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Cláudio Vieira: ‘O exemplo de Paganini’

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Numa solenidade de final de ano, o presidente da Liga Independente, Ailton Guimarães Jorge, usou o exemplo de Niccolò Paganini para incentivar aos convidados e funcionários que nunca é tarde para se acreditar na vitória.

Filho de um humilde portuário, Paganini nascera no outono de 1782 em Gênova, Itália, e tinha o dom da música. Aprendeu a tocar sozinho instrumentos de cordas e, com o passar do tempo, viria a ser o maior violinista de todos os tempos. Fez a sua primeira composição aos oito anos e, aos 15, já era um virtuose.

Lembrava Guimarães que, durante um concerto no teatro Scala de Milão, uma das cordas do Guarnerius –instrumento raríssimo, feito por um artesão e dado de presente ao músico, em 1800 – arrebentou. Em silêncio, a plateia ficou apreensiva. Com habilidade, Paganini prosseguiu como se nada tivesse acontecido, tocando com apenas três cordas.

Falava-se que o genovês, pela agilidade que possuía nos dedos, teria feito um pacto com o demônio. E qual não foi a surpresa do público quando, minutos depois, arrebentou a segunda corda. Paganini saiu-se bem mais uma vez, solando em apenas duas cordas. A platéia vibrou.

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Pior ainda estava por acontecer. Já próximo do final do concerto, arrebentou a terceira corda do violino, deixando Paganini com apenas uma. O virtuose esmerou-se ainda mais e foi aplaudido de pé.

Enquanto Guimarães chamava a atenção para a quarta corda que existe dentro de cada um de nós, ressaltando que devemos sempre acreditar na possibilidade que nos resta, alguém comentou, lá no cantinho do auditório:

– O cara (Paganini) deu a maior sorte. Se arrebentasse a quarta corda ia levar uma tremenda vaia…

Ouça o samba-enredo da Porto da Pedra para o Carnaval de 2022

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Compositores: Obá Adriano Abiodun, Guga Martins, Passos Júnior, Abílio jr., Nando Tavares, Wagner Rodrigues, Clairton Fonseca, Leandro gaúcho e Ailson Picanço

HOJE VAI TER FESTA NO ORUM
MATA VIRGEM DEIXA SERENAR
BRILHA UMA ESTRELA
ASSENTA O ORIXÁ
É O CAÇADOR SEU ELEDÁ

OKÊ ARÔ! OKÊ OKÊ ARÔ!
MENINA VAGUEIA AO SOM DO TAMBOR!
OKÊ ARÔ! OKÊ OKÊ ARÔ!
PISA NA AREIA E BATE O TAMBOR!

CHEFE DA CASA ESCOLHEU YAÔ (Ê KAÔ)
QUEM VESTE BRANCO ABENÇOA IYÁ (EPA BABÁ)
PROTEGE A SENHORA DO OURO
A LEI É O GRANDE TESOURO
SEIS PRA DEFENDER
SEIS PARA JULGAR

O SANTO DANÇA… CÉU RELAMPEJOU!
NÃO TEM DEMANDA! NÃO TEM CATIVEIRO
MEU FILHO, ANTES DE NOS DAREM COR
JÁ ESCUTAVA A VOZ DOS TERREIROS

TEM FITA VERMELHA E BRANCA
ALMA NA PONTA DA LANÇA
ENSINA NOSSAS CRIANÇAS: DESTINO É LUTAR
MEMÓRIAS O VENTO NÃO PODE LEVAR
ESCRITAS À LUZ DO LUAR
RODA YABÁ… É GINGA!
CANTA PRA FIRMAR… CURIMBA!

NO TOQUE DO AGUERÊ CHAMEI O POVO
AGOGÔ MI RO LESE, MÃE STELLA MOTUMBÁ!
FLECHA CERTEIRA DE ODÉ EU QUERO VER SEGURAR
CABEÇA FEITA QUANDO O TIGRE PASSAR

Como aproveitar a complexidade dos instrumentos de corda sem afetar o desempenho musical da escola?

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cordas

No artigo especial de bateria, gostaria de abordar um campo musical bastante importante para um desfile de escola de samba; as cordas. Geralmente, a ala musical conta com cavaco e violão 7 cordas, a quantidade é definida pela própria agremiação. Existem outras variações no campo harmônico, como; acordeão, teclado, bandolim. Mas o artigo foca nos instrumentos obrigatórios citados acima, e com um questionamento: Como aproveitar a complexidade dos instrumentos de corda sem afetar o desempenho musical da escola?

Antes de aprofundar o tema é necessário entender qual é a real função deles. O cavaco, no caso do samba-enredo, tem a palhetada firme, que preenche as lacunas, o que contribui para a perfeita execução das notas. A utilização do violão 7 cordas é notada de uma outra maneira. O músico utiliza manejos diferentes do cavaco, como ligaduras por exemplo, que proporciona uma percepção musical característica do som emitido.

Claro que o papel das cordas dentro de um desfile de escola de samba não se resume pelas definições cima. A música possibilita execuções diversas de um mesmo acorde, e essas distinções podem ser notadas em trabalhos de agremiações diferentes. Podemos resumir isso em “arranjo”.

Nada mais é que um processo criativo dentro da execução, uma variação do que é pedido. As possibilidades são extensas, solinho, arpejo, acentuação atrasada etc. Inegável que, o estilo de arranjo define a característica de trabalho musical da ala.

Apresentados esses pontos, retomo o questionamento: Como aproveitar a complexidade dos instrumentos de corda sem afetar o desempenho musical da escola? Há uns anos, talvez, poderia se considerar a inatividade durante a execução da paradinha. Porém, como já conversado no artigo anterior, as baterias passaram por um processo de modernização e isso estendeu o tempo de execução das bossas, acompanhada por um nível de complexidade maior.

A ausência de notas musicais é um pesadelo para os intérpretes. Pra amenizar o problema, músicos começaram a tocar as notas nas acentuações das bossas, apenas nas notas fortes. Outros só acompanhavam trechos do surdo de marcação. Mas alguns criaram arranjos diferentes para as cordas, ou seja, saíram do papel de coadjuvante para também proporcionar informações.

São, de fato, duas visões diferentes. Pensando na responsabilidade, a atitude conservadora seja a que corre menos riscos, mas não significa que seja absoluta. Para ajudar na compreensão baseada em relatos de quem vive a rotina de músico. O Marcelo Lombardo, musicista e diretor musical, contribui com a defesa da subjetividade do profissional.

“Os instrumentos de cordas como centro harmônico da escola têm como objetivo: emoldurar o samba-enredo, jamais tirar o foco da letra e melodia do samba. As cordas atuam como fio condutor juntamente à bateria, compondo o quadro proposto. Os excessos causam distorções ao ouvinte, e a falta, uma pobreza musical. Enfim, o bom gosto do arranjo deve prevalecer sempre”.

Para exemplificar, trouxe dois exemplos que demonstram que o profissionalismo pode superar a incerteza do questionamento do artigo. No caso do último desfile do Salgueiro, o enredo irreverente contribuiu para uma postura mais livre dos músicos. Durante todo momento, seja ele na largada ou bossa, ou até mesmo na simples passagem da primeira estrofe, tinha uma informação criativa e ousada, tanto do cavaco quanto do violão. No caso da Dragões da Real não foi diferente. As cordas tiveram um papel importante para o impacto geral. Os músicos utilizaram diferentes maneiras de executar as demandas.

Obviamente o que define o “certo” e “errado” é a filosofia de trabalho da agremiação, mas o risco em que a ala corre ao apresentar elementos que não são necessariamente critério de julgamento, são vistos de forma positiva ao analisar o impacto ao espectador.

A única resposta incorreta seja definir um estilo como correto.

Personalidades do Carnaval: Tia Nilda, a mãe baiana da Mocidade Independente

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O ano era 1979 e a Mocidade Independente de Padre Miguel conquistava o campeonato com o enredo “Descobrimento do Brasil”. Ali, surgia o amor de Nilda da Silva com a verde e branco da Zona Oeste do Rio. Carinhosamente chamada por todos de Tia Nilda, nascida e criada nos arredores da escola do coração, ela nunca teve contato direto com a agremiação no seu tempo de criança e adolescência, tendo a única memória afetiva com carnaval quando seu pai a levava com seus irmãos para assistirem aos desfiles na Presidente Vargas.

Personalidades do Carnaval: Tia Nilda, a mãe baiana da Mocidade Independente

Depois de casada, uma de suas filhas, Rosimere, pediu para que a levasse para ver o samba e foi no ensaio da Mocidade, no Bangu Atlético Clube, o destino para tal admiração e o ponta pé que daria início na vida carnavalesca da famosa baluarte do carnaval.

Aos 78 anos, ela continua a presidir a ala das matriarcas do samba e conta com uma equipe de dez pessoas para gerir o trabalho. No último carnaval (2020) – Tia Nilda passou a desfilar no carro alegórico devido sua idade e recomendações médicas, contando com a ajuda de sua filha à frente das 70 baianas da Mocidade Independente de Padre Miguel.

O site CARNAVALESCO abre a série “Personalidades do Carnaval” com essa sambista ícone do carnaval e traz ótimas recordações do passado e revela casos da atualidade, onde a presidente da ala das baianas da Mocidade conta casos nunca ditos ao público, como chegar com um pernil em casa após uma saída de apresentação da escola e se mostra pronta para ser exemplo na vacinação para o mundo do samba.

Como começou sua história com a escola?

Tia Nilda: “Levei minha filha em 1979 para ver como era uma escola de samba, ela havia me pedido. Chegando na sede do Bangu ela ficou encantada e com aquele jeito de criança pediu para um dirigente da escola para eu desfilar, aceitei. No dia seguinte estava eu no barracão da escola lá no bairro do Caju para tirar as medidas e saí como baiana, depois disso nunca mais parei”.

Como foi desfilar pela primeira vez?

Tia Nilda: “Era tudo novo para mim. No dia de pegar a fantasia, fiquei apavorada com tanta baiana na quadra. Eram mais de cem. Cheguei bem cedo na escola e saí de lá já na parte da tarde, deu tempo só de ir em casa, se arrumar e pegar o trem para ir para o centro do Rio desfilar, foi a maior felicidade da minha vida entrar na avenida e poder ver como era bonito tudo aquilo”.

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Seu marido não na época não queria deixar você desfilar no ano seguinte, como o convenceu?

Tia Nilda: “Naquele tempo os desfiles eram grandes e a Mocidade desfilou já no fim, cheguei em casa no dia seguinte que saí para desfilar às duas horas da tarde e aí ele disse que seria a primeira e última vez que eu desfilava. Eu vendia comida em uma obra na frente do presídio de Bangu e uma vez indo entregar as marmitas encontrei com a falecida Soninha (porta-bandeira da escola na época) e ela me chamou para ir num show da escola em São Paulo. Disse que meu marido não queria que eu fosse mais para a escola. Ela foi pedir a ele, alegando que eu dormiria no mesmo quarto que ela e teria cachê. Ele deixou. Depois disso, foi tendo mais shows ao longo do ano e eu ia em todos. Quando vi, já estava próximo ao carnaval do na seguinte e desfilei novamente”.

Como você se tornou responsável pelas baianas e há quanto tempo está no cargo?

Tia Nilda: “Na escola existia a tia Chica; mãe de santo, primeira baiana da Mocidade e coordenadora da ala. Após meus primeiros desfiles ficamos bem próximas uma da outra. Todo domingo ela vinha na minha casa com uma broa de milho para tomar café, conversávamos muito, ela me pedia ajuda nas decisões para coordenar as baianas e dizia que quando ela parasse eu iria assumir o lugar dela. Eu falava que não, e que tinham pessoas melhores para isso. Quando ela parou me indicou e não tive como dizer não para o pedido dela. Nisso, já estou há 24 anos neste cargo”.

Ao longo desses anos, teve alguma dificuldade que a senhora já passou na escola?

Tia Nilda: “Nunca passamos por nenhuma dificuldade, a escola nos dá um amparo muito bom. A única vez que tivemos um problema foi quando o Cid Carvalho passou pela Mocidade e fez um excelente trabalho, mas na hora do desfile a nossa fantasia veio cheia de problemas e passamos a avenida toda com as pedras caindo, a fantasia desmontando, passando uma vergonha. Felizmente, a culpa não foi do carnavalesco, sim do ateliê que confeccionou nossas roupas. Tirando essa situação, nunca tivemos momentos ruins na escola”.

A senhora já viajou muito pela Mocidade, como foram essas experiências?

Tia Nilda: “Cada lugar que íamos me dava uma experiência diferente. Rodamos o Brasil e o mundo. Fora do país, fizemos show praticamente em toda Europa, no Japão, nos Estados Unidos, mas o que marcou mais foram as cidades pequenas que fomos aqui no Brasil. Eu achava a coisa mais linda aquelas pracinhas, igrejas, ruas bonitas, parecia coisa de novela e isso me fascinava. A primeira vez que fui para fora do país foi na França e lembro de pedir para o sr. Castor de Andrade para guardar todo o meu cachê porque iria reformar minha casa e quando chegamos no Brasil ele me deu todo o pagamento em dólar, fiquei surpresa… nunca tinha visto na minha frente aquela moeda e consegui fazer a obra em casa”.

Qual a influência do samba na sua vida?

Tia Nilda: “Tudo o que eu sou hoje devo ao samba. A minha vida foi toda dentro da Mocidade e através dela me abriu muitas portas para ótimas amizades, reconhecimentos, trabalhos e oportunidades diferentes. Tem uma única influência do carnaval na minha vida que nunca disse para nenhuma entrevista. A minha mãe era uma pessoa muito doce, pacata, foi criada em colégio interno e nunca tinha visto carnaval, uma vez minha irmã a levou para assistir ao desfile do setor 01 e quando eu entrei com as baianas ela gritava que eu estava linda e chorava. Depois que ela faleceu, todos anos quando vamos entrar na avenida e viramos aquela curva do joelho para entrar, eu olho para aquela arquibancada e vejo ela como daquela vez e choro muito ao lembrar”.

Existe algum fato engraçado que a senhora viveu na escola?

Tia Nilda: “Todas as vezes que fazíamos show em algum lugar sempre tinha muita comida e falavam para levarmos tudo o que sobrasse. A gente trazia para não estragar. Fomos tocar na casa da família Orleans e Bragança, era tudo muito chique e quando acabou o tataraneto de Dom Pedro II nos levou para um banquete enorme e quando começamos a comer tinha um pernil gigante na mesa que ninguém tocou, fiquei só admirando aquela coisa linda. Quando acabamos ele disse que era para levarmos tudo e fui lá, peguei o pernil e fui embora com ele. Quando cheguei em casa minhas filhas ficaram sem entender nada ao me verem com aquele pernil bonito nos braços”.

No passado eram as baianas que preparavam a feijoada da escola, certo?

Tia Nilda: “Antigamente nós que fazíamos a feijoada. Eu ia com algumas baianas dois dias antes do evento na quadra antiga para cortar e dessalgar as carnes. Eram 25 Kg de arroz, 50 Kg de feijão, 80 Kg de salgado e 600 molhes de couve cortadas à mão. Acontecia todo primeiro domingo do mês e enquanto o evento estava acontecendo a gente estava no fundo da quadra terminando os preparos e depois a gente ainda ia rodar na apresentação de avental. Cozinhávamos na lenha. Isso fez com que ganhássemos o título de melhor feijoada do Rio pelo Rei da Feijoada no Copacabana Palace”.

Qual é a diferença dos carnavais do passado para hoje?

Tia Nilda: “Estrutura. Hoje temos mais coisas que no passado, como ônibus na porta para levar os desfiles e voltar, uma quadra nova com mais comodidade e isso faz com que desempenhamos nosso papel com bastante alegria no dia da avenida”.

Depois de tanto bater na porta, no ano de 2017, a Mocidade conquistou o sonhado título. Como a senhora recebeu a notícia e qual foi o sentimento?

Tia Nilda: “Eu vou sempre para a quadra com as baianas no dia da apuração. Chegamos todas cedo, ficamos juntas, quando dá a hora do almoço a gente faz uma vaquinha para comprar frango assado. Naquele ano todo mundo estava ansioso pelo desfile que fizemos e quando saiu o resultado definitivo, eu quase caí para trás de tanta emoção… era um título muito aguardado por toda a comunidade, foi muita emoção”.

Existe algum movimento para se integrar baianas novas na escola e não deixar a cultura acabar?

Tia Nilda: “Olha, graças a Deus tem uma fila bem grande de pessoas querendo entrar na ala. Eu deixo que as minhas baianas me digam quando não dá mais para elas rodarem e aí conforme vão surgindo essas vagas, eu vou pondo as que estão na espera”.

Neste período de pandemia, como está sendo ficar em casa sem ter as atividades da escola? E a vacina contra o Coronavírus, irá tomar?

TIA NILDA: “Eu vou tomar, já disse para todos aqui em casa! Não vejo a hora de podermos voltar com tudo e só depois que sair a vacina poderemos retornar como era antes. Nesse negócio de pandemia, sem poder ir na escola para as reuniões, samba, ensaio de quadra e rua, acabei ficando doente e minha pressão oscilava. Fiquei com ansiedade e passava mal dentro de casa. Tudo isso sentindo falta da minha rotina na escola que não parava durante o ano. Não vejo a hora disso tudo passar”.

O que espera para o futuro do carnaval e da escola após a pandemia?

Tia Nilda: “O futuro a Deus pertence. Eu espero sempre o melhor para a nossa nação e para o carnaval desejo mais união das diretorias para que sejamos uma festa mais que organizada, sim, admirada. Também, quero que os nossos governantes parem com essa politicagem e vejam quantas vidas já perdemos”.

Para finalizar, Tia Nilda no carnaval é…

Tia Nilda: “Eu sou uma baiana como outra qualquer. Coloco meu sangue e alegria pela minha escola Mocidade Independente de Padre Miguel, que é uma estrela abstrata que só quer ser amada e idolatrada por todos nós”.

Rodolfo Massera e Flávia Felix levam a melhor na primeira prova e assumem primeiro lugar no Carnaval Wall

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O jogo começou pra valer! Neste domingo,21, foi ao ar a primeira prova do Carnaval Wall. A primeira disputa foi uma prova de sorte dentro da loja parceira Grupo Rov Telhas – rede de lojas especializadas em telhas e madeiras para a construção e reformas. A produção do programa selecionou produtos vendidos pela marca e a eles agregaram pontos, chamados de confetes. Cada participante teria o direito de escolher três produtos. O jogo começou acirrado, Rodolfo Massera e Flávia Félix estão empatados em primeiro lugar com 120 confetes, seguidos por Sérgio Cordeiro, com 101 e, Bruna Negreska, com 95.

Os produtos selecionados foram suporte de moldura (60 confetes), serrote (50 confetes), lata de Tiner (45), telha em acrílico (30), telha em cerâmica fina (25), arame (20), telha de cerâmica (15), cabeceira de moldura (10), saída de platibanda (5) e fita métrica (1).

Isadora Salles foi a primeira a realizar a prova e fez 71 confetes. Em seguida foi a vez de Bruna Negreska, que alcançou 95 confetes. Depois, João Arruda, fez 66 confetes. Jhonata Henrique conseguiu 80 confetes. Em seguida, Rodolfo Massera fez 120. Daniel Oliveira obteve 75. Ruhanan Lucas somou 90. Logo após, foi a vez de Robério Theodoro jogar, ele conseguiu 51 confetes. Sérgio Cordeiro juntou 101. Kaká Morena somou 85. Waleska Gomes alcançou 65. Brunetty Montilla conseguiu 85. Flávia Felix, 120.

Vale lembrar que a cada prova os participantes vão somando pontos, na grande final do programa sairá vencedor aquele que tiver a maior pontuação. Se você perdeu a primeira prova, Veja abaixo e confira o programa na íntegra:

Cláudio Vieira: ‘O dono do vozeirão’

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Além de grande companheiro, Demétrio Costa – que “está residindo no andar de cima”, como diriam os estilosos – era um grande boa praça. Era paulista, do interior, mas um carioca da gema no espírito. Com o seu vozeirão, anunciando a entrada das Escolas de Samba, emocionou o público por mais de 40 carnavais. E também causou muita curiosidade.

Contava ele que, certa vez, uma socialite foi procurá-lo na cabine de locução. A visitante bateu no vidro, chamando-o. Enquanto acabava de ler um dos textos de apresentação, gesticulou, pedindo que a senhora esperasse, pois já iria atendê-la. Foi o que aconteceu logo em seguida:

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“Boa noite. Pois não?”

E a visitante, eufórica:

“O senhor que é o dono desse vozeirão maravilhoso?”

O locutor estufou o peito, orgulhoso:

“Sim, sou eu.”

Ela não escondeu a decepção:

”Puxa, mas o senhor é tão feio…”

Por motivos profissionais, mestre Rafa deixa o reality show Carnaval Wall

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O Carnaval Wall mal começou e já teve gente pedindo pra sair. Na edição deste domingo, Rafael Paulo, mais conhecido como mestre Rafa, deixou o programa alegando motivos profissionais. Antes de dar início a primeira prova do reality, Mari Rodrigues, apresentadora oficial da atração, avisou que um dos participantes havia pedido para deixar a casa.

“Quando me inscrevi no reality tinham alguns compromissos em andamento, mas agora surgiu a oportunidade de um trabalho no qual não posso dispensar. Tem o lance da família também, que a gente sente falta. É o lado profissional que nos chama. Acho que não é uma responsabilidade tem muitas pessoas aqui capazes de participar desse reality, desse jogo e ganhar, todos são merecedores. Só que eu não posso deixar as minhas responsabilidades na rua esperando, porque a gente tem muitos compromissos também. Sinto muito para quem estava torcendo por mim. Sinto muito desapontá-los, porém responsabilidades nos chamam e não tem como seguir aqui porque também ficaria com a cabeça a 300/hora”, revelou o sambista.

Mari lamentou a desistência de mestre Rafa, que estava há poucos dias na casa e nem havia participado da primeira prova ainda, mas entendeu a postura do participante e deixou que ele mandasse um recado para os outros confinados.

“É uma pena. Queria muito participar, ter esse momento aqui com todo mundo, são grandes amigos do carnaval, grandes nomes…Mas é isso, não tem muito o que falar. Deixo aqui meus votos de boa sorte a todos, que eles representem bem nosso carnaval, porque o que é maior aqui é representar o carnaval, o samba e mostrar que o samba tem seu valor. Acho que é isso, esse é o meu recado”, disse o mestre antes de sair pelo portão.

Confira na íntegra como foi a despedida de mestre Rafa do primeiro reality do samba.

Avalie agora o desfile da União da Ilha 2014

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Avalie os desfiles da Vila Isabel 2012 e Mocidade 1996

Cláudio Vieira: ‘Tigre vive um dia de cão’

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Não basta apenas uma boa ideia para que o projeto tenha êxito. Foi o que aconteceu com a Porto da Pedra, em 2004, quando apresentou o enredo “Sou Tigre, sou Porto, da Pedra à Internet: O mensageiro na história da vida do leva e traz”, criado e desenvolvido por Alexandre Louzada.

Para abrir o desfile, o coreógrafo Jayme Arôxa criou uma comissão de frente bastante interessante: um carteiro precisava driblar a vigilância de 12 cães enfurecidos para entregar uma carta de amor a uma jovem apaixonada.

O início foi espetacular. A performance arrancava gargalhadas da plateia. Mas, pouco depois, começou a chover. Encharcadas, as fantasias dos animais dobraram ou até triplicaram de peso, exigindo que os dançarinos – posicionados de quatro, caracterizando os vira-latas – tivessem que fazer um esforço muito maior do que o previsto.

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De nada adiantou o energético bebido na concentração, nem os ventiladores instalados na casinha onde os cães se recolhiam. À medida que a escola avançava, os animais iam caindo pelas tabelas. Quatro tiveram que abandonar o desfile e um deles precisou ser socorrido no posto médico. As notas dos quatro julgadores mostram como foi o desempenho do grupo ao longo da pista: 10 – 9,8 – 9,6 e 9,3.