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Hugo Júnior é o novo presidente da Liga-RJ

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Hugo Júnior, ex-presidente da Acadêmicos de Niterói, assume um novo desafio, a partir de hoje irá comandar a Liga-RJ, responsável pelas agremiações da Série Ouro, que desfilam na sexta e sábado de carnaval.

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Foto: Divulgação/Liga-RJ

Hugo foi aclamado por presidentes das agremiações da Série Ouro, que estiveram presentes na plenária realizada na noite desta quinta-feira, na sede da instituição.

Criado no mundo do samba, Hugo tem longa trajetória no carnaval e nos dois últimos anos foi presidente da Acadêmicos de Niterói.

“Primeiramente, gostaria de agradecer a cada presidente pela confiança em meu nome. Sempre lutei pelo melhor onde passei e não faltará esforço e dedicação pela Série Ouro. Sei das dificuldades das agremiações e com certeza lutarei para termos um carnaval cada vez mais digno. Cada agremiação é peça fundamental para esse espetáculo e a Série Ouro brilhará cada vez mais”, destaca o atual presidente que cumprirá o mandato de quatro anos.

Conheça o enredo da Mangueira para o Carnaval 2025

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A Estação Primeira de Mangueira definiu e divulgou nesta quinta-feira seu enredo para o Carnaval de 2025. Com o título “À Flor da Terra – No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões”, a Verde e Rosa levará para Marquês de Sapucaí no próximo ano uma narrativa baseada na historicidade preta de forte cunho social, conectando passado e presente pelas vivências cotidianas. Junto do tema, a agremiação também divulgou a logo para seu próximo carnaval.

logo enredo mangueira2025

Idealizado pelo carnavalesco Sidnei França, o enredo do Mangueira vai explorar as pesquisas que buscam desde os registros de milhões de escravizados, um resgate e uma valorização dos saberes e fazeres banto no Brasil até a construção de um cotidiano carioca a partir de suas violências e prazeres que traz à tona um olhar sobre as experimentações das camadas populares e invisibilizadas nas práticas socioculturais da cidade.

”O entendimento da nossa terra revela a verdade sobre corpos assolados pelo apagamento de sua identidade preta. A alma carioca, atrevida por essência e banhada da ancestralidade bantu, é forjada por tantas dores e paixões, carregando na memória a cruel violência, mas também as experiências revolucionárias de liberdade, que nos ensinam a desafiar a morte, celebrar a vida e fazer carnaval!”, destaca França.

O anúncio contou com várias ações na cidade, nas redes sociais da escola, nos meios de imprensa. Até o presente momento, a maior parte das agremiações do Grupo Especial que divulgaram seus enredos estão apostando em temáticas afro para o carnaval 2025.

Wallace Palhares deixa presidência da Liga-RJ e celebra dois mandatos no comando da Série Ouro

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Wallace Palhares deixa nesta quinta-feira a presidência da Liga-RJ, que comanda os desfiles da Série Ouro, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. O dirigente conversou com o site CARNAVALESCO, fez um balanço da gestão e falou do futuro.

Os presidentes e fundadores da Liga-RJ vão escolher mais tarde o novo presidente. Um dos mais cotados a ocupar o cargo é Hugo Júnior, que era o presidente da Acadêmicos de Niterói até o Carnaval 2024. Veja abaixo o papo com Wallhace Palhares.

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Foto: Diego Mendes/Divulgação Liga-RJ

Qual seu balanço dos dois mandatos na Liga-RJ?

“Balanço positivo em tudo que tange o fortalecimento das escolas em relação a apoio financeiro. Tivemos um aumento considerável nos editais, abertura para captação de novos recursos, através da transmissão da Band, diálogo mais sólido com a Prefeitura do Rio e venda no digital dos ingressos para os desfiles, que possibilitou um alcance maior, reduzindo bastante os ingressos na mão dos cambistas, que impactava no preenchimento das arquibancadas nos dois dias de espetáculos”.

Qual foi o momento mais difícil e qual foi o melhor momento?

“O momento mais difícil foi o acidente da menina em 2022 (na área da dispersão), em seguida a pandemia, que trouxe atrasos, já que as escolas já estavam com muitas dificuldades após a gestão Crivella (ex-prefeito). Superar tudo isso foi sacrificante. Os melhores momentos foram as superações de cada obstáculo que aparecia pela frente”.

Qual é o legado que você deixa para a próxima gestão?

“O legado é a Série Ouro ter porta aberta principalmente com Governo do Estado, através de um apoio inédito que veio através da Funarj, além do projeto aprovado e já em andamento da Cidade do Samba 2”.

A Cidade do Samba 2 é o que você mais sonha para a Série Ouro? Ou tem algo que você sonha ver também?

“Além da Cidade do Samba 2 ser um sonho ter ela já ocupada pelas escolas da Série Ouro, seria também um sonho das escolas terem o apoio do Governo Federal, nossos profissionais precisam de condições dignas”.

Você não vai ficar fora do carnaval, o que pretende fazer?

“Não ficarei fora, mas estarei por aí (risos) pertenço a um grupo onde o trabalho não pára, estaremos brigando sempre pela justiça com as escolas menos favorecidas”.

Confira a sinopse do enredo da Em Cima da Hora para o Carnaval 2025

A Em Cima da Hora apresenta o enredo para o Carnaval 2025: “Ópera dos Terreiros – O Canto do Encanto da Alma Brasileira”! Ópera de Aldo Brizzi e Jorge Portugal. Confira a sinopse.

ENREDO: ÓPERA DOS TERREIROS – O CANTO DO ENCANTO DA ALMA BRASILEIRA

enredo emcimadahora25Argumento

A realidade pungente em nosso país a respeito do preconceito racial, é ainda uma ferida intensamente viva, expondo o que há de mais desumano e irracional na humanidade, e por consequência, corrobora na desigualdade, no ódio e na intolerância. Tão dura e cruel realidade não conseguiu apagar por completo a ascendência e a identidade dos povos que foram sequestrados de sua terra, separados da sua gente, da sua família e de tudo mais que os dignificavam. E, ainda que aportando nestas terras como escravizados, buscaram construir meios e formas de permanecerem ligados a sua origem, a sua essência, transcendendo à dor e ao sofrimento, em nome da sua verdadeira ancestralidade.

Reconstruir uma genealogia cultural que mantivesse ligações com sua terra natal ainda é tarefa que perdura desde a longa travessia entre a África e o Brasil. Mesmo à revelia das dores e limitações que os envolveram, eles assim o fizeram. Cantaram seus cantos de fé, dançaram para seus santos, irmanaram-se, lutaram por liberdade, assentaram seus terreiros, criaram ritmos e laços de irmandade, construíram pontes através da arte e da cultura, buscaram seus espaços, firmaram seu ponto, fizeram-se luz onde havia ignorância e fé a quem temesse por justiça.

Trazer para o palco do carnaval o enredo sobre a Ópera dos Terreiros é fazer jus a toda jornada do povo preto, partindo da primazia do pertencimento e da ancestralidade, que ganham novas formas de demonstração e que vão conquistando novos espaços e palcos através da arte, como o canto erudito e operístico. Isso enaltece os distintos povos que para cá vieram para além dos Bantos e Nagôs. E reforça as infinitas possibilidades de que o negro, com sua cultura, pode chegar a lugares inimagináveis no Brasil e no mundo.

A Ópera dos Terreiros é o ponto de partida para uma reconexão ancestral pelo prisma da cultura e da fé, genuinamente alicerçada em Salvador, na Bahia de todos os santos, casa primeira, terra primeira fora do seu habitat. Com toda a resistência e com todo o axé, construíram o seu espaço de pertencimento, seus costumes e sua forma de ser no mundo. Com sua identidade e empoderamento preto, fazem-se presentes, tornando protagonistas em todos os terreiros em que vier a pisar, gestando, assim como representado na ópera, os filhos seus, um Brasil do futuro. Um novo Brasil. Um Brasil novo!

Salve o canto negro para além da dor e do sofrimento!
Abram-se os caminhos para o canto negro passar!

Justificativa

O carnaval e as escolas de samba possuem entre muitas funções o papel de mantenedoras e produtoras de cultura. E sua cultura é negra por essência. Sua matriz é africana e porque não dizer, baiana também.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Em Cima da Hora traz para o seu carnaval a Ópera dos Terreiros, obra pertencente ao roll de espetáculos do Núcleo de Ópera da Bahia, instituição que promove a representação da cultura negra em sua ancestralidade dando o protagonismo aos seus atores/cantores, contribuindo para o descortinar de histórias que guardam signos sagrados e transmitem a essência de um povo.

A união entre o erudito e o popular não é em si uma novidade, mas rara de se vê quando a ênfase se dá na negritude, a africanidade, na construção do saber cultural do negro em todos os espaços. Soma-se a esse fator a importante contribuição dos povos pretos à formação cultural do Brasil, com suas religiões, costumes, língua, saberes e personalidades.

Adentrar o universo operístico sob a luz da Ópera do Terreiros é considerar o que veio antes, desde a diáspora africana, sua resistência, a manutenção dos saberes e das coisas transcendentais que abriram caminhos e aos poucos ganharam espaços até então impossíveis de se alcançar. Reverenciamos, assim, todos os que construíram, lutaram e se dignificaram na transmissão dos saberes, tornando possível o alastramento dessa negritude fortificada no Brasil, mais precisamente, em Salvador. Onde a África é mais baiana. Onde a identidade molda e determina o ser negro.

É função cultural e ancestral abrir caminhos, lançar luz e ampliar os horizontes para que esta obra alcance ainda mais terreiros pelo mundo afora, como já vem conquistando. Emocionando a quem a vê e a quem a ouve, transmutando a realidade que se esperava em nome de um futuro cada vez mais justo e livre como sempre deveria ter sido.

SINOPSE

Cena 1

Brasil, Fruto do amor dos filhos da antiga África

Que cantado em ária, rememora seu passado
Tornando latente o desejo de um futuro melhor.
Brasil, vive a recontar inúmeras histórias pelas ruas e ladeiras de Salvador
Nos portais da cidade quem o ouve, transporta-se para os portais do Benim
Seguem rumo a uma nova terra num completo desconhecido
Navegam pelo impetuoso mar de Olokun
Revivendo tormentos que destruíram sonhos, aflorando muitos medos
Onde naufragaram inúmeras histórias, restando apenas esperança.
Mas hoje, Brasil não veio contar sobre a dor
Mesmo latente e ainda presente
Ele veio contar sobre os povos trazidos da terra mãe
Resgatando todos aqueles que assumiram o compromisso de perpetuar sua história
Suas raízes e seus ancestrais.
Aqueles que trouxeram os signos que permeiam o seu sagrado e sua identidade
E que chegando à baía que aportaram primeiro, onde todos os santos os receberam
Guardaram consigo os mistérios, os encantamentos e seus saberes transcendentais.

Cena 2

Água de cheiro. Banho de arruda. Axé em templo sagrado
Terreiros firmados, há séculos são avistados e visitados
É canto, é dança, é fundamento
Ao sabor das memórias que percorreram o oceano que os separou.
Vem de Jeje, Ketu, Banto e Nagô
Na roça que bate o ponto
Maxicongo é Bate Folha de Congo e Angola.
Sejam inquices, voduns ou entidades, filhos de todos os santos
Se espalham, multiplicam e renovam sua ancestralidade
Desde a Casa Branca ao Gantois
Entre ladeiras, encruzas e matas
É o sagrado assentado e firmado, legado da nossa história.
É tempo de bater cabeça, tomar a benção e se curar.
Salve as mães baianas que iniciadas iaôs um dia foram
Salve todas elas que abençoam toda gente com seu banho de fé.
Mulheres que foram resistência e se tornaram essenciais.
Matriarcas! Mães de santo! Fonte dos saberes e dos cultos!
O elo na gira perfeita que no tempo se sente o que não se vê.

Cena 3

Na energia que emana a vibração, o Maculelê é a batida que ressoa no tempo
Tocando o passado no nascer de novos ritmos
Faz surgir samba de roda no Recôncavo, reconvexo no alcance que se tem
Na batida do tambor, ogãs dão o tom
Capoeira é sinônimo de luta ao toque do berimbau
Que encanta a quem o ouve e o vê
E vai Brasil, banhado no axé de outrora
Vem mostrar que o canto desta cidade também é seu.
Ao saírem dos terreiros emanando todo o seu axé
Blocos afro e de afoxés tomam as ruas com sua sonoridade
A sacudir, a abalar, fluindo a baianidade que faz sua gira no carnaval.
Num ato de resistência, em busca de sua essência
Brasil sobe a ladeira do Curuzu
E se põe a ecoar por toda a cidade que “a coisa mais linda de se vê é o Ilê Aiyê”
No Muzenza e no Malê Debalê se renovam a negritude
Como num levante a determinar seus espaços em nome da liberdade.
Pelo ritmo do afoxé dos filhos da paz, Salvador ganhou as telas e os livros
É festa de preto. É toque preto timbaleiro que sacode o mundo inteiro
E traz cacique afro metalizado, afrofuturismo invadindo a tradição.
Olodum, o quilombo dos ritmos sincopados
Contam histórias que não se podia contar sobre muitos lugares
Negro era rei e também divindade. Negro era o Faraó.
– Eu falei, Faraó!
Seu esquema mitológico ecoou nos quatro cantos do mundo
Coroando com turbantes os súditos de Tutankhamon
Signos mantenedores de uma ancestralidade viva! Transcendental.
No Cortejo Afro, Brasil se viu representado
Eis a Bahia que povo branco se rendeu…
Alicerçado e fortalecido pelos que vieram primeiro
Brasil, em sua “Roma Negra”, valoriza seus saberes, comungando de todas as artes
Transvestido de sua história que determina tudo o que foi e o que virá
Alimentando a todos com sua genuína identidade
Na capital que é patrimônio ancestral e que o mundo vem conhecer
Pelourinho se transforma em cartão postal
Quilombo que se materializa, força que sintetiza a luta secular por liberdade.

Cena 4

Vem chegando a negritude que dá a volta no mundo e vê o mundo girar.
Onde o amor é sempre azul
Infinito como o mar de Olokun.

Esta é a terra que o canto negro tem vez e voz. Mas que continua a lutar.
Sua ópera negra, entidade que fortalece um laço universal de união
Fomenta a negritude cultural na cidade mais africana além de África.
Nesta ópera principal, Brasil é o fruto do amor
Banto é Nkosi, Oxum é Nagô
Entre cantos e encantos, eles se enamoram em meio a conflitos
Exu abre os caminhos e rearruma os seus propósitos
Iansã faz o vento dançar pro amor acontecer
A senhora do tempo ensina que destino é coisa certa, não se pode mudar.
O amor que é banto se vai, a morte o encontrou
A filha de Oxum que fica, lamenta sua dor
Em seu canto, tal qual uma prece, sente nova vida chegar
Seu filho Brasil está prestes a nascer.
Sua trajetória se torna estandarte em prol da negritude
No panteão negro que se reconstruiu ao longo de toda sua história
Nos laços que se firmaram entre os terreiros que viraram ópera
E a ópera que se tornou terreiro também!!
Com o renovar de consciência ganhando forma
Sendo a liberdade sua fonte de inspiração
Alcança novos portos, adentrando ou rompendo outros portais
Onde o povo preto é o protagonista e se mantém ancestral
Para além dos que um dia foram tratados como senzala
E transcende a tudo o que um dia lhe fora negado
Mas que agora vem encantar o mundo
Com sua arte, sua raça, seu canto e sua cor.
E vai o Brasil
Cantando em ária sua ancestralidade
Como fruto do amor dos filhos da Antiga e da “nova” África
Rememorando seu passado, na construção de um mundo melhor!

Argumento: Anderclébio Macêdo e Rodrigo Almeida
Texto e pesquisa: Anderclébio Macêdo

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMADO, Jorge. Bahia de Todos-os-Santos: guia de ruas e mistérios de Salvador/Jorge Amado: posfácio de Paloma Amado. – IªEd.-São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
BARBIERI, Renato. Atlântico Negro, na rota dos orixás. 2018. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=7m0Ifj0YfAQ >. Acesso em: 29 mar. 2024.
DIAS, Guilherme Soares. Salvador é a Meca negra: todo negro precisa ir pelo menos uma vez. Carta Capital. 2018. Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/blogs/guia-negro/salvador-e-a-meca-negra-todo-negro-precisa-ir-pelo-menos-uma-vez/ >. Acesso em: 25 mar. De 2024

GONÇALVES, Luiza. Do Benin a Salvador: onde a herança africana se manifesta nos baianos. Jornal Correio. 2023. Disponível em:< https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/a-africa-e-um-corpo-que-pulsa-na-bahia-1123 >. Acesso em: 25 mar. 2024.

LOPES, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. São Paulo: Selo Negro Edições, 2006.
MARTINS, James. Faraó 30 anos: Análise estético-histórica da canção que mudou o Carnaval. Site Bahia.ba. 17 de fev. 2017. Disponível em:< https://bahia.ba/entretenimento/farao-30-anos-analise-estetico-historica-da-cancao-que-mudou-o-carnaval/ >. Acesso em: 25 mar. 2024.

SALVADOR CAPITAL AFRO. Cortejo Afro – Estéticas Ancestrais / A Revolução do Tambor. 25ago. 2023. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=6NMP9oMdCXg >. Acesso em 28 mar. 2024.______. Filhos de Gandhy – Filhos da Fé / A Revolução do Tambor. YouTube. 01 set. 2023. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=2XvexWLNYxQ >. Acesso em 28 mar. 2024.

______. Ilê Aiyê – Poder Negro / A Revolução do Tambor. YouTube. 25 ago 2023. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=8IzRcNJm6fQ >. Acesso em 28 mar. 2024.

______. Malê Debalê – O Balé dos Búzios / A Revolução do Tambor. 09 set. 2023. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=7bB2eYP5oOY >. Acesso em 28 mar. 2024.

______. Muzenza – Do Samba ao Raggae / A revolução do tambor. YouTube. 01 set. 2023. Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=kK8cVE51Q9A >. Acesso em 28 mar. 2024.

______. Olodum – O Eco dos Tambores / A Revolução do Tambor. 08 set. 2023. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=XL5p8JPSmg0 >. Ace 28 mar. 2024.

SILVA, Maria Alice P. da. Salvador Roma-Negra: cidade dispórica. Trabalho apresentado no COPENE, Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros. Minas Gerais. 2018.

SILVA JUNIOR, Carlos Francisco da. Interações atlânticas entre Salvador e Porto Novo (Costa da Mina) no século XVIII. Revista de História, São Paulo, n. 176, p. 01–41, 2017.

SILVA, Vagner Gonçalves da. O terreiro e as cidades na etnografias afro-brasileiras. Revista de Antropologia. São Paulo, USP, 1993, v.36.

Zé Paulo sobre a Mocidade 2025: ‘patamar muito maior do que foi desse ano’

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Durante o aniversário do Tuiuti, no início de abril, o CARNAVALESCO conversou com Zé Paulo Sierra, intérprete da Mocidade, que fez balanço do Carnaval de 2024, o primeiro na Mocidade, falou sobre o samba do caju, e o uso da internet e das plataformas digitais de música como alternativas para divulgação de sambas-enredo.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Ao falar do Carnaval de 2024, Zé Paulo citou o resgate que a Mocidade realizou em si e no mundo do samba, apesar do décimo lugar, e que para 2025 os preparativos já estão ocorrendo, com o retorno de Renato Lage, por exemplo:

“Acho que dentro da nossa proposta a gente levou o que a gente queria. Julgamento a gente sabe que o jurado tem uma visão diferente mesmo do que rola, então é consequência do trabalho, faz parte. É claro que a gente tem que melhorar, não tem ninguém satisfeito com o décimo lugar, mas é um resgate também. Acho que a Mocidade conseguiu resgatar muita coisa esse ano, não só de fora para dentro, mas de dentro para fora também. Acho que com a chegado do Renato Lage agora, do Misailidis, do Mauro, que vem agregar ainda mais a um time, não desmerecendo quem saiu que são profissionais maravilhosos também, mas eu acho que a chegada dessas pessoas tem tudo para trazer a Mocidade para um patamar muito maior do que foi desse ano, mas o balanço é muito positivo. Acho que dentro da proposta que a gente quer apresentar de alegria, de trazer o povo para perto, acho que a gente conseguiu”.

O cantor contou também sobre a recepção e a popularidade que o samba da Mocidade teve neste carnaval, virando um verdadeiro hit, e aproveitou para falar do uso de plataformas de música para ajudar na divulgação e consumo do gênero futuramente:

“Eu acho que esse foi um dos resgaste, resgatar o gênero. A pouco tempo a Imperatriz agora também estava viral no Spotify com o samba ao vivo. Então, eu acho que isso é muito importante para o gênero. Acho que algumas pessoas levaram isso para um lado de ego e acabaram batendo no samba da Mocidade sem pensar no futuro do carnaval, do gênero. Então, acho que tudo que fortalece o gênero samba-enredo e o carnaval tem que ser comemorado pelo sambista. A gente entende a disputa, tudo que acontece, mas acho que a gente tem que ver o lado bom das coisas que acontecem para o carnaval, esquecer um pouco as vezes a disputa e ver o que é bom para o carnaval, o que é salutar para o carnaval. Acho que essa coisa do samba da Mocidade ter furado a bolha, como eles dizem, ter viralizado, é importante não só para a Mocidade, foi muito importante para a gente porque a gente estava ali no meio do círculo, mas foi muito importante para o gênero. E eu hoje fico muito feliz de ver a Imperatriz também no mesmo processo com o samba ao vivo ter sido viral em uma semana fora do carnaval”.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Zé Paulo comentou sobre o caminho do streaming, do Spotify, e das outras plataformas de áudio, como o lugar em que o gênero samba-enredo pode ter esse ‘respiro’: “Eu acho que a gente já deu o start esse ano, acho que as pessoas vão ficar mais ligadas nos sambas ano que vem, para o próximo carnaval. Acho também que a Liesa deve investir nisso, em um marketing agressivo junto com as escolas de samba, já vem fazendo, mas acho que tem que priorizar o seu produto”.

Ele então comentou sobre a valorização que o espetáculo como um todo deve ter por parte da organização e dos dirigentes:

“O carnaval, ele é audiovisual, eu acho ainda que as escolas prezam muito mais pelo visual do que pelo áudio. Com o visual você desfila, sem o áudio você não desfila. Bateria e samba-enredo são muito importantes, 50% de um desfile na minha concepção. Se você parar para pensar, vai ter gente achando que é muito mais. Então, se o visual tem sido uma coisa que tem sido massificado pelas escolas de samba e pela Liesa, nada mais justo que o áudio tenha esse favorecimento também. Uma passagem de som com mais tranquilidade, como a gente faz com a passagem de luz. Fica duas semanas montada, a luz, porque não se criar uma estratégia para ficar montado o som também duas semanas antes. ‘Ah, tem custo…’. Tem investimento. Para o espetáculo fortalecer e a gente ter um produto de ainda mais qualidade é preciso investimento. É um caminho novo a ser seguido, mas eu acho que a gente está pelo menos já trilhando esse caminho, já tem o start. E eu espero que no próximo ano, no carnaval de 2025, a gente tenha não só o samba da Mocidade, mas também outros sambas viralizados, isso é importante para o carnaval”.

O intérprete então comentou sobre seu primeiro ano como a voz da Mocidade, e como foi um bom começo dele na escola, em que já havia ganhado uma disputa de samba anteriormente, e que tem uma forte tradição musical com intérpretes marcantes:

“Eu já tinha um contato muito grande com a comunidade, já ganhei um samba lá em 2016, estava todo ano lá em disputa de samba, eu sei que é diferente, mas era um namoro antigo. Em 2016 eu quase fui para lá ser cantor, acabou não rolando, mas tudo tem hora certa. Acho que eu cheguei em um momento bom para a escola, em um momento bom para mim também, foi uma mudança de chave mesmo, até de visual, as pessoas me olham na rua e falam: ‘olha o cara do caju aí’. Ficou marcado isso, é um bom começo, mas é só o começo, já vamos para mais um ano, espero fazer história aqui não só cantando grandes sambas, mas também conquistando títulos como Ney Vianna, Paulinho Mocidade, Wander Pires, que são os cantores campeões da escola, quero entrar para essa galeria também”.

Por fim, Zé Paulo comentou sobre o futuro da escola com o casal Lage assumindo como carnavalescos, e o que esperar da escola daqui em diante:

“O Renato e a Márcia têm o DNA da escola. Fizeram grandes carnavais, se eu não me engano ganharam três ou quatro. Carnavais emblemáticos cantando a história da própria escola, com enredos usando e abusando de tecnologia. Acho que tem muito esse DNA. Mocidade é uma escola mesmo de vanguarda, de ser pioneira nas coisas, acho que vem coisa boa aí. Não acredito em enredos irreverentes, o carnaval precisa, mas como tem o julgamento e a gente não foi bem julgado no quesito, não acredito que a gente vai ter enredo irreverente esse ano. Em nenhum dos grupos, não só no Especial, porque a nota acaba gerando uma tendência, mas acho que a Mocidade vai ter um enredo com o DNA de Mocidade, porque o casal já assina esse DNA. A expectativa é muito boa para um carnaval gigantesco, grande como a Mocidade merece, como a comunidade merece”.

Unidos de Padre Miguel apresenta equipe e inaugura nova boutique na quadra

Foi com a casa cheia e muito samba que a Unidos de Padre Miguel celebrou o seu padroeiro, São Jorge, na tarde da última terça. Em seu primeiro evento após o campeonato na Marquês de Sapucaí, a escola da Vila Vintém preparou uma linda festa para receber sua comunidade e personalidades do carnaval.

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Fotos: Diego Mendes/Divulgação

A festa teve início às 08h com a celebração de uma linda missa em homenagem ao Santo Guerreiro, uma deliciosa feijoada foi servida ao público que também conferiu o som dos meninos do grupo Pega Black e do grupo sensação das rodas de samba carioca, Samba de Caboclo, logo depois, a direção da escola apresentou ao público a equipe que irá compor o elenco na estreia do Boi Vermelho no Grupo Especial em 2025.

Com um discurso acalorado, a diretora de Carnaval, Lara Mara falou sobre o trabalho da escola para o próximo ano.

“Estou muito feliz e confiante que faremos uma estreia linda no Grupo Especial. Optamos em manter basicamente a mesma equipe pois confiamos nesses profissionais que estão com a gente há tantos anos. Louzada e Lobato chegam para somar com o nosso trabalho. Temos uma equipe forte, temos planejamento e tenho certeza de que faremos um grande carnaval, o maior carnaval da história da Unidos de Padre Miguel. Deixar de lutar, jamais, e, com todo respeito às coirmãs, aguardem a Unidos em 2025”, disse.

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Lara também anunciou que o concurso para eleger a nova rainha da bateria Guerreiros está em fase de finalização e será divulgado em breve pela agremiação.

“Meninas já comecem a se organizar, montem suas torcidas, pois em breve anunciaremos as inscrições e todas as regras do concurso. Nada mais justo ter com a gente uma menina escolhida por nossa comunidade para reinar à frente da bateria. Estamos resgatando nossa essência, valorizando e dando oportunidade para as meninas da nossa comunidade”, afirmou.

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Após o discurso, a festa seguiu com a apresentação dos segmentos do Boi Vermelho. A novidade do dia foi a inauguração da nova boutique dentro da quadra. Toda reformulada, o novo espaço oferece uma variedade de produtos oficiais da escola da Vila Vintém, desde bonés, leques, copos, casacos, canetas, camisas, conjuntos, entre outros produtos .

Opinião: Chegou a vez dele! Gabriel David mexeu no jogo do carnaval, plantou novidades e colheu frutos para o futuro

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A semana do feriadão de São Jorge marca também uma nova era na Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), através da eleição presidencial, que aclamará na próxima sexta-feira o jovem empresário Gabriel David. O vice será Pedro Guimarães. Além deles, o corpo diretivo terá duas jovens novidades: Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira, que deverá ser diretora cultural ou social, e João Drumond, diretor executivo da Imperatriz, que será o diretor financeiro da Liesa. Sinal do tempos! Que bom!

gabriel david

Evelyn Bastos é a primeira mulher e preta na direção da Liesa. É motivo de orgulho para todos nós. Evelyn representa tudo o que queremos para nossa sociedade. É competente, estuda, sempre quer aprender mais e caminha para ser uma grande gestora da nossa folia. O principal é o DNA de sambista. Evelyn marca também a entrada das mulheres no meio machista dos diretores da Liga. É mais um sinal de mudança!

O Gabrielzinho, como é chamado por muitos que vivem o carnaval o ano inteiro, do clã David, atingiu a maturidade no meio dos leões carnavalescos. Colecionou pancadas, algumas merecidas, outras injustas, e teve a capacidade de atiçar o mundo das escolas de samba. Um garoto, menos de 30 anos, rico, branco e que navega no mundo das celebridades, mudou sua rotina, mostrando para toda “Avenida do Samba”, que do DNA David saiu mais um cara disposto a abraçar o carnaval e lutar por dias melhores.

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Em uma gestão, no marketing da Liesa, Gabriel não descansou. Trouxe verbas polpudas. Antes criticado, virou idolatrado por presidentes. Não se iludiu. Sabe que presidente de escola quando ouve que terá verba muda rapidamente de opinião. Gabriel revolucionou com a transmissão dos ensaios técnicos. Botou o dedo na comercialização dos ingressos, mudou a “cara” comercial dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Enfrentou desafios, errou, o que é normal para um jovem, e não ousou interferir no “sagrado carnavalesco”, ou seja, a parte técnica dos desfiles. Soube delegar e aos poucos montou sua equipe. Aliás, é preciso trabalhar cada vez mais cedo o próximo carnaval. Fundamental ter encontro sobre os nove quesitos, textos de avaliação dos jurados, treinamentos ao longo do ano e uma divulgação muito maior do que é julgado na Avenida.

Agora, o desafio de Gabriel David é muito maior. O “inimigo” é outro. O telefone e o zap vão vibrar o tempo inteiro. A cobrança, sem dúvida, será gigantesca, tem que ser. Sentará na cadeira número 1 do carnaval. Medo? Duvido que ela tenha. Soberba? Espero que não. Comandar o carnaval do Grupo Especial é saber dialogar, acima de tudo, com o chão de fábrica, com quem vive intensamente todos os momentos nos 365 dias do ano. Esses que são os verdadeiros artistas do carnaval. Merecem e precisam de valorização. O tempo de ouvirmos: “escola de samba não paga”, “carnaval é lazer e não trabalho”, “e quer dinheiro?, vai trabalhar”, ficou lá no passado. Na verdade, eu espero que realmente tenha ficado, embora, ainda cheguem informações de compromissos não honrados, muitas vezes, por pessoas que não entendem nada de gestão e estão no comando de suas escolas, sabe-se lá por qual motivo.

gabriel david

Gabriel tem em casa o porto seguro. Sabe que chegou no topo, principalmente, por ser filho de Anísio Abraão David. Nunca escondeu isso. Vi de perto a paixão e respeito de pai para filho e do filho para o pai. Confesso que fiquei surpreso. O mais velho identificou virtudes no mais novo e o filho entende que o pai é soberano na folia.

O caminho é da gestão. Não tem mais volta. Desde a chegada de Marcelinho Calil, na Viradouro, o carnaval conheceu um novo modelo. O amadorismo perdeu de vez espaço. Títulos são importantes, mas alguns são conquistados muito antes da apresentação na Sapucaí. Chegam com respeito aos profissionais, pagamento em dia, responsabilidade com a verba, e a excelência artística e de valorização do que é realmente importante, que são os enredos, suas narrativas e as defesas dos quesitos de julgamento. Importante ressaltar: encontro em Marcelinho Calil também totais condições e merecimento de no futuro ser presidente da Liga.

Após um período de trevas estamos vendo novas lideranças. Os “herdeiros” abraçaram suas comunidades. Estão trazendo frescor para cabeças que merecem respeito, mas que já não conseguiam mais atingir o que pede o mundo moderno. É o ciclo da vida.

Fato é que o fim de abril concretiza a revolução esperada por quem vive o carnaval o ano inteiro. Obviamente, é bom estarmos atentos e preparados para os dias de sol, mas também para momentos de trovoadas e temporais. Os abutres seguem vivos e prontos para o bote.

gabriel david
Foto: Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

Posso garantir que a posição editorial do CARNAVALESCO será de confiança na nova gestão. Nunca de olhos fechados. Porém, não esperem NUNCA uma cobertura de quanto pior, melhor. Sabemos nossa missão e acreditamos sempre em dias melhores. A imprensa especializada está preocupada e abandonada. Muitos craques já desistiram. Vamos ver o que acontecerá e como será essa nova gestão.

Por fim, Gabriel David é a sua hora. Mergulhe ainda mais fundo. O mandato de três anos é pouco, mas é fundamental para a virada de chave. Ouse, crie e ouça. Não esqueça dos pilares da construção dos desfiles das escolas de samba. Fuja sempre da “mosca azul”. Brilhe, sim. O sucesso é para ser celebrado. Os sambistas acreditam que “está clareando”, trabalhe incansavelmente para que os sonhos virem realidade. O filho da Beija-Flor receberá a missão de conduzir os filhos de Ismael Silva, Djalma Sabiá, Joãosinho Trinta, Laíla, Paulo da Portela, Cartola e tantos outros. Boa sorte! Evoé!

Mangueira lança enredo para o Carnaval 2025 na quinta-feira e começa campanha de divulgação

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A Estação Primeira de Mangueira está nas vésperas de revelar seu enredo para o Carnaval 2025. Para isso, ao longo desta semana está divulgando aos poucos dicas da escolha feita para o espetáculo na Marquês de Sapucaí. A estratégia logo teve enorme repercussão nas redes da agremiação, que completa no domingo seus 96 anos de idade.

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Foto: Divulgação/Mangueira

A revelação do enredo vai acontecer nesta próxima quinta-feira com a divulgação de um vídeo e da logo que, como já se sabe e as pistas já deixaram antever, terá uma temática afro.

Além das ações nas redes, a escola optou por fazer uma intervenção na cidade, mais especificamente em localidades da Pequena África, região que se relaciona com o enredo. Foram deixadas flores na Central do Brasil, no Cais do Valongo, no Cemitério dos Pretos Novos, no (Mucab), no Largo da Prainha, na Pedra do Sal, no Boulevard Olímpico – Museu do Amanhã e na própria Cidade do Samba. Os quadros onde as flores foram afixadas continham as palavras Africanidade, Afrofuturismo, Ancestralidade, Apagamentos, Cultura Negra, Dores e Paixões , Kalunga, Memória, Pretos Novos, Tradição Bantu, todas elas relacionadas ao enredo do Carnaval 2025 e ao modo como ele será abordado.

É o primeiro ano do carnavalesco Sidnei França, responsável pelo enredo na Verde e Rosa.

Mauro Quintaes estreia ‘Quintas Com Quintaes’ na TV Alerj

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Fazendo parte das comemorações de seus 20 anos de fundação, a TV Alerj através de seu diretor geral, Luciano Silva, traz para a sua programação o “Quintas Com Quintaes”, com apresentação do carnavalesco Mauro Quintaes. Assista pelo canal aberto 10.2 UHF, pelo canal 12 da NET ou pelo nosso YouTube: TVALERJCanal.

quintas alerj

Estilo Talk-Show, a ideia do programa é abordar o universo do carnaval, dos desfiles das escolas de samba, apresentar seus bastidores, através das experiências dos diversos profissionais da grande festa, criando um canal de comunicação com as diversas esferas da cultura de nossa cidade e do país.

O programa “Quintas Com Quintaes” disponibiliza conteúdo de relevante importância em seus episódios, para quem deseja ingressar no mercado do carnaval, entender quais são as funções e oportunidades de trabalho que ele oferece, além de detalhes que envolvem todo esse universo.

No programa de estreia, Mauro Quintaes entrevista o jornalista Leonardo Bruno.
Nos episódios seguintes, sempre às quintas-feiras, 20h30, os entrevistados convidados serão: Tarcisio Zanon, carnavalesco da Viradouro; Antônio Gonzaga, carnavalesco da Portela; Leandro Assis, pintor de arte.

Rodrigo Meiners não é mais carnavalesco dos Gaviões da Fiel

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A direção dos Gaviões da Fiel anunciou a saída do carnavalesco Rodrigo Meiners. Confira abaixo a publicação da escola.

“Gostaríamos de informar que o carnavalesco Rodrigo Meiners deixa a posição de carnavalesco do Gaviões para o Carnaval de 2025. Após reunião realizada com a diretoria, o profissional sinalizou o desejo de seguir em novos desafios profissionais.

O Gaviões agradece todo o empenho e dedicação à nossa entidade e deseja boa sorte em sua jornada”.

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