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Paolla Oliveira tira onda com a bateria da Grande Rio em ensaio no Sambódromo

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Paolla Oliveira tira onda com a bateria da Grande Rio em ensaio no Sambódromo

A atriz Paolla Oliveira participou do ensaio de bateria da Grande Rio, na noite desta quinta-feira, na Marquês de Sapucaí. A rainha de bateria da escola de Duque de Caxias cantou o samba inteiro, interagiu com os ritmistas de mestre Fafá e levou o público que acompanhava o treino ao delírio. Veja os vídeos abaixo.

Mestre Sombra cita filho como possível substituto na direção de bateria da Mocidade Alegre

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Mestre Sombra

Vice-presidente e mestre de bateria da Mocidade Alegre, Sombra se mantém com mais de 46 anos de envolvimento com a escola. Durante a gravação da faixa ao vivo do CD, o Mestre Sombra conversou com o site CARNAVALESCO sobre projeto para o carnaval de 2020.

“O samba ganhou e a gente já começou a ensaiar. Jogamos coisas diferentes em comparação ao ano passado, uma roupagem diferente, entrando com ritmo não de costume, fora de cabeça de samba, fora de refrão, pra vê se a gente consegue dar uma dinâmica diferente”.

A bateria ritmo puro sempre foi um show à parte durante o desfile. Representação de uma flecha acertando um coração em 2009, caracol e movimentação do cubo-mágico onde a bateria se divide, uma parte anda e os lados se invertem, são pequenos exemplos.

Sobre o próximo carnaval, Mestre Sombra não adiantou surpresa, mas garantiu que já pensam no caso.

“Ah, eu não planejo, mas a gente sabe que tem a expectativa. No decorrer dos ensaios, a gente sempre vai pensando em alguma coisa, mas é lógico que passar em branco não vai. Alguma coisinha vamos fazer sim”.

Com anos de experiência e envolvimento no carnaval, os rumores de possíveis substitutos para o cargo de mestre rondam a Morada do Samba. Sombra afirma que não pensa em aposentadoria, e comenta sobre a possibilidade de passar o posto para o filho.

“Prazo não tenho, não. O Sombrinha é um garoto ainda, 19 anos, lógico que ele é um grande ritmista, tem noção de muita coisa, mas precisa amadurecer. Tem que tomar o cuidado pra não dar um passo maior que a perna e queimar ele, a ideia não é essa. Mas claro que tem projeção de ser um grande mestre, filho de Sombra, Sombrinha é. Eu acredito que vai dar certo, talento ele tem. É o sonho de todo pai ver o filho seguindo o seu caminho com êxito, a minha expectativa é essa”.

A Mocidade Alegre será a quarta escola à desfilar no sábado, dia 22 de Fevereiro, com o enredo: “Do canto das Yabás renasce uma nova morada”, assinado pelo trio de carnavalescos Edson Pereira, Márcio Gonçalves e Paulo Brasil.

Entenda alterações no regulamento dos jurados do carnaval de São Paulo

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Por Gustavo Lima e Matheus Mattos

A Liga-SP organizou uma plenária com os veículos de imprensa do carnaval para divulgar as alterações no regulamento para o carnaval de 2020. A primeira alteração, e a mais ousada, foi no quesito bateria. A inserção do item “Performance” provoca variantes de ritmo durante o campo auditivo do jurado. O quesito precisa apresentar uma bossa/arranjo/paradinha com mais de 16 compassos para somar 0.2 à nota, contando o beat binário. Caso apresentem algo com menos de 8 compassos, acrescentam apenas 0,1.

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Lembrando que, a bateria precisa realizar essas variações de ritmo pra atingir o 10. Caso contrário, a bateria atinge o 9.8, que é a nota máxima dos outros pontos de julgamento.

Ainda no quesito bateria, o regulamento ainda analisa outros pontos.

Sustentação: A bateria precisa apresentar um ritmo sem oscilações, que é a penalização caso acelerem ou atrasem o som produzido. Se oscilar 3 BPM (batidas por minuto) no campo auditivo, tanto pra mais quanto pra menos, o jurado pode tirar nota.

Entrosamento: É o perfeito conjunto entre todos os instrumentos. Um não pode sobressair em comparação ao outro, e nem tocar em ritmos diferentes.

Equilíbrio Instrumental: todos os naipes devem ser escutados com clareza.

Precisão rítmica: É a execução perfeita de todos os instrumentos.

Afinação: Esse ponto também sofreu uma leve alteração. Antes, apenas os surdos eram julgados. Pra 2020, todos os instrumentos serão analisados no item afinação, que é a padronização guiado pelo gosto da agremiação e mestre.

Outro detalhe importante a ser destacado é, o julgador de bateria localizado no recuo será posicionado exatamente dentro do local. A Liga montará uma cabine exclusiva para que o jurado tenha um campo auditivo justo pra analisar.

Os quatro jurados terão um gravador pra justificar e apresentar pra escola no caso de uma retirada de décimos.

Ainda no quesito musical, o samba-enredo mantém alguns pontos de julgamentos em comparação ao último carnaval.

Como por exemplo; Fidelidade do samba com o enredo, Adequação da letra com o desfile, Riqueza poética (penalização por falta de variantes de melodia) e a Divisão melódica (pouca letra dentro uma extensa melodia, e vice-versa).

Já o quesito de harmonia julga diretamente o canto dos componentes. O item entrosamento avalia se o canto atravessou ou não, ou seja, a ala 10 precisa contar na mesma sincronia que a ala 2, por exemplo.

Outro ponto é a “Clareza”. Os componentes precisam cantar de uma forma que o público e os jurados entendam cada letra. Pronúncia clara da letra do samba-enredo.

É importante ponderar que o volume do canto não é julgado. Caso uma escola cante baixo, mas de que dê pra ouvir o componente e o samba com boa definição, a escola cumpre o regulamento e atinge a nota máxima.

Visual

O enredo segue analisando o tema proposta e a forma que a história foi contada através do desfile. A criatividade do carnavalesco ao confeccionar a ala e o que ela representa, também será julgado.

Caso a ordem das alas apresentadas na pasta não for seguida pela escola, isso também se caracteriza como penalidade.

No quesito fantasia, as pastas estão com um grau maior de importância no momento do julgamento. Caso um componente esteja fora do padrão da imagem cedida ao jurado, a escola sofrerá a penalização. Quanto maior o número de componentes sem uniformidade, mais a retirada de décimos.

A forma também será avaliada, ou seja, a base, a estrutura não pode se igualar de uma ala para outra.

A escola precisa estar homogênea. O primeiro setor não pode conter fantasias luxuosas enquanto o terceiro está com um molde simples.

Já em alegorias, a forma em que o elemento é passado nas pastas também se alterou. A agremiação seguirá um padrão, mais claro e objetivo, e apontando todos os itens exigidos, como os locais com componentes.

A questão das proporções das esculturas também está inserida. Por exemplo; caso a cabeça não concordar com a estrutura do corpo, o jurado pode apontar conforme o manual.

Comissão de frente

Este quesito decidiu o acesso e descenso no carnaval de 2019. A Liga fez um estudo e observou que o foco do julgamento da comissão de frente estava mais na fantasia do que pela dança em si, sendo assim, fez algumas mudanças. Para analisar o quesito, são três pontos de julgamento:

Fundamento – No regulamento a comissão de frente deve ter no mínimo 6 e no máximo 15 integrantes. Precisam estar na pista no mínimo 6, apresentando a escola e saudando o público de forma sincronizada

A comissão de frente não pode desgarrar da escola e do olho do jurado, jamais deve ficar longe de outra ala.

Plástica artística – Os componentes devem valorizar e se atentar mais à dança, que é a qualidade visual, a proposta da escola, ou seja, deve ser sincronizada ou teatralizada e a fantasia do componente deve permitir que ele faça tal movimento.

Se é uma proposta de coreografia e por exemplo forma-se um triângulo, ele deve ser geometricamente bem desenhado na pista, paralelo e um de frente para o outro. Se for teatralizado, o jurado deve conseguir olhar toda a expressão corporal e identificar toda a proposta da comissão de frente.

Uma mudança importante é que, tanto para o teatro como nas coreografias, tem que ter limpeza dos movimentos, ou seja, um determinado integrante da comissão de frente não pode fazer movimentos que se desencontram com o movimento de outro componente.

Acabamento (figurino e integridade) – Integridade é o dano que a fantasia está tendo no desfile, como por exemplo rasgar, cair o chapéu ou quebrar algo. O figurino deve ser colocado na pasta dos jurados e eles devem conseguir identificar tudo na pista, tem que ser perfeito, exatamente como está na pasta.

Evolução

É o mesmo critério de julgamento do ano passado, só que foi excluído o efeito sanfona. Os itens para julgar são:

Expressão corporal – Algo que a escola de samba deve treinar muito, pois é algo individual, por exemplo, de 3 mil componentes, cinco não estão se movimentando, deve ser penalizado. Não pode estar andando, como se tivesse na obrigação de estar lá, isso será detectado.

Variação de velocidade – Será penalizado sempre quando acelerar. Às vezes a escola diminui o passo por uma entrada de bateria no recuo, apresentação de comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, isso não será penalizado. Só tirará ponto da escola se por algum motivo tiver que aumentar o passo.

Invasão de alas – Quando o componente de determinada ala fica paralelo à outra, já é considerado invasão pelo regulamento. Se um destaque de alegoria somente encostar em um componente de outra ala, também é considerado invasão. Esse é um tópico bem rigoroso que a agremiação deve ficar muito atenta, porque ocorre com frequência nos desfiles.

Choque de alegoria e componente – Normalmente isso acontece quando a escola tem um projeto de um desfile mais compacto e acontece de o carro alegórico atropelar o destaque ou invadir a ala da frente, isso será penalizado.

Buraco – Ocorre entre alas e dentro da própria. A escola estabelece um padrão que deve vir uniforme com o tempo de desfile. Lembrando que não tem uma metragem certa para detectar um buraco, o jurado já deve considerar um espaço considerável para penalizar a agremiação.

Divisão de escola – Ocorre quando se divide no meio. Para não confundir com o buraco, foi orientado para os jurados que, se determinada ala separar de outra em um perímetro que cabe outra ala, é considerado divisão de escola, não buraco. Por exemplo, às vezes o casal está evoluindo e a alegoria que está atrás dele não acompanhou e abriu um perímetro de uma ela, isto é considero divisão de escola.

Mestre-sala e porta-bandeira

A Liga faz um trabalho de levar um casal do Rio de Janeiro, (para não expor ninguém de São Paulo) como exemplo, e ano passado foi o casal da Vila Isabel, onde fizeram um trabalho de narrar todos os movimentos para ficar claro para os jurados.

Entrosamento – É julgado o que eles fazem entre si, eles não podem conversar, não pode encostar um no outro, e voltou o que tinha há 3 anos atrás, que é a finalização de movimentos, ou seja, a dupla precisa parar ou pontuar para realizar outro movimento.

Postura – É analisado individualmente. O mestre-sala não pode encostar o joelho no chão, a porta-bandeira não pode se curvar a qualquer um e deve ter postura de rainha.

Acabamento e integridade – É analisado o dano que deve comprometer a fantasia, pois acontece de cair algumas penas ou pequenos detalhes, isso não é considerado como dano. Agora, se for danificado um pedaço grande da fantasia, deve ser penalizado, como saias, costeiros, adereços de cabeça, etc.

O regulamento de São Paulo não é comparativo. A escola precisa ter a ciência do que ela vai apresentar, e executar com excelência.

Vice-presidente da Mocidade fala do momento da escola para o carnaval

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Por Eduardo Fonseca

O clima em Padre Miguel é de profunda expectativa e esperança com o Carnaval 2020. O enredo e o samba sobre Elza Soares faziam parte do sonho de todo torcedor independente. O site CARNAVALESCO conversou com o vice-presidente Luiz Cláudio e ele abordou o momento da verde e branco e o que esperar da Estrela Guia no desfile deste ano.

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Enredo

“Esse é o enredo que a comunidade pede há bastante tempo. Estamos muito felizes com o resultado de nosso samba-enredo. É um samba que a escola toda abraçou. E com isso temos feito ensaios com bastante êxito”, disse.

Presença da Elza Soares

“Estamos sempre em contato com a Elza. O carnavalesco (Jack Vasconcelos) esteve na casa da Elza. Ela está super empolgada. Deve visitar o barracão para ver o trabalho nas alegorias e fantasias”.

Participação de Rogério Andrade na escola

“É um apaixonado pela escola. De fato, como disse o Wander Pires, ele está muito feliz com o andamento do carnaval e do projeto do enredo. O samba também emociona muito”.

Entrevistão com mestre Rodney, da Beija-Flor: ‘a justificativa da falta de criatividade deveria cair’

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Em 2020 o mestre Rodney completa 10 anos como comandante da bateria da Beija-Flor. Após assumir em meio a uma crise no segmento, após a desavença entre Paulinho e Laíla, Rodney provou sua capacidade e transformou a bateria da Deusa da Passarela em uma das referências no Grupo Especial. O mestre conversou com a reportagem do CARNAVALESCO para a série ‘Entrevistão’.

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O mestre criticou os julgadores do quesito que sempre usam a justificativa da falta de criatividade para punir os mestres. Ele também fez um balanço desses 10 anos e citou Laíla e Neguinho da Beija-Flor como padrinhos. Incisivo, afirmou que a manutenção do ritmo e do andamento são mais importantes que paradinhas e coreografias dentro de uma bateria.

Hoje, a gente já pode falar. Qual foi seu maior medo quando assumiu a bateria?

“Medo que todo mundo tem, de não ser capaz de conduzir. Graças a Deus a escola confiou em mim e me deu oportunidade. Dez anos depois posso dizer que venci, graças à ajuda dos meus ritmistas, dos meus diretores. Acho que o trabalho está aí para quem quiser ver”.

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E qual foi a maior mudança da bateria no seu comando para o mestre Paulinho?

“Eu acho que foi o aproveitamento da prata da casa. O nosso projeto de formar novos ritmistas nos deu uma gama enorme de novos integrantes. Eu posso afirmar que 98% da nossa bateria hoje é formada por oriundos da nossa escolinha. Isso é um ganho espetacular”.

Laíla foi fundamental para sua chegada. O que você aprendeu com ele e o que pode falar dele?

“Aprendi muita coisa com ele. A oportunidade mais importante da minha vida foi me dada por ele e pelo Anísio. Posso dizer com toda humildade? O pouco que eu sei eu aprendi com o Laíla. É um mestre para mim e muita gente. Estou aqui graças a suas broncas e hoje estamos no rumo certo”.

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Como você define o ritmo praticado pela bateria da Beija-Flor e qual BPM (batidas por minuto) preferido?

“Somos uma bateria afinada e suingada. Cada samba possui uma característica de andamento. A cada ensaio a gente busca fazer ajustes para encaixar o andamento mais confortável. A estrela é o samba-enredo. Até o último ensaio antes do desfile a gente pode mudar o andamento. É uma constante de análise”.

Como é para você trabalhar com o Neguinho da Beija-Flor?

“É tudo de bom. Ele também me deu muito apoio. Neguinho está a cada dia melhor, e ajuda muito a gente no trabalho da bateria. Temos um entrosamento perfeito com ele, além do canto da escola. Que bom que temos o Neguinho junto com a gente”.

O que gostaria de mudar no julgamento do quesito bateria?

“A primeira coisa que eu iria extinguir é justificar uma nota diferente de 10 com ‘falta de criatividade’. Eu acho essa explicação a maior falta de criatividade que existe no carnaval”.

Vivemos um momento de alto nível das baterias do Especial, inclusive, com a entrada da garotada. Qual sua análise desse momento das baterias?

“Todos os mestres são musicistas. Eu fico muito feliz. Eles chegaram com todos os méritos. Os meninos do Salgueiro, os meninos da Ilha, o Fafá. Quem ganha com isso é o carnaval. Hoje em dia o sarrafo para você tirar 10 está muito elevado e eu acho isso muito bom”.

Rodney é contra ou a favor das paradinhas? E o motivo?

“Eu acho que a convenção é um recurso. Eu acho que não pode ser algo que seja determinante no quesito. Se torou uma obrigação. Todas as baterias fazem e nós também fazemos”.

Você tem ao seu lado a Raissa. Fica mais fácil para o mestre ter a rainha da comunidade e que conhece tudo na escola?

“Estou com ela desde o início. Ela é rainha na acepção da palavra. Quando ela estava grávida sempre ligava para a gente, perguntava como estavam os trabalhos. Raíssa é uma rainha mesmo”.

E coreografias a bateria da Beija-Flor um dia vai fazer algo e por que não faz?

“A gente fez em 2013 e 2014. Se for necessário eu farei. Mas aqui o principal é a sustentação do ritmo mesmo”.

Bateria Cadência da Baixada mostra criatividade em ensaio de rua da Inocentes de Belford Roxo

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Por Gabriella Souza

A Inocentes de Belford Roxo fez seu ensaio de rua, na noite desta quarta-feira, e iniciou seu treino com discursos motivacionais dos dirigentes que animaram o público e os componentes a realizarem um ensaio bom e empolgante. A escola sustenta um enredo forte e importante sobre a futebolista Marta, já premiada seis vezes como a melhor do mundo. O samba que é marcante promete ser um dos mais animados e cantados da Série A. O grande destaque do treino foi a bateria Cadência da Baixada que mexeu com o público com suas bossas e novidades, marca da criatividade do mestre Washington.

O diretor de carnaval, Saulo Tinoco, ressalta que a escola vem evoluindo e que o trabalho de sua equipe está sendo feito e a que tendência para a Inocentes é só crescer até o desfile:

“O ensaio de hoje está em uma crescente, semana passada nós tivemos um público muito bom e hoje superou. A expectativa mesmo é chegarmos no 100% com todos os componentes da escola, mas creio que estamos no caminho. Agora é aquele trabalho de ‘formiguinha’ mesmo já que faltam menos de 30 dias para o carnaval. Hoje já evoluiu bem e semana que vem estará melhor, portanto está sendo uma crescente mesmo com a escola cantando e não só o refrão”, conta.

Harmonia e Samba

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O carro de som é um dos pontos fortes da escolas, com intérpretes experientes como Pixulé e Tem-Tem Sampaio mostra potência e muita qualidade. Levantam o samba que possuiu uma letra boa e um refrão forte e marcante, sem dúvida, será uma das principais atrações da escola para o desfile. Já o canto dos componentes pode melhorar, já que foi notado muitos ainda lendo a letra em folhetos entregues pela escola, até mesmo alas inteiras. Mas, no geral, a comunidade mostrou seu esforço em aprender a letra, vale lembrar que restam menos de 30 dias para a abertura dos desfiles e questões como esta precisam ser rapidamente sanadas.

Evolução

A escola estava com um número de componentes reduzida. Algo para receber atenção d diretoria, já que pode prejudicar o andamento e a evolução da escola como um todo. Apesar disso, a escola evoluiu com tranquilidade e no andamento desejado e planejado pela equipe de diretoria e harmonia. Destaque para a ala com balões vermelhos, muito empolgada e que chamava o público a também cantar o samba e sambar.

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Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Inocentes de Belford Roxo, Douglas Valle e Jaçanã Ribeiro, apresentou qualidade nos movimentos. Ambos são técnicos com habilidades na agilidade dele e na leveza dela ao conduzir o pavilhão. O entrosamento entre os dois proporciona uma coreografia leve, que é bem simples e até mesmo mais clássica se comparada ao que outros casais vem desenvolvendo. Será também um dos pontos fortes em qualidade e técnica no carnaval da Série A de 2020.

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Bateria

O destaque principal do ensaio foi a bateria Cadência da Baixada comandada por mestre Washington Paz. A bateria apresenta uma organização boa e uma qualidade excelente. Apesar de não estar com um número ideal de ritmistas, cada naipe é bem dividido e isso proporciona uma boa sonorização ao todo, contribuindo ao andamento adequado para a escola. O que faltou foi um entrosamento maior da rainha Amanda Andrade com a bateria. Washington se mostrou um mestre experiente e preocupado com a qualidade de técnica de seus ritmistas no ensaio, visto ter criado um série de novidades para a bateria, tanto em bossas como em coreografias. Um dessas novidades é que em momento do samba, metade da bateria vira de lado e bate palmas enquanto a outra segue tocando. Washington conta ainda que as novidades não param e que ainda reserva outras mais para a Sapucaí:

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“Ainda tenho alguns detalhes para acertar e sempre temos no que melhorar, mas estamos no caminho certo, até o desfile ainda temos alguns ensaios e podemos ajustar o que for necessário. A gente aqui gosta de fazer algumas brincadeiras com algumas coreografia e já adianto que vem mais surpresa além disso. Acho que para vir normal é melhor ficar em casa, a gente gosta de arriscar. Mas é legal viver nessa tensão e acho mesmo que depois que começamos a fazer essas novidades nós passamos a ser cobrados todos anos para trazer algo diferente e quando a gente não faz o público sempre reclama. Já virou uma identidade do nosso trabalho”, conta.

Liga-SP apresenta novidades e investimento na capacitação dos julgadores do Carnaval 2020

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Por Gustavo Lima e Matheus Mattos

A Liga das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP) realizou entrevista coletiva, na noite desta quarta-feira, em sua sede, para apresentar novidades e o critério de julgamento para o Carnaval 2020. Confira abaixo alguns trechos das declarações do presidente Serginho, comandante do Grupo Especial e Acesso paulistano.

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Treinamento dos jurados

“A nossa ideia é sair com uma linha só. Sem cada um ter sua diretriz, sem conhecer o regulamento. Pensamos em mostrar como o processo foi feito e que a linguagem seja a mesma. Elaboramos uma maneira esse ano para que fosse feito um treinamento e escolhemos três coordenadores, que já foram julgadores, para que eles cuidassem dos julgadores. Pessoas acadêmicas que se integraram e transmitiram para o popular para a conversa ter a mesma linha de raciocínio. Temos o maestro Rogério no módulo música, a Flávia no módulo dança e o Bruno no módulo visual. Cada escola e jurados receberam o material que preparamos para o treinamento e todas informações de como será julgado cada quesito na Avenida. O julgador ainda levará para cabine uma apostila para usar caso tenha dúvidas”.

Algumas mudanças

“Em todas as cabines de julgador as baterias vão ter que ousar. A mudança na bateria teve uma votação apertada entre os presidentes e quem vai ganhar é o espetáculo. A ideia nossa era que o julgador pudesse descer e acompanhasse até a outra torre e assim por diante, mas ainda não vamos conseguir para esse ano”.

Investimento no julgamento

“A Liga vem investindo pesado nessa parte de julgadores nos últimos quatro anos e trocamos o quadro completo dos julgadores. Optamos por pessoas com muita qualificação e criamos um sistema que facilita para escola entender como ela é julgada. A cada ano tentamos que o carnaval tenha o resultado mais justo e transparente possível. Nos últimos o maior investimento na estrutura de carnaval foi no julgamento. Já fui presidente de escola e quando cheguei na casa não entendia a forma que era julgado. Pensava de uma maneira e o julgamento era de outra. Ia para Avenida no escuro. Queria entender porque não poderia ser tão claro e todo mundo saber como era o julgamento e o treinamento”.

Punição mais leve

“O carnaval está cada vez mais acirrado. Algumas penalidades estavam pesadas e decidindo carnaval por um décimo e algumas perdendo pontos por problemas. A ideia é que a escola que tiver problemas na pista possa ainda se recuperar dentro da pista. Não é deixar de punir, mas ter condições de disputar, sem ter uma punição tão forte. Antes quem estourava o tempo máximo ou mínimo perdia de cara logo 1 (um) ponto e agora está mais brando. Estava desproporcional. Nos adequamos para escola ter flexibilidade, caso aconteça algum problema durante o desfile”.

Comunidade nilopolitana ensaia nesta quinta

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Nesta quinta-feira, a partir das 21h, a azul e branca da Baixada Fluminense realiza mais um ensaio de comunidade para o Carnaval 2020. Todos os componentes participam do treino, que tem entrada a R$ 20. A quadra da Deusa da Passarrela fica na Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025, em Nilópolis. Com o enredo ’Se essa rua fosse minha’’, tema desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Louzada e Cid Carvalho. A Beija-Flor será a última a desfilar na segunda-feira de folia.

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Serviço:
Ensaio na Quadra da Beija-Flor de Nilópolis
Data: Dia 23 de janeiro, quinta-feira
Horário: A partir das 21h
Atrações: ensaio geral rumo ao carnaval
Preço: R$20 (entrada) / Camarote para (15 pessoas) R$1.500
Local: Quadra da Beija-Flor de Nilópolis – Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025, Nilópolis
Informações: (21) 3743-0340/ 21 99086-8047
Maiores de 18 anos

Entrevistão com o intérprete Bruno Ribas: ‘Quero parar com o carnaval, mas não de cantar’

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Por Gabriella Souza

Intérprete da Tom Maior e da São Clemente, Bruno Ribas já projeta sua parada na carreira. O cantor possui uma larga trajetória no samba e no carnaval. É neto do compositor Manacéia e desde pequeno vive no meio. Aos 27 anos, em 2002, iniciou fazendo parte do carro de som da Estácio de Sá no Grupo A (“Nos braços do povo, na passarela do samba… Cinquenta anos de O Dia”), juntamente com Serginho do Porto. Sua estreia como intérprete principal veio no ano seguinte, quando comandou a Inocentes da Baixada, também no Grupo A (“O Gênio da Inocentes e Lâmpada Maravilhosa” – 2003), no mesmo ano fez parte da equipe de intérpretes auxiliares de Jamelão na Mangueira. Na série ‘Entrevistão, do site CARNAVALESCO, Bruno Ribas fala de diversos assuntos. Confira abaixo a entrevista completa.

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A Tom Maior devolveu o espírito daquele Bruno Ribas que cantou o samba “É Segredo” (Tijuca 2010). O que a escola mudou na sua vida?

Bruno Ribas: “A Tom Maior me trouxe uma recarga de bateria, mas eu já estou até me desfazendo dela, estou de verdade pensando em me aposentar. O carnaval está ficando meio chato e difícil de lidar. Mas, isso não é para agora, ainda vou ter um tempo para poder me organizar, organizar a vida e deixar tudo legal para que isso possa acontecer e eu poder parar. A Tom Maior foi muito importante nesse sentido para mim e para a minha trajetória”.

Aliás, o “É Segredo” é o samba da sua vida?

Bruno Ribas: “Não foi o samba da minha vida, mas sim o desfile da minha vida, já que foi o primeiro campeonato que eu conquistei como intérprete oficial de uma escola de samba na minha carreira, foi muito importante e tenho boas lembranças”.

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Por que você já cogita a hora de parar?

Bruno Ribas: “O ‘parar’ que eu falo não é parar de cantar, mas sim como o carnaval, é o que pretendo. Estou pensando e ajeitando uma nova estratégia para a minha carreira, eu e a minha equipe ainda estamos em análise para planejarmos isso. Quero descobrir outras funções também no carnaval, além de cantar. Eu vim de bateria, me propus a cantar, e acho que não deixei muito a desejar. Fui e sou um mediano cantor e daqui um tempo quero ver outros horizontes. Trabalhar mais para dentro da confecção do carnaval, estar mais dentro desse horizonte me interessa também”.

Qual a diferença entre cantar no Rio e em São Paulo?

Bruno Ribas: “A única diferença que separa o Rio de São Paulo é a logística. É o que São Paulo tem de melhor para oferecer, algo que realmente falta no Rio. O som é magnífico, todo o operacional de São Paulo é muito bacana. Mas, no restante, creio não ter diferenças, às vezes até tem sim no sentido de tamanho do carnaval deles para o nosso do Rio, mas no geral não. Se considerando a parte musical, não. A música é universal, a gente faz em qualquer lugar, estando no meu setor isso não muda”.

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E como é cantar em trio com o Leozinho e a Grazzi?

Bruno Ribas: “Junto com eles eu tenho mesmo é um grande aprendizado, a gente aprende muito um com o outro. Eles até brincam muito comigo dizendo que eu sou o mais antigo deles, então tenho que carregar essa carga maior. É tudo muito bem dividido no nosso carro de som, nos entendemos muito tanto musicalmente como pessoalmente e acontece tudo bem, temos um aprendizado muito legal”.

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Cada vez temos mais mulheres no carro de som. O que você pensa sobre o assunto?

Bruno Ribas: “Bom, a gente vê ainda o preconceito contra a classe feminina e que ainda é muito difícil se ter mulheres como cantoras nesse meio. Acho esse preconceito ridículo, porque a mulher é o ser humano mais importante do universo desde que o mundo é mundo, se não existisse as mulheres não existiria a humanidade. Mas o meu o ponto de vista quanto a mulher cantando e sendo intérprete é que acho muito importante isso, super bacana a mulher fazendo esse papel no carnaval”.

Qual é seu maior ídolo como intérprete e por que?

Bruno Ribas: “Pela bilionésima vez, eu volto a dizer com muita satisfação, e vou falar isso para o resto da minha vida até que Deus me leve, e se Deus me levar e me deixar gritar de lá eu vou gritar o nome do Neguinho da Beija-Flor”.

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Qual samba você não cantou e gostaria de ter cantado?

Bruno Ribas: Samba, eu realmente não sei. Mas desfile eu que eu gostaria de ter  participado de vários, mas teve um na Portela que eu gostaria muito de ter estado, que foi o “Adelaide, A Pomba da Paz” (1987) que eu achei muito bacana e me emocionou muito”.

Qual foi o desfile na sua carreira que mais te marcou?

Bruno Ribas: “O desfile que mais me marcou foi o da Mocidade em 2008 (“O Quinto Império: de Portugal Ao Brasil, Uma Utopia Na História”) foi um desfile grande e fantástico na minha vida. Porque foi um período muito complicado no qual eu passei na Mocidade 16 meses sem receber. E nesse ano eu fui também para São Paulo cantar no Império de Casa Verde e houve muitos problemas até que chegou o carnaval e eu não tinha para onde correr mais. Tive problemas sérios tanto em São Paulo quanto no Rio, tinha gente no carro de som que estava sendo despejada de casa porque não estava recebendo e não tinha dinheiro para pagar um aluguel. Em São Paulo eu já tinha um carro de som formado, um baita carro de som e de repente não tinha mais ninguém no carro de som, tive que levar o Marquinhos Art’Samba, que está na Mangueira hoje para lá, que é meu compadre, e o Dudu, filho do Deré da Grande Rio, tive que levar os dois para São Paulo para cantar comigo, porque eu não tinha mais carro de som. Foi bem complicado. Mas quando cheguei aqui no Rio, o desfile para mim da Mocidade foi fantástico”.

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Qual foi sua maior decepção na Avenida? E o motivo?

Bruno Ribas: “Um desfile ruim na minha vida foi em 2009 na Tijuca. Quando eu acabei o desfile e saí da Avenida, pensei ‘devo estar demitido’, porque eu não senti o desfile, foi muito complicado.

O que falar do Adnet como compositor e do samba que ele fez?

Bruno Ribas: “Achei a participação do Adnet no samba muito interessante, uma pessoa que não participava e não estava no meio do carnaval e chegar com um samba inteligente, uma outra visão e bem destacada do que temos visto no resto do carnaval. Achei bem bacana e agregou muito bem a pessoa dele ao carnaval. E eu gosto muito desse samba, está bem encaixado com todo o carro de som e com a escola. Está fluindo muito bem”.

Presidente da Mangueira fala de Leandro Vieira, andamento do barracão e relação com o prefeito

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O presidente da Estação Primeira de Mangueira, Elias Riche, participou do programa “Debate CARNAVALESCO” com a rainha de bateria Evelyn Bastos. O dirigente que vai para seu primeiro carnaval à frente da Verde e Rosa falou sobre diversos assuntos importantes. Confira abaixo trechos.

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Leandro Vieira

“O Leandro é uma pessoa fora da curva. É de uma capacidade, inteligência, fora do comum. Ele conseguiu voltar e mudar a história do carnaval. O desfile estava na mesmice e ele veio por uma linha totalmente diferente. Acho que é a linha certa. Hoje, nós temos sete ou oito carnavalescos que estão acompanhando os caminhos do Leandro. Ele passa os 70 minutos na Avenida dando a opinião dele. Espero que ele continue na Mangueira e faça escola na gente, mas vai ter que mudar a linha, porque está todo mundo seguindo. A Mangueira está mostrando o que acha da vida de Jesus Cristo. A escola sofre como Jesus, que foi crucificado, criaram uma porção de pecados para ele, e a Mangueira estão inventando milhares de coisas sobre ela”.

Barracão

“Estou tranquilo na parte do barracão. Vamos fazer um belo carnaval. Temos uma equipe muito boa. Se perguntar da parte que devo… fico triste com o que acontece hoje de ter que tomar medidas para estancarmos os custos do barracão. A escola está muito unida e todo mundo tem compreensão sobre o momento. A credibilidade não tem preço e não posso reclamar”.

Verba pública para o carnaval

“O município tinha que ter boa vontade e olhar com carinho para o carnaval. A ocupação hoteleira é grandiosa. Se você analisar quanto a Mangueira e as outras escolas pagam de ISS, além do que a Liga paga de ISS, você vai perceber que é muito mais do que o prefeito liberou para gente em 2019. Ele não deu a verba, mas não tratou das creches, dos hospitais, e você vê buracos nas vias públicas. O que ele fez de bom no Rio de Janeiro? Eu votei nele, hein. Infelizmente, a gente continua votando errado. Ele falou que ia cuidar das pessoas, mas não sei de quem ele está cuidando. Ele não pensa no povo. Ele está devendo R$ 50 mil do carnaval passado. Ele tem que ter vergonha na cara”.

Missão de ser presidente

“O mais difícil é quando você tem que falar. Estou gostando. Tenho uma parceria boa e fiz amigos na escola. É a primeira vez na história da Mangueira que temos unanimidade com todos os ex-presidentes. São pessoas que estão do meu lado. Sou feliz por causa disso. Chiquinho pegou uma dívida de R$ 15 milhões e quando eu assumi a dívida era de R$ 4 milhões a R$ 5 milhões. Agora, não é fácil. O carnaval cresceu e a verba diminuiu. Não basta ser um grande mangueirense para ser um bom presidente da Mangueira. Não posso reclamar de nada, tenho grandes parceiros do meu lado, não sou o grupo que fez o ‘Muda Mangueira’ ou a ‘Ami7’. Quero estar junto com todos, somos unidade”.

Assista na íntegra o programa: