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Marquinho Marino é o novo diretor de carnaval da Unidos da Tijuca

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Considerado um dos melhores diretores de carnaval do Rio de Janeiro, Marquinho Marino é o novo Diretor de Carnaval da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2024. Fundamental nos últimos anos na Mocidade Independente de Padre Miguel, o profissional chega para somar forças na preparação da amarelo ouro e azul pavão do Borel no próximo carnaval.

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Foto: Divulgação/Unidos da Tijuca

Marino já foi diretor de carnaval da Mocidade em 2023 e da Lierj em 2015. Como diretor de carnaval da Mocidade desde 2017, Marquinho foi parte importante de um time no resgate da Verde e Branca de Padre Miguel, que já começou com um título naquele mesmo ano, ajudando a dar respaldo às mudanças que eram necessárias para o desenvolvimento da agremiação. Na Unidos da Tijuca não será diferente.

Buscando a excelência na preparação dos quesitos, o novo diretor de carnaval, que já trabalhou ao lado do carnavalesco Alexandre Louzada, também estreante na escola, buscará entre os diferentes setores e departamentos, o caminho para o processo de reestruturação da escola.

“É uma honra muito grande trabalhar numa escola do tamanho e de tanta história como a Unidos Tijuca. Nunca faltará dedicação, trabalho e principalmente amor, eu coloco amor em tudo que eu faço. Dedicação, trabalho e humildade não irão faltar”, avisa Marino.

Unidos de Padre Miguel tem novo diretor geral de Harmonia

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O time do Boi Vermelho ganhou mais um reforço. Trata-se de Marcelo Marques que chega na escola para assumir a direção geral de Harmonia. Marcelo substituirá Alessandro Cobra, que agora recebeu a missão de conduzir o barracão de alegorias da agremiação.

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Foto: Divulgação/UPM

Com vasta experiencia no segmento, Marques acumula passagens por escolas como Tuiuti, Império Serrano, Beija-Flor de Nilópolis, Acadêmicos do Salgueiro, Imperatriz Leopoldinense e União da Ilha do Governador, tendo atuado nas três últimas em uma comissão de harmonia.

Sua experiência no quesito foi determinante para que ocupasse a posição na escola da Vila Vintém. A Unidos de Padre Miguel já deu início ao seu projeto para o próximo carnaval. Em breve a escola apresentará o seu enredo.

Abraçados pela comunidade e direção, casal da Mancha Verde promete buscar nota que faltou em 2023

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A Mancha Verde entrou na Avenida no Carnaval de 2023 com a missão de defender o título conquistado no ano anterior e provar ao mundo do samba que a boa fase não dependia de um patrocínio em especial. Ao final da apuração, a escola terminou como a vice-campeã, perdendo apenas um décimo no quesito mestre-sala e porta-bandeira, defendido há nove anos por Marcelo Luiz e Adriana Gomes, considerados um dos melhores casais da folia paulistana.

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Foto: Fábio Martins/Site CARNAVALESCO

Reconhecimento de um legado

O que poderia significar o fim de um ciclo em muitas agremiações não aconteceu com o “Casal Magia”. Encabeçada por iniciativa do presidente Paulo Serdan, a comunidade da Mancha Verde abraçou Marcelo e Adriana intensamente, com mensagens de carinho e aclamação da parte daqueles que realmente importam em uma escola de samba e que sabem da importância da dupla na melhor fase da história da Verde e Branco palestrina. Em entrevista ao site CARNAVALESCO ao final da apresentação no desfile das campeãs, o casal avaliou o desfecho da temporada 2023 para eles.

Adriana Gomes fez questão de exaltar seu parceiro de dança e agradecer a toda comunidade da Mancha: “Com a escola que temos, com o presidente que temos, com a comunidade que temos, eu saio daqui muito feliz. E o mais importante, com o mestre-sala que eu tenho. Ele faz todos os anos, mas o que ele fez esse ano conta a experiência, o amor, respeito e dedicação à arte da dança do mestre-sala e porta-bandeira”, disse.

Normalmente mais contido, Marcelo Luiz abriu o coração em uma aula do que significa ser um casal de mestre-sala e porta-bandeira: “Isso que é parceria, o casal é um só. Estou ali para conduzir uma pessoa que está ostentando o ponto máximo da escola, e eu defendendo. Se meu papel é defender o pavilhão e defender a pessoa que está ostentando o pavilhão que é a porta-bandeira, que é a rainha da escola, esse é meu papel. Minha função é essa. Eu não tenho que ser melhor do que ninguém. Não tenho que ser o melhor de São Paulo ou do Brasil. Eu tenho que ser o melhor para mim, para a minha escola e para a minha porta-bandeira. Eu sendo melhor para eles estou feliz, do fundo do meu coração”, declarou.

Assim que os portões se abriram para a Mancha Verde entrar na Avenida no desfile das campeãs, Paulo Serdan fez seu tradicional discurso. Durante a fala, o presidente fez questão de garantir que todos na agremiação estavam com seus contratos renovados, o que foi visto como outro gesto de apoio aos componentes da escola por Adriana Gomes.

“Não deu tempo nem de pensar, porque se a gente achou que as coisas deram tudo errado, elas deram tudo certo. Estamos em uma escola que respeita o nosso trabalho, nosso carinho, nosso amor ao pavilhão, ao verde e branco e para nossa comunidade. Isso para mim é o nosso dez”, comentou a porta-bandeira.

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Marcelo Luiz acredita que a cada ano que passa o nome do casal fica marcado na história da Mancha Verde, em especial pela dedicação que eles aplicam em favor da escola.

“Assim como em todos os anos, e como ano passado em que fomos campeões, parece que esse ano foi ainda maior. Ficamos muito surpresos pela receptividade do presidente e da comunidade. A quadra lotada e todo mundo passando aquele carinho, aquele afeto, apoiando, do nosso lado. Não tem coisa melhor que isso. É o que eu disse, nós somos os melhores para nós e para a nossa escola. Outras escolas serão melhores para elas próprias. Não queremos ser melhores que ninguém. Queremos ser os melhores para a gente, queremos ser felizes, assim como os outros casais e as outras escolas que estão mostrando esse carnaval belíssimo da cidade de São Paulo. É isso que importa”, exaltou.

Volta triunfal dos filhos de Iansã e Oxóssi

Adriana e Marcelo aproveitaram para mandar um recado para a comunidade da Mancha Verde. Em especial a porta-bandeira, que externou aos presidentes das demais escolas de samba um pedido para que o julgamento do quesito seja levado mais a sério.

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“Vocês podem ter certeza de que terão um casal para 2024 que virá para essa pista buscar nota. Nesse carnaval viemos fazer isso, mas uma mulher de Iansã brava, ela fica arretada, viu? E eu vou te falar que um Oxóssi bravo também não é bom. Viremos com sangue nos olhos, porém respeitando aquilo que somos como mestre-sala e porta-bandeira, respeitando o pavilhão e pedindo para que os deuses do carnaval e aos presidentes que tenham um olhar mais clínico para forma como é passado o nosso critério para os jurados. Ter um olhar clínico para os nossos critérios e ouçam os julgados. Acho que isso será de muita importância para o próximo carnaval, que é para agora, porque a gente começa a trabalhar agora”, finalizou Adriana.

“Para a minha comunidade eu só tenho uma palavra para definir, que é gratidão. É gratidão, gratidão e gratidão. E é o que a Adriana falou. Uma mulher de Iansã e um homem de Oxóssi… no carnaval de 2024 a gente vem que vem. Podem ter certeza disso”, concluiu Marcelo.

Marlon e Squel começam ensaio com nova coreógrafa contratada pela Portela

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O novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marlon Lamar e Squel, já estão ensaiando com foco no próximo desfile. A partir de agora a dupla contará com toda a experiência da coreógrafa Marluce Medeiros. Ela será a ensaiadora do casal.

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Foto: Divulgação/Portela

Além dos ensaios de dança, Marlon e Squel têm feito treinos funcionais preparados especialmente para eles. A equipe fará sua grande estreia no dia 01 de abril, durante a Feijoada da Família Portelense.

Novos chassis para alegorias

A Portela recebeu na segunda-feira, em seu barracão, na Cidade do Samba, dois novos chassis para serem utilizados a partir do carnaval de 2024. Fruto do contrato assinado com a Mercedes-Benz, que prevê a substituição, nos próximos anos, de todos os chassis utilizados pela Majestade do samba, a entrega inicia a modernização da parte estrutural de nossas alegorias.

Mangueira contrata coreógrafa, ex-Viradouro, para o casal de mestre-sala e porta-bandeira

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Celeste Lima é a nova coreógrafa do primeiro casal da Mangueira. Matheus Oliverio e Cintya Santos serão coreografados pela Bailarina do Teatro Municipal. Ela tem uma longa trajetória no carnaval, sua primeira experiência foi coreografando a comissão de frente da Rocinha ao lado de Márcio Moura; coreografando casais teve passagens no Salgueiro, Portela, Mocidade, União da Ilha, Viradouro entre outras.

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Foto: Divulgação/Mangueira

“Fico agradecida por poder compartilhar meu conhecimento como bailarina mas sem alterar a dança do casal. Chego para o aprimoramento artístico da dança do casal; mantendo sempre a ancestralidade, as raízes e não descaraterizando a individualidade de cada um”, explica Celeste.

Veja como foi o casal no desfile

Pela primeira vez dançando juntos, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Matheus Olivério e Cintya Santos fez uma apresentação marcada pela velocidade e intensidade, que mesclou o bailado tradicional com passos coreógrafos, com direito a muitos giros e rodopios. Os dois vieram simbolizando a orixá Oyá Onira em um figurino rosa e prateado.

União da Ilha anuncia renovação com carnavalesco Cahe Rodrigues

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Em publicação nas redes sociais, na tarde desta quarta-feira, a União da Ilha anunciou a renovação do carnavalesco Cahe Rodrigues. Veja abaixo o texto da escola.

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Foto: Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

“A União da Ilha do Governador tem a alegria e satisfação de anunciar que @eucaherodrigues segue como nosso carnavalesco. Em conversa com o presidente Ney Filardi na tarde dessa quarta-feira, Cahe teve seu contrato renovado para a temporada de 2024.

Querido em nossa comunidade, o talentoso profissional irá para o seu quarto carnaval consecutivo pela agremiação.

A diretoria acredita que a permanência de Cahe, mostra que a escola pretende dar prosseguimento aos belos desfiles realizados por ele.

Boa sorte e sucesso sempre! Simbora que 2024 é logo ali”.

Como foi o desfile em 2023

A União da Ilha do Governador pisou na Sapucaí com toda a responsabilidade de mais uma vez ser favorita ao acesso e pela homenagem realizada aos seus 70 anos de história e ao centenário da madrinha Portela. Apesar do excelente trabalho visual do carnavalesco Cahê Rodrigues, o carro abre-alas passou apagado nos dois últimos módulos de julgamento. A alegoria trazia as cores da escola e as águias, símbolo das duas agremiações. A “Baterilha” de mestre Marcelo Santos foi outro ponto alto da noite e a comissão de frente apresentou bem a ideia da homenagem presente no enredo além de impressionar pela excelência no aspecto visual. Com o enredo “O encontro das águias no Templo de Momo”, a União da Ilha foi a sexta agremiação a desfilar, encerrando sua apresentação com 53 minutos.

Escolas de samba e carnaval do Brasil são atacados por conservadores estrangeiros nas redes sociais

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Conservadores estrangeiros estão atacando as escolas de samba e o carnaval do Brasil nas redes sociais afirmando que as tragédias das chuvas no país aconteceram devido a “ira divina” contra o carnaval, que estaria celebrando “representações satânicas” nos desfiles.

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Foto: Allan Duffes e Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

Segundo reportagem da Folha de São Paulo, os conservadores utilizaram as redes sociais para declarar que o carnaval faz um “festejo satânico” e que todas tragédias das chuvas acontecem devido a “justiça dos céus”.

“Os brasileiros zombaram de Deus durante o Carnaval realizado em 18 de fevereiro de 2023, o que provocou Deus e também os cristãos no Brasil a exigir justiça. Portanto, Deus atingiu o Brasil com grandes tempestades e uma inundação”, diz uma das publicações reveladas pela Folha de São Paulo.

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Foto: Gabriel Monteiro/Divulgação Riotur

 

Lucinha Nobre faz primeiro ensaio com mestre-sala Matheus e fala do retorno para Tijuca: ‘Estamos todos muito empolgados’

Menos de um mês após o último carnaval e com o objetivo de não perder tempo, os casais de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Tijuca, que receberam novas formações para 2024, Matheus André e Lucinha Nobre, primeiro casal e Rafael Gomes e Thainá Teixeira, segundo casal, já iniciaram seus ensaios na quadra da agremiação visando o próximo desfile, que acontecerá em fevereiro do ano que vem.

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Fotos: Divulgação/Unidos da Tijuca

Lucinha Nobre, que não defende o pavilhão tijucano desde 2009, resgatou o pavilhão guardado há 15 anos e dançou pela primeira vez com seu novo mestre-sala, Matheus André. O mestre-sala estreou como comandante do pavilhão principal da Unidos da Tijuca no último carnaval.

“Começamos com uma roda de conversa para nos conhecermos melhor. A Thainá foi minha aluna e o Matheus foi aluno da Thainá. Estamos todos muito empolgados. Eu pessoalmente pego um mestre-sala limpo, clássico, com excelentes giros e riscado bonitos de ver. Estou muito animada em deixar ele do meu jeitinho pra Avenida”, analisa a experiente porta-bandeira Lucinha Nobre.

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Os dois casais de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Tijuca

A estreia das duplas e a apresentação de toda equipe da Unidos da Tijuca para o próximo Carnaval acontecerá em breve. As informações do evento ainda serão divulgadas. Além de Lucinha Nobre e Thainá Teixeira, a Unidos da Tijuca também anunciou a chegada do carnavalesco Alexandre Louzada e do intérprete Ito Melodia.

Perlingeiro ressalta que venda de ingressos é a maior receita para escolas do Grupo Especial

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O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Perlingeiro, fez um balanço do Carnaval 2023, em seu podcast, e já revelou datas dos ensaios técnicos para 2024. Primeiro, ele ressaltou o recorde de público na Avenida.

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Foto: Reprodução de internet

“Batemos vários recordes. O principal foi público. Batemos mais de 100 mil pessoas por dia. Capacidade plena da Marquês de Sapucaí. O último recorde foi em 2011. Fizemos um carnaval fora de época em abril, não tempo de carnaval, que é fevereiro e março. As escolas apresentaram grande conteúdo em seus enredos. A Liga conseguiu passar mais apoio financeiro para todas escolas”.

Jorge Perlingeiro citou também que hoje a venda de ingressos é a maior receita gerada pelas escolas de samba.

“Até então a maior renda era da TV Globo, depois da subvenção dada pela prefeitura e depois seria a venda de ingressos. Esse ano a venda de ingressos superou tudo. Com 100% de venda, nós tivemos uma receita muita boa e podemos passar uma melhor subvenção para todas escolas. Um bom carnaval não custa barato. Os super camarotes também valorizaram e muito o espetáculo”.

O presidente da Liesa também já projetou o Carnaval 2024 e o início dos ensaios técnicos para o ano que vem. Os desfiles do Grupo Especial estão marcados para 11 e 12 de fevereiro de 2024. Ele confirmou a realização dos mini desfiles na Cidade do Samba.

“Vamos começar no dia 07 de janeiro e utilizar os domingos, além do sábado, dia 3 de fevereiro, com o teste de luz e som do Sambódromo. Vejo o ensaio técnico como grande produto do carnaval. Vamos tentar dar uma dimensão ainda maior. Trazendo mais recursos. Primeiro, o aprendizado para todas escolas. Segundo, o lado social, nada mais justo que retribuir o povo do Rio, fazendo os ensaios técnicos. Terceiro, vamos criar melhores condições”, explicou.

Justo ou injusto? Após três carnavais, bateria da Grande Rio perde o 100% e recebe uma nota 9.9

Após três carnavais (2019, 2020 e 2022) recebendo somente nota 10, ou seja, desde que mestre Fafá assumiu o comando, a bateria da Grande Rio levou um nota 9.9 no Carnaval 2023, dada pelo julgador Ary Jayme Cohen, que estava no primeiro módulo. Os demais jurados deram nota 10. Como a nota mais baixa é descartada, mestre Fafá manteve os 30 pontos. Sendo assim, segue dando pontuação máxima para escola.

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Foto: Allan Duffes e Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

Ao tirar o 0,1 (1 décimo), Ary Jayme Cohen citou: “Na finalização da convenção rítmica no bis do refrão do meio com a bateria em evolução deixando o módulo, alguns ritmistas do naipe de chocalho executarem o ataque de uma forma desigual”.

Por outro lado, o julgador Rafael Barros não tirou nada e ainda elogiou. “O andamento confortável mantido do início ao fim, e também as bossas muito bem executadas, em especial pelo naipe de tamborins”.

A última nota 9.9 para bateria da Grande Rio tinha sido em 2018, através do julgador Cláudio Luis Matheus. Mestre Thiago Diogo era o comandante da bateria da tricolor de Duque de Caxias.