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União do Parque Curicica faz desfile caprichado, mas corre no final

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Décima a entrar na Intendente Magalhães, a União do Parque Curicica, da Zona Oeste, apresentou o enredo “Abayomis, o encontro precioso das Yas”, dos carnavalescos Alan Dias e Marco Antônio Faleiros, resgatando uma história ancestral do bairro de Jacarepaguá, onde surgiram as bonecas Abayomi, com relata sua criadora, a artesã Lena Martins, nos anos 1980, que refletiram a redemocratização do país, a Constituição de 1988 e os 100 anos da Abolição da Escravidão. O desfile foi bonito, com belas alegorias e fantasias. Mas, para não estourar o tempo, teve que correr no final.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba-enredo, de Macaco Branco, Alexandre Alegria, Carlos Bebeto, Edson Pitimbu, Vagner Silva e Djalma foi bem defendido pelo intérprete Ronaldo Ylê e cantado por boa parte dos componentes, embora em algumas alas houvesse que não cantasse o samba. As fantasias eram simples e mal acabadas em certas alas, com pedaços se soltando. As alegorias eram bonitas, mas, algumas pecaram pelo mau acabamento.

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A harmonia e a evolução iam bem até perto do fim, quando a escola teve que correr, conseguindo terminar o desfile no tempo certo. A bateria, caracterizada de Tambor de Crioula, foi comandada pelo Mestre Yan Hurley “Pac Man”, e apresentou boa cadência. A Comissão de Frente representou as bonecas Abayomi e fez bela e correta apresentação. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Carlos Caettano “Kadu” e Bárbara Verçosa, representaram a ancestralidade africana e fizeram um belo bailado, sendo aplaudidos.

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União de Maricá faz desfile bonito, mas com muitos problemas

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Nona escola a entrar na avenida, a União de Maricá fez um desfile bonito e vibrante. Com o enredo “A revolução pela alegria… uma ópera popular”, que segundo o carnavalesco Renato Figueiredo tinha como missão despertar no povo uma conexão profunda com a sua força interior mais poderosa, a alegria, levantou as arquibancadas, que aplaudiram sua apresentação. As fantasias e alegorias também estavam muito bonitas. Porém, o carro abre alas bateu na última cabine de jurados e a última alegoria não conseguiu andar, abrindo um grande buraco na pista, fazendo a escola correr para não estourar o tempo.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba-enredo, de Alexandre Valle, Paulo Bispo, Gigi da Estiva e Phabbio Salvat, foi muito bem defendido pelos intérpretes Matheus Gaúcho e Ito Melodia (da União da Ilha), além de cantado a plenos pulmões pelos componentes da agremiação de Maricá.

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As fantasias exploraram bem as cores vermelho, branco, azul e dourado da escola e eram muito alegres, como pedia o enredo. Tudo ia bem no desfile até o carro abre-alas, ao chegar perto do final da avenida, bater na última cabine de jurados, paralisando o desfile. A partir daí, o nervosismo e o desespero tomaram conta dos diretores de harmonia e integrantes.

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A bateria foi obrigada a correr como em uma maratona, assim como todas as alas, deixando a última alegoria, “Revolução pela Alegria” para trás, sem conseguir andar. O que abriu um enorme buraco na pista. Além disso, na parte de trás do abre-alas uma parte da alegoria se soltou, caindo na pista e sendo recolocado pelos empurradores. Evolução e harmonia ficaram comprometidas. A escola começou o desfile sorrindo e terminou chorando.

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A Comissão de Frente estava com o figurino “Tristeza, por favor vá embora”, com os integrantes com roupas bem coloridas e alegres. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Johny Matos e Joana Falcão estava com uma roupa que significava “A alegria em fantasia”. Fez bonita e aplaudida apresentação.

Unidos de Vila Kennedy passa bem na comissão de frente e casal, mas sofre com conjunto de fantasias

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Nona a entrar na Passarela do Samba da Intendente, a Unidos de Vila Kennedy apresentou o enredo “I have a dream e os sonhos de liberdade”, baseado no discurso do grande líder do movimento dos direitos civis Martin Luther King, do carnavalesco Fábio Henriques. O tema foi bem mostrado na avenida, embora com um conjunto de fantasias que ficou devendo. O desfile também foi morno e não empolgou o público.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba-enredo, de Flavinho Bento, De Paula, Jailton Russo, Maguinho VNB, Claudinho Russo, Julio Cillio, Aguinaldo Medina, Adalberto Lobo, Gilson Rangel, Flavinho Ribeiro e Yago Rodrigo, teve o refrão “Pra ter direitos humanos, sem discriminação” e o trecho “liberdade…liberdade”, bem cantados pelos componentes. O restante do samba não conseguiu um bom rendimento. O conjunto de fantasias era bem simples. As alegorias vieram bonitas, mas com problemas de acabamento. Uma delas veio com um componente a menos. A evolução foi morna, assim como a harmonia.

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A Comissão de Frente veio fantasiada de guerreiros da tribo pantera negra. Fez uma apresentação muito bonita e recebeu aplausos do público. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Hugo César Nome e Débora Santos representou a paz e retratou o movimento dos hippies e o Festival de Woodstock nos anos 1960. Também se apresentou bem e chamou a atenção pela beleza da fantasia.

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Vila de Santa Tereza fez belo desfile, mas pode ser penalizada por ter menos baianas

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Sétima a entrar na Intendente Magalhães, a Unidos de Vila de Santa Tereza fez um bonito desfile com o enredo “Obinrin Agbara – A saga das guerreiras”, do carnavalesco Caio Araújo, sobre quatro princesas que chegaram ao Brasil escravizadas. Belas Fantasias e alegorias, além de passar bem animada, embora não tenha empolgado o público. A escola do bairro de Coelho Neto também sentiu a falta de vários componentes. A escola pode ter desfilado sem o número mínimo de baianas que é de 35 e isso ainda precisa ser apontado pela comissão de obrigatoriedades da Superliga. A direção da escola informou ao site CARNAVALESCO que cumpriu a obrigatoriedade com o número obrigatório de baianas.

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Fotos de Anderson Madeira/Site CARNAVALESCO

O samba-enredo, de autoria de Amaro Poeta, Milton Carvalho, Fagundinho, Ney do Cavaco, Antônio Conceição, Carolina Abreu, Zé Paulo Mirada, Alexandre Costa e Antônio Brant, foi bem defendido pelos intérpretes Carolina Abreu e Alessandro Tinagá, sendo cantado pelos componentes, embora em algumas alas, os integrantes não cantassem.

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Se a harmonia não estava perfeita, a evolução foi tranquila e a escola encerrou o desfile dentro do tempo. A bateria, dos mestres Marlon Celestino, Jhow Yuri e Darllan Nascimento, estava fantasiada de capatazes de escravos, se apresentou de forma cadenciada e recebeu aplausos. A Comissão de Frente apresentou 12 bailarinos divididos em Exus, Yabás e uma mulher negra amordaçada, representando a entidade da escrava Anastacia. Ela era açoitada por um capataz e retirava a mordaça durante o desfile. A apresentação foi impactante e mereceu aplausos do público.

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O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Francisco Alves e Giselly Assumpção, cuja fantasia representava as heranças africanas, fez uma apresentação correta.

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Leão de Nova Iguaçu empolga, mas enfrenta problemas

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Sexta a desfilar na Avenida Intendente Magalhães, a escola de samba Leão de Nova Iguaçu estava animada e levantou as arquibancadas, arrancando aplausos do público, ao apresentar o enredo “Dedé da Portela – Fez da vida poesia e cantou sua alegria em tempo de carnaval”, em homenagem ao cantor e compositor brasileiro e um dos principais intérpretes da Portela, desenvolvido pelo carnavalesco Leo Midia “In Memorian”. Mas, teve dificuldades em alegorias e fantasias com problemas de acabamento.

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O samba-enredo, de autoria Renan Paixão, Cacau do Alecrim, John Douglas, Vinícius Campos, Rafael Lima, Rosangela Mendes, Bill e Sandro Jta R., com participação especial de Nego Lourenço, foi cantado pelos componentes da agremiação e contagiou o público nas arquibancadas. Se o chão da Ouro, Vermelho e Branco da Baixada foi bom, a parte plástica deixou a desejar.

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A 2ª alegoria, “Consagração do Poeta Salve o Poeta!” mostrou o busto de Dedé com uma das mãos faltando três dedos, o que fará a escola perder ponto em Alegorias e Adereços. Várias alas estavam com pedaços de fantasia caindo na pista.

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A escola apresentou boa evolução e harmonia. A bateria, fantasiada de procissão do samba e em homenagem aos ritmistas da Portela, comandada por Mestre Michel Silva, foi outro ponto alto do desfile.

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A Comissão de Frente representou o começo do sonho de Dedé da Portela, quando ele se encantou com a folia e a boemia. Apresentou-se bem diante dos jurados. O primeiro casal de mestre-sala, Jorge Vinícius e Amanda Palhares, também fez belo bailado e foi aplaudido pelo público.

Samba se destaca e União de Jacarepaguá mostra força em desfile na Intendente Magalhães

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Quinta escola a desfilar na segunda noite de desfiles da Série Prata, a União de Jacarepaguá apresentou o enredo “De ventres Africanos, os sonhos de liberdade!”, desenvolvido pelo carnavalesco Lucas Lopes, que propunha uma reflexão crítica sobre os 150 anos da promulgação da Lei do Ventre Livre. Com destaque para seu bom conjunto estético, a escola mostrou força na Intendente Magalhães. Além disso, o samba da escola, composto por Diego Nicolau e parceiros, se destacou no desfile, impulsionando o canto. Com uma letra forte, o samba da escola, composto por Diego Nicolau, Ribeirinho e parceiros, foi um dos principais destaques do desfile da União de Jacarepaguá. De sua bela letra, se destaca o trecho “Tira Essa Mordaça Do Seu Coração / União É Raça, É
Consagração”, muito cantado pelo chão da escola.

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Fotos de Gabriel Gomes/Site CARNAVALESCO

Impulsionada pelo samba, a Harmonia da escola também teve desempenho satisfatório na noite, com muitas alas cantando a obra, sobretudo seu refrão principal. A se destacar, a ala de baianas da escola, que, com uma fantasia branca e laranja representando a Ancestralidade Africana, cantou bastante na avenida Intendente Magalhães. A evolução da escola, assim como a Harmonia, também não apresentou graves problemas.

Comandada por mestre Marquinhos, a bateria da União de Jacarepaguá teve bom desempenho na noite. Representando os Soldados Capoeiras na Guerra do Paraguai, os ritmistas sustentam com maestria o desfile da escola.

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Esteticamente, a escola passou bem na avenida, com um bom conjunto de fantasias e alegorias. De destaque, o abre-alas da escola que, com muita criatividade e materiais remetentes à estética africana, passou a mensagem que propunha no enredo. Além dele, os outros elementos alegóricos da escola também passavam, de forma muito clara, o enredo.

Representando “Os negros guerreiros guardiões da mãe África”, a Comissão de Frente da União fez bela apresentação na Intendente Magalhães. Com roupa e coreografia bastante africanizadas, a Comissão cumpriu bem seu papel na avenida.

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O primeiro casal da escola, Rogério Júnior e Natália Monteiro, também passou bem na avenida. Com uma roupa represetando “Negros e negras que carregam o sangue nobre africano”, o casal demonstrou muita fibra e garra na coreografia. Em sua roupa, a porta-bandeira trazia uma boneca nas costas, como um bebê.

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Em resgate a sua característica irreverente, Caprichosos de Pilares realiza desfile com destaque para conjunto de fantasias

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Quarta escola a desfilar na segunda noite de desfiles da Série Prata, a Caprichosos de Pilares resgatou sua veia irreverente e crítica, na Intendente Magalhães. Com o enredo “Circo Brazuca”, que mergulhava no universo circense e comparava-o ao Brasil atual, a escola apresentou um belo conjunto de alegorias, em que pese algumas com problemas de iluminação e, sobretudo, fantasias.. Além disso, a comissão de frente da escola, com trajes e características circenses, também se destacou nos 38 minutos de desfile da escola. O samba da escola, muito animado e empolgante, cumpriu bem seu papel na avenida. A obra teve o seu refrão bastante cantado pela escola, sobretudo o trecho “O Povo Espera a Caprichosos De Pilares”. No desfile, entretanto, houve alguns desencontros no carro de som, entre os cantores e os cavaquinistas da escola.

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Fotos de Gabriel Gomes/Site CARNAVALESCO

A Harmonia da escola, impulsionada pelo samba, foi satisfatória na avenida, porém irregular. Algumas alas da escolas não cantavam a totalidade do samba, apenas o refrão principal. A evolução da escola teve um desempenho regular, com um bom início, porém com uma certa “correria” do meio pro final da escola, após o encerramento da passagem do casal e da comissão de frente.

Visualmente, a escola passou muito bela na Intendente Magalhães. Apesar de o abre-alas e tripé de abertura passarem apagados, o conjunto alegórico da escola impressionou o público presente. As fantasias, destaque principal do desfile, estavam muito belos e com fácil leitura e identificação, com a ala que fazia referências às mazelas brasileiras, como juros, corrupção e outros.

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A bateria do mestre Américo Teófilo teve bom desempenho na avenida. Com uma bela fantasia com estampas floridas, intitulada “Dançar como a banda toca”; os ritmistas da escola de Pilares sustentaram o ritmo por todo desfile.

Um dos grandes destaques da noite, a comissão de frente da Caprichosos, comandada por Arthur Rozas, brindou o público com uma excelente apresentação. Com os componentes vestidos de coelhos e um de mágico circense, a Comissão tinha como ponto alto um truque de mágica, no qual o mágico sumiu dentro da cartola, elemento cenográfico trazido pela escola.

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O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Paulo e Maura, realizou boa apresentação na noite. Com uma fantasia azul com detalhes também floridos, representando “Os saltimbancos da galhofa nacional” eles mostraram sincronia e precisão nos passos.

Bateria ‘Mike Tyson’ rouba a cena, mas não apaga problemas no desfile da Villa Rica

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A Villa Rica terceira escola a desfilar na Intendente, pela Série Prata, foi mais que encontrou as origens não brancas no carnaval de 2022. Seu enredo ‘Caboclo – Bradou na Mata. Hoje é dia de festa. Traz o Axé dos seus irmãos. Viva o povo da Floresta”, contou a história do Caboclo Cobra Coral. Indígena de origem asteca trabalha nos terreiros de umbanda e candomblé na irradiação de Oxóssi e Xangô. Destaque para o primeiro carro da escola e a belíssima ala das Baianas, que veio com fantasia bem acabada e componentes animadas com o samba-enredo na ponta da língua.

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Fotos de Walter Farias/Site CARNAVALESCO

Também foi destaque a ‘bateria Mike Tyson’ com seus três mestres de bateria (Jandão, Thiago Henrique e Bruno Castro). Eles contaram com a presença de mestre Calaquinho (São Clemente). A bateria e carro de som estavam bem entrosados. A harmonia potencializou o forte canto dos componentes.

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Porém, a escola teve um pequeno incidente com a primeira alegoria. Sem contratempos, foi a apresentação do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Róbson Alves Cavendish e Thainá Mattheis, que desfilaram com uma bonita fantasia e demonstrou elegância, frequente troca de olhares, enalteceram e defenderam o pavilhão da escola. A comissão de frente também passou bem pela Intendente, com movimentos limpos, componentes cantando o samba e sem prejudicar a evolução.

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Com enredo que enaltece suas raízes, Rocinha desfila com uma impecável ala das baianas

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Sendo a segunda escola da noite, a Acadêmicos da Rocinha passou pela Intendente Magalhães com o enredo ‘Eu sou o samba, a voz do morro sou eu mesmo sim senhor’. Enredo que busca trazer as origens carnavalescas e mostrar a resistência do afro-brasileiro por meio da cultura. Destaque para a ala ‘vai quem quer’, que passou muito animada e cantando muito e ala das Baianas que estavam impecáveis com uma fantasia inspirada na orixá Oxum.

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Fotos: Walter Farias/Site CARNAVALESCO

A ’bateria ritmo avassalador’ do mestre Júnior estava em harmonizada com o carro de som e ajudou a comunidade no canto, no entanto, após um início de desfile belo e promissor, a escola teve que correr na última parte do desfile para não estourar o tempo.

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O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Vinicius Jesus e Suelene Neves fizeram uma apresentação segura e tranquila, assim como a comissão de frente de Junior Barbosa que apresentou força e movimentos limpos na frente das cabines dos jurados.

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Tranquila e sem sustos, Alegria da Zona Sul abre bem o segundo dia da Série Prata

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Primeira escola a desfilar na Av. Intendente Magalhães na noite de sábado, 30 de abril, a Alegria da Zona Sul apresentou o enredo ‘Até que enfim… Aroldo Santos’, uma homenagem ao cantor e compositor Aroldo Santos.

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Fotos de Walter Farias/Site CARNAVALESCO

A ’bateria ritmo quente’ comandada pelo mestre Tabaco veio bem ajustada e teve uma realeza a sua frente, com a rainha Scarlett Cristina, princesa Júlia Albuquerque e rei Lukas Hulan. O carro de som foi um dos destaques da escola junto com a evolução que não deixou a desejar e ala das baianas animada e com fantasia criativa.

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O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Naldi e Nete Vieira, também foi bem. Eles apresentaram boa desenvoltura na dança e vestiram uma bela roupa que tinha a favela do cantagalo estampada. A comissão de frente coreografada por Luiz Carlos Nascimento também passou bem, com coreografia bem ensaiada e sem prejudicar a evolução da escola.

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