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Portela 2024: samba da parceria de Jorge do Batuke

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Compositores: Jorge do Batuke, Claudinho Oliveira, Zé Márcio Carvalho, Leko 7, Romeu D´Malandro, Silas Augusto e Araguaci
Intérpretes: Zé Paulo Sierra e Tem-Tem Jr.
Participação especial na gravação: José Araújo

A benção, mãezinha, “Mahin” é de fé
Luzia em Luisa, na áurea um axé
Seu filho voltou, voou e venceu
Do infindo azul, um sonho nasceu
Aos olhos da Águia altaneira, sou eu!

Okê-okê Arô, Oxóssi caçador
Vi aos pés da gameleira, Yroko!
Oxum padroeira, num canto de amor
Pergunto onde está o defeito da cor?

No pensamento, será na sabedoria?
No preceito, na magia que herdei de Daomé?
Resistência é a força que nos guia
E o fogo da justiça queima tudo que vier

Ôôôô! Ôôôô!
Oxé sagrado é machado de Xangô
Kaô Kabecile, kaô!
Kaô, meu pai Xangô!

Seca o pranto, acalanta o coração
Nessa imensa solidão, que é o mar de Yemanjá
Toda preta mergulhada em agonia
É a noite em pleno dia
Com histórias pra contar

Pela tua identidade, alma Jeje de menina
Por amor à irmandade, nêga flor te acolheu
Naê Rainha te levou até as minas
Rosa de Todos os Santos
Onde a liberdade floresceu

Valeu a luta, mulher
Mãe heroína
Não se culpe, mulher
Estou aqui por você
Por nossa gente, que tentaram esconder
Se prometeram nos matar
Prometemos não morrer
Se prometeram nos matar
Nós vamos sobreviver

Eu sou Portela
Quero o que é meu de direito
Consertando o defeito que a história escreveu
Eu sou a “Gama” preta nessa claridade
Portelense de verdade
Povo preto que venceu

Portela 2024: samba da parceria de Paulo Cesar Feital

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Compositores: Paulo Cesar Feital, Rafael Faustino, Allan Corrêa, Raphael Gravino, Rodrigo Guerra, Madalena Simões e Pirique Neto
Intérpretes: Dowglas Diniz e Rafael Faustino

De Mahin nasceu o meu matriarcado
O axé da minha ancestralidade
E o grito que ecoou do ventre renegado
Ressoa em todo canto como um canto de igualdade
Meu nome é Luís Gama, eis aqui o teu legado:
Okolofé, Kehindé! Oh, mãe da liberdade!
Enfrentaste o desatino, negaste o peso da cruz
Se essênio, devia ser preta a pele de Jesus

Odoyá, Iyá Luiza!
À África voltaste pra tentar me encontrar
Mas eu vivo em ti, você em mim, mamãe Luiza
Meu corpo é teu corpo, e o nosso verbo é o verbo amar!

Kehinde! Brilha tua luz na Encantaria
És menina jeje do clã de Daomé
Vale mais que ouro a nossa alforria
Santa heroína de cada mulher!
Que orgulho, mãe, da tua voz entre os malês!
Para o preto? Ainda a justiça não se fez!
Um negro jurista quanto hoje valeria?
A arroba em réis? Tanto faz, padeceria…
Sou herança de Taiwó, Durojaiwé
Peço as bênçãos de Xangô a essa mátria não-gentil
Eu assino aqui, Luis Gama, Omotundé!
Com todo meu amor, à Rainha do Brasil!

Odara, ê! A Portela é meu ylê, onde finda a saudade
Yabá emoriô, meu ifá alafiou, negra majestade
Por mais que tentem nos sucumbir
Ser teu filho e ser mãe preta são atos de resistir

União da Ilha 2024: parceria de Carlinhos Fuzileiro

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Compositores: Carlinhos Fuzileiro, Myngal, Chacal do Sax, Baby do Cavaco, Geraldo M. Felicio, Marcão Silva, Mingauzinho, Rony Sena, Robertinho e Felipe Mussili
Intérprete: Bruno Ribas

Órum, o centro de toda magia
Ayê, fértil jardim da igualdade
Nasce a luz da união
Doum, é mais que respeito é divindade
Emana pra todos felicidade
Bordada em nuvens de algodão (brinca)
Brinca doce Amora
Pretos cachos no cabelo sob as bênçãos de Iemanjá
Negritude aflora a herança enraizada, de mãe África

Vem pra festa do erê, deixa a gira girar
Vem pra festa do erê, deixa a gira girar
Na azul, vermelho e branco não tem distinção
Não importa o tom da pele e sim o coração

Almas, incorporadas de amor
Vidas, sem preconceito de cor
No gueto o black é poder
Sonho nas mãos de criança
Nossa pretitude coroada
A pura inocência a nos ensinar a amar
O ser encantado da eterna infância
Que joga por terra toda maldade
Que Deus abençoe o sorriso
E a pureza na humanidade

Doum Doum, salve a nossa união doum
É dia de festa no quintal da esperança
No axê da criança, na força de irmão
A energia do futuro da nação

União da Ilha 2024: parceria de Eli Doutor

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Compositores: Eli Doutor, Flávio Martins, Valdo Rosa, Valtinho Botafogo, Ruy Chianelli, Fábio Glinardello, Jorge Alves, Carlos Danoninho e Fernando de Lima
Intérprete: Zé Paulo Miranda

De punho cerrado chegou a Ilha
Com as crianças do Brasil
Pra semear e mostrar para o mundo
Um amor que nunca existiu

África, nasce Doum abençoado
Salve Ayiê, rufam ilús
Céu estrelado
Abraça o irmão, traz inclusão
A Obatalá nosso respeito
É porta-voz da luta contra o preconceito
Levanta as mãos e pede axé aos nossos ancestrais
Segregação da raça negra nunca mais
Com guaraná medos vem apagar
Encantamento o menino quem trouxe
Plantando nuvens de algodão doce

Gira-gira, pula corda
Com Amora vou brincar
Vem pra transformar o mundo
Diferenças derrubar
Hoje a saudade veio perguntar

Ó Damião , cadê Doum
Tá passeando no cavalo de Ogum

No encontro a emoção
Os dois dão a mão
Linda infância
O amor não tem cor, nem religião
Tolerância !
Das Marielles e Dandaras se orgulhar
O black é power tá na hora de reinar
Os pretos velhos vêm acender
A luz que existe dentro de você

União da Ilha 2024: parceria de Márcio André

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Compositoes: Marcio André, Marquinhos do Banjo, Gugu das Candongas, Vitor Lajas, Junior Nova Geração, Rafinha da Ilha, Romeu D´Malandro, Lobo Junior, Bigode e Marcio André Filho
Participação especial: Arlindinho Cruz, Inácio Rios e Igor Leal

BRINCAM OS IBEJIS NO ORUM
A LUZ QUE BRILHA É DOUM
VEM PRA ENSINAR O AMOR
TÃO PURO E PROTETOR
SEM DISTINÇÃO DE COR
ÊPÁ BABÁ PAI OXALÁ
DEU A MISSÃO DE TRANSFORMAR
PRA QUEM AMARGA A DOR DA EXCLUSÃO.
ADOÇA A VIDA EM NUVENS DE ALGODÃO
TÃO LINDA AMORA ESBANJANDO AXÉ
QUANTO MAIS PRETA, MAIS DOCE É…

ERÊ.. ERÊ… CADÊ DOUM ?
ERÊ ERÊMIM VEM NO CAVALO DE OGUM
COM TRAVESSURAS PELAS VIELAS
COLORINDO DE TERNURA A FAVELA

VIRA E DESVIRA A MAGIA NO AIYÊ
TODA CRIANÇA PRECISA APRENDER
QUE O SEU CABELO É BOM, É PRETO!
ABAYOMI DA O TOM DO GUETO
E DA SUA ALDEIA VAI SE ORGULHAR
PELA IGUALDADE SEMPRE VAI LUTAR
NA MINHA PELE,A SUA ESSÊNCIA
SOMOS A VOZ DA RESISTÊNCIA ..
CHEGA! DE INTOLERÂNCIA E PRECONCEITO
CHEGA!A ILHA PEDE RESPEITO
OS NOSSOS HERÓIS, NINGUEM VAI CALAR
RAIZES DE UM BAOBÁ

OH MINHA ILHA! RUFAM OS TAMBORES
TEU ARCO ÍRIS TEM TODAS AS CORES
O MUNDO NO OLHAR DE UM CORAÇÃO INFANTIL
UM AMOR QUE JAMAIS EXISTIU

União da Ilha 2024: parceria de Aloísio Villar

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Compositores: Aloísio Villar, Alexandre Araújo, Rodrigo Gauz, Cândido Bugarin, Dimas Mello, Robinho, Márcio Sá, Frank Madrugada, Silvana do Waguinho e Bruno Revelação
Intérprete: Zé Paulo Sierra

Preto céu
Onde vivem estrelas ancestrais
Mistérios de Orun, a seiva da vida
Protege Doum, na pureza habita
Obatalá
Sinto um beijo estalado no ar
Acalmando o tormento
Nos terreiros e altares te encontrar
Brinca menina Amora
Minha princesa no Ayé
Na caminhada o destino encontrou você
Boneca de pano, a flor de agapanto
Cabelo “invocado”, coroa e manto
Um novo arco-íris pintar, quando o dia chegar
Magia, conduz o futuro que renascerá

Saravá, é a cura Saravá
Semear conhecimento cavalgando ao luar
Saravá, pelas ruas e vielas
A luz do ensinamento vem do povo da favela

Meu Deus!
Vai florir a esperança
Na memória a lembrança
Do passado que ficou
Vi nos livros nossas glórias
Os heróis da nossa história
Que o homem não “clareou”
Zumbi, resistência e liberdade
Dandara, a guerreira me ensinou
A luta pela voz que vem dos guetos
Bailar sem medo, ser um vencedor
Canto a cor da cidade
Ilha do Governador

Erê, Erê, preta festa na avenida
No olhar de uma criança, a pureza semeou
Erê, Erê, gira o carrossel da vida
Faz nascer dessa ferida o amor que imaginou

Acadêmicos do Engenho da Rainha define enredo para o Carnaval 2024

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O Acadêmicos do Engenho da Rainha anunciou seu enredo “Rudá- A criação do mundo em um conto de amor”, que será desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Gonçalves e Felipe Midass no Carnaval 2024.

engenho2024

A vermelha e branco do Engenho da Rainha exaltará a lenda do Rudá e a história de amor de Guaraci e Jaci, conhecida também como a lenda do Sol e da Lua. Falará sobre a lenda de Guaraci e Jaci, também conhecida como, a lenda do Sol e da Lua, que para ficarem juntos tiveram que criar o Rudá, o amor, pois o mesmo não conhecia luz ou escuridão, assim unindo o Sol e a Lua durante a alvorada.

“Vamos exaltar a história linda de amor. Estou muito feliz com a escolha do nosso enredo, um enredo lindo e diferente do que normalmente é visto, tenho certeza que faremos um belo desfile, disse o presidente PH.

“O nosso enredo pretende mostra de forma lúdica o conto da criação do mundo tupi e o amor entre Guaraci e Jaci. Guaraci se viu naquele nada e do nada começou a criar. Criou tudo entre noites e dias se apaixonou por Jaci e assim criou Rudá, o amor para levar mensagens à sua amada”, explicaram os carnavalescos, Alexandre Gonçalves e Felipe Midass.

Santa Cruz divulga o enredo e sinopse para o Carnaval 2024

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“As bruxas estão soltas”. Esse é o enredo da Acadêmicos de Santa Cruz para o Carnaval 2024. O lançamento ocorreu durante a festa da posse da nova diretoria. Novamente, Cid Carvalho é o carnavalesco responsável pela produção do desfile. Leia abaixo a sinopse.

enredo santacruz2024

“Hoje as energias ancestrais se manifestam através da Deusa, a Grande Mãe Terra; e como centelhas carregadas de magia, se espalham através do poder dos quatro elementos da criação, e dançam com os mistérios da natureza para coroar o poder feminino, em rituais que glorificam a vida e revelam os caminhos do tempo para celebrar a manhã do mundo.

São raízes e fundamentos que fizeram da natureza a senhora do ventre que nos conecta e une, como frutos de uma mesma árvore ancestral.

São elos que ligam passado e presente, como testemunhas da grande criadora que preencheu de vida, o vazio inicial.

São manifestações do princípio feminino que estava em tudo e se manifestava através das curandeiras, parteiras, e daquelas que detinham os segredos medicinais das ervas, folhas, raízes. E como profundas conhecedoras dos mistérios da vida e da morte, eram também sacerdotisas, profetisas e médiuns que funcionavam como elemento de ligação entre os vivos e os mortos, entre os humanos e os deuses.

Mas, na Europa, o dragão patriarcal se revelou através da penumbra das trevas medievais, contra o poder feminino e, cuspindo o fogo do inconformismo, do medo e da covardia, alimentou a crença em um deus masculino, feito à imagem e semelhança dos homens e, desde então, tudo se inverteu.

Então, a nova religião do Deus Pai, do Filho e do Espírito Santo, fez dos princípios masculinos os seus dogmas e pariu o Diabo como o agente universal de todo o mal sobre o mundo e o principal aliado de todos os opositores, efetivos ou imaginários, da Igreja cristã.

Em nome da Santíssima Trindade, a mulher, herdeira de Eva e do pecado original, responsável pela procriação da vida, mas também pela morte, juíza da sexualidade masculina, dona de uma força misteriosa, passou a ser vista como uma manifestação das forças maléficas que impediam os homens, segundo a visão de mundo do cristianismo, de realizar sua espiritualidade.

Dessa maneira, os martelos da intolerância masculina, símbolos cruéis dos tribunais eclesiásticos, julgavam e condenavam uma mulher de bruxaria até mesmo pela cor diferente dos cabelos, e as fogueiras da covardia medieval, queimavam corpos femininos às centenas, numa tentativa de transformar em cinzas, o poder feminino.

No século XV, diante das descobertas de terras e povos desconhecidos pelos europeus, durante o período das Grandes Navegações, muitos cronistas e eclesiásticos, certos de que estavam reencontrando no Novo Mundo, o velho inimigo satânico, descreviam as práticas mágico-religiosas dessas populações como manifestações do mal.

Aqui, no Brasil colônia, muitas mulheres acuadas pelo Ofício, que de santo não tinha nada, engrossaram o “caldeirão’ com outras bruxas.

Além das mulheres indígenas, profundas conhecedoras das nossas matas e de seus poderes mágicos e medicinais e que usavam as plantas nativas para curar males do corpo e do espírito, por aqui ainda desembarcaram, forçada e cruelmente, as pretas escravizadas que lutaram e morreram para manter vivas suas tradições e a ancestralidade africana, repleta de ritos. Essas também eram consideradas bruxas, feiticeiras, praticantes de rituais heréticos e diabólicos.

Outras tantas, como as ciganas, acusadas em Portugal de bruxaria, foram enviadas para cá como degradadas e se juntaram às nossas Matinta Pereira e Bruxas Mariposas. Até mesmo as Pombas Giras, até hoje fazem o nosso caldeirão ferver.

Mesmo depois de fechados os tribunais inquisitórios na Europa e silenciados os martelos, a imagem da bruxa construída nesse período, permaneceu. Outras representações, igualmente inventadas, foram surgindo através da literatura, do cinema e da televisão, e uma variedade enorme de bruxas de feições grotescas e caricatas, evocando um senso de feiura distorcido, como a velhice, o chapéu pontudo e o nariz grande e enverrugado; que voavam sobre vassouras, preparavam porções em grandes caldeirões ou que possuíam o poder de se transformar no que quiser, como a bruxa da Branca de Neve; a Bruxa Má do Oeste, de O Mágico de Oz e a Malévola, se tornaram famosas.

É bem verdade que hoje, mexer com ervas pode até já não ser considerado heresia ou levar ninguém a morrer queimada em uma fogueira, mas as perseguições continuam e as lutas das mulheres empoderadas, das trans, das ativistas, das prostitutas e das grandes matriarcas pretas, permanecem vivas porque as fogueiras do machismo, do preconceito e da intolerância, seguem acesas!

Também é fato que muitas foram submetidas.

Mas muitas resistiram!

E venceram!

Venceram sim, porque não foram aniquiladas. Nós sabemos que não foram aniquiladas!

Porque hoje nós existimos, e as nossas vidas, o nosso existir, são provas da história delas, da vitória de cada uma e da resistência de todas perante as inúmeras dificuldades que vieram onda após onda, a bordo de embarcações de perseguições.

E continuam vindo!

E elas continuam lutando porque sabem das próprias origens e das raízes que nutrem o sagrado feminino e a capacidade de continuarem avançando apesar do julgo masculino que ainda hoje fere o espírito e tira vida de tantas mulheres.

As bruxas?

Elas, apesar de tudo e graças a Deusa, continuam soltas. E esse enredo é para elas; para cada mulher que sabe do seu poder de voar e ir aonde quiser; que entendeu que o céu nunca foi limite, mas uma possibilidade de alcançar o infinito e brilhar como estrela que é”.

Beija-Flor recebe o cantor Thiago Soares na feijoada de julho

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A Beija-Flor de Nilópolis realiza neste domingo, a partir das 13h, a edição de julho da tradicional feijoada da agremiação. O evento contará com show do cantor Thiago Soares, ex-integrante dos grupos Bom Gosto e Clareou, que segue em uma carreira solo de sucesso no samba.

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Foto: Allan Duffes e Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Além do artista, o clima de Carnaval está garantido com a bateria Soberana, liderada pelos mestres Plínio e Rodney, e de passistas da agremiação. Também subirão ao palco os grupos 100% e Balacobaco.

Os ingressos estão sendo vendidos a preços promocionais e custam a partir de R$ 10, com o prato de feijoada saindo a R$ 25. Eles podem ser adquiridos na quadra da agremiação e em mais quatro pontos de venda espalhados pela cidade. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 99380-4709.

No próximo ano, a Beija-Flor levará para a Sapucaí o enredo “Um delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”. A quadra da escola fica na Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025, em Nilópolis.

Feijoada da Beija-Flor
Data: domingo, 9 de julho
Atração: Thiago Soares e bateria da Beija-flor de Nilópolis.
Local: quadra da agremiação – Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025 – Nilópolis
Horário: a partir das 13h
Ingressos: R$ 10 (pista promocional); R$ 30 (área premium). Prato de feijoada vendido separadamente por R$ 25
Venda de ingressos: Boutique da escola na quadra / Boutique Soberana – Galeria 667 / Restaurante Bar do Urso / PCJ Locação – Mirandela / Tabacaria King Hoohah
Informações: (21) 99380-4709 / 96505-5888 / 96421-1266 / 97046-8696