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Integrantes da Barroca Zona Sul se mostram confiantes mesmo após enfrentar enorme chuva

Terceira escola a desfilar na noite de sexta-feira, a Barroca Zona Sul teve como destaque o canto da sua comunidade e a resposta da arquibancada. Foi revelado ao CARNAVALESCO que os componentes gostaram de tudo, mas segundo os próprios, o resultado é consequência do bom trabalho que foi feito. O enredo da escola é intitulado como “Guaicurus”.

Marcão (diretor de carnaval)
“Esse desfile aqui tem tempero especial porque esse samba e enredo tomou conta desse povo. Bem no ano que eu completo 10 anos de escola, para mim tocou mais forte. Eu passei todo o desfile emocionado, mas a escola foi bem. Eu acho que esse espírito de desfile é mais importante do que qualquer balizamento. Ver a arquibancada e a forma como ela respondeu, para nós é muito bom”, avaliou.

Marquinhos e Monalisa (casal de mestre-sala e porta-bandeira)

“Eu acho que foi lindo. A gente entrou em um tempo bom e tranquilo e do nada veio uma chuva. Acho que a gente até estava com um pneu, porque foi pra abençoar. A dança continuou fluindo. A escola veio com uma ótima energia. Graças a Deus nas quatro cabines de jurados a nossa parte a gente fez e agora é aguardar terça-feira. A sensação é de dever cumprido. Acho que a Monalisa sofreu mais um pouquinho porque veio a chuva e o vento, mas a gente adaptou de um jeito que ficasse confortável”, disse o mestre-sala.

“A intenção foi não focar na chuva e sim no meu mestre-sala, porque ele que me dá toda a segurança. Eu fiquei o tempo todo nele e ele falou ‘vem comigo’. Nos momentos que começou o evento ele abriu o pavilhão para não enrolar. Na hora dos jurados eu falei que seja o que Deus quiser. Deu tudo certo e a chuva veio para lavar nossa alma”, completou a porta-bandeira.

Rodrigo Meiners (Carnavalesco)
“Um desfile muito seguro, apesar do tempo mais curto. A gente conseguiu tirar do papel tudo que a gente planejou e queria, encaramos uma chuva para lavar a alma e que combina com o nosso enredo. O Pantanal precisa de chuva para apagar o incêndio e a chama da ganância. Quando começou a chover a escola deu uma outra energizada. De alegoria, trabalho limpo. As fantasias a chuva atrapalharam um pouco o acabamento. Tem o regulamento em que com chuva o jurado perdoa alguns pontos de balizamento, mas de verdade, depois de tudo que passamos, não estou nem aí pelo que vai vir. Só estou feliz por tudo que fizemos”, declarou.

Mestre Fernando Negão
“Foi um desfile lindo. Pena que choveu, mas não tirou a garra e união da escola. A união, todos cantaram e vamos esperar o resultado agora. Na bateria a chuva influencia porque os nossos surdos são de pele animal, mas colocamos plástico e fizemos o máximo possível para a chuva não influenciar. Prejudicou um pouco, mas foi tudo sob controle”, analisou.

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