O ano de 2018 até poderia ser glorioso para a Alegria da Zona Sul. Melhor colocação da história da escola desde a fundação da Lierj, a realização do sonho da inauguração da quadra. Entretanto, a escola sofreu uma grande pancada com a perda do seu barracão e há dois meses do desfile luta para construir o seu carnaval.

O presidente da Alegria, Marcus Vinícius, conversou com o site CARNAVALESCO no mês de dezembro, na festa de lançamento do CD, e revelou que a escola trava uma batalha para ter condição de trabalho e produzir seu desfile.

“A escola está com carros em um terreno baldio. O poder público não deixa a escola fazer nenhum tipo de estrutura no local. Toda vez que tentamos, a Guarda Municipal vai lá e nos impede de fazer qualquer coisa. O terreno que estamos fica na Avenida Brasil e pertence à Prefeitura, que não fará nada com aquilo. Mesmo assim não podemos fazer nada. Eles exigem uma documentação que não existe. Enquanto isso os carros estão lá se danificando”, desabafa.

Outro que se preocupa com a questão é o carnavalesco Marco Antonio. Embora deixe claro que a Lierj está buscando uma solução, reafirma que o poder público não se move para ajudar a escola e que não há condições de erguer o desfile.

“Não temos barracão, estamos jogados. Até a construção no local foi embargada. Temos total apoio da Lierj, do presidente Renato Thor, que está viabilizando algum local para a escola, mas o poder público não faz nenhum esforço para ajudar a Alegria. É preocupante nossa situação”, define.

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