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Um bom filho à casa torna! Serginho do Porto é o novo intérprete da Unidos da Ponte

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Foto: Douglas Lied/Divulgação Ponte

Reforçando ainda mais o time para o Carnaval 2027, com o propósito de fortalecer e resgatar a comunidade meritiense, a escola anuncia Serginho do Porto como novo intérprete. Três décadas após seus primeiros passos na escola, o cantor retorna à agremiação que marcou o início de sua trajetória no samba.

Criado no bairro de Agostinho Porto, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, local onde deu origem ao seu nome artístico, Serginho iniciou sua carreira no samba ainda na adolescência, dentro da própria Unidos da Ponte. Participou de rodas de samba, integrou a ala de compositores da escola e começou no carro de som como apoio do intérprete Grillo.

A estreia como voz principal veio apenas dois anos depois de sua estréia, no período em que a agremiação desfilou no Grupo Especial. Ao longo de sua carreira, Serginho do Porto também foi voz principal em importantes pavilhões do Carnaval carioca, como Acadêmicos do Salgueiro, Unidos da Tijuca, União da Ilha do Governador, Império da Tijuca e, mais recente, na coirmã Estácio de Sá. O intérprete também acumulou passagens de destaque pelo Carnaval de São Paulo, defendendo escolas como a Águia de Ouro e Estrela do Terceiro Milênio.

Com uma carreira marcada por passagens em grandes palcos, incluindo sua atuação no grupo “Os Puxadores do Samba” e reconhecimentos com prêmios de melhor intérprete, inclusive pela própria Unidos da Ponte, Serginho do Porto retorna à escola trazendo sua potência vocal e uma forte identificação com suas origens.

“Voltar para a Unidos da Ponte é voltar para casa, para a escola que me deu a primeira oportunidade e acreditou no meu potencial. Carrego esse nome com muito orgulho e poder retornar às minhas origens é algo especial. Estou muito feliz e motivado por estar de volta!”, declara Serginho.

O gestor da escola, Gustavo Barros, destacou a importância do retorno de Serginho do Porto para o fortalecimento da identidade da Unidos da Ponte com a comunidade de São João de Meriti.

“Não se trata apenas da contratação de um intérprete, trazer o Serginho de volta é o resgate do chão de São João de Meriti, da história e da identidade da Unidos da Ponte. Ele conhece a escola, tem experiência e representa toda a nossa reconexão com os componentes da Baixada Fluminense. Isso fortalece ainda mais o nosso projeto para o Carnaval 2027!”, afirma Gustavo.

Editorial: ampliar o Grupo Especial não pode ser decisão de fora para dentro

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Foto: Alexandre Macieira/Riotur

A proposta do prefeito Eduardo Paes de ampliar o Grupo Especial para 15 escolas no Carnaval 2027, com cinco desfiles por noite, incluindo como convidadas três agremiações tradicionais: União da Ilha do Governador, Estácio de Sá e Império Serrano, reacendeu um debate antigo dentro do universo do samba. Antes de qualquer análise mais crítica, é justo reconhecer a importância dessas agremiações para o carnaval carioca. Ou seja, discutir a presença dessas três escolas no Grupo Especial não é absurdo. Muito pelo contrário.

Estamos falando de três pilares da história das escolas de samba. A Estácio é berço do samba organizado e da própria estrutura que conhecemos hoje. O Império Serrano construiu uma trajetória gigantesca na Avenida, com desfiles históricos e sambas que atravessaram gerações. Já a Ilha tem um estilo único, marcado pela alegria, responsável por apresentações memoráveis no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Ao mesmo tempo, a proposta inevitavelmente levanta outras perguntas. Se a ideia é ampliar o número de escolas ou convidar agremiações para o Grupo Especial, por que limitar a discussão apenas a essas três escolas? É impossível ignorar, por exemplo, a situação da Unidos de Padre Miguel, que para 99,9% das pessoas não deveria ter sido rebaixada no Carnaval 2025. A escola tem comunidade forte, estrutura e faz desfiles dignos de Grupo Especial. Outro caso que naturalmente entraria nessa conversa é o da Porto da Pedra. A escola de São Gonçalo acumula bons resultados e desfiles consistentes, mostrando competitividade. Ou seja, se o caminho for ampliar o Grupo Especial, talvez, o debate precise ser mais amplo e considerar critérios mais claros.

Além disso, haverá rebaixamento do Especial para a Ouro e acesso em 2027? Aliás, Jacarezinho e Inocentes de Belford Roxo (injustamente rebaixada em 2026) seriam resgatadas pela Liga-RJ e, com a ida de três convidadas para o Especial, o número ficaria em 13. Não seria melhor convidar a São Clemente, vice-campeã da Série Prata, para integrar o time da Série Ouro? Aproveitando que a Prefeitura do Rio disponibilizará 14 barracões na Fábrica do Samba, prevista para começar a ser entregue no meio deste ano.

Questão financeira

Outro ponto que não pode ficar de fora é a questão financeira. Hoje a subvenção da prefeitura é dividida entre as 12 escolas do Grupo Especial. Se esse número passar para 15, surge uma dúvida básica: a prefeitura aumentaria o valor total destinado ao carnaval ou simplesmente dividiria o mesmo recurso entre mais escolas? Haveria verba extra para essas agremiações convidadas?

E como ficaria o apoio do Governo do Estado? Vale lembrar que o próprio Eduardo Paes é apontado como possível candidato ao governo do Rio nas próximas eleições. Mas eleição nunca é garantia de vitória. Diante disso, surge também um questionamento inevitável: essa proposta tem apenas motivação carnavalesca ou também carrega algum componente político?

Existe ainda outro ponto sensível: a divisão da receita da venda de ingressos do Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Hoje esse dinheiro é distribuído considerando 12 escolas. Com 15, todo esse modelo teria que ser revisto.

Plenária na Liesa para mudar regulamento

Também há uma questão institucional importante. A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro já aprovou um regulamento prevendo 12 escolas no Grupo Especial para 2027. Para mudar isso seria necessário convocar uma plenária. Embora as decisões das escolas sejam soberanas, qualquer alteração desse porte depende da adesão das próprias agremiações. Não é algo automático.

E mais: dificilmente as escolas aceitariam uma mudança sem garantias claras de que não perderiam financeiramente com a ampliação do grupo.

Barracões

A parte estrutural também entra nessa conta. A Cidade do Samba tem um número limitado de barracões. Em tese, dois espaços poderiam ser cedidos para novas escolas. Mas isso criaria outro problema: hoje algumas agremiações usam esses galpões extras para armazenar tripés ou alegorias. Caso esses espaços passem a ser barracões fixos, muitas escolas teriam que alugar galpões fora da Cidade do Samba, o que significa mais custos em uma produção que já é cara.

Talvez a pergunta mais importante seja outra: será que ampliar o número de escolas é, neste momento, a principal necessidade do Carnaval carioca?

Quais são as prioridades do carnaval?

Uma medida que poderia ajudar muito mais todas as agremiações seria a prefeitura iniciar o pagamento da subvenção já em julho ou agosto. Isso daria previsibilidade financeira e permitiria um planejamento melhor da produção do desfile — algo que, na prática, reduz custos.

Outro ponto urgente é o próprio estado do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, que há anos apresenta sinais de desgaste e precisa de reformas importantes.

É importante deixar claro: o CARNAVALESCO não é contra discutir a ampliação do Grupo Especial. O tema pode e deve ser debatido. Mas uma mudança dessa magnitude não pode vir de fora para dentro. Precisa nascer das próprias escolas de samba, que são as responsáveis por construir o espetáculo, sustentar o carnaval durante todo o ano e conhecer de perto as dificuldades do sistema.

Se houver consenso entre as agremiações, regras bem definidas e garantias financeiras, o debate pode avançar. Mas, neste momento, existem demandas mais urgentes no horizonte do carnaval carioca do que simplesmente aumentar o número de escolas na Avenida. Afinal, antes de crescer, é fundamental garantir que a base do espetáculo esteja sólida.

Intérprete Vitor Cunha segue no Império Serrano para o Carnaval 2027

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Foto: S1 Comunicação/Divulgação Liga-RJ

Trabalhando para o Carnaval 2027, o Império Serrano confirmou mais uma renovação em sua equipe. O intérprete Vitor Cunha seguirá como voz oficial da escola para a próxima temporada. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (16), por meio das redes sociais da agremiação.

Vitor irá para o seu terceiro ano à frente do carro de som do Reizinho de Madureira. O cantor já havia defendido o microfone principal da escola em 2011, quando dividiu a função com seu pai, Carlinhos da Paz. No último ano, retornou ao comando do carro de som e conduziu o canto da escola no desfile que terminou com o vice-campeonato da Série Ouro, em 2026.

Renovado, o intérprete celebrou a oportunidade de seguir defendendo a agremiação onde construiu sua trajetória.

“Sou imperiano de coração. Cresci vendo meu pai cantar pelo Império Serrano e vivendo esse ambiente desde pequeno. Poder continuar representando essa escola, que faz parte da minha história e da minha formação como profissional e como torcedor, é uma grande honra”, destacou.

Primeiro casal também renova

No domingo, o Império Serrano já havia anunciado a renovação do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Matheus Machado e Maura Luiza seguirão defendendo o primeiro pavilhão da escola no próximo desfile.

A dupla assumiu o posto principal no último Carnaval. Campeão da Série Ouro em 2022, Matheus retornou à agremiação em 2026, após defender a Inocentes de Belford Roxo por três temporadas, enquanto Maura passou a ocupar o posto de primeira porta-bandeira depois de 15 anos atuando como segunda da escola.

Anteriormente, o Império Serrano também já havia confirmado as permanências do carnavalesco Renato Esteves e do mestre de bateria Felipe Santos para a preparação do próximo desfile.

Paes indica ampliar desfiles do Grupo Especial para cinco escolas por noite e sugere convidadas

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O prefeito do Rio, Eduardo Paes, usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira para comentar sobre o futuro do desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí e sugeriu mudanças no formato do Grupo Especial. Na publicação, o chefe do Executivo municipal afirmou ter feito sua “última sugestão carnavalesca” ao futuro prefeito da cidade, Eduardo Cavaliere, e ao presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Gabriel David.

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Paes propôs que o desfile do carnaval do Rio de Janeiro passe a contar com cinco escolas por noite, distribuídas em três dias de apresentações no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Atualmente, o modelo adotado prevê quatro agremiações em cada dia do Grupo Especial. Segundo o prefeito, nesse primeiro ano do novo formato, três escolas tradicionais poderiam ser convidadas para completar a programação: União da Ilha do Governador, Império Serrano e Estácio de Sá.

“Dei minha última sugestão carnavalesca ao futuro prefeito Eduardo Cavaliere e ao presidente da Liesa Gabriel David! O carnaval do ano que vem deveria ter 5 escolas por dia. E nesse primeiro ano as 3 escolas que deveriam ser convidadas deveriam ser as tradicionais União da Ilha, Império Serrano e Estácio de Sá”, escreveu Paes.

Na mesma publicação, o prefeito também fez uma observação sobre seu papel institucional na organização da festa. “Caso eu seja eleito, não esperem um governador Momesco. Essa tarefa é de prefeito. Portanto, é uma sugestão enquanto ainda estou prefeito”, acrescentou.

Império Serrano renova com o mestre de bateria para o Carnaval 2027

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

O Império Serrano confirmou a renovação de Felipe Santos como mestre de bateria para o Carnaval 2027. O anúncio foi feito através das redes sociais da escola. Depois de garantir mais um ano de nota máxima para a Sinfônica do Samba o músico seguirá no comando da bateria verde e branca de Madureira.

Formado como ritmista dentro da própria escola, Felipe construiu sua trajetória no Império Serrano passando por diferentes funções na bateria. Antes de assumir o posto principal, atuou como diretor e, no último ciclo carnavalesco, foi promovido a mestre para o desfile de 2026.

Mantendo o alto padrão da bateria imperiana, o trabalho de Felipe foi amplamente elogiado, garantindo notas máximas dos jurados. Agora renovado para o próximo ano, ele celebrou a oportunidade de dar continuidade ao projeto.

“É uma honra muito grande seguir à frente da Sinfônica do Samba, uma bateria que tem tanta história e tradição no carnaval. Sou cria da casa e tenho muito orgulho de representar essa comunidade. Vamos continuar trabalhando com muita dedicação para manter o nível da bateria e lutar por grandes resultados para o nosso Império”, afirmou Felipe Santos.

Com a renovação do mestre de bateria, o Império Serrano confirmou o segundo nome de sua equipe para o Carnaval 2027. O primeiro anunciado foi o carnavalesco Renato Esteves, vice-campeão da última Série Ouro, que seguirá responsável pelo desenvolvimento artístico da escola no próximo desfile.

Tomate reflete sobre o quesito Evolução no desfile de 2026, mas celebra felicidade da Dragões da Real

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Foto: Will Ferreira/CARNAVALESCO

Menos de um mês após a apuração do Grupo Especial de São Paulo, a Dragões da Real já organizou o primeiro evento da agremiação para o ciclo do Carnaval 2027. No último sábado, a escola celebrou seu aniversário (no próximo dia 17 de março, o grêmio da Vila Anastácio completa 26 anos) com a comunidade na ‘Super Feijoada’, realizada na Fábrica do Samba. O evento, que contou com show do projeto Terreirão do Sobral, participação de Royce do Cavaco e apresentação da ala musical, teve como estrela principal o cantor Belo. Sempre presente nos marcos do carnaval paulistano, o CARNAVALESCO entrevistou Renato Remondini, o Tomate, presidente da Dragões da Real. O dirigente falou sobre os rumos da agremiação nestas primeiras semanas pós-desfile de 2026, já de olho no próximo ciclo.

Retorno com alegria

Habitué do Desfile das Campeãs, a Dragões da Real teve um resultado inesperado em 2026: a sexta colocação impediu que a agremiação voltasse ao Sambódromo do Anhembi, honraria reservada às cinco primeiras colocadas (vale lembrar que a escola nunca saiu da elite desde que alcançou o grupo principal, em 2012).

Para Tomate, o desfile “Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência” trouxe orgulho: “O saldo foi extremamente positivo pela jornada da escola, por tudo que vivemos. A Dragões abraçou um enredo com uma causa bacana, e o povo ‘caiu para dentro’ da história”, comemorou.

A ‘Super Feijoada’, com atrações de renome nacional, também foi motivo de elogios pelo mandatário: “A comunidade está feliz demais! São 8 mil pessoas comemorando o aniversário, com todos os ingressos vendidos ainda em dezembro, três meses antes do evento. Se tivéssemos mais 10 mil ingressos, venderíamos todos. A Dragões da Real está feliz”, comentou.
Além das atrações programadas, o evento contou com a presença de Lexa, madrinha da bateria “Ritmo Que Incendeia”. No palco, ao lado da rainha Karine Grum e da princesa Yohana Obyara, a cantora entoou o hit “Chama Ela”.

Detalhes técnicos

Ao pontuar onde a escola poderia ter sido superior na apuração, o presidente destacou um quesito que costuma ser um trunfo da agremiação: “Perdemos para nós mesmos em um dos nossos melhores quesitos, que é Evolução. Talvez a Dragões seja uma das melhores escolas nesse item nos últimos 10 anos e eu estou afirmando isso. Detectamos o erro, o que é importante. Houve uma falha de pontuação atribuída pelo jurado; ele errou claramente. Tivemos dois problemas de Evolução que comprometeram nosso campeonato: um foi falha da escola e o outro foi erro do jurado, realmente. Temos plena convicção disso, e ele não errou só para a Dragões. Aí é uma questão para a Liga-SP resolver com ele”, refletiu.

Única (e grande) mudança

Além das diversas renovações anunciadas pelas redes sociais, uma figura importante deixou a agremiação: primeira porta-bandeira da Dragões desde 2023, Janny Moreno seguiu para a coirmã X-9 Paulistana. Agora, Rubens de Castro defenderá o pavilhão ao lado de Jéssica Gioz, que desfilou entre 2016 e 2025 na Império de Casa Verde.

Ao explicar como chegaram ao nome de Jéssica, Tomate destacou o papel de figuras-chave na escola: “Sempre demos liberdade para o Rubens e para o Risovaldo Braz, o Vado, nosso diretor de casais, para escolherem quem acham melhor. Nunca interferimos nisso, e a escolha foi deles — super assertiva, por sinal”, elogiou.

A qualidade técnica da nova porta-bandeira também foi exaltada: “A Jéssica é irmã do nosso mestre de bateria e, quando anunciada, foi extremamente aclamada. O Carnaval queria vê-la de volta. Eles já começaram a trabalhar, por sinal”, informou o presidente.

Um detalhe ligado às apurações recentes também foi mencionado: “Nesses últimos dois anos, infelizmente a nota de casal não veio como queríamos e a escola precisava dessa mudança. Que seja para melhor! Mas, sobretudo, eu disse a eles que o mais importante é estarem bem e felizes”, tranquilizou.

Apesar dos 30 pontos garantidos no quesito Mestre-Sala e Porta-Bandeira em 2026, o segundo módulo reservou um 9.8 (descartado) para a antiga dupla. Em 2025, foram dois 9.9 — com um décimo perdido no cômputo final. Já em 2023 e 2024, Rubens e Janny haviam gabaritado o quesito.

Ciclo 2027

Sem dar spoilers, Tomate adiantou o que os sambistas podem esperar: “Estamos estudando alguns enredos para 2027; deve vir algo muito forte. É hora de se reerguer e entender onde precisamos melhorar — nossa vida é de constante evolução. Vamos partir para 2027 com sangue nos olhos”, finalizou.

Mancha Verde anuncia saída de Adriana Gomes após 13 anos e apresenta Monalisa como nova porta-bandeira

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Foto: Woody Henrique /Liga-SP

A Mancha Verde anunciou, por meio de suas redes sociais, uma importante mudança em seu primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Após 13 anos defendendo o pavilhão da agremiação, a porta-bandeira Adriana Gomes deixa o posto, abrindo caminho para a chegada de Monalisa, que assumirá a função na escola. Em publicação de tom emocionado, a escola destacou a trajetória de Adriana, ressaltando sua dedicação e importância ao longo de mais de uma década conduzindo o pavilhão da verde e branca. A agremiação exaltou a elegância, o compromisso e a paixão da porta-bandeira, que se tornou uma das figuras marcantes da história recente da escola.

“Foram 13 anos conduzindo o nosso pavilhão com honra, elegância e paixão. Em cada giro e apresentação, Adriana Gomes mostrou que era muito mais do que uma porta-bandeira… uma verdadeira guardiã da nossa história”, escreveu a escola.

A nota também relembra que Adriana honrou o legado familiar ao defender o pavilhão da Mancha Verde, construindo uma trajetória que, segundo a própria escola, pode ser considerada “uma grande obra de arte” dentro da agremiação. A despedida foi marcada por agradecimentos e pelo reconhecimento de que seu nome ficará eternizado na história da entidade.

Com a saída de Adriana, a Mancha Verde confirmou a chegada de Monalisa para ocupar o posto. Na mesma publicação, a escola deu boas-vindas à nova porta-bandeira e utilizou uma metáfora artística para simbolizar o início de um novo ciclo.

“A sua antecessora deixou uma obra de arte. Agora chega o seu momento de pintar a sua própria na nossa história”, destacou a agremiação.

A escola também demonstrou confiança na escolha, afirmando que Monalisa terá a missão de dar continuidade à tradição e à emoção de conduzir o pavilhão da Mancha Verde na avenida.

Camisa Verde e Branco anuncia Marcus Ferreira como carnavalesco para o Carnaval 2027

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Foto: Divulgação/Camisa Verde e Branco

O Camisa Verde e Branco anunciou, através de suas redes sociais, a contratação do carnavalesco Marcus Ferreira para desenvolver o desfile da escola no Carnaval 2027. A chegada do artista marca mais um passo na montagem da equipe responsável pelo próximo projeto da tradicional agremiação da Barra Funda.

Segundo a publicação oficial, Marcus chega com contrato exclusivo para atuar na escola e reforça o time criativo do Camisa Verde e Branco para o próximo desfile no Sambódromo do Anhembi. A diretoria destacou a aposta em um profissional da nova geração de carnavalescos, que já acumula experiências importantes no carnaval carioca.

Ao longo da carreira, Marcus Ferreira construiu trajetória com passagens por diferentes escolas do Rio de Janeiro. Entre seus principais resultados está o título da Série Ouro em 2017 com o Império Serrano. Já no Grupo Especial, integrou a equipe campeã da Viradouro no Carnaval de 2020.

O carnavalesco também soma trabalhos por outras agremiações tradicionais, como a União da Ilha do Governador e a Mocidade Independente de Padre Miguel, consolidando seu nome entre os profissionais que vêm ganhando espaço na nova geração do carnaval.

Na mensagem divulgada nas redes sociais, o Camisa Verde e Branco deu as boas-vindas ao novo carnavalesco: “Pode chegar, Marcus Ferreira. A casa é sua. Seja bem-vindo ao Camisa Verde e Branco. Que venha um grande Carnaval. Vamos com tudo!”.

Álbum inédito com músicas do Show das Campeãs chega às plataformas digitais

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Foto: Divulgação/Rio Carnaval

Já está disponível nas principais plataformas de áudio digitais o encontro inédito entre os intérpretes do Rio Carnaval, Wander Pires, Pitty de Menezes e Jéssica Martin, e os cantores João Gomes, Michel Teló e Léo Santana, durante o Show das Campeãs, realizado na abertura do Desfile das Campeãs, em um dos momentos mais marcantes da temporada.

Com produção musical de Pretinho da Serrinha, as faixas trazem o protagonismo para o mundo do samba, mostrando que o talento dos cantores do Rio Carnaval não se resume apenas ao samba-enredo, brilhando também com trabalhos em outros gêneros musicais.

Os encontros dos intérpretes oficiais da Viradouro, da Imperatriz Leopoldinense e da Beija-Flor com artistas que costumam se apresentar em celebrações culturais de diversas regiões do país ampliam o diálogo do Carnaval com outros ritmos musicais, sem perder a essência da Avenida.

Assim como no show, que aconteceu antes das seis primeiras colocadas do Grupo Especial de 2026 desfilarem para comemorar na Sapucaí, os duetos trazem homenagens especiais a artistas que brilharam dentro e fora do Rio Carnaval, como Arlindo Cruz.

Para acessar as cinco músicas, basta escolher a plataforma de streaming de preferência.

Império Serrano renova com o carnavalesco Renato Esteves para o Carnaval 2027

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Foto: Divulgação/Império Serrano

O Império Serrano acertou a renovação do carnavalesco Renato Esteves por mais um ano. Após desenvolver os dois últimos desfiles da escola, sendo o mais recente marcado pelo vice-campeonato da Série Ouro, a diretoria optou por manter o artista à frente do projeto carnavalesco. A decisão faz parte do planejamento que mira o retorno ao Grupo Especial em 2027, ano em que a agremiação completará 80 anos de fundação.

Renato Esteves chegou ao Império Serrano após o elogiado trabalho realizado na Unidos da Ponte, em 2024. Presente no universo do carnaval desde jovem, o artista construiu sua trajetória atuando como assistente de diversos carnavalescos consagrados da folia, além de desenvolver projetos como desenhista e projetista.

O carnavalesco celebrou o desfile apresentado neste último carnaval, que marcou a retomada competitiva da escola após um período difícil. Em 2025, o Império Serrano não foi avaliado devido a um incêndio ocorrido cerca de duas semanas antes da apresentação na Marquês de Sapucaí. Segundo Renato, o resultado obtido agora representa a concretização de um trabalho que vinha sendo construído desde a sua chegada à escola.

“Foi muito especial poder ver o projeto ganhar vida na Sapucaí e sentir a resposta da comunidade e do público. O Império Serrano tem uma história gigantesca e uma comunidade apaixonada. O vice-campeonato mostra que estamos no caminho certo e renovar para seguir nesse projeto me deixa ainda mais motivado para buscar esse retorno ao Grupo Especial”, afirmou o carnavalesco.

A renovação de Renato Esteves marca o início das movimentações do Reizinho de Madureira para o próximo ciclo carnavalesco. O artista é o primeiro nome confirmado no planejamento da escola visando o Carnaval 2027.