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Philippe Coutinho participa da final de samba da Vila Isabel e prestigia a esposa e musa Ainê Coutinho

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O meia do Vasco da Gama, Philippe Coutinho, esteve presente na final de samba-enredo da Vila Isabel para o Carnaval 2026, na noite desta sexta-feira, e falou sobre o sonho da esposa, Ainê Coutinho, que é a nova musa da escola para o desfile do ano que vem.

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“Sempre foi o sonho dela. Estou aqui para acompanhar. Ela sempre torceu por mim e me acompanhou. Hoje, nós invertemos os papéis. Vim ver ela brilhar”, disse o jogador do Vasco.

Ainê Coutinho demonstrou muita felicidade pelo convite da Vila Isabel. “Estou muito ansiosa e nervosa. Expectativa lá no alto. Sempre foi meu sonho desfilar. Estou rezando para dar tudo certo”, disse a musa.

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Foto: Reprodução de internet

Vinícius Natal celebra reencontro com Bora e Haddad e destaca força do enredo da Vila Isabel para 2026

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Vinicius Natal, enredista e pesquisador da Vila Isabel, está muito contente com o reencontro com dois parceiros de longa data, Leonardo Bora e Gabriel Haddad, que assinam seu primeiro carnaval na Vila com o enredo “Macumbembê, Samborembá – Sonhei que um sambista sonhou a África”, sobre a vida e o legado de Heitor dos Prazeres. Natal assina o enredo e a sinopse ao lado da dupla de carnavalescos e destaca como a proximidade e a relação que já tinha com eles ajudam a construir a base para o Carnaval de 2026 da Vila.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

O pesquisador ressaltou a parceria que vem de anos, nascida ainda na Intendente Magalhães e fortalecida ao longo do tempo, agora consolidada na Vila Isabel. Ele definiu essa união como uma parceria em que todos se entendem muito bem e esperam trazer ainda mais sucesso para a escola do bairro de Noel.

“Somos amigos de longa data, desde o último grupo da Intendente Magalhães em que trabalhamos juntos. Estarmos na mesma escola, que é a minha escola de coração, é muito gratificante”, afirmou.

Vinicius também se aprofundou nos detalhes da pesquisa para criar o enredo e montar a sinopse da agremiação. Ele pontuou que já havia um interesse antigo em desenvolver o tema, reforçado pela exposição no CCBB, onde Gabriel e Léo foram responsáveis pela rotunda do espaço, considerada um dos momentos importantes que culminaram neste enredo da Vila. O pesquisador destacou ainda a importância de condensar toda a pluralidade da obra de Heitor na sinopse da escola.

“Eu continuei pesquisando a obra do Heitor, a gente chegou nesse momento, o presidente também queria fazer, tudo casou. Só que é muito desafiador pela pluralidade de coisas que o Heitor fez. Conseguimos condensar isso a partir das diferentes nomenclaturas pelas quais, ao longo da vida, ele foi chamado, essas diferentes identidades que possuía”, explicou o enredista.

Natal também reforçou que essas identidades do homenageado foram um dos pontos mais interessantes de trazer para o enredo, especialmente no desfecho, que aborda a viagem de Heitor dos Prazeres a Dakar, no Festival de Artes Negras, onde também foi exibido o documentário “Nossa Escola de Samba”, que contém imagens de um desfile da Unidos de Vila Isabel. Para Vinicius, o lançamento do enredo também foi um momento de grande emoção, realizado na Pedra do Sal.

“A gente fala que ele é esse embaixador, que leva essas Áfricas que recria na sua obra para o mundo. E o grande gancho é quando ele vai para o Festival de Arte Negra de Dakar junto com a Vila Isabel. Ele faz a última viagem dele, e a Vila faz a primeira viagem dela à África. Acho que isso foi um gancho bem interessante que encontramos para o desfecho do enredo”, destacou.

Por fim, Vinicius Natal falou sobre o que os torcedores podem esperar da escola em relação ao enredo. Ele ressaltou que o trabalho é feito no dia a dia, sem favoritismos, pois acredita que todas as agremiações estão disputando o carnaval na pista. O enredista também destacou a forma calorosa como o povo do samba recebeu a proposta, com entusiasmo e ansiedade pela conquista da quarta estrela.

“As pessoas da escola estão muito felizes, se reconheceram no enredo. Acho isso muito bacana, e acredito que o clima da escola é excelente. Vamos trabalhar para fazer o nosso melhor, como sempre, em busca do título. Estamos bastante animados nesse intuito de dar o melhor que podemos”, concluiu.

Ciganerey é o novo intérprete da Lins Imperial

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A Lins Imperial segue formando a sua equipe do Carnaval 2026. Com o intuito de fortalecer o setor de canto da agremiação, a diretoria da verde e rosa do Lins contratou para o seu carro de som um reforço de peso: Ciganerey. O intérprete cantará ao lado de Pedro Vapor e Vitor Barros que estrearam no microfone oficial no último carnaval. De um lado, Ciganerey com ampla trajetória no samba, do outro, Pedro Vapor e Vitor Barros, jovens talentos revelados pela Lins Imperial.

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Foto: Daniel Pinheiro S1/Divulgação

Com quatro décadas de trajetória dedicadas à arte e à cultura do samba, Ciganerey é uma das vozes mais respeitadas do carnaval brasileiro. Sua caminhada teve início na tradicional escola de samba Engenho da Rainha, em 1985, onde passou por diversos segmentos – ritmista, passista, mestre-sala – até assumir o microfone oficial da escola. Desde então, construiu uma carreira sólida como intérprete de samba-enredo, levando sua voz marcante a diversas agremiações dentro e fora do estado do Rio de Janeiro. Em terras cariocas, o foi a voz das escolas: Engenho da Rainha, Unidos do Cabuçú, Acadêmicos do Dendê, Arranco do Engenho de Dentro, Paraíso do Tuiuti, Em Cima da Hora, Acadêmicos da Rocinha, Alegria da Zona Sul, Mangueira, e Vila Santa Teresa, sempre com talento, dedicação e profundo respeito pela história e comunidade de cada escola.

“Minha chegada é a realização de um grande sonho. A Lins sempre esteve na minha história por volta dos anos 90 eu já frequentava a escola e por algumas vezes quase fiz parte dos desfiles. A Lins tem as cores do meu coração, e com certeza será mais um grande motivo pra que eu cante com muito carinho e respeito, VERDE E ROSA são cores da felicidade”, avisa.

Pedro Vapor é oriundo da escola mirim. Passou por Filhos da Águia, Ainda Existem Crianças da Vila Kennedy e Infantes do Lins. Em 2022, Pedro Vapor se despediu da escola mirim da Lins Imperial e estreou como apoio do carro de som da escola “mãe”. No ano de 2024 também cantou como apoio nas co-irmãs Cabuçu e Unidos de Bangu. Desde 2015 fazendo parte da Lins, Pedro, teve no último desfile a primeira oportunidade de ser cantor oficial no carnaval, pela Lins Imperial.

A Lins Imperial inicia no domingo, 14 de setembro, as eliminatórias do concurso que elegerá o hino oficial que será cantado pelo trio de intérpretes, dia 15 de fevereiro, na passarela da Intendente Magalhães, sendo a décima segunda escola a desfilar pela Série Prata. A disputa acontece na quadra de ensaios situada à Rua Lins de Vasconcelos 623- Lins. A entrada custa R$ 5,00. A grande final está agendada para 4 de outubro.

Botafogo Samba Clube anuncia João Pedro Santos como novo coreógrafo da comissão de frente

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A Botafogo Samba Clube definiu o nome que comandará sua comissão de frente no Carnaval 2026. O coreógrafo João Pedro Santos será o responsável pelo quesito, considerado um dos mais decisivos na busca pelos 40 pontos. A contratação completa o time da escola, que se prepara para o desfile na Série Ouro, na Marquês de Sapucaí.

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Foto: Divulgação/Botafogo

Formado e pós-graduado em Dança pela UFRJ e também em Educação Física pela Universo, João Pedro acumula experiência como bailarino de comissão de frente desde 2015, atuando como pivô, integrante de elenco e assistente. O novo coreógrafo tem formação em jazz, dança contemporânea e dança de salão, além de colecionar prêmios em festivais, como destaque, melhor coreógrafo e melhor bailarino. Ele também é redator e desenvolvedor de espetáculos de dança reconhecidos e premiados.

“Para mim é uma honra integrar esse time de feras do carnaval. Estrear com a alvinegra do Rio será uma jornada intensa e prazerosa. Agradeço à presidência e à diretoria por confiar no meu trabalho e abrir as portas para o novo. Meu time e eu estamos muito ansiosos para colorir essa avenida”, afirmou João.

No próximo Carnaval, a Botafogo Samba Clube será a responsável por abrir a segunda noite de desfiles da Série Ouro, no sábado de carnaval, 14 de fevereiro de 2026. A escola levará para a Avenida o enredo “O Brasil que floresce em arte”, uma homenagem ao legado de Roberto Burle Marx, mestre do paisagismo e das artes visuais, desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Rangel e Raphael Torres.

Análise CARNAVALESCO: confira como passaram os sambas semifinalistas da Beija-Flor para o Carnaval 2026

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O CARNAVALESCO esteve presente em mais uma quinta-feira de eliminatórias de samba-enredo da Beija-Flor de Nilópolis. Com o enredo “Bembé”, sobre o Bembé do Mercado, o maior candomblé de rua realizado em Santo Amaro, na Bahia, foram classificados quatro sambas para a semifinal, que acontecerá no dia 18 de setembro. A próxima etapa será disputada na quadra da escola e promete uma noite bastante acirrada. Confira abaixo a análise das apresentações.

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Foto: Divulgação/Beija-Flor

Parceria de Kirrazinho: O samba de número 23, parceria de Kirraizinho, Gui Kairraz, Moisés Santiago, Miguel Dibo, Dr. André Lima e Denilson Sodré, foi defendido com segurança e, já no início, apresenta um trecho explicativo do enredo: “Bembé, é a dança do preto, é a força com candomblé”. Com melodia envolvente, o refrão do meio em iorubá “Oro mi má, oro mi maió. A benção, mainha, nos cubra de amor e leva meu sonho na casa de um beija-flor”, repetido duas vezes, é o ponto alto da obra e levou a torcida a cantar com intensidade. Bastante animados, os torcedores balançaram pequenas bandeiras da escola no ritmo do samba. Também houve encenações de manifestações culturais, como maculelê, atabaques, cortejo do Bembé e figurinos representando orixás, como Oxum e Iemanjá.

Parceria de Rômulo Massacesi: A parceria de Rômulo Massacesi, Lucas Gringo, André Jr., Nurynho Almawi, Doguinho e Ali Jabr apresentou o samba de número 06, defendido pelo intérprete Wantuir. A performance foi segura e contou com o grito de guerra “Respeita para ser respeitado”, em defesa do candomblé contra a intolerância religiosa. A obra inicia com um canto em iorubá de grande impacto e traz o refrão: “Nilópolis é Santo Amaro da Bahia, o meu Bembé, a minha guia. O som da magia levanta axé. Sou Beija-Flor, casa de candomblé”. Esse trecho é um dos pontos altos, com melodia envolvente que traduz o intercâmbio cultural entre a escola nilopolitana e a manifestação baiana. A parte “Maculelê, samba de roda, capoeira. Ê camará, ê saravá” foi cantada em coro pela torcida, que levou bandeiras azul e branca, encenações do cortejo do Bembé e até um tripé cenográfico representando Exu. O samba também foi bastante cantado por segmentos da escola.

Parceria de Sidney de Pilares: A parceria de Sidney de Pilares, Marquinhos Beija-Flor, Chacal do Sax, Cláudio Gladiador, Marcelo Lepiane e Salgado João Conga apresentou o samba de número 39, defendido pelo intérprete Bruno Ribas. A obra começa de forma potente com o verso “A curimba de baiano faz Nilópolis cantar, Aiê yê, Odoyá” e tem como destaque o refrão: “Laroyê Bará Bó, Axé Lonan. Laroyê Bará Bó, Axé Lonan. Vem da Bahia meu obi, meu orobô, é do Bembé a resistência Beija-Flor”. O samba possui melodia impactante, letra direta, mesmo com termos em iorubá, e tom de manifesto. A torcida compareceu em peso, levando atabaques, representações de orixás, defumadores e cantando toda a obra. Segmentos da escola também demonstraram adesão, reforçando a força da parceria.

Parceria de Júlio Assis: A parceria de Júlio Assis, Diego Oliveira, Diogo Rosa, Manolo, Julio Alves e Léo do Piso apresentou o samba de número 01, defendido por Tinga. A obra teve condução firme e entrosada, com coro vibrante, principalmente nos versos “Atabaque ecoou, liberdade que retumba. Isso aqui vai virar macumba” e “Deixa girar que a rua virou Bembé”, repetido duas vezes. A apresentação da torcida começou com encenação sobre o período da escravização, entoando “Ô cativeiro, ô cativeirá”, e trouxe ainda a representação da estátua de João de Obá, réplica da existente em Santo Amaro, na Bahia. Vestidos com camisas da parceria e empunhando bandeiras da escola, os torcedores mostraram grande domínio da letra. Segmentos da escola também cantaram trechos do samba.

Cortados

As parcerias de Marcelo Guimarães, Cesar Neguinho, Wander Timbalada, Rogério Damata, Maicon Lazarim e Vander Sinval, e de Junior PQD, Ailson Picanço, Nando Billy Mandy, Marcelo Moraes, Geraldo M. Felicio e Robson Carlos, sambas de número 77 e 02, respectivamente, foram desclassificadas da disputa.

Parceria de Lico Monteiro vence enquete e leitores do CARNAVALESCO apontam favoritismo na final da Unidos da Tijuca

A Unidos da Tijuca vive neste sábado, na sua quadra da Avenida Francisco Bicalho, uma das noites mais esperadas da temporada. A escola escolhe o samba que vai embalar o enredo “Carolina Maria de Jesus” no Carnaval 2026. E, de acordo com enquete realizada pelo CARNAVALESCO, a parceria de Lico Monteiro chega com amplo favoritismo, apontada por 56,8% dos votos. Na sequência, aparece a parceria de Arlindinho, com 31,4%, e a de Gabriel Machado, com 11,8%. O portal vai acompanhar a final em tempo real no Twitter e Instagram. * OUÇA AQU OS SAMBAS FINALISTAS

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Foto: Divulgação/Tijuca

A disputa começa às 22h, com três sambas finalistas que representam diferentes gerações e trajetórias dentro da própria escola e do Carnaval carioca. A parceria de Samir Trindade e Lico Monteiro reúne nomes de peso como Marcelo Adnet e Gigi da Estiva. O grupo de Arlindinho, que já levantou o troféu no último carnaval, busca o bicampeonato ao lado de Diego Nicolau e Fred Camacho. Já Gabriel Machado, que chega à sua oitava final tijucana, sonha em conquistar pela primeira vez a vitória.

Antes da disputa, a festa terá atrações para aquecer o público. Os portões abrem às 21h, com o DJ Lipe do Borel. À meia-noite, acontece o grande show de abertura. Em seguida, a Tijuca realiza a coroação da nova rainha de bateria, Mileide Mihaile, que estreia à frente da Pura Cadência de mestre Casagrande em 2026. “Estar como rainha de bateria nessa escola, nesse enredo, é uma realização, é um compromisso de valorizar nossa história e a força do samba. Cada passo meu na Sapucaí será uma reverência à Carolina, à comunidade e à Unidos da Tijuca, que está me acolhendo de braços abertos”, destacou Mileide.

Na sequência, cada parceria finalista terá 30 minutos de apresentação antes da decisão. O samba escolhido servirá de trilha sonora para o enredo que presta homenagem à escritora, memorialista e multiartista mineira, Carolina Maria de Jesus, autora do clássico “Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada”, uma das obras mais impactantes da literatura brasileira.

A Unidos da Tijuca será a responsável por encerrar a segunda-feira de desfiles no Carnaval 2026.

Serviço
Final de Samba-Enredo e Coroação da Rainha de Bateria – Carnaval 2026
📅 Data: 13/09/2025
⏰ Horário: A partir das 22h (portões abrem às 21h)
🎟️ Entrada: R$ 40,00 (antecipado) / R$ 50,00 (na hora)
💺 Mesa para 4 pessoas: R$ 500,00 (com ingressos inclusos)
🚫 Camarotes: Esgotados
🔗 Vendas on-line: Sympla

📞 Reserva de Mesas: (21) 96451-5719
📍 Local: Avenida Francisco Bicalho, 47 – Santo Cristo
👤 Classificação: Livre
📺 Transmissão: Canal Unidos da Tijuca no YouTube, a partir das 23h30

Sinopse do enredo da FlaManguaça para o Carnaval 2026

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Enredo: Ecos de Sortilégios

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Justificativa do enredo

Sob a luz do Carnaval, a FlaManguaça lançaseus olhares para uma das mais intrigantes e fascinantespráticas da humanidade. Tema que atravessa séculos, culturas, civilizações econtinua a encantar as mentes de leitores, espectadores e criadores de narrativas em todo o mundo.

Escolhemoso sortilégiocomo eixo central do enredo para o carnaval de 2026. Falar sobre não é apenas resgatar tradições ancestrais,é abrir portas para um universo rico em possibilidades criativas, simbólicas e reflexivas.É reescrever a história, desfazendo os nós do preconceito e das sombras cruéis que a envolveram. Queremos revelá-la como arte de cura, de fé, de mistério, como real ponte entre o real e o sobrenatural.

Voduns, pajés, curandeiros,bruxas, sociedades secretas … levaremos para a avenida diversos personagens envolvidos com o oculto, que costumam enfrentar dilemas morais, perseguições, escolhas difíceis e desafios existenciais.

Em suma, falar de feitiçaria é mergulhar em uma tradição narrativa que nunca esgota e mantém viva a força do seu fascínio. Prepare-se para se encantar! E claro, nada mais mágico do que ser enfeitiçado por confetes e serpentinas em um pleno deslumbre de carnaval. É assim que vamos superar o impossível e realizar a nossa missão.
Vencer, vencer, vencer…

Rumo a Sapucaí pavilhão Rubro-Negro! Avante Flamanguaça!

Chico Angelo
Carnavalesco

SINOPSE

No coração da noite, quando o silêncio parece reinar, ecoa batuques e cânticos na terra-mãe. É noite de sortilégio! No sopro dos ventos antigos, ergue o chamado dos Guardiões dos Eternos Rituais. Com eles a chama primeira, o sopro que conecta mundos, a força que jamais se apaga. Senhores do mistério, feiticeiros da eternidade, com cajados e fogo abrem o cortejo mágico. Uma viagem pelos universos do feitiço. A avenida se transforma em templo, círculo sagrado, encruzilhada entre o visível e o invisível. Um fortee intenso elocom o sobrenatural.

Dos reinos africanos, onde a magia finca raízes profundas, ressoa o canto iorubá. Nos oráculos de búzios, o mar responde em conchas. Nas bolsas de couro da mandinga, escondem-se os segredos do muthi, aservas sagradas que curam e encantam. É noite de sortilégio!

Nascem os objetos do Bantu (minkisi) que guardam espíritos, as esculturas com pregos cravejados (nkondi)queprotegem juramentos, florescem Voduns, enquantosangomas lançam ossos e outros bordam manuscritos como amuletos com palavras de poder. Na boca do babalaô, os versos do Ifá revelam destinos. É a magia que não se cala, porque carrega em si o axé da vida. Cada rito é feitiço, cada canto é encantamento. É noite de sortilégio!

Nos encantos do antigo mundo, surge o brilho de Ísis, a grande feiticeira, senhora do Heka (magia), a força cósmica que sustenta deuses e homens. Nos papiros escritos com tintas sagradas, encantamentos de amor e eternidade. Vida e morte costuradas pelo feitiço da imortalidade.

Na Grécia, a fumaça sobe de Delfos, se vê pitonisas em transe que revelam a palavra dos deuses. Nos templos, o futuro se descreve em frases enigmáticas. E a humanidade descobre que a magia também é caminho para o saber.

Ainda na Europa, floresce o ocultismo renascentista. Alquimistas e magos buscam a pedra filosofal, a fórmula da vida eterna, decifram o céu nas estrelas e abrem livros proibidos, ousando tocar os segredos que a abadia tenta calar.

Na escuridão da Idade Média, bruxas resistem sob o peso das fogueiras, mas o fogo que as tenta queimar também ilumina o poder do invisível. É pura poção feminina refletida fonte de sabedoria.

Cruzando mares, nas densas selvas das Américas, os pajés erguem o maracá.A fumaça do tabaco sagrado sobe ao céu, beberagens da floresta abrem portais de visões: jaguares, serpentes e ancestrais dançam diante dos olhos. O rito indígena é ponte entre mundos, é cura, é sabedoria que nasce da mata.

No Brasil, terra do encontro de raças e culturas, o sacrilégio é cultuado de inúmeras formas. Das rezas das benzedeiras, que afastam o quebranto e transformam fé em esperança, à força dos feitiços populares: fitas amarradas, moedas lançadas em fontes, desejos soprados na canela, simpatias de amor e prosperidade. Fé se disfarçade magia, e a magia é disfarçada de fé.

E, no grande terreiro que é a rua, explode o mais poderososortilégio da humanidade: o desfile de uma escola de samba. É poção de confete e serpentina, explosão de cores e batuques, é transe coletiva que une o povo, transformando dor em sorriso, lágrima em brilho. Quando o samba ecoa, quando a emoção transborda, descobre-seo potentefeitiço rubro-negro. Nesta noite de sacrilégios, a Flamanguaçaconvoca sua gente para o ritual. Chegou a hora de se encantar e cantar!

Pois a mais forte feitiçaria afinal, tem nome sagrado: se chama Carnaval!

Chico Angelo
Carnavalesco

Independentes de Olaria realiza ‘Feijoada do Lobo’ neste domingo

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A quadra da Independentes de Olaria será palco, no próximo domingo, 14 de setembro, a partir das 12h, de mais uma edição da aguardada Feijoada do Lobo. O evento marca a apresentação oficial do enredo e da equipe para o Carnaval 2026 da azul e branca da Leopoldina.

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Foto: Divulgação/Independentes de Olaria

Além do retorno da tradicional feijoada da Vivi, o público poderá aproveitar um domingo repleto de música, samba e alegria. A programação contará com o show da escola e de seus segmentos, além da apresentação do grupo Samba do Padrinho, garantindo um repertório envolvente para não deixar ninguém parado.

O encontro acontecerá na quadra da Independentes de Olaria, localizada na Rua Alfredo Barcelos, 711, em Olaria. Mesas e feijoadas já estão disponíveis para venda antecipada pelo telefone (21) 96412-0257 (Fátima).

União de Maricá recebe inscrição de novos componentes neste sábado

A União de Maricá realiza, neste sábado, mais uma etapa de inscrições para novos componentes das alas de comunidade para o Carnaval 2026. Elas acontecerão das 10h às 16h, na quadra da escola, no Centro de Maricá. A escola segue se preparando para apresentar o enredo “Berenguendéns e Balangandãns”, desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira, na Série Ouro.

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Foto: Leandro Andrade/Divulgação Maricá

Para efetuar a inscrição, é necessário apresentar documento de identificação com foto. Não há taxa de inscrição, seguindo a filosofia de trabalho da agremiação para valorização da sua comunidade. A quadra fica na Rodovia Amaral Peixoto, 29024, Centro de Maricá, em frente ao Atacadão.

O desfile da União de Maricá está marcado para o dia 14 de fevereiro de 2026, sábado de Carnaval. A agremiação será a sexta a se apresentar na Marquês de Sapucaí, em busca do título da Série Ouro e o inédito acesso ao Grupo Especial.

Grande Rio promove Seminário ‘Samba Caxias: Território, Memórias e Pertencimento’ neste sábado

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A Grande Rio inaugura oficialmente seu Departamento Cultural neste sábado, 13, com a realização do seminário “Samba Caxias: Território, Memórias e Pertencimento”, na quadra da escola (Rua Almirante Barroso, 5 – Centro, Duque de Caxias). Gratuito e aberto ao público, o encontro acontece das 8h às 18h e reúne debates, apresentações culturais e uma grande roda de samba de encerramento. O seminário tem como objetivo refletir sobre a importância da memória, do território e do pertencimento para as escolas de samba e para a sociedade, valorizando o papel da Baixada Fluminense na construção da cultura popular brasileira.

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A programação conta com mesas de discussão que reúnem pesquisadores, dirigentes e personalidades do carnaval, além de apresentações da Pimpolhos da Grande Rio e manifestações culturais ao longo do dia. Entre os convidados estão o presidente da Grande Rio Milton Perácio, o presidente da Velha-Guarda Pedrinho Naval, além de Marli Moraes, Heraldo HB, Nielson Bezerra, Nilcemar Nogueira e Phellipe Patrizi.

O evento foi idealizado pelos diretores do Departamento Cultural, Yasmin Menezes e Gabriel Gomes e é uma realização do Governo Federal, Ministério da Cultura, Prefeitura de Duque de Caxias, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias, através do fomento da Política Nacional Aldir Blanc.

Programação completa:
● 8h – Boas-vindas e café da manhã
● 9h – Mesa de abertura: Quem escreve nossas histórias? (Milton Perácio, Pedrinho Naval e Marli Moraes)
● 10h – Apresentação da Pimpolhos da Grande Rio
● 10h30 – Painel temático: Apresentações de trabalhos
● 12h – Almoço
● 13h30 – Mesa: Por que pensar a memória na Baixada Fluminense? (Heraldo HB e Nielson Bezerra)
● 14h30 – Mesa: Por que pensar a memória nas Escolas de Samba? (Nilcemar Nogueira e Phellipe Patrizi)
● 16h – Roda de samba de encerramento