A União de Maricá segue reforçando seu time rumo à estreia no Grupo Especial. Nesta sexta-feira, a escola anunciou a chegada de Vanessa Alves como nova musa da escola. Com uma trajetória construída no samba paulistano e experiências internacionais, a artista chega para somar brilho à agremiação maricaense.
Vanessa iniciou sua caminhada artística na Companhia de Show Brasileiro, onde deu os primeiros passos na dança e no samba, construindo uma base sólida que a levaria a palcos dentro e fora do país. Com o espetáculo “Brasil Ipanema Show”, percorreu diversos países da Europa, difundindo a cultura brasileira e ampliando sua vivência artística.
De volta à sua cidade natal, Indaiatuba (SP), fortaleceu sua ligação com o Carnaval e iniciou uma sequência de conquistas. Entre 2011 e 2015, reinou como rainha de bateria do Acadêmicos do Sereno. Na sequência, ocupou o mesmo posto na Camisa 12, entre 2016 e 2017, período em que também foi eleita Rainha do Samba de São Paulo pela UESP e, no ano seguinte, recebeu o inédito título de Rainha Suprema do Samba paulistano.
O ano de 2017 marcou ainda sua projeção nacional, ao ser eleita Musa do Carnaval de São Paulo no programa Caldeirão do Huck, representando a Águia de Ouro, escola com a qual construiu uma relação duradoura. Na agremiação da Pompéia, foi musa em diferentes períodos, entre 2017 e 2022. Seu auge veio entre 2023 e 2024, quando assumiu o posto de rainha de bateria da escola.
A apresentação oficial de Vanessa e todo o elenco da União de Maricá será neste sábado (25), a partir das 14h, na Feijoada do Padroeiro, na quadra da escola, no Centro de Maricá. O evento contará com shows de Jorge Aragão, Bernini e da escola. O segundo lote de ingressos está à venda pelo valor de R$ 30.
Para o carnaval de 2027, a Acadêmicos do Tucuruvi defenderá o enredo “Ogbódirin, Ògbóni”, assinado pelo enredista Cleiton Almeida e pelo carnavalesco Nícolas Gonçalves, uma saudação à fraternidade iorubá Ògbóni, cuja percepção de mundo pode ser traduzida no lema “Ogbódirin”, que significa “envelhecer e continuar forte como ferro”.
A agremiação mantém o propósito que orientou seus últimos carnavais de levar para a avenida histórias que inspiram o bem coletivo e ideias de futuros promissores. A partir da sabedoria de Òrúnmìlà e dos pilares de Ifá, a escola da Cantareira saúda o legado de Ògbóni e apresenta seus ensinamentos ainda pouco difundidos em nossa cultura. Esta associação africana que foi formada nos princípios da vida social tem função política e religiosa e cultua principalmente Ilè, a mãe Terra, para assegurar a harmonia e a ordem entre os seres. Seu propósito de assegurar longevidade e prosperidade para todos é o que guiará a Tucuruvi para o próximo carnaval.
A logo divulgada pela escola tem como inspiração a extensa produção artística iorubá com fundição em metais como cobre, latão e bronze. As duas figuras humanas unidas por uma corrente formam o edan de Ògbóni, objeto sagrado que personifica a divindade Edan e que é o elo entre a comunidade e Ilè.
O trabalho do designer Diego Martins tem inspiração nos akedanwaiye, artesãos de Ògbóni que trazem Edan ao mundo material, para refletir a qualidade e riqueza destes objetos sagrados. A logo faz referência a parte desse processo criativo e ancestral, saudando Ògbóni e sua tradição iconográfica.
Com “Ogbódirin, Ògbóni”, a escola transmite os ensinamentos de que na luta, no samba e no carnaval, imaginar o mundo que queremos viver e deixar para os que virão é também sonhar com a sabedoria de nossos ancestrais.
A quadra da Estação Primeira de Mangueira está oficialmente liberada para a realização de eventos. A autorização foi concedida pelo Corpo de Bombeiros Militar após vistoria técnica realizada na última quinta-feira, conforme informou a agremiação em nota oficial.
De acordo com o comunicado, todas as exigências feitas pelo órgão foram atendidas integralmente pela escola. Com isso, o espaço, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, está apto a receber atividades e voltar a acolher a comunidade mangueirense com segurança.
A liberação ocorre após um período de adequações estruturais enfrentado pela Verde e Rosa, uma situação que vinha sendo tratada como prioridade pela atual gestão. Segundo a escola, o cumprimento das normas representa um avanço importante para a retomada plena das atividades na quadra.
Com o aval do Corpo de Bombeiros já formalizado em documento, a programação especial em celebração aos 98 anos de fundação da Mangueira está confirmada. A diretoria reforçou que os eventos acontecerão dentro dos padrões exigidos, garantindo segurança e organização ao público.
Presidente da escola, Guanayra Firmino destacou o compromisso da gestão com a integridade dos frequentadores. Segundo ela, a segurança seguirá como prioridade absoluta, e as intervenções realizadas refletem o cuidado com o bem-estar da comunidade.
“A quadra é um espaço de cultura, resistência e pertencimento. Nosso objetivo é assegurar que todos possam vivenciar a Mangueira com tranquilidade e confiança, dentro de um ambiente estruturado e seguro”, afirmou a dirigente.
O enredo voltou ao local do resultado que sacramentou seu campeonato. Pisando na Cidade do Samba para o sorteio da ordem dos desfiles, Mestre Ciça também participou da inauguração do apito, símbolo da comissão de frente da escola neste último carnaval. Além disso, ao CARNAVALESCO, o mestre falou sobre os frutos do enredo, a repercussão e o futuro com a Vermelho e Branco de Niterói.
Ciça relembrou o último ano, desde a apresentação do enredo na quadra até a consagração na Sapucaí e o resultado na Quarta-feira de Cinzas. Ainda impactado com tudo, o mestre não encontra palavras para descrever o que viveu ao longo do ciclo de 2026, incluindo a emoção do título, e destacou que não houve quem questionasse esse campeonato da agremiação.
“Um ano atrás, a gente estava fazendo sorteio aqui, não tinha o enredo ainda, que veio logo depois do sorteio, e é uma honra. Passa um filme na nossa cabeça de tudo que a gente viveu no carnaval e no samba. Valeu a pena tudo aquilo que eu fiz, ser homenageado, e que homenagem linda, e não só eu, mas a própria Viradouro também, com os profissionais: Priscila, Tarcísio, Alex, a harmonia. Isso é muito legal e muito gratificante estar vivendo esse momento. Até brinquei: vamos virar essa chave aí, gente, vamos virar. Mas é impossível virar a chave agora. Sei que, quando começarem os sambas-enredo, vai dar uma virada de chave, mas eu estou gostando”.
Em relação ao pré e ao pós-carnaval, o mestre falou sobre os momentos mais marcantes para ele, destacando especialmente o período após o campeonato, sem desmerecer nada do pré-carnaval, mas ressaltando vivências em Uruguaiana e no Maracanã.
“No pós-carnaval, tive cada momento sensacional. É até difícil enumerar um ou dois sem cometer injustiça comigo mesmo, porque é surreal isso aqui. No jogo do Vasco contra o Fluminense foi surreal aquilo. A torcida me carregava dentro de uma van, todo mundo em pé, me aplaudindo, dando parabéns. Foi espetacular. Também no carnaval de Uruguaiana, eu passeando na pista e o povo se levantando, batendo palmas. Na quadra da Viradouro, no dia depois da apuração, quando eu cheguei, foi um momento marcante. Vivi vários momentos que eu vou guardar para sempre na minha mente”, comentou.
Ao falar sobre a emoção de trazer novamente a “Furacão Vermelho e Branco” em cima de uma alegoria, tal qual em 2007, Ciça elogiou a ideia, que partiu de Tarcísio Zanon, e, apesar de não querer realizar novamente, o mestre compreendeu que seria o melhor para a agremiação como um todo.
“O Tarcísio teve uma sacada muito grande, e eu vou elogiar o Tarcísio, que fez um carnaval sensacional. Ele falou: ‘Ciça, vamos botar a bateria no carro’. Eu não queria, porque já tinha dado uma entrevista dizendo que nunca mais gostaria de fazer isso. Mas entendi a minha escola, entendi ele, e foi muito bacana e sensacional. Reviver aquele momento de 2007, que foi muito bonito também, mas este ano teve um significado diferente. A gente era enredo, ajudou também na progressão do enredo, entre outras coisas”, refletiu.
De contrato renovado, com mais um ano à frente da bateria da escola do Barreto, Ciça já declarou que não sai mais da Viradouro. Sobre o futuro, quando se aposentar do cargo de mestre de bateria, o sambista foi perguntado, encerrando a entrevista, sobre a possibilidade de exercer alguma outra função na escola.
“Estamos conversando, mas eu vou me aposentar na Viradouro, é fato. Continuar na escola, em outra função, com o reconhecimento deles por mim, também acho que tenho que ter esse reconhecimento e agradecer a eles de coração por esse momento. E o nosso patrão já falou, como estamos conversando sobre esses detalhes, que vai ser legal”.
Tarcísio Zanon levantou mais uma taça do carnaval carioca pela Viradouro, sendo “Pra cima, Ciça!” o seu terceiro enredo campeão pela escola de Niterói. O artista conversou, durante a noite do sorteio, com o CARNAVALESCO sobre essa emoção e os caminhos para ele e a escola em 2027, afirmando estar com quatro enredos na mesa para decidir.
Emocionado ao pisar na Cidade do Samba para o sorteio da ordem dos desfiles, quando a Viradouro foi definida como a segunda escola de terça-feira, Tarcísio comentou sobre a instalação do apito-apoteose da comissão de frente na praça e como esse símbolo do desfile estar ali é, para ele, emocionante, por ser o espaço de trabalho, quintal e casa de todos os profissionais do samba, e agora ter mais uma vez um símbolo de homenagem a um sambista.
“Chegar aqui e poder ver um pouco do nosso desfile, que é tão emocionante e histórico para a gente, com a importância que esse desfile teve nessa virada de chave na valorização do sambista, daquele que trabalha pela festa. Estamos muito felizes de poder reviver um pouquinho desse momento aqui na Cidade do Samba”, comentou.
O carnavalesco falou sobre a repercussão do desfile, analisando o ciclo de 2026 como um ano de muitas vitórias para além do campeonato, ressaltando a importância de avaliar o desfile como um todo de maneira técnica também, já em busca de identificar o que melhorar para 2027 e realizar um trabalho ainda melhor para a festa.
“Sempre avaliamos com muito carinho o ano. Não é porque foi campeã que a gente acha que foi perfeito; temos um olhar muito criterioso para o carnaval e para o cuidado que temos com a comunidade e com os nossos quesitos, o que é a nossa responsabilidade”
Ao se aprofundar nos caminhos que a agremiação de Niterói possui para o próximo carnaval, Zanon descreveu que existem quatro possibilidades de enredo na mesa da escola, à espera de que o martelo seja batido, visando a busca pelo bicampeonato.
“Posso garantir que o enredo que vingar, que for a decisão da direção e da presidência, vai estar junto comigo. Vai ser um enredo para a gente lutar e trabalhar muito para conquistar o bicampeonato”, afirmou.
Por fim, o artista declarou que, entre seus dois últimos campeonatos, “Dangbé”, de 2024, e a homenagem ao mestre Ciça, o do Caveira é o que mais aquece seu coração, pela alegria e oportunidade de retratar a vida do sambista na Sapucaí.
“O Ciça é nosso. É muito gostoso ver o brilho no olho dele, o quanto ele está feliz com tudo que está acontecendo com ele, e não tem preço isso. A gente se sente representado”, encerrou.
A X-9 Paulistana informou que o intérprete Royce do Cavaco sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) do tipo isquêmico. De acordo com a agremiação, o artista já apresenta quadro de recuperação e segue sob acompanhamento médico, cumprindo todas as orientações necessárias para seu restabelecimento.
Segundo a nota oficial divulgada pela escola, Royce está tomando os devidos cuidados com foco em um retorno seguro às atividades. Em mensagem direcionada aos componentes e torcedores, o intérprete demonstrou otimismo e confiança na recuperação:
“Alô, família X-9 Paulistana! Já estou em recuperação e tomando todos os cuidados para que em breve esteja com todos vocês, realizando um lindo Carnaval. Obrigado por tudo e saibam que eu sou retrato da minha escola: SUPERAÇÃO”.
A X-9 Paulistana também reforçou o apoio ao cantor neste momento delicado, destacando a união da comunidade e a corrente de boas energias em prol da sua recuperação.
“Seguimos unidos, emanando energias positivas para o nosso querido intérprete. Vai dar tudo certo! Estamos em oração, Royce!”, declarou a escola.
O caso mobilizou integrantes e admiradores da agremiação, que acompanham com expectativa a evolução do quadro de saúde do intérprete, peça fundamental na preparação para o próximo carnaval.
A bateria “Barcelona do Samba”, comandada pelo mestre Zoinho, sem dúvida, se consolidou como uma grande referência para mestres em atividade e para as novas gerações que estão surgindo no carnaval. À frente da batucada do Império desde 2004, quando iniciou o ciclo para o carnaval de 2005, o diretor caminha para completar 22 anos de dedicação à agremiação. Ao longo desse período, construiu uma trajetória marcada por constante reinvenção, sempre valorizando um ritmo envolvente, capaz de empolgar tanto o público do Anhembi quanto a comunidade. Em 2026, não foi diferente: O comandante da “Barcelona do Samba” conquistou mais um prêmio Estrela do Carnaval de melhor bateria do Grupo Especial. Mestre Zoinho conversou com o CARNAVALESCO e destacou a emoção da conquista e fez questão de dividir o mérito com seus ritmistas. O líder também projetou suas expectativas para o Carnaval 2027.
De maneira emocionada, o mestre comemorou o fato de ter vencido mais um prêmio Estrela do Carnaval. Com a conquista de 2026, Zoinho vence pela quarta vez e se torna o maior campeão da categoria ‘Melhor Bateria’. “Para mim, representa muito ser premiado pela quarta vez por esse site que cobre o carnaval e vai premiando os melhores. Isso é muito importante para quem é sambista. É um prêmio muito grande. Hoje, é o maior prêmio do carnaval de São Paulo, com certeza. A gente fica muito feliz por isso. Não é fácil ganhar, mas eu tenho o privilégio de ganhar pela quarta vez. Estou muito feliz pela minha bateria, pela comunidade e pelo Império, que me dá a oportunidade. Eu fico até emocionado de falar porque o CARNAVALESCO acaba fazendo parte da nossa história e da nossa carreira. O prêmio Estrela do Carnaval, para mim, é muito significante e eu agradeço muito à galera do CARNAVALESCO por essas lembranças e por estar dando essa premiação para a galera. Só tenho que agradecer, não só pelo Império, mas como por todo o samba de São Paulo”, celebrou.
Importância de um samba de qualidade
De acordo com Zoinho, o samba-enredo do último carnaval ajudou bastante para uma boa performance da bateria, diferente de 2025, em que a “Barcelona do Samba” enfrentou algumas dificuldades, apesar das notas conquistadas. “O samba é meio caminho andado. Infelizmente, em 2025, a gente conversou bastante com a equipe do CARNAVALESCO, onde a galera do carnaval tinha muita dificuldade de entender o enredo. Não foi um ano muito legal para o Império em termos de enredo e até de samba mesmo. A gente fez o que podia fazer. Mas, em 2026, vem ali a redenção e a gente, com um grande samba, uma grande obra dos compositores, conseguiu um bom desempenho como bateria e o setor musical. A parte musical da escola se deu muito bem”, disse.
Reformulação da escola: Papel fundamental
É sabido que o Império de Casa Verde está reformulando todos os seus segmentos. Com exceção do coreógrafo Sérgio Cardoso, intérprete Tinga e o próprio mestre Zoinho, todos os profissionais foram trocados. O mestre, que tem 22 anos de casa, falou sobre a responsabilidade de participar dessa reformulação da escola.
“É muito trabalho, é uma responsabilidade muito grande porque eu, juntamente com o Tinga, sou um dos únicos que ficaram. Eu estou há 22 anos, então a minha responsabilidade aumenta. Tenho a missão de levar a escola, com os outros segmentos que chegaram agora, a tirar o Império desse lugar em que está. A gente pegou a nona colocação. O Império visa a possibilidade de alcançar lugares maiores nessa colocação de desfile. É muito importante que a gente faça um trabalho legal de voltar a escola ao lugar que ela merece, que é entre as campeãs do carnaval. É esse o trabalho que a gente vai fazer. Vamos trabalhar e lutar muito para isso, respeitando todas as coirmãs”, declarou.
A Unidos do Porto da Pedra confirmou a renovação de Wantuir Oliveira como intérprete oficial para o Carnaval 2027. Referência no carro de som, o cantor permanece à frente do samba-enredo, reforçando a aposta do Tigre na experiência e na qualidade musical.
Com trajetória consolidada na escola, Wantuir mantém forte conexão com a comunidade e sintonia com a bateria Ritmo Feroz, fatores essenciais para o desempenho no quesito harmonia.
Em plenária realizada na tarde desta quarta-feira, em sua sede, no Centro do Rio, a Liga RJ definiu os pares do sorteio que irá estabelecer a ordem dos desfiles da Série Ouro 2027. Com isso, as escolas já conhecem suas respectivas chaves para o evento que acontece na próxima segunda-feira. No próximo ano, a Série Ouro contará com 17 agremiações. Oito escolas desfilarão na sexta-feira de Ccarnaval (5/2) e nove no sábado (6/2), com início previsto para 20h50, na Marquês de Sapucaí.
Confira os pares:
Arranco x Unidos de Bangu
Unidos da Ponte x União do Parque Acari
Botafogo Samba Clube x Vigário Geral
Porto da Pedra x Estácio de Sá
Em Cima da Hora x Acadêmicos de Niterói
União da Ilha x Unidos de Padre Miguel x Império Serrano
Definições prévias
São Clemente, vice-campeã da Série Prata, será a primeira escola a desfilar na sexta-feira de Carnaval.
Unidos do Jacarezinho será a segunda escola a desfilar na sexta-feira de Carnaval.
Acadêmicos de Santa Cruz, campeã da Série Prata, será a primeira escola a desfilar no sábado de Carnaval.
Inocentes de Belford Roxo será a segunda escola a desfilar no sábado de Carnaval.
Império Serrano, vice-campeã da Série Ouro, poderá escolher a posição de desfile no dia definido.
O sorteio que definirá a ordem dos desfiles da Série Ouro 2027 será realizado na próxima segunda-feira, a partir das 20h, em evento fechado ao público, numa churrascaria na Zona Sul do Rio de Janeiro.