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Ilha apresenta Raphael como mestre-sala, Rodrigo e Priscila na CF e volta de Wilsinho e Dudu Azevedo

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A União da Ilha divulgou na noite desta quinta-feira sua equipe para o Carnaval de 2021. Foi criada uma comissão de carnaval que terá Dudu Azevedo (que segue na Beija-Flor) e Wilsinho Alves. Como carnavalescos a escola terá o trabalho da dupla Cahê Rodrigues e Severo Luzardo, além da equipe que participou de 2020, exceto Fran-Sérgio e Laíla.

casal ilha

Para comissão de frente, a escola contratou o casal Priscila Mota e Rodrigo Negri, que seguem na Mangueira e vão fazer jornada dupla. A escola ainda renovou com o intérprete Ito Melodia e com a dupla Keko e Marcelo para o comando da bateria.

Veja abaixo o vídeo com o anúncio da escola:

Conjunto alegórico da Vila Isabel perde décimos por conta de danos no abre-alas e falta de acabamento

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Em mais um ano de conjunto alegórico imponente e opulento, a Unidos de Vila Isabel fez um grande desfile em termos estéticos e alegóricos. O julgador Fernando Lima foi o único a despontuar a escola e justificou sua nota apoiado em danos e pequenos detalhes de acabamento.

Fernando Lima – 9,8

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“Alegoria 01 – Imponente com um belíssimo impacto visual, infelizmente frente ao módulo apresentou três platôs de destaques danificados. Alegoria 02 – Pórtico das parreiras frente ao módulo apresentou leve inclinação, suficiente para prejudicar visualmente. Alegoria 03 com boa volumetria e proporção teve 01 arremate na torre esquerda frontal acima do beiral feito por uma tábua de madeira, prejudicando sua visualização. Junção entre a torre do sino e a fachada na traseira da alegoria não teve bom acabamento. Prejudicando a estética do conjunto”, julgou Fernando.

Julgadores reclamam que o sistema de som da Marquês de Sapucaí prejudicou avaliação das baterias

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    Dois julgadores entre os cinco do quesito Bateria aproveitaram o espaço para observações finais no caderno das justificativas e reclamaram que o sistema de som da Marquês de Sapucaí atrapalhou na avaliação das baterias.

    Para o experiente Cláudio Luis Matheus, Estácio de Sá, Viradouro e Grande Rio não puderam ser devidamente avaliadas por problema no sistema de som. Ele explicou que o sistema só foi normalizado a partir da terceira escola de segunda-feira. Veja abaixo o texto do julgador.

    obs matheus

    O julgador Leandro Oliveira também criticou o sistema de som. “O som da Avenida estava muito alto no módulo 2. Foi um fato que gerou muita dificuldade no julgamento de uma forma geral”. Veja abaixo o texto do julgador.

    obs leandro

    Julgadores de Comissão de Frente acharam apresentação da Portela ‘primária’ e ‘com desenhos simples’

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    Depois de ficar de fora do desfile das campeãs pela primeira vez desde 2013, a Portela teve apontadas diversas falhas em sua comissão de frente apontadas pelos jurados nos cinco módulos de julgamento.

    Raphael David – 9,9

    “Faltou apuro e detalhe de concepção da composição para o elemento cenográfico de apoio, em especial na concepção da fogueira (prisma retangular com led), o que contrastou desfavoravelmente no conjunto plástico do grupo que buscou claramente a representação dos principais referências estéticas da cultura tupinambá”.

    Paulo Cesar Morato – 9,8

    “É apresentada uma coreografia simples e linear, e uma sequência cênica composta de poucas partes e que não trazem nenhum impacto/emoção, mostrando que a qualidade da ideia não foi a mais adequada em termos de concepção. O resultado final não ganha o ritmo e clímax esperados, mesmo com a encenação final do ritual antropofágico. O tripé representando o altar de imolação do prisioneiro, dada a sua importância no processo, merecia melhor acabamento plástico e realce”.

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    Gleice Ribeiro – 9,8

    “Primeiramente o meu respeito à tradicional Portela cuja concepção apresentada não empolgou ou impactou a avenida. A indumentária dos componentes explorou cores que não colaboraram na beleza ou bom gosto. A cena da decapitação, assim como o elemento cenográfico, se revelaram muito primários e não muito bem elaborados para um espetáculo deste nível. Teria sido mais empolgante se os movimentos coreográficos não tivessem sido postos no mesmo lugar por muito tempo e tivessem utilizado diferentes possibilidades”.

    Rafaela Riveiro Ribeiro – 9,9

    “Concepção coreográfica com desenhos simples simétricos, também com elemento cenográfico simples não transmitindo seu conceito tão importante dentro do enredo, o ritual antropofágico”.

    Raffael Araújo – 9,9

    “A finalidade da representação artística visual do elemento cênico e sua idealização comprometeram a proposta pois o mesmo não dialogou com o tema, distanciando-se das fantasias dos componentes e do cenário proposto”.

    Julgadores de Alegorias elogiaram Viradouro, mas despontuaram por problema de iluminação

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    A campeã do carnaval de 2020, Unidos do Viradouro, garantiu apenas uma nota dez, do Soter Bentes, no quesito alegorias e adereços. Os jurados despontuaram a falta de iluminação na última a alegoria e o jurado Fernando Lima despontuou o tripé por achar que destoou das demais alegorias apresentadas.

    Dando 9.9 o jurado Madson Luis Gomes de Oliveira justificou a nota da seguinte forma: “Conjunto alegórico bem elaborado, conceitualmente falando e de acordo com a proposta. No entanto alegoria 6 passou totalmente apagada pelo módulo 5 e a iluminação fez falta para ressaltar Xangô como regente da Viradouro, conforme consta na página 67 (defesa da alegoria). Isso também é ratificado na letra do samba enredo, na frase: “Xangô ilumina a caminhada.

    “Alegorias com enorme impacto visual, dado o tamanho, volumetria dos elementos alegóricos e proporção quase perfeita. Aplicação e execução dos materiais em todas as alegorias foi sublime, exceto no tripé “Timbau Malê”. Destoou muito das outras alegorias, que chegaram perto da perfeição, tamanha qualidade dos elementos escultóricos. O efeito e a qualidade do acabamento do tripé maculou a apresentação do conjunto de alegorias. Infelizmente foi o ponto falho. 9.9”, julgou Fernando Lima.

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    “Alegoria 06 – “As ganhadeiras de Itapuã – O axé que veio da Bahia.” “A alegoria passou totalmente apagada diante do módulo. Ainda a mesma Alegoria 06 o pano da escultura da ganhadeira que foi suspenso o “led” não acendeu prejudicando o efeito visual. (-0.1)”, explicou Teresa Cristina de Carvalho Piva.

    Dando 9.9, o jurado Walber Ângelo de Freitas justificou sua nota: “Vale registrar o primor do conjunto alegórico que descreveu o enredo com clareza, emoção e criatividade. É com pesar o desconto da nota em realização, ao considerar que a alegoria 06 apresentou falha no projeto luminotécnico, ao passar por nosso módulo totalmente apagada e sem projeção no painel, representado pela toalha do elemento cenográfico. A iluminação e a projeção além de valorizar, acrescentava informações importantes à temática”.

    Justificativas das notas dos julgadores da Série A em 2020

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      A Diretoria da Lierj divulgou as justificativas dos jurados para as notas que avaliaram os quesitos das escolas de samba no Carnaval 2020.

      COMISSÃO DE FRENTE
      – Irene Orazen
      – Aluísio de Souza Oliveira
      – Flávio Freire Xavier
      – Thiago Williams Lima dos Santos

      MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
      Vera Aragão
      – Marlene Costa Caetano
      – Amanda Peçanha Santos de Sena
      – Karina Fernandes Dias

      HARMONIA
      – Mauro Luiz da Rocha Soares
      – Rodrigo Coutinho Dias
      – Laio Lopes
      – Guilherme Strutt Gonçalves

      BATERIA
      – Rocyr Abbud
      – Rodrigo Braz do Santos (Digo)
      – Xande Figueiredo
      – Leandro Osíris de Castro e Souza

      ALEGORIAS E ADEREÇOS
      – Carlos Alberto de Araújo Marques
      – Leonardo Fartura Santos
      – Ana Maria Bottoni Carvalho
      – Isabela Iung Simis

      EVOLUÇÃO
      – Paulo Melgaço da Silva Junior
      – Maria Luiza Cotrim
      – Fábio Canejo
      – Roberto Araújo Manhães

      SAMBA-ENREDO
      – Renato Vasquez
      – Maria Amélia
      – André Gimenez
      – Alexandre Magalhães

      ENREDO
      – Elizeu de Miranda Corrêa
      – Josué Leite dos Santos
      Douglas Coutinho Dias
      – Clécia dos Reis Oliveira

      FANTASIA
      – Marcelo Marques da Silveira
      – Luciano Moreira
      – Antônio Augusto Pereira de Mattos
      – Luciana Gomes Grilo

      Perucas sem carnavalização e até falta de guardiões: motivos das punições para fantasias da Mangueira

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      Surpreendeu a todos durante a apuração na quarta-feira de cinzas as notas baixas das fantasias da Mangueira. Com um dos desfiles mais luxuosos do ano e estética muito elogiada na avenida, Leandro Vieira ganhou diversos prêmios. Entretanto, os jurados de fantasias viram vários problemas na passagem da escola pela Marquês de Sapucaí. A escola tirou duas notas 10, uma 9,7 e outras duas 9,9, totalizando 29,8 no quesito.

      Localizada no terceiro módulo de julgamento, Regina Oliva anotou diversas deficiências que segundo ela justificaram a pesada nota 9,7 que aplicou. Até a falta de guardiões para Matheus e Squel, o que não está em julgamento, foi motivo de descontos. A jurada destacou a falta de carnavalização das perucas da ala formada por integrantes trans e ainda indicou que indumentárias passaram por ela caindo.

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      “- Ala 13: a cruz é um símbolo que demonstra o sacrifício e a entrega de Jesus Cristo para salvar a humanidade de todos os pecados. E, além disso, representa também a vitória do filho de Deus sobre a morte. A cruz de Jesus Cristo compondo as fantasias das alas 13, 14 e 15 não teve associação com os trajes na ala 13, por exemplo, várias cruzes pesaram e caíram sobre as cabeças das baianas, onde as mesmas desfilaram de cabeças baixas para segurá-las, prejudicando a estética e o visual da fantasia, na ala 14 a cruz não acrescentou significado ao combate da desvalorização da mulher, pois, a mesma mensagem proposta.

      – Ala 17: a fantasia foi composta por perucas coloridas que pareciam serem compradas em lojas de artigo de carnaval e isso desvaloriza o traje. outro questionamento, foram as auréolas que estavam presas em diademas, os quais deslocaram e ficaram fora de lugar escorregando e cobrindo os rostos de alguns componentes. A auréola associada à estética LGBTQI+ não proporcionou o efeito esperado e não transmitiu a mensagem proposta. Uma outra questão é que a escola não apresentou guardiões de mestre-sala e porta-bandeira, já que quase por unanimidade as escolas apresentam e realmente acrescenta bastante a presença de guardiões, são fantasias lindíssimas e especiais. Além disso, houve um desvio de atenção da responsabilidade destes trajes com o espetáculo e com as mensagens que poderiam transmitir. As fantasias devem a todo momento unir o sentido da obra a sua exterioridade, o que não ocorreu nestes casos onde os trajes substituíram a significação do ato por valores independentes.

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      Após todas essas colocações, vou descontar em concepção (-0,3) pois as outras alas foram confeccionadas com material rico e não prejudicou o equilíbrio dos outros trajes”, justificou.

      Paulo Paradela, um dos mais recorrentes julgadores de fantasias no Grupo Especial, foi outro que percebeu imperfeições na passagem da Mangueira. O julgador observou que a ala de baianas passou com indumentária defeituosa e em outras alas também havia defeitos nas fantasias. Anota foi 9,9.

      “- Ala 06: em algumas fantasias o elemento da parte de trás que representava os ‘ramos’ estava tombado ou danificado;

      – Ala 13: Em algumas baianas a cruz que fazia parte da indumentária estava tombada sob a cabeça das baianas ou para as laterais, aparentando que a base que as sustentava entortou ou quebrou durante evolução das baianas;

      – Ala 14: Em várias fantasias, assim como já ocorrera na ala 13 a cruz estava despencada ou tombada. Em algumas fantasias inclusive foi possível observar uma corda amarrada à base, para mitigar o impacto, mas o mesmo foi observado em vários componentes da ala”, explicou.

      Por fim, Sérgio Henrique da Silva, posicionando na quarta cabine, também considerou problemas em costeiros de figurinos e assim como Regina Oliva cobrou maior carnavalização das perucas da ala formada por trans, conforme sua justificativa deixa clara.

      “Realização: alas (14 e 15), os costeiros pareceram pesados, com isso, muitos passaram deitados ou inclinados em diagonal, comprometendo o apuro estético. As perucas da ala LGBTQI+ estavam sem nenhuma estética, poluindo o visual. O material e a forma colocada na cabeça dos componentes comprometeu a estética do conjunto” , finalizou.

      Julgador de Bateria fez observações especiais para baterias da Vila Isabel, Mocidade e do Salgueiro

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      O julgador Philipe Galdino, do quesito Bateria, aproveitou a parte das observações finais das justificativas para elogiar o trabalho de três mestres: Macaco Branco (Vila Isabel), Guilherme e Gustavo (Salgueiro) e Dudu (Mocidade).

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      “A projeção sonora dos surdos centradores melhorou sensivelmente em relação do carnaval passado”, disse o jurado em relação ao trabalho de Macaco Branco com a bateria da Vila Isabel.

      “Parabéns mestre Dudu, pela solução no naipe de chocalhos. Muito coeso e o que é melhor: dançando”, citou o julgador para falar da bateria da Mocidade.

      “O aumento do número de taróis melhorou muito a questão da conjugação sonora com as caixas. Ótima solução”, comentou o julgador sobre a bateria do Salgueiro.

      Nos desfiles de domingo, Philipe Galdino tirou 0,1 (um décimo) apenas das baterias da Estácio de Sá, Paraíso do Tuiuti e União da Ilha. Nos desfiles de segunda-feira, ele descontou 0,1 (um décimo) somente da São Clemente.

      Acadêmicos do Cubango renova com os carnavalescos

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      Alexandre Rangel e Raphael Torres

      No início da tarde desta quinta-feira o Acadêmicos do Cubango renovou o contrato com os carnavalescos Alexandre Rangel e Raphael Torres. O presidente da agremiação, Rogério Belisário, acredita no potencial da dupla e garante a permanência dos dois para desenvolverem o enredo do carnaval 2021.

      “Eles são bons meninos, confiáveis, inteligentes e vou apostar neles mais uma vez”, diz o presidente.

      Os carnavalescos, que já tiveram passagem por outras agremiações do acesso, também demonstram confiança na verde e branca de Niterói.

      “Vai ser um prazer continuar nessa agremiação que nos recebeu tão bem e que abraçou o nosso projeto com unhas e dentes. Pretendemos fazer um desfile ainda mais grandioso para o carnaval 2021”, conta Alexandre Rangel.

      “Nós agradecemos o carinho e o acolhimento que recebemos do presidente, de toda a diretoria e da comunidade. Nos comprometemos a fazer, em 2021, um carnaval com a cara da Cubango, bonito, grandioso e forte como nossos desfilantes”, finaliza Raphael Torres.