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Unidos de Bangu terá rainha da escola importada dos Estados Unidos

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Um verdadeiro avião está aterrissando na Unidos de Bangu. Após estrear na Sapucaí no Carnaval de 2020 ocupando o posto de musa, a norte-americana Dre Story se prepara para realizar um sonho que começou a ser realizado há 09 anos, quando iniciou suas aulas de samba, o de reinar no carnaval carioca.

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Apaixonada pela cultura brasileira e pela magia da maior festa popular do planeta, Dre confessa que já entrou em uma verdadeira contagem regressiva para que 2022 chegue logo. Dotada de um corpo escultural e de muita fé para que se controle a pandemia da Covid-19, a rainha da escola já iniciou a preparação para brilhar no desfile da vermelha e branca.

“Ainda é algo inacreditável e acho que somente vou ter a real dimensão do que é ser rainha de uma escola quando pisar na Avenida. Este é muito mais do que um sonho que começou há quase uma década, é a prova de que não devemos desistir jamais daquilo que queremos alcançar”, diz Dre.

Aluna da renomada sambista Egili Oliveira, a majestade de Bangu conta que sempre quis participar do carnaval carioca e antes de estrear na Sapucaí, idealizou o momento mágico de poder sambar na Passarela do Samba por diversas vezes até conhecer a instrutora e amiga.

“O desejo de saber mais sobre a cultura brasileira sempre foi muito forte em mim por diversas razões e, quando comecei a fazer as aulas com Egili, foi se tornando cada vez maior porque ela é muito mais do que uma professora, é uma propagadora do Carnaval e de sua história e, quando ela sentiu que eu estava preparada, me apresentou a Unidos de Bangu, escola onde eu nunca senti uma energia igual. A cada ensaio de rua, eu me sentia mais motivada ainda e acho que isto refletiu na minha vontade de continuar a defender as cores da minha escola”, diz Dre, que atua no mercado de investimentos e, também realiza trabalhos como modelo nos Estados Unidos, país onde vive.

A experiência como rainha não é uma novidade para ela, que é campeã do International Samba Queen Congress, competição realizada em seu país e que premia sambistas estrangeiras. Sempre incentivada por Egili, Dre comenta o quanto as participações foram importantes para ela.

“Sempre tive muitas pessoas me encorajando, mas faltava esse passo. A partir do momento que eu entendi que, além de ser uma conquista pessoal, eu poderia encorajar e empoderar outras mulheres para que mergulhassem com determinação para conquistar seus objetivos, também passei a me cuidar e a treinar mais. Foi assim com a minha participação no concurso, precisei participar três vezes até me tornar campeã, na edição de 2019. Agora muito mais, tenho a responsabilidade de abrir o desfile representando toda a comunidade de Bangu e vou me dedicar muito nesta preparação. Tenho certeza de que estarei no Brasil em breve porque a campanha da vacinação vai ser eficaz tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil e faremos o maior carnaval de todos os tempos”, finaliza a rainha.

Prêmio Plumas & Paetês Cultural participa de Ação Social

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O gestor do Prêmio Plumas & Paetês Cultural, José Antônio, participou de uma ação social, com distribuição de cestas básicas para os trabalhadores da economia criativa do carnaval carioca, junto com a LBV e o MMA Social.

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Neste primeiro momento, dez cestas básicas serão doadas, mas a proposta é que o projeto cresça e mais profissionais possam ser contemplados. Para José Antônio, a ideia é fazer com que, a cada ano, mais profissionais possam ser beneficiados.

A Escola da LBV, no Rio de Janeiro, completa 25 anos, neste ano, promovendo Educação de qualidade. E o MMA Social é um grupo formado por projetos sociais que atuam nas comunidades do Brasil e que utilizam as artes marciais como ferramentas de inclusão e transformação social. Estes projetos sociais são muitas vezes liderados por lutadores consagrados no mundo da luta, como Rogério Minotouro, um dos padrinhos desta ação.

No dia de receber as cestas básicas para doação, que ocorreu na sede da LBV, em Del Castilho, José Antônio concedeu um Prêmio Plumas & Paetês para Rogério Minotouro.

Ambas as instituições uniram esforços para apoiar as famílias dos alunos, entregando cestas de alimentos e kits de limpeza e de higiene. A esta união integrou-se o Prêmio Plumas & Paetês Cultural com o intuito de ajudar os profissionais do carnaval que ficaram sem renda.

São Clemente vai conceder honraria para três escolas na comemoração dos seus 60 anos

Após anunciar que sambistas clementianos irão receber títulos de benemérito no dia 25 de outubro, data que marca os 60 anos da escola, a diretoria anunciou em suas redes que também vai homenagear três escolas co-irmãs.  

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De acordo com o presidente Renato Almeida Gomes, a intenção é reconhecer pessoas e instituições que fizeram a diferença na história da São Clemente.  

“Numa data tão marcante para a São Clemente, nós também queremos prestar uma homenagem a três escolas co-irmãs que sempre demonstraram amizade e respeito pelo nosso pavilhão: Grande Rio, Imperatriz e Grande Rio. Essas escolas ganharão a “Honraria Clementiana”.   

Renatinho revela como estas escolas foram importantes em diversos momentos 

“Sempre tivemos um laço familiar muito grande com Beija-Flor, Imperatriz e Grande Rio. Quando a São Clemente estava no Grupo de Acesso, elas nos deram suporte econômico, ajudaram com alegorias e componentes. Seu Luizinho foi muito amigo do meu pai. Em 2003, o Anísio nos deu nossa primeira alegoria motorizada. Foi um espetáculo, era o sonho da escola ter esse carro. A Grande Rio nos cedeu alegorias grandes, e a Imperatriz abriu crédito para a São Clemente em diversos lugares. As três agremiações merecem nossa máxima admiração”. 

O presidente sonha com uma grande festa para homenagear os beneméritos clementianos e as escolas co-irmãs, mas que fará um evento seguindo os protocolos de segurança.   

“É claro que eu queria a quadra cheia para celebrar a data, mas só iremos realizar o evento com nossa gente vacinada. Se tudo der certo, faremos uma festa bonita, com orquestra e tudo. Vai ser bonito e emocionante demais”.

Nova diretoria da Liesa faz primeira reunião: ‘Começamos a elaborar uma lista de prioridades’, diz Perlingeiro

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A nova diretoria da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) fez no final da tarde de terça-feira, a sua primeira reunião para começar a traçar os planos de trabalho projetando o Carnaval de 2022.

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Ao sair da reunião, o presidente Jorge Perlingeiro explicou que a Liesa ainda vive um momento de transição de ações e responsabilidades entre a diretoria que encerrou os seus trabalhos na semana passada, e a atual. Comentou que o seu antecessor no comando da entidade, Jorge Castanheira, participou do encontro para fornecer informações sobre as missões que estão sendo delegadas à nova administração.

“Começamos a elaborar uma lista de prioridades para que possamos cuidar de todos os projetos com bastante antecedência e máxima seriedade. O Carnaval de 2022 é o principal deles”, destacou Perlingeiro.

Gabriel David, diretor de marketing, também falou do primeiro encontro na Liga.

“Para termos as escolas de samba com boa representação, precisamos de um bom grupo de trabalho dentro da Liesa. É hora de reorganizar a casa com uma equipe muito capacitada e determinada. A junção da experiência com a juventude levarão o Carnaval do Rio de Janeiro de volta ao seu auge. Estamos atentos ao cenário externo, com expectativas de dias melhores. Mas não estamos parados! Nosso foco principal é captar recursos para minimizar as perdas dos funcionários do Carnaval nos últimos tempos. Novidades em breve”.

Além do presidente, participaram do encontro o vice-presidente e diretor comercial, Hélio Motta; o tesoureiro, Pedro Gomes; o secretário, Moacyr Barreto; o diretor jurídico, Dr. Fernando César Leite; o diretor de carnaval, Elmo José dos Santos; o diretor de marketing, Gabriel David; o diretor de Patrimônio, Moacyr Henriques; o presidente do Conselho Deliberativo, Dr. Nelson de Almeida, e o assessor especial da presidência, Walmir Peixoto. O diretor cultural, Luis Carlos Magalhães, e o coordenador de jurados, Júlio César Guimarães, não puderam comparecer.

Entregas de cestas básicas do projeto Ritmo Solidário tem novo formato

Os organizadores e voluntários da Associação Educativa e Cultural Ritmo Solidário começaram a fase itinerante do projeto de entrega das cestas básicas aos ritmistas das 27 agremiações desfilantes no Sambódromo do Rio.

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Com a ideia de mais aproximação e transparência legal, passa a ser, agora, feito o formato de entregas escalonadas nas quadras das agremiações, onde, suas baterias são beneficiadas pelo projeto.

Para China do Estácio, idealizador do Ritmo Solidário, essa é uma espécie de entrega/visita, para saberem mais sobre a realidade do ritmista e criar um elo de forças entre as presidências as diretorias de carnaval.

“Foi necessário criar esse modelo entrega. O projeto é mantido por ajudas e iremos até às quadras para realizarmos essa ação, isso faz com que tenhamos mais união das diretorias das escolas e uma chance da comunidade no entorno poder conhecer e participar das próximas com a gente”.

Nesta primeira fase volante, as baterias que foram contempladas Paraíso do Tuiuti, mestre Marcão e Acadêmicos da Rocinha, mestre Júnior, receberam cada uma 30 unidades de cestas básica e higiênica, além de fraldas descartáveis e geriátricas, após uma percepção deste pedido. No próximo dia 28, a equipe do Ritmo Solidário fará a distribuição das cestas nas quadras da São Clemente (Botafogo, às 11h) e Lins Imperial (Lins de Vasconcelos, às 15h).

Permanecem, também, as entregas no setor 10 do Sambódromo, sempre alternando com a forma presencial, ou seja, uma semana in loco e outra externa. As doações de ítens para a confecção das cestas continuam de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.

Fábio Pavão: ‘A Liesa precisa de um projeto de marketing atuante e atrair um novo público’

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Fábio Pavão, vice-presidente da Portela, representou a escola na eleição presidencial da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), e conversou com o site CARNAVALESCO a respeito do resultado da eleição que sagrou Jorge Perlingeiro como novo mandatário.

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“O trabalho que está começando agora na Liesa é dentro de um universo muito difícil. Um ano sem carnaval e repleto de incertezas. A gente espera a continuidade do que foi positivo na gestão do Castanheira, que é um político nato, no melhor sentido da palavra. Com poder de conversar e estabelecer diálogos”, declarou.

Um dos alvos de críticas da última gestão sempre foi a ausência de projetos de marketing na Liga, e, principalmente, a ausência da entidade nas redes sociais. A respeito disso, Pavão afirma que isso é prioridade, segundo a nova diretoria.

“É preciso pensar principalmente naquilo que falta nesse momento, que é o marketing. A Liesa precisa de um projeto de marketing atuante, para aumentar as fontes de receitas e visibilidade das escolas de samba que é muito importante na sociedade atual. Também é necessário atrair um novo público. Claro que podemos pensar a partir do que é feito em São Paulo, mas diversas escolas aqui do Rio também fazem um trabalho muito bom. É preciso olhar de forma geral. Por exemplo, diversas escolas moldaram seu formato de sócio torcedor a partir do que é feito nos clubes de futebol. A Liga tem que olhar o mercado e como as empresas trabalham para adaptar a sua realidade”.

Pavão finalizou comentando que o principal desafio da nova gestão da Liga é antecipar as receitas da festa para que os barracões voltem a atividade, assim que for permitido pelas autoridades sanitárias.

“Para pensar em abrir os barracões da Cidade do Samba precisamos primeiro pensar na desinterdição feita pelo Corpo de Bombeiros. Isso é questão judicial. A diretoria da Liesa já estava em conversa com a prefeitura. A partir daí é necessário que se entre com recurso. O projeto de carnaval já está moldado, pois pensávamos em algo no meio do ano. Mas é necessário também trabalhar na antecipação das receitas, afinal, não houve carnaval em 2021. Agora estamos com tempo de fazer algo com calma, até para os trabalhadores da festa começarem efetivamente a entrar em atividade, a produção começa a partir do momento que tenha receita. Havia uma pressa nas disputas pois tinha possibilidade de realização do carnaval em julho. Como não vai acontecer, temos que aguardar. Há expectativa é que tenhamos lives da própria Liga. Mas não tem necessidade de ser feito agora. A diretoria assumiu e a partir das próximas semanas vai pensar a se organizar num novo calendário, que inclua as disputas de samba-enredo do próximo desfile”, concluiu.

Cláudio Vieira: ‘Não seria por acaso…’

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Cláudio Bernardo da Costa, o sócio número 1 da Portela, era uma figura doce, educada e simbolizava com muita dignidade as tradições de sua Escola. Orgulhava-se de ser um fundadores da Agremiação e de ter acompanhado toda a sua trajetória, desde o tempo do Conjunto Oswaldo Cruz, em 1923.

Fiz uma longa entrevista com Seu Cláudio, em dezembro de 1996. Ele completara 91 anos no mês anterior e estava perfeitamente lúcido, elegante e sorridente. Contou toda a sua vida pessoal, que se misturava com a da Portela.

Era filho de um africano, Joaquim Bernardo da Costa, que trabalhara no Cais do Porto identificando diferentes qualidades de café, e de uma carioca, Hortênsia Bernardo da Costa.

Humilde e trabalhador, Seu Cláudio era caldeireiro. Começou na Anglo-Brasileira, passou pela White Martins e foi para a Projetil – uma fábrica de armamentos do Exército, no Andaraí. Por méritos, foi promovido.

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Trocou a caldeira por uma sala equipada com mesa, ventilador, linha telefônica e um cinzeiro.

– Aquele cinzeiro não estava ali por acaso. E se o colocaram na minha mesa era para que eu o usasse. Foi quando comecei a fumar… – recordava o Sócio número 1 nas lonjuras do pensamento. E concluiu: – Mas foi só por seis meses, porque começou a me dar uma tosse danada.

Vereador propõe Projeto de Lei para criação de renda mínima emergencial para os profissionais do carnaval

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Os profissionais da cadeia produtiva do carnaval sofrem com o avanço da pandemia e os mais de 365 dias de abandono por parte do poder público. Aderecistas, costureiras, ferreiros, pintores, carnavalescos, cantores, mestre de bateria, casais de mestre-sala e porta-bandeira, passistas e demais produtores do Maior Espetáculo da Terra não conseguiram até hoje um auxílio concreto para suportarem o cancelamento dos desfiles, eventos e dos trabalhos nos barracões. Agora, a novidade é que o vereador Vitor Hugo (MDB), recém eleito e sambista, propôs um Projeto de Lei para criação da renda mínima emergencial, no valor de um salário mínimo, para os profissionais do carnaval.

Ao site CARNAVALESCO, o vereador que também é compositor de samba-enredo na Imperatriz Leopoldinense explicou como funcionaria essa renda mínima.

“A proposta trata-se de um auxílio emergencial para todos os profissionais que trabalham diretamente com o carnaval, enquanto durarem os efeitos do estado de calamidade no município. Entendo que o trabalho de produção do carnaval dura o ano inteiro, assim sendo, com o cancelamento do evento, como esses profissionais estão suprindo suas necessidades? Foi esse questionamento que me motivou a criar esse projeto. Ele engloba todos os trabalhadores que comprovarem o vínculo com as atividades específicas de produção do carnaval”, disse.

O vereador afirmou que o Projeto de Lei caminhará com todos os trâmites da casa. “Estou articulando com a casa para encontrar meio de acelerar o processo”, garantiu. De acordo com o regimento, a proposta passará pelas comissões de Justiça e Redação, Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público, Higiene Saúde Pública e Bem-Estar Social, Trabalho e Emprego, Turismo e Finanças Orçamento e Fiscalização Financeira.

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“Sou compositor da Imperatriz Leopoldinense, conheço de perto a realidade dos trabalhadores do carnaval. Tenho um grande grupo de colaboradores trabalhando nesse sentido. E, claro, estamos com o gabinete aberto para o recebimento de propostas para criação de de eventos com regras sanitárias e que fomentem a indústria das escolas de samba ainda nesse período de pandemia”.

Segundo o vereador Vitor Hugo, após a pandemia, a ideia é trabalhar todas demandas do carnaval na Câmara.

“Podemos propor audiências públicas e provocar um debate que leve o executivo a entender a realidade desse setor, e colaborar para encontrarmos, juntos, uma solução”.

Após ser homenageado pelas escolas de samba, Castanheira faz balanço da sua gestão na Liesa: ‘Gratidão’

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Homenageado na assembleia por todos os presidentes das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, na eleição que marcou sua saída e a entrada de Jorge Perlingeiro no comando da Liesa, Jorge Castanheira, conversou com o site CARNAVALESCO e fez um balanço da sua gestão.

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O ex-presidente Jorge Castanheira agradeceu as palavras do conselheiro Ailton Guimarães Jorge. Foto: Maria Zilda Matos

“A palavra é de gratidão. Satisfação e agradecimento por ter trabalhado com uma diretoria tão coesa e determinada em contribuir para a grandeza do Maior Espetáculo da Terra. Os desafios são cada vez maiores. Apesar de todas as dificuldades, conseguimos manter a credibilidade e a seriedade do trabalho, fazendo grandes espetáculos. Mesmo de fora continuarei atento ao trabalho de todas elas, como grande admirador que sou do espetáculo e de todas as nuances que acontecem nos bastidores”, disse.

Castanheira falou sobre o momento do carnaval e toda crise enfrentada pela pandemia da Covid-19.

“Estamos na expectativa de novos momentos, torcendo para que, a partir do resultado efetivo da campanha de vacinação, as escolas possam retornar às atividades de suas quadras, retomando o convívio fraterno e amigável entre diretores e componentes. Enxergo também uma possibilidade da retomada das escolas retomarem suas atividades nas quadras”.

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Perguntado sobre a possibilidade de ser convidado pelo prefeito Eduardo Paes para trabalhar na Prefeitura do Rio, Castanheira disse que não recebeu o convite e explica que ainda terá que passar informações para os novos gestores da Liesa.

“Na realidade, tudo está acontecendo muito rápido. Tenho muita coisa para organizar na Liga. Minhas coisas, a empresa está organizada. Preciso de um tempo para distribuir tudo aquilo que é importante para Liga. A transição já estou fazendo há dois meses e agora vou fazer aqui que está no backstage. Vou repassar informações para os novos gestores sobre o dia a dia da empresa. Depois, eu vou seguir trabalhando. Não sei de nenhum convite para trabalhar com o prefeito, se puder contribuir, estarei sempre disposto”.

O ex-presidente da Liesa também falou sobre a entrada de Perlingeiro no comando da Liesa.

“Como diretor da Liesa, ele sempre foi amigo, parceiro e dedicado em tudo que fez. Certamente, com o apoio da diretoria, ele vai dar condições de renovar e debater os assuntos importantes para o carnaval. Ele já conhece o olhar do bastidor e conhece o dia a dia das agremiações. A parte administrativa e burocrática da Liga ele vai pegando com o tempo. Não creio que terá dificuldade. Além de tudo, ele é uma pessoa obstinada e fará um grande trabalho em prol do carnaval”.

Thiago Monteiro declara otimismo sobre novo momento da Liesa e diz que Grande Rio está com os desenhos prontos

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O diretor de carnaval da vice-campeã de 2020, Thiago Monteiro, conversou com a equipe do site CARNAVALESCO logo após resultado da eleição da nova diretoria da Liesa, na noite dessa quinta-feira. O dirigente declarou otimismo e apoio da Grande Rio para essa nova fase do carnaval.

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“A Grande Rio recebe essa eleição com muito otimismo. Desejamos parabéns ao Castanheira, por tudo que fez e continuará fazendo pela casa. A gestão dele foi muito importante para o carnaval. Temos certeza que vamos caminhar em ondas mais tranquilas, diferentes dos últimos quatro anos, que foram de tormento. Acho que agora o carnaval se alinha cada vez mais pra frente. Desejo boa sorte a nova diretoria, e estamos juntos para o que der e vier.

Não é segredo que a escola de Caxias possui alto poder aquisitivo, com isso, os trabalhos continuaram na medida do possível e longe da Cidade do Samba. Thiago afirmou que a Grande Rio está com projeto pronto a espera dos novos posicionamentos da Liesa e das autoridades sanitárias.

“A Grande Rio está com o projeto de desenhos prontos. Os protótipos apenas aguardam a liberação da Cidade do Samba para poder ser iniciado. Na questão das lives estamos aguardando. Já teve aceitação da Lei Aldir Blanc, e a Grande Rio é uma das escolas que conseguiu os recursos. Nós paralisamos a disputa, mas nada muda. Sobre a transmissão isso fica a cargo da Liesa. Quando a Liga decidir com quem quer que seja, vamos ser comunicados e estaremos prontos para retomar esse processo”.