A Porto da Pedra já tem nova dupla de carnavalescos para o próximo desfile na Marquês de Sapucaí. Alex Carvalho e Caio Cidrini chegam ao Tigre de São Gonçalo para comandar o desenvolvimento artístico do Carnaval 2027.
Foto: Divulgação/Porto da Pedra
Alex Carvalho tem 26 anos e é cenógrafo e artista plástico, com experiência em exposições e espetáculos diversos. Já Caio Cidrini, de 32 anos, é publicitário formado pela PUC-Rio e mestrando em História da Arte pela UERJ.
A dupla chega ao Porto da Pedra para iniciar um novo capítulo em sua trajetória no carnaval carioca, assumindo a missão de desenvolver o desfile do Tigre de São Gonçalo para o próximo carnaval.
“A gente ficou muito feliz, porque ter a oportunidade de colaborar com o carnaval de uma escola como a Porto da Pedra é a certeza de um trabalho aguerrido, com uma comunidade de presença e do suporte necessário para darmos esse passo na nossa carreira. Nós chegamos aqui com uma linguagem artística cada vez mais desenvolvida, mais experimentados na Sapucaí e convictos que a escola vai se orgulhar do que estamos preparando para 2027”, destacou a dupla.
A agremiação de São Cristóvão é a primeira do Grupo Especial do Rio a divulgar o enredo para o Carnaval 2027. No próximo ano, a azul e amarelo levará o enredo “Ciata: a mãe preta do samba” para a Marquês de Sapucaí. A escola vai retratar a trajetória de uma das matriarcas do samba: tia Ciata. O tema será desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage e escrito pelo professor Luiz Antônio Simas e pelo compositor Cláudio Russo.
Foto: Divulgação/Casa da Tia Ciata
“Vamos continuar exaltando o povo preto, uma marca que o Tuiuti vem trazendo nos últimos carnavais. A Tia Ciata sempre foi citada em desfiles, mas ainda não teve a sua história contada. E o Renato Lage está muito empolgado em transformar essa linda história em desfile”, afirmou o presidente da escola, Renato Thor.
Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata ou Aciata, nasceu no Recôncavo baiano (Santo Amaro). Com 16 anos, já participava da fundação da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira, outra cidade do Recôncavo baiano. Filha de Oxum, sendo iniciada no santo na casa de Bambochê, da nação Ketu. Aos 22 anos, trazendo consigo uma filha, mudou-se para o Rio de Janeiro, formando nova família ao se casar com João Baptista da Silva, funcionário público com quem teve 14 filhos. Continuou os preceitos do santo na casa de João Alabá, tornando-se Mãe-Pequena. Ela foi uma das responsáveis pela sedimentação do samba-carioca e tornou-se uma espécie de primeira dama das comunidades negras da Pequena África.
A festa de apresentação oficial do enredo e de toda a equipe do Carnaval 2027 acontece no próximo mês.
A Imperatriz Leopoldinense anunciou nesta quinta-feira o coreógrafo, ou melhor, um coletivo de coreógrafos, que será responsável pela comissão de frente da escola no Carnaval 2027. Batizado de “Coletivo Babatunde” – nome de origem iorubá – o grupo, formado por Ana Gregório, Fagner Santos, Márcio Dellawegah e Sabrina Sant’Ana, evoca a ideia de retorno e simboliza a força da ancestralidade que atravessa gerações para se reinscrever no presente por meio do pensamento artístico e das vivências particulares de seus membros.
Fotos: Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz
Seus integrantes, à frente do projeto que responde pelo quesito, possuem ampla atuação e sólida pesquisa no universo criativo das escolas de samba e estão mergulhados no meio das danças populares brasileiras.
“A assinatura da comissão por um coletivo de coreógrafos negros nasce como gesto artístico, político e ancestral. O Babatunde se apresenta como um território de encontro, onde a experiência de cada um dos integrantes pensa a dança não apenas como movimento, mas também como memória, travessia e futuro possível”, afirma, em uma só voz, as quatro vozes que compõem o coletivo.
Inserido no contexto da arte e da dança contemporânea, o coletivo irá propor um olhar que dialoga com múltiplas linguagens: performance, artes visuais, dança, audiovisual, teatro e pesquisa sonora. Nesse sentido, o Coletivo compreende o pensamento coreográfico destinado à realização de uma comissão de frente como espaço de experimentação, tendo a ancestralidade e soma de seus conhecimentos como eixo estruturante. E ao reunir artistas negros em torno da dança e do corpo para elaborar todo o conjunto de saberes que formam as comissões de frente na atualidade, o grupo de artistas constrói uma plataforma estética, coreográfica e simbólica.
Leandro Vieira, carnavalesco da Imperatriz, celebrou a chegada do coletivo e afirmou que “Seus corpos e saberes, reunidos para pensar uma comissão de frente, atualizam memórias silenciadas enquanto projetam futuros possíveis para o quesito.”
Reunidos, o ‘Babatunde’ pensa que, ao unirem-se em coletivo, o gesto transforme o universo do quesito em território de diálogo, onde diferenças não são apagadas mas potencializadas como força criadora. Juntos, o grupo pontua que o pensamento coreográfico que eles priorizam nasce do encontro, múltiplo, diverso e plural, afirmando que a potência estética se constrói no “nós” e que a tradição, quando atravessada pelo coletivo, torna-se campo fértil de “reinvenção contínua”.
SOBRE ANA GREGÓRIO
Ana Gregório é artista do corpo e da memória. Dançarina, educadora, performer, contadora de histórias e coreógrafa, a artista construiu sua trajetória num terreno onde a arte e a ancestralidade se encontram como linguagem política e poética.
Seu trabalho pessoal investiga o corpo como território político, a dança como pedagogia ancestral, o movimento como narrativa e a cultura popular como patrimônio vivo. A artista encontrou na Dança Afro e na Dança dos Orixás o seu território de pesquisa e expressão corporal crendo que a movimentação do corpo não é apenas técnica. É rito, identidade e afirmação cultural.
SOBRE FAGNER SANTOS
É ator, bailarino e diretor. Sua trajetória artística é construida na encruzilhada entre a dança, o teatro e a potência das narrativas do corpo. Formado em Licenciatura em Dança pelo Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro (UNIVERCIDADE), desenvolve uma linguagem cênica marcada pela expressividade, pela memória e pelo atravessamento das experiências vividas.
Como criador, assina a concepção e a direção do espetáculo “Coisa de Pele”, obra inspirada na canção de Jorge Aragão, que transforma o palco em espaço de escuta, memória e afirmação. A partir de vivências reais, sua criação convoca o corpo como território político e poético, onde histórias são inscritas, tensionadas e celebradas. Sua obra é atravessada pela urgência de narrar, pelo compromisso com a própria história e pela crença no corpo como instrumento de transformação.
SOBRE MÁRCIO DELLAWEGAH
É formado em dança pela Cia Étnica de Dança e Teatro além de ter experiência em dança contemporânea, jazz, samba no pé e danças populares. Atuando como professor, acumula passagens por mais de quinze países ministrando workshops, shows e assinando coreografias.
Já é Diretor artístico e de passistas da Imperatriz Leopoldinense. Referência na dança ancestral do passista, Márcio é campeão da modalidade samba no pé mundial pelo Brasil Samba World Champions (2018), técnico Brasil Samba World Champions (2019) e professor do maior evento internacional de danças brasileiras que ocorre em Los Angeles (o “Internacional Samba Congress”).
SOBRE SABRINA SANT`ANA
É coreógrafa, dançarina, professora, performer, diretora artística e cantora. Sua trajetória é marcada pela integração entre a música, o corpo e a ancestralidade. Na dança, tem formação pela Escola de Dança Jaime Aroxa, onde também atuou como professora e integrou a companhia, participando de espetáculos e ampliando seu repertório no universo das danças populares brasileiras.
Possui formação em Música com ênfase em Canto pela Escola de Música Villa-Lobos, com complementação por meio de cursos na Escola de Música da UFRJ, aprofundando seus estudos vocais, técnicos e interpretativos.
Atua profissionalmente no Carnaval desde 2009, tendo integrado diversas comissões de frente, o que consolidou sua experiência cênica, performática e coreográfica no maior espetáculo popular do país. Desde 2023, atua criativamente para a construção cênica e coreografica dos desfiles apresentados pela Imperatriz Leopoldinense, ao lado de Dellawegah.
É integrante da Cia Clanm de Dança e idealizadora do projeto Meu Bailado Cantado, iniciativa que articula canto e movimento como linguagem artística e pedagógica. A artista transita entre o palco, a sala de aula e a rua com a mesma intensidade, utilizando a arte como instrumento de expressão, educação e resistência cultural.
A Unidos do Porto da Pedra anunciou que o carnavalesco Mauro Quintaes não seguirá no comando artístico da escola para o próximo carnaval. Ele esteve à frente dos desfiles da agremiação de São Gonçalo durante quatro temporadas, período em que assinou projetos importantes na trajetória recente da escola. Entre os destaques está o título da Série Ouro conquistado em 2023, resultado que marcou o retorno da escola ao Grupo Especial.
Foto: Divulgação/Porto da Pedra
Durante sua passagem, o carnavalesco foi responsável por desenvolver enredos e concepções visuais que ajudaram a consolidar o momento competitivo da vermelho e branco do bairro Porto da Pedra. Em nota divulgada nas redes sociais, a escola agradeceu ao profissional pelo trabalho realizado ao longo dos últimos anos e desejou sucesso em seus novos projetos.
Confira a nota da escola na íntegra:
“O Unidos do Porto da Pedra informa que Mauro Quintaes não seguirá como carnavalesco da agremiação para o próximo Carnaval.
Ao longo de quatro temporadas, Mauro esteve à frente de grandes carnavais, incluindo a conquista do título da Série Ouro em 2023.
A escola agradece por todo o carinho, dedicação e profissionalismo ao longo desses últimos quatro anos e deseja sucesso em sua nova jornada.”
A Unidos do Viradouro realizará, no próximo sábado, a partir das 19h30, uma grande festa na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói, para celebrar o quarto campeonato da agremiação no Grupo Especial do Carnaval carioca. Um dos momentos mais aguardados da noite será a apresentação oficial do casal de mestre-sala e porta-bandeira Phelipe Lemos e Marcella Alves, que dançará pela primeira vez defendendo o pavilhão vermelho e branco da escola.
Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação Rio Carnaval
O evento marcará o reencontro da campeã com sua comunidade e reunirá nomes importantes do desfile vitorioso. Entre eles está a atriz Juliana Paes, que retornou neste ano ao posto de rainha de bateria após 17 anos, além do mestre de bateria Mestre Ciça, homenageado pelo enredo “Pra cima, Ciça!”, desenvolvido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon.
A celebração contará ainda com integrantes da premiada comissão de frente, responsável por um dos momentos mais marcantes do desfile na Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Elementos cênicos que impressionaram o público também estarão presentes, como o leão que se montava diante da plateia e os tambores que marcaram a abertura da apresentação idealizada pelos coreógrafos Rodrigo Negri e Priscilla Mota.
Outro destaque da noite será o show do intérprete Wander Pires, que caminha para o seu quarto desfile consecutivo pela Viradouro e promete um novo espetáculo musical para embalar a celebração. A festa também ganha contornos simbólicos por anteceder as comemorações pelos 80 anos de fundação da escola, que serão completados em 2026.
A Acadêmicos de Vigário Geral confirmou a renovação do intérprete Danilo Cezar para o Carnaval 2027. Responsável por dar voz aos sambas da escola, o cantor capixaba seguirá à frente do carro de som e partirá para o seu quarto ano na agremiação.
Foto: S1 fotografia e comunicação
Identificado com a comunidade, Danilo já se tornou uma das vozes marcantes da escola, conduzindo o canto da comunidade durante os desfiles na Marquês de Sapucaí.
Com presença forte, o intérprete continuará conduzindo o carro de som, ajudando a embalar a escola em busca de mais um grande desfile.
A Vigário Geral segue, nas próximas semanas, apresentando os profissionais que formarão a equipe da agremiação para o Carnaval 2027.
A Portela anunciou os novos coreógrafos da comissão de frente para o Carnaval 2027. A escola de Oswaldo Cruz e Madureira terá o trabalho de Sérgio Lobato e Patrícia Salgado no comando do quesito responsável por abrir o desfile na Marquês de Sapucaí. Sérgio Lobato retorna à águia após passagem pela escola em 2018, quando integrou a equipe da carnavalesca Rosa Magalhães. Agora, o coreógrafo volta para uma nova parceria com o carnavalesco Paulo Barros, com quem já trabalhou anteriormente em projetos na Unidos da Tijuca e na Unidos do Viradouro.
Foto: Divulgação/Portela
Reconhecido no universo da dança, Lobato já ocupou cargos de destaque como diretor do Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acumulando experiência em grandes produções artísticas.
A parceria na Portela será dividida com Patrícia Salgado. Bailarina clássica com carreira internacional, ela integrou por 11 anos o Stuttgart Ballet, além de ter atuado também no corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Patrícia e Sérgio trabalham juntos desde 2019.
Com a chegada da dupla, a Portela inicia o novo ciclo apostando em experiência e refinamento técnico para buscar a pontuação máxima no quesito comissão de frente no desfile de 2027.
Confira o anúncio da escola na íntegra
“Acabou o mistério! 🦅✨
Para o Carnaval 2027, a Portela anuncia seus novos coreógrafos da Comissão de Frente: Sérgio Lobato e Patrícia Salgado.
Sérgio já conhece bem o nosso chão. Esteve com a gente em 2018, ao lado da eterna professora Rosa Magalhães, e agora retorna para mais uma parceria com Paulo Barros. Os dois já trabalharam juntos na Unidos da Tijuca e Viradouro.
Coreógrafo renomado, já dirigiu o Ballet Bolshoi no Brasil e o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Patricia e Sérgio são parceiros desde 2019. Bailarina clássica de carreira internacional, integrou por 11 anos o Ballet de Stuttgart, na Alemanha, e também foi bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Estamos muito felizes com a chegada de vocês. Que venha um grande trabalho e vamos com tudo para gabaritar o quesito em 2027! 💙🦅✨”
A Mocidade Independente de Padre Miguel utilizou suas redes sociais para se posicionar de forma contundente durante o Mês da Mulher e chamar atenção para a escalada da violência de gênero no Brasil. Em uma publicação acompanhada de dados alarmantes e manchetes recentes, a escola reforçou que o feminicídio e a violência contra a mulher são problemas estruturais da sociedade e exigem responsabilidade coletiva.
O post relembra casos recentes de violência, como o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro, além de destacar a média de aproximadamente seis mulheres mortas por dia no país em 2025 vítimas de feminicídio. A mensagem é direta ao afirmar que os episódios não são isolados, tampouco exageros ou “casos da internet”, mas reflexo de uma realidade persistente.
Em outro trecho, a agremiação chama atenção para um dado simbólico: a pergunta “como matar uma mulher sem deixar rastros?” teria sido feita milhões de vezes em mecanismos de busca neste ano, evidenciando a dimensão preocupante da cultura de violência e misoginia.
A Mocidade enfatiza que o enfrentamento ao feminicídio não deve ser tratado como pauta exclusiva das mulheres. “É um problema social que precisa ser enfrentado com responsabilidade, debate e compromisso coletivo”, destaca a arte divulgada.
A escola também direciona uma mensagem específica aos homens, incentivando o diálogo e a mudança de comportamento: interromper piadas machistas, questionar atitudes violentas e não normalizar práticas que perpetuam agressões. “O silêncio também protege agressores”, reforça a publicação.
Confira o texto divulgado na íntegra:
“Estamos no Mês da Mulher, e eu não posso, e não vou, ficar calada diante de tudo que vem acontecendo.
Uma adolescente de 17 anos foi vítima de estupro coletivo no Rio. Aproximadamente 6 mulheres foram mortas por dia no Brasil em 2025 por feminicídio.
Não é episódio isolado. Não é exagero. Não é ‘caso da internet’.
E enquanto for assim, eu não vou sucumbir. Porque mulher nenhuma deveria ter medo de existir.
Homens, conversem entre vocês. Interrompam piadas. Questionem comportamentos. Não normalizem violências.
A violência contra a mulher é um problema de todos.”
O presidente da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba), Gabriel David, utilizou suas redes sociais durante o período de férias para responder às crescentes reclamações do público sobre a precariedade da infraestrutura da Marquês de Sapucaí no Carnaval 2026. Em um tom de esclarecimento, o dirigente destacou que a responsabilidade pela manutenção e execução de obras no local pertence exclusivamente à Prefeitura do Rio de Janeiro e à Riotur.
Divulgação/Riotur
Entre as queixas mais comuns dos frequentadores, ele citou o estado crítico dos banheiros, com portas quebradas, além de falhas graves na acessibilidade de todas as arquibancadas. Segundo o presidente, os problemas não se limitam ao público, afetando também quem trabalha e se apresenta, especialmente na área de concentração.
“A verdade é que o Sambódromo precisa de várias alterações. Eu já falo sobre isso há muitos e muitos anos”, afirmou David, pontuando que, embora a prefeitura tenha realizado intervenções nos últimos ciclos, o nível atual do carnaval exige uma “mudança ainda mais radical” no equipamento principal.
Gabriel David foi categórico ao afirmar que a Liesa não possui verba para obras de grande porte no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Ele explicou que utilizar os recursos da Liga para esse fim prejudicaria diretamente as agremiações.
“Se para o ano seguinte a gente decide fazer uma obra, que é algo significativamente caro, a gente estaria tirando dinheiro das escolas, desde material que elas compram até o pagamento de funcionários, trabalhadores e artistas”, justificou o dirigente.
Gabriel David ressaltou que, apesar do aumento nos repasses recentes, a verba atual ainda não cobre o valor total gasto pelas escolas em seus desfiles.
Apesar das críticas estruturais, o presidente avaliou de forma positiva a evolução de outros aspectos do carnaval nos últimos anos. No entanto, ele garantiu que os problemas listados pelos departamentos de operações e produção da Liesa serão levados novamente à Prefeitura e à Riotur.
O presidente da Liesa encerrou prometendo retornar em breve para discutir mais detalhes sobre o balanço do último carnaval.
A Mocidade Alegre anunciou a saída de Diego Motta e Natália Lago do quadro de casais de mestre-sala e porta-bandeira da escola. O desligamento marca o encerramento de um ciclo da dupla na Morada do Samba. Durante o período em que defenderam o pavilhão da agremiação paulistana, Diego e Natália estiveram à frente de um dos quesitos mais tradicionais e técnicos do desfile, representando o símbolo maior da escola com elegância, precisão e compromisso com a tradição.
Foto: Felipe Araújo Liga-SP
O casal fez parte do time responsável por sustentar a excelência da Mocidade Alegre na avenida, contribuindo para apresentações marcadas pelo entrosamento e pelo respeito aos fundamentos do bailado. Em nota oficial publicada nas redes sociais, a escola agradeceu à dupla pelos serviços prestados e desejou sucesso nos novos caminhos profissionais.
Confira a nota da escola na íntegra: “A Mocidade Alegre comunica, com respeito e gratidão, que Diego Motta e Natália Lago encerram seu ciclo como integrantes do quadro de casais de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação.
Durante os anos em que defenderam o nosso pavilhão, Diego e Natália honraram a tradição da Mocidade Alegre com elegância, dedicação e profundo respeito ao símbolo maior da nossa escola.
A Mocidade Alegre agradece por cada momento vivido em nome da nossa bandeira e deseja que seus novos caminhos sejam repletos de conquistas e felicidade.
A Morada do Samba sempre guardará, com carinho, a memória de quem honrou o seu pavilhão.