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Portela inaugura loja e exposição no Madureira Shopping

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aguia felipe araujoEm parceria com o Madureira Shopping, a diretoria da Portela inaugura, nesta sexta-feira, às 20h, uma loja no primeiro piso do centro comercial. Além de quiosque para venda de produtos oficiais da maior campeã do carnaval, o espaço promoverá sorteio de ingressos para eventos na escola, exposição de fantasias e atendimento ao sócio-torcedor. Outro grande destaque é a exposição de fotos “Personalidades da Portela”, que homenageia algumas das principais estrelas da Azul e Branco.

“Estamos felizes em receber, novamente, a Portela em nossa casa. As duas marcas representam importantes ícones da região e expõem a felicidade e orgulho do nosso bairro”, diz Andreia Vidal, gerente de marketing do Madureira Shopping.

A partir de sábado (09), os visitantes em geral já terão a chance de ver a exposição sobre os personagens portelenses. A produção e a curadoria são do fotógrafo Yuri Graneiro. “Fotografar os ícones do Carnaval 2019 e os baluartes da tão querida Portela é uma honra. É um grande presente também poder exaltar o enredo que homenageia Clara Nunes e o bairro que tem o shopping que adotei como minha segunda casa. Meu coração explode de alegria por perceber que essa exposição vem para comemorar meus 20 anos de trabalho com moda”, festeja Yuri.

“Já são quatro anos de uma parceria vitoriosa entre a Portela e o Madureira Shopping. E estamos sempre buscando novidades para a loja. Agora, teremos uma bela exposição de fotos mostrando nossa gente, além de outras ações planejadas pelo nosso Marketing. Estão todos convidados a visitar o espaço”, completa Luis Carlos Magalhães, presidente da Portela.

Terceira escola a desfilar na Segunda-feira de Carnaval, a Portela apresentará o enredo “Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar uma Sabiá”. O tema exalta a eterna cantora Clara Nunes (1942-1983).

Serviço:
Loja da Portela no Madureira Shopping
Endereço: Estrada do Portela 222, 1º piso
Inauguração: Sexta-feira, dia 8 de fevereiro de 2019, às 20h
Funcionamento: todos os dias, de 10h às 22h
Entrada franca

Carnaval de Rua: Ambulantes começam a retirar kits no sábado

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blocos rio2019Começa no sábado a retiradas de kits dos ambulantes cadastrados para trabalhar no Carnaval de Rua do Rio. Esta é a última etapa do cadastramento, que teve início em janeiro deste ano. Para fazer a retirada, os sorteados deverão apresentar Identidade e CPF, além de comprovante de residência no município do Rio de Janeiro em seu nome.

A Dream Factory, empresa responsável pela execução do evento, espera receber 1.400 pessoas por dia, das 8h às 18h. Além da retirada dos kits – compostos por isopor com capacidade para 42 litros, credencial com foto, cordão e colete – os sorteados também passarão por palestras obrigatórias sobre noções de posturas municipais, legislação básica, forma de atuação da fiscalização e sobre as vedações e obrigações dos promotores de vendas.

Os ambulantes credenciados para trabalhar no Carnaval de Rua do Rio terão autorização para atuar no período entre 9/2 e 10/3, exclusivamente durante os desfiles dos Blocos de Rua.

Beija-Flor cancela ensaio de domingo

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Beija Flor Ensaio de rua Crédito Foto Eduardo Hollanda 11Em virtude do luto estabelecido pelo falecimento dos atletas e funcionários do Clube de Regatas Flamengo, a Beija-Flor de Nilópolis cancelou o ensaio que aconteceria no domingo na Avenida Atlântica. A agremiação está a em oração pelos familiares e amigos dos entes que se foram.

Mocidade cancela ensaio de sábado

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mocidade final2019 087A Mocidade Independente de Padre Miguel informa que o ensaio-show que aconteceria neste sábado, dia 09 de fevereiro, foi cancelado. A agremiação respeitará o estado de luto instituído no Rio de Janeiro pelo poder público. A diretoria da escola e todos os seus componentes se compadecem com os familiares e amigos dos que infelizmente faleceram no trágico episódio.

Vídeo: ensaio de bateria da União da Ilha no Sambódromo

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Por Vinicius Vasconcelos

Resenha Carnavalesco com Zé Paulo, Ricardinho e porta-bandeira Giovanna

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    Vídeo: ensaio de bateria da Inocentes de Belford Roxo no Sambódromo

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    Por Vinicius Vasconcelos

    Saiu o calendário: Tijuca, Vila e Mocidade abrem os ensaios técnicos no domingo na Sapucaí

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      sambodromoO sambista voltou a ter sua maior diversão. Após um ano sem ensaio técnico no Sambódromo, as escolas de samba do Grupo Especial voltam a partir do próximo domingo para Avenida. A partir das 19h será vez da Unidos da Tijuca, Vila Isabel e Mocidade.

      Confira abaixo o calendário completo:

      10/02: Unidos da Tijuca, Vila Isabel e Mocidade

      16/02: Viradouro, Grande Rio e Salgueiro

      17/02: São Clemente, Portela e Mangueira

      23/02: Ilha, Império Serrano, e Imperatriz

      24/02: Tuiuti e Beija-Flor

      A divisão das escolas de samba foi feita pelas agremiações na noite de quarta-feira, durante plenária, na sede da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). No dia 24 de fevereiro será feito o teste de som e luz da Avenida com a Tuiuti, vice-campeã de 2018, e a Beija-Flor, a atual campeã do Especial. Porém, Império Serrano, Ilha e Imperatriz já vão poder treinar na pista com o som oficial do Carnaval 2019.

      Em suas páginas nas redes sociais, as escolas já anunciam os ensaios no Sambódromo. Veja abaixo:

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      Aconteceu na Sapucaí: os 30 anos de ‘Ratos e urubus, larguem minha fantasia’, a maior obra de João 30

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      ‘Pobre gosta de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual’. A frase foi dita por João Jorge Trinta, o maior gênio da história do carnaval. Joãosinho Trinta teria dito a célebre frase após receber muitas críticas pelo seu desfile no Carnaval de 1988, quando a Beija-Flor tirou o 3º lugar com o enredo ‘Sou negro, do Egito à liberdade’. O desfile foi apontado à época como o mais luxuoso da história dos desfiles.

      As críticas ao estilo de Joãosinho Trinta vinham de sambistas que consideravam que os antigos bambas estavam ficando fora das escolas. A resposta para os críticos nasceu no verão europeu de 1988, mais especificamente em Londres, onde a Beija-Flor fazia uma excursão, como conta o jornalista Aydano André Motta no livro ‘Maravilhosa e soberana: histórias da Beija-Flor’.

      ratos urubus 3“A santa maluquice de um enredo sobre o lixo surgiu no verão europeu de 1988. A Beija-Flor foi fazer uma apresentação em Londres e tarde da noite Joãozinho passeava com a sua principal assistente, Marly Das Graças Alvarenga, quando os dois avistaram uma mendiga. A roupa dela estava em tiras, o que lhe conferia certa elegância. Serviu como epifania para o carnavalesco: ‘já sei qual é o meu enredo. olha ali’, avisou a acompanhante. ‘O João encheu o mesmo a escola de mendigos, que não tinham ligação com a Beija-Flor. A gente recolheu na rua’, relata Marly, que depois migrou para a velha-guarda e graças à memória prodigiosa é um arquivo vivo”.

      ‘Ratos e Urubus, larguem minha fantasia’ foi um claro recado de Joãosinho Trinta aos seus críticos. Com o enredo ele provaria definitivamente que seus luxuosos carnavais nada mais eram que uma reunião de materiais simples, que reunidos davam uma conotação de riqueza. Mas para fazê-lo era preciso a sensibilidade, o talento e a genialidade de João.

      ‘Quem não seguiu o mendigo Joãsinho Beija-Flor?’

      Em 1989 a Proclamação da República completara 100 anos. O grande samba daquela safra é até hoje o maior da história da Imperatriz Leopoldinense. ‘Liberdade, liberdade. Abre as asas sobre nós’. As temáticas políticas dominaram aquele desfile, afinal além da efeméride centenária, o Brasil escolheria no fim do ano o seu presidente em votação direta pela primeira vez depois do fim do regime militar.

      Eram impressionantes 18 escolas que desfilavam no domingo e na segunda-feira de carnaval. No sorteio a Deusa da Passarela foi sorteada para ser a oitava a passar pela avenida. O dia já estava claro na terça-feira de carnaval, 07/02/19, quando a agremiação cruzou a avenida com uma imagem que certamente é uma das mais fortes da história dos desfiles. E até hoje suscita uma enorme polêmica entre dois grandes astros da festa.

      Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, o Laíla, estava afastado da Beija-Flor, desde 1980. Mas foi o experiente sambista quem evitou que Joãosinho tivesse deixado a azul e branca antes do desfile de 1989, após uma briga do artista com a cúpula da família Abraão David. A condição para a permanência na agremiação, segundo o próprio João, era o regresso de Laíla na função de diretor de carnaval. Começava ali uma das grandes polêmicas da história do carnaval, como relata Aydano André Motta em seu livro.

      ratos urubus 2“Os dois (Laíla e João) mais Viriato Ferreira, figurinista e carnavalesco festejado, começaram a desenvolver o tema. Entre os componentes o clima era de angústia diante da nova maluquice de Joãosinho. Um enredo sobre o lixo. O abre-alas teria os Arcos da Lapa cercados por uma imensa favela. ‘Eu repentinamente olhei, chamei o João e falei que tal um Cristo mendigo? Fui eu que falei. Fui eu’. Joãozinho não pareceu se animar. ‘Laíla, eu acho que isso não vai caber’. O diretor de carnaval conta que naquela mesma noite haveria o ensaio da comissão de frente, que seria formada por esfarrapados que jogariam moedas para o povo. ‘Estava todo mundo reunido, eu junto e o João de repente falou: eu tive uma ótima ideia. Tive uma ideia excelente e continuou, que tal um Cristo mendigo saindo de dentro da favela?’, todo mundo aplaudiu e eu fiquei com cara de trouxa’. Fevereiro chegou e o Cristo mendigo da Beija-Flor vira o assunto da cidade, até demais. No sábado de carnaval chegou no barracão um oficial de justiça com uma liminar assinada pelo juiz Carlos Davidson de Menezes Ferrari da 15ª Vara Cível do Rio que, a pedido da Cúria Metropolitana, proibia a exibição pública da alegoria. Joãosinho enfurecido quase entrou em órbita. Laíla estava na casa de Anísio quando recebeu a notícia. Os dois entraram no carro do patrono e rumaram para o barracão. ‘Na saída do túnel em frente ao Shopping Rio Sul falei: tive uma ideia. Não precisa o Cristo deixar de sair, vamos cobrir e escrever uma frase: ‘mesmo proibido, olhai por nós’. A frase também é minha’, sublinha o diretor de carnaval. O barracão estava mais movimentado do que a Sapucaí em dias de desfile. Imprensa, curiosos e toda a fauna. João alvoroçado repetia aos internos ‘ninguém bota mão no meu Cristo. ninguém bota mão no meu cristo’. ‘Anísio sugeriu que o carnavalesco cruzasse avenida acorrentado à imagem mas ele não aceitou, foi quando eu dei a minha ideia’, relembra Laíla. ‘O João se trancou numa sala do barracão e quando voltou fez a mesma coisa: tive uma ideia excelente vamos cobrir e lançou a frase que é minha’. Começava ali uma ruptura inevitável”.

      De quem foi a ideia do Cristo Mendigo? Somente Anísio Abrahão David pode contar. O fato é que a alegoria entrou na avenida e o que se viu no Sambódromo daquela manhã foi um desfile impressionante. A Beija-Flor ofereceu ao público naquele carnaval um verdadeiro banquete de conceitos artísticos e cada imagem daquela apresentação se tornou imortal, como conta o jornalista Fred Sabino, no blog Ouro de Tolo.

      ratos urubus 1“Com este choque inicial, a Beija-Flor, quem diria, entrou na avenida com mendigos, sucatas e farrapos. Apenas depois, conforme o desfile entrava na parte do ‘lixo do luxo’, a divisão cromática mudou, com tons de rosa, preto, dourado e azul tomando conta de fantasias e carros, todos super pertinentes ao enredo. Os componentes, evidentemente, empolgados com a catarse que acontecia, cantaram o samba por toda a pista com muita vontade, e o público acompanhava. Samba que, diga-se de passagem, não era tão poético como os de Imperatriz e Salgueiro, por exemplo, mas deu conta do recado com valentia. Outro ponto emocionante do desfile foi a apresentação simultânea de oito casais de mestre-sala e porta-bandeira, que no fim se uniam numa roda e saudavam o público. Joãozinho Trinta e outros componentes da diretoria desfilaram fantasiados de garis da Comlurb e o carnavalesco se divertiu com uma mangueira de água. Extasiado, João 30 chegou à Praça da Apoteose com a escola recebida com gritos de ‘é campeã'”.

      O cantor e compositor Caetano Veloso eternizou o desfile daquele ano da Beija-Flor na canção ‘Reconvexo’. Em um determinado momento da letra a música levanto o questionamento pertinente: ‘Quem não seguiu o mendigo Joãosinho Beija-Flor?’.

      Duelo com a Imperatriz termina empatado e Beija-Flor perde no desempate

      Terminada a maior segunda-feira de carnaval da história a expectativa se volta para a apuração. O duelo na leitura de notas opôs dois estilo antagônicos de carnaval. Um mais clássico, de Max Lopes e outro transgressor, de Joãosinho Trinta. Toda a imprensa repercutia qual das duas agremiações levariam o campeonato. Qualquer resultado diferente disso soaria como um escândalo sem precedentes.

      Não deu outra. A apuração se mostrou um duelo ponto a ponto entre Ramos e Nilópolis. Eram três jurados por quesito e a menor nota era descartada. Entretanto em caso de empate, haveria a soma de todas as notas para conferir a vencedora. A Beija-Flor não alcançou os 30 pontos em bateria, conjunto, evolução, mestre-sala e porta-bandeira e samba-enredo. A rival Imperatriz gabaritou a apuração somente com notas 10 de todos os jurados e em todos os quesitos.

      A revolta tomou conta de Nilópolis pela nota aplicada pelo jurado João Máximo. De acordo com a justificativa do julgador, o samba merecia a nota 9 pelo verso “Leba larô, ô ô ô ô/ Ebo lebará laiá laiá ô” ser ofensivo à língua portuguesa. Ocorre que as palavras reunidas formavam um canto africano. Aconteceu na Sapucaí um desfile em que Joãosinho Trinta chocou o mundo e definitivamente mostrou ser o maior gênio da história do carnaval.

      Inocentes de Belford Roxo perde fantasias e materiais com chuva

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      Por Diogo Cesar Sampaio

      chuva inocentes 1O Rio de Janeiro sofre com as perdas e danos na cidade causados pelo forte temporal, que começou na noite de quarta-feira e seguiu por toda madrugada de quinta-feira, e atingiu também os barracões da Série A. Uma das agremiações que passou por mais perdas com a chuva foi a Inocentes de Belford Roxo. A escola da Baixada Fluminense teve problemas com algumas telhas do barracão, que não resistiram à chuva e acabaram cedendo. Com isso, houve perdas de fantasias e outros materiais.

      A reportagem do site CARNAVALESCO entrou em contato com o diretor de carnaval da escola, Luiz Carlos Amâncio, que explicou os prejuízos que a escola teve e o atual estado do barracão.

      “Todo mundo pode acompanhar pela mídia, nas últimas horas, os efeitos da chuva pela cidade. Em nosso barracão não foi diferente. Tivemos alguns problemas com a cobertura do barracão, o que ocasionou o alagamento de algumas partes, perda de algumas fantasias e materiais diversos como madeira”.

      chuva inocentes 3Com a possibilidade de acontecer mais chuva nas próximas horas, a escola trabalha contra o tempo para prevenir outras perdas.

      “Estamos consertando o telhado que a chuva com vento levou. Infelizmente, é mais um gasto para escola. Mas, temos que fazer”.

      O diretor de carnaval, porém, se mostrou otimista. Para ele, apesar dos danos, o carnaval da escola não deve ser impactado. Segundo Luiz Carlos, o momento é de reconstruir o que foi perdido.

      “Nós estamos tendo todo o apoio da comunidade nesse momento. Temos uma equipe muito dedicada e talentosa e iniciamos a recuperação do que foi perdido imediatamente. Esse foi apenas mais um dos desafios que a Inocentes teve ao longo do ano para esse carnaval. Tenho a certeza que vamos vencê-lo como fizemos com os outros. Nossa comunidade pode se tranquilizar porque estamos trabalhando com seriedade e vamos fazer um excelente carnaval”.

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      Com o enredo “O frasco do bandoleiro – Baseado num causo com a boca na botija”, a Inocentes de Belford Roxo será a sexta agremiação a desfilar pela Marquês de Sapucaí na sexta-feira de carnaval. O desfile é assinado pelo carnavalesco Marcus Ferreira, estreante na escola.