A jornalista Maju Coutinho estreia na apresentação do carnaval “Globeleza”, da TV Globo, com Alex Escobar, âncorando os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Ela conversou com o site CARNAVALESCO e abaixo você confere o bate-papo.

O que você sentiu quando recebeu o convite para entrar na transmissão dos desfiles?

“Eu fiquei muito feliz e honrada em substituir a Fátima Bernardes na transmissão do carnaval do Rio de Janeiro. Recebi essa missão com muito carinho, tem a ver com a minha ancestralidade, com negritude, com a sabedoria do povo negro, que é o carnaval, na maior expressão da nossa cultura. Meu coração está aqui como um bumbo. Eu estou muito animada para essa estreia, esse encontro com o Carnaval do Rio de Janeiro, uma festa poderosa e que mexe com os meus instintos mais profundos porque essa festa, o Carnaval, a negritude, o samba, estão na minha veia”.

Fotos: João Cotta/Divulgação TV Globo

Tem noção que muitas meninas e meninos vão se sentir representados por você na transmissão? Qual é o tamanho da responsabilidade?

“Para mim já vale a jornada nesse planeta quando a pessoa diz que se espelha no meu trabalho, que eu represento muito. Espero retribuir comunicando bem”.

Você visitou barracões e quadras, o que sentiu das escolas de samba que não sabia que existia?

“O Carnaval é um universo que nos presenteia com muitos personagens inspiradores. Eu fico muito encantada com o casal de mestre sala e porta bandeira que carrega com orgulho e respeito o pavilhão da escola. É ato sagrado e lindo de ver”.

Tem algum desfile inesquecível que você viu?

“Eu costumo lembrar dos sambas que me marcaram e acho que esse marcou muita gente: ‘Peguei um Ita no Norte’, de 1993. Um carnaval que eu não lembro de ter assistido, mas que está na memória também por conta da sonoridade é ‘Bum Bum Praticumbum Prugurundum’ e os carnavais de São Paulo, porque eu sou paulistana”.

O que você considera que não pode faltar na transmissão?

“Não pode faltar alegria na transmissão do carnaval! Diversão e energia também precisam estar presentes”.

Qual será o estilo da Maju na transmissão: jornalístico, técnico, pura emoção ou alegria?

“Pergunta difícil: eu acho que a Maju da transmissão vai ser um misto de tudo isso. Pretendo levar pitadas de informação, muita emoção e alegria pra reverenciar o povo do samba”.

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