O povão se agiganta
    É dono do carnaval

    Lá lá lalá Lamartine
    Lá lá lalá Lamartine
    Em teu cabelo não nega
    Um grande amor se apega
    Musa divinal

    Eu vou embora
    Vou no trem da alegria (bis)
    Ser feliz um dia
    Todo dia é dia

    Linda morena
    Com serpentinas enrolando foliões
    Dominós e colombinas
    Envolvendo corações
    Quem dera
    Que a vida fosse assim
    Sonhar, sorrir
    Cantar, sambar
    E nunca mais ter fim

    Projeto Samba-Enredo Social Club recebe Emerson Dias e Daniel Collete em São Paulo

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    O projeto Samba-Enredo Social Club reúne grandes intérpretes do carnaval nacional, que cantam sambas históricos e que fizeram parte da história do cantor em questão. Além dos convidados, Emerson Dias e Daniel Collete, a roda de samba conta com os músicos Alex Leme, conhecido como Pé de Pano, Kauê Rodrigues, Jady Silva, Emerson Henrique, Jayson Ferro, Igor Henrique e o percussionista, Vitor Silva.

    Darlan Alves, um dos idealizadores do projeto, revela clima especial ao sambista

    “Cada edição tem sido especial com encontros inéditos e com a presença dos sambistas questão curtindo uma nova proposta de ouvir samba-enredo no formato de roda de samba em um clima entre amigos”.

    O bar Oh Freguês, que recebe o evento, fica localizado na praça da Matriz, 145 – Freguesia do Ó. As entradas serão comercializadas por R$ 20,00. Os interessados podem reservar as através do link: https://www.facebook.com/events/408561393364112/

    Witzel aguarda definição de Crivella para assumir Sambódromo e apoiar escolas de samba

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      witzel crivella

      A Prefeitura do Rio suspendeu a transmissão de posse do Sambódromo da Marquês de Sapucaí para o Estado, que aconteceria nesta sexta-feira, por recomendação do TCM (Tribunal de Contas do Município) e de alguns vereadores. A informação é que a administração da folia é de responsabilidade do prefeito e para que aconteça a mudança é necessário alterar a lei na Câmara.

      O governador afirmou nesta sexta-feira que na sua visão não existe previsão legal para que tenha uma lei que autorize a cessão do espaço para o estado. Wilson Witzel mostrou preocupação com o início das obras no Sambódromo. Além disso, as escolas de samba aguarda o apoio estadual para a obtenção de recursos e a realização os ensaios técnicos.

      “Vamos conversar com os vereadores e tentar resolver o impasse o mais rapidamente possível. Estamos muito preocupados com as obras a serem realizadas e com o tempo. O prefeito me pediu mais 15 dias”, disse o governador do Rio.