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Carnavalescos vão poder participar do curso dos julgadores na Liesa

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    sambodromo

    Por Gabriella Souza

    O presidente da Liesa revelou que os cursos dos julgadores do Grupo Especial para o Carnaval 2020 acontecerá nos dias 27 de janeiro e 3 de fevereiro. A previsão é que a Liga divulgue a relação dos nomes no dia 22 de janeiro.

    “Já fiz o estudo preliminar e o contato com os julgadores. Coloquei os nomes para escolas. Estamos reduzindo o corpo de julgadores de 54 para 45. Esse ano os carnavalescos vão poder vir nos seus quesitos relacionados, como Enredo, Alegorias, Fantasias, Comissão de Frente e Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira. Será no primeiro dia com os cinco quesitos”.

    Por falta de recursos e tempo, Liesa já trabalha com a ideia apenas do teste de som e luz do Sambódromo

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      Por Gabriella Souza

      Em reunião plenária na noite desta quarta-feira, na sede da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), os presidentes das 13 escolas de samba do Grupo Especial debateram questões referentes aos preparativos para os desfiles de 2020. O presidente Jorge Castanheira explicou que a possibilidade dos ensaios técnicos serem realizados no Sambódromo é remota, devido a falta de liberação de recursos financeiros, as obras na Avenida e o tempo curto para o calendário.

      “Não ter ensaio técnico é muito ruim. É importante para as escolas e como divulgação. Porém, a gente tem que entender que não temos recursos e o Sambódromo passa por obras. Pelo que está se desenhando vai ser muito difícil a gente conseguir viabilizar os ensaios. Podemos captar perto de 3,5 milhões para os ensaios técnicos, mas se captarmos e não fizermos será um prejuízo muito grande para empresas. A Riotur está prevendo liberar o Sambódromo para os ensaios no dia 10 de fevereiro e não daria tempo para viabilizar os ensaios técnicos. Estamos avaliando se será possível ou não fazer o teste de som e luz do Sambódromo, além da lavagem da Avenida, no dia 16 de fevereiro com a Mangueira, que ganhou o título em 2019. Não estamos descartando os ensaios, estamos aguardando o governador voltar de férias para ver se conseguiremos os recursos para escolas, através das empresas por meio da Lei do ICMS, e, se teremos também recursos para os ensaios técnicos, através da Lei Rouanet. Está tudo muito em cima da hora”, afirmou o presidente da Liga.

      Carnavalescos vão poder participar do curso de jurados na Liga

      Jorge Castanheira citou que a ausência de apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro afetou o cronograma das escolas de samba e impactará em dívidas para os próximos anos.

      “O momento é muito delicado para as escolas de samba no recurso financeiro. A falta dos R$ 500 mil para cada escola que vinha da Prefeitura do Rio e a indefinição do apoio por parte do Estado está deixando todos com nervos à flor da pele”.

      O presidente da Liesa revelou que os cursos dos julgadores acontecerá nos dias 27 de janeiro e 3 de fevereiro. “Esse ano os carnavalescos vão poder vir nos seus quesitos relacionados, como Enredo, Alegorias, Fantasias, Comissão de Frente e Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira”.

      Realizada, Lexa vibra com chegada ao Especial como rainha de bateria da Unidos da Tijuca

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      A cantora Lexa vai estar a frente da Pura Cadência, da Unidos da Tijuca, no Carnaval 2020. Com o nome em bastante destaque no momento, principalmente, na música carioca com sucessos como “sapequinha”, “Posso ser” e “Para de marra”, engana-se quem pensa que o mundo do samba é uma novidade para a artista. Lexa foi rainha da Unidos de Bangu em 2018 e 2019. A cantora falou à reportagem do CARNAVALESCO sobre o sentimento da estreia na escola do Borel.

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      “Realização, acho que a palavra é realização, uma grande alegria. Eu fui rainha do Grupo de Acesso por dois anos e agora estou no Especial”, disse Lexa.

      Nos ensaios de quadra, a cantora chega a cantar o samba exaltação da Tijuca e tocar tamborim por alguns minutos, lembrando como gosta de fazer uma outra rainha, Viviane Araújo. Porém, ao ser perguntada sobre a inspiração para o cargo, Lexa citou o nome de outro ícone do carnaval carioca.

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      “Eu com certeza me inspiro na Luma de Oliveira. Porque ela pra mim é a rainha das rainhas. Ela é simplesmente maravilhosa”.

      Simpática, a cantora sorri para todo mundo e interage com os segmentos da agremiação.

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      “Ja conversei com as passistas ali na Camorim, pedi licença a elas para entrar nessa comunidade tão forte, aguerrida que é a Unidos da Tijuca. Aprendi a tocar tamborim em escolas do Grupo de Acesso B quando era mais jovem. A essa Unidos da Tijuca, eu peço licença à velha guarda, licença às baianas”.

      Por fim, Lexa também revelou que já está em sintonia com mestre Casão e com a “Pura Cadência”.

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      “Já estou ‘pegando a manha’. O mestre Casagrande é sensacional e a bateria é maravilhosa de um forma única. E eu já estou aprendendo todas as paradinhas agora”.

      Bastidores do desfile com Cristo negro da Estácio de Sá viram documentário

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      O desfile campeão da Estácio de Sá no Carnaval 2019 que deu o título para escola virou documentário. A obra é dividida em dez partes nomeadas de forma ora afetiva ora informativa para refletir fases e circunstâncias relacionadas à composição do desfile – da escolha do tema a detalhes da pesquisa, da criação das coreografias à definição do enredo (A fé que emerge das águas) e ao significado do carnaval para os integrantes e a comunidade. O lançamento será no dia 24 de janeiro, às 20h, na quadra da escola.

      O documentário

      As entrevistas com presidente, coreógrafo, comissão de frente e outros participantes são intercaladas por um passeio divertido pelo Rio de Janeiro, pelo galpão da escola e pela comunidade, feito pelo apresentador Ludwik Tapia, uma das estrelas do Panamá envolvidas no tributo carnavalesco.

      “A intenção é mostrar o que há por trás, o que não é glamoroso. O trabalho em equipe, a inclusão social, a geração de empregos, as pessoas que fazem o carnaval. Fomos ao barracão, à comunidade, às ruas”, observa o produtor Henrique de Oliveira.

      O documentário transpira representatividade nos depoimentos e na conexão do samba-enredo com o tema e a vida real dos integrantes. E renova a reflexão sobre os temas sociais fervorosos despejados pela escola na avenida, como o racismo, a partir dos relatos de quem atuou para irradiar a essência do samba-enredo.

      “A crucificação do Cristo negro remete ao negro brasileiro escravizado, que passa martírio e romarias o tempo todo, tendo que provar que é bom. Quando ele vê a cena, se vê crucificado”, diz o ator Evandro Machado, intérprete do personagem na comissão de frente.

      A imagens captadas em meio a alegorias, ensaios de rua e a vida diária dos moradores do Morro de São Carlos, berço da Estácio, acentuam a percepção sobre o espírito comunitário das escolas e a força da tradição carnavalesca.

      ‘Samba Didático’: Paraíso do Tuiuti contará a história do Santo e do Rei Sebastião

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      Por Gabriella Souza

      Tom histórico e religioso é que o Paraíso do Tuiuti representará a trajetória de Dom Sebastião, rei de Portugal no século XVI e de São Sebastião, padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro e da escola, a relação do Rei com o Santo é expressa na data de nascimento do Rei que é a mesma do dia em que o Santo foi flechado, 20 de janeiro. Trazendo também a história de ambos em relação com a da cidade do Rio. O Tuiuti irá mesclar devoção, história e a toda a mística desses dois personagens, criadas pelo povo brasileiro, precisamente no Maranhão onde rezam lendas sobre Sebastião. Representará, assim, o sebastianismo como a ponte de esperança do povo brasileiro perante sua dura realidade.

      O enredo “O Santo e o Rei: Encantarias de Sebastião” tem a assinatura do carnavalesco João Vitor Araújo. O jovem carnavalesco é um dos principais nomes da nova geração e já obteve títulos no Acesso. Ainda mais, João é o único carnavalesco negro a assinar sozinho um enredo do Grupo Especial. Já a obra que irá representar a São Clemente na Avenida é dos compositores Anibal, Julio Alves, Claudio Russo, Moacyr Luz, Píer e Tricolor.

      O site CARNAVALESCO dando continuidade à série de reportagens intitulada “Samba Didático” entrevistou o compositor Claudio Russo e o pesquisador da escola João Gustavo Melo para saber mais sobre os significados e as representações por trás de alguns versos e expressões presentes no samba da azul e amarelo de São Cristóvão.

      ‘O IMPERADOR MENINO’

      “Representa o sonho do povo português, personificado em Dom Sebastião, de reviver o apogeu dos antepassados e ser o centro do império mundial cristão” conta o pesquisador João Gustavo Melo.

      ‘UM SEBASTIÃO NÃO FALHA’

      “Dom Sebastião nasceu no dia do santo que lhe emprestou o nome e o mesmo se dá com a cidade do Rio de Janeiro. Fatores que são intrinsecamente ligados, a essência de nosso enredo. Nos permite dizer que um Sebastião não falha, seja ele Santo, rei ou a cidade maravilhosa”. explica Claudio Russo.

      ‘CABOCLO ENCANTADO’

      “Diz-se que na Casa das Minas, templo da encantaria ‘Mina Jejê’ em São Luís do Maranhão, que Dom Sebastião baixa na forma de um caboclo”, diz Claudio Russo.

      ‘TOURO COROADO’

      “Este verso conta a lenda de que na praia dos Lençóis, no Maranhão, Dom Sebastião teria a forma de um majestoso touro negro coroado, a ser desencantado se alguém cravar uma espada na estrela sobre a testa do místico animal”, explica João Gustavo Melo.

      ‘ATÉ MUDOU O FADO’

      “Aqui nós usamos do simbolismo do ritmo, tão português, para dizer que vindo para águas e terras do Brasil a crença na volta do Rei muda de tom e forma. Que por conta da mudança do Fado, agora são outros batuques”, destaca Claudio Russo.

      ‘PEDRA BONITA PÔS O SANTO NO ALTAR’

      “Relembra o massacre da Pedra Bonita, localidade pernambucana na qual foi formada uma comunidade de seguidores que acreditavam no retorno de Dom Sebastião. Tal crença, levada ao limite da morte e da loucura, fez com que a memória de Dom Sebastião o fizesse reviver como um santo em um altar imaginário. Os moradores do povoado foram mortos pelo governo central brasileiro, que não admitiu a formação de um estado paralelo em pleno sertão nordestino”, explica João Gustavo Melo.

      ‘RIO, DO PEITO FLECHADO’

      “Faz uma louvação à cidade nascida a flecha e fogo, o Rio de Janeiro, fundada por Estácio de Sá em 1565, sob o reinado de Dom Sebastião. Em 20 de janeiro de 1567, dia consagrado ao Santo e aniversário do Rei, deu-se a sangrenta batalha de Uruçumirim, na qual Estácio de Sá foi atingido por uma flecha envenenada em confronto direto com os Tamoios. A cidade forjada na violência hoje atira “flechas perdidas” contra o próprio povo”.

      ‘SANGROU A TERRA, ONDE A PAZ CHOROU A GUERRA’

      “O verso traduz poeticamente o derramamento de sangue ocorrido nas comunidades sebastianistas no sertão nordestino no Século XIX. Os principais focos dessa resistência foram a Serra do Rodeador e na Pedra do Reino, em Pernambuco e em Canudos, na Bahia. Em todos esses povoados, acreditava-se na volta de Dom Sebastião para libertar o povo da miséria. Em todas elas, o governo brasileiro derramou o sangue dos que acreditavam em um destino melhor”, conta João Gustavo Melo.

      ‘RIO-BATUQUEIRO’

      “A cidade que desvia das flechas perdidas se apega aos santos e toca os tambores nos terreiros para atrair energias positivas”, destaca João Gustavo Melo.

      ‘OXOSSI, ORIXÁ DAS COISAS BELAS’

      “Nos terreiros do Rio de Janeiro, Oxóssi é louvado como divindade correspondente a São Sebastião. Oxóssi é o orixá das coisas belas, como a arte, a dança, a música e a escultura”, diz Claudio Russo.

      ‘ORFEUS TOCAM LIRAS NA FAVELA’

      “A resistência a tudo isso que vivemos, todas atrocidades cometidas contra a população está na arte, está em casa, na favela que respira música, dança, sentimentos de orfeus”, explica Claudio Russo.

      ‘A CIDADE DAS MAZELAS’

      “Representa o contraste entre as mazelas vividas nas comunidades cariocas e a produção musical e artística que explode em criatividade nas favelas da cidade fundada no reinado de Dom Sebastião e abençoada pelo padroeiro São Sebastião”, conta João Gustavo Melo.

      ‘NO ALTO DO TERREIRÃO’

      “Todo 20 de janeiro o paraíso do Tuiuti, saúda o seu padroeiro, subindo o morro desde o alto do terreirão até o Cruzeiro. Salve São Sebastião”,  conta Claudio Russo.

      Em debate no CARNAVALESCO, presidente da Portela elogia o ‘abusado’ Leandro e Paulo Barros

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      O site CARNAVALESCO lançou nesta terça-feira o programa ‘Debate CARNAVALESCO‘ e o primeiro convidado foi o presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, que participou do encontro com os jornalistas Guilherme Ayupp, Rangel Andrade (TV Mais Carnaval) e o pesquisador Leonardo Antan (Carnavalize).

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      Ao falar de Leandro Vieira, o presidente da Portela distribuiu elogios para o artista mangueirense.

      “Acho que o Leandro Vieira está percorrendo caminhos, que tem que ter peito, abusado pra caramba e tem dado certo. Daqui a pouco a Mangueira encosta na gente (risos). Ele sabe fazer, usar bem material e ele tem a capacidade de abrir caminhos para um geração nova”, afirmou Luis Carlos Magalhães.

      O dirigente também falou da participação de Paulo Barros, que foi o carnavalesco responsável pelo título de 2017, dividido com a Mocidade Independente de Padre Miguel.

      “Paulo foi uma experiência fascinante, como foi com a Rosa e como está sendo com o Renato e a Márcia”.

      Luis Carlos Magalhães enalteceu a nova safra de carnavalescos do Grupo Especial.

      “O carnaval tem que seguir em frente. Não pode ficar na mesmice, chato, e temos carnavalescos que vão fazer carnavais belíssimos. Essa geração nova, com o João Vitor, vamos ver o que ele vai trazer. É uma expectativa do carnaval o que os meninos vão trazer dessa vez. Será que foi sorte em um ano? Acho que é uma atração do carnaval termos uma leva de carnavalescos jovens. Mas também queremos saber o que a Rosa vai fazer com a pedra na Estácio? O que o Renato vai arrumar na Portela? O que interessa no carnaval é o que vem de novo. Não pode ser só carro bonito, carro bonito e a tal beleza que só os olhos estão vendo. Fazer beleza não é difícil. A tal exuberância volumétrica de materiais. Hoje, eu estou mais interessado na beleza que os olhos não percebem”.

      Veja abaixo o programa ‘Debate CARNAVALESCO’

      Acompanhe agora o Debate CARNAVALESCO direto da Cidade do Samba

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        Do Santa Marta para Sapucaí: mestre Caliquinho faz escola e traz jovens para desfilarem na São Clemente

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        Por Victor Amancio

        O carnaval é muito mais do que a maior festa audiovisual do planeta, o trabalho social que é desenvolvido por algumas figuras presentes nos desfiles das escolas de samba durante o ano todo pode transformar vidas. Caliquinho desde 2011 comanda a Fiel Bateria e coordena o projeto social Spantinha, que aproxima crianças e jovens da comunidade Santa Marta, em Botafogo, do samba.

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        O Spantinha, é uma versão para as crianças e adolescentes do Bloco Carnavalesco Spanta Neném, tem o intuito de apresentar para esses jovens, de 7 a 17 anos, como o samba pode abrir portas e janelas para uma vida melhor. Lá o mestre os ensina o ritmo de todos os instrumentos presentes na bateria para essas crianças que, para ele, devem ser aproveitadas nas escolas de samba e são o futuro da agremiação preto e amarelo. Hoje o projeto é desenvolvido com uma média de 50 crianças e adolescentes e tem como uma das suas finalidades dar uma perspectiva e esperança através da arte.

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        “Na comunidade tínhamos o que as pessoas chamavam de batedor, mas na verdade são ritmistas de peso. Os instrumentos de peso são as caixas, repiques, surdos… Hoje eu fico orgulhoso em ver os meninos, os que estão comigo aqui hoje na São Clemente, já homens formados, tocando tamborim, cuíca, chocalho que eram instrumentos que a galera não tocava, e hoje o pessoal da comunidade começou a se interessar por esses instrumentos que vem à frente da bateria”, diz o mestre.

        O bloco já inseriu na São Clemente mais de cem ritmistas, e hoje alguns deles fazem parte da direção de bateria e são essenciais para o desenvolvimento da Fiel Bateria. O mestre Caliquinho enfatizou a importância de um dos seus discípulos, o Patrick Castro, diretor de tamborim, para a conquista dos 40 pontos no carnaval de 2015.

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        “O Patrick é um desses meninos dessa nova geração e foi um grande diretor de tamborim aqui, nossa bateria em 2015 conquistou os 40 pontos com a ajuda dele. Tínhamos uma deficiência no tamborim e o garoto deu jeito. Mas é um trabalho de equipe, a diretoria é uma família, e um ajudou o outro”.

        Patrick é um jovem que tem a música, mais precisamente o samba, como centro da sua vida. O jovem de 24 anos, toca desde os 6 anos, fez parte do Spantinha e desfila na São Clemente desde 2008. Ele chegou como ritmista na escola e com o amadurecimento ganhou projeção dentro da agremiação. Passando de ritmista a surdo de primeira no microfone até chegar na diretoria da ala de tamborins e posteriormente diretor de caixa e repique.

        “O mestre me deu oportunidade de desfilar tocando em 2008 para ver minha capacidade como ritmista. Em 2015 assumi a ala de tamborim da escola e comandei por 3 anos, depois passando para direção da caixa e do repique, hoje a minha função é o repique de bossa, mas estou sempre disposto e à disposição da São Clemente. Sou um clementiano fiel e eternamente apaixonado, desfilo onde precisarem de mim”.

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        O mestre enfatizou a importância da São Clemente e do presidente Renatinho na vida dele e no projeto. Ele disse que Renatinho abriu as portas para ele, e deu a oportunidade dele hoje comandar a Fiel Bateria, responsabilidade essa que o mestre faz questão de dividir com a sua direção. Para ele sem os demais diretores o trabalho não seria possível e divide com todos eles os méritos e o sucesso da bateria.

        Na bateria da São Clemente desde 1998 e diretor entre os anos de 2003 e 2010, o mestre não se envaidece com o cargo confiado nele. Para ele esta oportunidade dá a chance de desenvolver um dos pontos que acredita ser crucial na sociedade: a aproximação entre o asfalto e a favela, hoje Caliquinho também dá aulas para adultos na quadra da São Clemente e ele acredita que essa integração pode dar uma perspectiva melhor para as crianças que o acompanham.

        Renascer de Jacarepaguá abre temporada de ensaios de rua

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        A vermelho, branco e amarelo do Largo do Tanque inicia sua temporada de ensaios gerais para o Carnaval, a concentração acontece na Rua Álvaro Tiberio – Tanque, nesta terça-feira, a partir das 20h. A Renascer convoca toda comunidade e segmentos para o treino rumo ao desfile oficial.

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        Ainda há vagas para novos componentes, para quem quiser desfilar junto com a Renascer no dia 21 de fevereiro, o valor da fantasia custa R$80,00 e as inscrições acontecem no mesmo dia e horário dos ensaios (terças) mediante a apresentação dos seguintes documentos: duas fotos 3×4, cópia do comprovante de residência e identidade.

        A Renascer será a sexta escola a se apresentar na Sapucaí, na sexta feira de Carnaval em 2020, pela Série A.

        A agremiação levará para a Avenida o enredo “Eu que te benzo, Deus que te cura” desenvolvido pelo carnavalesco Ney Junior.

        Serviço

        Ensaio de Rua da Renascer de Jacarepaguá
        Dia: 14 de Janeiro
        Local: na Rua Álvaro Tiberio – Tanque
        Horário: 20h

        Bailinho da Portela vai agitar a Cinelândia nesta quinta-feira

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        A segunda edição do Bailinho da Portela vai agitar o Espaço Marzipan, na Cinelândia, nesta quinta-feira, a partir das 18h, com aulão de gafieira, show com grupo Arruda e apresentação da bateria Tabajara do Samba. Com formato inovador e ares de happy hour, o evento, que reuniu diversas personalidades da cultura carioca em sua estreia, em dezembro, é a mais nova opção de lazer no Centro para moradores do Rio e turistas, num belíssimo salão art déco da década de 1940.

        A noite vai começar com aula de gafieira para o público, sob o comando do craque Carlinhos de Jesus, responsável pela comissão de frente da Portela. Em seguida, o grupo Arruda, um dos mais importantes da cena contemporânea, vai colocar todo mundo para sambar, relembrando sucessos de Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Jorge Aragão, Reinaldo e outros bambas.

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        A anfitriã tomará conta do palco na sequência com seu time de estrelas e os melhores sambas-enredo dos seus 96 anos de história. Passistas e a bateria Tabajara do Samba vão promover um grande grito de carnaval, resgatando o glamour dos bailes do passado e proporcionando uma experiência única para os frequentadores. O DJ João Rodrigo completa a lista de atrações.

        A produção e a curadoria são da Pronto RJ. A compra de ingressos pode ser feita no dia do evento, no Espaço Marzipan (Avenida Rio Branco, 251, 3º andar), ou pela internet (www.sympla.com.br), com preços que variam entre R$ 25 e R$ 40. Componentes e torcedores da Portela pagam R$ 25, se estiverem usando qualquer camisa da escola.

        Serviço:
        Bailinho da Portela
        Data: Quinta-feira, dia 16 de janeiro
        Horário: das 18h à meia-noite
        Local: Espaço Marzipan
        Endereço: Avenida Rio Branco, 251, 3º andar, Cinelândia (perto da saída Santa Luzia do metrô e em frente ao Cine Odeon)
        Entrada: R$ 25 (lista amiga e torcedores com camisa da Portela) / R$ 40 (público em geral). Os nomes para a lista amiga devem ser enviados para [email protected], ou pelo direct do Instagram @bailinhodaportela.

        Classificação: 18 anos
        Informações:
        (21) 99521-0017
        (21) 97953-7120

        IMPORTANTE: Não é permitido entrar de bermuda, camisa regata e nem chinelo.