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Mangueira anuncia saída do carnavalesco Leandro Vieira

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Após seis carnavais e dois títulos no Grupo Especial, a passagem do carnavalesco Leandro Vieira na Estação Primeira de Mangueira terminou no início da noite de domingo. A Verde e Rosa fez o anúncio da saída do artista pelas suas redes sociais. Veja abaixo.

Leandro

“A Estação Primeira é enorme. Uma escola acostumada a colecionar grandes carnavais e ter uma equipe a altura de sua imensa e apaixonada torcida. Em 2016 uma doce e talentosa aposta deu liga, um casamento perfeito entre o brilhante Leandro Vieira, assinando pela primeira vez o carnaval de uma escola no especial do carnaval carioca, e a Mangueira, resultando, já na estreia, a conquista de seu primeiro campeonato.

Foram dois títulos incríveis e outros quatro carnavais de encher de orgulho o coração do mangueirense. Porém, chegou o momento dele seguir um outro caminho, diferente do nosso, e nos despedirmos.

Sabemos que tatuamos em seu coração o nosso verde e o rosa, assim como você deixa a marca do seu trabalho no coração da nação mangueirense. Pra nós, não há outra palavra para a ocasião: Obrigado por tudo Leandro”.

O artista também se pronunciou: “Eu podia escrever muito. Encadear pensamentos pra falar um mar sem fim de coisas bonitas. Prefiro, numa hora como essa, recuperar a força de uma palavra que resume, e dá o tamanho do que eu gostaria de dizer, sem agora conseguir falar tanto: OBRIGADO, Estação Primeira por TUDO! OBRIGADO comunidade; OBRIGADO aos torcedores; OBRIGADO aos amigos que fiz; OBRIGADO a todo mangueirense que me deu o motivo diário de querer fazer mais e melhor. OBRIGADO por acreditarem no improvável! Sou – da cabeça aos pés – só GRATIDÃO”.

Fotos: desfile da Grande Rio no Sábado das Campeãs

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Fotos: desfile da Beija-Flor no Sábado das Campeãs

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Fotos: desfile da Viradouro no Sábado das Campeãs

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Fotos: desfile da Vila Isabel no Sábado das Campeãs

Fotos: desfile da Portela no Sábado das Campeãs

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Fotos: Desfile do Salgueiro no Sábado das Campeãs

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Botafogo Samba Clube faz desfile para carimbar passaporte para Série Ouro ao homenagear João Saldanha

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Última a entrar na avenida, com o dia amanhecendo e as arquibancadas vazias, a Botafogo Samba Clube desfilou disposta a carimbar o passaporte para a Série Ouro em 2023. Os carnavalescos Marcelo Adnet e Ricardo Hessez foram felizes na elaboração do enredo “João Saldanha – Um apaixonado pela verdade caminhando em tempos de ilusão“, em homenagem ao ídolo alvinegro”, que foi técnico da Seleção Brasileira até pouco antes da Copa de 1970, quando foi afastado por criticar o regime militar. A agremiação entrou animada e cantando forte.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba-enredo, de Diego Nicolau, Thiago Brito, Richard Valença, Fernando Professor, Alcino Pega Pega, Leonel Querino e Paulão Vianna, foi cantado a plenos pulmões por todos os componentes, da primeira à última ala, incluindo aí os destaques das alegorias e a bateria. A evolução foi tranquila. A Harmonia foi outro ponto forte da escola, que apresentou um chão espetacular. A bateria, comandada por Wallan Amaral, homenageou o craque Garrincha, eterno ídolo botafoguense. Com uma cadência forte, arrancou aplausos das pessoas presentes e ainda fez uma coreografia. As alegorias bonitas e bem acabadas foram outro ponto alto do desfile. O cojunto de fantasias, embora simples, estava bonito.

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A Comissão de Frente, cuja fantasia tinha como tema “Voz que ainda ecoa”, fez uma boa apresentação do tema e também foi aplaudida. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diego Moreira e Layne Ribeiro, fez um belo bailado, deslizando na pista. A escola encerrou o desfile com um largo sorriso no rosto.

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Prejudicada pela chuva, Difícil é o Nome faz desfile repleto de problemas na Intendente

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Penúltima a entrar na avenida, Difícil é o Nome terá dificuldade em permanecer na Série Prata, devido aos diversos problemas em seu desfile. A escola teve muita dificuldade na apresentação do enredo “Nobreza na cor, soberanas na raça… Rainhas do ventre da humanidade”, do carnavalesco Cássio Carvalho, uma homenagem às mulheres negras de diversas etnias, que foram arrancadas da África e trazidas ao Brasil como escravas. Devido à forte chuva que caiu, muitos componentes não apareceram para desfilar, desfalcando alas
inteiras. Para piorar, teve problemas com alegorias e a evolução foi prejudicada.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba, de autoria de Fábio Martins, Silas Augusto, Mano Gaspar, Juninho Madureira e Jean Marques, cantado quase solitariamente pelo intérprete Raphael Krek, com participação especial de Pixulé, pois os poucos componentes que desfilaram, mal abriram a boca. Harmonia pouco se viu no desfile. A última alegoria, “Samba e escolas de samba, heranças afrodescendentes na cultura brasileira”, quebrou, provocando um grande buraco ao longo da pista e o esplendor do destaque principal, Paulo César, caiu, o que pode provocar perda de pontos em alegorias. Além disso, o carro teve desfalque de outro destaque.

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A Comissão de Frente, com a fantasia de África, de Reis e Rainhas, apresentou-se bem e estava bem vestida, mas, não impactou. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Douglas Vale e Jack Gomes, com belas fantasias representando a África em sua magnitude, fez uma apresentação correta.

Com tema indígena, Acadêmicos da Diversidade faz belo desfile na Intendente

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Com o enredo “Os Guardiões Indígenas da Floresta Natural: Salve Oxóssi e a Preservação Ambiental”, a Acadêmicos da Diversidade, nona agremiação a entrar na avenida, falou do papel dos indígenas na defesa das florestas, criado pelos carnavalescos Ismael Costa e Evandro Sebastian. Eles usaram várias cores nas alas e as fantasias, bonitas, embora simples, eram de fácil entendimento. Mas, no decorrer do desfile, foram caindo pedaços de fantasias. A última alegoria quebrou e causou um grande buraco no desfile, prejudicando a evolução da escola, que teve que correr no final para não estourar o tempo.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba, de autoria de Dudu Senna, Carlos Senna, Marquinhos Beija-Flor, Renan Diniz, Jota Pê e Wallace Oliveira, não foi cantado por vários componentes nas alas, o que pode custar pontos preciosos. A bateria, comandada por Washington Paz, apresentou uma cadência forte e levantou o público presente. Bem vestida, representou os guardiões indígenas.

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A última alegoria, “Oxóssi proteja a natureza e nos ensine a grandeza de suas matas” quebrou e causou um grande buraco no desfile, prejudicando a evolução da escola, que teve que correr no final para não estourar o tempo. A Comissão de Frente representou o mito da criação e o ritual da vida, fazendo uma bela coreografia, mas, esqueceu de cantar o samba, atravessando a pista em um silêncio ensurdecedor, inclusive diante dos jurados. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Jefferson Pereira e Alana Couto, apresentou-se com uma dança leve e foi bastante aplaudido.

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