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Portela recebe homenagem por promover inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

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A Portela foi homenageada durante a cerimônia de encerramento do Circuito Dia D 2019, nesta quinta-feira (28), na sede da Firjan, no Centro. Promovido pelo Ministério da Economia, através da Superintendência Regional do Trabalho – RJ, o evento reuniu participantes, apoiadores e patrocinadores do Circuito Dia D, projeto de inclusão que realiza ações sociais no Rio, na Baixada e em cidades do interior.

A Portela foi reconhecida “pela valorização da diversidade e inclusão sem discriminação”. Há três anos, a maior campeã do carnaval carioca cede sua quadra, em Madureira, para a realização de um grande feirão de empregos para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS, reunindo centenas de candidatos.

O presidente Luis Carlos Magalhães estava representado pela diretora de Cidadania da escola, Hellen Mary. “Fiquei extremamente feliz por representar a Portela numa cerimônia em que ela foi homenageada como uma instituição que cumpre o seu papel de cidadania e responsabilidade social. E é muito bonito ver uma escola de samba ser premiada por isso. Mostramos, mais uma vez, que a Portela não é apenas uma escola que se preocupa com seu desfile. Ela é não só uma instituição muito importante para o samba e para o carnaval, mas também uma agremiação que está conseguindo promover a inclusão e valorizando sua comunidade, realizando projeto sociais o ano inteiro. Estamos muito honrados com esse reconhecimento”, comemorou Hellen.

Conselheira da APAE-RJ e integrante da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ, Zezé Ferreira, que também integra o corpo de diretores de Harmonia da Portela, foi parabenizada pelos organizadores por ter levado a ideia do Circuito Dia D para a Portela. Na cidade do Rio, os feirões de empregos acontecem anualmente no Portelão e na Catedral Metropolitana.

Participaram, ainda, da cerimônia na Firjan Marcelo Freitas, coordenador do projeto de inserção de PcDs e reabilitados do INSS no mercado de trabalho do Ministério da Economia; Alex Bolsas, Superintendente Regional do Trabalho – RJ; Heloisa Cruz, funcionária da Superintendência Regional do Trabalho; Antoniel Bastos, coordenador executivo da Rede Incluir; Caio Souza, presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ; Luciana Tostes, procuradora do Ministério Público do Trabalho, além de representantes da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) e do Sistema Nacional de Empregos (Sine-RJ).

Império da Tijuca terá ala destinada aos devotos de São Jorge

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A Império da Tijuca, que encerrará os desfiles da Série A no sábado de carnaval, terá uma ala destinada aos devotos de São Jorge. A fantasia “O Intrépido Santo Guerreiro” relembrará o Carnaval de 2007, quando o Império da Tijuca emocionou a Avenida contando a saga de São Jorge, um dos santos de proteção da escola, mostrando a importância da educação religiosa.

A verde e branca do Morro da Formiga que levará para a Sapucaí em 2020 o tema Educação, encerrará o último setor do desfile com uma homenagem ao próprio Império da Tijuca. Primeiro Grêmio Recreativo Educativo do samba, a escola completará 80 anos e ao longo de sua história falou das mais diversas formas de educar em seus enredos. Neste setor a escola relembrará desfiles como São Jorge, Rainha Jinga de Angola e Batuk.

Os figurinos de todas as alas comerciais estão disponíveis no site oficial da agremiação www.imperiodatijuca.com.br. Os interessados em adquirir as fantasias poderão entrar em contato através do telefone do barracão 21 3042-4745 ou através do whatsaap 21 97153-9179 (horário comercial).

A verde e branca do Morro da Formiga será a última escola a desfilar no sábado de carnaval, pela Série A, buscando a única vaga no Grupo Especial com o enredo “Quimeras de um eterno aprendiz” de desenvolvimento do carnavalesco Guilherme Estevão.

Estreante na Mancha Verde, Guma Sena foca em evolução rítmica da bateria e destaca carinho da comunidade

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Estreante na Mancha Verde, mestre Guma Sena trabalha sob muita expectativa, tanto da própria escola quanto do carnaval. Isso porque, a evolução da bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, enquanto ainda era mestre, é esperada na Mancha.

O mestre da bateria Puro Balanço conversou com o site CARNAVALESCO sobre trabalho pra 2020, e revelou que a estrutura rítmica da bateria é seguida através do desenho do tamborim.

“Eu não sou muito fã de falar de característica, eu sempre prezo pelo individual de cada naipe, trabalhar a qualidade e encaixar um no outro. O que eu priorizo de cara, o que a gente trabalha incansavelmente, é a parte rítmica da bateria. No samba de 2020, por exemplo, eu trabalhei 98% em cima do desenho de tamborim. A gente criou seguindo a melodia, simplificamos de acordo com a mão do pessoal”.

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Sobre a recepção na agremiação, Guma comenta sobre afeto com a comunidade.

“Olha, a cada dia que passa a recepção na escola de samba Mancha Verde é assim, eu chego e não quero ir embora. É muito caloroso, as pessoas são muito receptivas. Com isso, o meu carinho, a minha admiração a cada dia que passa só tem aumentado” afirma o Mestre, que acrescenta: “As pessoas que estão de fora não tem noção, elas tem aquela imagem de torcida organizada, Palmeiras, enfim, é uma grande família”.

Questionado sobre o fato de uma escola ser oriunda de torcida influenciar no trabalho, o músico cita insegurança no começo mas destaca outra virtude dos ritmistas.

“O histórico da Puro Balanço já mostra um trabalho com concepção de uma escola de samba. Claro, algumas coisas ainda estamos ajustando, mas eu não senti a galera ser oriunda das arquibancadas. Tem alguns ritmistas, mas eles já tem a noção pelas outras gestões da bateria. A galera aqui é muito interessada, esforçada em aprender, são humildes. Tá sendo muito gratificante trabalhar com essa molecada, eles são bem receptivos com as coisas que eu falo. Achei que seria mais difícil por essa questão de arquibancada, mas não, todo mundo está entrando de cabeça e a gente tá trabalhando todas as semanas aí, e o resultado ta ficando bem legal”.

A escola de samba Mancha Verde será a quarta agremiação a desfilar na sexta-feira de carnaval, dia 21, com o enredo: Pai! Perdoai, eles não sabem o que fazem!, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Freitas.

Observatório de Carnaval/UFRJ promove tarde de encontro entre Academia e Carnaval no Tuiuti

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    Com entrada gratuita, na quadra da Paraíso do Tuiuti, na próxima sexta-feira, a partir das 16h, sambistas poderão assistir a entrega do II Mérito Acadêmico OBCAR/UFRJ, organizado pelo Observatório de Carnaval do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    O Mérito acadêmico consiste numa análise acadêmica de cada um dos vinte e sete enredos dos Carnavais da Série A e Especial, realizada pelos estudantes e pesquisadores do grupo de pesquisa.

    Carnavalescos, assistentes, diretores de carnaval, presidentes e integrantes das comunidades confraternizarão o Carnaval 2020 com muita animação sob o comando de Milton Cunha.

    Além da cerimônia e homenagens, haverá show da bateria descomunal da Engenharia da UFRJ e de Thiago Acacio, integrante do OBCAR, um dos intérpretes da Beija-flor de Nilópolis.

    O evento inicia pontualmente às 16h e encerra às 20h. Informações pelo instagram: @observatoriodecarnaval_ufrj

    O apoio é de: AMEBRAS, SAMBISTAS DA DEPRESSÃO, SITE CARNAVALESCO, PARAÍSO DO TUIUTI – PRESIDENTE THOR, BATERIA DESCOMUNAL – ENGENHARIA/UFRJ e CANTOR THIAGO ACÁCIO SHOWS DE SAMBA

     

    Estudo do enredo: Beija-Flor 2020

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    A poética dos caminhos como discurso do pertencimento nilopolitano

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    Enredo: Se essa rua fosse minha
    Carnavalescos: Alexandre Louzada e Cid Carvalho

    Para 2020, o Beija-Flor de Nilópolis, o azul e branco da Baixada, pretende, mais uma vez, transformar o sambódromo “num festival de prata”, como afirma um verso do seu samba-exaltação, e a “abrir caminhos” rumo a mais um título do Carnaval. Para tanto, a Beija-flor, com o enredo Se essa rua fosse minha, dos carnavalescos Alexandre Louzada e Cid Carvalho, parece apostar na poética dos caminhos, como ora percorridos por ela, como ora traçados pela humanidade e como ora ressignificados pela religiosidade, sem perder de vista características inerentes à agremiação.

    Quando se discursa, no texto-mestre predominantemente descritivo, que o “o pássaro encantado é tão bem acostumado a beijar o chão que pisa (a Marquês de Sapucaí), duas seguintes características podem ser observadas: a primeira é a respeito de o beija-flor, que dá nome à agremiação e estampa o pavilhão dela, ser personificado, ou seja, ganhar traços humanos, tornando-se um andarilho; a segunda é a respeito de esse caminhante ser “tão bem acostumada” com a via que beija, ou seja, saber de cór sobre a rua em que se faz de carne e osso – no caso, a Marquês de Sapucaí, pista de desfiles das escolas de samba do carnaval carioca.

    Não à toa se consegue depreender essa significação do texto-mestre: ora, a Beija-Flor é a maior campeã da Era Sambódromo, com 9 (nove) títulos (1998, 2003, 2004, 2005, 2007, 2008, 2011, 2015, 2018), a soberana da passarela. É, nesse sentido, que há a prosopopeia do beija-flor, o povo nilopolitano, como dono da rua em que desfila e, por tantas vezes, alcançou a glória, a apoteose. É como se, nesse momento, a agremiação da seguinte forma comunicasse: sou o Beija-Flor que escolheu a Marquês de Sapucaí para ser palco das minhas andanças, e a Sapucaí me escolheu para ser a escola mais vitoriosa nela. Há, portanto, a relação do pertencimento nilopolitano sendo autoafirmado no texto-mestre.

    Dos caminhos traçados pela humanidade, por sua vez, os pensantes do enredo parecem os ter muito bem escolhido, também, para dialogar com a questão de como se veste o Beija-Flor. Quando “reinos de Âmbar, de Prata, de Ouro, da Seda” e “Eldorado”, por exemplo, são postos no texto-mestre como referências para criação de imagens, pressupõe-se que haverá, no desfile da azul e branca de Nilópolis, estética voltada à opulência, com alegorias e fantasias muito volumosas, brilhantes, feitas com esmero. Esses signos presente na sinopse, mais uma vez, não são por acaso, porque se vestir luxuosamente é uma característica recorrente da agremiação, sendo marca de quase todos os seus campeonatos, como o de 2007, com Áfricas: do berço real à corte brasiliana, e o de 2009, com No chuveiro da alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia. Há, diante disso, que alguns caminhos  escolhidos para a construção da poética carnavalesca vão ao encontro do pertencer nilopolitano.

    No que concerne dar à rua novos significados, o texto-mestre aponta, por exemplo, para a via como instrumento religioso, seja cristão, seja afro-brasileiro. Quando, por um lado, símbolos sacros do cristianismo são descritos na sinopse, como “andores”, “altares”, “Josés e Marias” e “romaria”, parece que haverá, no desfile, referências, por exemplo, à via crucis, caminho percorrido por Jesus, carregando a cruz do Pretório ao Calvário, e a festejos aos santos católicos, a exemplo do Círio de Nazaré, que ocorre nas ruas de alguns estados do Norte do país, principalmente no Pará, na capital Belém, em busca de uma graça divina ou agradecimento por ela ter alcançado. As descrições cristãs presentes no texto-mestre do Beija-Flor de Nilópolis dialoga também com a questão identitária da Escola, uma vez que remete à temática do carnaval de 2005, campeão, com O vento corta as terras dos pampas: em nome do Pai, do Filho e do Espírito Guarani, sete povos, na fé e na dor, sete missões de amor. Quando, por outro lado, saúdam-se, no texto-mestre as entidades que fazem da rua moradia, nas encruzilhadas, principalmente, com “Laroyê!”, “Ina Mojubá”, palavras do tronco yorubá, é um pedido a Eshu, ciganas, pombas-gira e malandros, por exemplo, que guardem, abram e guiem o caminho o qual, mais uma vez, o Beija-Flor percorrerá: a Marquês de Sapucaí. As passagens do texto-mestre que se debruçam à afroreligiosidade vão ao encontro do que é ser Beija-Flor, porque remete direta à temática do carnaval de 1978, campeão, com “A criação do mundo na tradição nagô”, e indiretamente à temática do carnaval de 1989, vice-campeão, Ratos e Urubus, larguem a minha fantasia!, tendo em vista, por exemplo, o refrão do samba de enredo em que se saúda Eshu. O pertencimento nilopolitano, novamente, demonstra-se presente na poética dos caminhos.

    O Beija-Flor de Nilópolis, portanto, a última a desfilar na segunda-feira de carnaval, encerrando os desfiles 2020 das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, levará à rua Marquês de Sapucaí, na qual se fez soberana, outras ruas, caminhos, para atravessarem a passarela do samba e serem cortejo representadas nos figurinos dos desfilante e contempladas por quem aos desfiles assiste. As ruas gritam. As ruas têm vida, nomes. É o desbunde da confluência de ruas. É o povo em procissão, porque o Carnaval é o acontecimento religioso da raça. É o Beija-Flor comunicando, novamente, que o sambódromo é dele, que a Escola é a escolhida pela pista de desfiles para ser “um festival de prata” que o Beija-Flor, mais uma vez, desponte grandioso, com vontade de título, na rua que tantas vezes campeonatos conquistou, para desfilar, no sábado após o sábado das campeãs, na Mirandela, principal via de Nilópolis, rua que também é dele, com, talvez, o “caneco” na mão. Corre gira, que a(s) rua(s) é(são) do Beija-Flor!

    Autora: Leslye Nascimento Gomes – [email protected]
    Letras/Literaturas (Licenciatura) – Faculdade de Letras/UFRJ
    Coordenadora de Ação Cultural/OBCAR
    Leitor orientador: Mateus Almeida do Pranto – [email protected]
    Letras/Literaturas (Licenciatura) – Faculdade de Letras/UFRJ
    Coordenador de Projetos/OBCAR

    Belo no ensaio show desta sexta na Ilha

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    Nesta sexta-feira a União da Ilha realizará mais uma noite de Samba-Show, a partir das 20h, em sua quadra com o grupo Samba do amigo meu, e o cantor Belo como convidado especial.

    Após à 0h (meia-noite), apresentação da nossa baterilha, Ito Melodia, carro se som, mestre-sala e porta-bandeira e demais segmentos da escola.

    Os integrantes com a carteira da comunidade terão entrada franca até às 21h. As mesas serão por ordem de chegada. Mas quem quiser garantir de forma antecipada, a mesma estará a venda na secretaria da escola por 50 reais (4 lugares).

    Serviço:

    Ingressos 25 reais
    Camarotes 200 reais (10 pessoas)
    Censura: 14 anos (acompanhado de responsável)
    A quadra União da Ilha está localizada na estrada do Galeão 322, Cacuia – Ilha do Governador (3396-8169)

    Secretário de Cultura de Witzel diz: ‘Não vamos medir esforços para que tenhamos os ensaios técnicos’

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      O secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, Ruan Lira, voltou a cobrar do prefeito Marcelo Crivella mais apoio ao carnaval e às escolas de samba. Em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO, Lira afirmou que o governo estadual vai buscar ajuda para viabilizar os ensaios técnicos, mas cobrou do prefeito também, já que é um evento gratuito.

      “Nosso governo não promete, ele faz. Essa é a diferença em relação às gestões anteriores. Não vamos medir esforços para que tenhamos os ensaios técnicos. É um evento democrático, popular. Se o prefeito diz que não investe em eventos pagos, o ensaio técnico é gratuito. Dois pesos e duas medidas? O governador Witzel vai abraçar o carnaval”, destacou.

      O secretário destacou ainda que a prefeitura deveria se sensibilizar com a questão dos barracões da Série A. Algumas escolas constroem seu carnaval em condições sub-humanas e insalubres. Ruan pediu a construção da Cidade do Samba 2.

      “A Cidade do Samba 2 é de suma importância. Vamos dar acesso maior às escolas que sobem, um espaço onde os turistas poderão frequentar. Precisamos viabilizar isso. A prefeitura precisa ter sensibilidade, para que possamos ter o carnaval e a cultura em outro patamar”, cobrou.

      Lira reiterou que a intenção do governo de Wilson Witzel é permanecer contribuindo com o carnaval. Entretanto ele não soube responder como se daria essa contribuição, depois que o governo estadual perdeu a queda de braço com a gestão Crivella pelo Sambódromo.

      “O governador investiu R$ 30 milhões em 2019 no carnaval, salvando a festa. Em cima disso nossa ideia é cada vez mais amplie esses investimentos. É um setor estratégico. A economia girou em torno de R$ 4,5 bilhões. A questão do Sambódromo é semelhante a todos os demais equipamentos culturais do estado. Queremos que o povo do Rio de Janeiro tenha acesso à cultura. As portas estão sempre abertas a conversas, negociações. O governo Witzel está à disposto a ajudar”.

      Faixa da União da Ilha terá conversa musical entre cordas e ritmo da Baterilha

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      A União da Ilha do Governador opta em 2020 por um samba diferente das características melódicas históricas da escola. Com uma obra mais trabalhada musicalmente, a agremiação gravou sua faixa para o CD do Grupo Especial no Carnaval 2020. Sob a batuta de Laíla, o arranjador Rafael Prates preparou um conversa musical entre os naipes da Baterilha e os instrumentos de harmonia de cordas.

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      “Trabalhamos a métrica da melodia, valorizando cada nuance da obra, um refrão marcante. Haverá uma surpresa nas divisões, seja na conversa entre as cordas e o ritmo. É um enredo sobre o dia a dia, favelas. Os cavaquinhos e violões conversam com as convenções rítmicas preparadas pelo Keko e o Marcelo”, explicou o músico em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO.

      Um dos mestre da Ilha, Keko, falou sobre as características do samba e disse ainda que a obra possui proximidade com a batida de caixa característica, executada historicamente pela bateria insulana.

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      “Temos um samba muito melódico, que nos permite muitas nuances rítmicas, bem adequadas à inconfundível batida de caixa da nossa escola. O Laíla nos deixou muito a vontade para exercemos a nossa criatividade. Trabalhar com ele como produtor não é a primeira vez, mas agora ele ainda é da nossa escola. É uma honra imensa”.

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      Quem também teceu elogios para Laíla foi o intérprete Ito Melodia. Trabalhando com o dirigente no CD há muitos anos, destacou que agora na mesma escola dele está realizando um de seus maiores sonhos no carnaval.

      “Eu acho que nosso samba está tomando um corpo impressionante, pode ser o melhor que já cantei. É uma linha melódica totalmente diferente daquelas que estamos acostumados a trabalhar. As pessoas podem esperar que faremos um belíssimo carnaval da nossa escola. Todo o mérito é do mestre Laíla, ao mesmo tempo que é fascinante, é difícil pois ele cobra muito e é muito profissional. Mas ele me deu todo o carinho. Estou realizando um sonho”.

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      Laíla complementou avaliando o samba da Ilha. Segundo um dos mais experientes sambistas da atualidade a obra precisa atender aos parâmetros de desfile da escola, possibilitando bom desempenho em harmonia e evolução.

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      “O samba da União foi pensado para tocar o coração do povo da favela. A gente possui muitas passagens belíssimas de letra. É o que eu falo nesses meus mais de 50 anos de carnaval, um bom samba é aquele que te permite um bom desfile dentro do aspecto do canto e da dança. Podem espera uma escola extremamente aguerrida na pista em 2020”.

      Acadêmicos do Cubango apresenta protótipos à diretoria da agremiação

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      Os carnavalescos da Cubango, Raphael Torres e Alexandre Rangel, reuniram a diretoria da agremiação e representantes dos principais segmentos para a apresentação dos protótipos das fantasias para o Carnaval de 2020.

      “A ideia é utilizar elementos que enriqueçam as fantasias e proporcionem um visual impactante”, conta Torres. A leveza do desfilante foi uma das preocupações dos carnavalescos. “Queremos que os componentes brinquem, se divirtam muito e, para isso, pensamos em fantasias confortáveis e leves para a alegria de todos”, explica Rangel.

      O presidente da agremiação, Rogério Belisário, ressalta a importância da comunidade para o sucesso do desfile.

      “Estamos trabalhando para apresentar um desfile inesquecível, mas não podemos esquecer que a nossa comunidade é parte fundamental do desfile. Foram eles que nos levaram até o vice campeonato e contamos com a dedicação e o compromisso de todos para fazermos um excelente desfile”, diz.

      Segundo o diretor de carnaval, Tavinho Novello, o barracão está a todo vapor.

      “Já iniciamos os trabalhos de ferragem, carpintaria, escultura e fibra, ou seja, várias frentes de trabalho foram abertas em prol do cumprimento do planejamento e de que esteja tudo pronto com antecedência para que no mês de fevereiro nós possamos apenas administrar os detalhes. Está tudo caminhando muito bem. O carnaval 2020 é um projeto grandioso, em que nós vamos colocar tudo que os carnavalescos idealizaram na Avenida. Paralelamente a isso, já finalizamos os protótipos e começamos a reprodução das fantasias. Posso garantir que a Acadêmicos do Cubango está com o cronograma em dia e a nossa comunidade pode esperar um belíssimo carnaval. E aproveito para convocar toda a comunidade para comparecer no próximo ensaio de rua, dia 08 de dezembro”, diz.

      Em 2020, o Cubango levará para a Sapucaí o enredo “A voz da liberdade”, que homenageará Luiz Gama, considerado o maior abolicionista do Brasil. A atual vice-campeã do Grupo de Acesso será a quinta escola a desfilar na sexta-feira de carnaval, dia 21 de fevereiro de 2020.

      Ranking dos sambas mais ouvidos: Mocidade, Mangueira e Beija-Flor no top 3

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        O site CARNAVALESCO divulga a sexta lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial para o Carnaval de 2020. A contagem segue o link de cada samba. A próxima lista será divulgada no dia 6 de dezembro.

        1 – Mocidade: 79.070 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        2 – Mangueira: 66.571 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        3 – Beija-Flor: 60.141 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        4 – Salgueiro: 50.669 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        5 – Portela: 50.195 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        6 – Paraíso do Tuiuti: 50.092 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        7 – Viradouro: 43.857 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        8 – Grande Rio: 42.027 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        9 – Vila Isabel: 34.734 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        10 – Unidos da Tijuca: 34.612 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        11 – São Clemente: 30.453 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        12 – União da Ilha: 28.016 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

        13 – Estácio de Sá: 19.461 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)